Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
. : CrimeSubs : . apresenta
Legenda . : MichelleSB : .
Legenda . : FontoJr : .
Murdoch Mysteries - S16E19 "Whatever Happened to Abigail Prescott"
Seu marido fez isso.
Se voc� n�o fosse t�o desastrada.
Abigail, voc� confia em mim?
Ha uma dose de l�udano perto da cama.
Tome-a. Ir� ajudar com a dor.
H� um m�dico nessa cidade?
Na verdade sou m�dica, mas...
S� 5 minutos do seu tempo. Por favor.
Senhora, n�o pode entrar a�. � uma cena de crime.
- Abigail! - Eu avisei, senhora.
Precisa responder algumas perguntas.
Deixei-a com um �nico frasco de l�udano
quando fui buscar os bilhetes.
N�o � suficiente para causar danos.
E voc� tem certeza que foi a dosagem correta?
Bem, sim.
- Claro. - Como pode ter certeza?
- Bem... - Na aus�ncia
de qualquer outra explica��o, n�o � mais prov�vel
que Abigail Prescott tenha morrido
porque voc� deu a ela a garrafa errada de l�udano?
Sim, � poss�vel.
Sete, nove...
Sem a oito.
Est� faltando uma p�gina.
� a minha entrevista com a recepcionista do hotel.
A �ltima vez que viu a sra. Prescott
foi quando ela fez uma liga��o no meio da noite.
Ela fez uma liga��o?
- Isso � importante? - Sim!
O j�ri a considerou culpada de homic�dio culposo
na morte de Abigail Prescott.
O qu�?
Bom dia, sr. Murdoch.
Bom dia, Bethany.
Ela ficou bem agitada essa manh�.
Bem, geralmente quando ela fica assim,
a dra. Ogden canta uma m�sica de ninar.
Durma beb� no meu peito
Que se prova quente e aconchegante
Envolvida pelos bra�os da mam�e
Em seu cora��o o amor de m�e
Temos que achar algo substancial para justificar a apela��o
Sim, e quanto ao telefonema?
Se o vereador soubesse onde est�vamos...
ele poderia mat�-la
A dona do hotel n�o ouviu a conversa telef�nica
que Abigail teve e a telefonista
n�o lembra quem fez a liga��o.
� um beco sem sa�da.
N�o h� como provar para quem ela ligou.
Por que ela fez esse telefonema?
Voc�s acham...
que ela podia estar reconsiderando...
sobre largar o marido?
Nunca devia t�-la encorajado.
N�o h� como saber o que ela pensava...
mas voc� sabe o que estava em seu cora��o.
S� estava tentando ajudar uma mulher em perigo, Julia.
Sim, e agora esta mulher est� morta.
O fato de algu�m ter removido
uma p�gina do relat�rio de pol�cia
deve garantir uma apela��o, n�o?
O juiz claramente n�o pensa assim.
Ent�o falaremos com outro juiz, de corte superior!
Lamento, mas n�o � suficiente.
Uma p�gina pode sumir por in�meras raz�es.
Qualquer juiz vai considerar isso apenas um erro.
Como est� se sentindo, senhor?
Me sinto perdido, George.
Queria que houvesse algo que eu pudesse fazer.
O que Effie tinha a dizer?
Que poder�amos apelar
mas nossas chances seriam poucas.
Perdemos aos olhos da corte.
N�o posso acreditar nisso.
A dra. Ogden numa circunst�ncia t�o terr�vel.
A sentenciaram a 3 anos.
Por algo que ela n�o fez.
E faremos tudo que pudermos para provar isso, senhor.
Provar na corte.
� claro, George, mas pode n�o ser suficiente.
Julia vai perder o crescimento da filha.
Senhor, n�o diga isso.
As primeiras palavras, os primeiros passos, 3 anos!
Ser� uma pessoa completamente diferente.
quando a m�e sair da pris�o.
- Ela reconhecer� a m�e? - Senhor, n�o pode...
deixar esses pensamentos lhe consumirem.
Eu sei, George, mas � verdade.
Julia est� na pris�o dormindo
em um quarto sem janelas.
Estou gastando todos os dias e noites
tentando cuidar da nossa filha sem ela.
N�o acho que consiga sozinho.
Senhor, n�o precisa. N�o importa o que aconte�a,
uma coisa eu prometo: n�o estar� sozinho.
Obrigado, George.
� a angaria��o de fundos do vereador?
Creio que sim.
Ele � abusado.
- George! - Obrigado, obrigado.
- George! - Obrigado, obrigado, obrigado.
Ajudar as pessoas sempre foi minha miss�o...
especialmente quando se trata das pessoas de Toronto
Precisamos de instala��es de ponta
onde o homem comum consiga
cuidados de sa�de de 1� linha
Por isso quero angariar dinheiro
para abrir um hospital para os menos afortunados.
Essa � boa.
Este aqui � meu amigo David.
Nasceu com uma perna ruim e � uma das muitas pessoas
que ser� ajudada pelo nosso empreendimento.
Ele ir� passar com uma lata para as contribui��es.
Se o virem, deem a ele alguns d�lares.
Vamos atingir a meta de doa��es! Cada centavo conta!
Obrigado.
Voc� conseguiu! T�o bom te ver.
Obrigado.
Obrigado.
Obrigado por fazer uma doa��o.
Doa��o, chapas?
� uma boa causa, senhor.
Cada centavo conta, ele disse!
Obrigado.
Detetive Murdoch?
Obrigado por vir.
Apesar do que ocorreu, devemos seguir e nos apoiar.
N�o estou aqui para amenidades, vereador.
Tenho mais algumas perguntas.
De novo, detetive?
Se eu n�o soubesse, acharia que tem algo contra mim.
Voc� recebeu um telefonema de sua esposa
- na noite antes da morte? - N�o, n�o recebi.
Isso � tudo?
- Bom dia, detetive. - Sei o que fez, Prescott.
E n�o descansarei at� provar.
O que quer dizer?
Falou com Julia?
Como ela est�?
Nada bem, eu temo.
Isso � um pesadelo.
Qual � seu pr�ximo passo, Murdoch?
Tenho certeza que foi o vereador Prescott.
S� n�o consigo provar.
Foi ele quem recebeu o telefonema
que � mencionado na p�gina do relat�rio
que convenientemente agora se perdeu.
Mas talvez a pergunta n�o deva ser
por que est� faltando...
mas como?
O inspetor em Port Credit?
O relat�rio era dele.
Sabe que tem meu total apoio.
E todos os recursos da delegacia se precisar de algo.
Obrigado, senhor.
H� outra avenida a ser percorrida.
Se estivermos certos...
o vereador deve ter viajado de sua casa em Toronto
para Port Credit entre a hora do telefonema
at� quando o corpo de Abigail foi encontrado.
Algu�m pode t�-lo visto sair de casa naquele dia.
Talvez ele tenha chamado uma carruagem?
Certamente o vereador deve ter uma carruagem?
Se for o caso, deve ter um motorista.
George, Henry, vejam o que conseguem descobrir.
Sim, senhor.
N�o fiz nada de errado e me ressinto da acusa��o.
Um arquivo foi enviado para a promotoria
e para a defesa.
Nos dois faltava a mesma p�gina do seu relat�rio,
ent�o, o incidente deve ter ocorrido
antes do documento sair da delegacia.
Est� sugerindo que um dos meus homens
perdeu a p�gina?
Ou as manuseou mal.
Intencionalmente?
N�o.
Meus homens s�o honestos e confi�veis.
- � mesmo? - Trabalho com eles todo dia.
Confio neles com minha vida.
Espere, voc� n�o confia em seus policiais?
Escreveu � m�o a p�gina, certo?
- Certo. - Ent�o quem copiou?
O que quer dizer?
Cada p�gina daqueles documentos
foi reunida em dois arquivos separados.
Um foi para a promotoria e outro para a defesa.
Algu�m deve ter copiado o original para...
Sim. Este seria o sr. Johnson,
nosso escriv�o. Ele est� ali.
Se me der licen�a.
Sr. Johnson?
Detetive Murdoch, pol�cia de Toronto.
- Tenho umas perguntas. - Agora?
Estou ocupado.
Voc� � o escriv�o que copiou o relat�rio
do julgamento da dra. Julia Ogden?
- Sou. - Sabe que uma p�gina sumiu
desse relat�rio antes do julgamento?
N�o. N�o sei nada sobre isso.
Pode dizer com seguran�a que as p�ginas foram contadas
quando recebeu o relat�rio do inspetor McCrae?
Como posso saber?
Ele atesta que sim.
Mas uma p�gina estava faltando dos arquivos
que foram para a promotoria e para a defesa.
Coisas se perdem o tempo todo.
- Por voc�? - N�o! Nunca, eu, eu...
Mas se perdeu quando passou pela sua mesa.
Talvez eu deva falar novamente com o inspetor McCrae
- e avisar para ele n�o... - Por favor!
N�o conte ao inspetor.
Conte-me exatamente o que aconteceu.
Dois dias antes do julgamento
encontrei com um homem perto da minha casa.
Ele sabia sobre o julgamento
e at� sabia que o arquivo estava nas minhas m�os.
- Quem era ele? - Nunca o vi antes na vida.
Me ofereceu 100 d�lares para remover 2 p�ginas.
Como poderia recusar?
Duas p�ginas? N�o s� uma?
Uma do relat�rio da pol�cia,
outra do relat�rio do legista.
Mas n�o havia nada nelas,
nada que parecesse importante.
N�o cabe a voc� determinar, sr. Johnson.
Mas eu precisava do dinheiro.
Faz ideia de quanto s�o 100 d�lares?
Minha mulher...
eu precisava do dinheiro, senhor!
Por favor, recomponha-se, homem
Olhe esta foto.
Esse � o homem que te deu dinheiro?
N�o. N�o o reconhe�o.
Ent�o quem era?
Eu disse que nunca o vi antes.
Ele tinha um cavanhaque.
Um rosto �spero...
e falava engra�ado.
Certo.
Preciso que d� a descri��o para um desenhista.
� claro.
Deve ser o motorista dele.
Vamos ver se sabe de algo?
Precisamos encontr�-lo a s�s para conversarmos.
Certo. Temos que fazer todo o poss�vel
para liberar a dra. Ogden.
Ela n�o merece estar na cadeia.
Ela j� matou algu�m antes.
Henry! Ela � inocente.
Veja... � a nossa chance.
Com licen�a, senhor.
Sim? Como posso ajudar?
Condol�ncias pela morte da sra. Prescott.
Um neg�cio desagrad�vel.
Estamos conduzindo
uma investiga��o adicional sobre a morte dela
� mesmo? Devo chamar o vereador?
N�o, na verdade, queremos falar com voc�.
Pode falar algo sobre o dia que a sra. Prescott morreu?
Levou o vereador a algum lugar naquele dia?
N�o.
Ganhei a tarde de folga naquele dia.
E normalmente tem tardes de folga?
N�o.
Naquela manh� foi tudo normal.
Levei ele ao alfaiate,
e de volta para casa, como sempre.
Geralmente espero depois disso, mas...
naquele dia o vereador entrou em casa e...
voltou pouco tempo depois me dizendo...
para tirar o resto do dia de folga.
Ele vai ao alfaiate todo dia?
S�o neg�cios. Ele � o dono.
Impressively Pressed Tailors na Sherbourne.
J� estive l�. N�o eram muito bons.
Bem, � um bom neg�cio.
Pegamos os ganhos e levamos ao banco todo dia.
Todo dia?
Sr. Wright,
� o legista que fez a necr�psia
em Abigail Prescott?
Est� certo.
Entregou seu relat�rio a essa delegacia, correto?
Sim, sim. Est� certo.
Por acaso tem uma c�pia do relat�rio nos registros?
N�o. Assumi que receberia de volta ap�s o julgamento
Pode dar uma olhada no relat�rio
e dizer se h� algo faltando?
Sim, h� uma p�gina faltando.
Alguma ideia do que a p�gina continha?
Claro. Era a p�gina que detalhava os hematomas
- pelo corpo da v�tima. - Hematomas?
Que hematomas?
Extensos. Bra�os, costas, dorso.
Alguma ideia de que pode t�-los causado?
Provavelmente repetidos golpes mas...
nenhum teve nada a ver com a morte dela
Eram contus�es menores, dolorosas...
- mas n�o s�rias. - Obrigado, sr. Wright.
Se eu puder...
por acaso notou se algum dos hematomas
eram mais recentes que os outros?
Sim. Sim, um no bra�o dela.
- No bra�o quebrado? - N�o, no outro bra�o.
Tinha alguns cent�metros, era bem fresco.
Ent�o algu�m a agarrou.
Roubaram as p�ginas para esconder o fato
de que foi ferida em uma briga?
Ou � uma indica��o de algo mais.
O que est� pensando?
� sua opini�o profissional que Abigail Prescott
- consumiu 100g de l�udano. - Correto.
Dra. Ogden declara que instruiu Abigail Prescott
para consumir um frasco que tinha 16g de l�udano.
E se o l�udano extra n�o foi consumido?
E se foi injetado?
Uma inje��o bruta deixando um hematoma?
� poss�vel.
Por acaso achou alguma marca de inje��o?
N�o. Mas n�o estava procurando por uma.
Se a overdose de l�udano foi injetada
ent�o n�o foi a sra. Ogden que matou a sra. Prescott.
Uma revela��o assim enfraqueceria o caso da coroa
� tarde demais agora.
Ela est� presa.
Bem, temos que tir�-la de l�.
O vereador foi deixado sozinho o resto do dia.
Ele mesmo pode ter dirigido
at� Port Credit, se for o caso.
Devemos relatar ao inspetor, ent�o?
N�o vale muito se ningu�m o viu l�.
Ainda acho estranho visitar os alfaiates todo dia.
� esse lugar aqui, � a pior alfaiataria que j� vi.
Tive que voltar tr�s vezes
e ainda n�o tinham feito as cal�as
A abandonaria se n�o fosse a favorita de Ruthie.
� pouco movimentado. Quanto devem ganhar?
O suficiente para manter as portas abertas.
Mas ganham tanto que t�m que fazer dep�sitos
no banco todo dia?
Estou surpreso que ganhem para fazer um dep�sito por ano.
Higgins!
Aquele cara, �...
� o necessitado que vi na arrecada��o hoje!
Ele n�o parece um necessitado.
Safado! Deve ser um vigarista.
O escriv�o que transcreveu
os documentos para o julgamento
foi pago para tirar 2 p�ginas.
- Pago por quem? - N�o pelo vereador.
Questionamos o escriv�o
e ele nos deu uma descri��o do suspeito.
O inspetor McCrae est� colocando isso pela cidade.
Esse � o homem.
Eu conhe�o esse homem!
O qu�?
Minha querida Bianca est� muito doente.
Cinco minutos do seu tempo. Por favor.
Eu estava indo comprar as passagens de trem
e ele perguntou se eu queria uma carona.
Disse que precisava de um m�dico.
Algu�m estava doente?
N�o, n�o algu�m.
Era a cabra dele, mas n�o pude fazer nada.
Quando voltei ao hotel, Abigail estava morta.
Julia, ele falava de modo incomum?
Sim, ele tinha um sotaque.
Este � ele.
Ele atrasou de prop�sito sua volta ao hotel
para algu�m ter tempo de matar Abigail Prescott
e culpar voc�!
Este � o homem que subornou o escriv�o
e atrasou a volta de Julia para o hotel.
Dif�cil ser coincid�ncia.
H� policiais investigando a �rea e pondo cartazes.
Algu�m pode ter visto algo.
Preciso falar com o detetive Murdoch!
- Quem � esta? - Aquela � a sra. Lipknow.
� dona do hotel em Port Credit.
Senhora? Posso ajudar?
Precisa pagar por este telefonema.
� sua conta de telefone. Por que eu deveria...?
Sua esposa reservou um quarto
e fez essa conta exorbitante,
mas agora est� na cadeia.
A responsabilidade por sua d�vida
- deve ser do marido. - Ela tem raz�o, Murdoch.
Este deve ser o telefonema de Abigail Prescott.
Sim. Que sua alma descanse em paz.
Mas para onde ela ligou para ter uma conta
de um d�lar e dezenove centavos?
Um d�lar e dezenove!
Quase desmaiei quando vi.
N�o devia ter aquela coisa infernal
instalada para come�ar.
Cuidarei disso, sra. Lipknow. Deixe comigo.
Obrigada, detetive.
Acha que � o escrit�rio dele?
Pode ser.
Um contador...
se passando por um necessitado...
para arrecadar doa��es para o vereador.
N�o creio que ele enganou voc� para doar dinheiro.
Ele estava convincente, Henry. Muito convincente.
Nunca devia ter contado isso.
Ainda n�o vejo a conex�o com a alfaiataria.
A menos que n�o seja uma alfaiataria.
Asseguro a voc� que h� um alfaiate l�.
Um velho com um tremor horr�vel nas m�os
N�o � isso, Henry. O que um contador...
estaria fazendo em um neg�cio falido
depois de pegar dinheiro para caridade?
N�o entendi nada.
Ao fingir que este neg�cio ganhou o dinheiro
ningu�m percebe que voc� e o vereador
roubam do povo de Toronto.
Ent�o a alfaiataria � uma fachada.
Veja! L� est� ele de novo.
Vamos conversar.
O que conseguiu?
Bem, senhor, acho que posso determinar
a �rea para a qual Abigail ligou com a informa��o
- desta conta. - Como descobriu?
S� tenho que fazer uma refer�ncia cruzada
do o custo da liga��o com as tarifas de longa dist�ncia.
- N�o vai levar uma era? - Bem, n�o, senhor.
Um d�lar e dezenove centavos
� divis�vel apenas por dois n�meros:
- Sete e dezessete. - E um e cento e dezenove.
Bem, sim.
Mas provavelmente podemos descartar essas
pois n�o h� regi�es que custem um d�lar e dezenove por minuto
e sabemos que n�o ficou no telefone por 119 minutos.
Continue.
Ou fez uma liga��o de 7 minutos
com taxa de 17 centavos por minuto,
ou uma liga��o de 17 minutos com taxa de...
- Sete centavos por minuto. - Precisamente.
O que reduz drasticamente as possibilidades.
Tudo bem... aqui.
Dezessete centavos por minuto.
Paris, Ont�rio.
O vereador n�o mora l�.
N�o.
Mas a m�e de Abigail sim.
Com licen�a senhor.
Voc� conhece o vereador, n�o?
Todo mundo conhece, n�o?
Vimos voc� na alfaiataria dele mais cedo.
Por que estavam me espionando em uma alfaiataria?
- Bem, o que estava fazendo l�? - Sendo direto:
Fingiu ser um sem-teto mais cedo
na arrecada��o de fundos do vereador?
- Que rid�culo. - N�o � rid�culo, senhor.
Voc� estava arrecadando doa��es,
que agora voc� est� planejando
esconder como lucro dessa alfaiataria.
N�o sei do que est� falando.
Eu acho que voc� deve ao meu amigo aqui 25 centavos
- e a mim, um par de cal�as. - O qu�?
Senhor, por que n�o nos diz, sr. Potter,
se esse � realmente o seu nome...
como o vereador est� envolvido nisso tudo?
L�!
N�o sei por que voc� e sua turma
continuam a por sal em minha ferida.
J� n�o � mau suficientemente sua mulher ter causado
a morte da minha filha?
Sra. Delafonte, sinto muito por pedir
algo mais de voc�...
mas eu garanto que � importante.
Vou ser r�pido.
Sua filha, Abigail...
ligou para voc� na noite antes de sua morte?
Sim.
Ela ligou?
O que ela disse?
Abigail me ligou para dizer
que ela havia fugido com aquela mulher...
sua esposa.
Por que ela sentiu a necessidade de lhe dizer isso?
Ela estava com medo, eu suponho.
- Do qu�? - Do que podia acontecer a ela.
Uma mulher n�o pode apenas deixar o marido!
H� consequ�ncias para essas coisas,
que foi exatamente o que eu disse a ela.
Voc�... disse a ela para voltar?
� claro.
Seu marido havia quebrado seu bra�o.
Nenhum casamento � uma coisa simples, detetive.
E ela concordou em voltar para Toronto?
N�o. Ela estava resolvida.
"Venha o que vier".
Foram as �ltimas palavras que ela me disse.
Ent�o, voc� n�o acredita que ela ligou
para o sr. Prescott...
- depois da conversa com voc�. - N�o acredito.
Foi por isso que eu liguei para ele.
Voc�?
Ligou para o sr. Prescott naquela noite?
Liguei.
E voc� disse a ele onde ela estava?
Sim.
� justo que um marido saiba do paradeiro de sua esposa.
Sra. Delafonte, sinto muito por incomod�-la, mas...
preciso que confirme esta liga��o.
- Por qu�? - Preciso apresentar isso
como prova ao juiz.
O vereador Prescott alegou repetidamente
que ele n�o sabia o paradeiro de sua esposa naquela noite.
Ele mentiu.
Mentiu para o juiz, para o j�ri,
para os investigadores...
investigadores que acreditam
que algu�m destruiu provas neste caso.
N�o! Ele n�o faria isso.
O que eu fiz?
N�o.
O vereador sabia onde ela estava,
ent�o, pode ter ido at� l� para mat�-la.
No m�nimo, agora posso provar ao juiz
- que ele mentiu sob juramento. - E agora?
Bem, eu telefonei para Effie Crabtree.
Pegaremos o depoimento da m�e
e prepararemos nosso caso para apela��o.
Inspetor Brackenreid.
Murdoch! � para voc�.
Detetive Murdoch.
Algo ruim est� prestes a acontecer com sua esposa.
O qu�?
Da pr�xima ser� pior.
Largue o caso.
Quem �?
Al�?
- Ei, garota nova! - Perd�o?
- Voc� roubou meus cigarros? - N�o, eu n�o fumo.
Eu disse para devolver meus cigarros!
Parem de brigar!
- N�o. - Foi ela!
- Ela me atacou! - Ela est� mentindo!
- Ela tentou me matar! - N�o importa.
Ambas v�o para a solit�ria. Prossigam!
N�o!
Como assim, n�o posso falar com ela?
Onde ela est�?
O que eles disseram?
Apenas que ela n�o est� na cela.
- Eu... eu tenho que ir l�. - V�. V�!
Excel�ncia, claramente houve interfer�ncia externa no caso.
Ainda ontem soube que o escriv�o da pol�cia
removeu duas p�ginas do processo ap�s ser subornado.
P�ginas que n�o fariam diferen�a para o resultado deste caso.
O que meu erudito amigo n�o mencionou
� que havia algo nessas p�ginas
que algu�m n�o queria que a corte soubesse.
O que havia naquelas p�ginas?
A primeira detalhava uma liga��o que a falecida fez
na noite anterior para sua m�e,
que por sua vez ligou para o vereador Prescott,
- para resgat�-la. - Relev�ncia, meu senhor?
Uma terceira pessoa na cena do crime
muda completamente este caso
e lan�a uma sombra sobre a teoria
que meu erudito amigo exp�s no julgamento.
Mas, mais importante, o sr. Prescott mentiu.
Ele alegou n�o saber do paradeiro de sua esposa
na hora de sua morte, mas de fato
ele sabia exatamente onde ela estava.
- E a segunda p�gina? - A segunda p�gina detalhava
hematomas por todo o corpo da falecida.
Excel�ncia, parece que minha amiga esqueceu
que a v�tima morreu de overdose de l�udano,
n�o de batidas e hematomas.
Hematomas que podem estar cobrindo uma marca de inje��o
que pode ter sido administrada por terceiros,
ou seja, o vereador Prescott.
Meu senhor, essas s�o alega��es caluniosas.
Estamos agora condenando um homem inocente
sem um julgamento?
Eu achava que era preciso ser condenado por um tribunal
antes de ser considerado culpado.
Estou apenas articulando uma vers�o dos eventos
que se ajusta melhor aos fatos
como os conhecemos agora.
Seja como for, esses fatos lan�am d�vidas
sobre a condena��o da dra. Ogden neste caso.
Reconhe�o que h� discrep�ncias de algum interesse...
mas n�o parecem significativos o suficiente
para anular uma condena��o,
- sra. Crabtree. - Ainda n�o,
mas elas exigem que reexaminemos
a evid�ncia crucial neste caso: o m�todo da morte.
Ela morreu de l�udano.
- Nisso n�o h� d�vida. - N�o a causa, o m�todo.
Por isso pe�o humildemente que o tribunal ordene a exuma��o
- do corpo de Abigail Prescott. - Para qu�?
Se um dos hematomas em seu corpo
estava encobrindo uma marca de inje��o
que n�o havia sido considerada,
ent�o, podemos supor que a dose fatal
foi administrada por uma seringa.
- Excel�ncia... - Assim, as acusa��es
contra a dra. Ogden n�o se sustentam!
Excel�ncia, perturbar um cad�ver n�o � uma coisa simples.
� impr�prio e desrespeitoso
profanar um local de descanso por um capricho fantasioso!
Uma exuma��o exigiria permiss�o da fam�lia do falecido.
Excel�ncia, o vereador Prescott n�o fornecer� tal permiss�o.
Se pedirmos e ele negar,
podemos encerrar todo esse assunto?
Foi provado que o sr. Prescott mentiu neste tribunal.
N�o podemos deixar essa decis�o nas m�os dele.
Acontece que...
o vereador n�o � a �nica fam�lia da falecida.
Sra. Crabtree...
se conseguir a permiss�o da m�e da sra. Prescott...
eu aprovarei a exuma��o.
Eu quero ver Julia Ogden imediatamente!
Detetive Murdoch!
Obrigado.
- Sua esposa est� bem. - Onde ela est�?
Ela esteve em uma briga com outra detenta
e sofreu uma lacera��o no antebra�o.
- O qu�? - Mas ela est� bem de sa�de.
- Leve-me at� ela imediatamente. - Eu n�o posso.
Ela passou a noite na solit�ria
como qualquer outra detenta.
Levamos esse tipo de briga muito a s�rio.
- A ferida dela foi tratada? - Sim.
A ferida foi limpa e enfaixada.
Nossas enfermeiras s�o bem treinadas.
Sr. Warden, eu recebi uma liga��o telef�nica
amea�ando a vida de Julia.
Precisamos colocar um guarda com ela o tempo todo.
Mais de um, se poss�vel.
N�o tenho como saber quem est� fazendo essas amea�as.
Detetive...
voc� parece paranoico.
Recebi esta liga��o na delegacia.
Farei com que ela receba supervis�o adicional
por enquanto.
Obrigado.
Parece tosse de fumante.
N�o me admira que queria tanto seus cigarros de volta.
Continue me provocando e veja o que acontece, querida.
Sabe, eu n�o acredito que seus cigarros tenham sumido.
Foi apenas uma desculpa para me atacar.
Algu�m contratou voc�?
N�o diria que voc� � o tipo de dama
com uma longa lista de inimigos.
Mas aqui estamos.
Quem foi?
Voc� n�o gostaria de saber.
Eu n�o culpo voc�.
Eu n�o me importo de um jeito ou de outro.
Eu sei o que � ser uma mulher em uma posi��o vulner�vel...
sendo manipulada por pessoas com m�s inten��es.
Isso parece uma maneira longa e elegante
de dizer que tem pena de mim?
- Eu odeio pena. - N�o � isso.
Quem a contratou, a est� usando para fazer o trabalho sujo
enquanto voc� leva a culpa.
Voc� poderia ter se machucado.
Ou voc� poderia ter me matado
e ser condenada � pris�o perp�tua.
Pessoas assim n�o merecem ser protegidas.
Cinquenta d�lares.
- Perd�o? - Esse � o meu pre�o.
Cinquenta d�lares e eu lhe darei o nome.
Murdoch!
A exuma��o da sra. Prescott foi aprovada.
A m�e concordou com isso.
Come�ar� amanh� cedo.
S�o boas noticias.
Quem far� o exame?
O legista original,
mas supervisionado pela srta. Hart.
O juiz aceitou enviar o corpo ao nosso necrot�rio.
Por que isso?
Aparentemente, todo mudo quer comparecer.
- Somos os �nicos com espa�o. - Entendo.
Eu tamb�m gostaria de participar.
Boa sorte em conseguir que o juiz aprove isso.
Olhe, n�o se preocupe. Vou garantir que tudo corra bem.
Se encontrarmos a marca da seringa,
tudo isso acabar�.
E se n�o o encontrarmos?
Temos que inocentar Julia, agora.
Ela foi atacada na pris�o.
A vida dela est� em perigo.
Ent�o, est�o roubando de cidad�os caridosos?
� o que suspeitamos, senhor.
Isso � mais baixo que a barriga de uma cobra.
Esse cara fingiu ter uma perna ruim
para angariar doa��es por simpatia.
- Uma vergonha absoluta. - Onde ele est� agora?
Ele fugiu, senhor.
Ele era surpreendentemente r�pido.
Mas a alfaiataria � o centro de tudo;
- Para l� que levam o dinheiro. - Parece.
Pegue alguns rapazes e vasculhe o lugar.
- Com prazer. - Precisamos pedir a um juiz?
Olhe, n�s sabemos que eles s�o culpados.
Melhor pedir perd�o do que permiss�o,
� o que sempre digo.
Senhor.
Pol�cia de Toronto!
- Ajuda! Aqui! - Quem est� a�?
- Higgins, atr�s dele! - Rapazes!
Sr. Potter.
Voc� est� bem?
Estou vivo, se � o que est� perguntando.
- Sabe quem era aquele homem? - N�o sei.
- Ele fugiu. - Os rapazes est�o atr�s dele.
- Voc� o reconheceu? - N�o.
Do esbo�o da pol�cia! Aquele � o capanga do vereador.
Ele foi enviado pelo sr. Prescott?
Admiro muito seu trabalho, srta. Hart.
- Obrigada. - Eu li sobre voc� nos jornais.
Voc� � uma grande inspira��o para os iniciantes.
� verdade?
Ficaram alvoro�ados com as mortes de bruxas
que voc� solucionou no ano passado.
Envenenamento por Ergot...
imagine isso.
Na verdade, a v�tima morreu de anafilaxia.
Mas eu agrade�o o sentimento.
- Podemos come�ar? - � claro.
Caso 583, exuma��o de Abigail Prescott.
Bem, ela n�o est� enterrada h� muito tempo.
Parece que a condi��o de frio ajudou.
O sr. Wright e eu examinaremos a pele
em busca de perfura��es ou marcas de inje��o.
- Eles n�o encontraram nada. - Nada?
N�o havia perfura��es ou marcas de seringa
em qualquer parte de seu corpo.
N�s est�vamos errados. Sinto muito.
- Detetive William Murdoch. - William...
descobri quem mandou aquela detenta tentar me matar.
Descobriu? Quem foi?
O nome dele � Gunnar Bj�rnsson.
Sua descri��o corresponde � do fazendeiro
que subornou o escriv�o.
E preciso que envie 50 d�lares para um endere�o,
conseguir esse nome n�o foi barato.
Pode n�o fazer nenhuma diferen�a.
A exuma��o foi um fracasso.
N�o rendeu nada.
O que isso significa?
Sem a marca da seringa, ou as p�ginas faltantes,
qualquer coisa que Bj�rnsson tenha feito
torna-se circunstancial.
Sem consequ�ncias.
Sinto muito, J�lia.
O que voc� est� fazendo?
H� uma pequena marca no l�bio.
- Onde? - Aqui.
Isso s� me faz pensar: se n�o for uma marca de seringa,
talvez a tenham for�ado a abrir a boca de alguma forma.
Dando-lhe l�udano contra a sua vontade?
Precisamente.
Eu teria notado um dente lascado ou um partido no l�bio.
Al�m disso, n�o vejo como isso poderia ser estabelecido.
Voc� examinou o interior da boca?
- Sim. - Mas, eu admito,
n�o com uma mente focada em encontrar tais indicadores.
Tem certeza que ele trabalha para Prescott?
Absolutamente.
Ele est� tentando me matar.
Depois de tudo que fiz por ele?
O que, exatamente, voc� fez por ele?
Eu n�o vou lhes dizer nada.
Senhor, como pode ver,
policiais est�o coletando cada peda�o de papel neste lugar
e outros no seu escrit�rio.
- E da�? - Se tem roubado da caridade,
n�s descobriremos, quer voc� nos ajude ou n�o.
Por que est� protegendo algu�m que quer voc� morto?
Se eu ajudar a conden�-lo,
voc�s podem me manter fora da pris�o?
Isso pode ser algo que podemos arranjar.
Cuido das contas do vereador h� mais de uma d�cada
e ele realmente est� roubando dinheiro.
- Da caridade para o hospital? - Entre outras.
Administramos as doa��es atrav�s da alfaiataria
para parecerem ganhos leg�timos quando as depositamos.
Ent�o, eu cuido das finan�as para garantir isso.
Roubar de um hospital � particularmente podre.
O hospital � apenas a ponta do iceberg.
Est� tudo bem?
S� olhando mais uma coisa.
Agora, espere. O objetivo da exuma��o
era procurar uma marca de seringa.
Levar� apenas um momento.
Este exame n�o foi explicitamente solicitado...
- O que � aquilo? - Meu Deus.
Gunnar Bjornsson. Amea�as,
agress�o, tentativa de homic�dio.
E tem mais.
A �ltima vez que esteve preso,
ele foi solto por ningu�m menos
que o vereador Prescott.
Essa � uma conex�o direta.
Temos seu �ltimo endere�o. Os rapazes e eu vamos traz�-lo.
E Crabtree e Higgins conseguiram que o contador falasse.
O vereador vai cair de um jeito ou de outro.
O �nico problema � que nada disso inocenta Julia.
- McNabb? - Temos not�cias do necrot�rio.
- Gunnar Bj�rnsson? - Primeiro e �nico.
Voc� est� preso por suborno,
interfer�ncia em uma investiga��o
e tentativa de homic�dio.
Posso terminar meu ensopado primeiro?
N�o banque o esperto. Tirem-no daqui!
Que desperd�cio.
Obrigados pela sua paci�ncia.
Conclu�mos nosso exame
do corpo exumado de Abigail Prescott.
N�o havia marcas previamente desconhecidas na pele.
No entanto, encontramos uma anomalia
que n�o foi descoberta no autopsia original.
Sim. Um objeto estranho na boca da falecida,
preso no fundo do es�fago.
O objeto parece ter se movido para o topo da garganta
devido � decomposi��o do corpo.
Por isso n�o foi encontrado anteriormente,
apesar do bom trabalho do sr. Wright.
Um bot�o de lat�o.
Um bot�o?
Por que ela teria engolido um bot�o?
N�o, n�o recebi..
Isso � tudo? Bom dia, detetive.
Foi ele.
J� assinei a peti��o
e espero ter um plano em vigor j� na pr�xima semana.
Por favor, desculpem-me por um momento.
Detetive Murdoch, � claro.
A que devo o prazer?
Acredite em mim, vereador.
O prazer � todo meu.
� mesmo?
E eu achando que n�o gostava de mim.
Eu n�o gosto.
O que voc� est� fazendo?
J� chega de ass�dio, detetive.
Vereador Prescott, voc� est� preso
pelo assassinato de sua esposa, Abigail Prescott.
Cada evid�ncia detalhando os crimes do vereador.
Desta vez, o suficiente para afast�-lo por muitos anos.
Provas de seus crimes financeiros...
e o bot�o que o coloca na cena do crime.
A sra. Prescott estava nos enviando uma mensagem.
Acha que ela engoliu de prop�sito, senhor?
Em seus momentos finais, sim.
Trazendo-o � justi�a do al�m-t�mulo.
Al�m de tudo isso, esse Bj�rnsson
entregou o vereador mais r�pido que um raio.
Ele admitiu ter distra�do a dra. Ogden
enquanto o vereador assassinava sua esposa.
Eu estaria disposto a apostar
que esse � finalmente o fim do vereador Prescott.
N�o h� d�vida de sua inoc�ncia agora.
Estou t�o aliviada, William.
Effie disse que o promotor pedir� ao juiz
que anule o veredito pela manh�.
- Serei liberada ao meio-dia. - Isso � maravilhoso.
N�o posso suportar a ideia
de voc� passar mais uma noite aqui.
Nem eu.
Embora, o diretor tenha estendido uma bandeira branca
� luz da minha pris�o injusta.
Ele me convidou para um jantar em fam�lia.
. : CrimeSubs : .
Agradecemos todo apoio e todos os coment�rios.
Instagram, Facebook e Twitter @crimesubs.
e nunca se esque�a...
Prenda-se a N�s! crimesubs@gmail.com
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.