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- Me d� um segundo. - Claro.
Voc� n�o j� est� cansado, est�?
N�o se preocupe.
Sua m�e ficaria muito orgulhosa.
- Obrigada por estar aqui. - N�o seja boba.
Minha unidade nunca teve miss�o mais importante.
Agora, quando vamos cortar esse bolo?
- Onde est� minha faca? - Nikita...
Nikita, re�na todos.
N�o, espere. Espera. Preciso da minha faca.
Sinto muito.
Essa faca em particular � muito especial.
Sua m�e e eu a usamos em nosso casamento
e a guardamos todos esses anos para voc�.
Deve estar na casa.
Pessoal, um instante. Eu volto logo.
TR�S MESES DEPOIS - Quem � esse cara?
Um promotor industrial de Paris.
Ele quis um encontro aqui?
J� bebi e jantei com ele.
Ele quer te conhecer e falar de trabalho.
Pod�amos fazer isso no escrit�rio. Ele est� em ascens�o mesmo?
Porque se isso for um acordo secreto,
- n�o quero fazer parte disso. - Relaxe, est� bem?
- Quem s�o aqueles caras? - Quem?
- Que continuam olhando para n�s. - Voc� � sempre paranoico.
- Vamos. - � s�rio. Vamos voltar.
Claro.
S� pode ser brincadeira.
Vamos. Vamos.
N�o, n�o! Por favor! N�o! Eu te imploro!
Agentes Especiais: Hall� | LeilaC | Tati Saaresto
Agentes Especiais: ThaySoul | NayCielo | MilleG
Agente Encarregado: Hall
GeekS globalmente apresenta...
2.16 AMEA�A IMINENTE, PARTE 1
O que temos?
Roma. David Laporta, 50 anos.
CEO da ANITEC Global,
uma empresa de engenharia industrial
com escrit�rios no Catar, Roma e Nova York.
Ele e o s�cio, Tommaso Costa, cidad�o italiano,
foram encontrar um cliente ontem e n�o voltaram.
Fazem s� algumas horas. Teve algum delito?
O corpo de Costa foi encontrado baleado tr�s vezes � queima-roupa.
Isso serve.
A ANITEC trabalha muito com refinarias de petr�leo.
- � disso que se trata? Petr�leo? - Pode ser.
A pol�cia italiana est� investigando o homic�dio,
mas pediu nossa ajuda para localizar o sr. Laporta.
Como v�tima ou como suspeito?
A ficha dele � completamente limpa.
Bem-sucedido. Respeitado. Sem liga��es criminosas.
Executam Costa, mas levam Laporta.
Talvez precisem dele para algo.
- Que estranho. - O qu�?
O FBI j� verificou os antecedentes de Laporta
tr�s dias antes dele desaparecer.
Quem fez o pedido?
Parece que... Jubal Valentine.
Ele � o Encarregado em Nova York, n�?
- Sim. - Vou ligar para a Sede.
Ligue no caminho. Smitty j� est� em campo.
Vamos para Roma.
ROMA, IT�LIA
A� est�o eles.
Inspetor Granno.
Foi muito recomendado pelo contato da Europol, Agente Forrester.
Obrigado. Igualmente.
Soube das fa�anhas da sua equipe.
Fa�anhas?
Por causa da insist�ncia da sra. Garretson
que concedemos permiss�o ao FBI para se juntar � investiga��o.
Certo. Alguma sorte em encontrar testemunhas?
N�o, esta �rea fica vazia ap�s o anoitecer.
Os dois homens aparecem juntos brevemente nas c�meras,
mas s� mais pr�ximo do Coliseu.
O celular de David Laporta foi desligado
ou possivelmente destru�do, ent�o n�o conseguimos rastre�-lo.
Tommaso Costa foi encontrado aqui.
Estava com o celular e carteira?
Sim. Dois tiros no peito, um na cabe�a.
N�o parece roubo. Foi trabalho profissional.
E sabiam exatamente como evitar as c�meras.
Esse m�todo se alinha com algo recente do crime organizado?
Isso n�o � o cinema.
Nem todo crime na It�lia tem liga��o com a m�fia.
- Qual � o problema dele? - Estou trabalhando nisso.
E pedido de resgate?
Nada ainda. Grampeamos os telefones e um negociador de ref�ns
- est� com a esposa. - Certo.
Raines, Kellett, escrit�rio dele. Vo e eu vamos na casa.
Gostaria de falar com a sra. Laporta.
Com sua permiss�o, � claro, Inspetor.
Obrigado.
Algo terr�vel aconteceu. Eu sei isso.
Ele nunca iria s� desaparecer.
Sei que � dif�cil, mas a melhor coisa que podemos fazer agora
� resistir ao impulso de especular.
Os detetives italianos acham que est� morto.
Eu n�o acredito que ele esteja. N�o sem provas, est� bem?
Est� bem.
Consegue pensar em algu�m que possa desejar mal a ele?
N�o.
Ele � um bom homem, bom marido. Honesto, atencioso.
Algum problema financeiro?
Mudan�as recentes no comportamento do David que voc� tenha notado?
N�o, ele n�o aposta, n�o usa drogas.
E no trabalho? Algum problema l�?
Talvez ele esteja um pouco mais estressado do que o normal, mas...
Ele nunca quer me preocupar com os detalhes.
Ele � um engenheiro de cora��o, n�o um empres�rio.
Ele nunca esperou administrar uma empresa internacional.
Tommaso era quem tinha essa ambi��o.
- Ele e o sr. Costa eram pr�ximos? - Sim.
Eles s�o melhores amigos desde sempre.
Ou eles eram.
- Meu Deus, me desculpem. - Est� bem.
S� vou fazer mais uma pergunta.
Ele disse alguma coisa sobre quem iria encontrar ontem � noite?
S� disse que iam conhecer um cliente em potencial.
Mas devem falar com Sabrina, a assistente dele.
Ela sabe tudo o que se passa naquele escrit�rio.
Obrigado. � s� o que precisamos agora.
Ficar� com a pol�cia italiana,
entraremos em contato assim que soubermos de alguma coisa.
Por favor, encontre meu marido.
Sim, senhora.
- Jubal Valentine respondeu algo? - Ainda n�o.
Nova York deve estar ocupada com algo grande.
Virando a esquina
tem um lugarzinho que serve um gelato de pistache
que ainda sonho com ele.
Trazemos de volta o Laporta, te dou de agradinho.
Sra. Kellett, sr. Raines, eu sou Sabrina,
Assistente executiva do sr. Laporta e do sr. Costa.
Desculpe faz�-los esperar. O escrit�rio � por aqui.
Mandamos todos ficarem com suas fam�lias,
mas se precisarem falar com algu�m, posso cham�-los.
N�o ser� necess�rio. S� temos algumas perguntas pra voc�.
Certo.
O David e o Tommaso estiveram aqui
trabalhando at� mais ou menos �s 19h ontem � noite.
Quando soube o que aconteceu, cuidei para que nada fosse tocado.
Embora eu tenha usado o computador do David.
Sabe dizer qual o potencial cliente e se o encontrou ontem � noite?
Gostaria de saber. O pr�prio Tommaso organizou tudo.
- Isso � incomum? - Sim.
J� deixei claro que n�o gosto de ficar de fora, mas acontece.
Onde mais podemos achar esse cliente?
- Nos e-mails? - Pode olhar.
Mas vejo toda a correspond�ncia de trabalho deles e n�o h� nada.
A esposa de David disse que ele parecia estar estressado.
Pode nos dizer do que se tratava?
David e Tommaso nem sempre concordaram sobre os neg�cios.
Alguma vez as coisas esquentaram?
N�o. N�o, nada disso.
Eles fizeram centenas de projetos juntos sem nenhum problema.
Sabrina, se houver algo que voc� possa nos dizer...
Cerca de um ano atr�s, ouvi uma liga��o.
Autoridades italianas contataram David.
Aparentemente, o Talib� havia discutido algum tipo de plano
para sequestrar um engenheiro estrutural americano
e us�-lo para derrubar edif�cios.
O nome dele havia surgido e queriam avis�-lo.
David ficou horrorizado.
Culpou a boca grande do Tommaso por t�-lo envolvido nisso tudo.
Alessia n�o mencionou nada disso.
Provavelmente n�o queria preocup�-la.
Os criminosos foram presos, talvez, dois dias depois.
A coisa toda explodiu.
No final, eles estavam rindo disso.
Tommaso brincou dizendo
que com o conhecimento do David, ele daria um �timo terrorista.
Acham que � disso que se trata?
N�o houve pedido de resgate, e n�o espero nenhum.
Acredito que David Laporta foi levado
porque sabe como destruir as coisas que constr�i.
Nos �ltimos 20 anos, a empresa esteve envolvida
em projetos de g�s e petr�leo
na Europa, Am�rica do Norte e Oriente M�dio.
- Qualquer um pode ser um alvo. - Com base no qu�?
E-mails de homens que agora est�o na pris�o?
O sequestro Talib� nunca saiu da fase de planejamento.
Foi interrompido.
Mas poderia ter sido revivido por outra pessoa.
Minha teoria � que Costa contou a hist�ria para a pessoa errada,
e algu�m gostou da ideia.
- Isso seria conveniente para voc�. - O que isso quer dizer?
Sua suposi��o de que isso est� conectado a algo maior
� uma ilus�o...
uma desculpa para o FBI ampliar seu envolvimento.
N�o quero te impressionar.
Quero que leve a s�rio uma poss�vel amea�a terrorista.
Mais arrog�ncia americana.
Certo, por favor, vamos manter o foco.
� apenas uma teoria, mas n�o h� problema
em deixar o Agente Forrest checar, n�o �?
- Est� bem. - �timo.
Come�aremos nos projetos recentes de Laporta.
Vou pesquisar os contatos de Costa.
Desculpa interromper. Acho que consegui algo.
Repassei as imagens de seguran�a ao redor do Coliseu,
n�o s� na noite que Laporta foi levado,
mas tamb�m as 72 horas anteriores,
e eu continuo vendo o mesmo homem.
Nas tr�s noites, no mesmo hor�rio.
- Est� vigiando o lugar. - Como sabemos
se n�o � um comerciante?
Talvez, mas veja como ele � cuidadoso ao evitar as c�meras.
N�o nos d� uma imagem para reconhecimento facial.
E no �ltimo dia, ele trouxe esses dois caras com ele.
�timo. Finalmente temos um suspeito.
Voc� tem mais do que isso.
Tem dois agentes de Nova York com jetlag.
- Jubal? - Desculpe n�o ter atendido.
- Est�vamos no ar. - Quanto tempo.
N�o sabia que os velhote sa�am do COC.
E vou confiar em jovens de f�rias para fazer qualquer coisa?
- Bom te ver. - Bom te ver.
Igualmente. Essa � a Agente Especial Nina Chase.
- Prazer. - Oi. O que fazem em Roma?
Estamos trabalhando no mesmo caso.
Em Nova York, o Agente Scola est� infiltrado,
tentando localizar um comprador estrangeiro
que quer adquirir explosivos de n�vel industrial.
E o nome David Laporta apareceu nas escutas que Scola plantou.
N�o deu em nada na �poca,
mas agora que Laporta desapareceu, achamos que est� conectado.
Se vieram pessoalmente,
devem achar que � uma amea�a iminente.
Podem ser semanas, podem ser dias,
mas sim, algu�m quer atacar Nova York.
� o comprador que est�o rastreando?
O que procura explosivos?
Infelizmente, n�o sabemos.
N�o temos uma descri��o ou um nome.
N�o sabemos qual o alvo ou por qu�.
S� sabemos que algu�m quer C-4 suficiente para fazer uma bomba.
E ele est� usando Laporta para planejar o ataque.
N�o � mais apenas um caso de sequestro.
Tem a possibilidade de ser um ataque terrorista iminente.
Isso. E o alvo � provavelmente um dos maiores projetos
que a empresa de Laporta projetou.
Ent�o precisam dele vivo.
Temos uma janela apertada. Precisamos encontr�-lo r�pido.
Com base nas informa��es do Agente Scola em campo,
o C-4 ser� usado na cidade de Nova York
ou ao longo da costa leste.
Ent�o, vamos restringir?
Pesquisei os projetos do Laporta,
procurando alvos em potencial nessa �rea,
mas n�o achei nenhum nos �ltimos cinco anos.
Continue investigando isso.
- Tamb�m posso ajudar. - �timo.
O resto de n�s se concentrar� em localizar o Laporta.
Nossa melhor pista ainda � o homem do v�deo.
- Jamie, o que tem? - N�o muito.
Ningu�m na �rea ao redor do Coliseu o reconhece,
ent�o ele n�o � daqui.
Mas sem uma imagem melhor, n�o podemos procurar.
Vamos enviar essa filmagem para a Sede.
Talvez meus analistas nos surpreendam.
- Eles d�o um jeito. - T�.
Raines, estava investigando Costa.
Algo no celular?
Ligaram para ele tr�s vezes de um n�mero desconhecido
duas horas antes da reuni�o.
Pode ser o cliente definindo local e hora.
Exato. De quem � o n�mero?
Esse � o problema.
Solicitei os registros da pol�cia estadual italiana
h� v�rias horas, mas houve algum atraso.
Est�o no intervalo para tomar vinho e gelato?
Certo. Pessoal, vamos trabalhar juntos.
Nos comunicar e encontraremos nosso cara.
Fazemos o que for preciso.
- Scott. - Sim?
V�rias horas para ter um n�mero, isso � normal por aqui?
N�o, parece mais um atraso intencional.
Podemos contorn�-los?
- N�o legalmente. - Com quem eu falo?
Porque eu gostaria muito de ter essa conversa.
N�o falamos com ningu�m.
Deixamos nosso contato com a Europol interferir.
Olha, Jubal, eu entendo.
Isto n�o � como em casa. Somos convidados no pa�s.
Trabalhamos nos termos deles.
Tudo bem, mas,
fazer o que for preciso geralmente n�o inclui esperar.
NOVA YORK
- Oi, o que foi? - S� queria saber
se recebeu a imagem.
Sim, acabei de receber.
Ian e Kelly est�o trabalhando.
Certo, �timo.
Mais alguma coisa?
S� queria saber se teve alguma outra not�cia.
N�o. Estamos investigando.
Tentando descobrir o que est� havendo.
Certo, e n�o teve not�cias do Scola?
Mandei mensagem faz horas, mas...
N�o soube dele, mas � de se esperar.
Ele est� infiltrado. Sabe como �.
Sim, claro.
Tudo o que podemos fazer � confiar que ele est� bem,
e que ligar� quando tiver algo.
Eu entendo. Obrigada.
- Oi. - Oi.
Recebi sua mensagem. Est� em Roma?
Estou. Loucura, n�?
O que � mais loucura � esse Laporta ser raptado.
O que est� havendo?
Presumimos que ele saiba algo sobre um alvo, mas...
Certo. Me mantenha informado.
Pode deixar.
Provavelmente n�o devemos arriscar
entrar em contato, ent�o, tenha cuidado.
- Est� bem? - Claro. Voc� tamb�m.
Tem muita coisa acontecendo com voc� agora, ent�o...
Estou bem. Prometo.
Est� bem. Falo com voc� em breve.
Eu sei. Estou fazendo o que posso.
Quanto tempo demora um mandado para liga��es?
Mais algumas horas, aparentemente.
Nos ajudaram sobre o americano em Mil�o.
- O que mudou? - Tenho perguntado por a�.
Mas o que a Europol dir� �, e eu cito,
"� luz das t�ticas recentes dos americanos,
eles t�m sorte de serem consultados."
T�ticas recentes? O que isso significa?
Se eu soubesse, te contaria.
� melhor pensarmos em algo, porque eu digo,
o Agente Valentine est� inquieto.
O mantenha longe do Inspetor.
Quanto mais pressiono ele, mais ele quer nos excluir.
N�o temos tempo para isso, nem David Laporta.
- Jubal. - Sim?
Vamos.
N�s mesmos cuidaremos disso.
Isso � tudo.
Imprimi as contas mensais dos �ltimos cinco anos.
Se ele ligou para esse n�mero,
- deve estar a�. - Perfeito. Obrigado.
Tommaso encontra muitas pessoas,
qualquer um que possa levar a novos neg�cios.
N�o seria mais r�pido com a operadora?
Sim, seria.
Espera. Aqui est�.
Ligou para o mesmo n�mero h� tr�s meses.
- Qual � a data? - Dia 12, 19h13.
Pode ver se tem registro de com quem ele se encontrou?
Segundo meu calend�rio, Tommaso estava em Minsk.
Ele estava bebendo naquela noite
com algu�m chamado Dmitriy Dovhal.
Dmitriy Dovhal. D-O-V-H-A-L.
Ele � da Bielorr�ssia.
Trabalha como consultor.
Tudo bem. O que mais sabe sobre ele?
Nada, mas posso ver os contatos do Tommaso.
Sim, por favor.
Bingo! Ele est� em Roma.
Ele partiu do aeroporto de Fiumicino h� 3 dias.
�timo, �timo.
Ele tem que ser nosso cara, n�? Ele � o cliente.
Marcou uma reuni�o falsa com Costa para Laporta ser levado.
N�o � ele na grava��o do Coliseu, mas � nossa melhor pista.
Tenho o endere�o do sr. Dovhal em Roma.
Muito bem. Obrigado.
� aqui? Algu�m em casa?
Luzes acesas, mas sem movimento.
Vigie os fundos caso ele fuja.
L� se vai nossa pista.
Dois no peito, um na cabe�a.
Droga.
Bal�stica compat�vel com os tiros anteriores.
Os sequestradores est�o tentando encobrir seus rastros.
- Se livrando do cara que armou. - Isso. O mesmo com o Costa.
Pegam intermedi�rios inocentes para armar tudo e depois os matam.
Falou com os vizinhos?
N�o viram ningu�m entrar ou sair,
mas Dovhal dirige uma SUV prata.
Ficou estacionada na frente nos �ltimos dias, mas sumiu.
Talvez os assassinos levaram.
Estamos muito atrasados? Os assassinos estavam aqui a pouco.
Por quanto n�o os pegamos?
Se basear em uma bule derretido n�o � ci�ncia exata,
mas eu acho que menos de duas horas.
Ent�o, se n�o fosse pela demora,
Dovhal estaria vivo.
- � dif�cil dizer. - N�o.
N�o, desculpe, mas a verdade �
que esta pista est� morta por uma simples busca no celular.
O que foi?
Dever�amos ter uma testemunha cooperando agora,
n�o outro corpo no necrot�rio.
Algu�m precisa ser responsabilizado.
Jubal, me escute. Precisa se acalmar.
- N�o... - Me deixe cuidar disso.
Podemos tentar outra coisa at� se tornar um problema.
N�o � o suficiente, Scott.
Se voc� precisa ser agressivo, seja.
N�o terei essa conversa de novo
sob o corpo de David Laporta ou do Agente Scola,
ou qualquer outro.
Me diga o que sabe sobre o corpo.
O nome dele � Dmitriy Dovhal.
Um pol�tico de baixo n�vel e um cidad�o bielorrusso.
Viaja frequentemente pelo sul da Europa,
tem um apartamento em cada lugar
e se reporta aos oficiais de seu pa�s.
- Soa como um espi�o. - �.
Bom, a Intelig�ncia pode confirmar isso.
Vou avisar a Isobel.
Talvez saibamos mais sobre ele do que pens�vamos.
- Oi. O que conseguiu? - Oi. Ent�o, escuta...
Talvez quem esteja nisso seja da Bielorr�ssia.
Isso � melhor que nada.
Comecem a verificar se algum dos suspeitos
t�m conex�o com Bielorr�ssia.
Da �ltima vez que falei com Scola,
ele falou de uma reuni�o com um chef�o h� tr�s semanas.
N�o significou muito, mas e se esse chef�o
voou de Bielorr�ssia para a reuni�o?
- �, isso � poss�vel. - Tudo bem.
Vou fazer uma lista de quem veio para c�
de Bielorr�ssia h� 3 semanas, uma semana a mais ou menos.
�timo.
N�o sabia que tantos bielorrussos v�o a Nova York.
� incr�vel.
Para adivinhar se mais ou menos de 200, eu diria menos.
Olha s� isso.
Pessoal, achamos uma coisa.
- � ele. - �timo.
Stanislau Lenkov.
General das For�as Armadas Bielorrussas.
N�o pode estar certo.
Um oficial do governo envolvido
no sequestro de um americano em solo europeu?
�, mas por qu�? Qual o motivo do Lenkov?
Precisamos envolver todas as ag�ncias nisso.
Conhece algu�m do Depto. de Estado?
O Departamento de Estado ou a CIA?
Pia. Jubal, esta � Pia Morgan.
Prazer, Agente Valentine.
Igualmente. Voc� � um de nossos contatos diplom�ticos de confian�a?
Eu diria que sim.
General Lenkov tem conex�es com o presidente da Bielorr�ssia
e � aliado de Putin.
O que a CIA pode nos dizer que n�o podemos ler no jornal?
O general Lenkov passou os �ltimos 18 meses
em opera��es secretas na Ucr�nia, ajudando o ex�rcito russo.
A equipe dele desenvolveu a reputa��o
de pedra no sapato de nossos aliados no conflito.
Implac�veis e eficazes, acreditamos
que estiveram no terreno do Massacre de Bucha.
O que isso tem a ver com um engenheiro estrutural em Roma?
- Estritamente entre n�s? - Claro.
Acho que esse sequestro/ assassinato/ataque terrorista
em que voc�s trope�aram
est� ligado a uma opera��o secreta em Minsk.
Em Minsk? Que tipo de opera��o?
Tr�s meses atr�s, toda a equipe de nove homens de Lenkov
foi abatida por um ataque de drone.
Em uma festa de casamento.
Mais de 20 mortos, incluindo a filha de Lenkov.
De alguma forma, o general saiu
do raio de explos�o e sobreviveu.
- Um ataque de drone por quem? - Ucr�nia, eu acho.
Com informa��es e armas dos EUA?
Os novos drones Switchblade que acabamos de fornecer?
- Roma � incr�vel, n�o �? - Qual �.
Vamos atacar um general bielorrusso na Bielorr�ssia com baixas civis?
A Uni�o Europeia nunca assinaria isso.
E n�s nunca pedir�amos a eles.
A filha de Lenkov e os melhores soldados dele foram mortos,
e ele culpa os EUA.
Um motivo e tanto para contra-atacar.
Estivemos focando nos alvos �bvios...
marcos e pontes... mas sinceramente,
s�o as coisas chatas que me assustam.
Antes de Laporta iniciar a ANITEC, ele trabalhava
em esta��es el�tricas e linhas de g�s natural.
Talvez o agente infiltrado Scola descubra algo?
Sim, talvez.
- Voc�s dois s�o pr�ximos? - Sim, por qu�?
Voc� parece preocupada.
Eu?
N�o costumo ficar ansiosa,
mas talvez sejam os horm�nios ou...
me preocupar por dois.
Ele � o pai?
Ele � muito importante para mim e,
eu o quero na vida do nosso beb�.
N�o sei, quando fui designada para vir aqui,
pensei que poderia ser bom ter uma dist�ncia
e ter uma perspectiva
sobre se poder�amos ou n�o fazer isso funcionar.
Agora estou me sentindo um pouco mais em conflito.
- Cad� a Smitty? - N�o tenho certeza.
Seu departamento est� se arrastando
por causa de algum problema pol�tico?
N�o sei do que est� falando.
Independente da rixa entre a Europa e os EUA,
o que aconteceu em Minsk n�o � minha culpa.
N�o � culpa do FBI,
e com certeza n�o � culpa de David Laporta.
Seu parceiro, Valentine, n�o tem respeito.
Ele zomba da minha investiga��o.
N�o gosto de como ele trabalha.
Eu n�o me importo!
� nosso dever deixar de lado as diferen�as
para terminar essa investiga��o.
N�o perderemos uma v�tima de sequestro
e n�o vamos deixar uma bomba explodir!
Muito bem.
Ent�o voc� deve ver isso.
Recebemos uma poss�vel localiza��o do carro de Dmitriy Dovhal.
N�o foi verificado.
Vamos verificar.
O que encontrar, relate de volta para mim.
Minha equipe vai assumir a partir da�.
Entendido.
O SUV prata de Dovhal era alugado.
O GPS o coloca em algum lugar nesta �rea,
mas � densamente povoada.
Lenkov usou o carro ap�s o matarem. Isso pode nos levar ao Laporta.
Dispersem. Sejam sorrateiros.
Avisem quando avistarem, mas s� ajam com autoriza��o.
Um carro prata.
- Sim, � ele. - Reporte.
� o Jubal. Avistamos o carro.
Duas quadras a oeste e ao sul de onde est�vamos.
- FBI. N�o se mexa. - O que � isso? O que querem?
- Lenkov, onde ele est�? - � seu carro?
N�o, n�o, n�o. N�o � meu carro.
Eu s� queria ver.
- � bonito. - Sabe de quem � esse carro?
N�o, n�o, eu juro.
Onde est� o motorista? Autista?
Naquele apartamento. 302.
Ele mora ali.
- Qual a jogada? - Acho que temos que invadir.
E temos que ir a todo vapor.
Se est�o mantendo Laporta a�,
h� chance de todos estarem armados.
Isso � um grande se. S� temos a palavra de um cara que � a�.
Vamos esperar a pol�cia italiana
autorizar a batida? Do jeito que est�o?
Eu disse que os informaria.
Certo, mas podemos estar perdendo tempo.
E tempo � o que Laporta n�o tem.
Quanto tempo podemos esperar por esse cara?
N�o gosto disso.
Eu te entendo, Scott, de verdade,
mas temos mantido tudo de forma diplom�tica,
e onde nos levou?
� hora de mudar as coisas.
FBI!
Polizia!
La polizia!
Acalme-se. Acalme-se.
- Polizia. Acalme-se. - Tudo bem. Viemos em paz.
- � s� uma crian�a! - Lorenzo!
- Tudo bem. Polizia, polizia. - Lorenzo.
Tutto bene. Tutto bene.
V�.
Lorenzo...
Tudo vazio.
- � s� o lar de uma fam�lia. - O carro era de Dovhal,
mas n�o h� sinal de Laporta ou do general.
Nunca estiveram aqui.
Como suspeitamos, a fam�lia alega n�o conhecer Lenkov ou sua equipe.
Eu gostaria... Podemos entrevistar a fam�lia?
N�o acho que � boa ideia.
Voc� chutou a porta dele e aterrorizou a fam�lia.
Ele est� furioso.
Se me perguntar, parece
que os bielorrussos pegaram o carro
e se livraram dele aqui.
Lenkov � esperto. Sabia que era alugado
e que conseguir�amos rastrear.
Ele nos levou a essa busca in�til.
Certo, mas e o cara � espreita do carro
que nos levou a esse apartamento espec�fico?
Estamos tentando localiz�-lo, mas Granno acredita
que ele disse o que achou que queriam ouvir.
Diga ao Granno que chegaremos a nossa conclus�o.
� isso, sabe? Bem aqui.
A prerrogativa americana que causou toda a confus�o, em primeiro lugar.
Prometeu manter os italianos informados.
- E faz isso. - N�o prometi nada.
Voc� � como seu pa�s. Faz o que quer,
cruza sinais vermelhos e espera que os aliados
simplesmente saiam da frente. N�o v�?
Fa�o o que acho necess�rio, dadas as circunst�ncias.
N�o vim para discutir pol�tica internacional, o lugar dos EUA
- no mundo. Tenho... - Tudo bem. J� acabaram?
Sim? �timo.
Jubal, nos conhecemos h� tempos, mas Smitty � membro de meu time.
N�o vamos atropel�-la, como se ela fosse uma pe�a em nossa guerra.
Ela luta por n�s e nosso pa�s todos os dias.
Veja, essa batida,
foi minha decis�o.
E eu estava errado.
Assumo a responsabilidade por isso.
Era a �nica pista que t�nhamos,
e preciso saber que estamos fazendo todo o poss�vel.
E isso s� funciona se fizermos juntos.
Concordo.
- Tudo bem. - Pessoal,
temos outra cena de crime.
Algu�m atacou o escrit�rio da ANITEC.
Deus.
Com licen�a.
O que houve?
Os homens de Lenkov vieram. Queriam algo nos arquivos.
Escondi-me nos fundos. Desculpe.
N�o sabia o que fazer. Eles me matariam.
Tudo bem. Voc� est� segura agora.
- O que temos? - Bem, os arquivos s�o velhos.
De anos atr�s, antes mesmo da empresa de Laporta abrir.
N�o t�nhamos nada disso.
Conseguimos saber o que estavam procurando?
S�o arquivos enormes.
Plantas...
Parece que eles baixaram o HD inteiro.
Baixaram onde? Se conseguirmos o IP do servidor,
talvez encontremos Lenkov.
S� se os caras foram descuidados e apressados.
Bem, eu acho que � poss�vel.
Sua equipe foi morta no ataque do drone.
Esses s�os seus substitutos.
Certo, consegui.
- O local est� fechado. - Quantos voc� pode ver?
Tr�s na porta da frente, fortemente armados.
Deve ser aqui que Laporta est� preso.
A extra��o de Laporta provavelmente exigir�
confronto de nove mercen�rios bem armados.
Precisamos de apoio t�tico.
Quanto tempo para chegarem aqui?
Acho que somos o apoio.
Temi que voc� dissesse isso.
E os italianos? Acha que v�o fornecer suporte?
Sinto que podemos ter queimado essa ponte.
Inspetor, precisamos de todos a bordo.
Podemos impedir um ataque antes que comece.
Os americanos gostam de fazer as coisas sozinhos, ent�o...
aqui est� sua chance.
Boa sorte.
O que achamos?
Com o elemento surpresa, acho que podemos peg�-los.
Mas s� se todos concordarem.
Voc� ouviu o homem.
Vamos entrar.
Beleza. Est� na hora.
Ao se posicionarem, aguardem o sinal.
Sim.
Nina, voc� deveria ficar de fora dessa, t�?
- Ficar de fora? - Sim.
A �ltima vez que chutamos uma porta, quase perdi a cabe�a.
N�o me sinto confort�vel em arriscar voc� e seu filho.
N�o preciso de tratamento especial.
Eu sei disso.
Olha, me desculpe.
N�o posso te mandar para aquela casa.
Por favor, aguarde e mantenha contato.
Obrigado.
Tem espa�o para mais um?
Aquilo pareceu uma ordem.
N�o vim a Roma para comer macarr�o.
- Fazemos o necess�rio, certo? - Ela pode vir comigo.
Protegeremos o per�metro. Prometo que ela n�o vai entrar.
O per�metro.
Estamos em posi��o.
A �rea est� livre. Tudo certo aqui.
Ao meu sinal.
Tr�s.
Dois.
Um.
Entrem na casa.
Dois abatidos.
Abaixe-se!
Indo verificar os andares superiores.
H� um quarto aqui embaixo trancado por fora.
Espere. N�s estamos a caminho.
N�o, n�o, n�o, n�o. Vamos. Vamos.
Ele se foi.
Ele deve ter falado o que sabia.
O resto da casa est� livre.
Sete atiradores mortos.
N�o h� mais ningu�m aqui.
Espere um segundo. Sete?
A �ltima equipe n�o tinha nove?
�timo.
Este lugar tem outra sa�da.
Vo, temos dois mercen�rios
que fugiram por um t�nel nos fundos.
Entendido. Estamos nessa.
Limpo.
Pessoal, n�o h� nada aqui atr�s.
Devem ter passado pelo nosso per�metro.
Nina?
Onde diabos esse t�nel sai?
Eu andei cerca de 50 metros para o oeste, eu acho.
E ent�o o t�nel faz uma curva � esquerda.
Ele deve se conectar a um desses pr�dios.
Ali.
Deve ser.
Encontrei um lance de escadas.
Subindo.
Jubal, vemos a sa�da. Qual � a sua localiza��o?
Voc�s v�m?
Agente abatido! Agente abatido!
- Nina! - Voc� tem que me ajudar.
- Vai ficar tudo bem. - Voc� tem que me ajudar!
Nina!
CONTINUA EM FBI 5X17
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