All language subtitles for The Half-Breed (1952) PortuguêsCdosF

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Original subtitles

OS COVARDES N�O VIVEM

A guerra civil tinha acabado e a na��o estava indo para o oeste,

Atrav�s do territ�rio dos �ndios.

Do encontro brutal de duas civiliza��es do sudeste,

nascia uma nova ra�a de homens, os mesti�os,

um nome que era um insulto e que levava a briga.

Na luta para achar vida decente, entre as duas ra�as,

um homem fez hist�ria e nunca soube que a fez.

O sudoeste deve muito a um homem, hoje quase esquecido, Charlie Wolf.

O mesti�o.

Um cavalo, se distanciando rapidamente.

Ele parece estar com pressa.

Esta �gua tem bom gosto.

Comeremos em breve. Ouvi dizer,

Que os currais em San Remo, servem bom feno.

N�o posso desmontar com as m�os para o alto.

O que � isso? S� estou de passagem.

Um homem branco atirou contra mim, poderia ter sido voc�.

Poderia, mas n�o fui eu. H� dois rifles na sela,

pode olhar, ele n�o � disparado, h� uma semana.

Muitas armas para homem branco, em terra �ndia.

Voc� fala a verdade, ele n�o foi disparado.

- Voc� viu outro homem branco? - N�o, eu n�o vi.

Entendi, voc� disse que n�o atirei, mas n�o faz diferen�a para ele.

- Mate o homem branco assim mesmo. - Voc� entende apache?

N�o precisa conhecer um idioma,

ara saber, quando algu�m quer mat�-lo.

Estou feliz que tenha aparecido. Quem � voc�?

Voc� n�o � igual aos outros apaches,

tem olhos azuis.

- Os apaches s�o meu povo. - Onde aprendeu a falar ingl�s?

Com meu pai. Sou metade branco.

Voc� � inteiro homem branco. N�o falou a verdade, sobre tudo.

Qualquer homem,

devia ter certeza do que diz, antes de falar.

Vi algu�m, indo em dire��o a San Remo.

Ele j� deve ter chegado, voc�s n�o tem chance.

Talvez eu force a chance.

Fique vigiando nosso amigo, que atira em �ndios.

- Delegado. - Sim?

Acabei de chegar de Lawrenceburg, achei que gostaria de saber,

que os apaches, est�o fora da reserva.

Os �ndios daqui, nunca causaram problemas.

Eles s�o pac�ficos.

Talvez, at� o homem branco,

come�ar a atirar neles, como um, fez hoje.

- H� posto do ex�rcito na cidade? - N�o h� um soldado em 30 milhas.

- Onde isso aconteceu? - A uma hora daqui.

Vinha para pegar a dilig�ncia, quando eles me atacaram.

- Homens dif�ceis. - Bem...

Isso � muito interessante, Sr. Craig.

- Voc� me esperava? - Sua reputa��o com as cartas,

chegou antes que voc�,

Junto com as roupas, que mandou na frente.

Ent�o voc� quer, que eu v� procurar pelo ex�rcito?

Claro que San Remo, seria um para�so para um jogador.

- Com a lei fora do caminho, n�o? - N�o ficarei em San Remo.

Eu digo que n�o, n�o queremos o tipo de problema

- Que arrumou em Lodgesburg. - Eu sa� daquilo.

Quando voc� joga e perde, voc� � um tolo,

Quando joga e ganha, voc� � um vigarista.

Bem, gostar�amos, de manter nosso dinheiro aqui,

Na cidade, ganhando ou perdendo.

E quando a dilig�ncia chegar, amanh� cedo,

� bom voc� estar nela. E partir�.

- � mesmo? - � mesmo.

Bom, gosto de viajar, voc� conhece pessoas diferentes,

Jovem, velho, brilhante, est�pido.

S� pensei que estava interessado,

Em saber que tem um problema, com os apaches,

Mas � claro, que se algo pequeno, como uma rebeli�o �ndia,

N�o te incomoda...

O funeral � seu.

Espere um pouco, Craig.

Este homem branco, que atirou nos apaches, voc� o viu?

- N�o. - Ele foi em qual dire��o?

A lugar nenhum.

Craig, fazemos o que podemos pelos �ndios.

Temos um agente aqui, para manter a reserva suprida.

E eles vivem em paz, comendo a carne do governo.

Est� dando dor de barriga neles, delegado,

Eles quase me escalpelaram. Se n�o fosse pelo mesti�o,

que os liderava, n�o estaria aqui.

Charlie Wolf. N�o o chamou de mesti�o, chamou?

- Ele n�o gosta desta palavra. - Lembrarei disso,

- N�o quero ferir seus sentimentos. - E lembre tudo que disse, Craig,

Como estar naquela dilig�ncia, amanh� de manh�.

O hotel � pr�ximo, e obrigado pela informa��o.

Sempre fico feliz em ajudar a lei.

A chave da cidade, por favor, ou ao menos a chave de um quarto.

Assine aqui.

Soube, o que xerife j� assinou por mim.

- Dan Craig. - Sim, quarto 25.

O delegado disse, que � s� por esta noite,

Para te dar um banho e comida,

- Mas para ligar se voc� come�ar... - Dar cartas do fundo, eu sei.

Ele me deu uma palestra,

Sobre como devo me comportar, em San Remo.

- 25? - Isso mesmo.

Nada mal, hein?

N�o, nada mal.

- Quem � ela? - A jovem?

A cantora principal. � a Srta., prefiro mademoiselle,

Helen dowling, estrela do show de willy Wayne.

Permita-me, senhor.

- Helen dowling, hein? - Este sou eu, willy Wayne.

Estamos fazendo um tour pelo oeste

E estamos indo muito bem, gra�as...

A Srta. Dowling.

Voc� � conhecedor. Em Dodge city, ela foi recebida com flores.

Em Albuquerque foi surpreendente. Aqui tem sido recebida muito bem.

Tenho raz�es para acreditar, que semana que vem, em Tucson...

Ela ser� cativante.

Espere um pouco, Helen.

Que neg�cio � esse, de pegar a dilig�ncia para Tucson?

Estou com um show itinerante,

Sr. Crawford, chegou a hora de partir.

N�o foi o que eu soube,

Seu chefe Willy Wayne disse, que tem que ir para Tucson

Ou perder� sua atra��o principal, que � voc�.

Isso mesmo. Voc� est� me machucando.

Acontece que n�o posso deixar San Remo agora.

Tenho neg�cios aqui.

Acontece que tenho neg�cios em San Francisco,

� para l� que v�o as tropas, por isso que me juntei ao show,

Ent�o sinto que nossos neg�cios,

Nos manter�o separados, Sr. Crawford.

� uma pena.

- Agora, pode me largar? - Voc� quer ir a San Francisco?

- Eu te levo l�. - Eu te disse para me largar.

Quer ir na dilig�ncia? Te compro um teatro.

Eu disse para me largar!

- At� me caso com voc�. - Se casa comigo?

Willy, prepare tudo, sairemos, antes que a dilig�ncia pare.

Se casa comigo.

Desculpe. Se casa comigo.

O qu�?

- Sinto muito, eu... - Est� tudo bem, Srta. Dowling,

Talvez uma bebida te acalme.

N�o tenho o h�bito, de beber com estranhos.

Voc� tem o h�bito, de pedir estranhos em casamento?

- Russell. - Sim, chefe?

Por que n�o se reportou a mim, quando voltou?

- Fui colocar o cavalo no est�bulo. - Isso poderia ter esperado.

- Voc� pegou o mesti�o? - N�o, eu errei.

Algo deu errado com o rifle, os apaches s�o muito r�pidos.

- Tenho que consertar aquele rifle. - Eu tenho que consertar voc�.

- Bem, eu tentei. - Sr. Crawford.

- O que houve? - O Kraemer mudou de ideia,

Ele planeja, carregar tudo da ag�ncia de �ndios na carro�a

- E enviar para a reserva. - Bem, impe�a-o.

Eu tentei. � melhor voc� falar com ele.

Tudo bem Russell, n�o se preocupe com o rifle,

Apenas fa�a um exame de vista.

Para San Remo ag�ncia de �ndios

Se apresse com o restante da farinha.

- O que acha que est� fazendo? - O delegado esteve aqui h� pouco,

tenho que levar o suprimento, para os �ndios amanh�.

- Voc� � louco? - Sr. Crawford, se n�o fizer isso

E Washington ficar sabendo, isso pode ficar s�rio.

A reserva vale milh�es em ouro.

Milh�es em ouro... voc� sabe o que � ouro, Kraemer?

Eu mesmo vi. H� milh�es em ouro naquele solo.

E podemos requerer aquela terra, quando os �ndios sa�rem da reserva,

O que eles far�o, se seguirem o caminho da guerra.

N�o se n�o for a culpa deles, o ex�rcito...

O ex�rcito atirar� primeiro, quando eles come�arem a perguntar,

N�o haver� apaches, para respond�-las.

O que est� levando para eles?

100 sacas de farinha, 30 cabe�as de gado.

Mande 10 sacas e 3 vacas.

E � s� isso, que ter�o de hoje em diante.

Morrer de fome, � bom demais para eles.

N�o posso fazer isso, eles me matam.

N�o farei, Sr. Crawford.

N�o irei at� l� para ser morto.

- Sands? - Eu n�o, chefe.

Os �ndios n�o gostam de mim. Que tal o Russell?

Se ele tivesse pego o Charlie Wolf, os apaches j� estariam em guerra.

Wolf � o �nico, impedindo isso de acontecer.

Claro, Russell.

- Prepare tudo para amanh�. - Eu n�o...

Eu disse para preparar.

- Sim, Sr. Crawford. - � assim que gosto,

De ouvir um homem falar.

Se o governo descobrir isso, podemos ser enforcados.

- Se n�o nos escalpelarem primeiro. - Todos morreremos ricos, Kraemer.

H� chance, da dilig�ncia atrasar?

N�o tem como dizer, semana passada, a dilig�ncia chegou na segunda,

Ao inv�s de chegar na sexta.

Mas voc� n�o pretende ficar aqui, pretende, Sr. Craig?

Pretendo, se n�o puder sair.

E meu cavalo gosta daqui.

Esquecerei sobre o tapa, se esquecer sobre esta ideia louca,

de ir para Tucson, San Francisco ou onde quer que queira ir.

- Obrigado por esperar. - Eu?

Gosto de me trocar depois do show, de alguma forma,

A bebida tem um gosto melhor e me sinto mais relaxada.

Voc� n�o parece relaxar, as outras pessoas, Srta. Dowling.

- Quem � o estranho? - Um jogador famoso chamado Craig,

Chegou hoje e vai embora amanh�. Ordens do delegado.

Estou feliz que tenha mudado seus h�bitos.

Com estranhos, que pede em casamento.

Obrigado, estava chateada

E voc� me ajudou, a sair de uma situa��o dif�cil.

Ele n�o parece ser muito charmoso, Srta. Dowling.

- Como sabe meu nome? - N�o sou exatamente um estranho,

Sou um grande admirador seu.

- Voc� j� viu meu show? - Muitas vezes.

Lembro que em Fort Dodge, foi t�o refrescante.

E quando vi aquele novo n�mero, em Albuquerque, estava excelente.

- Se perdoa minha interrup��o... - Sim.

- O que gostaria de beber? - Seu amigo n�o parece saber

- Quem eu sou, Helen. - Esqueci de dizer a ele.

O Sr. Crawford, � um homem importante em San Remo.

Bem...

E no meu territ�rio, n�o gosto de jogadores trapaceiros.

Alguma outra informa��o fascinante, sobre voc� mesmo?

Eu n�o faria isso.

Brincar com armas, � coisa de crian�as,

N�o � para homens importantes.

� melhor entreg�-la a mim.

Entregue-a, se quiser continuar com sua m�o.

Tenho certeza, que seus neg�cios, requerem sua presen�a noutro lugar.

Crawford n�o gosta de ser mandado.

Estou morrendo de medo.

Champanhe para a dama, whisky para mim.

Vamos falar de algo mais agrad�vel, do que o Sr. Crawford.

Voc�, Tucson, n�o ouvi isso? Depois San Francisco.

Espero que sim.

Acho que toda garota, tem um sonho e este � o meu.

O �pera House, o Golden Gate em Noby Hill.

Com certeza, ser� mais excitante, do que em San Remo.

Ser�.

Talvez, viajemos para San Francisco juntos.

N�o � uma ideia pretensiosa, Srta. Dowling, �?

- A qu� beberemos champanhe? - O especial da primadona.

Suave, excitante, intrigante.

Outro copo, gar�om.

Quando falar comigo, irm�zinha, tente falar ingl�s.

Ent�o, voc� saber� falar duas l�nguas.

- A carro�a chegou da ag�ncia. - Bom.

Mas com comida apenas para poucos.

Veremos.

- Quando o resto chegar�? - M�s que vem, Charlie,

Foi o que o agente me disse.

O tratado de paz dizia, que receber�amos mais comida.

Resolva com o agente.

N�o sabia,

Que seu amigo nos entendia, Charlie.

Todos os homens, conhecem a linguagem da fome.

Sei que n�o � sua culpa, voc� � apenas o condutor.

V�.

Estou feliz que tenha entendido, Charlie.

Todos os homens brancos tem medo.

H� muitos homens brancos, bravos como os apaches.

O homem branco � cauteloso, n�o medroso.

Com medo ou n�o, temos que lutar para comer.

Vamos lutar agora ou a fome nos deixar� fracos.

Antes que nossos homens, esque�am como guerrear.

Apaches nunca esquecem como guerrear.

Voc� fala, mas n�o � apache.

Wolf provou, que tem sangue apache.

N�o ou�a o pacificador.

Lutaremos, todos os homens brancos, derretem como a neve ao sol.

Deixe-me, levar os bravos a San Remo,

Farei o homem branco, nos dar comida.

Consiga a comida e haver� paz.

- Aqui est�. - Espero que da pr�xima vez,

- Que vier a San Remo, Sr. Craig, - Pode n�o haver uma pr�xima vez.

Mas deixarei meu cavalo aqui, ele ser� mais feliz nas plan�cies

E nas colinas, do que em San Francisco.

Talvez, possa encontrar um dono para ele.

Sim, e se ningu�m o quiser, mandarei para a f�brica de cola.

Alguma not�cia sobre a dilig�ncia?

N�o, mas com voc� bonita assim,

Eles n�o perder�o a chance, de lev�-la para Tucson.

Que tal uma bebida, como despedida de San Remo?

Helen, � o Willy. Ele est� jogando com o Crawford.

- N�o. - Ele j� � crescidinho.

Mas ele est� com todo o dinheiro da viagem para perder.

Uma.

Essa � a quinta m�o, Willy ganhou uma vez.

- $500. - Eu pago os $500, Willy.

E aumento mais $1.000.

Pago.

Bom.

Mas n�o o suficiente.

- Bem, adeus, Tucson. - Sinto muito, Helen.

Parece que ela est� certa,

A dilig�ncia, n�o leva passageiro de gra�a.

- Willy, como p�de fazer isso? - Pensei que pudesse ganhar.

N�o se preocupe, chegaremos a Tucson um dia.

Com certeza iremos,

Chame as outras garotas, faremos um show especial.

N�o h� tempo para isso. Ainda se sente sortudo, Crawford?

Eu...

Jogo sempre me entediou, acho que pegarei um ar fresco.

Ent�o?

- N�o sei... - Voc� me chamou de trapaceiro.

Aqui, abra o selo do baralho e d� as cartas voc� mesmo.

Isso � mais, do que ofereceu ao Willy.

Tudo bem. Cartas.

- Aberto? - Para mim est� bom.

- Sem limites? - Pode ter certeza.

- Xerife! - Sim, menino, o que aconteceu?

- Os apaches vem! - Quantos s�o?

Eu n�o parei para contar. O mesti�o est� junto.

Sempre disse, que esses �ndios apareceriam aqui.

Todos voc�s est�o juramentados, Tom, vigie o limite da cidade.

Pete, pegue um cavalo r�pido e cavalgue at� o ex�rcito. Andem!

Desculpe parar ganhando, Crawford, mas temos que pegar a dilig�ncia.

- Ai est�, Willy. - Obrigado.

- E n�o esque�a de pagar sua conta. - Tudo bem, vamos, garotas.

Obrigado, Dan. Que bom que voc� estar� naquela dilig�ncia.

San Remo n�o ser� grande, para voc� e o Crawford agora.

Esse pensamento me assusta. � melhor pegar suas coisas.

Vamos, garotas. E antes de ir, gostaria de dar minha opini�o,

sobre os servi�os, prestados pelo seu estabelecimento.

Eles est�o vindo!

N�o atirem at� eu dar o sinal. Todos fora de vista.

Senhora, se tivesse que escolher, entre o pior lugar e isto aqui,

Voc� n�o me manteria,

Um minuto nesta cidade, nem cheio de ouro,

Cercado por guerra e c�rculos de fogo,

Eu sairia daqui nem que tivesse,

Que esgueirar entre um ex�rcito, lutar com le�es, tigres,

- Orangotangos, gorilas... - �ndios!

- O mesti�o vem nesta dire��o. - O mesti�o?

Podia jurar que era mais branco, do que pele-vermelha.

Posso ser o primeiro, em sua lista.

Pare de reclamar, Kraemer.

Se acalmem todos. Talvez voc�s n�o sejam feridos.

� o Charlie Wolf mesmo.

Essa � nossa chance de atacar, xerife.

E ter 500 apaches, atacando a cidade?

Eles n�o entrariam aqui, se fosse um truque, sim para falar.

Viemos falar com nossa l�ngua, n�o com armas.

Os apaches s�o trai�oeiros, como um c�o de fugas.

Talvez o Kraemer esteja certo, delegado.

Um grupo sem seu l�der, tem apenas metade de sua for�a.

- Sugiro que... - Talvez os homens de Washington,

Gostem de suas sugest�es, mas eu n�o.

Os �ndios querem conversar, n�s conversaremos. Me cubra.

Um grupo sem seu l�der, tem apenas metade de sua for�a.

Algu�m tem que ir.

Por que, n�o mandar o menos valioso?

Foi por pouco, mas acho que esse sou eu.

- Achei que fosse novo em San Remo. - Isso mesmo.

Minha primeira viagem para a cidade

E j� sou importante...ou um tolo.

- O que quer? - O agente �ndio.

Diga a eles.

Por que n�o entra e diz voc� mesmo?

Homem branco, acha que os �ndios s�o tolos.

Isso � cair na armadilha.

A mesma armadilha, que acabei de cair?

Farei o mesmo, que o bravo homem branco.

O que disse a ele?

O �ndio � menos bravo, que o homem branco?

Viemos com honra, vivemos com honra.

Lembrem-Se, ele n�o � um prisioneiro!

- Ele veio aqui para conversar. - N�o faremos neg�cio com �ndios,

- Muito menos com um mesti�o. - Ele sair� daqui do mesmo jeito,

- Que entrou, um homem livre. - Craig age e fala por mim.

Deixe ele falar.

Ele.

Largue esta arma.

H� cadeiras no cassino, cavalheiros.

Talvez, voc� se saia melhor l� fora.

Eu falo pelos �ndios. Por que sou metade �ndio,

Mas tamb�m sou metade branco. Ent�o sei que � dif�cil para voc�s

Entenderem os problemas dos �ndios. N�o queremos problemas.

Mas muitas promessas desfeitas...

- Voc� n�o participar� da conversa? - N�o sou parte desse povoado.

- Qual � seu povo? - N�o tenho nenhum.

Sou um homem de duas ra�as, deve haver uma ou outra.

Voc� est� errado, somos todos humanos...

N�o se importe com ele, ele � apenas um jogador trapaceiro.

Tamb�m fa�o o jogo, por raz�es diferentes.

N�o toque nele.

Saia daqui.

N�o os deixem fugir.

- Posso deixar a cidade daqui. - Voc� tem um cavalo?

Meu povo ter� um cavalo para mim.

Boa sorte, Charlie.

Tenho sorte de ter um amigo, como voc�.

N�o esquecerei.

Para o bem e para o mau.

Dizem, que a mem�ria dos apaches, � grande.

O mal foi feito, agora o apache quer mais sangue.

N�o os culpo. � melhor voc� ir.

- Onde est� o mesti�o? - Desapareceu, como um �ndio.

S� um instante, Craig, quero falar com voc�.

- Sim? - Te dei um aviso ontem a noite,

quando voc� ficou entre eu e a Srta. Dowling.

� grosseria, derrubar a bebida dos outros.

Hoje voc� entrou no meu caminho, com o jogo de cartas.

Parece que � dif�cil, ficar fora do seu caminho por aqui.

E por fim ficou no meu caminho, com o mesti�o.

Tenho um h�bito engra�ado, Crawford,

Tentar evitar a morte de um homem.

- Particularmente �ndios. - Ele � problem�tico,

N�o � branco, nem �ndio. Quem quer ele por perto?

Talvez voc� n�o queira, talvez haja uma raz�o para isso.

Talvez eu goste dele,

sinto pena dele, por ele ter sido chutado como eu.

Quero v�-lo, receber um tratamento justo.

Ent�o talvez, eu entre no seu caminho de novo.

- Se voc� entrar... - N�o me segure, Crawford.

As pessoas, n�o fazem isso duas vezes.

Dan.

Pena que essa roupa bonita,

Foi desperdi�ada, em um quase massacre.

A dilig�ncia n�o vir�?

N�o depois do que aconteceu, com os apaches.

J� que estamos presas aqui,

� melhor, fazermos mais alguns shows.

Eu gostaria disso.

Por que, quero lucrar um pouco mais?

N�o, por que voc� encara os fatos, poucas mulheres fazem isso.

Encaro um fato, voc� fez algo muito bravo.

Fiz algo honesto, n�o foi preciso bravura.

Talvez eu tenha feito algo tolo. Se eu n�o tivesse feito,

Poder�amos, estar a caminho de Tucson.

Eu gostaria de ir para Tucson.

Eles foram chamados, para irem a cidade dos brancos,

Falar de paz, deram sua palavra, mas foram atacados.

- Onde est� o Charlie Wolf? - Acreditou nas mentiras deles.

Foi falar com eles. N�o o viram mais.

Eu o ouvi, mesmo sabendo, que seu sangue de homem branco,

O cegou para a verdade.

Sinalize aos guerreiros, de nossa tribo.

Alto!

D� uma olhada, tenente. Algo que nunca viu antes.

Os sinais de guerra dos apaches.

Eles est�o se juntando mesmo. O delegado estava certo.

Qual a dist�ncia, que estamos de San Remo?

Chegaremos l� ao cair da noite.

Aten��o! Vamos!

- Delegado Cassidy? - Estou feliz em v�-lo.

Capit�o Jackson mandou avis�-lo, que acampamos fora da cidade.

Espero que fiquem l� para sempre.

Ol�, capit�o Jackson.

Sinto n�o termos chegado mais cedo, delegado.

O que aconteceu?

Os apaches tem sido pac�ficos. O que come�ou o problema?

N�o tenho certeza, mas come�ou.

Nosso problema, ser� par�-lo, sem derramamento de sangue.

Gostaria que pud�ssemos.

Se eu pudesse falar com eles. Conversar com o Charlie Wolf.

Acho que conhe�o um homem, que pode conversar com eles.

Convencer o Charlie, ele se chama Craig.

- Um jogador do leste. - Um jogador?

- Conversando com os �ndios? - Te contarei sobre ele.

Venha conosco, tenente.

Sr. Craig, capit�o Jackson e o tenente Monroe.

Prazer, cavalheiros.

O que � isso?

Podemos conversar no meu quarto.

Russell, siga-os. Descubra o que querem.

Como! Perguntando?

J� ouviu falar e ouvir pela porta?

Sim, j� ouvi. E se eles me pegarem?

Espere apenas que eu n�o te pegue.

Voc� sugere, que eu atravesse as linhas apaches,

Depois dos sinais de guerra?

Sinto muito, capit�o,

Assim como voc�s, n�o quero ser escalpelado.

- Se voc� est� sugerindo... - N�o estou sugerindo nada.

Sempre quero ajudar as for�as da lei e da ordem.

Mas me especializei em cartas, rebeli�o �ndia n�o � meu neg�cio.

Sei que � minha responsabilidade, Craig,

Mas n�o posso, mandar um homem do ex�rcito l�.

Ele n�o teria chance de atravessar.

Est� tarde agora, n�o acho, que atacar�o at� o amanhecer.

Enquanto isso, h� uma pequena possibilidade...

De voc� encontrar um civil tolo, para fazer a viagem?

Sinto muito, cavalheiros, j� tive luta demais, na minha vida.

E muitas derrotas, n�o � isso, Sr. Craig?

N�o � dif�cil de ver, por que ele se recusa, senhor.

Pouco confederado fez favores, para o ex�rcito da uni�o.

Ao major Daniel Craig, meu bom amigo e devoto oficial.

Grato, Robert Lee.

� um ranqueamento alto, para um jogador do leste, delegado.

O ranqueamento nesta foto, capit�o, � a �nica coisa boa,

Que ganhei com a guerra.

As coisas ruins, seu tenente est� certo.

Perder seu lar, sua fam�lia.

Alguns anos vagando por ai.

E um gosto pelas cartas, que se tornou uma profiss�o.

Nenhuma delas pr�-requisitos, para fumar o cachimbo da paz.

- Sinto muito. - Sinto muito tamb�m, Major.

Eu tinha certeza, que voc� n�o diria n�o, Craig.

Voc� est� errado, delegado, n�o sou do tipo her�i.

Muito bem, Craig. Obrigado por seu tempo.

Obrigado, Capit�o.

Estou desapontado, Craig.

Regra n�mero um no jogo, nunca aposte no lado perdedor.

O que ouviu?

O ex�rcito queria,

Que o Craig fosse at� a reserva, falar com os apaches.

- Ele disse n�o. - � mais inteligente, que pensei.

Parece que � isso. Acho que tudo dar� certo.

Tudo dar� certo.

O que acha, general?

Fiz a coisa certa?

Uma guerra � uma guerra, general.

Ol�, Dan. O que aconteceu? Onde vai?

Parece que n�o posso, esperar pela dilig�ncia, Helen.

Tenho neg�cios inacabados a tratar.

- O que? - Bem...

N�o sei se pode entender isso, mas...

Quando um homem luta, do lado derrotado em uma guerra,

Sofre algo. Mas, se tiver a chance, de lutar no lado vitorioso...

Sei, voc� vai a reserva dos �ndios, falar com o Charlie Wolf.

� por isso que o delegado e o Capit�o estavam no seu quarto.

N�o � mesmo, Dan?

Como pode uma garota como voc�,

ter ideias t�o estanhas?

Intui��o feminina.

Lembre o que te disse, sobre franzir o rosto.

S�o as ideias luxuosas.

Como me apaixonar por voc�?

Voc� est�?

N�o sei.

- Dan, tome cuidado. - Claro.

Tenho um encontro em San Francisco, com uma linda mulher.

Homens tem intui��o tamb�m,

A minha diz, que estarei neste encontro.

Helen, s� um instante.

Ent�o � assim, que a hist�ria termina, hein?

O jogador trapaceiro e a primadonna.

Voc� caiu na conversa dele, n�o? Caiu por suas maneiras chiques.

Ainda est� ouvindo, Helen? Est� apaixonada e um levante �ndio,

a expulsa da cidade, sem saber, o que ocorrer� a voc�.

- Eu disse para esperar. - Voc�, espere.

H� duas coisas, que deve saber sobre o Dan Craig.

Ele n�o � um jogador trapaceiro, ele � um �timo homem.

E ele n�o saiu assustado da cidade, ele est� fazendo algo,

Para proteger a todos n�s, inclusive voc�.

Isso n�o � admir�vel?

Sim, com certeza �.

Em tempos como esse, a reserva �ndia...

Que foi fazer l�? Outro encontro com o mesti�o?

Sim, para tentar mais uma vez, manter a paz.

Voc� faria isso, Sr. Crawford? Ou voc� est� muito ocupado

Atacando mulheres e homens, que s�o mais fracos que voc�?

Gostaria de saber, Sr. Crawford,

ou est� ocupado, amolando os mais fracos que voc�.

Ent�o voc� ouviu o Craig dizer n�o, ao delegado e ao Capit�o?

- Eu ouvi, chefe. - Voc� se enganou,

Est� a caminho da reserva agora. Voc� sabe o que isso significa?

Claro, gar�om, d�-me outra cerveja.

Ent�o sabe o que isso significa.

Saia e impe�a-o,

Ele est� em uma miss�o de paz e provavelmente desarmado.

Agora? Esta noite? N�o conseguirei encontr�-lo.

� melhor encontr�-lo e n�o volte, at� isso acontecer.

Sim, chefe. Pode deixar, chefe.

- Venho em paz, Charlie. - Meu irm�o devia mudar de pele.

Os apaches, j� n�o confiam no homem branco.

Estranhei ter vindo muito longe, sem ter visto ningu�m.

- Eu sinalizei que era meu amigo. - Obrigado, Charlie.

Sabe, o ex�rcito est� em San Remo

E far� o poss�vel, para prevenir a guerra.

- Para impedir uma rebeli�o �ndia. - O ex�rcito fala muito,

Mas n�o cumpre nada.

O Capit�o � um homem honrado, ele quer ser amigo de voc�s.

- Ent�o por que ele n�o veio? - Os apaches o matariam.

Eles far�o mudan�as? Talvez um novo agente �ndio.

Se � isso que quer, tenho certeza, que o Capit�o prometer� isso.

Os apaches, querem mais que promessas.

Voc�s receber�o mais que promessas, Charlie, te dou minha palavra.

Acredito na sua palavra. Vou falar com o chefe.

Espere os sinais no lago, do outro lado do vale.

Voc� � um bom amigo, Charlie.

O homem branco atirou em voc�. Te levarei a vila apache.

N�o Charlie,

Voc� tem algo mais importante, para se preocupar.

Tenho, que fazer algo importante tamb�m.

Voc� est� bem?

Ficarei melhor, quando vir seu sinal do lago.

Tentarei, mas n�o tenho certeza.

Parece que homem branco, n�o tem paz nem mesmo entre eles.

Foi s� um arranh�o, Sr. Craig. Voc� teve sorte.

Obrigado.

Se me d�o licen�a.

Alguns homens da tropa, est�o mal com algo muito s�rio.

A comida de San Remo.

Voc� tem ideia, de quem atirou em voc�?

Todas as ideias que tenho Capit�o, parecem ser ruins.

Quem sabia que voc� estava indo?

Robert E. Lee.

Eu poderia ter mandado uma escolta.

Pensei que pudesse cuidar disso s�, eu estava errado.

Mas...

Espero que a paz esteja pr�xima.

Aconte�a o que acontecer, agrade�o o que tentou fazer.

Aquela bala veio de algum lugar, eu investigarei.

Capit�o, fa�a-me um favor.

Sou muito bom em descobrir, de onde vem as balas.

O ex�rcito prefere ficar fora, de problemas entre civis, Craig.

Dan, o que est� fazendo?

O que eu disse ao Capit�o, que faria.

Descobrirei de onde veio a bala e a devolverei.

- Espere um pouco. - Por qu�?

- Crawford pediu por isso. - Crawford?

Voc� contou a ele, n�o foi, Helen?

N�o cometa esse erro, Dan.

Erro?

N�o acho, que mais um erro, far� diferen�a agora.

Se � um engano. Se Crawford quer um encontro,

Ele n�o ter� mais que esperar.

Dan, voc� est� errado. N�o contei ao Crawford.

N�o contei a ningu�m, que voc� tinha partido.

Como assim n�o contou?

Ele � o �nico que tem motivo, para atirar em mim,

Voc� � a raz�o.

- Voc� tem que acreditar em mim. - Por qu�?

Voc� est� dizendo isso, para proteg�-lo.

Proteg�-lo? Eu odeio ele.

Mas n�o contei a ele. N�o contei.

Mais outra vaca com minha marca.

Gostei dessas camisas, Kraemer.

Pedi melhores, das que damos aos �ndios.

Lucraremos com a venda.

Levaremos todo o lote, para sua loja hoje a noite.

Seus tolos.

Por uns trocados, voc�s estragar�o a chance,

De conseguirmos uma terra, que vale milh�es.

Teremos visita!

- Kraemer, voc� est� preso. - Que loucura � essa?

- Trocaremos o agente �ndio. - Trocar, por quais raz�es?

- Levem-no para a pris�o. - Isso � um absurdo.

- Tire suas m�os de mim! - Para a pris�o.

Voc� pagar� por isso.

Mandarei um relat�rio para Washington.

Por que n�o o envolve, em uma dessas camisas?

Acredito que n�o terei que fazer, mais nenhuma pris�o, cavalheiros.

J� fez uma a mais do que devia, Capit�o.

Voc� est� demitido.

E voc�, arrume um trabalho, em outra cidade.

E viaje apenas, com uma camisa.

Ningu�m entra, exceto o novo agente.

Quem � o novo agente, Capit�o?

Ele chegar� em breve.

� bom v�-lo, Charlie.

Sua ferida, voc� est� bem?

Curou completamente,

Estou feliz, contei ao chefe, o que disse e ele me deu poder

- Para falar pelos �ndios. - Ent�o n�o haver� rebeli�o?

Isso depender� do homem branco. N�o haver� rebeli�o,

se o ex�rcito cumprir sua promessa.

O ex�rcito cumprir� sua promessa, Charlie.

Vou a San Remo com voc�.

Os apaches te mandaram, como um embaixador.

Embaixador!

Palavra boa.

Capit�o.

O Sr. Craig voltou com um �ndio. A cidade est� ficando exaltada.

Mande seus homens esperarem, Sargento.

Mande o general Monroe, se reportar a mim.

Sim, senhor.

O Charlie Wolf e aquele jogador, est�o vindo a cidade.

Tire sua m�o desta arma.

Prazer em v�-lo, Tenente.

Bom trabalho, Major. Estou feliz que tenha voltado.

- Feliz pelo seu povo e pelo meu. - Sou parte dos dois povos.

Podemos entrar?

Trate um �ndio como homem branco e ele come�ar� a agir como um.

Isso � uma melhora?

Eu o substitui pelo Daniel Craig, como novo agente tempor�rio,

que servir�, at� a chegada de um novo agente.

Como isso soa?

Se voc� quer arriscar sua carreira, � problema seu,

Mas por qu� escolher a mim, para ser agente �ndio?

Eu n�o te escolhi, foi ele.

- Charlie? - Os apaches confiam em voc�.

Mas n�o sei nada,

sobre ser agente �ndio, n�o sei muito sobre �ndios.

Te ensinarei a ser um bom �ndio,

voc� me ensina, a ser um bom homem branco.

Voc� pode, sair prejudicado neste acordo.

- Eu arriscarei. - O que acha?

Vai jogar?

D� as cartas.

Isso j� basta Mason,

Ajude os homens com o gado no curral.

Os apaches est�o vindo a cidade, dever�o ser bem recebidos.

Dan, quero falar com voc�.

Isso � um posto �ndio, Helen,

a conversa aqui, n�o te interessaria.

- Qual � o problema, Dan? - Nada.

Mas voc� tem me evitado.

N�o tenho te evitado, eu n�o sabia que ainda estava aqui.

As dilig�ncias voltaram a funcionar e sua vontade de ir ao �pera House,

Em San Francisco, me fez pensar, que voc� j� tivesse partido.

Voc� n�o pensou isso, voc� sabe, que n�o partiria sem me despedir.

A companhia ficar� aqui, mais um tempo e eu ficarei com ela.

- Dan, ou�a... - Tudo bem, Helen, voc� pediu,

Aqui vai, voc� mentiu para mim, disse ao Crawford que ia a reserva.

E no meu livro, mentir � coisa de...

Dan, n�o diga.

Por que n�o?

Eu menti sim, tive que mentir. Se deixasse ir atr�s do Crawford,

N�o teria como saber, o que aconteceria.

Eu queria proteg�-lo.

- Dan, n�o aja desta forma. - Como espera que eu aja?

Voc� contou a verdade ao Crawford e o que eu ganhei?

Uma bala no ombro.

Voc� mentiu para mim e o que conseguiu?

Crawford e tudo que ele tem. Disseram que quer te dar um teatro,

que talvez at� case com voc�.

Dan, n�o � o Crawford.

Se n�o � ele, voc� ainda tem companhia.

O dem�nio adora uma mentira e tenho certeza,

de que n�o ter� problema, para achar mais algu�m,

que queira proteger.

� uma pena, Helen, te confundi com outra pessoa.

Com uma garota diferente.

Meu povo, veio buscar os suprimentos.

Bom, vamos encontr�-los.

Voc� tem um show no cassino, s� assisto voc�.

Obrigado.

Esta � a coisa mais gentil, que ou�o em semanas.

Voc� tem algo mais a falar ou prefere conversar com o Major?

Gosto de falar com voc�.

Bem, teremos, que fazer algo sobre isso,

mas agora tem que ajudar o Major e sei que ele precisa de voc�.

Teremos um show esta noite e se n�o tiver mais nada a fazer...

Eu farei algo. Verei voc�.

Bom.

- Voc� sabe o que est� fazendo? - Perfeitamente.

Lembre-se disso, ele foi criado como um apache.

Arranhe-o e ele sangrar� apache.

Estou feliz, por ter vindo a San Remo com voc�.

Este Craig faz as coisas diferente. Trazendo os �ndios a cidade,

para pegar os suprimentos.

Eles at� trouxeram a irm� do Charlie Wolf.

� a irm� do Charlie Wolf?

Minha irm�, Nah-Lin.

- Sua meia-irm�, Charlie? - Cresceu como todas as irm�s.

- Seja bem-vinda. - Obrigado.

- Garota linda. - �, para uma �ndia.

Os apaches pediram, que eu viesse v�-lo.

Para agradec�-lo, agora eles sabem,

que o ex�rcito cumprir� sua promessa.

Eles confiam no novo agente.

Isso significa muito para mim, Charlie.

Isso pede uma comemora��o. Que tal jantar comigo esta noite?

Sinto muito, n�o posso.

- Ocupado? - Sim.

Ver� o show de novo esta noite, Charlie?

Sim. Isso � errado?

Charlie, isso s� te trar� problema.

N�o est� preocupado comigo. S� est� dizendo isso.

- Do que est� falando? - Talvez ela n�o seja sua mulher.

- Mas voc� gostaria que ela fosse. - Charlie.

Talvez voc� ache, que vou tir�-la de voc�.

Tir�-la de mim? Ou�a, se voc� tiver senso...

- Senhores? - Ol� Capit�o!

- Est� tudo bem? - Sim, tudo bem.

Vim me despedir, est� na hora de deixar San Remo.

- T�o cedo? - Tem algo melhor,

Que o ex�rcito trabalhando aqui, para manter a paz.

Contanto que haja dois homens,

Como voc�s trabalhando com amizade,

Provando para os �ndios e para os brancos, que � poss�vel,

n�o tenho com que me preocupar.

- Meu povo agradece pelo que fez. - Eu agrade�o a voc�.

Minha tropa, est� cansada de viver em tendas

E quer voltar para o posto.

Logo estar�o pedindo por banheiras.

Com a sa�da do ex�rcito, as coisas podem voltar ao normal.

Quando os �ndios, retornarem com suas provis�es,

Voc� voltar� a atac�-los,

N�o quero mais erros, nem desculpas.

- Ol�, para onde vai? - Vou entrar.

- Voc� se trocou r�pido. - Estou bem, n�o?

Nada mal, Charlie.

- Whisky. - N�o servimos whisky a �ndios.

Sou meio branco e a metade branca vai beber.

Eu... teria cuidado com isso, Charlie.

Que �timo, querida.

Vim v�-la.

Charlie, as pessoas geralmente, batem na porta.

Vim como um homem branco, para ver uma mulher branca.

Os cavalheiros esperam l� embaixo.

- Da pr�xima vez farei isso. - Desta vez.

Na minha tribo quando uma mulher fala para um homem como fez...

Charlie, fiz algo, que n�o tinha o direito de fazer,

acho melhor te explicar.

- O qu�? - Te convidei para vir ao cassino,

por que estava com raiva do Dan. Ele me machucou e...

Eu queria machuc�-lo.

Voc� tentou iniciar uma briga, entre o Major e eu.

- N�o, Charlie. - Voc� fez de mim, um palha�o,

- Junto �s pessoas. - N�o � verdade.

- Voc� rir� mais que todos. - Eu estava errada, mas...

- Agora eles ter�o raz�o para rir. - Deixe-me ir!

- Voc� n�o ter� raz�o para rir. - Deixe-Me ir, Charlie!

- Por favor, me solte! - Voc� a ouviu, Charlie.

- Mesti�o. - Charlie, eu n�o quis...

Dan.

Tudo bem, Dan, n�o fique ai parado, v� em frente e fale.

Tentei te avisar, Helen. Isso ia acontecer.

Branco ou apache, o Charlie � um ser humano.

- Por isso que voltou? - N�o.

Voltei por que te amo.

Dan, o que voc� far� sobre o Charlie?

O menino nele fugiu, mas o homem nele pensar� e voltar�.

Espero que sim.

Cuidem das carro�as. N�s vamos atr�s deles.

Dan.

Os �ndios foram roubados.

Mande um homem ao forte,

dizer ao Capit�o, que talvez precisemos dele.

- E tente achar o Charlie Wolf. - Imediatamente.

- Nah-Lin, o que aconteceu? - Homens brancos vieram,

roubaram as carro�as, roubaram o gado e nos assustaram.

Ou�a-me, Nah-Lin,

O homem que fez isso,

Quer destruir a paz entre os �ndios e brancos.

Querem criar problemas entre n�s,

Para que o ex�rcito expulse voc�s, de suas terras.

Pe�a para eles,

esperarem por mais gado e diga que as carro�as,

que perderam ser�o substitu�das. Pode fazer isso?

N�s acamparemos aqui e esperaremos.

Bom.

Nah-Lin, mais uma coisa, precisamos encontrar seu irm�o.

- Voc� sabe onde ele est�? - N�o.

- Teve sorte? - Mandei uma mensagem ao Capit�o,

mas ningu�m viu o Charlie, ele simplesmente, desapareceu.

Pensei que ele j� teria voltado, tentarei encontr�-lo.

- Sabe onde ele est�? - Sei onde ele pode estar.

- Tivemos um �timo dia, chefe. - Fez uma viagem de sucesso?

Charlie!

Charlie!

Charlie, pare! Quero falar com voc�.

Volte, n�o conversaremos.

- Mas Charlie, sou seu amigo. - Voc� n�o � meu amigo.

Voc� me fez de tolo.

N�o falarei contigo, nem com nenhum homem branco.

Volte ou atirarei para matar.

A carro�a j� deve, ter chegado no rancho,

devemos nos preparar, para descarreg�-La.

- Quanto te devo, Russell? - 32 d�lares.

V�o na frente, rapazes, chegarei mais tarde.

Talvez, eu esteja errado sobre os apaches.

Devagar.

Como um animal.

- Voc� achou o Charlie? - Sim, mas n�o quis falar comigo.

Ele vir� a cidade. Est� ouvindo estes tambores?

Venho ouvindo eles, faz uma hora. O que aconteceu?

Encontraram o corpo da Nah-Lin.

- Nah-Lin? - Ela foi atacada.

Morta.

Por quem? Quando isso aconteceu?

N�o sei.

S� sei que gostaria, que o ex�rcito estivesse aqui.

Enquanto n�o chegarem aqui, estamos correndo risco de vida.

Sinto muito, Charlie.

Por que sente muito? A garota morta n�o � branca.

- Charlie. - Apaches n�o tem cora��o.

Apaches valem menos que lixo.

Voc� sabe, que n�o me sinto desta forma.

Dan Craig tem sido seu amigo, Charlie.

Meu nome n�o � Charlie, meu nome � Wolf.

Sou apache.

Charlie, espere...

N�o se esque�a que seu pai era um homem branco.

Quando era menino, eu queria ser como ele,

mas estava errado.

O homem branco mente, trapaceia, assassina.

Sou apache. Sou o chefe de guerra apache.

Charlie, se voc� seguir o caminho da guerra,

Todos os apaches ser�o mortos.

Para um apache morrer lutando � melhor do que aquilo.

Sei como se sente,

Mas acharei o homem branco, que matou sua irm�.

N�o acredito em voc�, vou antes,

que pendure seu escalpo em minha cinta.

- Vim viver com minha tribo. - Por qu�?

Nah-Lin � minha meia-irm�, seu irm�o se vingar�.

- Liderarei os guerreiros. - Voc� nunca matou um homem branco.

- Posso mat�-los agora. - Um apache liderar� os guerreiros.

Pele apache.

Sangue apache.

- Dilig�ncia para Tucson. - Onde est� o Willy?

Vou cham�-lo.

- Helen, onde est� sua bagagem? - N�o vou.

- S� se for comigo. - N�o posso ir com voc�.

Tenho um trabalho para fazer aqui independente do que acontecer.

- Ent�o vou ficar. - Voc� n�o vai.

Helen, voc� n�o entende que isso � guerra?

Posso n�o ter outra chance, de tir�-la daqui.

- Mas, Dan, querido, eu te amo. - Se me ama, tente entender...

Vamos sair daqui, depressa, flechas machucam.

Espere por mim, Willy.

- Ma. - N�o me incomode,

quero pegar a dilig�ncia e sair daqui.

- Voc� viu o Crawford? - N�o.

- E o Russell? - Est� no seu quarto, 104.

Esperem por mim!

Dan, o que voc� far�?

Lembre-se, ainda tenho um trabalho a fazer.

Tenho que descobrir quem matou a Nah-Lin.

O que foi, querida?

- Voc� se chama Russell? - O que houve?

Voc� trabalha para o Crawford?

Achei que ele gostaria de saber que voc� matou uma �ndia ontem.

Voc� n�o pode provar que fui eu.

Ou�a este tambor.

Voc� vai par�-lo. Voc� sabe como?

Devolva minha arma que te ajudarei, a defender este lugar.

Tenho uma ideia melhor, vou entreg�-lo aos apaches.

- Mas eu... - Matou a irm� do Charlie Wolf.

Sabe o que far�o com voc�? Voc� n�o faz ideia.

Voc� n�o pode fazer isso comigo, eu n�o matei a garota.

- V�o te deixar para os abutres. - Foi o Crawford.

Continue.

Eu o vi indo atr�s dela...

O homem que matou sua irm� e a paz.

Voc� voltar� a San Remo?

Voc� entende os brancos, ajude-os a entender os �ndios.

Ajudarei os �ndios, a entenderem os brancos.

Adeus, amigo.

Adeus, amigo.

Vamos!

Legendas - Danilo carvalho

Ajustes e sincronia by elizeuflu

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