All language subtitles for POR-Gunfighters (1947) HD

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Brazos!

Brazos!

Busque o Brazos. - Estou aqui.

Sinto muito Brazos, era algo superior a mim.

- Tinha que averiguar qual de n�s dois sacava mais r�pido.

- N�o importa, Tom.

Isso � o mal de ser famoso por disparar. Todos os jovens do pa�s

acabam desafiando. - Como voc� est�, garoto?

- Vai sobreviver. - Desta vez, n�o houve mortes. Tome.

Suas armas. - Guarde-as.

Nenhum pistoleiro pode pendurar suas armas, nem mesmo guard�-las.

- Acredita nisso? N�o sobreviver� dois dias sem essas armas,

e n�o quero sua morte na minha consci�ncia. - N�o vai ter. Boa sorte, Tom.

- Deixo minhas armas e esta cidade para sempre.

- Ser� a mesma coisa, v� onde for. - N�o, n�o dessa vez, vou me reunir

com meu velho amigo Bob Tyrell e a cavalgar pela pradaria.

- Hasta la vista, Brazos.

Hasta la vista... quando o melhor amigo te desafia, voc� deve deixar as armas.

Foi o mesmo em Panhandle, Wichita e Dodge.

Viver ou morrer dependia de quem sacava antes o rev�lver e disparava.

Agora tudo isso � parte do passado.

Adeus aos rev�lveres, e que descansem na paz que nunca tive.

Esta � a oportunidade de come�ar uma nova vida, em um novo lugar.

E chegar a ter um dia, umas poucas cabe�a de gado,

e tirar a �gua dos po�os, em vez das armas do coldre.

Adiante, vamos!

O final de nossa viagem.

Ai embaixo est� o rancho do velho Inskip, onde andarei pelos pastos com Bob Tyrell.

N�o disparem!

� este o rancho de Inskip?

Ei, a� de dentro!

Tranquilo garoto.

Bob Tyrell...

RANCHO BANNER

Bard, houve um assassinato. - Sim? Onde?

Eu n�o sei, mas tem um cara na casa, conversando com o velho.

- Por qu� veio aqui?

- Voc� tem o rancho mais pr�ximo, assim resolvi passar aqui para avisar.

Sim, j� vejo....

Foi morto com um tiro nas costas. Se chamava Bob Tyrell.

- Como sabe o nome? N�o disse que quando chegou estava morto?

- Ele era um velho conhecido.

- Visitaram o Inskip outra v�s?

- Sim, claro, como n�o? Esse � um problema que tem os ranchos de um cavalo

e duas outras vacas, que n�o podem defender nem a eles mesmos nem a ningu�m.

Enfim, Bard, mande um homem comunicar ao xerife...

n�o, espere, � melhor chamar o ajudante John.

- N�o se importe se te molesto, sou de ideia de tal acordo.

Como disse que se chama? - Eu n�o lhe disse.

- Ah, bom, n�o importa.

J� � tarde para que um desconhecido

v� passando por ai, completamente desarmado.

- Que durma no quarto de tr�s. - Sim.

- Obrigado, mas vou ficar na cidade. - E cuide tamb�m do seu cavalo.

Este � um cavalo precioso. Por�m, parece cansado.

- Quem sabz tenha raz�o. - Voc� sabe que tenho!

Deixe que te diga uma coisa. Estou cansado de tantas indecis�es

e quero os assassinos conduzidos e presos sempre na cadeia.

- Voc� quer se ocupar pessoalmente? - N�s temos cuidado bem disso sozinhos

por muitos anos, sem nos meter em confus�o. Podemos voltar �s armas quando quisermos.

- Vou pensar algo!

- Sempre igual, revoltado como um potrinho assustado.

Escuta meu amigo! Desta vez vou lhe servir o culpado numa bandeja.

- Ei, onde pensa que vai com minhas melhores esporas?

- Ora, s�o suas?

Ou�a Jane... Coloque-as de volta onde as encontrou...

- Assim que... terminar com elas. - Sim, pai.

N�o h� motivos para n�o terminarmos com esse assunto rapidamente, e � o que quero.

- Ent�o ser�. - Mais te valer�.

- Se n�o gosta do meu trabalho Vagner, posso seguir meu caminho.

- Em seu lugar, eu nem sequer tentaria.

� por demais conhecido para poder faz�-lo. - N�o acredita que isso pode me deter?

N�o, j� sei que n�o. Suponha que te aprecio. Sorte.

- Este � ele. - Est� sob minhas ordens,

suba no cavalo.

- Est� enganado. Primeiro lhe darei de beber, logo j� verei o que quer.

- Vou lhe dizer de outra forma,

est� sendo preso por assassinato. - Entendo.

- N�o encontraram a arma. Deve ter atirado no riacho.

- N�o importa, tamb�m n�o encontrei a bala que matou o rapaz.

Voc� n�o a encontrou? - N�o.

- Ent�o deveria voltar para procur�-la, n�o �.

- N�o adiantaria! - O que quer dizer com isso?

- Ao assassino pode interessar essa bala, algum dia.

Vamos, vamos l�, monte.

- Inskip... - Inskip?

O que h� com ele? N�o disse que n�o o conhecia?

Nunca o vi na minha vida, mas gostaria que algu�m o buscasse assim que poss�vel.

Venha por aqui!

Johnny! Johnny, onde est� o Sr. Inskip?

- De Bob Tyrell. - Sinto, Johnny. Onde est� o Sr. Inskip?

- Sr. Inskip! Um desconhecido veio at� n�s, foi preso e...

- Espere, espere... - Espere um momento, devagar...

- Devagar, fale devagar para ser entendida. - Um estranho, preso em nosso rancho,

estava perguntando por voc�. - Sim. Sim?

- Sempre se afasta tanto do caminho? - Quando h� assuntos que exigem, sim.

- S� pensa em escapar. Amarre as m�os, Tali.

- Como queira, adjunto.

- � o que quero. Segure seu cavalo, Rick. - Aqui.

Examinem os bolsos, os alforjes e tamb�m o cobertor.

Verifique os alforjes.

N�s sabemos que o matou, por qu�?

- Dizer-lhe a verdade mudaria seus planos? - Nem um pouco.

- Ent�o, � como eu imaginava. - Whitey, passe a corda sobre o galho.

- N�o disparamos em homens desarmadas por estas terras.

- Melhor os enforcar, n�o �?

- H� uma carta e as coisas habituais. - Me d� essa carta.

Pode passar o la�o.

Quietos!

- O que faz aqui? N�o � o seu lugar! - Ouvi dizer que estavam me chamando!

- Se precisar de voc�, n�s o chamamos. - Queria me ver por algo, filho?

Bob Tyrell.

- Saia daqui ou te prendo. - Cale a boca!

S� quero chegar mais perto do rapaz, para ouvir o que tem que me dizer.

Est� fugindo!

Peguem-no!

Fronteira Mexicana 81 milhas

BANERTOWN 3 MILHAS

- Suas visitas deviam ser as de costume. Gosto tanto quanto voc�.

- Ent�o nada. - Diga o que aconteceu desta vez.

Venho para prender o Inskip.

Juro xerife, s� queria ajudar e nada mais. - Faz�amos umas perguntas a esse assassino

e de repente chega esse velhote e o solta. - Tinha que fazer algo.

Estava claro que o homem queria escapar. - Oh, sim?

- Vamos por parte, Xerife...

o homem me confundiu. Isso foi tudo. - N�o, n�o est� certo!

Vamos.

Devolve a minha carta. - � ele, n�o?

- Sim.

Como se encontrou com Inskip, t�o oportunamente?

- Eu conhecia Bob Tyrell. - E o queria como a um irm�o, suponho?

- E por isso foi a cabana busc�-lo? - Bob era um bom amigo meu.

- Pena que ele n�o possa confirmar. - Sim, ele pode. Tire essa carta.

Deixe-me v�-la.

Sim, assinada por Bob Tyrell, dirigida ao amigo Brazos. � voc�, n�o?

- N�o tenho nada contra o tal Brazos, mas n�o creio que seja voc�.

- Brazos Kane!

- Brazos!

- Brazos Kane! - Kane, o pistoleiro da guerra Panhandle?

- N�o, est� confuso. N�o confie nele!

Voc� est� brincando? N�o se lembra de mim? Sim, mas asseguro que sua m�e se lembra.

Na noite que nasceu andei 20 milhas para trazer o m�dico.

Se eu n�o estivesse l�, hoje voc� n�o estaria aqui.

N�o se recorda das esporas que lhe dei?

Bom, pode n�o querer se lembrar. Quem sabe, sente vergonha do pobre Joe?

- Claro que lembro, minha velha e feia senhora! - Oh Brazos, quase me parte o cora��o!

- Este n�o pode ser o pequeno Mike? - Claro que �! Olhe!

Bom, acabemos com isto de uma vez.

Prepare-lhe um bom jantar e ponha na minha conta.

O melhor do que ele gosta. Pode guardar o seu dinheiro!

- N�o pensa em soltar esse assassino? - Veja isso de outra forma.

Seus homens est�o com a garganta seca. Vamos ao bar e tomar umas doses.

Eu estou pagando! Vamos, o que est�o esperando?

- Ah, e ao velho Inskip, uma dose dupla.

- Vamos, carrasco! - Divirtam-se!

Os cofres do povoado v�o se ressentir um pouco.

Como pode ver, esse povo est� morto, estancado, dormindo com uma mosca no nariz.

Sinto que n�o poderemos esperar que um homem como voc� fique,

pois me parece que voc� gosta de a��o.

- Pode ser o lugar que eu busco. - Sim?

- Um momento, voc� n�o est� dizendo isso a s�rio?

H� algo que deve saber. Esta � nossa pior �poca.

Tempestades de areia, um ou outro tornado, calor...

Um dia, cruzando a rua, meu cavalo saiu ardendo!

Voc� j� pensou sobre a Calif�rnia? - �s vezes.

- Eu sabia que voc� me entenderia.

N�o que eu espere que voc� v� ter problemas,

o que acontece � que, �s vezes alguns se equivocam e...

depois de um assassinato se precipitam, voc� sabe...

eu tamb�m gostaria de sair daqui. - Obrigado.

Explique isso a Inskip, diga-lhe que eu tinha algo pendente.

Eu lhe desejo boa sorte na viagem. Eu gostaria de estar indo com voc�.

- Ei, um momento! Por a� n�o � o caminho para a Calif�rnia!

- � s� um atalho!

Ol�, Sr. Banner!

- Que faz voc� por aqui? - Sabe...

pode voc� me emprestar um cravo? Achei que a patrulha o tinha levado.

- Mais ou menos. - Como?

Nos separamos pelo caminho, e nos juntamos ao final com o xerife.

- N�o entendo. O que disse o Xerife? - Estava falando do clima da Calif�rnia.

- Calif�rnia?!

- Que gostaria de sair por ai. E quanto a esse cravo? meu

cavalo est� a ponto de perder a ferradura e n�o gosto de perder nada.

- Os cravos est�o l� atr�s. - Muito obrigado.

Isso � conflitante, certo?

Meu nome � Orkut. Sou quem matou Paco Winters em Dodge.

- Voc� j� ouviu falar. - Em absoluto.

- Dizem que no rancho deveriam estar mais animados.

- Arranje algo de comer para o menino. - Sim.

- Se atrasou, tive que fazer parte de seu trabalho. - Tinha que acabar algo.

- Procure uma cama na casa para voc�. - Certo.

Continua procurando o cravo?

- A ferradura n�o tinha nada de errado.

Foi o que imaginei.

- Voc� ainda a tem, n�o? - Se a tenho?

- N�o a tem?... - Oh, oh, sim... assim creio.

Contou a algu�m sobre isso?

Ora, n�o. pelo menos que me lembre.

- Quero que saiba que te agrade�o muito o que voc� fez por mim.

- N�o foi nada, na verdade. Oh, sim...

- Sim, eu n�o tinha nenhum direito de fazer.

- De todo modo, foi muito am�vel de sua parte.

Diga-me,

estou desvairando? - N�o, n�o, achei amoroso.

- Por qu�? - Bem... do que estamos falando.

- Do seu presente, eu suponho.

Escuta, n�o se ofenda, mas... h� antecedente

de pessoas com deficit mental em sua fam�lia?

- Parece haver certa falta de mem�ria. - Bom, n�o importa, j� pode me devolver.

- Oh, n�o, queria guard�-la para sempre. - Para sempre? Por qual motivo?

- Como uma lembran�a. - Deve servir para pendurar um homem.

Espere um momento! O que foi que me deu? Uma corda?

- Esta manh�, no cocho, lhe pus uma bala na m�o.

- Como?

Foi a bala que matou Bob Tyrell.

- D�-ma, menina, pois necessito dela! - Ela n�o tem a bala. Sou eu que a tenho.

Eu devo parecer um tolo, n�o se parecem em nada.

- Perd�o, retiro o que disse sobre doen�a mental. O retardado sou eu.

- Oh, n�o se preocupe, isso te assenta bem.

- Pode-se confiar nela? - Eu espero. Ela � minha irm�.

- Sim, foi o que pensei. - Voc� a confundiu comigo.

Venha!

- Ol�, preciosa! - N�o me falta quem me adule.

- O que te passa? Acaso te aconteceu algo? - Quando um homem faz algo,

deve procurar faz�-lo bem.

- � carinho, veja como est� mal montada!

Vou consertar isso.

- Terminou de correr a manada?

Vou arrumar. Levante a perna.

- N�o encontrar�, j� n�o est� ai. - Ah, sim? Onde est�?

- Onde eu puder encontrar, se quiser. - Oh, sim, pois deveria querer, n�o �?

- N�o me diga o que fazer! Aqui voc� � s� um trabalhador, nada mais que isso!

- S� isso? Venha!

- Est� bem, conseguirei tua bala. - Assim gosto mais.

- Sempre obt�m o que quer de mim. - � bom para voc�.

- Deveria ficar por aqui. A cidade precisa ver um pouco de ordem.

- Creio que est� em ordem agora. - Ser� melhor lhe trazer a bala.

- Espere um pouco...

- Guarde-a para mim.

- Ol�!

- Ol�. Inskip n�o est�. - Obrigado!

- Estou praticando.

Posso assistir?

- Esteja � vontade.

- O meu amigo Bob Tyrell, foi morto aqui ontem.

- Servi�o de pistoleiro, um tal Brazos Kane.

Bob estava atr�s de ladr�es gado que roubavam ranchos pequenos.

Me disse que o amea�aram. Como quase sempre que se trabalha

para um rancho importante.

Por isso eu estou praticando. - Ou�a, Bill... me chamo Johnny O'neal.

Acredita que ter� tempo para atirar assim? Por que n�o tenta sacando a arma?

Sacando-a? Como?

- Coloque... este cintur�o... pertenceu a meu companheiro.

- Coloque-o, ele n�o se importar�. - Bem...

- Coloque-o!

- Est� bem. Mas isso � uma l�stima.

- Por qu�? - Quando matar a esse Brazos Kane,

sabe que ser� um homem marcado? Todos b�bado no pa�s v�o te desafiar.

Mantenha a m�o aberta ao correr-lhe e arraste-o suavemente.

- Que tal? - Fa�a mais lento v�rias vezes.

N�o se pode matar um homem e esquec�-lo.

Aquele que voc� matar ter� amigos, quantos mais matar, mais inimigos ter�.

Pode ser que fique famoso ou acabar sob a terra.

- Eh! Eu consegui! - Ponha o dedo no gatilho e puxe o percursor.

E aperte o gatilho quando supor que vai acertar.

V� como � f�cil?

Depois de um tempo, quando for famoso, e se estiver vivo, at�

seu melhor amigo, ver� que est� obrigado a te desafiar e te matar se puder.

- Oh, voc� est� exagerando!

- Que pode ser melhor que isso? Obrigado, senhor!

- N�o foi nada...

- Espero que mude a ideia sobre Brazos Kane. - Por que se preocupa com ele?

Eu n�o posso evitar, eu sou Kane.

N�o fa�a isso... por favor.

N�o fa�a isso!

Essa � outra li��o. O que eu falar deve ouvir sem pensar muito tempo.

Johnny, eu n�o matei o Bob. Vamos, tem que curar isso.

Bess! Jane!

- Isto � o que eu estava dizendo. Este � o oeste dos Estados Unidos.

- Isso?

- E isto � o leste das Rochosas, s� uma grande pradaria, para�so dos b�falos.

Antes era o para�so dos vaqueiros, mas perdemos tudo.

Primeiro chegaram os pequenos rancheiros, depois as cercas, os arados...

e agora os pastos desapareceram para sempre,

e o vento varre as pradarias, noite e dia.

- Os rapazes escavaram um novo abrigo justo a�...

- E agora outra vez o problema de sempre. Os pequeno rancheiros v�o cercando terreno,

depois entram com os arados, e cultivam a terra at� que os pastos desapare�am.

Sabem de uma coisa? Creio que esse fen�meno ocorre

como uma das coisas mais significantes que temos tido por aqui.

- Voc� disse que passa os dias com eles! - Ou�am voc�s duas, estou cuidando

para que ningu�m acabe com os pastos e os mantenha intocados.

Mas, voc�s est�o conscientes dos terr�veis acontecimentos

que poder�o encontrar algum dia depois de minha morte?

- Onde? - Trabalhando na venda de bebida!

- Sabe o que eu gostaria de aprender?

- Quando quer ver o potrinho Sr. Banner? - Agora � um boa hora.

Estudem o mapa!

- Est� t�o estranha, algo errado contigo? - Claro que sim.

- � melhor esquecer esse Bard McKey. - Nosso pai tamb�m foi um cowboy!

Eu sei, mas isso � diferente. - E esse estrangeiro a quem tanto olha?

- Brazos? Oh, eu s�...

- Voc� gosta dele, hein? E ele j� sabe?

- Talvez eu possa seduzi-lo. - Com essas cal�as de montar?

Por que n�o p�e um de meus vestidos? Qualquer um que queira. Menos o de seda.

Bess, tem algo de errado com voc�!

- Que te ocorre agora? - Por aqui � dif�cil encontrar ajuda,

todo mundo trabalha para Banner, e quando encontra

um pequeno rancheiro como eu, o arru�na como se fosse um dom do c�u.

Ele � muito diab�lico, por isso tem tanta terra; tanta terra

que quase tudo que o rodeia tamb�m � sujo.

- Melhor para suas filhas. - N�o s�o nada mal, hein?

- Fala como Johnny: Essa Bess Banner � t�o bonita

quanto um potrilho rec�m nascido na baia dum pobre.

- Suponho que deve ser mais bonito ter umas cabe�as

de gado e um rancho pr�prio. - Sim,

sempre que isso n�o te mate na cama.

- Sabe que n�o temos a menor ideia de quem matou o rapaz?

- Sim, j� temos. Venha aqui.

Estive procurando pistas. Os dois cavaleiros que vi, n�o tiveram

muito cuidado quando pisaram por ai. - Eu n�o vi nada.

Passaria isto por nada.

Quem usa botas como esta? - Feita sob medida.

- O que significa que n�o h� outra igual.

- Esta bota n�o foi comprada em Bannertown, n�o tem na loja.

- E os pequenos rancheiros?

Aqueles rapazes nunca viram uma bota em sua vida!

- Poderemos encontr�-lo? - Encontrar-lhe?

- Com essa prova teremos que encontr�-lo! Sim!

- O que ela quer? - Aquilo? Depender� de quem seja.

- Ol�! Como voc� est�? - Bom. Eu s� vim aqui para...

Pensei que... - Por qu� n�o se apeia?

O jantar est� pronto. Tem biscoitos. - N�o, obrigado.

O meu pai quer saber se pode contar quantos

animais o Sr. Inskip tem abaixo da montanha.

- Johnny tomou esse n�mero esta manh�.

- Oh ... eu n�o sabia.

- Falando melhor, estou buscando um cravo de ferradura.

- Acabo de colocar todos os cravos no caf�.

- Por qu� n�o toma um caf�? - Oh...

bem...

Suponho que sim. Esta � uma ocasi�o muito especial, raramente venho por aqui.

Deveria vir com mais frequ�ncia.

- Digo uma coisa, os jeans nunca engancham. - J� me disseram.

Diabos... devo ir ver se temos bastante comida.

- Nunca leva armas? - N�o, n�o uso mais o cintur�o.

- N�o sabe quanto gostaria que dissesse o que pensa.

- Eu esperava que acreditasse em mim.

Um homem poderia tentar viver fazendo um trabalho

de cuidar do gado, e n�o lhe custar� muito dinheiro.

- H� um prado maravilhoso ao norte de Sycamore Creek.

- Sim, creio que sei onde fica. Julgo que j� passei por l�.

- Seria um bom sitio para montar um rancho, com pastos de sobra para os cavalos e...

- Assim � que eu penso que...

que haveria um est�bulo na curva do rio... - Justo como eu havia pensado!

- E levantar a casa mais acima, entre os altos sic�moros!

- Com duas fileiras de �lamos nos seis quil�metros do caminho que conduz a casa.

Sim, exato. E ai, onde... onde as corredeiras saltam pelas rochas...

- O que ocorre? - Me parece que teremos que colocar

muitas coisas em ordem antes de poder fazer uma coisa assim.

N�s conseguiremos.

Pode demorar mais do que aquilo que pensamos.

� Johnny!

- Ei, voc� foi atingido! - Sim, atiraram em mim, mas estou bem.

- Sente-se.

O que aconteceu?! - Tragam-no.

- Estavam levando meu gado! Os surpreendi em pleno roubo!

- Por que voc� n�o avisou? - Eu os persegui a manh� toda.

Sente-se, vou dar uma olhada nisso.

Ei, espere! Espere um momento. Esta � minha camisa!

- O bra�o tem conserto, mas o rasgo na camisa n�o cicatriza!

Eu cavalgava para Sleeper Gap e de repente vi um rebanho enorme.

Umas 800 rezes, guiadas por uma d�zia de quatreros

dispostos a lev�-las � alguma parte.

- E voc� n�o os permitiu? - N�o senhor, corri para eles, disparando!

Espere um momento. Talvez uma inspe��o nas marcas poder� parar com os roubos.

Ei, filho! Por qu� n�o faz isso amanh�?

Creio que sua ideia � boa. Tenho que ver um homem.

Brazos, chegou na hora! Quer um caf�? - Preto.

- Sim, vou lhe servir.

Este � o meu escrit�rio, certo? - � o que diz na entrada.

- Isso n�o nos importa.

- Brazos, creio que iria para a Calif�rnia. - Eu sou estranho, hein?

Faz-se! Por que v�o a Calif�rnia se tem tanto medo de ser pisoteados?

O gado de Inskip quase foi roubado ontem. Johnny os surpreendeu.

Por sorte, ele n�o pode reconhec�-los. - Por sorte?

- Se n�o fosse assim, eles o teriam seguido e o teriam matado

como fizeram com Bob Tyrell. - Isso s�o s� suposi��es!

Isso � assunto meu.

- Sou um agente profissional e n�o creio... - Mais vale que ou�a, se esse sup�e... bum!

Eu sei como voc� se sente. Mataram seu amigo, e voc� quer fazer algo a respeito.

Skinner, temos que governar este lugar com suas armas ou sem elas.

- N�o podemos deixar esse assunto aberto! - Pode reunir 50 homens

na cadeia e no port�o do curral, e se deixar nas minhas m�os posso solucionar

sem que voc� dispare uma arma. Supondo que descubramos o culpado.

- Tudo bem, de acordo. Temos um trato. - Que trato?

Voc� o disse... Voc� se ocupa de tudo sempre que o dever te chama.

- Ol�! - Diga-me, quem sou eu?

- Voc� � aquela selvagem.

- Pode me ajudar a levar isso ao padre? - Claro, vamos em frente.

- N�o leva armas? Por qu� n�o vai armado? - Por qu�? Voc� � t�o perigosa?

- Perigoso � voc�. N�o acho que seja o grande Brazos Kane, como dizem!

Senhorita, estou encantado de que pense assim.

- Voc� sabe, Johnny O Neil est� certo. - Johnny?

Me disse que voc� era mais bonita do que um vaso de violeta na orelha de uma vaca.

- E o que voc� lhe disse? - Para colocar panquecas.

- O que? - Creio que foi isso que lhe disse.

- N�o te entendo... comida � a �nica coisa que lhe interessa?

Acabei de me lembrar: h� algo mais que me interessa. Estou interessado em voc�.

- � mesmo? E muito? - Creio que me interesso em voc� mais

do que a ningu�m que j� usou botas.

- Quando foi que voc� descobriu? - Suponho que foi quando te vi cavalgar.

- Devido a sua forma de montar um cavalo. - Agrada-me que tenha gostado.

- Jamais vou esquecer sua silhueta, recortada contra a luz do entardecer.

- Entardecer? Onde foi?

Ali mesmo, no rancho de Inskip.

Eu nunca estive...

Padre, eu te trouxe uma cesta.

- Voc�s s�o muito am�veis. Boas pessoas. - Quer ajuda, padre?

- N�o, obrigado meu filho, eu posso sozinho.

Por favor, lembran�as minhas ao seu pai e agrade�a por isto.

- Adeus filho. - Adeus, padre.

- Nunca fui ao rancho de Inskip! - N�o se lembra? Fa�a um esfor�o.

- Eu chegava nesse momento,

te gritei e voc� acenou com a m�o. - N�o era eu,

� imposs�vel. - Como pode esquecer, se foi

uma noite t�o especial? Foi quando mataram o Bob.

- Eu n�o estava nem perto do rancho! - Claro, claro, quem sabe me equivoquei.

Ningu�m aqui est� a acusar ningu�m!.

- Vai... vai subir? - Obrigado, mas acabo

de lembrar que passarei aqui o dia todo.

Adios, senorita.

Vinho para Brazos, especial.

Brazos, Brazos acorde!

- Vamos, � hora de comer. - Comi quando cheguei, h� um par de horas.

Comer � bom para a sua sa�de. O que voc� quer comer com o feij�o?

- Bom, pode ser qualquer coisa. - Qualquer coisa! Com feij�o qualquer coisa serve!

Susan, Maria, Pablo! Tragam o feij�o, com salada, tortilhas e tamales...

Tamales!

- Vai comer tudo isso? - Brazos pode comer qualquer coisa!

Uma vez o vi acertar num �ndio e numa codorniz,

para o jantar, os dois com o mesmo disparo.

- Como voc� cozinhou o �ndio?

- N�o cozinhei o �ndio, para qu�? Cozinhei a codorniz!

- Est� surpreso em me ver? - N�o muito.

- Quem sabe estava me esperando, heim?

- Estava esperando algo, mas n�o sabia que era voc�.

- Sinto molest�-lo, mas sabe, aqui estamos dispostos a matar muitas coisas.

- Estou certo disso.

- H� duas coisas que n�o gostamos muito. - Quais?

Por exemplo, temos nossos modos de como devem falar com nossas garotas.

- � compreens�vel. - Voc� disse a Bess Banner

que estava no rancho de Inskip quando n�o devia estar.

Quando um homem diz essas coisas nos sentimos muito mal.

- Seria uma l�stima ter que voltar a repeti-lo.

Sim, seria. Mas voc� n�o poder� faz�-lo, pois j� se vai.

- Te digo que nunca tinha visto um homem sair dessa cidade t�o depressa.

- Sinto muito por ouvir isso.

E como... isso deve demorar, mas alguns pensar�o

que n�o posso disparar em voc�, estando desarmado.

Para mim isso parece ser uma besteira, voc� n�o?

Possivelmente, n�o creio que o fato de lhe meter

uma bala no corpo v� mudar muito a minha felicidade.

Totalmente de acordo. - Me alegro. Deseja perguntar algo mais?

- N�o, j� sei tudo que necessito saber. - Me alegra.

Se isto � o que estava comendo, n�o teremos por que preocupar-nos.

- Voc�!

- Voc� procura por mim? - Procuro o xerife.

O xerife est� fora da cidade. Se quer algo, sou eu quem est� de servi�o.

- Pode ocupar-se de uma acusa��o de assassinato

se eu lhe der as provas? - Contra quem?

Mar Mackey, por exemplo. - Bard Mckey?!

- Sim, sabia que lhe surpreenderia.

- N�s dois sabemos mais do que nos conv�m, n�o � verdade?

- Devia t�-lo enforcado naquele dia!

Diga ao seu chefe que as coisas est�o correndo bem assim.

Brazos... d� a volta!

J� tenho te aguentado bastante!

Eu me ocuparei dele, como com Paka Winters, em Dodge.

- Como voc� quer? Pode ser agora. - Deixe-o ir.

Cuide de voc� mesmo. Quem sabe necessite de voc� mas tarde.

Que idiota! Estava jogando bem as cartas obrigando Bard Mckey a atacar,

mas, por que tinha que discutir com esse Jonte? Agora isso ficou bem ruim.

Estou limpando o rev�lver de Bob para voc�.

- Do jeito que est�o indo as coisas... - Isso est� bem, Johnny, mas...

- � um bom rev�lver. - Eu sei.

- Obrigado, mas vou te dizer algo que pode fazer por mim.

- Levar uma mensagem a Jane Banner. - Jane, heim?

- Sabe de uma coisa? Essas irm�s s�o mais bobas que um traseiro branco de um �ndio!

- Sim, sim...

- Diga que quero v�-la, quando mais tardar, esta noite.

- Tem uma irm�, poder�amos... - N�o � uma festa, guarda algo para mim.

- Mechas de cabelo? - Algo que preciso para enforcar um homem.

- Ah, um poste de tel�grafo? - Sim, um poste de tel�grafo.

- J� tenho a bala. - Sim, bom, � um pouco tarde para isso.

Voc� n�o pensa que podemos deixar com vida

um homem que sabe que voc� viu quem matou o Bob?

O que voc� lhe disse? - Disse-lhe para deixar a cidade.

- Voc� acha... que ele vai... ?

- N�o, suponho que n�o. Isso s� mostra que temos de convenc�-lo � for�a.

- Isso sem ele estar armado?

- Esse � um problema em suas m�os. - Isso n�o acabar� nunca!

Inskip e Johnny lutar�o, n�o permitir�o que v� sozinho.

- Ficar� melhor se conseguir que venha s�. - Eu n�o irei! � muito melhor que voc�!

� seguro que te mata. � certo!

Escuta, seu pai tem lutado muito, h� muito tempo por estes pastos.

H� partes deste pa�s pelos quais teve que pagar um pre�o bem alto.

Um homem morto por milha.

- N�o vale a pena! - O que seu pai levantou

n�o foi s� um rancho, � mais que isso, � como um reino.

E sabe para quem o construiu? Para n�s dois.

� claro, construiremos algo num canto para sua...

- Ol�!

- Te disse muitas vezes que n�o andasse por aqui!

E isso vale tamb�m para o sul do Colorado e Novo M�xico tamb�m.

E outros extremos das pastagens? Kansas e Nebraska?

- Bem, pois eu... Se fosse por mim, tampouco poderia ir um dia neles!

- Esta certo!

- Escuta Johnny, creio que... - Deus, sabe de uma coisa?

- Hoje est� mais bonita que uma cesta de torta de lim�es e um ramalhete de flores.

- � muito am�vel.

- Eu pensava no caminho... - Por que n�o leva a torta a outro lugar?

Escute, escute... Brazos tem que falar com Jane, � muito importante,

sen�o acontecer� algo terr�vel.

- Est� bem, vou lhe dizer. - Sabe aonde pode ser?

- �... na antiga miss�o, depois do jantar.

Agora, por favor, v�-se daqui.

- Todo mundo daqui at� o M�xico sabe que desafiou o Bard Mckey.

- Reconhe�o que estou jogando uma m�o um pouco alta, Johnny,

mas... neste jogo ningu�m corta o baralho duas vezes.

- O que ocorre?

- Coloque o lampi�o no prego.

Ficaremos melhor no escuro.

- Ei, Brazos Kane est� ai dentro? - Depende de quem o procura!

- Lhe trazemos uma carta de Jos�! - Jos�!?

Um momento... vou pegar um lampi�o

� melhor que n�o v�. Sen�o todos estar�o atr�s de voc�.

De que lhe vale ir a miss�o?

- Assim, uma noite muito calorosa. - Voc� gosta deste tipo de clima?

Um momento...

Continuo pensando que voc� e sua irm� n�o se parecem tanto.

Sempre a minha irm�... Achei que ela estava me aprontando!

Por�m, me alegro de ter vindo.

- Quero que Jane fale comigo. - N�o posso falar eu mesmo?

- Estou vendo, voc� tamb�m quer que eu me v� da cidade, n�o � assim?

- N�o exatamente.

- N�o teme que eu n�o me sinta bem-vindo? - Voc� � bem-vindo!

- Voc� s� deve deixar que isso esfrie um pouco.

- Voc�... quer que eu desapare�a por uma temporada?

Por que n�o? Voc� tem muitos inimigos Brazos.

- Tenho pensado em Billy Aunt. - E Bard Mckey?

- N�o subestime Bard Mckey! Pode conseguir

muitos homens para lutar contra voc�.

- Ele pode fazer isso, estou certo!

- Veja, disse que se interessava por mim. O quanto se interessa?

- Tudo o que for necess�rio, � o que sei.

- O bastante para se livrar dessa confus�o, se eu prometer...

- Quer dizer, se eu me for como vento fresco?

- Melhor como vento fresco, do que morto!

- Melhor para quem?

- N�o creio que est� pensando em ficar? - N�o.

- O que pensa que fa�o aqui?

- Tem outro motivo. O que est� ocultando?

- Te juro que s� quero que se v� daqui agora.

- Est� enamorada de Bard Mckey? - Imagine se estou enamorada de Bard Mckey.

- J� estava esperando. Johnny veio me buscar

e me disse que voc� estaria aqui.

- Teve problema para nos distinguir, Brazos?

- N�o, nos distinguiu muito bem.

J� n�o importa, agora tem a uma de n�s duas.

Estava equivocada com voc�, e n�o tive tempo para me dar conta.

Eu n�o gosto tanto de pistoleiros, como Bess.

Ao menos sei o que me conv�m!

- Se quer ir � corrida com ele esta noite, eu ajudo.

- S� est�o dizendo besteiras.

- A �nica coisa que me interessa � a bala.

- N�o a tenho. Joguei-a no meio dos arbustos o mais longe que pude.

- Acredita agora que te abandonei? - N�o creio em nada que disse esta noite.

Agora sei onde esta bala est�.

Por que queria que nos f�ssemos, se est� enamorada dele, sei que est�?

- Prefiro que v� com ele, como forma de acabar com tudo isso.

- S� isso?

Eu sei que voc� pegou a bala, e por qu�.

- Voc� disse a algu�m? - Voc� sabe que eu nunca faria isso.

- Oh, Jane, eu sinto, por tudo... - N�o temos mais nada para falar.

Veja s�, bendita seja senhorita Bessie! Bem a tempo. Veja, veja, p�o de gengibre!

- Acabo de faz�-los, n�o sei como sa�ram - Sr. Inskip, tenho que encontrar Brazos!

- Aqui n�o est�. Tome, prove um pouco... - Eles o est�o procurando.

- Sim, sim, eu sei, eu sei, querem mat�-lo,

j� tinham me contado. - Ele est� armado?

- N�o que eu saiba... olhe!...

quer saber o segredo deste p�o?

- N�o poderia convencer o Brazos que se v� da cidade?

- � a �nica coisa que Bard Mckey quer.

- Oh, sim... espere um momento irm�...

Por que agora est� interessada em Brazos?

Porque...

Porque estou apaixonada por ele.

E n�o gosto que insista que lhe matem. Deveria ir-se.

- N�o se preocupe, ir� quando chegar o momento.

- Mas n�o h� tempo para isso. Agora mesmo Bard Mckey est�

esperando em Monument Rock com enorme destacamento!

- Ah, e voc� estava l� com eles, n�o �? - E isso o que importa? O caso � que...

- Diga-me, para que a mandaram aqui? - N�o me mandaram aqui!

- Deve ter uma raz�o para fazer isso. - Eu s� pretendo avis�-lo!

Isso n�o me parece pr�prio, mas � pr�prio deles enviarem uma garota

para convencer um homem desarmado... - Se n�o adianta que lhe diga nada....

como... Brazos Kane? Ou quem sabe, Bob Tyrell?

Se n�o quer fazer caso, o que acontecer ser� por sua culpa.

- Quem est� em Monument Rock? - N�o importa!

- Suponho que nos dir� que n�o o encontrou. - Com efeito, assim �!

- Demorou, n�o �, pelo tempo que levou? - Inskip estava l�.

- Falamos de p�o de gengibre! - De p�o de gengibre?

- Fez um pouco e queria que eu o provasse!

N�o sabe nada de nada!

P�o de gengibre?

N�o nos faria mal ca�ar algo para jantar.

Por qu� n�o sobe a p� esta colina e v� o que pode arranjar?

- Ca�ar? - Sim, ca�ar.

Mantenha sua cabe�a no trabalho, para isso te pago ou n�o.

- Para ca�ar. - Sim, para ca�ar.

- Monument Rock... Muito bem!

- Ol�! - Ol�!

Ol�aa!

- Ol�, est� se escondendo? Saia desse esconderijo e

me deixe ver sua cara, se n�o tem vergonha!

Saia! Quero ver a cara do homem que matou Bob Tyrell!

- Sei quem s�o voc�s!

- Hei-de apanhar-vos!

Vamos!

Sr. Inskip!

Brazos! Brazos!

O que aconteceu? O que houve?

- Onde est� Brazos? - L� dentro..

- Estou te procurando o dia todo.

- Inskip? - Sim.

- Voc� est� indo, certo? - Ainda n�o.

- Colocou seus rev�lveres. - S�o os de Inskip.

- Sei que vai procurar Mckey. - Ah, sim?

- Bard n�o fez isso.

Falei com Inskip esta manh�, e Bard estava comigo desde ent�o.

E isso prova algo, n�o �?

- Ir atr�s de Bard n�o lhe servir� de nada.

- Isto n�o � s� um rancho de gado, isto � um imenso reino.

Voc� percebe porqu� n�o pode entrar na cidade?

- Deve me dizer um pouco mais claro.

- N�o posso dizer mais. - Eu sei quem pode.

- N�o o Bard...

vai precisar matar-lhe pouco a pouco. - N�o, n�o creio que ele fale...

mas eu sei de algu�m que falar�.

Se voc� se for, irei com voc�. Irei com voc� agora mesmo,

aonde seja que voc� for daqui. - Tem ideia de como viaja um foragido?

- Homens de guerra levavam mulheres, e conseguiam manter sua marcha.

- N�o sou muito diferente de Jane, Brazos.

- Te recompensarei de todas as maneiras... - Faria tudo isso por Bard McKey?

Tudo o que tem feito � por ele, n�o � verdade?

Seria inclusive capaz de ir com outro homem para ajud�-lo.

- Voc� n�o entende.

- Quando se ama um homem,

por pior que ele seja... - Eu entendo.

- Entendo isso mas, sabe que isso... s� pode ter um final.

- Sim, eu sei.

- N�o me restou nada, nem aqui nem em nenhuma parte...

- Por favor, n�o o mate, Brazos. Por favor, n�o!

Brazos, posso usar minha m�o. Me deixe ir com voc�.

A marca das armas, Johnny. N�o se pode remover.

Brazos, me alegro de te encontrar! Brazos, n�o deve entrar nesta cidade.

V� essa rua? O qu�o tranquila ela est�?

A cidade n�o parece estar cheia de homens.

Pois est�. N�o diria que � s�bado � noite, at� que escute seu sil�ncio.

- Um grande sil�ncio, sim. - Nem gritos, nem agita��o, nem m�sica.

Me lembra o momento em que o cavalo se acalma,

justamente antes se arremeter e arrebentar.

- Parece um aviso. - Sim, � um aviso, para um homem que ser� morto.

- Brazos, todo este sil�ncio � por voc�. - Acho que j� te vi antes tamb�m.

- Onde est� Jonte? - Oh, n�o v� se meter com Jonte.

- No outro dia, os vi brigando na rua, n�o agi por que estavas desarmado,

mas com armas...

Lembre-se que o distintivo que tenho no peito n�o morre.

Se levanta de novo e te busca outra vez

preso na camisa de outro homem.

Se atentar contra um agente da lei, terei que ir atr�s de voc�.

Eu n�o terei outra op��o.

- Sim, eu j� sei. - Agora, v� onde quiser,

eu n�o vou olhar para tr�s.

Adeus, Xerife...

- Brazos Kane acaba de entrar na cidade! - Eu vi onde deixou seu cavalo.

- Coloquei dois homens para vigiar. - Isso n�o � suficiente para ele.

- Sabe o que veio fazer?

- Acho que ele est� te procurando. - N�o sou dif�cil de encontrar!

- Bem rapazes, parece que esta noite � noite de buscas.

- Quero que circulem pela cidade, em grupos de dois ou de tr�s.

Assim que o acharem, v�o me buscar no escrit�rio do xerife.

- Bem, invadiu a boca do lobo. Suponho que sabe que ser� preso?

- Tem muitos homens por a�. - Demasiados, para um homem s�.

- Suponho que se eu disparar, o fogo se alastra pela porta?

- Voc� pode apostar nisso.

- Vamos verificar.

- Est� tranquilo, preparando uma bebida. - S� est� limpando sua arma.

- Eles n�o se atreveram, hein? - Eu n�o penso em sacar, Brazos.

Pois deveria, porque eu vou disparar em voc�.

- Abaixe as m�os, d� uma olhada na rua. - Vou manter as m�os onde eu quero!

- N�o vou lutar com voc�! - N�o precisa. S� tem que falar.

Eu n�o tenho nada para lhe dizer.

- N�o pense em meus disparos, conte os de minha arma.

- Voc� est� bem Bill?! - Sim, sim, muito bem!

- S� estou atirando num rato. V�o fazer o que lhes disse!

- Um momento! O que vai fazer? - Bra�o esquerdo ou o ombro?

- Eu falo. - Estou ouvindo.

- Banner � quem procura. Todos trabalhamos para ele,

salvo Kinkaid que voltou atr�s. - Por que mandou matar Bob Tyrell?

- Bob os surpreendeu enquanto roubavam gado de todos os ranchos.

- Bom, isso me basta. - Vire-se.

- L� est� ele! � Brazos! - Atr�s dele!

� Johnny!

Sim, Brazos... Manter a m�o...

aberta, e ent�o... sacar...

Assim...

Jane!

- Tinha esperan�a de encontr�-la aqui, Jane.

- Me diga, voc� viu algu�m? - Eu n�o.

- � uma noite muito estranha, t�o quieto...

- Oxal� pudesse conserv�-la assim. - Talvez n�s dois pud�ssemos conseguir.

- Brazos, por que pegou as armas de volta? - Tinha que desmascarar Jonte.

- Ele me contou a hist�ria toda, Jane. - Eu sabia tamb�m; Bess me contou tudo.

Brazos.... Por favor, n�o arraste o meu pai.

Eu sei... reconhe�o que se equivocava muito mas,

mas tudo que ele fazia era por Bess e por mim.

Como posso... odi�-lo e lhe desejar a morte,

se tudo que fazia era pelo amor que tinha por n�s?

- Eu n�o posso te pedir isso. - E eu posso te pedir?

- Temo que n�o.

- Mas.. mas como... isso vai levantar uma terr�vel cerca entre n�s.

- Brazos, tem que haver alguma maneira de derrub�-la.

- Tem demasiadas formas de fazer, Jane.

- Ou�a!

- Est� tudo bem, n�o � nada.

- N�o recorda o que me disse? O pa�s est� mudando e n�s n�o precisaremos de armas.

Eu estava errado. Est� mudando sim, mas a troca veio tarde demais para n�s.

- Voc� v�? � uma luta da qual n�o pode escapar.

- N�s sempre podemos guiar-nos por isso.

- N�o h� um s� homem feito voc�! Nem sequer est� seguro comigo!

- Est�s tirando tua vida, e destruindo a minha tamb�m.

- Acredita que vou viver, se voc� morrer? - Sinto Jane, as coisas tem que ser assim.

- Entendo por que voc� s� tem uma resposta para tudo: As armas!

- Inclusive at� meu pr�prio pai... - Essa � uma maneira de ver.

- Ent�o tudo era um monte de mentiras! N�o passa de um assassino e sempre ser�!

E nunca poder� mudar isso.

Estou preparado para acreditar em voc� agora.

- Sabe que n�o poderei voltar a viver aqui, nem falar com voc�.

- Eu fiz tudo que estava em minhas m�os.

Todas os homens que temos est�o procurando-o.

- Acha que v�o traz�-lo? - N�o precisam trazer, apenas ach�-lo.

- Esse homem � meu. - Chefe, um cavaleiro trouxe um recado.

- S� n�o sei o que �. - Ok.

- Espero que seja onde est� Kane. - Espero que se canse

de disparar tanto tiro algum dia, Bard.

- N�o teve sentido matar Inskip. - Oh, n�o quer�amos mat�-lo, foi um erro.

- Est� igual, ele est� morto.

- Voc� vai para algum lugar? - Sim.

- Vai passar a noite?

- Mais que uma noite.

- Estava pensando que deveria fazer uma viagem.

- Por aqui est�o passando algumas coisas desagrad�veis.

- Bess tamb�m vai?

Eu n�o sei o que Bess vai fazer. - Onde voc� vai estar?

- Eu n�o sei.

- N�o sabe?... Oh, n�o precisar� dessas luvas com esse tempo.

- Vai voltar antes de...

- A sua primeira boneca. N�o pude te comprar uma de verdade

ent�o fiz essa de um peda�o de raiz.

- A� voc� cravou seus primeiros dentes.

- Quando voc� tinha dois anos eu te trouxe outra.

- Eu a trouxe de Dodge, em meus alforjes.

- Mas ela n�o tinha roupas.

- Assim, arrumei l� e algod�o e n�s dois lhe fizemos um bonito vestido.

- Oh, papai, por favor n�o!

- Brazos Kane vem novamente! - Kane? Est� cercado, ele est� louco?

- Est� perto, a menos de meio quil�metro, e cavalga direito at� aqui!

- N�o posso acreditar! N�o � normal nestas circunst�ncias.

- Por que n�o viu como ele fez com Billy Jonte.

- Como quer que lhe aplique a lei? No est�mago ou entre os olhos?

- Pessoalmente, prefiro o est�mago, mas... - Cale-se!

- Vou enfrent�-lo.

- J� te lhe disse que ele � meu. - Demos a ele muitas oportunidades

para ir embora. Devia aproveit�-las

Parece que n�o � o que ele quer. Para mim, perfeito.

Deve haver outra sa�da de tudo isso, tem que haver!

- Estamos em posi��o de ter que nos defender, suponho.

- Creio que n�o o conheceram!

- Temos ordens do escrit�rio do xerife. - Poder�amos ter paz em nossos pastos

a n�o ser por esse homem. - Sempre e tudo mais, verdade?

- E n�o necessitamos de seus conselhos.

- Sei tudo o que voc� fez! Queria ir te fazendo crer que

n�o sei nada, por�m eu sei! - Voc� estava falando com Kane?

- Estava falando com a minha irm�! - Sim? E o que ela te contou?

- Eu n�o posso ficar me escondendo sob dois chap�us e uma marca assassina!

- Como se atreve a me dizer isso? - Olha, � hora de uma consulta mais s�ria.

- Orkut!

- J� me parecia que tinha algo errrado com sua reputa��o, Brazos.

- Pelas costas, heim?

- Vire-se.

- Pode sacar, quando quiser.

N�o, n�o!

Brazos!

- Jamais pensei que poderia me trair. - Tenho tentado lhe dizer...

papai, tenho tentado! - Suponho que devo crer.

H� partes deste pa�s que se tem que pagar com um homem morto por quilometro.

N�o vale a pena Bard, n�o vale a pena!

Brazos!

- Est� bem, abaixe essas m�os.

- Obrigado. - N�o h� de que.

Bard Mckey e Hen Orkut est�o mortos.

- E posso apresentar provas contra Banner.

- J� foi apresentado Brazos, e contra sua filha Bess, tamb�m.

- Quem? - Meu irm�o.

A verdade parecia jorrar pelos buracos que voc� fez em Jonte.

- Vou te perseguir desde daqui at� a Calif�rnia,

onde eu n�o tenho jurisdi��o, � certo.

Desta vez eu te digo seriamente, se v� daqui.

Essas armas n�o ter�o mais entalhes na sua coronha.

N�o estou orgulhoso de n�o ter podido viver sem elas.

Sinto muito e me envergonho.

Agora s� me resta uma coisa por fazer: Voltar a tentar:

num outro qualquer lugar.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.