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Original subtitles

A CRIATURA

H� pessoas sendo mortas,

e creio que a Investiga��o da Marinha sabe porqu�.

Firme nesse leme!

Tentaram deter esta criatura h� 25 anos!

Sou capaz de ter a �nica prova da exist�ncia dessa criatura.

CARA�BAS

Bem-vindo � ilha Dente de Tubar�o, tenente.

Espero sinceramente que tenha me arrastado de Washington

por uma raz�o que me cause surpresa, 2o. tenente, se n�o, voc� j� era.

Sim, tenente!

H� quanto tempo est� nesta ilha cuidando deste projeto?

H� nove meses, tenente.

Nove meses? J� podia ter tido um beb� nesse tempo.

Veja s� o tamanho deste local!

A Marinha n�o poupou despesas, tenente.

Vejo que n�o.

Que barulho � este?

� o gerador da c�mara de recompress�o, tenente.

Por que n�o usa uma parte dos dez milh�es de d�lares

para consertar essa porcaria?

- Tenente. - Pois n�o!

Pra que droga serve todo esse equipamento?

Foi por isso que o senhor veio aqui saber, n�o foi?

Tragam! Tragam mais perto!

Dr. Bishop, tenente Richland.

Eu sou o oficial supervisor do projeto.

Pedi mais dinheiro a Washington, e me mandam um garoto.

A sua experi�ncia com golfinhos j� custou milh�es de d�lares

� Marinha norte-americana. Agora, est� pedindo mais ainda.

Para maior seguran�a e prote��o?

Vejamos... O que � que n�o est� seguro, Dr.?

O que � que n�o est� protegido?

Abra isso.

Mas que droga...?

Se eu fosse o senhor, n�o

fazia isso, tenente.

"tursiops carcharias", tenente.

Sim, golfinhos. E ent�o? Onde � que est� o perigo?

Escute bem. "tursiops carcharias".

Um golfinho e um tubar�o. Afinal, conseguiu. Mas como?

Atrav�s de um processo muito semelhante � hibrida��o, tenente.

Peguei enxertos de duas plantas distintas

e juntei-os para criar uma planta nova, totalmente nova.

Mas este � um tipo de h�brido especial.

- Peniston! - Sim, Dr.?

- Traga-os para c�. - � pra j�, Dr.

S�o altamente sens�veis ao som.

Foram treinados com estes respondedores de sinais.

Meu Deus!

Respondem a est�mulos eletr�nicos espec�ficos.

Em m�dia, ret�m 41% do intelecto dos golfinhos,

o que os torna pass�veis de serem treinados.

O instinto para ca�ar a presa � t�pico de um tubar�o.

Se soltarmos estes h�bridos nos campos de arroz de Vietnam,

os Vietcongs nem v�o saber o que os atingiu.

Se os tiv�ssemos h� um ano e meio na patrulha Delta,

ainda tinha dois dos meus melhores amigos comigo.

J� o deixamos admirado, tenente?

O que tem ali? Outro h�brido?

O som do sinal de ataque o estimulou.

Estimulou quem? O qu�?

Aquilo, tenente, � uma experi�ncia especial.

Foi por causa daquilo que o chamamos aqui.

� por isso que precisamos do dinheiro extra,

para prote��o e seguran�a, tenente.

Tenente, conhece a teoria de que a ontogenia recapitula a filogenia?

O qu�?

A ontogenia recapitula a filogenia.

Todos os organismos repetem

as suas etapas evolucion�rias de gesta��o.

Dr. Bishop...

� isso que ele est� fazendo.

- Ele est� aprendendo. - Travem esse leme!

Sim, senhor! N�o consigo, senhor!

Agarrem esse leme!

Peniston, que droga se passa aqui?

- Tragam os aguilh�es! - Sim, senhor!

Disparem!

Disparem!

Tragam os aguilh�es!

Peniston!

Est� matando todos os h�bridos!

Tirem ele dali!

N�o! Parem!

Dr. Bishop!

Peniston, levante esta coisa!

Dr. Bishop!

Vai descer! Vai descer!

Est� indo para o mar.

Para o mar? Peniston!

Peniston, o que est� fazendo?

Mate-o, Peniston! Seja o que for, destrua!

Est� ouvindo, Peniston? Mate-o!

Peniston? Peniston, est� ouvindo? Est� ouvindo?

Peniston, est� ouvindo? Fala Richland. Mate-o agora!

Lamento muito... Lamento muito...

ATUALIDADE

Tubar�o-branco!

Est� subindo.

Como estamos, Tall Man?

Os tubar�es-brancos parecem estar bem comportados.

Ficam na correnteza, entre os dois pontos.

Sim, tem raz�o.

Podemos reduzir a �rea na zona deles em quase 800 metros.

Isso vai deixar os habitantes locais contentes.

Vai mesmo.

Que tique-taque � este?

A Delta 4 est� com um problema.

O que se passa com ela?

Parece que encalhou em qualquer coisa.

O que acha que �?

Um arpoador. 035. Quem ser�?

Aquele � o barco do Ben Madeira.

Ora, Chase, n�o v� se meter com ele.

Me d� licen�a por um segundo.

Aguenta a�, Tall Man.

Capit�o!

Aquela coisa maldita saiu da cadeira!

Bobby! Hei, Bobby!

Est� com alguma paralisia cerebral?

Tira a porcaria dos fones e ajuda o homem!

Sr. Madeira...

Ol�, Ben.

N�o me venhas com conversa mole, Chase. Cai fora daqui!

O que � que est� beliscando?

O maior tubar�o-branco que alguma vez j� se viu!

Voc�s parecem muito saud�veis.

Algum amigo ou parente j� morreu de c�ncer?

Chase...

Os tubar�es n�o morrem de c�ncer.

Estou tentando entender porqu�. Calma, Chase.

Se afasta! Estou avisando.

Me chamo Dr. Simon Chase.

Tenho um instituto de pesquisa de tubar�es.

Est�o vendo aquelas duas torres l� adiante? � o meu instituto.

Esse tubar�o-branco que est�o torturando at� � morte

� uma f�mea gr�vida.

Pusemos uma etiqueta nela e estamos estudando-a.

Gr�vida?

Fazendo isto, n�o est�o s� matando-a,

como tamb�m o beb� que traz na barriga.

� esta a sua ideia de esporte, meus senhores?

Este aqui n�o � o Bambi, rapazes.

� um tubar�o grande e tem�vel.

Se dermos moleza, ela o come com duas dentadas,

e s� se ouvem os seus gritos.

Continua a puxar, Frank.

Chefe, estamos pagando dois mil por dia para pescar aqui.

V� abra�ar suas baleias pra l�.

Sim, continue a puxar, Frank. Belo bon�.

Sem ressentimentos, Chase. Te mando um pouco de sopa!

Trabalho pra voc� h� quanto tempo? Cinco meses?

Respondi ao seu an�ncio para imediato e assistente,

quando mais ningu�m lhe dava cr�dito.

Quer chegar a algum ponto com isso?

Sim, sim...

Penso que j� me conhece bem para me dar aten��o,

quando lhe digo para pensar duas vezes

naquilo que est� pensando fazer e, depois, n�o faz�-lo.

Aquele tubar�o est� esgotado.

A �nica coisa que lhe passa pela cabe�a � comer seja l� o que for.

- Me traga o alicate, por favor? - Bogue fou.

S'il vous pla�t.

O funeral � seu.

Filho da...

Nem pense nisso, Ben!

Filho da m�e!

N�o veio! Ele cortou a linha!

Diga ao seu patr�o que acabou de trope�ar

num grande tronco de madeira.

Tall Man...

Devia t�-la visto. Era linda. Espero que encontre a sa�da daqui.

Inacredit�vel, cara.

J� sabe, assim que se espalhar que se meteu com um barco local,

n�o v�o pendurar sua foto na parede do bar.

N�o v�o n�o... V�o pendurar a sua cabe�a, isso sim.

- Que horas s�o? - Quase nove horas.

O avi�o deve estar aterrizando agora.

Caramba! Um de n�s tem de arranjar um rel�gio.

Voc�!

Adam, pensei que �amos ca�ar tesouros.

Sim, sim...

Quem � aquele?

Chase...

Se prepara pra ficar rico.

Adam!

Adam!

Firme! Estamos presos em qualquer coisa! � algo grande!

Toma, firme no leme. Seja o que for, n�o quero perd�-lo.

- O que � que fa�o? - Mantenha reto.

N�o grita!

- O que � isso? - Uma jaula.

Bobby, mantenha o passo, sim?

Aquele tubar�o-branco ainda est� por a�, e n�s vamos peg�-lo.

Caramba, rapaz! Por que parou?

Howlie, que est� havendo?

Sr. Madeira, deixei cair meus fones.

Droga! Sai da�. T� com medo do tubar�o te dar uma dentada?

Marica. Quantas vezes j� te expliquei, Bobby?

� a �ltima vez que vou pescar as suas coisas, Bobby!

Sr. Madeira!

Ajudem! Ajudem!

Sr. Madeira!

Sr. Madeira!

- Acha que estou bem? - Est� muito bem, cara.

Cuidado com o tanque de hidrata��o.

Max!

Vem c�! Credo... Est� ficando pesado.

J� se passaram dez meses.

Eu � que estou mais fraco.

Max, este � o Tall Man. Tall Man, este � o meu filho Max.

- Ol�, Amanda. - Chase...

Tall Man, esta � a Amanda, Amanda Mason.

Dra. Amanda Mason.

- Muito prazer. - O prazer � todo meu.

Com licen�a, tenho de cuidar disto.

Ent�o, voc� � que � o famoso Maxwell.

Apenas Max. Como assim, famoso?

Sabe, passo muito tempo com seu pai, sozinhos na ilha dele.

Depois de tudo o que ouvi a seu respeito, � famoso.

Anda, Max famoso.

- Este � o teu novo rapaz? - Sim, este � o Robin Hood.

Tem um nome bacana.

Chase, a� vem ele. Me ajuda com isso?

Conserte.

Se n�o te importa, quero p�r o meu le�o marinho dentro d'�gua,

antes que o Fenobarbital se acabe.

V�, segure bem nisso. Sim, eu sei, eu sei.

Vem aqui e espalha a porcaria toda do le�o marinho pelo barco,

e eu � que limpo.

Tenho grava��es magn�ficas da migra��o das baleias assassinas.

Aquilo que n�o conseguia fazer com uma c�mera

montada num barco ou num submers�vel?

S� o Robin � que consegue. Ele chega bem perto.

Nunca vi grava��es como aquelas. Quero lev�-lo para o alto mar.

Sim...

Quero fazer testes comportamentais preliminares esta tarde.

Tudo bem. Logo depois de eu verificar os tubar�es-martelo

que venho acompanhando.

Claro, a sua pesquisa antes da minha.

N�o, n�o � isso. Venho acompanhando-os h� semanas.

A pesquisa � muito importante. Ent�o, e a minha?

Pensa que a fa�o s� para combater o t�dio?

Escutem, vou explorar.

- Lobisomem. - Lobisomem?

Sim...

- Max, n�o vai a lugar algum. - O qu�?

- A cidade � segura. Ele vai ficar bem. - Segura?

N�o se preocupe, m�e.

At� logo!

Ele j� n�o tem 5 anos, Amanda.

E voc� n�o � o amiguinho dele, Chase, � o pai dele.

O que est� vendo?

O que est� fazendo, rapaz?

Para onde est� olhando, pequeno?

Para onde est� olhando, rapaz? Para onde est� olhando?

Hei, wichay. Est� pensando em ficar muito tempo na ilha?

Sim, talvez algum tempo.

Se quer ser ilh�u, tem de fazer o teste da coragem, beauquin.

- Teste da coragem? - Deixa ele em paz, Kimo.

Ele acabou de chegar.

Se quer fazer parte, tem de saltar do penhasco. Todos n�s j� saltamos.

Beaucoup moments.

Bem, o plano de pesca limitado que proponho

vai ser bom pra voc�s, pra seus filhos e pra todos.

Pronto, est� bem, j� entendi.

S�o seus amigos?

A senhora com a pedra foi minha namorada...

Estou vendo. Tenho de admitir, Chase.

Est� aqui h� quanto tempo? Dez meses?

E as pessoas j� te conhecem t�o bem quanto eu.

Chase, s� vamos ficar aqui sete semanas.

Sim, mas o Max gosta, e eu tamb�m.

- Quanto custa? - 15.

- 15? - 15.

- Eu pago. - �timo.

- Obrigada. - N�o tem de qu�.

Obrigado.

Amanda, estava pensando...

Quando voc� for para a Nova Guin�, o Max podia ficar comigo.

Ficar contigo... Vamos ver, � pra isso que estamos aqui.

Como foi a escola na Calif�rnia?

Muito bem. Melhor do que eu esperava.

� claro que terminamos a maior parte da forma��o l� no Hava�.

N�o, eu estava me referindo � escola do Max.

Bem, "AA" e "BB". Mais "BB" do que "AA".

Acho que � por causa das mudan�as de escola.

Chase, escuta...

Estive falando com o meu pai para o Max ficar com ele,

enquanto estiver fora. Acho que ele precisa de alguma estabilidade.

Ora, Amanda. Quer dizer, o que � que ele... N�o!

N�s n�o podemos lhe dar estabilidade.

O que vai ele aprender por l�? Vai aprender a limpar 400 hectares,

vai aprender a negociar com o Governo para cultivar menos de 100?

O Max podia aprender a controlar um tal�o de cheques

e a administrar uma empresa com lucro. � uma boa ideia, n�o acha?

Chase!

Com licen�a, minha senhora.

Tivemos um incidente em Point's Head. O Ben Madeira morreu.

Ouvi dizer que h� um tubar�o-branco solto por a�.

� melhor ir ver o que ele fez.

Bernard!

Bernard!

Quem � esse tal de Ben Madeira?

� um arpoador local que aluga o barco aos turistas

que querem ca�ar o grandalh�o.

- Chase... - Ol�, Dr.

O senhor � o especialista em tubar�es. O que acha disto?

O Bobby viu tudo. O tubar�o o pegou e o puxou pra fora do barco.

Puxou-o do barco? Um tubar�o n�o faz isso.

As marcas das dentadas s�o as de um tubar�o.

A forma como a carne foi rasgada...

N�o sei, ainda sobrou muito do homem.

Muito? Sobrou muito? Parece mais 1,80 m de carne picada

do que com o cara com quem jogava cartas nas sextas.

Voc� que pediu a opini�o dele.

Por que motivo um tubar�o atacaria, mutilaria sua presa

e n�o a comeria?

Normalmente um tubar�o n�o faz isso.

Que me diz, Chase?

Tem um tubar�o-branco � solta, na surdina.

Sim, tem um tubar�o-branco por a�. � uma f�mea gr�vida.

Ela n�o faria isto. Chefe, tem de me ouvir.

N�o pode deixar que isto se descontrole,

caso contr�rio, todos os imbecis com barco v�o tentar ca��-la!

- H� uma centena... - Imbecis?

Escute, h� uma centena de esp�cies...

Imbecis? � isso que pensa dos ilh�us, Dr.? Imbecis?

Se aquilo n�o foi o ataque de um tubar�o, ent�o, o que foi?

Boa pergunta.

Ent�o, o que foi?

O que significa?

Entendido. Ela tem a plaqueta Delta 4 dos 70 megahoms.

Me avisa se algu�m a pegar numa rede.

Vou faz�-lo, Lerner, over.

Triton, over.

Caramba! Estava com esperan�a de que ela abandonasse a �rea.

V�, � disso que venho falando.

Os tubar�es-brancos devem ser considerados em vias de extin��o.

S� n�o s�o porque...

Eu sei, porque n�o s�o mam�feros e n�o s�o queridos.

Chase, tenho de p�-lo dentro d'�gua o mais r�pido poss�vel.

Sim, me deixa tentar s� mais uma vez, por favor.

Gosto muito quando vem almo�ar em casa.

� pena que n�o tenha tempo de comer.

- O que tem aqui dentro? - N�o digo...

- Pernil de porco? - "Je Ne sais pas."

Je Ne sais pas.

Cheira a pernil de porco. Tem molho aparte? Tem de ter molho separado.

Ent�o, e a sobremesa? Sobremesa, voc�?

O que foi? N�o tenho barriga.

N�o � o fato de ter barriga que me preocupa,

� o fato de ter a sua barriga em cima de mim.

- Mas gosta, n�o gosta? - Sim, gosto muito.

- Hei, mana! - Nathan, tudo bem?

Para que � o bra�o pneum�tico?

Tem um tubar�o-branco � solta. Apanhou o Ben Madeira esta manh�.

Anda solto h� dias. E aquele Dr. dos tubar�es sabia.

Mon Dieu! Tall Man, isto � verdade?

Se o Ben Madeira est� morto,

� porque se meteu com algo que n�o devia.

Quem disse? O mo�o de recados do Dr. dos tubar�es?

- Nathan! - Anda.

Puckett, o que tem pra mim hoje?

Nem pensar. Isto est� tudo amassado.

Ora, que se danem os amassados. Continua a ser uma boa jaula.

- Ora, por favor... - Olha, me d� 400 por ela.

- Nem 100! - Pronto, 350.

Est� me gozando?

Harper, sabe bem que vale mais do que isso.

Nem vale 100, cara!

Pronto, me d� 300 d�lares, e eu te dou meia d�zia de pombas de leque

quando for apanhar lagosta, combinado?

- Cai fora daqui! - � muito justo!

Adam, n�o viu as conchas e as coisas naquela jaula?

Quer dizer, se calhar, alguma coisa vivia l�.

Escuta, n�o tem de voltar pra junto do papai e da mam�e, nem nada?

T� bom, Adam.

V� l�, Harper, colabora. A jaula est� em perfeitas condi��es.

Adam...

Hei, se manda!

Escuta aqui, maluquinho, j� te disse pra se afastar das minhas coisas.

Aqui... Est� aqui...

Vamos, m�e.

N�o acho que seja boa ideia, s� isso.

Qual � o drama? A Elizabeth quer me mostrar a ilha.

Estamos em pleno dia, tenho 15 anos. N�o vai acontecer nada.

Certo, pai?

Ela � filha do chefe. Mais seguro � imposs�vel.

Jantamos todos juntos. Volta �s seis.

- Seis em ponto! - Sem d�vida! Vamos!

Max, se cuida!

Sim, toma cuidado. Principalmente junto � ilhota do teu pai.

Puckett, pra onde vai? N�o vai ca�ar, vai?

O que fa�o no meu barco n�o � da sua conta, Dr.

Passa a ser da minha conta se encontrar

aquelas suas malditas armadilhas na minha ilha.

Est� bem, Dr.

Sabe, sou capaz de ir � procura do tubar�o-branco de que tanto falam.

Tem ideia de quanto vale uma mand�bula daquelas?

Ele tem raz�o. O Puckett pode ser tolo, mas at� os tolos s�o espertos.

Chase...

Eu n�o sei. Eu, eu, eu... N�o, n�o, n�o...

Viu? Percebeu?

N�o v�. Deixe o peixinho dormir sossegado. Deixe o peixinho...

Notou? Percebeu?

Tia Jenny. Tia Jenny. Conhece a tia Jenny?

A tia Jenny rumina.

Tia Jenny, tia Jenny, tia Jenny...

Boque fou.

Chase, pode parar aqui. Gostaria de colocar o Robin dentro da �gua.

� para j�.

Ele parece feliz aqui.

Depois de uma viagem de avi�o de oito horas, fica feliz em qualquer lugar.

Tinha de descobrir uma ilha a 3200 quil�metros

da civiliza��o mais pr�xima, n�o tinha?

� vezes, 3200 quil�metros n�o s�o suficientes.

Voc� disse que vinha investigar, mas penso que est� aqui

por causa do estilo de vida paradis�aco das ilhas,

em que n�o precisa ouvir mais ningu�m a n�o ser voc� mesmo.

Quem me dera!

Sabe que deixou uma foca amestrada � solta no oceano.

Eu sei disso.

Um dia desses, assopra esse apito, e ele n�o vai voltar, Amanda.

Isso j� aconteceu. Ele desapareceu durante quase uma semana.

Acabei por encontr�-lo junto dos outros le�es-marinhos.

Estava tomando banho de sol na Ba�a de S�o Francisco,

com um ar muito satisfeito.

Todo mundo precisa se afastar de vez em quando.

Isso � voc� quem diz.

Bem, Robin, vamos ao trabalho.

Ela tem a etiqueta Alfa 4. Me avisa se algu�m bloquear o sinal dela.

- Entendido. - Triton, over.

Afirmativo.

S�o as melhores �guas do mundo para se investigar tubar�es.

A oportunidade de uma vida. N�o podia recusar.

Agrade�o por ter trazido sua pesquisa para c�.

Eu vim para que o Max visse o pai.

Eu amarro o barco, Chase!

Que lugar agrad�vel.

Outras onze institui��es queriam alugar. Eu � que consegui.

Aposto que n�o aceitou um "n�o" como resposta.

Era uma antiga base de pesquisa da Marinha na Guerra do Vietnam.

"ACESSO PRO�BIDO"

Amarre-o.

Meu lindo, sim... Isso. Toma, toma. Lindo menino.

Sim, sim...

Robin, � isso mesmo.

Lindo menino. Branco. Isso. Tem fome? Um, mais nada. Branco!

Beijo, beijo.

Mergulha.

O irm�o dele.

Foi s� o que me contou.

Este � o Brian, o irm�o mais novo do Chase e o seu melhor amigo.

Era gente fina. Passamos bons momentos juntos.

Quando o Brian adoeceu,

o Chase ficou obcecado com a liga��o dos tubar�es com o c�ncer.

E quando o Brian morreu...

tornou-se tudo para ele.

O meu pai me disse que todos os homens nascem para ca�ar.

Sabe, se n�o temos um objetivo na vida,

n�o somos homens.

O objetivo do Chase � t�o forte para ele, como o de qualquer outro homem.

Tall Man, preciso da sua ajuda aqui em baixo.

Sim, ele � um bom homem.

Eu entendo o que ele est� tentando fazer aqui. Mas o pessoal n�o escuta.

Muito bem. Liga.

Boa!

Temos a c�mara de recompress�o funcionando novamente.

Isso � �timo.

Pe�o desculpa pelos coment�rios que fiz sobre seu pai.

Esquece isso.

Deixamos a necessidade de pedir desculpas

pelas coisas que dizemos um ao outro h� dois anos.

- Chase? - Sim?

O que � que a Marinha te disse ao certo sobre este projeto?

Me disseram que durante a Guerra do Vietnam,

andavam fazendo uma investiga��o altamente secreta sobre golfinhos.

Estavam ensinando-os a colocar minas em navios.

Boa!

V� como se faz? Deixa que a pedra te leve pra baixo,

at� onde conseguir aguentar. Dez metros, 15, 30.

Boa! Deus, rapaz.

- Kimo, o que � isso? - � um amuleto da sorte.

Obeah. Uma esp�cie de vodu.

Toma, wichay. Vai precisar mais do que eu.

Principalmente, vivendo naquela ilha, com tanta magia negra.

Elizabeth, que coisa "etchay" � aquela que ele me chama?

� o nome que alguns ilh�us d�o aos do continente,

porque muitos habitantes de l� chegam aqui,

levam o que querem e n�o d�o nada em troca.

"Wichay Blanc" significa tubar�o-branco.

A seguir, � voc�, wichay. Quero te ver l� em baixo. Tem 20 segundos.

Max, n�o tem de fazer isso.

Meu Deus!

Kimo!

Meu Deus! Kimo!

- M�e! - Est� bem?

Sim.

Ele estava muito seguro, sem d�vida.

J� s�o dois mortos, Chase.

Continua achando que o seu tubar�o precisa de prote��o?

Estou bem, m�e, s�rio.

Talvez n�o tenha sido o branco.

Pai, foi o tubar�o-branco.

O que foi?

S� que n�o era normal. O corpo n�o era todo liso.

Tinha uma esp�cie de pregas. Pregas?

- Olha, era um tubar�o-branco, mas... - Mas o qu�?

Mas n�o era.

Chase, achei que devia saber. Encontrei isto no bra�o do rapaz.

Ora, eu posso n�o ser especialista em tubar�es,

mas isto me parece mesmo o dente de um tubar�o.

Chase, dizem por a� que voc� sabia do tubar�o e at� o tinha etiquetado.

Quando ia contar aos outros?

Quantos habitantes locais iam ser dados de lanche,

antes de nos dizer que anda um devorador de homens nestas �guas?

Eu fico no leme. Pode ir.

Obrigado por ter vindo esta noite.

Eu? Deixar de vir? Ora, eu trabalho aqui.

Al�m disso, os outros est�o errados e o Dr. est� certo.

� simples assim.

Hei, eu ouvi isso!

Famoso Max. Est� pensativo.

O que acha que o Max viu l�?

N�o sei...

N�o sei, mas sei que a primeira coisa que temos de fazer

� levar voc� e o Max de volta � ilha,

e eu e o Tall Man vamos l� fora esta noite.

O qu�? Esta noite? T� louco?

Se conseguir encontrar o tubar�o-branco,

se conseguir prend�-la,

talvez consiga tir�-la daqui antes que o Puckett e o grupo dele apare�am.

Sabe, Chase, �s vezes tem de deixar a natureza seguir o seu rumo.

Filho da m�e.

O que foi?

Tem ra�zes. Os dentes dos tubar�es-brancos n�o t�m ra�zes.

Deixa eu ver.

Um dente de tubar�o com ra�zes, isto � imposs�vel.

- � mam�fero. - A raiz, talvez.

Mas o dente �, sem d�vida, de um tubar�o.

Estamos nos aproximando.

O que � isto?

Chase, � melhor vir aqui acima.

H� qualquer coisa no radar. Vem depressa.

Vigia o monitor pra mim.

O que � que h�?

L� est� o tubar�o-branco.

Pai, tem mais alguma coisa com ele l� em baixo.

Est� vendo algo, Amanda?

Chase.

- Chase. - Vai pra tr�s.

Chase, vem ver isto.

Repara.

Olha o que a c�mera detectou.

Deve ser isto que o Max viu.

Que coisa � esta? Olha s� o tamanho!

Olha os contornos do corpo.

Musculatura an�mala de algum tipo.

Seja o que for, est� rondando o barco.

Mas que droga � aquilo?

Estou perdendo a imagem. Deixa eu tentar aproximar.

O que � aquilo?

Estou perdendo a imagem.

Aonde � que se meteu?

Vai atr�s do branco.

Chase!

Est� debaixo do barco!

Chase!

Pai!

Para onde � que ele foi?

� isso mesmo. O Puckett apanhou o tubar�o. Eu apanhei o tubar�o.

� uma esp�cie de aberra��o.

Por fora se parece com um tubar�o, mas h� diferen�as.

Diferen�as importantes.

Tem uma musculatura totalmente inconsistente

com a de qualquer esp�cie de tubar�o atualmente conhecida,

com qualquer esp�cie de vida aqu�tica atualmente conhecida.

Chefe, atacou o meu barco. Eu vi. Isto saiu dele.

O que est� tentando criar com isto, Chase?

Chefe!

Bonito espet�culo, Puckett!

Sabe o que � isto?

N�o se vence um peda�o de carne como este sem fazer uns buraquinhos.

Ora, Puckett, voc� s� achou a carca�a. Essas feridas j� estavam l�.

Chase, por que n�o se afasta?

Chefe, ela n�o matou estas pessoas.

H� algo muito mais mort�fero do que este tubar�o-branco,

e ainda est� por a�.

Temos o nosso assassino, homem, e est� aqui mesmo.

Chefe, por que n�o abre o tubar�o?

Assim, podemos ver o que ela comeu nos �ltimos dois dias.

Nem pensar!

Diabos me levem se vou deixar que mutilem o meu trof�u

s� porque querem. J� est� mutilado.

O barco � meu, isso � meu. Certo, chefe?

Leve-o daqui.

- Rollie, me escute, est� bem? - Tall Man, acabou.

Quero todos daqui pra fora, j�!

E voc�, vai j� pra casa.

Bom trabalho, Puckett. Obrigado, chefe.

Abram alas pro matador de tubar�es!

Boa, Puckett!

Frank, isto � diferente de tudo o que voc� j� fez com tubar�es-tigre.

� completamente diferente. Tem de ver com seus pr�prios olhos.

Escuta, vem c� me ajudar, e eu te prometo

que, se for uma esp�cie nova, eu a batizo com seu nome.

Sim, telefonista. Quero fazer uma chamada para...

- Tenho uma coisa para dizer. - Esperem, esperem, esperem.

Calem-se todos por um segundo. O Lobisomem tem algo a dizer.

O que pode ser? O que vai dizer, Lobisomem?

Pode ser a tia Jenny?

Tia Jenny, tia Jenny, tia Jenny? N�o! N�o � a tia Jenny. � on... on...

N�o, n�o, � Anthony, n�o �?

Puckett! J� chega!

Se te descrevesse isso pelo telefone, voc� me punha numa camisa de for�a

e me mandava pra uma cela acolchoada. Sim...

J� li coisas sobre os tubar�es que vivem nas profundezas

e t�m pequenas luzes na boca. "Megamouths".

N�o, isto n�o � um "megamouth".

Os "megamouths" nem sequer se parecem com os tubar�es-brancos.

Alimentam-se por filtra��o. Nem mesmo atacam. Al�m disso...

- N�o t�m garras. - Exatamente.

Os mam�feros � que t�m garras. Os r�pteis t�m garras.

Os p�ssaros t�m garras. Os tubar�es n�o t�m garras.

E se for uma esp�cie de monstro da polui��o?

Sim, mas a muta��o causada por exposi��o t�xica n�o funciona assim.

N�o pode fazer com que algo sem os c�digos gen�ticos para os bra�os

ganhe bra�os de repente, ou que os dentes ganhem ra�zes.

N�o vem ningu�m. Pelo menos, n�o sem documenta��o.

Elizabeth!

C� pra fora! J�!

- Pai! - Bini!

Chase. Chase. Dr. Simon Chase.

Ilha do Dente de Tubar�o, Pequenas Antilhas.

Sim, senhor. Dr. Simon Chase.

Ilha do Dente de Tubar�o, Pequenas Antilhas.

CONFIDENCIAL - CONTACTAR ALMIRANTE RICHLAND

N�s entramos em contato consigo, senhor.

Caramba! Entraram em contato, uma ova!

Estive fazendo umas pesquisas.

A Marinha vai entrar em contato comigo.

Temos a Lei da Liberdade de Informa��o pra agradecer isso.

Foi tudo o que publicaram sobre a Ilha do Dente de Tubar�o?

Vou te poupar o trabalho. A Marinha comprou a ilha do Governo em 1923.

N�o fez nada com ela at� � II Guerra Mundial,

quando foi usada como base de submarinos.

Depois, o Gabinete de Investiga��o da Marinha

assumiu o comando nos anos 50.

Fizeram alguns estudos sobre concep��o de cascos.

Impacto das ondas, esse tipo de coisas.

E veja s�. Em 1972, chegou um tal de Dr. Ernest Bishop.

E � aqui que a informa��o para.

Isto n�o � nada! Ora, Amanda, precisamos do relat�rio completo.

Chase, n�o sei onde mais recorrer.

Me parece que algu�m os calou.

- Almirante Richland. - O que se passa?

Recebi uma mensagem da Ilha do Dente de Tubar�o, almirante.

- Chase, telefone. - Obrigado, Marie.

- Sim? - Dr. Simon Chase?

- Sim. - Fala o almirante Aaron Richland,

do Gabinete de Investiga��o da Marinha, Washington D.C.

O senhor telefonou sobre a ilha do Dente de Tubar�o?

Sim, telefonei. Obrigado por ter respondido ao telefonema.

Por que est� ligando para a Marinha, Dr. Chase?

Bem, Sr. Almirante, estou ligando porque est� acontecendo algo por aqui.

H� pessoas sendo mortas, e penso que o G.I.M. sabe porqu�.

O que se passa a�, efetivamente, Dr. Chase?

Isso � um bocado complicado.

Mas h� qualquer coisa na �gua, e essa coisa j� matou duas pessoas.

Me parece que est� com problemas com os tubar�es.

N�o, penso que o problema tem a ver com um tal de Dr. Ernest Bishop

e umas investiga��es ou experi�ncias conduzidas aqui

pela Marinha norte-americana h� 25 anos.

Escute, Dr. Chase, escute com aten��o.

N�o fa�a nada. N�o tente captur�-lo.

N�o tente mat�-lo. N�o conte a ningu�m.

- N�s tratamos disso. - Disso?

Foi um prazer falar consigo.

- Eles sabem. - Com certeza...

Lembrei-me de que pod�amos festejar a morte do tubar�o-branco.

N�o h� nada para festejar. Eu estava l� ontem � noite.

Eu vi o que o Chase viu. N�o era tubar�o-branco nenhum.

Ent�o, era outro tubar�o qualquer. E o nosso povo tamb�m vai mat�-lo.

N�o entendo essa sua lealdade pra com esse tal de Chase.

A minha lealdade n�o � s� para com o Chase, � para com a verdade.

- A verdade? - Sim!

Sim...

Tauna! Tauna!

Tauna, vem aqui em cima, j�!

Tauna!

Tauna!

Tall Man!

Tauna, j� chega de brincadeiras. Vamos embora, anda. N�o � seguro.

- N�o. - N�o. N�o?

- N�o. - N�o?

N�o.

O que foi isso?

Foi o apito de um barco. C'est tout. C'est tout.

Max, o que tem a�?

O Kimo me deu isso pouco antes de morrer.

Sabe que isso � s� supersti��o. N�o � real.

Eu sei.

Pai, que barulho � este?

� o apito de um barco.

Amarra o barco, Max.

Lobisomem! O que est� fazendo?

A culpa � minha. A culpa � toda minha.

O que est� fazendo? Vem c�.

Submergiu!

- Chase! - Pai!

Vamos, Chase, pelo amor de Deus!

Pai, o que est� fazendo? Vamos, pai, sai da �gua, pai.

Lobisomem, vamos!

N�o, n�o... N�o posso deix�-lo sozinho.

Chase! Chase, vamos!

Vamos, Chase, nada!

Vai, pai, r�pido.

Vamos, caramba! Vamos, for�a.

Pai, est� vindo atr�s de voc�! Vamos para as docas, depressa!

Que droga estava fazendo ali fora? Estava chamando ele ou avisando-o?

Est� tudo bem.

N�o! N�o, n�o, n�o, n�o. Deus... Deus, por favor, n�o.

N�o, n�o, n�o.

Boa noite, m�e.

Pai, vemo-nos de manh�. Est� bem.

- Max? - Sim?

Est�o acontecendo umas coisas estranhas

por aqui, n�o acha?

Muito estranhas.

Vai dar tudo certo.

- Boa noite. - Boa noite.

Como est� o Robin?

Est� t�o nervoso como qualquer um de n�s.

O Lobisomem adormeceu, finalmente.

Creio que ele sabe o que se passou aqui, antes.

BA�A DE GUANT�NAMO, CUBA

Almirante, pode nos dizer o que

vamos procurar exatamente?

Vamos procurar um tubar�o, tenente. Apenas um tubar�o.

Foi destru�da.

Chase...

�ltima s�rie de boias.

Esta � a zona onde ele tem atacado. Foi aqui que o vimos ontem � noite.

Acho que dev�amos come�ar por aqui.

- L�, homem. - L�, onde?

- L�, homem. - L�...

- Sim, cara. - Sim.

- Muito bem. - L�, cara.

Tall Man, vem ver isso.

Os motores do barco est�o quentes. O que � que h�?

Olha para isso. V� a posi��o da minha m�o?

- Sim. - Olha para o meu polegar.

Quase que encaixa. Esta coisa quase que tem um polegar opon�vel.

Mas que droga?

Armadilhas... Armadilhas do Puckett.

Foram destru�das.

A coisa roeu isso bem ro�do.

N�o, homem. Roeu, n�o. Veja.

Est� vendo os parafusos?

Foram desmontadas.

Meu Deus, como � que tirou os parafusos? Acha que usou a garra?

N�o faz qualquer sentido, a n�o ser que quisesse estud�-la,

observ�-la. Acho que essa coisa est� aprendendo.

- Aprendendo o qu�? - Aprendendo a sobreviver.

A lutar contra o inimigo natural dos tubar�es, n�s.

O que � que o Kimo queria dizer com a magia negra na ilha do meu pai?

Uma coisa ruim aconteceu l� h� muitos anos.

� o �nico lugar de que

nem os adultos falam.

O que eu n�o entendo � por que motivo seu pai n�o ajuda o meu.

Como � que ele consegue ser t�o teimoso? Desculpa...

Tem de compreender meu pai.

Sempre teve dificuldades para ser aceito aqui. Ele n�o nasceu aqui.

Est� sempre combatendo a atitude dos ilh�us para com os forasteiros.

Ser eleito chefe da Pol�cia foi muito importante para ele.

E manter o emprego e fazer o que ele acha que os ilh�us pretendem,

� mais importante para ele do que qualquer outra coisa.

Mais importante do que voc�?

Tia Jenny. Tia Jenny. Tia Jenny, est�pido.

Para com isso. Est� trancada.

Para com isso!

Para!

Tia Jenny rumina. Tia Jenny rumina...

O que est� dizendo? Tia Jenny?

Isso quer dizer alguma coisa, n�o quer?

O que est� ele fazendo?

O que ele est� dizendo? Que a tia Jenny se foi por essa escotilha?

Seja l� o que for a tia Jenny...

Que espertinho!

Max, me traz uma lanterna.

- Chase! - Max, traz duas.

Foi, mas n�o se foi.

N�o se foi.

N�o se foi.

- Max, fica junto do r�dio. - Est� bem.

A luz est� ligada.

Deve ter liga��o com o gerador principal no meu laborat�rio.

H� outro interruptor aqui.

Olha pra isso.

A Marinha n�o construiu isto, com certeza.

N�o, isto � de contrabandistas e piratas. Foi usado como forte.

Me deixa ver o que h� ali em baixo.

� s� um pequeno corredor que d� para uma porta enferrujada. Nada.

Totem.

Que se transforma numa sala de arruma��o vazia.

- Muito bem. - N�o est� falando s�rio.

Vamos.

� rocha vulc�nica. Recebe atividade s�smica,

desloca-se por aqui, enche a passagem de �gua.

�gua do mar.

� um dep�sito.

- O que � isso? - � um laborat�rio.

� poss�vel recuperar alguma coisa?

N�o, voc� est� ensopado.

Deixaram ficar tudo isso pra tr�s.

Mas que droga faziam eles aqui?

N�o reconhe�o este equipamento.

As notas pessoais do Bishop.

Ainda est�o em bom estado.

Amanda.

Amanda?

Amanda!

Amanda?

Chase, cuidado com...

o desn�vel.

H� coisas de todo o tipo aqui. A maioria s�o velharias. Olha pra isso.

De onde acha que veio isso?

Escuta.

� o som do gerador no meu laborat�rio.

Espera a�... Estas s�o as armadilhas do Puckett.

Chase!

Vai!

Vai!

Vai!

Chase.

Pronto, pronto. Me deixa ver.

Pai!

� sufocante.

- Max! - M�e, est� bem?

Temos de cuidar de voc� m�e. Vamos.

- Max? - Pai?

Max!

Vai, vai, vai!

Est� andando. Andando.

N�o devia fazer isso. N�o era pra fazer isso nunca.

Tradu��o e legendas: Ana Sofia Jesus / IDEIAS & LETRAS.

Ripped & Spell Checked By Mr. Bean (2005)

Sync: RAMIRO

Tradu��o de PT para BR,

corre��es e revis�o final: JCN

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