Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Desculpe! Senhor?
Espere um minuto!
Pode parar? Preciso de falar consigo!
Que tal? Passámos na inspeção?
-Lindamente. Sem infrações. -Podemos ir?
Tenho de carregar para sairmos.
Hoje há muitas ondas.
Pobre de quem lava a proa após viagens atribuladas.
Sim, embarque as pessoas.
Não queremos que ninguém perca o ferry.
O FREELANCER (Nº 145): PARTE 2
Trouxe uns doces para a Agnes.
Nem imaginas onde os comprei.
Autoestrada de Nova Jérsia.
Uma estrada diabolicamente desumana e extremamente desmoralizante
que surpreendentemente conjuga uma intrigante coleção de praças?
Estações de serviço.
Cada uma delas tem o nome de uma pessoa histórica morta,
de alguma forma associada a Jérsia.
Desde Walt Whitman, que associaria mais a Nova Iorque,
a Vince Lombardi, que todos associariam a Green Bay.
Têm gomas de cobras com 90 cm de comprimento.
Vieste hoje de Nova Iorque para ver estações de serviço?
Ontem à noite, mas sim.
Foi uma boa adição ao itinerário.
Tive uma reunião sobre um projeto de construção.
Mas parece que prefiro trabalhar por conta própria.
No regresso, vou parar para andar
na montanha-russa mais alta da América do Norte.
Estou cheio de medo.
Lamento pelo Robert Vesco. Sei que eram chegados.
Demasiado chegados, receio.
O Robert gostava de dizer que me ensinou tudo o que sei.
Mas nunca soube metade de quem ou do que eu sou.
Foi um erro terrível trazê-lo mais a fundo para o meu mundo.
E, tragicamente, foi ele que pagou por isso.
Salvou a vida do Dembe.
Pois foi. E isso é um belo legado.
Mas vou ter saudades dele. E a culpa é toda minha.
Normalmente é.
Como se sente o Dembe?
Voltou ao trabalho. Eu disse para ficar,
mas os médicos deram-lhe alta e ele prefere trabalhar.
Com licença. Bom dia.
Põe nas notícias, Harold.
Mas porque só sei disto agora?
Estou a ver. Falamos sobre isto mais tarde.
-Meu Deus! O que aconteceu? -Foi o Alban Veseli.
O Freelancer? Achas que foi ele?
Depois do Wujing libertar o Veseli,
disse ao meu associado para pôr o seu exército invisível em alerta.
Um marinheiro a trabalhar num navio de apoio junto ao cais
viu um homem com a descrição do Veseli
perto do terminal do ferry, há umas horas.
Só lamento que a denúncia não tenha vindo mais cedo.
Dispensa apresentações.
O Freelancer, ou Alban Veseli.
Já vimos como o Veseli esconde a identidade dos alvos
matando-os em grandes desastres,
sacrificando dezenas ou centenas de vidas.
O NTSB diz que 35 passageiros e sete tripulantes
morreram em Baltimore.
Já apanhámos este tipo. Duas vezes.
O que é preciso para o mantermos?
O Reddington crê que isto é o plano do Wujing
para expor a ligação entre nós.
Explicaria porque se esforçou tanto
para libertar o Veseli.
Quem era o alvo do Freelancer?
E como é que a morte dele ajuda o Wujing?
Qual é o objetivo?
Precisamos de respostas.
Há alguma pista?
Enviei-vos a lista dos passageiros
e juntei vítimas notáveis que já foram identificadas.
David Broderick, Câmara de South Baltimore.
Sara Miller, falsificadora.
E Wade Han, várias detenções por tráfico de armas e agressão.
Algum está ligado ao Reddington?
Não reconheço ninguém.
Nem nenhum dos passageiros.
Malik, investiga possíveis alvos.
Vocês vão às docas.
Procurem quem nos possa ajudar.
Vou avisar o NTSB de que estão a caminho.
Desculpe. Desculpe.
Como está? FBI. Obrigado.
A senhora está bem? Conhecia alguém a bordo?
Joanie Wilson, a minha filha.
Viaja muito no ferry. Não atende o telemóvel.
Está cá a Cruz Vermelha.
Estão a falar com os familiares preocupados.
Obrigada.
Mostra alguma cortesia. E respeito.
Há aqui pessoas a sofrer.
Desculpa, meu. Culpa minha.
É cedo para determinar a causa, mas o capitão
reportou uma rutura na sala das máquinas.
Pode ter danificado o casco.
Quão provável é isso acontecer?
Não sei. Saberemos mais após a investigação.
Mas há algo estranho.
Sou todo ouvidos.
Parece que o navio foi visto por um inspetor da Guarda Costeira.
Ele teria acesso à sala das máquinas?
Sim, claro. A sala das máquinas é das principais áreas de atuação.
Mais ninguém na linha de água.
Doca desimpedida. Ainda há corpos na água.
Desculpe, senhor. Podemos falar consigo? FBI.
Claro. Digam-me.
O NTSB disse que falou com o inspetor.
Havia uma inspeção marcada para hoje?
Não. Mas não é invulgar.
Costumam ser surpresa.
Alguém acompanhou o inspetor no ferry?
Não é preciso. Eles orientam-se bem.
-Foi só à sala das máquinas. -Sim.
Podia estar alguém da tripulação. Porquê?
-Era este tipo? -Sim, é ele.
Onde falou com ele? A bordo?
Não, mesmo na doca. Estava a deitar fora as luvas.
Obrigado.
Anda.
Isto tem um químico qualquer.
Temos de analisar já.
Já estão sobrecarregados com todas as provas
que chegam do ferry e das vítimas.
E o amigo do Reddington? Como era? Harry? Herbie.
Já ajudou antes e foi rápido.
Se não houver torneio de matraquilhos.
-Matraquilhos? -Depois conto-te.
Vou perguntar ao Cooper se aprova.
Temos de analisar isto já.
Tragédia, 43 passageiros e tripulantes confirmados mortos,
vários desaparecidos.
O Wujing está muito satisfeito.
Vai adorar o que planeei a seguir.
Ita, tens a tesoura?
Mamã, a tesoura. Dá-ma cá.
-Passa cá. -Aqui tens.
Obrigado.
Papi, abre a porta.
-Raymond. -Olá, Rogelio.
Estou a interromper. "Lo siento."
Não, claro que não.
É uma honra receber-te.
Tens aqui uma bela operação.
Após anos a lavar lençóis, achei que podia melhorar.
Sente isto.
Macio e duradouro como mais nada no mercado.
Céus, é mesmo agradável.
Deves estar a dedicar-lhe imenso tempo e esforço.
-Sim. -Está explicado.
Vai com a avó.
O que está explicado?
Precisava que me contactasses assim que vissem o Alban Veseli,
mas só deste notícias após uma dúzia de corpos darem à costa,
porque tens a cabeça cheia de algodão egípcio.
-Raymond, liguei-te... -Rogelio,
preciso de atenção total. Tua e das tuas empregas, paquetes
e empregados de mesa.
Triplico a recompensa.
Hoje não duro. Ponho-os alerta.
Quanto a isso, tenho um segundo pedido.
Tenho de ficar na cidade até resolver isto.
Não é sofá-cama, pois não?
Como possível investidor, adorava testar estes lençóis.
Orgulho-me de dizer que um de nós celebra hoje um ano sóbrio.
Donald, porque não vens aqui?
Parabéns.
-Obrigado. -Queres dizer alguma coisa? Força.
Obrigado.
Não estaria aqui sem todos que estão nesta sala.
Pensava que fazê-lo sozinho me tornava mais forte,
mas isso não é verdade. Não.
Nem aqui, nem lá fora.
A verdadeira força vem de aceitarmos que somos...
Aceitarmos que somos fracos.
E que não faz mal pedir ajuda.
Palavras poderosas, Donald.
Nunca mais me obrigues a fazer aquilo.
Há muita gente que precisa de ajuda.
Já pensaste em ser padrinho?
Padrinho? Não, é um grande passo.
Tal como um ano sóbrio. Acho que estás pronto.
Vês aquele tipo ali?
O vosso trabalho é parecido.
Sabes bem como custa ficarmos limpos nesta cidade.
Num trabalho stressante, onde tudo é segredo.
Não falo de trabalho.
Eu sei, mas há muito tempo que lidero reuniões em Washington.
Há um certo aspeto.
Tu tens. E ele também.
Acho que se podem ajudar mutuamente.
-Posso pensar? -Claro. À vontade.
Falamos disso na próxima reunião.
Onde estamos agora?
Os protocolos de segurança eram fixes.
Quando vi aqueles óculos de vendar, fiquei...
É o saco na cabeça moderno, como nos filmes, certo?
Mas posso voltar a casa, beijar a Holly e fazer caretas à Sue, certo?
-Posso voltar a casa, certo? -Podes.
Ena. Ena, isto é... O que é isto?
Olá, Herbie. Obrigado pela ajuda.
Falámos ao telefone.
-Donald, certo? -Agente Ressler.
E o meu amigo Dembe. Está nisto?
Que fixe! Como é estar no bom caminho?
Não é nenhum caminho.
Herbie, anda ver o laboratório.
Ver como sabotaram o ferry.
O meu equipamento caseiro não é suficiente.
Sabem como é. Foi o Red que fez isto?
Quanto menos perguntas, melhor.
Esperem, isto é um local secreto? Já descobri, certo?
O que significa que vocês são... Pausa dramática... da CIA.
-Não. -Está bem. Da NSA.
Vamos, Herbie. O Red está ansioso pelos resultados.
NGA? NRO?
Não é a NCIS, vejo há anos.
-Não é nada assim. Aqui? -Sim, aqui mesmo.
A casa de banho está livre.
Tens o meu roupão.
Sim, desculpa. Espero que não te importes.
Era este ou o do jovem Teo e ninguém me quer ver com esse.
Mas peço desculpa. Vou já substituí-lo.
Não sejas tonto. Fica-te bem.
Fica à vontade. Tenho de ajudar a Ita.
Levantou-se cedo para te fazer arepas.
"Gracias."
-Acho que tem um fraquinho por ti. -E eu por ela.
Continuem a mimar-me e fico mais tempo.
Cuidado, é no segundo dia que a Abuelita avança.
Mal posso esperar.
Fiz uma série de testes à luva.
Os vapores vêm de uma bactéria.
"Leptospirillum ferricomedus."
É perigosa?
Aproximei muito o nariz.
Não, desde que não toque na pele.
Não é agente infecioso.
"Ferrum", ferro. "Comedentus", devorador. Devorador de ferro.
E o nome é um eufemismo.
Corrói um prego em menos de uma hora.
Usam na limpeza industrial,
mas também pode enfraquecer um casco de navio,
se alguém quisesse isso.
O Freelancer queria fazer um buraco no navio.
-Como obteve a bactéria? -É muito regulada e muito rara.
Mas encontrei o laboratório.
Liguei para lá e venderam um frasco à Aliança de Defesa Apalache.
Supostamente, resíduos mineiros.
Supostamente?
A Aliança Apalache só existe no papel.
Mas a conta bancária parecia real, pedi o registo de transações.
Máscaras de gás, ferramentas, solventes.
O necessário para furar o navio.
Só há um problema.
Conseguem ver? Conseguem?
Eu consegui.
-Os solventes. Vejam... -São as horas.
Sim, foram comprados ontem à tarde.
Depois da explosão do ferry.
O Freelancer está a planear mais mortes.
Obrigado pela sua ajuda.
A Agente Malik acompanha-o...
Eu estou bem. Podia ficar até o apanharem.
Estou muito empenhado. E tenho uma ama até às 18h00.
Está bem.
Se enfrentamos um fogo posto na cidade,
usaremos o que pudermos.
Há alguma sala de petiscos?
Onde haja um refrigerante, umas batatas fritas.
Só comi puré de maçã.
Sim. A Agente Malik mostra-lhe o caminho.
Fixe, ótimo.
Não, "gracias". Abuelita, não consigo comer mais.
Apesar de ser a melhor arepa que já comi.
"Gracias."
Raymond?
Com licença.
Vai haver outro ataque. Aqui. Na baixa de Washington.
Como sabes isso?
Uma empregada do Hotel Broadhurst
viu um tipo igual ao Veseli num quarto.
Levou-lhe uma toalha e ele deu-lhe dinheiro.
Disse-lhe para ir almoçar e não voltar ao trabalho hoje.
Não podíamos pedir uma pista mais detalhada.
Reddington, estou com a equipa. Há um problema.
Pois há. O Freelancer está no Hotel Broadhurst
e planeia outro ataque.
Não sei exatamente qual.
Nós sabemos. Temos de ligar para os bombeiros.
Suspeita de fogo posto, que mandem carros.
Eu chamo paramédicos e polícia.
Ressler, Zuma, hotel.
Malik, fica com os passageiros do ferry e cuida do nosso convidado.
Eu só...
FBI. Temos de falar com quem manda aqui.
O chefe criou um comando naquele edifício.
-Acho que está lá agora. -Obrigado.
Com licença. Agentes Ressler e Zuma, FBI.
Tiveram sorte.
Se não tivessem ligado,
teríamos perdido o 9.º andar.
Mas estão todos bem.
-Foi onde começou? -Aparentemente.
Num armário de limpeza.
Havia algo inflamável. Produtos de limpeza, químicos.
Os hóspedes? Podemos vê-los?
Estão isolados até recolhermos depoimentos.
Querem alguém?
Vamos começar por todos do 9.º andar.
Há algum motivo para alguém querer fazer-lhe mal?
A mim? Não, claro que não.
Na verdade, bem...
Achas que alguém me faria mal?
A mim. Tenho corretores de apostas.
-Também tens esposa. -Não têm de saber.
Agora sabem.
Estão a dizer que alguém ateou o fogo de propósito?
Não sei. O quê?
Não sabe se está em Washington em negócios ou em lazer?
Não, sim. Sim, negócios. Sem dúvida.
Mas também algum lazer. Entendem?
Em que trabalha?
Eu? Trabalho num banco.
Não podem especular,
mas se suspeitam de fogo posto, deviam investigar o gerente.
Vejo documentários de crimes reais,
há um em que uma miúda desaparece...
A imprensa lá fora, eu...
Não quero sair nas notícias ou jornal.
Sobretudo o que saia na zona de Richmond.
É lá que vive a sua esposa?
Esposa?
A que informação acede no banco?
-Algo delicado, confidencial? -Sim, claro.
A minha colega Emily,
fui a primeira a saber da gravidez.
Não disse a ninguém. Só ao dentista, mas...
Referíamo-nos a algo relacionado com atividades ilegais.
Desculpem, malta. O meu cérebro... A sério, agora não consigo mesmo.
São muito intensos, com os crachás e as perguntas.
-Ele está pedrado. -E de que maneira.
Estamos a acabar? Devia ter ido há horas.
Queres ir embora agora? O FBI está a interrogar-nos.
Se precisarem de algo, dou-lhes o meu cartão.
Há outra saída? Longe das câmaras? Eu só...
Não encontro os meus cartões.
Não faz mal. Temos os vossos nomes. Acho que está tudo.
Entramos em contacto se necessário.
Sem o meu nome no jornal.
-Os nossos nomes. -Meu Deus!
-Obrigado, senhor. -A sério.
Temos o pagamento pela pista.
Mas primeiro temos algumas perguntas.
Maria, por favor, sente-se.
Maria, eu e o Rogelio somos associados.
E o nosso negócio depende de informação.
Informação precisa.
Informação de que dependem vidas das pessoas.
Pode imaginar a minha surpresa
quando apareceu com a história completa deste indivíduo
embrulhada com um lindo laço.
Por favor, senhor. Tenho dois bebés.
Maria, o homem que o Rogelio lhe pediu para procurar.
-Encontrou-o ou ele encontrou-a? -Ele veio ter comigo.
Quando cheguei ao andar. No corredor.
Dava dez mil dólares se dissesse ao Rogelio o que ele disse.
Vá para casa.
Maria?
Esqueceu-se de uma coisa.
Raymond.
Pagas-lhe por nos trair?
Oferecemos dinheiro à Maria em troca de informação.
Ela pode ter-nos dito quem, o quê e onde por ordem de outra pessoa,
mas o motivo que nos deu?
Temos de pagar por isso.
E talvez um carrinho novo, já agora.
Sabes que tudo isto começou com aquela foto nossa?
Achas? Isso foi há anos.
-E ninguém a viu. -Não sei.
Estávamos lá os dois. Juntos.
Dás-me um momento?
Raymond.
Identificaram um alvo no hotel?
-Ainda não. -E no ferry?
-Também nada lá. -Não me surpreende.
Quem nos levou ao hotel
foi ter com o Rogelio sob instruções do Freelancer.
O Freelancer deu a pista?
Porque nos informaria do seu próprio ataque?
Porque o ataque nunca importou.
Importou a nossa resposta.
O Wujing quer provas da minha relação com o FBI.
Se o Freelancer passar informações à minha rede
e o FBI intervir antes de ter motivos,
o Wujing estabelece uma ligação entre o meu mundo e o vosso.
A única questão é como tenciona prová-la.
Talvez tenha uma resposta para isso.
Estas imagens vieram de uma câmara de exterior
no mesmo quarteirão do hotel.
Olha, este aqui.
Todos os outros estão a fotografar a ação,
mas a máquina deste tipo está apontada para nós.
E olha isto.
Ele foi o primeiro fotógrafo a chegar.
Quatro minutos antes de avisarmos os bombeiros.
E este tipo esteve no local do incidente do ferry.
Achei que me tirara uma foto,
mas foi tão caótico que não tive a certeza.
A Malik e o Ressler estão a tentar identificá-lo.
Tenho um pressentimento.
Conhecemos este homem de algum lado.
Pois conhecemos.
É o fotógrafo que nos tirou aquela foto há seis anos.
Aquela foto? Não pode ser.
Sim. Lembras-te? O Rogelio também lá estava.
O Veseli está a pagar ao pessoal do Rogelio para me darem pistas
e depois mandam este fotógrafo aos locais dos incidentes
para capturar a tua equipa a responder.
Confirmação daquilo que o Wujing tem procurado.
Provas da minha relação com o FBI.
Já terá essas provas?
É raro haver uma regra que eu não tenha quebrado, Dembe.
Mas nem eu brinco com uma. A Regra dos Três.
Caracóis Dourados e os Três Ursos, Três Porquinhos,
o ensaio persuasivo de três parágrafos.
Três é o menor número de quaisquer elementos
que estabelecem um padrão na mente humana.
E estas fotos ilustram a história que o Wujing quer contar sobre mim.
O Freelancer está a planear outro ataque.
E o "paparazzo" pessoal do Wujing vai levar-vos até lá.
Segundo o gabinete de imprensa, ele chama-se Keith Perry.
É um fotojornalista local que cobre tudo desde tomadas de posse
ao campeonato infantil de Maryland.
Até apanha uma celebridade ocasional para falar ao Congresso
sobre um projeto do mês.
Tirou uma foto ao Raymond há anos que saiu num jornal pequeno.
Como é que ninguém nos disse?
Não foi nada de especial. O mais visível era o Rogelio.
Só apanhou a nuca do Raymond.
Mas o Raymond acredita que o Freelancer planeia outro ataque
e o Keith Perry estará lá
para capturar a nossa chegada.
Temos de o encontrar já.
Não estava no apartamento dele.
E não atende o número listado na imprensa.
Contacta as forças policiais.
Quero todos num raio de 250 km2 à procura.
Encontrá-lo é como evitamos mais mortes.
Com licença, desculpem. Oiçam.
Tem alguma coisa a oferecer, Sr. Hambright?
Esteja à vontade. Não há pressa.
Oiçam, eu sei que esta não é a minha especialidade...
-O que é, Herbie? -É isto.
Veem isto? Podem aproximar?
-Equipamento da Novall. -Novall?
Sim, é um adaptador sem fios.
Carrega as fotos na nuvem em tempo real.
É útil se tirarmos centenas de fotos diárias, como eu.
À Sue.
Os miúdos mudam muito,
mas só reparamos nisso quando vemos fotos.
Isso lembra-me. Podem seguir o meu Instagram?
É o "MeninaChamadaSue222". Siya? Estás a pensar nisso?
De volta à Novall.
Achas que o Perry ali estava ligado à Novall?
Sim. Se a câmara estiver ligada, está.
É instantâneo.
Malik, uma intimação.
Precisamos de acesso às fotos.
Reparei que tens uma ficha.
-Percebi que deve ser o quê? -Um ano.
Parabéns. É um grande feito.
É o que todos me dizem.
-Farto de ouvir isso? -Uma vez foi suficiente.
Está bem.
Querem eu apadrinhe.
Vais fazê-lo?
Não sei.
Há dias em que nem a mim consigo ajudar.
Como posso ajudar outra pessoa?
Talvez seja esse o objetivo.
Nunca te vi a não seres útil.
Chegou a intimação.
A Novall identificou a conta e deu-nos acesso.
Esta é a sessão de fotos do Perry.
Estamos em todas.
Está a ficar assustador.
Vejam. Está a carregar mais fotos. Neste momento.
-Onde é isto? -Parece um prédio.
-Conseguimos identificá-lo? -Não há sinais de trânsito.
-Há emergências? -Estou a ver com o INEM.
Nada.
Vejam as diferenças nas fotos. São testes.
Está a brincar com a velocidade.
O Freelancer deve tê-lo enviado.
Pode ser o local do terceiro ataque que o Raymond previu.
Encaixa no padrão.
Malik, encontras o local?
Quase. Estou a ver o ponto de acesso que usa para transmitir.
Pronto. Já está.
Laurel Vistas. Fica em Arlington.
Doze andares, 16 frações por andar.
Podem ser dezenas, senão centenas, de vítimas.
O Freelancer vai causar o colapso de um edifício.
Falei com o Planeamento Municipal.
Laurel Vistas tem 80 anos,
teve sete proprietários só nos últimos dez anos.
Teve tantas infrações nesse tempo
que nem consigo ler todas.
Mas muitas envolvem danos de água numa parede na cave
que dá para o Aquífero Potomac.
Água destrói o edifício.
Têm de ir lá. Malik, ficas com o Perry.
Alto!
Pare.
Sr. Perry. À espera da foto perfeita?
-Ou só à nossa espera? -Como assim?
Vamos, amador.
-Mostre-me as mãos. -Estou desarmado.
Que tal uma troca?
Mostro como desfazer o que fiz e deixam...
Ele está vivo, mas inconsciente.
Alerta. Temos problemas maiores.
Cheira-te a gás?
Parece que o químico corroeu a conduta do gás.
Novidades?
Freelancer inconsciente.
Há um civil abatido e um dispositivo incendiário.
No fim do tempo, sobrecarrega a caixa de fusíveis.
Vai haver uma chuva de faíscas.
A Malik está a evacuar o edifício com a polícia.
Se estiverem aí,
afogarão em lama e silte. Saiam já.
Não há tempo para tirar todos.
Não vamos a lado nenhum.
Não sei que fio puxar. Qualquer um pode detoná-la.
E se cortarmos a energia? Sem energia, não há faíscas...
Não sei mais nada.
Esperemos que resulte.
Certo. Sem energia, não há faíscas. Está tudo bem.
Não, não está.
O Rogelio recebeu uma pista.
O colapso de um prédio.
-Já resolvemos. -Estão bem?
-Por agora. -Ótimo.
Mas o Veseli fugiu.
Isso não é bom.
Começou com uma foto.
Há seis ou sete anos, fiz uma festa num hotel perto de Dupont.
Angariação de fundos.
Não estava a conseguir nada, por isso, fui para as traseiras.
Pensei que podia apanhar alguém à socapa.
Vi alguém no passeio, junto ao cais de cargas.
É o Raymond Reddington a falar com um latino.
Mas antes de preparar a máquina para fotografar,
o Reddington vai para a estrada, mete-se no carro e desaparece.
Tenho uma foto desfocada da nuca dele.
Não conseguia vendê-la.
Ninguém acreditaria que era ele.
Um jornal pagou por ela. Um tabloide.
Até eles especularam.
Céus.
Se pudesse prová-lo, teria sido um belo pagamento.
Depois, de repente, há uns meses,
alguém aparece à minha porta e quer saber da fotografia.
Disse que trabalhava para alguém.
"Wu" qualquer coisa.
Queria saber da foto e do tipo com o Reddington.
Depois disse que queria que eu tirasse mais fotos.
Não ficas mesmo para jantar?
Infelizmente, tenho de voltar para Nova Iorque.
A paelha da Soledad é lendária. Tem um culto.
E não é tão boa aquecida.
Eu é que decido isso.
Rogelio, diz à tua adorável esposa que a sua hospitalidade,
tal como a paelha, é incomparável.
A tua também.
Os teus lençóis são os melhores em que já dormi.
Tenho plena confiança no teu novo negócio.
Espero que nos apoies.
Entras no primeiro anúncio.
Não seria fantástico?
Mas o mínimo é investir. Diz-me de quanto precisas.
És generoso, mas não.
-Cem mil? -Não preciso que invistas.
Ao trabalhar para ti, desenvolvi a minha rede.
Da cidade para a região, para o país inteiro.
Construí um bom pé-de-meia.
Vou usá-lo. Para ajudar a pagar o meu sonho.
Estás a evoluir, meu amigo. Já não precisas de mim.
Raymond. Nunca ousaria dizer isso.
Eu devo-te tudo. Só não preciso de ti para isto.
Quando precisares de um investidor, ou de um porta-voz
na Lista dos Mais Procurados, bate os calcanhares e lá estarei.
Entretanto, quero dois conjuntos daqueles lençóis. Tamanho grande.
Claro. É para já, amigo.
Ouve. Estás enjoado?
-Sim, obrigado. -A primeira semana é a pior.
Parece que o sangue arde.
Sim, que as veias podem explodir.
Estou a rezar para que expludam.
-Estás há quantos dias? -Quatro. Quatro e meio.
Não menosprezes o meio.
É um feito.
Sei que não parece, mas é. Donald.
Jonathan.
Como se saiu hoje o Sr. Hambright?
Provou ser muito útil. Mais do que uma vez.
É uma personagem, não é?
No mínimo.
Voltas pela autoestrada?
Tenho de andar na montanha-russa.
Disse à Agnes que caramelos salgados iam estar na ordem do dia
no meu próximo passeio por Garden State.
Por isso, cuidado, vou trazer montes deles.
Pode partilhar com o rapaz de quem gosta.
A Agnes tem um jovem pretendente?
Só contou à Charlene.
Ainda estou à espera que me conte.
Admiro a relação que construíste com ela.
A paternidade não é para fracos.
Há dias em que me pergunto se...
Se tudo o resto vale a pena.
O trabalho. A Lista Negra. O quanto isso me faz afastar dela.
Tenho saudades sempre que não estou com ela.
Sim.
E lamento dizer-te, mas não estamos a ir para novos.
Pois não.
Cada vez que paramos uma ameaça, surgem mais três.
É um efeito dominó desastroso.
Acabar com o Marvin Gerard pôs em marcha uma série de eventos
que acaba por afundar um ferry.
E o Freelancer anda à solta. Terá algo mais planeado?
Não faço a mínima ideia. O Wujing conseguiu o que queria.
Foi, não foi? Há uma coisa em que não consigo parar de pensar.
-O quê? -Fotografias da equipa.
Provas concretas.
Agora que o Wujing as tem, o que planeia fazer?
Só o tempo o dirá.
Obrigado por vir ter comigo.
Fiquei surpreendido quando quis que fosse aqui. E sem proteção.
Não diria isso.
Estou a ver.
-Tem vantagem. -O que quer?
O meu patrão está interessado em contratar a sua equipa
para eliminar uma ameaça comum.
Não tenho de lhe dizer nada do Reddington que não saiba já.
O Reddington.
Tanto quanto sei, o Marvin Gerard contratou as suas forças
para eliminar o Reddington, no ano passado.
Sim. E agora o nosso colega, Henrick Fisker,
está numa prisão secreta da CIA.
E se eu lhe dissesse que essas duas coisas,
o Raymond Reddington ainda vivo e o seu irmão de armas detido,
estavam diretamente relacionadas?
Estou a ouvir.
O Reddington tem um acordo de imunidade
e uma equipa secreta do FBI que faz o que ele quer
e lhe permite expandir o seu império.
-Não acredito em si. -E se eu conseguir prová-lo?
Mostre-me as provas e depois falamos.
ATUALMENTE
Demos três pistas a parte da rede de informações do Reddington
e os seus capangas federais apareceram para investigar
antes de serem declarados crime.
Agente Donald Ressler, FBI. Agente Dembe Zuma, FBI.
Agente Siya Malik. Inesperadamente, é do MI6.
Interessante.
No mínimo.
Isto satisfaz o seu pedido de provas?
O que acha?
Acho que devia dizer ao seu patrão
que nós somos muito, muito caros.
Tradução das legendas: Cláudia Pereira
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.