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Original subtitles

O que ele est� dizendo?

N�o consigo ouvir nada, mas ele parece

o garoto travesso na sala do diretor.

Contou pra ele sobre as latas de querosene perdidas na simula��o?

Contei a ele o que vi. Tudo o que vi.

Cooper morreu por causa do Beckett.

Todos sabemos disso, mas voc�s t�m medo de dizer.

As perguntas dele me pareceram meio gen�ricas.

Tipo, "Onde estava? Quem estava com voc�?"

Sabe, eu aposto que Beckett sai s� com uma reprimenda.

N�o, isso n�o � uma reprimenda.

N�o ser for um Capit�o de Forma��o.

Se recebermos uma chamada

vamos seguir cegamente um capit�o sob investiga��o?

Bom dia, 19. Vamos nos reunir.

N�o, n�o precisam fazer fila. Venham aqui.

� rotina um Capit�o de Forma��o

investigar ap�s uma trag�dia como a que aconteceu com Cooper,

para descobrir o que aconteceu, e n�o deixar isso se repetir.

Portanto, � extremamente importante que voc�s

sejam totalmente honestos e transparentes com ele.

Estamos claros?

- Sim, comandante. - Bom.

- Tenha um �timo turno. - Obrigada.

Estou atrasada? Fomos chamados mais cedo?

Todos que estavam no treinamento.

- Ele estava b�bado? - Quem estava b�bado?

Beckett estava b�bado ao cometer o erro

que matou um bombeiro?

N�o sabemos se ele cometeu um erro.

Isso � o que eles est�o tentando descobrir.

Ent�o ele n�o estava b�bado?

At� onde sei, ele est� s�brio h� algum tempo.

Acho que � por isso que ele est� t�o rabugento.

Por qu�? Sabe algo que eu n�o sei?

Eu... s� estou triste porque algu�m morreu.

Sabemos os riscos de combater inc�ndios. Mas em um treinamento?

- Isso n�o deveria ter acontecido. - Concordo.

O que est� acontecendo com voc� e Carina?

- Estamos nos falando. - � disso que estou falando.

Eu beijei o Eli.

- N�o tem nada a dizer? - Tenho muito a dizer.

Tenho tanto a dizer sobre isso.

Mas voc� sabe, ningu�m gosta de ouvir "eu avisei".

- Mas voc� n�o me avisou. - Quer saber?

Tecnicamente, n�o avisei, mas disse na minha cabe�a, ent�o...

- Voc� � rid�cula. - Por qu�?

Porque eu previ isso?

- Como? Quando? - A �ltima vez que estivemos aqui.

Literalmente, a �ltima vez que trabalhamos juntas,

voc� disse, "Eu odeio esse cara." Mas foi no tom

"vou ficar com ele no final".

Que saber? Aconteceu.

- Sim! - Sim, certo.

� por esse tipo de drama que estou aqui.

- Deixa eu ver. - Ele fica mandando mensagens.

- Nossa, ele � divertido. - N�o �? Eu acho.

Quero dizer... sim.

Vic, o que est� fazendo?

- S�rio, para. - S� estou tentando�

- N�o! - N�o!

- Me deixa. - N�o. Pare com isso.

Um segundo. Pronto. Desculpe.

Agora ele tamb�m vai te achar engra�ada, ent�o de nada.

Acha que essa investiga��o vai se livrar do Beckett?

Se isto est� rolando, Ruiz, ent�o algo est� acontecendo.

Esse � um passo preliminar.

Tomar depoimentos, tra�ar uma linha do tempo�

Ent�o, nada de cantar "Ding-dong, o Beckett se foi"?

Ainda n�o.

Talvez eu pudesse cantarolar baixinho para mim mesmo?

Se cantarolar t�o mal quanto canta, talvez n�o.

Hughes pode cantar quando chegar a hora.

Tudo bem.

- Certo. Se cuida, cara. - Ainda tem vontade de cantar?

Se t�m tempo para descansar, t�m tempo para limpar, 19.

Sullivan, sua vez.

Algu�m quer muito falar com voc�.

- Eli. - N�o, eu sei.

O odeia, mas ele n�o � t�o ruim.

- Voc� viu minhas pesquisas? - Eu n�o o odeio.

Eu n�o o odeio. Eu n�o odeio ele. Eu odeio...

Eu n�o odeio nada. Odeio pol�tica. Voc� n�o?

Voc� odiava pol�tica. Acho que odeio a palavra "�dio".

- Est� tendo uma convuls�o? - Talvez.

Tenho que atender. Tenho que atender.

Eli, meu chapa. Fale comigo.

Sim, n�o, estou aqui.

Carro pipa 19, Escada 19 e Ambul�ncia 19

solicitados na Rua Aldred, 2624.

Rua Aldred. Seu antigo bairro de novo?

- A barbearia do Tom�s. - Theo, troque comigo.

Estou no administrativo. Eu vou.

- N�o, tudo bem. - Certeza?

Eu disse que estou bem.

Bombeiros: Hall� | MilleG�

Bombeiras: ThaySoul | NayCielo�

Capit�: MilleG

GeekS combativamente apresenta...

Station 19 - 6.11 "Could I Leave You?"

As m�os dele est�o tremendo. Beckett est� b�bado agora?

Ele � um idiota, mas n�o estaria b�bado no trabalho.

No meio da investiga��o?

Ele n�o est� com boas habilidades de tomada de decis�o agora.

Acho que ele est� bebendo. Vai ver tentou parar,

e isso � a tenta��o. Eu acho que ele est� bebendo.

Talvez o tremor seja porque ele n�o bebeu.

E isso � melhor?

Dei uma garrafa para ele quando eu estava mal.

� horr�vel e vou pro inferno, mas dei uma garrafa para ele,

e a coloquei na mesa dele.

Se seguirmos Beckett para um inc�ndio,

n�s somos a piada.

Certo, me escutem.

Larsson, Ruiz!

Tem mais algu�m a�?

N�o sei. Mal conseguia ver a porta.

Herrera, cinco para a triagem.

Entendido, Bishop.

O que est� acontecendo?

O fogo est� bem estabelecido, com fuma�a pesada.

Gibson, Bishop, combate ao fogo. Ruiz, busca e salvamento.

Herrera, o que est� fazendo?

Wiggins, desligue a energia e o abastecimento de �gua.

Ela est� assumindo.

� isso que faremos? Temos certeza? Claro que temos,

- mas temos certeza? - Sim.

Isso � diferente do Beckett deixar Herrera assumir o comando.

- Warren. - N�o, isso � um motim.

Podemos ser demitidos. E n�o conseguir outros empregos.

Warren, isso n�o funciona a menos que estejamos todos juntos nisso.

Quero que liberem o beco.

Procurem pontos de risco nas laterais do pr�dio.

Estamos todos juntos nisso.

- Herrera, isso de novo n�o. - Voc� est� certo.

Um capit�o b�bado n�o colocar� minha equipe em perigo.

Isso n�o � sua decis�o.

- Fique fora disso. - N�o � sua decis�o!

Sim, � minha. Voc� n�o vai nos matar hoje.

Cutler, use a mangueira de 38mm.

Se acha que eu vou deixar voc�...

Precisa se acalmar. N�o fale com ela assim.

Se precisa proteg�-la, Montgomery,

- ela n�o deveria comandar. - Chega!

Capit�o, juro por Deus...

Montgomery, triagem. Eu cuido disso.

Beckett, n�o torne isso mais dif�cil.

N�o ligo, Herrera. Voc� passou dos limites.

- Pessoas temem que� - N�o estou b�bado, Herrera.

V� com calma.

Tudo bem, n�o vamos nos distrair. Temos um trabalho a fazer.

Klyne, escada no lado leste do pr�dio.

Se n�o se retirar agora, vou chamar a comte.

Vou contar o que est� fazendo.

V� em frente! Deixe ela te ver assim!

Sullivan, Warren...

Os adultos aqui podem ver como isso � insano.

O que ela est� fazendo vai voltar contra todos!

Capit�o, siga as ordens da Herrera.

Subordinado n�o d� ordens!

N�o vamos fazer uma cena aqui.

Larsson, coloque outra mangueira no telhado.

Warren, triagem. Sullivan, mexa-se.

Vamos.

Vai se arrepender disso.

- Comandante. - N�o, n�o.

- N�o precisa disso. � vontade. - Desculpe, comte.

Eu sou da velha guarda... E ex-militar. Velhos h�bitos.

No meu 1� dia, levantei devagar quando um sargento entrou.

Meus bra�os ainda doem das flex�es que tive que fazer.

Mas aprendi a respeitar.

Ex-militar tamb�m.

E da velha guarda tamb�m, sendo totalmente honesta.

Eu escondo isso t�o bem?

N�o, n�o. � que, bem, voc� �... Voc� �...

Sim. Tenho que lidar com multid�es.

- Certo. - Enfim, � estimado.

E um lembrete de que alguns de nossos membros mais novos

n�o s�o t�o profissionais.

- De fato. - Estou feliz que esteja no caso.

� uma tarefa dif�cil

e temos muita sorte de ter algu�m t�o experiente,

t�o profissional lidando com a investiga��o

do ocorrido com o tenente Cooper.

Bem, obrigado, comandante.

Conseguiu o que precisava na 19?

Sei que � incomum eu perguntar do caso nesse ponto.

Mas � minha primeira investiga��o nos Bombeiros de Seattle,

e estou apenas fazendo a devida dilig�ncia.

N�o, n�o. Todo mundo tem sido muito acess�vel e cooperativo.

Bom. E o capit�o Beckett?

Pode-se sempre contar com o Sean. Ele � da velha guarda, como n�s.

- Sim, fiquei sabendo. - Por isso � um al�vio, na verdade,

que est� parecendo um acidente.

- Mesmo? - Bem, ainda tenho que ir na 88,

mas parece bom para n�s.

Nada que possa ser atribu�do diretamente ao capit�o Beckett,

caso cheg�ssemos a esse ponto.

Fico feliz em saber disso.

- Obrigada, Josh. - Comandante.

- Ol�, ol�! - Oi.

- Oi, oi. - O qu�...

- Ol�. - Oi.

Podia ter esperado o dia de cl�nica para trazer isso...

- Mas voc� queria ver a Maya? - Culpada.

� como se eu tivesse uma queda por ela ou algo assim.

� como o come�o de um relacionamento,

onde o casal est� dentro,

mas tamb�m n�o sabem em que p� est�o,

ent�o n�o querem for�ar.

Mas tamb�m j� somos casadas.

- � fofo. - � estressante.

Eu gosto, mas Maya est� em um chamado.

Bem, posso estocar essas coisas enquanto estou aqui.

Est� bem.

Oi.

Esta � uma das �nicas vezes nesta Companhia

que ficam animado ao me ver.

Adoramos voc� no Crise Um.

� s� o m�todo porrada e bomba em forma de terapia

que nos deixa um pouco cismados.

Comecei meu curso de psicologia na UW.

� mesmo.

- Como vai? - � maravilhoso.

� maravilhoso. Estou amando.

- Dr. Crompton? - Sim.

As coisas que eu faria com aquele homem.

Dra. Diane!

Se eu n�o estivesse em um relacionamento.

E ele n�o fosse casado, e tivesse a op��o.

- Beleza. - Por favor.

- Voc� tamb�m faria. - Bem...

Digo, com aquela apar�ncia e intelig�ncia...

Podemos conversar assim agora. Somos colegas. Somos iguais.

Eu n�o diria "iguais".

Depois do curso de Crompton e isso?

Iguais.

Que bom que saiu de l� s�o e salvo, Tom�s,

mas � bom que n�o seja por causa das extens�es.

N�o. Eu fiz exatamente o que voc�s me disseram para fazer.

- N�o sei o que aconteceu. - Est� bem. N�o pode se mover

enquanto estou tentando te ajudar.

Cad� o Sr. Ortega?

Ele saiu antes do inc�ndio?

Ele estava na parte de tr�s. Deve estar l�!

Espera, espera.

Herrera, temos mais um dentro! O nome � Jos� Ortega.

Evacua��o, ainda h� uma pessoa l� dentro.

O nome � Jos� Ortega. V�o, v�o!

Herrera, precisamos de outra entrada.

Precisamos de uma entrada alternativa...

No beco atr�s da loja.

O apartamento de Tom�s d� para a barbearia.

Gibson, atr�s da loja, h� um apartamento.

Pode quebrar a porta e acessar a parte de tr�s da loja.

Entendi!

�timo, um ferro-velho no quintal.

- O lixo de um homem � o... - Risco de inc�ndio de outro.

Herrera, h� um port�o de metal na porta.

- Vamos ter que passar por ele. - Entendido.

Cutler, ajude a Bishop.

Prepare uma mangueira. Essa porta � a nossa �nica entrada.

Qual � a do seu parceiro? Por que ele parece com raiva?

Ele n�o est� trabalhando.

Por que ele est� ranzinza por a�,

e voc� est� cuidando de mim?

- Est�o procurando o Sr. Ortega? - Est�o.

Agora, por favor, deixe-me ouvir seus pulm�es.

Tom�s. Tom�s!

- Sra. Ortega? - Tom�s...

Cad� o Jos�?

Eu n�o sei.

- O que aconteceu? - N�o sei.

Idris estava ouvindo musica alta.

Jos� foi para parte de tr�s, depois subiu a fuma�a.

Voc� largou Jos� l�?

O que queria que eu fizesse?

Theo, entre e pegue o meu Jos�, por favor!

Se pudesse, j� estaria l� dentro.

- Mas eu... - Ent�o eu mesmo vou busc�-lo.

Solte-me!

Solte-me!

Jos�!

Como apenas um quarto do departamento foi treinado?

Podemos treinar quantas unidades C1 quisermos,

mas se n�o a usarem...

Voc� � Diane, certo? Tipo, a Diane, Diane?

- Como a Diane, terapeuta de Maya? - Sim.

Isso � o que eu pensei. Certo.

Eu me sinto mal.

Sei que ela s� quer saber um pouco sobre Maya,

mas, voc� sabe, m�dico-paciente.

Ela sabe disso. Mas eu a entendo.

Se algu�m entrasse aqui

e entendesse a mente do meu namorado,

tamb�m tentaria obter informa��es.

Algo acontecendo?

N�o. N�o. Ele est� apenas trabalhando algumas coisas agora.

Sei que voc� n�o pode me dizer nada sobre Maya,

mas pode me dizer como est� se sentindo sobre toda a situa��o.

Isso n�o ser� sobre Maya. Isso � sobre voc�.

Carina, sabe que n�o posso.

Certo, e se fosse sua esposa ou marido ou... ou parceire?

S� preciso de algo. Preciso de algo que me fa�a...

Sinto que sou eu quem est� perdendo

e n�o posso continuar aparecendo para consertar

se estou perdendo.

Tudo bem. Voc� tem tr�s perguntas.

Se eu puder respond�-las, eu o farei.

- S�rio? - Sim.

- �timo. - L� se vai uma.

- Qual... - Mais duas.

Est� bem.

Minha esposa est� melhor agora?

Tipo, na sua opini�o profissional,

minha esposa est� clinicamente melhor agora?

O que eu dizer sim a isso significaria para voc�?

Que estamos chegando a algum lugar.

Ent�o me parece que est�o chegando a algum lugar.

�timo. Beleza, mais uma.

Voc� acha que Maya e eu vamos superar isso?

N�o posso responder isso.

Pode sim. Voc� sabe. Sei que voc� sabe. Voc� � Diane.

N�o posso responder a isso, mas posso dizer

que voc� n�o pode passar pelo que ambas acabaram de passar,

sem pensar e sentir coisas diferentes sobre isso.

Se ainda quiserem ficar juntas,

precisam descobrir como o "juntas" funciona para as duas.

Parece que est� dizendo que vamos terminar.

- N�o estou mesmo. - Ent�o, o que est� dizendo?

Que precisa descobrir o que quer e precisa

e o qu�o realista isso parece agora,

e ent�o pedir isso.

Agora minha cabe�a d�i.

� como todos se sentem quando ela faz isso.

- � mesmo? - Sim.

Sullivan, fogo indo para o norte.

Qual sua posi��o?

Devagar. Saindo para pegar a serra se precisarmos.

Entendido. Temos pouco tempo at� ser arriscado entrar.

Do que ela est� falando? Meu Jos� ainda est� l�!

Estamos fazendo de tudo, certo?

N�o est�o. Est�o aqui, conversando comigo.

N�o, eu... Todos n�s temos trabalho a fazer.

O meu agora � aqui, com voc�.

Um Trabalho? Theo, n�o quero ser vi�va. Fa�a algo.

- Sra. Ortega� - Tudo que Jos� te ensinou?

Tudo que essa barbearia significa...

Voc� se muda e esquece de tudo?

Por favor, Theo. V� salvar meu marido!

Beckett, o que voc�... Recue!

Recue! Recue agora!

Beckett! Beckett! N�o! N�o!

N�o pensou bem nisso, pensou?

Sr. Ortega!

Sr. Ortega!

Sr. Ortega, CBS!

Surpresa de como � a lideran�a?

N�o, Dean reclamava bastante.

Sra., Sra., voc� pode... Est� tudo bem, tudo bem.

- Sra., pode me ouvir? - Nossa.

- Qual seu nome? - Eu consegui? Estou aqui?

Se seu objetivo era chegar no quartel de combeiros, conseguiu.

O que � bem impressionante.

- Sou Diane. - Sou Vic. E seu nome?

Aprendi a dirigir agora. N�o sei o que fazer.

Parece que n�o queria parar.

Eu bati em tudo at� chegar aqui.

Muito sangue no lado direito.

Temos que mant�-la calma e bem parada.

- Tem um veado no meu carro! - Vamos cuidar disso.

Precisamos de mais m�os.

Carina! DeLuca, precisamos de voc� aqui agora!

Se preparem para o que sair de l�.

19, isso se tornou um resgate duplo,

Sr. Ortega e um dos nossos.

Beckett bancou o her�i. Preciso dessa porta abaixo agora!

Josh, oi.

Sim, isso mesmo.

Divita Burton continuar� as entrevistas na 88.

Sabe, sempre achei um absurdo

as investiga��es serem feitas por uma pessoa

e n�o por uma equipe toda, ent�o eu mudei isso.

Ela parece pronta para a tarefa

e acho que com ambas perspectivas,

o departamento ter� uma imagem mais clara de tudo.

De fato.

�timo, nos falamos em breve.

Meu Deus. Isso � terr�vel.

Est� tudo bem, n�o olhe. Me fale seu nome.

Vamos fazer apresenta��es agora?

- Sou Carina. Essa � Vic e essa � - Diane! Ela me disse.

S�o �timas bombeira e terapeuta e sou uma �tima m�dica.

Nem sabe a sorte que teve.

Sorte? Tenho chifres dentro do meu corpo!

Estamos cuidando disso, tudo bem? Como est� a dor?

N�o muito, se eu n�o me mexer. Isso � normal?

- Pode colocar eles para mim? - Est� bem.

Eu nem queria aprender a dirigir!

Eu tinha medo dessas coisas e olha s�.

Voc� tinha medo desse tipo de coisa?

N�o disso, especificamente.

Mas quando aprende a dirigir na minha idade,

voc� pensa em toda mortalidade e fatalidade

e no perigo em todo lugar...

Tudo que uma pessoa de 16 anos n�o pensa.

- Pronta. - Certo.

Pode virar para proteger seus olhos?

- E encarar o veado? - Me encare, olhe para mim.

Olhe para mim, estou aqui.

- Estou aqui. - N�o.

- Estou aqui. - Bom.

Sr. Ortega!

Sr. Ortega!

Tudo bem, Sr. Ortega.

Vamos tir�-lo daqui o mais r�pido poss�vel.

Eu te peguei, Sr. Ortega.

Eu te peguei, Sr. Ortega.

Parece que somos s� voc� e eu, parceiro.

Est� tudo bem.

Ferimento penetrante no lado direito.

Ela est� est�vel, mas cuidado com os chifres antes de cerrar.

E por "cerrar", voc� quer dizer tir�-los, certo?

N�o podemos arriscar outro ferimento.

Podem estar perto do f�gado ou do rim,

e n�o queremos mexer nas coisas.

� melhor estar em um hospital para isso.

Perfeito.

Vou pegar gaze e ataduras.

Est� come�ando a doer.

Est� come�ando a doer muito. Antes n�o do�a, mas agora...

A adrenalina inicial est� passando.

Vou te dar algo para a dor, est� bem?

- Est� bem. - Certo.

Mantenha a press�o. Eu vou pegar a serra.

Vou colocar isso para proteger a ferida.

Pode sentir um pouco de press�o.

Monica. Monica.

Voc� est� indo muito bem. Est� indo muito bem, t�?

Por que n�o me conta algo sobre voc�.

Tipo, onde voc� cresceu?

Nova York.

Esta n�o deveria ser a minha vida.

- Eu sou uma pessoa da cidade. - Sim?

Eu me apaixonei pelo meu marido, que � empres�rio na cidade.

E ent�o ele vendeu sua startup

e quis voltar para casa em Seattle.

Eu fui enganada.

Mas era tarde demais. Eu j� estava apaixonada por ele.

Se ele tivesse me dito no come�o:

"Tem que escolher entre mim e a cidade",

eu teria escolhido Nova York.

As pessoas adoram bagun�ar no metr�, mas deixa eu te contar...

Mesmo no seu pior, n�o � t�o ruim assim.

O masturbador matinal

te olhando do outro lado do trem n�o � nada

comparado ao arp�o de Bambi.

Voc� � engra�ada.

Entramos.

Voc� tem, tipo, 30 segundos.

Bishop, Curtle, homem transportado.

Vamos, Beckett. Temos que ir.

Vamos, Beckett!

Beckett, temos que ir.

Sean! Sean.

� hora de ir.

Jos�! Jos�! Meu Deus.

N�o, n�o, n�o, n�o.

Como ele est�? Ele est� bem? Diga... Diga-me.

Diga-me que ele est� bem.

Vamos deix�-los cuidarem dele, t�?

Por favor, diz-me que o meu marido est� bem, Theo.

Sra. Ortega, n�o menti para voc� ou para o Sr. Ortega antes,

e n�o vou come�ar agora.

A verdade � que n�o sei.

Lamento, mas se puder deix�-los cuidar do Sr. Ortega,

posso voltar ao trabalho, t�?

Est� bem? Tudo bem.

Certo.

Este � o �ltimo peda�o

e ent�o vamos tirar voc� deste carro.

N�o, n�o, n�o, n�o, n�o!

- N�o, n�o, n�o! - Est� vivo?

Est� brincando?

Essa coisa ainda est� viva?

Est� morto. Est� morto. Eu acho que verifiquei seu pulso.

Voc� acha? Pensei que voc� fosse m�dica!

Sim, mas n�o de veado.

� s� um espasmo muscular.

Acontece com as pessoas tamb�m. Est� morto.

Eu prometo a voc�, est� morto.

- Est� bem? - Est� bem.

Espere, espere. Podemos esperar?

E se fizer de novo

e voc� escorregar e a� a serra...

Monica, isso n�o vai acontecer, t�? Voc� est� catastrofizando.

N�o devia dizer � pessoa

conectada a um cervo por meio de seus chifres

em seu est�mago que ela est� catastrofizando!

Bem, isso �... Isso � justo.

Olha, Monica, eu sei que isso � incrivelmente assustador,

mas realmente precisamos cortar isso para tirar voc� daqui, t�?

N�o vamos deixar nada acontecer com voc�.

- Est� bem? - Tudo bem.

Tudo bem. Aqui vamos n�s.

- Coloque esse oxig�nio. - Muito fofo, Ruiz, mas eu consigo.

Estou tentando ajudar, mas fique � vontade.

Sr. Ortega, pegamos voc�.

Sr. Ortega? Sr.Ortega, pode me ouvir?

Jos�! Estou aqui, amor.

Sr. Ortega, n�o tente falar.

Voc� est� em boas m�os. Apenas deite-se. Suba-o.

Sra. Ortega. Eles v�o...

Eles v�o lev�-lo para Grey-Sloan.

- Eu vou lev�-la. - Est� bem.

E a sua barbearia?

O que sobrar, estar� aqui quando eu voltar.

V�manos. V�manos.

Vamos l�, Beckett.

Vamos lev�-lo para Grey-Sloan tamb�m.

- Estou bem, Warren. - Voc� n�o est� bem.

Voc� vai para o hospital.

- Eu n�o posso fazer isso. - Voc� j� fez.

Voc� saiu. Voc� est� bem.

Est� indo para o hospital, e vai viver o resto de sua vida.

N�o � isso.

Viver aqui, estar aqui, viver essa vida. N�o posso.

Olha, eu amo meu marido. Realmente o amo.

E eu sei que ele me ama, e � por isso que eu nem percebi...

Bem, depois disso, tenho certeza que ele vai morar onde voc� quiser.

N�o � apenas onde estamos morando.

Minha intui��o tentou me avisar e eu n�o ouvi.

Eu amava a cidade e minha vida l� e quem eu era l�.

Mais do que quem eu sou com meu marido.

Mais que ele talvez, eu acho.

Tenho que ir para casa.

Ignorei minha intui��o e agora h� um chifre em mim.

Certo, talvez voc� devesse falar com ele primeiro.

Realmente falar com ele e dizer como se sente.

- Diga a ele do que precisa. - Acho que j� passamos disso.

Provavelmente n�o � uma boa hora para tomar decis�es importantes.

- Voc� est� sob estresse extremo. - N�o, � a hora perfeita.

Voc�s salvaram minha vida.

Preciso fazer algo com o resto dela

- para parecer minha de novo. - Certo, vamos carreg�-la.

- Hoje realmente aconteceu? - Sim.

Sobrevivemos hoje por causa de sua lideran�a.

Sobreviveremos amanh� como uma equipe.

Fizemos o que precis�vamos e estamos vivos por isso.

O que ele estava pensando ao pular no fogo daquele jeito?

- Tentando reden��o? - Um ato desesperado de coragem?

N�o, n�o, n�o. N�o foi nada disso.

N�o, j� vi isso antes.

Aquele olhar muito distante nos olhos.

L� no Iraque, fomos encurralados,

esperando eternamente um ataque a�reo nos salvar.

Soldado Gadson, ele s�...

Ele estava l� sentado, s�...

balan�ando,

as m�os cobrindo os ouvidos.

Vi isso em seus olhos tamb�m.

O mesmo vazio que vi em Beckett.

Ent�o, Gadson levantou e...

Foi ao encontro do fogo inimigo.

�, Beckett pular no fogo n�o foi bravura.

Foi outra coisa.

Monica, voc� vai se sentir melhor amanh�.

- Tudo bem? - Obrigada.

Na verdade, que saber? Em tipo uma hora, ou...

Agora. Pode controlar a dor dela? Ela passou por muita coisa hoje.

Claro. Cuidamos dela.

Isso foi incr�vel! Meu Deus! E n�s arrasamos!

Bate aqui! Bate aqui!

Certo, doutora.

Esqueci a sensa��o de ter suas m�os nisso!

Quer dizer, voc�s sabem, cuidar de seus doces c�rebros

� o privil�gio de uma vida inteira, mas meu Deus!

A adrenalina!

- A anima��o! A sensa��o de... - Carina?

- Meu Deus, voc� est�... - Estou sendo idiota?

Estou ignorando minha intui��o

e vou terminar com um chifre em mim tamb�m?

Digo, metaforicamente. Sou o carro? Sou a Monica?

Sou o veado? Sou o chifre?

Sou o chifre nas entranhas de Maya?

Ou toda essa coisa com ela � um chifre em minhas entranhas?

Ou isso � s� uma placa de aviso gigante que estou ignorando,

por que a amo? Quer dizer, como eu n�o sei

quem ou o que eu sou

- nessa met�fora assustadora? - Carina. Carina. Respire.

Estou me registrando para mais sofrimento?

Quer saber? N�o acho que seja isso que est� havendo com voc�s.

Voc�s est�o se esfor�ando muito. Ela se consulta com Diane.

S� est� se consultando por exig�ncia do departamento.

A primeira sess�o, com certeza.

Mas continuamos trabalhando e ela n�o fez pelo trabalho.

Ela fez por voc�. Por voc�s duas.

Quer saber? Fa�a-me a terceira pergunta.

A que Diane n�o respondeu l� em cima.

Tudo bem, eu fa�o por voc�.

Eu sei que voc� e Maya passar�o por isso

e na verdade ser�o melhores?

Sim, sim.

� claro, sim, eu sei.

Meu Deus.

Agora tenho que fazer um parto.

Viu? Um chifre pode fazer isso?

O qu�?

Estou dizendo que voc� n�o � um chi... Voc� n�o � um chifre.

- Tudo bem. - Quer saber? Tive o mesmo

dia louco e exaustivo que voc�s

e nem todos podem ganhar, certo?

- Preciso de um pouco de torcida. - Sim, conseguimos!

- Sim! - Obrigada �s duas.

Ainda n�o superei!

Ainda sou boa nisso!

Ainda consigo!

Quer ficar para jantar? Acho que termos carne de veado.

N�o. N�o, senhora.

N�o v�o acreditar no que houve hoje! Dra. Diane...

O que est� havendo?

Foi um longo dia.

Voc�...

- A barbearia est� bem? Tom�s... - Ele est� bem.

O lugar foi perda total, mas ele est� bem.

Que bom. Sei que deve ter sido dif�cil.

- Devia ter trocado comigo. - N�o, eu n�o precisava disso.

- Eu sei, s� estava... - Vic, podemos conversar depois?

N�o � voc�. N�o � voc�. N�s, no chamado, n�s...

Beckett... Acreditamos que Beckett estava b�bado,

e foi uma bagun�a e todos ainda est�o abalados com isso.

Espero que estejam orgulhosos de voc�s, 19!

N�o � assim que fazemos as coisas.

A estupidez e a vis�o curta...

Est�vamos lidando com a situa��o

- de Beckett. - Com todo respeito, n�o estava.

N�o finjam que t�m respeito por mim

ou por esse departamento.

A arrog�ncia que permeia os movimentos di�rios

dessa Companhia � impressionante.

N�o sei como chegou a isso, mas acaba agora.

Suas a��es violaram quase todos os protocolos dos bombeiros,

e deve ter custado a todos voc�s seus empregos.

Algu�m quer me explicar o que aconteceu em campo hoje?

Comte., Beckett se apresentou

como se estivesse b�bado e...

- E tivemos que fazer algo. - Comte., ou�a.

Eu disse que ele n�o devia estar l�

e todos acham que sou louco.

Chega!

� disso que estou falando!

Permiss�o para falar, comte.?

Beckett estava b�bado. Ponto.

Podemos apostar nossas carreiras.

N�s apostamos nossas carreiras.

Sab�amos o que est�vamos fazendo.

Entendemos as repercuss�es dessas a��es,

mas tamb�m sab�amos que se acontecesse de outro jeito,

n�o estar�amos aqui de p� agora.

Estar�amos fazendo preparativos de funeral como a 88.

Somos bombeiros, comte.

� o que fazemos e fazemos porque amamos o trabalho.

S� queremos...

estar seguros para continuar fazendo isso.

Agrade�o sua declara��o calma, Herrera,

mas sua eloqu�ncia n�o � desculpa para suas a��es.

Certo.

Tenho que lidar com isso.

Fiquem fora de minha vista. Todos voc�s.

- Era literalmente a �nica op��o. - N�o, n�o era.

Havia muitas coisas que poder�amos ter feito.

Mas fizemos nossa escolha e agora temos que conviver com ela.

Ross estava certa.

Foi de mau tom. Foi bem pior que de mau tom.

Bem, n�o tenho palavras adequadas.

Estamos ferrados mesmo, porque voc� sempre tem

- uma piada para nos alegrar. - Tudo bem.

- Toc, toc. - N�o. Por favor, n�o.

N�o ter piadas � melhor que improvisar uma de toc, toc.

Estou feliz que voc� n�o estava l�.

Ao menos uma pessoa n�o ser� demitida.

Voc� ter� que continuar o legado da 19.

Ela pode fazer isso? Acredito em voc�, Vic Hughes.

N�o vai acontecer.

Certo? N�o vai acontecer.

N�o podem demitir todos voc�s.

Al�m disso, estavam no direito, ent�o...

Ent�o o que sua esposa pensa disso tudo?

N�o, n�o, n�o.

Com certeza n�o chegamos ao normal "queixas casuais sobre seu dia"

ent�o n�o h� "por favor, me ajude com o desabamento em minha mente,

por ser tudo minha culpa."

- Acha que � tudo sua culpa? - Eu sei que �.

Por que deu a garrafa a ele?

- Soube disso? - Sim.

Mas ia me contar de qualquer forma, ent�o...

Sou um monstro.

H� uma linha direta

entre a morte de algu�m e minha crueldade.

Quer dizer, que tipo de pessoa faz algo assim?

O tempo todo passando pela loja de bebidas,

entregando a garrafa a ele,

o olhar em seu rosto...

- Senti-me vitoriosa. - Certo, em sua defesa,

voc� teve o que podemos chamar de colapso nervoso.

Voc� literalmente n�o estava em seu ju�zo perfeito.

Cooper estaria vivo se n�o fosse por mim.

N�o sabemos disso. N�o sabemos o que aconteceu.

Esse motim nunca teria acontecido.

Podemos ser demitidos...

Tudo porque...

- Porque eu estava... - Em um lugar terr�vel.

Um lugar terr�vel que voc� lutou muito para sair.

Tenho que falar com a comte., est� bem? Tenho que explicar...

Deus, parece �cido de bateria em meu est�mago, essa culpa...

A culpa � como sabe que � um ser humano decente.

Muitos fizeram muito pior e nunca sentiram arrependimento.

- Fiz algo horr�vel. - Voc� fez.

Voc� fez.

E pode se desculpar por isso quando estiver pronta.

Mas Beckett tem uma doen�a.

Certo? Ele precisa de ajuda.

E se n�o fosse sua garrafa, ele encontraria outra.

Voc� tem sua parte, ele tem a dele.

Voc� n�o o fez beber no trabalho.

ESPERO QUE SEU DIA N�O TENHA SIDO T�O HORR�VEL QUANTO O MEU.

ESPERO UM MONTE DE COISAS. ESTOU PENSANDO EM VOC�.

ENTREGUE

ERA UMA VEZ, UMA MO�A DIF�CIL DE CONQUISTAR

PROPUS UM CAF�, ELA � ESNOBE MAS GOSTA DE CONVERSAR

Como foi seu dia?

Tenho que verificar o capit�o Beckett no hospital.

Veja, o que fizemos n�o foi precipitado ou imprudente.

Ele n�o estava em posi��o de liderar na cena.

E n�o surgiu do nada,

- voc� sabe. - Voc� deveria entender.

Acha que tem privil�gios especiais, tenente?

Estou terminando a discuss�o aqui, e voc� j� foi dispensado.

- Tudo bem. - Sully, Sully.

Vejo voc� depois, est� bem?

Ou�a, n�o acho que poderei, tudo bem?

Essa coisa do Beckett entrou em minha cabe�a,

e tenho que ir � reuni�o.

Certo? N�o tenho ido porque...

Mas...

Tenho que prioriz�-las.

Achei que estava...

Eu dei entrada e me liberei.

Capit�o Beckett?

Eu preciso de ajuda, comte.

Falei com meu representante sindical.

Tirarei uma licen�a.

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