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Original subtitles

Em 1952, a dra. Virginia Apgar

foi pioneira em um sistema para avaliar r�pido

a sa�de f�sica do rec�m-nascido.

Meu Deus!

� administrado um minuto e cinco minutos ap�s o nascimento,

e avalia a apar�ncia do beb�, pulso, reflexos,

t�nus muscular e respira��o.

A equipe m�dica do beb� d� uma nota para cada categoria,

que depois s�o somadas para avaliar se o beb� precisa de cuidados.

Projetado para combater a mortalidade infantil,

a ideia era simples...

Sabendo quais beb�s t�m problemas, poder�amos salv�-los?

Paciente chegando!

Pronto. Vamos tir�-la daqui.

- O que temos? - Tia Marwood.

29, 28 semanas de gravidez,

carro versus pedestre, trauma contuso no abd�men,

Glasgow 14, relatou dor abdominal aguda,

sem sangramento vaginal.

Leve-a ao Trauma 3.

Kwan e Bailey est�o vindo com a Addison.

- Voc� est� bem? - Sim.

At� que a pol�cia confirme que n�o h� mais uma amea�a,

Grey-Sloan est� em um bloqueio em todo o hospital.

Todo o pessoal n�o essencial ser� dispensado.

Apenas funcion�rios e pacientes da traumatologia ficam.

Espere, espere. Tudo bem.

Fui atingida de rasp�o pelo carro. � o meu ombro.

Addison, precisamos te avaliar primeiro.

- Desculpe, desculpa. - Meu ombro.

Leito 5.

Preciso de atualiza��o da seguran�a.

- Bailey! - Estou aqui.

Bailey, v� ver como est� a Tia.

- Chamem o raio X. - Vamos! Deixa comigo.

Obstetr�cia tem vagas para os pacientes da cl�nica.

Quando formos liberados, vamos receb�-los aqui.

Gra�as a Deus. Prova de vida.

Disseram que estava na cl�nica...

- Estava dentro. - Voc� n�o atendeu

- e pensei... - Me desculpe, eu s�...

Ei...

Est� tudo bem. Pergunta respondida.

- Tenho que voltar. - Claro.

Yasuda, sangue para tipagem.

Pe�a para o banco de sangue ativar o protocolo de transfus�o.

- Pode deixar. - O que voc� v�, Adams?

L�quido nas �reas peri-hep�tica e periespl�nica.

- Ela precisa de tomografia. - Preciso examinar o beb�.

Queria n�o ser m�dica e n�o entender o qu�o ruim isso �.

Estamos fazendo o poss�vel.

- Connor. - Quem � Connor?

Connor, esse � o nome dele.

Em homenagem ao meu sogro.

Dra. Wilson, prometa que n�o vai fazer o parto.

� cedo. Os pulm�es precisam se desenvolver.

Ele n�o est� pronto. Ele precisa de mais tempo.

Voc� e eu sabemos que ele precisa de mais tempo.

Por favor.

Sangue a caminho.

Respire fundo.

Ritmo card�aco fraco. O beb� est� em perigo.

Precisamos lev�-la para cima agora.

Droga, desfibrilador. Carrinho de emerg�ncia!

Vamos vir�-la para a esquerda e nos preparar para entubar.

Administrem etomidato e sumax.

- Aqui a t�bua card�aca. - Boa menina.

Vou voltar a fazer as compress�es.

Certo. Carregue em 200.

Afastem!

Alerte a sala de cirurgia.

De novo. Carregue em 200.

Perdeu a consci�ncia, ficou tonta,

notou mudan�as na vis�o?

- Estou bem. - Ombro esquerdo deslocado.

Precisamos sed�-la

- e fazer uma resson�ncia. - Estou bem.

Preciso ajudar a Tia.

Ela est� aqui ao lado e tem 6 m�dicos muito bons com ela.

Vou levantar seu bra�o um pouco.

- O que aconteceu com voc�? - Me acertaram com um tijolo.

Aquele jogado pela janela?

Algu�m descartou les�o cerebral?

- Vamos l�. - Estou bem.

As pessoas precisam parar de falar isso. J� volto.

S� p�em no lugar.

N�o sem sedativo.

S� coloca no lugar, porra!

Griffith, fique atr�s dela.

Estabilize o ombro dela.

Certo.

Um, dois...

Certo.

Muito bem. Griffith, vem comigo.

Afastem!

O que est� acontecendo?

Sem varia��o no monitor fetal � um tra�ado categoria 3.

H� quanto tempo?

- Quanto tempo? - Quase dois minutos.

Tentamos v�rias rodadas de choque, epi, e bolus.

Ela est� sangrando no abd�men.

RCR n�o vai funcionar.

Vamos l�, preparem para ces�rea.

- Addison. - Luva e avental.

Esse beb� n�o vai sobreviver no �tero por muito tempo.

Temos que tirar o beb�.

N�o vou deixar aquele motorista tirar duas vidas dessa fam�lia.

Muito bem.

Peguem uma bandeja de laparoscopia e umas toalhas.

- Duas unidades de sangue. - Chamem a UTIN.

Precisamos de incubadora e a equipe de ressuscita��o.

Vou me preparar. Adams, assuma.

Certo, deixem as compressas cir�rgicas prontas.

Eu sinto muito.

Muito bem, temos que ser r�pidos.

Vamos l�, vamos l�.

Todos prontos?

Lamina 10.

Parem as compress�es.

Incis�o.

Residentes: Hall� | Lisia | thaisc

Residentes: xoxoanne | juh. M| KetchSketch

Residentes: jota| ThaySoul |NayCielo

Chefe de cirurgia: MilleG

GeekS medicamente apresenta:

19� Temporada Epis�dio 12 Pick Yourself Up

Terei que estender a incis�o.

Suc��o. Mais uma rodada de epinefrina.

Dra. Yasuda, acabou a pausa.

Se n�o precisarem de voc� l�, v� para o leito 4.

Preciso de mais retra��o.

H� sangramento no f�gado e ba�o.

- Compressas. - N�o a perdemos?

- Por que insistir.. - N�o paramos at� chegar no limite.

- Mais compressas. - Como estamos, DeLuca?

Eu o peguei.

- Ele est� fora. - Wilson, corte o cord�o.

Oxig�nio e prepare para suc��o e intuba��o.

Oi, garotinho. Aguenta firme.

- Recome�ando ressuscita��o. - Mais duas unidades de sangue

- e mais epinefrina. - Vamos l�, Tia.

Vamos.

Vamos, Tia.

Vamos.

Ai est�!

Muito bom.

Gra�as a Deus.

Vamos lev�-la pra SO enquanto ainda tem pulso.

E me consigam o telefone do marido.

Pode deixar!

Vou intubar o beb� agora.

Griffith, avise a UTI neonatal que estamos indo.

Sim, dra. Montgomery.

- Apenas o pessoal essencial. - Somos param�dicos.

Est�o com pacientes?

Minha esposa � a chefe. Miranda Bailey.

Nossa filha est� a�, na creche.

Essa entrada est� fechada.

- Dra. Altman! - Teddy!

- Eles est�o comigo. - S� o pessoal essencial.

Sou chefe de cirurgia. Eles s�o essenciais.

- Viu a Carina? - Est� em cirurgia.

- Meu deus! - N�o, ela est� operando.

Ela est� bem e a Bailey tamb�m.

Gra�as a Deus.

Se algu�m incomodar voc�s, mandem me chamar.

- Obrigado, Teddy. - Obrigada.

Esse exame parece demorar mais quando � com voc�.

Est� quase terminando.

Lembra quando ser m�dico era considerado heroico?

Tipo bombeiros e professores?

Quem faz uma coisa dessas? Jogar tijolos e atropelar m�dicos?

As imagens est�o prontas.

O que voc� v�?

Sem sangramento e sem fraturas.

Sem les�es cerebrais.

Algu�m pode me tirar daqui para eu trabalhar?

N�o. Pode ser uma concuss�o. Melhor ir para casa.

Eu moro sozinho. Se eu for e pegar no sono,

posso morrer sem voc�s saberem.

Est� bem, mas voc� precisa ser supervisionado.

E precisa de checagens neurol�gicas.

- N�o quero supervision�-lo. - N�o me importo.

Sem procedimentos e sem cirurgias.

S� deixe-o fazer anota��es e receber pacientes.

Me chame se ele ficar tonto ou com dor de cabe�a.

Ol�?

Ol�?

- Oi. - Oi.

Precisa de algo?

N�o, s� vim ver como estava.

Dra. Pierce.

O �ndice card�aco p�s-operat�rio do Sr. Lingenfelser est� melhor.

Acho que daremos alta pela manh�.

Certo, isso � �timo.

Queria ver como voc� est�.

Todo mundo est� bem?

Tem uma m�dica gr�vida que n�o est� bem.

Eu s�...

N�o consigo processar isso. Estou focando nos meus pacientes.

Se eu continuar dizendo que est� tudo bem,

em algum momento ser� verdade, certo?

�. O mundo n�o faz sentido nesse momento.

N�o, n�o faz.

A Sound Science mandou c�pias da edi��o

com o transplante parcial de cora��o.

Deixei uma para voc� no sagu�o.

E o que achou?

- Voc� n�o leu? - Me chamaram quando comecei.

Tenho certeza que est� �timo.

Winston.

Sim?

Obrigada por se preocupar.

"M" de "Maria", "I" de "Iglu", "L" de "Larry."

Sim, Sra. Anderson. Chamei a dra. Millin.

A dra. Yasuda devia ter feito sua anamnese.

- Max? - Onde ela...

- Jules! - O que est� fazendo aqui?

Sendo paranoica. A Norma precisa de cirurgia no joelho.

Maxine acha que � m�dica.

Sra. Douglas, seu joelho est� muito inchado.

Viu? Eu te disse.

Soubemos que alguns m�dicos foram atropelados.

Foi voc�?

N�o, n�o.

Estou bem, mas obrigado pela preocupa��o.

Sra. Douglas, voc� caiu recentemente?

- N�o. - Algum hist�rico de gota...

artrite reumatoide, osteoartrite?

Dra. Millin, chame o ortopedista para o joelho.

Ela n�o contou, mas eu vou.

Arde quando ela faz xixi.

Norma!

Max, precisa contar. Lembra o que houve da �ltima vez?

Pode ser outra infec��o urin�ria.

Vou pegar um copo para um exame de urina.

Algo mais?

Ch� de laranja com especiarias?

Voc� sabe o que eu gosto.

Vou ver o que posso fazer.

Sua av� d� trabalho.

Max n�o � minha av�. � minha colega de quarto.

Os ferimentos s�o muito graves?

N�o saberemos at� a opera��o,

mas sua esposa perdeu muito sangue.

Dra. Bailey, sou casado com uma m�dica h� anos.

Sei quando est� se esquivando.

Por favor, me diga o que est� havendo.

Certo. Tia teve parada card�aca na enfermaria de trauma,

o que nos obrigou a fazer uma cesariana de emerg�ncia.

Temos uma equipe ressuscitando o beb� enquanto falamos.

O beb�? O nosso beb�?

Sim. Seu beb�. Seu filho.

Pegarei o primeiro voo.

Fa�a o que for preciso para salv�-los.

- Por favor. - Tem minha palavra.

Obrigado.

Diga � recep��o para ficar de olho no Sr. Marwood,

e depois entre.

Certo.

Obrigada.

Eu estou bem.

As linhas umbilicais est�o dentro.

O primeiro obst�culo foi superado.

Qual?

Traz�-lo aqui vivo.

O2 caindo. Frequ�ncia card�aca caindo rapidamente.

Insufle ele.

Respira��o igual em ambos os lados.

Vou come�ar a massagem card�aca.

Certo, rapazinho.

Quando sua m�e sair da cirurgia,

ela vai querer te ver do outro lado.

Ela j� passou por muita coisa para voc� desistir agora, certo?

Ent�o n�o vou deixar voc� desistir.

Hoje n�o.

Satura��o est� melhorando.

Ele est� de volta.

Gra�as a Deus.

- Voc� est� bem? - Sim.

Acho que prendi a respira��o o tempo todo.

- Isso foi... - Assustador?

Est� mais para terror absoluto.

Bem-vinda � UTI Neonatal.

Qual a melhor abordagem para suturas durais?

Voc� sabe a melhor abordagem para sutura dural?

Voc� est� bem.

E s�o suturas cont�nuas.

Tenho uma pergunta pra voc�.

Por que mora com uma mulher de 90 anos?

Maxine tem 81 anos,

e eu era amiga de seu neto na faculdade.

Ela se ofereceu para me alugar seu quarto extra

por um ter�o de qualquer outro lugar.

Ela tamb�m faz uma sopa incr�vel de bola de p�o �zimo

e n�o preciso me preocupar em fazer barulho tarde

pois ela tira o aparelho auditivo � noite. Saio ganhando.

Oi.

Ent�o, o joelho dela est� bom?

De acordo com o raio X, sem sinais de fratura.

- Eu disse. - Contudo, tem ac�mulo de flu�do.

Gostaria de uma amostra para descartar artrite s�ptica.

Posso dar uma olhada?

Voc� pode olhar para o que quiser.

Calma, Norma.

Pelo amor de Deus, Norma. Jules me diz o tempo todo.

N�o podemos mais falar assim.

Voc� o viu?

O que acha, doutor? Esses palitos de picol� me levaram

ao campeonato estadual na minha juventude.

Norma � pior do que eu.

Prontos para aprender a aspirar um joelho?

- Com certeza. - Eu fa�o.

Concussados para tr�s.

Vamos bater no joelho agora.

Gostaria de bater naquilo.

Chefe Altman! Posso te acompanhar?

Se puder andar r�pido.

Como est� hoje? Deve ser um dia louco para ser chefe.

A pol�cia e a seguran�a do hospital me informam a cada minuto,

planejando todas as amea�as poss�veis.

Sou muito boa em uma crise,

mas n�o importa ter estado em uma guerra,

nunca fica mais f�cil.

E tem horas que n�o como, e se mais uma pessoa mencionar

"avalia��o de risco" ou "risco",

vou sair daqui e nunca mais voltar.

Estou melhor. Obrigada por perguntar.

Sim, na verdade eu ia pedir seu conselho sobre uma coisa.

Saiu hoje o artigo da Sound Science

sobre o transplante parcial.

Parab�ns. Vou l�-lo assim que as coisas se acalmarem.

Talvez pule a parte que citam que juntei uma equipe

de assistentes altamente qualificados,

incluindo meu marido, dr. Winston Ndugu.

Voc� disse isso?

Eu tamb�m disse que ele � um cirurgi�o altamente qualificado

e que foi um esfor�o conjunto, mas n�o publicaram isso.

Parece que est� levando o cr�dito e insultando seu marido.

- Exatamente. - Como posso te ajudar?

O hospital pode pedir uma corre��o?

Por favor.

N�o pediria se n�o fosse urgente.

Vou ver com as Rela��es P�blicas,

mas, Pierce, deveria falar com seu marido.

Owen e eu ficamos sem nos falar, e isso quase nos arruinou.

N�o espere o hospital emitir uma declara��o.

Vamos come�ar. Desculpem o atraso.

Com licen�a.

Todo aquele caos l� fora, e olhe para ela.

Nenhuma preocupa��o no mundo. S� brincando.

Realmente muda sua perspectiva, n�o �?

- Como ela est�? - � a Addison.

Ela n�o est� ouvindo ningu�m, nem o pr�prio corpo,

para cuidar de uma paciente.

Mas ela est� com dor. Est� mordendo o l�bio,

que ela faz quando quer se distrair.

- Ela significa muito pra voc�. - "Muito" n�o descreve.

Acho que o universo se sentiu mal

quando fiquei presa com minhas tr�s irm�s biol�gicas,

ent�o, eventualmente, me deu Addison, Meredith e Maggie.

Precisam de mim na UTI.

V�. Posso ficar.

Vou observar a amplitude de movimento dela

e fico de olho naquela mordida no l�bio.

Ela ainda precisa do raio X, resson�ncia magn�tica,

e outro exame neurovascular.

Amelia,

eu cuido dela.

Dra. Yasuda.

Yasuda, tudo bem?

Acho que n�o.

- Est� descompensando. - O ba�o est� destru�do.

M�ltiplas lacera��es no f�gado.

Vamos nos preparar para uma esplenectomia.

Voc� sabia que ela foi nossa primeira candidata � bolsa?

Eu lembro.

Dissemos a ela que nos preocup�vamos

que sua gravidez pudesse tornar isso desafiador

porque ela vinha do Tennessee.

Ela disse: "Vou me tornar m�e.

O que seria mais desafiador?"

Ningu�m teria previsto.

Vir aqui n�o era uma exig�ncia do programa.

Mas ela veio mesmo assim, gr�vida,

porque queria ajudar outras gr�vidas.

E hoje, ela se tornou m�e.

� a nossa paciente. � quem estamos salvando.

Estamos perdendo ela. Vamos, Tia.

- Coloque mais plasma. - Removendo o ba�o.

Dra. Bailey, � o seu. � o marido de Tia.

Ligaremos para ele quando der.

Ela est� sangrando por toda parte.

O corpo dela n�o consegue coagular ou oxigenar.

F�gado ainda sangra.

Preciso de tempo para estancar.

- Dra. Bailey. - Silencie!

- Certo. - Como estamos?

Severamente acid�tica. O deficit � menos 10.

- Estou dando mais. - Tem sangue no tubo.

Temperatura caindo. Dr. Hunt?

Ela n�o desistiu. N�o vou desistir.

Se continuarmos, ela vai morrer.

Ela est� acid�tica, hipot�rmica e coagulopatica.

Vamos lev�-la para a UTI e dar um tempo para ela.

Beleza, vamos fechar.

Me de todas as compressas.

Vamos.

Voc� est� bem.

Tenho uma paciente com seis cent�metros...

- Voc� tem que ir. - Eu tenho que ir.

Obrigada por ter vindo.

Oi, Jackie.

O frio vai te ajudar a se manter no presente,

quebrar o choque.

Voc� pode dar uma olhada nesta sala

e nomear cinco objetos que v�?

Um penico.

Isso � um.

Banco.

Dois.

Bata de laborat�rio.

Tr�s.

Estou aflita.

Eu apenas congelei. Cirurgi�es n�o podem congelar.

Voc� n�o estava em cirurgia.

N�o consigo tirar Tia da cabe�a, deitada l�.

Penso que poderia ter sido qualquer um de n�s.

Poderia ter sido eu. Eu sou um monstro por dizer isso.

N�o �.

E n�o se desculpe por sua rea��o a um evento traum�tico.

Hoje n�o foi normal.

Foi violento.

A cl�nica foi atacada. Voc� tamb�m.

N�o se inscreveu para isso,

e n�o � isso que este trabalho deveria ser.

Ent�o, leve o tempo que precisar.

Seja qual for.

Isso o que te torna humana.

- Quanto � 64 dividido por 8? - Oito.

N�o falei com voc�.

N�o tem pacientes para incomodar?

Os resultados dos testes de Norma e Maxine chegaram.

Temos seus resultados iniciais.

Max, gostaria de vir comigo?

Absurdo. O que tiver de dizer, diga a n�s duas.

- Est� confort�vel com isso? - Voc� me conhece.

N�o me importo com propriedade desde 1986.

T�m gonorreia.

Voc�s duas, caso n�o tenha ficado claro.

A sua ficou no joelho.

Chama-se artrite gonoc�cica.

Gonorreia � contra�da atrav�s do contato sexual...

Sabemos como se pega.

Temos que pedir que liguem para seus parceiros.

Agora?

� recomendado levar qualquer um que foi exposto

ao tratamento, independente do resultado dos testes.

Voc� n�o me contou que estava dormindo com algu�m.

Voc� tamb�m n�o me contou.

Eu queria, mas n�o � exatamente a conversa

para a mesa de Mahjong.

Oi. Aqui � Hal Feliz.

Me perdoe por n�o atender.

Estou ocupado fora da cidade.

Por favor, deixe seu nome e n�mero

e te retornarei.

Bem, isso � estranho.

Achei que te encontrar�amos aqui.

Carina est� fazendo um parto.

Ela operou a m�dica que foi atingida.

Fez o parto da m�dica e agora est� fazendo outro

e ela � uma milagreira.

N�o paro para pensar sobre isso,

mas minha esposa � uma portadora de vida.

S� precisava ouvir a voz dela.

N�o, eu entendo. Eu entendo. Foi um dia assustador.

Acho que � assim que elas se sentem.

- Como assim? - Serem casadas conosco.

Quando soubemos que aconteceu algo na cl�nica,

corremos at� aqui.

Precis�vamos saber que elas estavam bem.

T�nhamos que...

- T�nhamos que ver. - Sim.

Meu est�mago literalmente virou de cabe�a para baixo.

Tipo, eu senti ele virar, como se fosse precisar de cirurgia.

Fazemos isso com elas diariamente.

Nossa, � horr�vel. Somos pessoas horr�veis.

Mas elas sabiam no que estavam se metendo.

Acho que a Carina sim.

Bailey casou com voc� quando ainda era m�dico.

Certo, os sinais est�o bons. Parece est�vel por enquanto.

Griffith, precisa de uma pausa? Digo,

fui eu quem foi atingida pelo carro.

Desculpa. Eu s�...

Eu estava aqui quando eu nasci.

- Na UTI Neonatal? - Nessa UTI Neonatal.

Minha m�e estava em algum lugar lutando pela vida dela.

E eu estou s�

maravilhada.

Maravilhada pelo o qu�?

Algu�m como voc� fez isso comigo.

Algu�m como voc� salvou minha vida.

Ele est� bradic�rdico. Comece as compress�es e mantenha.

N�o tem som de respira��o. Entube.

Sinais caindo. Precisa de raio X?

Sem tempo. Me d� a caneta.

- O que... - Pergunte depois, Griffith.

Certo, e apague essa luz. Agora.

Viu como esse lado ilumina e o outro n�o?

Tem pneumot�rax. Preciso de uma agulha 22 e seringa.

R�pido, por favor.

Pode ir.

10 ml de ar.

E temos sons de respira��o.

Batimentos est�o subindo. Satura��o normal.

- Voc� est� bem? - Estou �tima.

Pega o oscilador, prepara o tubo tor�cico

e d� outra dose de surfactante?

Tudo bem.

N�o, deixa comigo.

Wilson, v� checar seus outros pacientes.

Tem certeza? Porque eu sei que ela...

Tenho.

Tudo bem.

Voc� ligou para Brandon Marwood. Deixe um recado.

Sr. Marwood, � a dra. Bailey do Grey-Sloan.

Sei que est� no avi�o agora, mas tenho not�cias.

A Tia foi transferida para a UTI.

Vamos deix�-la descansar por algumas horas,

depois lev�-la para a Sala de Opera��es

e terminar de reparar os ferimentos.

Estamos aqui esperando por voc�.

N�o sairei do lado dela.

Ela � seu "jogo de canastra" das ter�as?

Ela � seu "Vou tirar um cochilo na sala comunit�ria"?

- Senhoras, por favor. - Voc� n�o gostava de loiras!

- Ela n�o � loira natural. - Sou sim!

Max, acalme-se. Norma, voc� tamb�m.

Hal, pode sentar perto do dr. Kwan.

Senhor, o resultado deve sair logo,

mas quer�amos te dar logo a inje��o,

porque voc� provavelmente � a origem.

Imposs�vel. Estou saud�vel como um cavalo!

O sintoma mais comum de IST � apresentar nenhum sintoma.

- Meu Deus. - Contate suas parceiras.

- Todas elas? - Sim.

Hal.

Deus.

Hazel Rothman, Judy Booth...

A Martha da aer�bica aqu�tica.

- A Martha? - Ela tem 98 anos!

Voc� � etarista!

- E voc� � um mentiroso, - Filho da m�e!

e n�o � nem t�o bom na cama.

� oficialmente um surto.

Fale com o gerente e avise-o que os moradores

est�o espalhando gonorreia e precisam de testes.

- E camisinhas. - Mas a Millin mora l�.

Ela n�o pode deixar avisos por l�?

Eu n�o ligo. Apenas avise para algu�m.

O mais r�pido poss�vel.

� impressionante.

� a resili�ncia, a vontade de viver.

Nunca deixa de me impressionar.

- Tia? - Est�vel por enquanto.

E o dr. Lincoln est� te esperando.

Diga a ele que j� estou indo.

Ele disse que voc� diria isso, e que eu deveria falar

que se quer operar novamente, esse "j�" deveria ser agora.

Ent�o, ele disse que se n�o fizesse voc� ir,

ele ia me fazer pagar por isso.

- Pessoalmente. - Deus, tudo bem.

Estou indo, s�...

Me avise se mudar alguma coisa, imediatamente.

Se importa de eu ficar com Connor?

Ouvi Tia falar para dra. Wilson que esse seria o nome dele.

Oi, Connor.

- Do que precisa, Yasuda? - Desculpa por sumir.

Perdi alguma coisa?

Certo.

Posso ficar com ela 1 minuto?

Deixar voc� ter uma pausa, pegar um caf�?

N�o.

Tudo bem. Ent�o...

N�o, ela est� hipotensa e com taquicardia.

Ela ainda est� sangrando pelo abd�men.

Veja o dreno.

Ligue para a SO. Traga a equipe para c�.

Venha aqui.

N�o dev�amos lev�-la para a SO?

N�o h� tempo.

Yasuda.

Se vou abrir essa mulher, preciso das suas m�os.

- Vamos abri-la aqui? - Precisamos nos agilizar!

Ter� que usar a tipoia por 4 semanas,

mas movimente cotovelo, punho e m�o.

Ir� ajudar.

E n�o ignore a fisioterapia,

n�o importa o qu�o exausta fique.

Honestamente,

n�o seria uma m� ideia

dar uma pausa por algumas semanas.

Obrigada.

Agora sou eu.

Fale comigo.

Sabe, a ironia

de tudo isso � que essas pessoas

est�o me atacando

pela educa��o sobre aborto que eu ofere�o

quando esse �, na verdade, o procedimento menos comum

que eu fa�o no EIM.

Eu fa�o exames de rotina,

pr�-natal, exame p�lvico anual, papanicolau.

J� que muitas cl�nicas fecharam

nos �ltimos meses, eu sou a �nica op��o delas.

� exaustivo.

� um desastre.

E n�o posso dar uma pausa.

Se eu der uma pausa, quem vai fazer o servi�o?

Quando ele sugeriu uma pausa,

achei que ia atirar o tablet nele.

Eu quase atirei.

- O que houve? - O aspirador encheu de sangue.

Ela ainda est� sangrando. Achei, � o f�gado.

- O que quer fazer? - Manobra de Pringle.

- Na cama? - Pin�as Atraum�ticas.

Yasuda, coloque sua m�o onde est� a minha.

Voc� vai estancar o sangramento

e Wilson pin�ar� o fluxo sangu�neo para o f�gado.

Eu tentarei controlar o sangramento.

Vamos, vamos. Siga a minha m�o.

Aqui, eu ajudo.

- Muito bem, muito bem. - Assim?

Exatamente assim. Vai, Wilson.

Ligamento hepatoduodenal pin�ado.

Sutura cr�mica para o f�gado.

�timo. Tudo bem.

Indo mais fundo.

Eu consigo ver.

Press�o est� subindo.

Tesoura.

Vamos fech�-la e colocar um novo aspirador.

Ainda n�o, Tia.

Muitas pessoas precisam de voc�.

Sem atividades sexuais por uma semana.

Precisa dar tempo para o antibi�tico fazer efeito.

J� me disse, querida.

E eu ouvi quando disse � Norma e Hal.

S� quero garantir. N�o quero minha colega doente.

Quem mais vai me fazer a melhor torrada

quando eu trabalho � noite?

O segredo � um toque de baunilha.

E lamento o Hal ser um idiota.

Eu tamb�m. Homens podem ser uns porcos.

Os gays tamb�m.

As mulheres podem ser...

Primeiro, nos dizem para n�o fazermos sexo

e que somos vadias se gostamos.

E ent�o, nos dizem que se engravidarmos,

devemos carregar o beb� a qualquer custo.

E quando somos m�es, seja � for�a ou por escolha,

eles nos julgam por isso tamb�m.

N�o h� um jeito perfeito de ser m�e.

Ent�o, como mulheres, somos julgadas e atacadas

por cada decis�o que tomamos.

Querem saber o lado positivo dessa misoginia,

desse patriarcado?

As mulheres se tornam invis�veis perto dos 60 anos

e ent�o voc� pode fazer o que voc� gosta,

incluindo fazer muito sexo, porqu� ningu�m liga.

E agora, eu tenho um antibi�tico e nenhum arrependimento.

Exceto, talvez, ter esperado tanto tempo

para viver minha melhor fase.

Te vejo em casa, querida.

Winston, eu...

Eles escolheram minhas cita��es, tiraram tudo de contexto.

Mas vou faz�-los mudar e a Teddy vai ajudar.

Mas voc� disse, ent�o...

Eu tamb�m disse que voc� era um dos mais brilhantes cirurgi�es

que eu j� trabalhei e que �ramos parceiros iguais.

Inventamos o procedimento juntos.

Eu nem ganhei uma men��o.

S� um dos assistentes.

Jornalistas sempre me caracterizam

como um tipo de prod�gio de minha liga.

E � s� ca�a-clique. S� isso.

Certo, ent�o � culpa do jornalista.

- Winston, eu... - Assuma a responsabilidade.

Para variar!

N�o posso controlar o que os outros escrevem sobre mim.

Tudo bem.

Quando paramos de dar ao outro o benef�cio da d�vida?

Acho que quando disse que n�o me respeita.

E esse artigo realmente impulsionou as coisas.

Quero consertar isso.

Diga-me como consertar isso.

- Quero nos consertar. - Maggie, n�o h� conserto.

H� s�... H� sentimentos. Tipo...

Meu Deus, diga que sente muito.

Diga que fez coisas erradas.

Diga que n�o queria me magoar. Que entende como me sinto.

Diga que me ama e leve a s�rio.

Diga que me respeita e leve a s�rio.

Eu respeito voc�, Winston.

Eu n�o acredito em voc�.

Oi.

Pegaram o motorista.

Liberaram a abertura do hospital e...

Se quiser manter a cl�nica fechada mais uns dias, todos v�o entender.

Estar� aberta amanh� de manh�.

Dra. Bailey.

Esse � Brandon Marwood, marido de Tia.

Ela...

Ela vai sobreviver?

Bem, ela est� est�vel, por enquanto.

Estamos dando flu�dos a ela e a colocamos em seda��o

para monitorar a fun��o cerebral.

Depois de tudo que ela passou, n�o h� garantias,

mas temos esperan�a que ela acordar�.

- Certo. - Se Tia nos mostrou algo hoje,

� que ela � forte e determinada.

�. Ela sempre foi.

Quer entrar e ficar com ela?

- Sim. - Tudo bem.

Exames e algor�timos n�o contam toda a hist�ria.

S�o retratos do tempo.

N�o h� um plano de a��o para cada incerteza encontrada.

Com algumas coisas, temos apenas que esperar para ver.

- Tia vai acordar. - Eu espero que sim.

E aquele beb� vai sair da UTI Neonatal.

Tamb�m espero que sim.

N�o precisa ter esperan�a porque tenho por n�s duas.

Voc� precisa de dinheiro, comida, ou...

- O qu�? - N�o estou indo para a faculdade.

Obrigado por vir.

Hora de varrer o vidro e voltar ao trabalho.

Por favor, cuide-se por a�.

Temos que procurar dentro de n�s

e encontrar uma �ltima ponta de for�a...

Tia! Tia! Tia!

Estou bem aqui, querida. Bem aqui. Pode me ouvir?

Ele... Ele est� bem?

N�o, n�o, Connor est� bem.

Ele est� bem, querida. Ele est� bem.

- Voc� o viu? - Eu o vi.

Ele � t�o bonito.

Ele � t�o bonito.

N�o precisa mais segurar.

Estou bem aqui.

Por mais imposs�vel que seja encontrar,

temos que nos levantar para achar a ocasi�o...

Algu�m quer conhecer voc�.

Oi, Connor.

Oi, meu docinho.

Temos que nos levantar para prosseguir.

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