Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Grande drama nas mar�s baixas no Lago Mead esta manh�.
Um mergulhador em busca de um tesouro escondido
encontrou mais do que esperava, restos mortais. Senhor?
Estou aqui com o mergulhador, Jeremiah Beck.
O que estava procurando l� embaixo, al�m do choque de sua vida?
Amigos meus acham coisas legais desde que o lago secou.
Voc�s est�o esperando por um convite gravado?
H� restos humanos l� embaixo.
Vamos ao trabalho.
O qu�?
� uma crian�a.
Roby falando.
Olha, � uma nota de d�lar em um saquinho lacrado.
Veja, rabiscaram nela. Um ovinho sorridente.
�.
Olhe essa data. 1982.
- Oi, Greg. - Doutora Roby. Voc� ligou?
Entendi, Conde Sanders
porque pedi pra vir no "turno dos vampiros". Boa.
- Quero te deixar orgulhosa. - Sim, sim, eu sei.
Mas s�rio, fico feliz em substituir sua supervisora noturna.
Eu que agrade�o. Claudia agradece. O rec�m-nascido agradece.
Posso perder um pouco de sono por causa da licen�a maternidade
mas pensei que minha miss�o s� come�aria hoje � noite.
Desculpe te chamar mais cedo, mas estou no meio de um pesadelo.
O Conde Sanders diz que � um corpo no barril.
Dizem que � um sucesso da m�fia dos anos 80.
N�o � da m�fia porque o corpo � de uma crian�a,
o que eu realmente preciso � de um antrop�logo. Voc� tem um?
Vou pegar a minha capa.
- Voc� veio ao vampiro certo. - Vamos, Conde.
- Ol�! - Doutora Roby.
E voc� deve ser o dr. Hudson.
Sou a dra. Heather Chumani.
Obrigada por vir em t�o pouco tempo.
Me mostre um osso p�lvico.
Voc�s fizeram um bom trabalho ao definir isso aqui.
Obrigada.
Pobrezinha.
� uma menina.
� dif�cil determinar a morfologia da ra�a,
mas sei que se trata de uma crian�a do sexo feminino.
Com base na...
n�o fus�o da sutura basilar,
eu diria que sua menina tinha de oito a dez anos.
A d�vida � a causa desse arranh�o externo,
do lado direito da t�mpora, logo acima do osso orbital.
Antemortem ou postmortem?
Acho que nenhum dos dois.
Provavelmente perimortem.
Perto da hora da morte.
N�o sei quanto tempo nossa desconhecida ficou naquele lago,
mas com base na rea��o osteol�gica ao templo,
acho que o que aconteceu com o rosto dela
� a raz�o pela qual ela est� naquele barril.
Pode trazer nossa garotinha de volta � vida?
S� preciso de uma �rea de trabalho silenciosa.
Sei o local ideal.
A� est� ela.
Maxine Roby,
conhe�a nossa pequena desconhecida.
Temos o rosto dela.
Agora s� precisamos do nome.
CSIs: LeilaC | Padfoot | Hall
CSIs: NayCielo | Lisia
CSIs: KetchSketch | thaisc�
CSIs: AnaJS | Zetnos
CSIs: MilleG | LikaPoetisa�
Chefe do laborat�rio: LeilaC
GeekS cientificamente apresenta...
CSI: Vegas - 2.17 The Promise
- Posso te fazer uma pergunta? - Pode.
Como a antrop�loga determinou o tom de pele dela?
Ela n�o determinou.
Ent�o ela n�o � dessa cor...
Chama "t�cnica de paleta neutra".
Quando a ra�a de uma v�tima � desconhecida,
os artistas forenses usam uma mistura
de todas as pigmenta��es da pele.
Faz sentido.
Precisamos de uma imagem que seja o mais inclusiva poss�vel.
Conseguir toda ajuda poss�vel.
Todos precisam dar uma olhada cuidadosa nessa garota.
Sim, eu irei. Estarei a� em uma hora.
Eu te retorno depois.
- O que est� acontecendo? - Acho que descobrir�.
A coisa de arte do Bryan. Droga.
A inaugura��o da galeria para a namorada.
- Dev�amos... - Eu sei, eu sei. Sinto muito.
N�o se desculpe comigo. Sou apenas o ex-marido.
J� acostumei com ser deixado de lado.
J� o Bryan...
O que quer que eu diga a ele?
Eu falo com ele.
Tenho que apagar meus pr�prios inc�ndios. Droga.
N�o vejo nenhum inc�ndio, mas sinto cheiro de fuma�a.
Voc� est� bem?
Encontraram os restos mortais de uma crian�a,
em um barril,
no fundo do Lago Mead.
� um caso arquivado. Ser� uma longa semana.
- Todas s�o. - Sim.
Eu entendo.
O trabalho vem em primeiro lugar.
Sim.
Se por acaso voc� conseguir uma pausa,
me mande uma mensagem.
Podemos levar Bry para almo�ar, compens�-lo.
Obrigada.
Claro.
- Tempo? - 37 segundos.
F�s de "Massacre da Serra El�trica" ficariam impressionados.
Tenho trabalhado como lenhador desde que sa� do CSI.
- S�rio? - N�o.
Tenho escrito um livro,
mas tenho v�rias camisas de flanela.
Me pergunto, por que t�o azul?
Me passe o bisturi e um kit de coleta.
- Sim. - Levarei isso para o laborat�rio.
Espera. O que � aquilo?
"Companhia da Mina de Sal"?
Companhia da Mina de Sal � especializada
na produ��o de s�dio.
Tamb�m fabricamos os barris para transporte.
Acho que o que est�o procurando
est� bem aqui, modelo MHAZ.
Feito de a�o laminado a frio.
N�s o us�vamos no fim dos anos 70 e in�cio dos 80.
Foi quando trocaram para pl�stico?
Sim .
Faz sentido, dado o clima
e oxida��o, o sal-gema se transforma em higrosc�pico,
muda para estado l�quido
e se amontoa.
Querem um emprego aqui ou algo assim?
N�o, s� queremos confirmar.
Esse barril realmente veio da Companhia da Mina de Sal?
Querida, suspeito que saiba ler.
Entregamos para todo o mundo.
Esse com seu corpo dentro,
pode ter vindo de Munique ou Manhattan.
Essa foi jogado no Lago Mead, n�o no Rio East.
Quando come�ou a trabalhar aqui?
Comecei em 79. Por qu�?
Quero a escala de funcion�rios da �poca.
Sim, tudo bem.
Como se algu�m pudesse ter roubado o maldito barril.
Voc� nunca pensou que sua crian�a no barril
pode ter sido uma forma dos pais de se livrar de um problema?
Acho que esse � o pior pesadelo dos pais.
Preciso mostrar a menina desaparecida na comunidade,
e voc�s precisam me dar a escala.
Ou eu voltarei.
Dr. Milton Hudson examinando os restos mortais
de uma crian�a n�o identificada,
possivelmente desaparecida,
desconhecida.
Todos os restos mortais
vieram de um barril descoberto no Lago Mead.
Altura aproximada:
1,32m.
Peso aproximado: 27 a 31 quilos.
N�o h� caracter�sticas de identifica��o irregulares.
- Quem era essa menina, continua... - Desconhecida.
Ossos capitato e hamato
quase destru�dos.
- � um ferimento de tiro? - Parece.
N�o d� para dizer a dire��o do tiro,
mas a bala atingiu o pulso direito.
Perimortem � o tema do dia.
Parece uma perfura��o limpa na esc�pula direita.
Entrou e saiu.
Parece.
O proj�til saiu pelas costas e seguiu.
Isso significa que ela foi atingida de perto, certo?
Todo esse dano pode ser explicado por um �nico tiro.
Ela est� encarando o atirador.
- Levanta a m�o. - Certo.
Droga.
Significa que isso foi a �ltima coisa que ela viu.
Certo. A subst�ncia azul do fundo do barril
era uma combina��o de alum�nio,
reflexivo colorido, pel�cula adesiva
e tinta.
Pode ser um milh�o de coisas.
Mas quem sabe, nunca se pode descartar
- o princ�pio de troca de Locard. - Todo contato...
- deixa um vest�gio. - Deixa um vest�gio.
Podemos descartar DNA.
Analisei os peda�os de cabelo ondulado.
Est�o muito degradados para amostra.
Greg, zero. Penny, zero.
Greg, zero. Penny, um.
O cal�ado Mary Janes brancos � do tamanho 33.
Couro envernizado.
Meu palpite � que ela foi morta antes ou depois da igreja.
Desculpe, me perdeu em "meu palpite."
Bem... Tem um aplique da Escola Dominical na blusa dela.
Tem certeza que � isso?
Todo domingo, toda a minha inf�ncia. Eu era ac�lita.
At� ensinei na escola dominical por alguns anos.
Penny, cinco. Greg, zero.
Mas estas duas presilhas de strass podem me colocar no placar.
Esta est� em perfeitas condi��es.
O metal desta outra est� queimado e retorcido.
N�o parece
com corros�o por estar debaixo da �gua por 40 anos, para mim.
Mas � dif�cil dizer o que fez isso.
O que quer que seja fez esse buraco na luva. Aqui.
Olhe a foto do pulso direito da desconhecida.
Veja como o buraco na luva se encaixa perfeitamente.
Ela foi baleada pela m�o.
O maior buraco est� nas costas, ou seja, foi onde a bala saiu.
Faz disso uma ferida defensiva.
Acho que confirma a teoria que tiveram no necrot�rio:
Provavelmente s� um tiro foi disparado.
Penny, um zilh�o. Greg,
tipo, dois.
Agrade�o muito por ter nos deixado entregar os folhetos.
Ser� muito �til.
Claro. Ficamos felizes em ajudar.
Algum motivo para a Batista de Plymouth estar na lista?
Longevidade. Estamos indo em toda igreja velha
que tinha escola dominical nos anos 80.
- S� restam algumas. - Rezarei por voc�.
Nunca nego uma dessas.
Ela est� no final desse corredor.
- Est� me levando � Capit�? - Sim, senhora.
- Quem toma as decis�es aqui. - Sim, senhora.
Desculpe chefe. Essa mulher...
Sra. Williams.
Raquel Williams.
A sra. Williams est� pedindo se...
Exigindo.
Falar com voc�.
Ol�, sra. Williams. Me chamo Maxine Roby.
Preciso falar com a pessoa no comando.
Tudo bem, eu... Muito obrigada.
Sou a pessoa no comando. Maxine Roby. Sou a diretora...
Ent�o � voc�?
Voc� � respons�vel por isso?
Tem alguma informa��o sobre a nossa desaparecida?
Esse cartaz n�o importa. O nome dela � Phoebe.
Phoebe Williams, n�o "desconhecida".
E esse d�lar que estava com ela...
Era dinheiro para comprar um livro.
Do Humpty Dumpty para priminha dela.
Ela estava usando sapatos de couro branco envernizados
para ir a igreja no domingo.
Como estou indo?
Essa �...
� Phoebe Williams.
Sua filha?
Isso mesmo.
Sou a m�e dela.
Sra. Williams, sinto muito pela sua perda.
Nosso laborat�rio se esfor�ou muito
para dar um rosto a sua filha.
Realmente devem ter tentado.
E quando a ra�a da v�tima � desconhecida,
o procedimento operacional padr�o...
Posso n�o estar com a sa�de boa, dra. Roby,
mas a minha mente est� �tima.
Entendi o que fizeram. S� n�o gostei.
Fez a minha filha parecer outra pessoa.
E a� colocou o rosto dela em todos os lugares.
Te achamos com a ajuda dessa foto.
Esse folheto nos traz mais perto de descobrir
o que aconteceu com a sua filha.
Sei que est� chateada...
- N�o fa�a isso. - Eu sei.
N�o me diga como me sinto. N�o sabe como me sinto.
Voc� n�o lida com a morte de um filho h�...
Quarenta e um...
Anos.
Tem raz�o. N�o passei por isso.
1982.
Fomos baleados a sangue frio no meio da rua.
O corpo da minha filha foi levado.
A pol�cia...
Escreveu o relat�rio deles
com um l�pis desapontado num guardanapo de bebida.
Meu telefone nunca tocou.
Eles n�o se importaram com ela naquela �poca.
Eles n�o se importaram. "Sinto muito pela sua perda."
� uma mentira!
Sra. Williams...
Sra. Williams, n�o v� embora.
- Com licen�a. - Sra. Williams, n�o v� embora.
Sra. Williams, se for embora, estar� desistindo da Phoebe.
"Eles" s�o eu agora, sra. Williams.
Phoebe est� aos meus cuidados.
E meus cuidados n�o precisam de enrola��o.
Farei tudo que posso, senhora.
Tudo que eu puder para encontrar os culpados.
E coloc�-los na cadeia.
Mas n�o poderei fazer isso sem a sua ajuda.
Preciso de voc�.
A Phoebe precisa de voc�.
- Precisa do qu�? - De uma segunda chance.
De uma segunda chance para consertar tudo.
E, legalmente...
preciso de uma amostra de DNA.
S� um cotonete, senhora. � simples.
Para confirmar que � a m�e da Phoebe.
- � isso que quer? - Sim, senhora.
Colocar um cotonete na minha boca para provar que sou m�e dela?
Isso.
Isso vai resolver tudo?
Essa conversa acabou! Nos deixe em paz!
O arquivo do caso da DPLV de 1982.
As fotos da cena do crime.
O depoimento da testemunha.
O mapa dos local onde ocorreu o tiroteio. Fim.
Desculpe, � s� isso? S� algumas p�ginas?
Fotos de pr�dios locais, alguns desenhos de mapa
e o depoimento de uma testemunha?
Max est� muito decidida sobre nosso trabalho no caso.
Faremos o que "eles" n�o fizeram.
Precisamos encontrar todas as provas perdidas,
seja com a ajuda da m�e ou sem.
Certo, ent�o...
Aqui diz: "�nico ferimento de bala".
Acho que n�o. Acho que foram dois disparos.
O segundo tiro matou a Phoebe. O primeiro n�o a atingiu.
Se esse l�pis for a trajet�ria,
a bala errou a t�mpora da Phoebe.
E bateu na presilha do cabelo. Foram dois tiros.
� o dobro de informa��es do que a DPLV tinha.
Poderemos descobrir algo sobre o atirador.
Altura, destreza manual, algo sobre a arma usada.
Vamos montar a cena.
Certo, de acordo com o depoimento da sra. Williams,
ela e a Phoebe sa�ram da Igreja Batista de Plymouth
e foram para parada de �nibus.
Ela disse que foram abordadas na esquina da direita, l�.
Eu sou o atirador.
Me d� um segundo para ter v�rias alturas.
Do Oompa Loompa at� o Yao Ming.
N�o.
N�o, isso n�o... Os �ngulos n�o fazem sentido.
Tem raz�o.
Para conseguir o arranh�o na t�mpora, � como se...
� como se a Phoebe fosse mais alta que o atirador.
Deixa eu coloc�-la em cima do banco.
Ela � uma crian�a. Est� entediada esperando o �nibus.
- Isso! - Ajuda com o problema da altura?
Sim!
Folsom, qual � a altura dos nossos tr�s atiradores?
Daqui, o assassino mede 1,72m, laser vermelho.
No laser verde, � mais alto, 1,82m.
No laser azul, mais alto ainda, 1,93m.
Sem sabermos o tipo de arma
e a posi��o exata do assassino,
h� 40 anos, � imposs�vel determinarmos a altura.
Esperem a�.
Esperem a�.
Aquele pr�dio.
- O que tem o pr�dio? - Esse pr�dio n�o existia em 1982.
Nem aquele pr�dio na outra esquina.
Na �poca, devia ser s� de metal e madeira.
Devia ser um im� para balas perdidas.
A bala n�o parou ali.
Acertou aquele pr�dio de escrit�rios ali.
Com sorte, a bala pode estar alojada nas paredes.
Gente, estamos perto. Mais fuma�a.
Vamos jogar o laser aqui.
A ordem de grandeza est� perto.
Configure para o valor m�dio, 1,80 metros.
Aguardem, senhores. A Allie est� quebrando tudo.
Esquece. N�o deu certo. Nenhuma bala.
Ainda tem as fotos de antes?
Aquela com a presilha danificada.
Viu como o metal da presilha est� torto para a esquerda?
O proj�til pode ter redirecionado,
como dedos desviando uma cesta no basquete.
Acho que precisamos procurar um pouco mais para a direita.
Gente, precisamos redirecionar o �ngulo
tr�s ou quatro graus para a direita,
e uns bons 15 cent�metros para cima.
Aqui.
- Agora sim. - Pessoal?
Alguma sorte?
Sim. Um grande progresso.
Com uma bala.
As minhas marretadas v�o custar para a cidade uma boa grana.
Me diz que encontrou algo probat�rio com a bala.
Queria poder. As estrias est�o severamente danificadas,
e mesmo tendo a arma em quest�o,
isso n�o � o suficiente.
Est� dizendo que encontramos uma bala milagrosa,
41 anos ap�s o fato, e...
- nada? - N�o exatamente.
Sabemos que o assassino media 1,93m.
E...
est� vendo esses cristais ao longo da ponta irregular do proj�til?
Bem, tomei a liberdade de moer alguns dos strass
da presilha da Phoebe em um p� fino.
Bingo. Corresponde com a bala.
Pelo menos, sabemos. A bala que achou,
foi o primeiro disparo na Phoebe Williams.
Est� bem. E o segundo disparo?
Pensei ter dito para nos deixar em paz.
Sim, senhora, voc� disse mas sou um pouco cabe�a dura.
E tenho novas informa��es, senhora.
Algumas...
Vou preparar um caf�.
A �ltima foto que tirei dela foi enquanto coloria.
Ela usava giz de cera.
Quando ela era pequena, perguntei,
"Phoebe, qual � a sua cor preferida?"
Sabe o que ela me disse? "Mam�e, n�o posso responder.
Magoaria os sentimentos das outras cores."
Coisas que voc� se lembra.
Agora, que hist�ria � essa...
de ter novas informa��es?
Certo, senhora
Tenho algumas fotos minhas.
Acreditamos que foram dois tiros.
O primeiro que tiramos de um pr�dio...
perto da igreja.
Gostaria de mostrar uma foto do cr�nio da Phoebe.
H� um arranh�o �sseo,
logo acima da t�mpora direita.
Acreditamos que o primeiro tiro foi de rasp�o no rosto,
e acertou a presilha.
Posso?
Acha que sabe o que aconteceu.
Eu estava l�.
A Phoebe e eu,
costum�vamos vender joias e artesanato para a igreja.
Est�vamos arrecadando dinheiro para uma viagem mission�ria.
Acho que voc� mereceu isso.
Agora posso comprar o livro do Humpty Dumpty pra Sharise.
- Me d� o dinheiro! - Esse garoto com uma arma,
queria nossa caixa de dinheiro.
Falei o que estava pensando. N�o ia deixar um garoto mau,
pegar o dinheiro do Senhor.
Eu podia ver o Diabo nos olhos dele.
E o medo.
Mam�e!
Sinto muito, sra. Williams,
mas n�o encontramos essa segunda bala.
E voc� nunca vai encontr�-la, nunca em cem anos.
Por que diz isso?
Por que estou com ela.
Entrou em voc�.
Phoebe morreu tentando salvar minha vida.
Acho que pode dizer
que carrego esta bala
perto do meu cora��o.
At� onde voc� iria
para encontrar quem fez isso com voc�s?
- At� o fim. - Eu preciso dessa bala.
Essa bala � a �nica prova que pode nos ajudar a resolver isso.
Quando um tiro � disparado,
deixa marcas na bala, certo?
Essas marcas, senhora, contam uma hist�ria.
Uma hist�ria que pode nos levar
at� � pessoa que fez isso.
Se os m�dicos falarem que � um risco a sua sa�de,
n�o temos que fazer.
A escolha � sua.
De m�e pra m�e, deixa eu perguntar uma coisa.
Sim, senhora.
Se voc� carregasse isto em seu peito
e precisasse dela para vingar a morte de seu filho,
o que voc� faria?
Acho que n�s duas sabemos a resposta para isso.
Se voc� n�o quiser fazer isso, podemos cancelar tudo.
N�o se preocupe com a minha morte, sra. Roby.
Pode-se dizer que morri h� 41 anos.
Voc� � forte.
N�o estou tentando ser forte.
Eu preciso de algo de voc�.
Diga.
Eu n�o tenho ningu�m.
Vi�va, sem irm�o, irm�, parentes pr�ximos.
Tudo o que tenho � esta velha bengala torta
e mem�rias borradas da minha menina.
Se algo acontecer...
Eu estou ouvindo.
Enterre minha filha...
da forma que ela tem direito.
Eu quero que voc�
me prometa isso.
Eu prometo.
HUMPY DUMPTY
Um pouco de leitura?
Sim. � o caso da crian�a. Por favor, sente-se.
Obrigado por me encontrar.
N�o posso demorar, vou voltar ao hospital.
N�o precisamos comer.
- Pronto para pedir? - Oi.
Quero um puro malte.
- Fa�a um duplo. - Claro.
T�o ruim assim?
Estou saindo. Estou saindo do seu mundo.
Meu lugar n�o � aqui.
Achei que conseguiria resolver uma confus�o, mas n�o pude.
Eu tive...
Eu tive um dia cheio.
Acabei de convencer uma mulher a fazer uma cirurgia arriscada
onde v�o remover uma bala
que pode n�o resolver o assassinato.
� uma p�ssima hora.
Nunca � um bom momento para dizer adeus.
Se n�o acaba mal, �s vezes simplesmente n�o acaba, Max.
N�o h� palavras mais verdadeiras.
Sempre estarei aqui para voc�
e para o nosso filho quando precisar, sempre.
Eu sei.
Mas tem coisas que est�o al�m do nosso poder.
- Sabemos como o resto vai ser. - Aqui est�.
M�e.
- Como sabia? - Tenho voc� no telefone
ent�o sempre sei onde voc� est�.
Meu menino.
Meu filho.
Maxine Roby?
A sra. Williams vai v�-la agora.
Oi.
V� pegar o homem.
� quase meia-noite. Por favor, diga que est� perto.
Estou comparando marcas de estrias
entre a bala deformada que voc� encontrou
e a bala da sra. Williams,
e n�o acredito na diferen�a. Olha.
A da sra. Williams est� em perfeitas condi��es.
Sim, isso faz sentido.
Depois que entrou no peito, o corpo a tratou
como um objeto estranho.
O tecido o envolve, o protege,
- como um cobertor quente. - Sorte a nossa.
Estou passando as estrias pela NIBIN,
mas j� sabemos o tipo de bala usada,
� uma PAC .45.
Pistola Autom�tica Colt?
Edi��o padr�o, grau militar. Bala revestida de metal.
Talvez uma Remington Rand M1911A1
de propriedade do governo
da Segunda Guerra Mundial.
Procuramos um militar da Segunda Guerra Mundial?
A sra. Williams n�o disse que o atirador era um adolescente?
Algu�m da Segunda Guerra Mundial teria quase 100 anos.
Pode ser um colecionador de armas.
POSS�VEL CORRESPOND�NCIA
Quem mandou voc�s ficarem at� tarde?
- Folsom. - Folsom.
A arma que matou Phoebe foi usada em um assalto
a uma loja de bebidas em 1961.
N�o foi resolvido.
Achei que a sra. Williams disse que foi um adolescente.
Ela disse.
Agora estamos procurando dois crimes, uma arma,
e dois criminosos diferentes, certo?
O principal suspeito neste caso era Matthew Beck.
Faleceu em 1973, mas o nome dele, o nome dele vive, certo?
Um membro da fam�lia?
Filho de um atirador.
Isso � uma loucura.
19 filhos e netos.
Poder�amos falar com todas essas pessoas.
Um deles deve saber para quem o vov� deixou
todas as armas, n�o sei.
Espera.
Eu j� vi esse cara antes.
Sei que j�.
Todos voc�s j� viram.
- Meu Deus, claro. - Meu Deus, claro, quem?
Os esquiadores n�o tiraram a mim o barril.
Fiquei enroscado l� embaixo. Foi assustador.
Est� de brincadeira?
Uma coisa sabemos com certeza,
assassinos voltam � cena do crime para se livrar das provas.
41 anos ap�s o fato.
O pai era suspeito de um crime ligado a armas de fogo.
- Isso ser� suficiente... - Eu vejo algo novo,
algo condenat�rio, algo azul.
Ponha na tela aquela bolsa de rede.
Aproxime mais.
Penny. Penny!
Placa azul.
Passe no banco de dados do Depto. de Ve�culos.
- Caminhonete. - C�digo de �rea de Las Vegas, 702.
- Registrado para Jeremiah Beck. - Mergulhador Steve.
Estava bem debaixo do nosso nariz.
E assim como um pugilista culpado, ele mergulhou.
Isso foi h� muito tempo.
Era adolescente, uma mineradora estava contratando.
- Trabalhei por meio ver�o. - Seis semanas, para ser exato.
At� ser demitido por roubo.
E segundo seus arquivos disciplinares,
voc� pegava barris e os reciclava para ganhar dinheiro, ent�o...
N�o que todos n�o tivessem escrito "Companhia da Mina de Sal".
Fuzil, Glock, nove mil�metros, Glock,
e Remington Rand 1911A1.
Vou te contar como vai ser.
Minha equipe vai para o laborat�rio criminal.
Vamos examinar
cada uma dessas armas para impress�es digitais.
E meu palpite � que a sua vai aparecer
naquela rel�quia da Segunda Guerra Mundial.
Vamos testar o disparo
e vamos comparar as marcas de estrias
com a bala que recuperamos
com as disparadas por sua arma.
Seu segundo tiro matou a garota a sangue frio.
Voc� ia se livrar dos corpos,
mas uma testemunha ocular te assustou
antes de ver que a sra. Williams ainda estava viva.
E quando voc� largou o corpo,
n�o sabia como uma garota de 29kg era pesada
para colocar em um tambor de metal.
Os n�veis de �gua no Lago Mead atingiram m�nimos recordes,
e voc� tamb�m.
Tinha que se livrar das provas e acabou usando o notici�rio local.
M�os para tr�s.
- Aonde voc� vai? - Ao Hospital Desert Palms.
Devo uma visita � sra. Williams.
Senhora, o hor�rio de visitas acabou.
Onde est� a sra. Williams?
N�o.
Parece que n�o perdeu a mostra de arte, afinal.
GeekSubs Mais que legenders!
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.