All language subtitles for CSI.Vegas.S02E17.The.Promise.1080p.AMZN.WEB-DL.DDP5.1.H.264-NTb

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Original subtitles

Grande drama nas mar�s baixas no Lago Mead esta manh�.

Um mergulhador em busca de um tesouro escondido

encontrou mais do que esperava, restos mortais. Senhor?

Estou aqui com o mergulhador, Jeremiah Beck.

O que estava procurando l� embaixo, al�m do choque de sua vida?

Amigos meus acham coisas legais desde que o lago secou.

Voc�s est�o esperando por um convite gravado?

H� restos humanos l� embaixo.

Vamos ao trabalho.

O qu�?

� uma crian�a.

Roby falando.

Olha, � uma nota de d�lar em um saquinho lacrado.

Veja, rabiscaram nela. Um ovinho sorridente.

�.

Olhe essa data. 1982.

- Oi, Greg. - Doutora Roby. Voc� ligou?

Entendi, Conde Sanders

porque pedi pra vir no "turno dos vampiros". Boa.

- Quero te deixar orgulhosa. - Sim, sim, eu sei.

Mas s�rio, fico feliz em substituir sua supervisora noturna.

Eu que agrade�o. Claudia agradece. O rec�m-nascido agradece.

Posso perder um pouco de sono por causa da licen�a maternidade

mas pensei que minha miss�o s� come�aria hoje � noite.

Desculpe te chamar mais cedo, mas estou no meio de um pesadelo.

O Conde Sanders diz que � um corpo no barril.

Dizem que � um sucesso da m�fia dos anos 80.

N�o � da m�fia porque o corpo � de uma crian�a,

o que eu realmente preciso � de um antrop�logo. Voc� tem um?

Vou pegar a minha capa.

- Voc� veio ao vampiro certo. - Vamos, Conde.

- Ol�! - Doutora Roby.

E voc� deve ser o dr. Hudson.

Sou a dra. Heather Chumani.

Obrigada por vir em t�o pouco tempo.

Me mostre um osso p�lvico.

Voc�s fizeram um bom trabalho ao definir isso aqui.

Obrigada.

Pobrezinha.

� uma menina.

� dif�cil determinar a morfologia da ra�a,

mas sei que se trata de uma crian�a do sexo feminino.

Com base na...

n�o fus�o da sutura basilar,

eu diria que sua menina tinha de oito a dez anos.

A d�vida � a causa desse arranh�o externo,

do lado direito da t�mpora, logo acima do osso orbital.

Antemortem ou postmortem?

Acho que nenhum dos dois.

Provavelmente perimortem.

Perto da hora da morte.

N�o sei quanto tempo nossa desconhecida ficou naquele lago,

mas com base na rea��o osteol�gica ao templo,

acho que o que aconteceu com o rosto dela

� a raz�o pela qual ela est� naquele barril.

Pode trazer nossa garotinha de volta � vida?

S� preciso de uma �rea de trabalho silenciosa.

Sei o local ideal.

A� est� ela.

Maxine Roby,

conhe�a nossa pequena desconhecida.

Temos o rosto dela.

Agora s� precisamos do nome.

CSIs: LeilaC | Padfoot | Hall

CSIs: NayCielo | Lisia

CSIs: KetchSketch | thaisc�

CSIs: AnaJS | Zetnos

CSIs: MilleG | LikaPoetisa�

Chefe do laborat�rio: LeilaC

GeekS cientificamente apresenta...

CSI: Vegas - 2.17 The Promise

- Posso te fazer uma pergunta? - Pode.

Como a antrop�loga determinou o tom de pele dela?

Ela n�o determinou.

Ent�o ela n�o � dessa cor...

Chama "t�cnica de paleta neutra".

Quando a ra�a de uma v�tima � desconhecida,

os artistas forenses usam uma mistura

de todas as pigmenta��es da pele.

Faz sentido.

Precisamos de uma imagem que seja o mais inclusiva poss�vel.

Conseguir toda ajuda poss�vel.

Todos precisam dar uma olhada cuidadosa nessa garota.

Sim, eu irei. Estarei a� em uma hora.

Eu te retorno depois.

- O que est� acontecendo? - Acho que descobrir�.

A coisa de arte do Bryan. Droga.

A inaugura��o da galeria para a namorada.

- Dev�amos... - Eu sei, eu sei. Sinto muito.

N�o se desculpe comigo. Sou apenas o ex-marido.

J� acostumei com ser deixado de lado.

J� o Bryan...

O que quer que eu diga a ele?

Eu falo com ele.

Tenho que apagar meus pr�prios inc�ndios. Droga.

N�o vejo nenhum inc�ndio, mas sinto cheiro de fuma�a.

Voc� est� bem?

Encontraram os restos mortais de uma crian�a,

em um barril,

no fundo do Lago Mead.

� um caso arquivado. Ser� uma longa semana.

- Todas s�o. - Sim.

Eu entendo.

O trabalho vem em primeiro lugar.

Sim.

Se por acaso voc� conseguir uma pausa,

me mande uma mensagem.

Podemos levar Bry para almo�ar, compens�-lo.

Obrigada.

Claro.

- Tempo? - 37 segundos.

F�s de "Massacre da Serra El�trica" ficariam impressionados.

Tenho trabalhado como lenhador desde que sa� do CSI.

- S�rio? - N�o.

Tenho escrito um livro,

mas tenho v�rias camisas de flanela.

Me pergunto, por que t�o azul?

Me passe o bisturi e um kit de coleta.

- Sim. - Levarei isso para o laborat�rio.

Espera. O que � aquilo?

"Companhia da Mina de Sal"?

Companhia da Mina de Sal � especializada

na produ��o de s�dio.

Tamb�m fabricamos os barris para transporte.

Acho que o que est�o procurando

est� bem aqui, modelo MHAZ.

Feito de a�o laminado a frio.

N�s o us�vamos no fim dos anos 70 e in�cio dos 80.

Foi quando trocaram para pl�stico?

Sim .

Faz sentido, dado o clima

e oxida��o, o sal-gema se transforma em higrosc�pico,

muda para estado l�quido

e se amontoa.

Querem um emprego aqui ou algo assim?

N�o, s� queremos confirmar.

Esse barril realmente veio da Companhia da Mina de Sal?

Querida, suspeito que saiba ler.

Entregamos para todo o mundo.

Esse com seu corpo dentro,

pode ter vindo de Munique ou Manhattan.

Essa foi jogado no Lago Mead, n�o no Rio East.

Quando come�ou a trabalhar aqui?

Comecei em 79. Por qu�?

Quero a escala de funcion�rios da �poca.

Sim, tudo bem.

Como se algu�m pudesse ter roubado o maldito barril.

Voc� nunca pensou que sua crian�a no barril

pode ter sido uma forma dos pais de se livrar de um problema?

Acho que esse � o pior pesadelo dos pais.

Preciso mostrar a menina desaparecida na comunidade,

e voc�s precisam me dar a escala.

Ou eu voltarei.

Dr. Milton Hudson examinando os restos mortais

de uma crian�a n�o identificada,

possivelmente desaparecida,

desconhecida.

Todos os restos mortais

vieram de um barril descoberto no Lago Mead.

Altura aproximada:

1,32m.

Peso aproximado: 27 a 31 quilos.

N�o h� caracter�sticas de identifica��o irregulares.

- Quem era essa menina, continua... - Desconhecida.

Ossos capitato e hamato

quase destru�dos.

- � um ferimento de tiro? - Parece.

N�o d� para dizer a dire��o do tiro,

mas a bala atingiu o pulso direito.

Perimortem � o tema do dia.

Parece uma perfura��o limpa na esc�pula direita.

Entrou e saiu.

Parece.

O proj�til saiu pelas costas e seguiu.

Isso significa que ela foi atingida de perto, certo?

Todo esse dano pode ser explicado por um �nico tiro.

Ela est� encarando o atirador.

- Levanta a m�o. - Certo.

Droga.

Significa que isso foi a �ltima coisa que ela viu.

Certo. A subst�ncia azul do fundo do barril

era uma combina��o de alum�nio,

reflexivo colorido, pel�cula adesiva

e tinta.

Pode ser um milh�o de coisas.

Mas quem sabe, nunca se pode descartar

- o princ�pio de troca de Locard. - Todo contato...

- deixa um vest�gio. - Deixa um vest�gio.

Podemos descartar DNA.

Analisei os peda�os de cabelo ondulado.

Est�o muito degradados para amostra.

Greg, zero. Penny, zero.

Greg, zero. Penny, um.

O cal�ado Mary Janes brancos � do tamanho 33.

Couro envernizado.

Meu palpite � que ela foi morta antes ou depois da igreja.

Desculpe, me perdeu em "meu palpite."

Bem... Tem um aplique da Escola Dominical na blusa dela.

Tem certeza que � isso?

Todo domingo, toda a minha inf�ncia. Eu era ac�lita.

At� ensinei na escola dominical por alguns anos.

Penny, cinco. Greg, zero.

Mas estas duas presilhas de strass podem me colocar no placar.

Esta est� em perfeitas condi��es.

O metal desta outra est� queimado e retorcido.

N�o parece

com corros�o por estar debaixo da �gua por 40 anos, para mim.

Mas � dif�cil dizer o que fez isso.

O que quer que seja fez esse buraco na luva. Aqui.

Olhe a foto do pulso direito da desconhecida.

Veja como o buraco na luva se encaixa perfeitamente.

Ela foi baleada pela m�o.

O maior buraco est� nas costas, ou seja, foi onde a bala saiu.

Faz disso uma ferida defensiva.

Acho que confirma a teoria que tiveram no necrot�rio:

Provavelmente s� um tiro foi disparado.

Penny, um zilh�o. Greg,

tipo, dois.

Agrade�o muito por ter nos deixado entregar os folhetos.

Ser� muito �til.

Claro. Ficamos felizes em ajudar.

Algum motivo para a Batista de Plymouth estar na lista?

Longevidade. Estamos indo em toda igreja velha

que tinha escola dominical nos anos 80.

- S� restam algumas. - Rezarei por voc�.

Nunca nego uma dessas.

Ela est� no final desse corredor.

- Est� me levando � Capit�? - Sim, senhora.

- Quem toma as decis�es aqui. - Sim, senhora.

Desculpe chefe. Essa mulher...

Sra. Williams.

Raquel Williams.

A sra. Williams est� pedindo se...

Exigindo.

Falar com voc�.

Ol�, sra. Williams. Me chamo Maxine Roby.

Preciso falar com a pessoa no comando.

Tudo bem, eu... Muito obrigada.

Sou a pessoa no comando. Maxine Roby. Sou a diretora...

Ent�o � voc�?

Voc� � respons�vel por isso?

Tem alguma informa��o sobre a nossa desaparecida?

Esse cartaz n�o importa. O nome dela � Phoebe.

Phoebe Williams, n�o "desconhecida".

E esse d�lar que estava com ela...

Era dinheiro para comprar um livro.

Do Humpty Dumpty para priminha dela.

Ela estava usando sapatos de couro branco envernizados

para ir a igreja no domingo.

Como estou indo?

Essa �...

� Phoebe Williams.

Sua filha?

Isso mesmo.

Sou a m�e dela.

Sra. Williams, sinto muito pela sua perda.

Nosso laborat�rio se esfor�ou muito

para dar um rosto a sua filha.

Realmente devem ter tentado.

E quando a ra�a da v�tima � desconhecida,

o procedimento operacional padr�o...

Posso n�o estar com a sa�de boa, dra. Roby,

mas a minha mente est� �tima.

Entendi o que fizeram. S� n�o gostei.

Fez a minha filha parecer outra pessoa.

E a� colocou o rosto dela em todos os lugares.

Te achamos com a ajuda dessa foto.

Esse folheto nos traz mais perto de descobrir

o que aconteceu com a sua filha.

Sei que est� chateada...

- N�o fa�a isso. - Eu sei.

N�o me diga como me sinto. N�o sabe como me sinto.

Voc� n�o lida com a morte de um filho h�...

Quarenta e um...

Anos.

Tem raz�o. N�o passei por isso.

1982.

Fomos baleados a sangue frio no meio da rua.

O corpo da minha filha foi levado.

A pol�cia...

Escreveu o relat�rio deles

com um l�pis desapontado num guardanapo de bebida.

Meu telefone nunca tocou.

Eles n�o se importaram com ela naquela �poca.

Eles n�o se importaram. "Sinto muito pela sua perda."

� uma mentira!

Sra. Williams...

Sra. Williams, n�o v� embora.

- Com licen�a. - Sra. Williams, n�o v� embora.

Sra. Williams, se for embora, estar� desistindo da Phoebe.

"Eles" s�o eu agora, sra. Williams.

Phoebe est� aos meus cuidados.

E meus cuidados n�o precisam de enrola��o.

Farei tudo que posso, senhora.

Tudo que eu puder para encontrar os culpados.

E coloc�-los na cadeia.

Mas n�o poderei fazer isso sem a sua ajuda.

Preciso de voc�.

A Phoebe precisa de voc�.

- Precisa do qu�? - De uma segunda chance.

De uma segunda chance para consertar tudo.

E, legalmente...

preciso de uma amostra de DNA.

S� um cotonete, senhora. � simples.

Para confirmar que � a m�e da Phoebe.

- � isso que quer? - Sim, senhora.

Colocar um cotonete na minha boca para provar que sou m�e dela?

Isso.

Isso vai resolver tudo?

Essa conversa acabou! Nos deixe em paz!

O arquivo do caso da DPLV de 1982.

As fotos da cena do crime.

O depoimento da testemunha.

O mapa dos local onde ocorreu o tiroteio. Fim.

Desculpe, � s� isso? S� algumas p�ginas?

Fotos de pr�dios locais, alguns desenhos de mapa

e o depoimento de uma testemunha?

Max est� muito decidida sobre nosso trabalho no caso.

Faremos o que "eles" n�o fizeram.

Precisamos encontrar todas as provas perdidas,

seja com a ajuda da m�e ou sem.

Certo, ent�o...

Aqui diz: "�nico ferimento de bala".

Acho que n�o. Acho que foram dois disparos.

O segundo tiro matou a Phoebe. O primeiro n�o a atingiu.

Se esse l�pis for a trajet�ria,

a bala errou a t�mpora da Phoebe.

E bateu na presilha do cabelo. Foram dois tiros.

� o dobro de informa��es do que a DPLV tinha.

Poderemos descobrir algo sobre o atirador.

Altura, destreza manual, algo sobre a arma usada.

Vamos montar a cena.

Certo, de acordo com o depoimento da sra. Williams,

ela e a Phoebe sa�ram da Igreja Batista de Plymouth

e foram para parada de �nibus.

Ela disse que foram abordadas na esquina da direita, l�.

Eu sou o atirador.

Me d� um segundo para ter v�rias alturas.

Do Oompa Loompa at� o Yao Ming.

N�o.

N�o, isso n�o... Os �ngulos n�o fazem sentido.

Tem raz�o.

Para conseguir o arranh�o na t�mpora, � como se...

� como se a Phoebe fosse mais alta que o atirador.

Deixa eu coloc�-la em cima do banco.

Ela � uma crian�a. Est� entediada esperando o �nibus.

- Isso! - Ajuda com o problema da altura?

Sim!

Folsom, qual � a altura dos nossos tr�s atiradores?

Daqui, o assassino mede 1,72m, laser vermelho.

No laser verde, � mais alto, 1,82m.

No laser azul, mais alto ainda, 1,93m.

Sem sabermos o tipo de arma

e a posi��o exata do assassino,

h� 40 anos, � imposs�vel determinarmos a altura.

Esperem a�.

Esperem a�.

Aquele pr�dio.

- O que tem o pr�dio? - Esse pr�dio n�o existia em 1982.

Nem aquele pr�dio na outra esquina.

Na �poca, devia ser s� de metal e madeira.

Devia ser um im� para balas perdidas.

A bala n�o parou ali.

Acertou aquele pr�dio de escrit�rios ali.

Com sorte, a bala pode estar alojada nas paredes.

Gente, estamos perto. Mais fuma�a.

Vamos jogar o laser aqui.

A ordem de grandeza est� perto.

Configure para o valor m�dio, 1,80 metros.

Aguardem, senhores. A Allie est� quebrando tudo.

Esquece. N�o deu certo. Nenhuma bala.

Ainda tem as fotos de antes?

Aquela com a presilha danificada.

Viu como o metal da presilha est� torto para a esquerda?

O proj�til pode ter redirecionado,

como dedos desviando uma cesta no basquete.

Acho que precisamos procurar um pouco mais para a direita.

Gente, precisamos redirecionar o �ngulo

tr�s ou quatro graus para a direita,

e uns bons 15 cent�metros para cima.

Aqui.

- Agora sim. - Pessoal?

Alguma sorte?

Sim. Um grande progresso.

Com uma bala.

As minhas marretadas v�o custar para a cidade uma boa grana.

Me diz que encontrou algo probat�rio com a bala.

Queria poder. As estrias est�o severamente danificadas,

e mesmo tendo a arma em quest�o,

isso n�o � o suficiente.

Est� dizendo que encontramos uma bala milagrosa,

41 anos ap�s o fato, e...

- nada? - N�o exatamente.

Sabemos que o assassino media 1,93m.

E...

est� vendo esses cristais ao longo da ponta irregular do proj�til?

Bem, tomei a liberdade de moer alguns dos strass

da presilha da Phoebe em um p� fino.

Bingo. Corresponde com a bala.

Pelo menos, sabemos. A bala que achou,

foi o primeiro disparo na Phoebe Williams.

Est� bem. E o segundo disparo?

Pensei ter dito para nos deixar em paz.

Sim, senhora, voc� disse mas sou um pouco cabe�a dura.

E tenho novas informa��es, senhora.

Algumas...

Vou preparar um caf�.

A �ltima foto que tirei dela foi enquanto coloria.

Ela usava giz de cera.

Quando ela era pequena, perguntei,

"Phoebe, qual � a sua cor preferida?"

Sabe o que ela me disse? "Mam�e, n�o posso responder.

Magoaria os sentimentos das outras cores."

Coisas que voc� se lembra.

Agora, que hist�ria � essa...

de ter novas informa��es?

Certo, senhora

Tenho algumas fotos minhas.

Acreditamos que foram dois tiros.

O primeiro que tiramos de um pr�dio...

perto da igreja.

Gostaria de mostrar uma foto do cr�nio da Phoebe.

H� um arranh�o �sseo,

logo acima da t�mpora direita.

Acreditamos que o primeiro tiro foi de rasp�o no rosto,

e acertou a presilha.

Posso?

Acha que sabe o que aconteceu.

Eu estava l�.

A Phoebe e eu,

costum�vamos vender joias e artesanato para a igreja.

Est�vamos arrecadando dinheiro para uma viagem mission�ria.

Acho que voc� mereceu isso.

Agora posso comprar o livro do Humpty Dumpty pra Sharise.

- Me d� o dinheiro! - Esse garoto com uma arma,

queria nossa caixa de dinheiro.

Falei o que estava pensando. N�o ia deixar um garoto mau,

pegar o dinheiro do Senhor.

Eu podia ver o Diabo nos olhos dele.

E o medo.

Mam�e!

Sinto muito, sra. Williams,

mas n�o encontramos essa segunda bala.

E voc� nunca vai encontr�-la, nunca em cem anos.

Por que diz isso?

Por que estou com ela.

Entrou em voc�.

Phoebe morreu tentando salvar minha vida.

Acho que pode dizer

que carrego esta bala

perto do meu cora��o.

At� onde voc� iria

para encontrar quem fez isso com voc�s?

- At� o fim. - Eu preciso dessa bala.

Essa bala � a �nica prova que pode nos ajudar a resolver isso.

Quando um tiro � disparado,

deixa marcas na bala, certo?

Essas marcas, senhora, contam uma hist�ria.

Uma hist�ria que pode nos levar

at� � pessoa que fez isso.

Se os m�dicos falarem que � um risco a sua sa�de,

n�o temos que fazer.

A escolha � sua.

De m�e pra m�e, deixa eu perguntar uma coisa.

Sim, senhora.

Se voc� carregasse isto em seu peito

e precisasse dela para vingar a morte de seu filho,

o que voc� faria?

Acho que n�s duas sabemos a resposta para isso.

Se voc� n�o quiser fazer isso, podemos cancelar tudo.

N�o se preocupe com a minha morte, sra. Roby.

Pode-se dizer que morri h� 41 anos.

Voc� � forte.

N�o estou tentando ser forte.

Eu preciso de algo de voc�.

Diga.

Eu n�o tenho ningu�m.

Vi�va, sem irm�o, irm�, parentes pr�ximos.

Tudo o que tenho � esta velha bengala torta

e mem�rias borradas da minha menina.

Se algo acontecer...

Eu estou ouvindo.

Enterre minha filha...

da forma que ela tem direito.

Eu quero que voc�

me prometa isso.

Eu prometo.

HUMPY DUMPTY

Um pouco de leitura?

Sim. � o caso da crian�a. Por favor, sente-se.

Obrigado por me encontrar.

N�o posso demorar, vou voltar ao hospital.

N�o precisamos comer.

- Pronto para pedir? - Oi.

Quero um puro malte.

- Fa�a um duplo. - Claro.

T�o ruim assim?

Estou saindo. Estou saindo do seu mundo.

Meu lugar n�o � aqui.

Achei que conseguiria resolver uma confus�o, mas n�o pude.

Eu tive...

Eu tive um dia cheio.

Acabei de convencer uma mulher a fazer uma cirurgia arriscada

onde v�o remover uma bala

que pode n�o resolver o assassinato.

� uma p�ssima hora.

Nunca � um bom momento para dizer adeus.

Se n�o acaba mal, �s vezes simplesmente n�o acaba, Max.

N�o h� palavras mais verdadeiras.

Sempre estarei aqui para voc�

e para o nosso filho quando precisar, sempre.

Eu sei.

Mas tem coisas que est�o al�m do nosso poder.

- Sabemos como o resto vai ser. - Aqui est�.

M�e.

- Como sabia? - Tenho voc� no telefone

ent�o sempre sei onde voc� est�.

Meu menino.

Meu filho.

Maxine Roby?

A sra. Williams vai v�-la agora.

Oi.

V� pegar o homem.

� quase meia-noite. Por favor, diga que est� perto.

Estou comparando marcas de estrias

entre a bala deformada que voc� encontrou

e a bala da sra. Williams,

e n�o acredito na diferen�a. Olha.

A da sra. Williams est� em perfeitas condi��es.

Sim, isso faz sentido.

Depois que entrou no peito, o corpo a tratou

como um objeto estranho.

O tecido o envolve, o protege,

- como um cobertor quente. - Sorte a nossa.

Estou passando as estrias pela NIBIN,

mas j� sabemos o tipo de bala usada,

� uma PAC .45.

Pistola Autom�tica Colt?

Edi��o padr�o, grau militar. Bala revestida de metal.

Talvez uma Remington Rand M1911A1

de propriedade do governo

da Segunda Guerra Mundial.

Procuramos um militar da Segunda Guerra Mundial?

A sra. Williams n�o disse que o atirador era um adolescente?

Algu�m da Segunda Guerra Mundial teria quase 100 anos.

Pode ser um colecionador de armas.

POSS�VEL CORRESPOND�NCIA

Quem mandou voc�s ficarem at� tarde?

- Folsom. - Folsom.

A arma que matou Phoebe foi usada em um assalto

a uma loja de bebidas em 1961.

N�o foi resolvido.

Achei que a sra. Williams disse que foi um adolescente.

Ela disse.

Agora estamos procurando dois crimes, uma arma,

e dois criminosos diferentes, certo?

O principal suspeito neste caso era Matthew Beck.

Faleceu em 1973, mas o nome dele, o nome dele vive, certo?

Um membro da fam�lia?

Filho de um atirador.

Isso � uma loucura.

19 filhos e netos.

Poder�amos falar com todas essas pessoas.

Um deles deve saber para quem o vov� deixou

todas as armas, n�o sei.

Espera.

Eu j� vi esse cara antes.

Sei que j�.

Todos voc�s j� viram.

- Meu Deus, claro. - Meu Deus, claro, quem?

Os esquiadores n�o tiraram a mim o barril.

Fiquei enroscado l� embaixo. Foi assustador.

Est� de brincadeira?

Uma coisa sabemos com certeza,

assassinos voltam � cena do crime para se livrar das provas.

41 anos ap�s o fato.

O pai era suspeito de um crime ligado a armas de fogo.

- Isso ser� suficiente... - Eu vejo algo novo,

algo condenat�rio, algo azul.

Ponha na tela aquela bolsa de rede.

Aproxime mais.

Penny. Penny!

Placa azul.

Passe no banco de dados do Depto. de Ve�culos.

- Caminhonete. - C�digo de �rea de Las Vegas, 702.

- Registrado para Jeremiah Beck. - Mergulhador Steve.

Estava bem debaixo do nosso nariz.

E assim como um pugilista culpado, ele mergulhou.

Isso foi h� muito tempo.

Era adolescente, uma mineradora estava contratando.

- Trabalhei por meio ver�o. - Seis semanas, para ser exato.

At� ser demitido por roubo.

E segundo seus arquivos disciplinares,

voc� pegava barris e os reciclava para ganhar dinheiro, ent�o...

N�o que todos n�o tivessem escrito "Companhia da Mina de Sal".

Fuzil, Glock, nove mil�metros, Glock,

e Remington Rand 1911A1.

Vou te contar como vai ser.

Minha equipe vai para o laborat�rio criminal.

Vamos examinar

cada uma dessas armas para impress�es digitais.

E meu palpite � que a sua vai aparecer

naquela rel�quia da Segunda Guerra Mundial.

Vamos testar o disparo

e vamos comparar as marcas de estrias

com a bala que recuperamos

com as disparadas por sua arma.

Seu segundo tiro matou a garota a sangue frio.

Voc� ia se livrar dos corpos,

mas uma testemunha ocular te assustou

antes de ver que a sra. Williams ainda estava viva.

E quando voc� largou o corpo,

n�o sabia como uma garota de 29kg era pesada

para colocar em um tambor de metal.

Os n�veis de �gua no Lago Mead atingiram m�nimos recordes,

e voc� tamb�m.

Tinha que se livrar das provas e acabou usando o notici�rio local.

M�os para tr�s.

- Aonde voc� vai? - Ao Hospital Desert Palms.

Devo uma visita � sra. Williams.

Senhora, o hor�rio de visitas acabou.

Onde est� a sra. Williams?

N�o.

Parece que n�o perdeu a mostra de arte, afinal.

GeekSubs Mais que legenders!

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