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Mas que grande exemplar...
- Est� �ptimo. - Obrigado.
Boas f�rias, querido.
�leo da Manch�ria?! Onde o arranjaste?
Foi a Helen quem mo trouxe de Oslo.
Chega para envernizar tudo.
Que ser�?
Acertaste, obrigada.
Chega para o quarto.
Gosto tanto de passar as f�rias em casa!
- Vou j� come�ar. - Para onde vais?
- Eu vou l�. - � vontade.
- � melhor ires tu. - Est� bem.
Oh, n�o!
� a Jane.
� a tua vez, querida.
- Boa sorte. - Obrigada.
Ainda bem que te apanhei. Est�s de f�rias?
F�rias totais.
Querida, hoje ofereceram-me 260 mil d�lares.
- S�o 6:45 da manh�. - Esta oferta � verdadeira.
Foi um tipo de Nova Iorque. E s� a viu pelas fotos.
N�o mandes fotos da nossa casa �s pessoas.
Quer trazer a fam�lia para terem sossego e paz.
Tamb�m n�s queremos.
Esta casa � muito grande. Foi feita para um casal que tenha filhos.
Desculpa, foi sem querer. Mas que � grande, �.
- At� daqui a umas semanas. - Pensa nisso.
Estava a contar � Barbara uma oferta da casa e...
N�o, Jane.
Vamos �s compras?
- Comprar o qu�? - Preciso dum pincel para o �leo.
- Quero uma pe�a para o meu modelo. - Mas vais-te despachar.
Duas semanas em casa. As f�rias perfeitas.
A Jane acha que dev�amos vender a casa a uma fam�lia.
Ela n�o tem nada a ver com isso.
E al�m disso, pod�amos tentar outra vez nestas f�rias.
Como...?
- Tudo bem, Ernie? - Como est�o?
Bom dia, Adam.
- Queres cortar o cabelo? - N�o, obrigado.
- Que tal vai o modelo? - Est� a ficar �ptimo.
O Bozman construiu aquilo em 1835. O seu neto...
Tinha o cabelo at� aos ombros.
E disse-me: "� s� para aparar."
- Mas eu pego na tesoura e... - At� logo.
Volte Em Breve
- Tudo vai ficar �ptimo. - N�o preferias ir � Jamaica?
- N�o. Em casa � que estou bem. - Cuidado!
As f�rias come�aram bem.
Quando secares, j� te sentes melhor.
O lume n�o estava aceso quando sa�mos.
- O teu bra�o? - N�o sei. Est� gelado.
Vou fazer caf�, enquanto arranjas achas para a lareira.
Mais devagar.
Lembras-te como cheg�mos at� c�?
Vou at� � ponte fazer o caminho de novo.
- Salvaste-me... - Duas horas!
- Nem vais acreditar... O qu�? - Demoraste todo esse tempo.
- Que se passa? - Anda ver uma coisa.
Olha.
Aquilo...
e aquilo.
MANUAL
DOS REC�M-FALECIDOS
- "Manual dos Rec�m-Adoecidos." - Falecidos.
Falecidos.
Donde ter� isso vindo? V� l� o editor.
"Editora dos Rec�m-Falecidos."
Acho que n�o sobrevivemos ao acidente, sabes?
N�o estou a gostar disto.
De que fala o livro?
N�o � t�o f�cil. Que queres saber?
Porque desapareceste quando sa�ste de casa?
Vamos a caminho do C�u ou do Inferno?
Quanto vai durar?
N�o vejo nada disso.
Que confus�o. Ouve s�.
"Per�metros temporais e geogr�ficos,
com variantes."
Vai levar o seu tempo, querida.
O AL�M-MUNDO
Malditas minhocas. 13%?
� melhor arranjar um emprego. Vejamos os an�ncios.
OBITU�RIO
Os Maitlands? Muito bem.
Lindo par. Parecem est�pidos.
Bem-Vindos AOS MAITLANDS
Gostava de ter uma melhor vista do cemit�rio, daqui.
N�o consigo ver qual � o melhor local para n�s.
Claustrofobia?
N�o posso limpar nada.
O aspirador est� na garagem.
Onde est�o os outros mortos?
Porque somos s� os dois?
Talvez seja o C�u.
Se fosse o C�u, n�o havia p� por todo o lado.
� a Jane.
- Que est� ela a fazer? - Sei l�.
Aqui em cima, Jane!
N�o te v�, n�o �?
Regra n.� 2 do livro: "Os vivos n�o podem ver os mortos."
- N�o podem ou n�o querem? - Diz que "n�o podem".
Que livro t�o parvo. N�o entendo nada.
Querida...
n�s estamos mortos.
Acho que n�o temos nada com que nos preocupar.
VENDIDA
� VENDA PELA IMOBILI�RIA JANE BUTTERFIELD
Era s� o que faltava.
Desculpe.
Delia Deetz, bem-vinda a casa.
Charles!
N�o se estragou nada, n�o faz mal. Est�s a ver? � forte e feia.
V� s� a cozinha. Finalmente vai poder cozinhar como deve ser.
Anda ver.
N�o h� problema. Basta um pouco de gasolina, um ma�arico.
Desculpe. Aqui est�.
Temos de fazer de novo as canaliza��es.
O resto � perfeito.
- Que achas? - A Delia odeia-a.
Eu era capaz de viver aqui.
Cuidado com a minha escultura!
Fui eu que a fiz.
Ponha-a em cima da mesa.
Ao fim de dez minutos, j� me sinto em casa.
Perfeito.
Socorro!
� o Otho!
Otho, porque n�o entraste pela porta?
Pouca sorte.
Otho, deixaste a cidade por minha causa. Estou t�o feliz.
Claro que est�s.
Vamos l� esclarecer uma coisa.
Viemos para desfrutar o campo, n�o para destruir a casa!
Felizmente para ti que os yuppies preferem andares...
por isso vais conseguir pagar o que eu quero fazer aqui.
Eu vim para descansar e recortar jornais.
Ent�o, f�-lo em sil�ncio e deixa-nos pensar.
O resto da casa � assim t�o mau?
Isto � um castigo?
Que vamos n�s fazer?
N�o estamos completamente sozinhos.
Segundo o livro, h� um nome para as pessoas como n�s:
Fantasmas!
Vamos come�ar?
Aqui h� potenciais negativos.
N�o h� fluidos org�nicos.
J� reparei. � como um formigueiro gigante.
- Que foi? - Pareceu-me ver uma coisa.
- MALVA - Como me entendes.
- Entendo? - H� poucos clientes que o fazem.
N�o est�o abertos � experi�ncia.
Meu Deus.
Espero que os outros arm�rios sejam maiores.
Olha!
O Ozzie e a Harriet.
- Que aconteceu a esta gente? - Morreram.
Uma casa de banho interior.
- Esverdeado. - Esverdeado. Como � que sei esta palavra?
Azul esverdeado:
�xido de cr�mio hidratado.
Qu�mica � comigo. Fui analista de cabelos.
- O qu�? - Por pouco tempo.
Deus me guarde do AKI.
O que voc�s querem, sei eu, mas nem pensem.
A casa n�o pode ficar assim!
N�o vou deixar de me dedicar � arte s� para tu descansares.
Se vou viver aqui contigo, quero poder expressar-me.
Se n�o me deixas decorar a casa...
eu enlouque�o, e tu comigo!
Talvez precise de alguma decora��o.
Mas n�o toquem nesta sala, est� bem?
Est� bem.
Hei-de apanh�-la.
Ent�o?
Basta aplicar papel de parede e deitar outras paredes abaixo.
- O que � que h� no 3.� andar? - O s�t�o.
Esqueci-me de fechar a porta do s�t�o.
- N�o sentiste nada? - Quando?
- N�o tens a chave? - Talvez o Charles a tenha.
Algo me diz que h� algo de interessante l� dentro.
Fantasmas dos antigos donos que nos querem daqui para fora.
Por mim...
O PROPRIET�RIO PR�TICO
Foi por pouco.
N�o posso ver isto.
Para qu� sermos fantasmas, se n�o assustamos ningu�m?
- Querida. - N�o suporto mais isto!
- N�o sabes o que h� l�. - N�o me importo.
Barbara!
Adam!
Socorro! Estou a ficar amarela!
Estamos encurralados na casa com aquela gente.
Comida cantonesa? N�o havia de Szechwan?
Ainda tenho um enfarte causado pela gordura desta comida.
� a nossa primeira refei��o aqui. No estejam assim.
N�o provoques a tua m�e.
Assim que puder, mando fazer-te uma c�mara escura na cave.
Toda a minha vida tem sido uma c�mara escura.
Bem grande.
Eras infeliz em Nova Iorque e �s infeliz aqui.
Ao menos algu�m n�o sente a diferen�a da mudan�a.
Eu sinto-me muito bem aqui. Quem vive em Nova Iorque, nem sabe o que perde.
Pod�amos ser o Centro de Arte de Ver�o de Nova Iorque.
Estou desejosa de voltar � minha escultura.
Boa ideia. Isso ocupa-te muito tempo.
Primeiro a casa. O Otho e eu temos grandes planos.
Porque n�o mant�-la assim?
Boa ideia.
A mob�lia est� a chegar. Temos de decidir onde fica.
Do que c� est�, vai tudo fora, incluindo o s�t�o.
Cuidado!
Diga-me o que fez, e eu digo-lhe porque � que o meu marido o despediu.
- N�o tem um �ndice? - N�o, nada.
Que � isto?
Sabem onde fica isso?
S� aqui est�o tr�s esculturas.
Onde est� a que falta?
Que est�o a fazer?
"Betelgeuse, o exorcista da vida. Cansado de viver?"
"A morte n�o � uma solu��o? Infeliz com a eternidade?"
"T�m problemas? Liguem para Betelgeuse."
N�o tem o n�mero, nem tem instru��es?
Nada. N�o percebo.
Para tr�s.
N�o querem fazer um intervalo de meia hora?
Ponham-na em baixo!
Que diabo fazes?
- Oi�am! - Meu Deus!
Porque me fazem isso? A minha arte � perigosa!
N�o quero morrer assim!
Ol�. Como est�o?
Ela viu-nos.
- Ningu�m nos pode ver. - Mas ela viu.
- Que aconteceu aos donos da casa? - Morreram afogados.
Era uma fam�lia. Fiquei t�o transtornada.
- Toma. - � a chave do s�t�o?
� uma chave mestra para todas as portas. D�-a ao teu pai.
E diz ao teu pai que quem decorou a casa, fui eu.
Se quiser algum conselho, que fale comigo.
N�o faz mal, eu fechei a porta.
Est�o fartos dos vivos? E aqueles que viviam em vossa casa?
Querem ver-se livres deles, de vez?
Venham ter comigo! Sou o maior exorcista dos vivos!
Fiquem a saber que nada me det�m.
Vou assust�-los de morte. Farei tudo por voc�s.
Diabos! Deixar-me-ei possuir se for preciso!
Sinto os dem�nios a possu�rem-me!
Venham e vejam-me!
Se responderem j�, ganham um exorcismo gr�tis!
N�o arranjam melhor, pois n�o?
E tragam as crian�as. Temos cobras para elas brincarem.
Digam uma vez, digam duas, a terceira d� sorte. E lembrem-se...
"Comerei tudo o que quiseres que coma. Engolirei tudo o que quiseres que engula.
"Vem, vem, que eu mastigo o c�o. "
Chamem agora!
Precisamos de ajuda. O livro fala de emerg�ncias.
C� est�: "Em caso de emerg�ncia, desenhar uma porta."
"Desenhar uma porta"? Que livro mais parvo.
E se tent�ssemos o tal tipo Beetle n�o-sei-qu�?
N�o acreditaste que ia resultar, pois n�o?
"Bater tr�s vezes."
P�SSAROS DA AM�RICA
P�ssaros!
Apanha!
Pai?
- Estou a descansar! - N�o quer saber o que eu vi?
Eu vim para c� para poder descansar � vontade.
Querida...
vai ajudar a tua m�e.
Eu posso l� descansar numa casa assombrada.
Boa constru��o.
Telhado mau. Bom parqueamento.
SEM SA�DA
- Adam? - Por aqui, querida.
N�o tem hora marcada, pois n�o?
- N�o sabia que era preciso. - Marcada para qu�?
- Que desejam? - Precisamos de ajuda.
J�. Morreram h� s� dois meses e j� querem ajuda?
E depois?
T�m de usar os vales D-90.
T�m de passar 125 anos naquela casa...
e usarem os vales D-90, para terem direito a tr�s encontros com Juno.
N�o devem ter lido o manual at� ao fim.
Se n�o t�m hora marcada, t�m de esperar.
- Por quem? - Por Juno, o respons�vel por voc�s.
N.� 54.000.601 . Fernlock!
- Quer um cigarro? - N�o, obrigado.
Tamb�m estou a ver se deixo de fumar.
Adam, � isto que acontece quando se morre?
� o que acontece quando voc� morre...
quando ele morre, quando eles morrem.
� pessoal. Tenho algo para dizer.
E se eu soubesse o que sei hoje, n�o teria morrido tamb�m.
Casal Maitland.
Peguem no manual e v�o � sexta porta.
N�o trouxemos o manual.
Venham l�.
Os rec�m-chegados devem dirigir-se � sala n.� 8.
Chegada do voo 409 pela porta n.� 3.
Que tal estou eu? Aqui n�o h� espelhos.
- Est� muito bem. - Bem.
Obrigado. Tenho-me sentido muito magro.
DOSSIER
O grupo Peterson apresente-se � porta n.� 9.
Por favor, grupo Peterson � porta n.� 9.
Os rec�m-chegados devem dirigir-se � sala n.� 8.
N�o acredito, 125 anos?
Porque n�o nos disseram?
Oh, Adam, que � isto?
� a sala das Almas Perdidas.
S�o os fantasmas que foram exorcizados.
Coitados.
� a morte dos mortos.
Est� tudo no manual.
Sigam.
Cinco.
C� estamos na sexta porta.
Isto � cada vez mais estranho.
� a nossa casa!
Olha para isto. Est� tudo diferente.
A nossa mob�lia foi-se.
Quanto tempo achas que estivemos � espera?
Tr�s meses.
J� n�o contava com voc�s. Ia a sair.
Tenho outros clientes.
- � a Juno, a respons�vel pelo nosso caso? - Sou.
Tenho de avaliar casos individuais, e depois determinar...
o que � preciso, merecido e dispon�vel.
Est� dispon�vel?
N�o.
- O que � que se passa? - Sentimo-nos infelizes.
Que esperavam? Est�o mortos!
Queremos ver-nos livre deles. Trabalh�mos muito nesta casa.
Tudo bem se eles fossem...
- Como voc�s eram? - Isso mesmo.
Mas esta gente!
At� � muito sossegado.
Se tivessem morrido em It�lia...
Os Deetzes.
- T�m estudado o manual? - Temos tentado.
O cap�tulo sobre assombramentos explica tudo.
Tirem-nos de c� voc�s mesmos. A casa � vossa.
N�o h� por aqui muitas casas assombradas.
- N�o percebemos muito bem. - J� sabia.
Arrancaram as cabe�as.
Para qu� arrancar cabe�as, se eles n�o os podem ver?
- Come�amos pelo simples? - Pelo simples.
Usem os vossos talentos.
Deviam ter estudado isso desde o primeiro dia.
Tenho de ir.
E aquele tipo Betel...?
Nem pronunciem o seu nome. N�o quereriam ajuda dele.
E se quisermos?
N�o queiram. Ele n�o trabalha bem com os outros.
Como?
N�o queria falar nisso...
mas mais vale saberem, para n�o cometerem erro.
Ele foi meu assistente.
Era um provocador. Resolveu ser...
um exorcista independente.
Dizia que podia ver-se livre dos vivos.
Acho que tem andado l� pelo vosso cemit�rio, ultimamente.
S� o podem chamar...
dizendo o seu nome tr�s vezes.
Mas recomendo-lhes...
que tratem dos Deetzes voc�s mesmos.
Como a podemos contactar...
se for preciso?
Adam, o tipo est� no nosso cemit�rio.
Ela tinha raz�o. N�s conseguiremos sozinhos. Anda.
Vem c�!
Tens fome?
Anda, vem c�.
Tenho aqui uma coisa para ti. Anda c�.
Comemos qualquer coisa, uma bucha.
- Venham. - Socorro!
aqui jaz BETELGEUSE
Maxie, n�o te fiz sempre ganhar dinheiro?
Nunca ganhei tanto como contigo. Antes da tua crise de nervos, eras o melhor.
Mas...
Winter River fica t�o longe de tudo.
Para qu� investir o meu dinheiro num edif�cio...
- A�? - N�o � s� um edif�cio. A� � que est�.
Esta gente n�o sabe o que vale. Posso comprar a cidade.
Uma cidade inteira, longe de tudo.
Tens de c� vir.
E traz a Sarah.
Est� bem. Estou um pouco ocupado agora.
S� um momento.
J� sei que queres que a� v�, mas tenho de desligar.
Cuidado a�, � grand�o.
- Adeus. - Max, espera.
Est�pido.
Isto � assim t�o chato? Estava a falar com o Maxie Dean.
Estou a ver se ganho dinheiro. Vai l� embora daqui.
A tua m�e mata-te, quando vir esses buracos nos len��is.
� a isto que estamos reduzidos? Len��is?
Imagina que s�o mortalhas.
E trata de gemer bem.
Como suporta ele aquela mulher?
Acabem com isso! Est� aqui uma crian�a!
- Sinto-me t�o parva. - N�o, somos fantasmas.
Queres passar 125 anos a tomar pequeno almo�o com ela?
Geme mais alto.
Meu Deus!
Pervers�es sexuais.
Se querem praticar essas coisas, fa�am-nas no quarto.
N�o t�m p�s.
S�o voc�s que vivem escondidos no s�t�o?
Somos fantasmas!
- Como s�o por baixo? - N�o tem medo?
N�o tenho medo de len��is. S�o horr�veis por baixo?
Como na "Noite dos Mortos Vivos"...
s� veias e pus?
- "A noite dos" qu�? - "Mortos vivos." � um filme.
Na sua idade, se visse um fantasma, teria medo.
Se n�o s�o horr�veis, para qu� os len��is?
Estamos a praticar.
- Consegue ver-nos? - Claro que vejo.
Porque � que mais ningu�m nos pode ver?
Li o Manual dos Rec�m-Falecidos.
Diz que os vivos ignoram o que � estranho e fora do comum.
Ora eu sou estranha e fora do comum.
Parece-me uma rapariga normal.
- Leu o livro? - Li.
- E percebeu-o? - Que estavam a fazer no quarto da Delia?
- �amos assustar a sua m�e. - Madrasta.
Ora, n�o a consegue assustar, ela tomou comprimidos para dormir.
Foi voc�...
quem fez tudo isto em miniatura?
Aqui era a vossa casa.
Porque querem assustar as pessoas?
Para se irem embora.
N�o conhece os Deetzes.
O meu pai comprou a casa. Nunca perde num neg�cio.
- V�o-se voc�s embora. - N�o podemos. Desde o funeral.
Funeral!
Ent�o est�o mesmo mortos.
� espantoso.
- � melhor ir. - Espere.
- � melhor n�o dizer nada aos seus pais. - A n�o ser que eles se assustem com isso.
Diga-lhes que somos horrorosos...
monstruosos, e que nada nos deter�...
enquanto n�o conseguirmos a nossa casa.
E se isto for um sonho? Podem fazer alguns truques para provarem que n�o �?
Se s�o mesmo fantasmas, fa�am outra coisa. Essa coisa dos len��is...
n�o resulta.
Fantasmas.
Queres que acredite que h� fantasmas c� em casa?
Fotografias de fantasmas.
Fantasmas!
Vou dar um jantar para sete pessoas.
O meu agente traz uma colunista da "Art in America."
Tu �s a �nica que n�o veio no Vanity Fair.
Disse-lhes que era m� demais para ter medo.
N�o tens nada que falar de mim!
Eu tenho medo � que me fa�as passar vergonhas.
Temos de parecer uma fam�lia, logo � noite.
Ela bem tenta, mas n�o acreditam nela.
Tem as fotos.
Tamb�m tu tinhas uma do Homem das Neves.
Isso era outra coisa.
Temos mesmo de contactar aquele Betelmeyer.
Repara.
� o Betelgeuse.
Betelgeuse.
V�, diz outra vez.
Betelgeuse!
Que aconteceu?
Acho que viemos parar ao modelo.
Olha para aquilo.
E agora? Onde est� ele?
Parece que vamos ter de cavar.
At� que enfim.
- Abrimos? - Sem bater primeiro?
Adam. Babs.
T�m uma rela��o s�lida? Tenho hip�teses com ela?
- Desculpe. - Claro. Estou a passar as marcas?
� lindo! Ningu�m os obrigou, mas chamaram-me.
Sinto desejo de beijar-vos. Ande, d�-me um beijo.
Desculpe!
Vamos ao que interessa.
Tenho aqui um cart�o. Quem � que tenho de matar?
Segure-me nisto.
- Aqui est�. - N�o tem de matar ningu�m!
� algu�m possu�do? At� ventr�loquo sou.
S� queremos mandar embora pessoas que est�o em nossa casa.
Compreendo, mas para isso, vou ter de os conhecer bem.
Tenho de ir viver convosco uns tempos.
Temos de ser amigos. Entendes?
Ele fica para mais tarde.
Gost�vamos de lhe fazer umas perguntas.
Certo. Disparem.
Quais s�o as suas qualifica��es?
Estudei em Juilliard e formei-me em Harvard.
Viajei muito. Vivi durante a Peste Negra...
e vi "O Exorcista" 167 vezes, pelo menos...
e divirto-me cada vez mais!
J� para n�o dizer que est�o a falar com um morto!
E agora que acham? Acham-me qualificado?
Mas sabe meter mesmo medo?
Oh! Se sei meter medo?
Que acham disto?
Gostam?
- D�-nos licen�a. - Claro. Falem � vontade.
- Vamos embora. - Eu sei, mas...
- Podemos faz�-lo sozinhos. - Certo!
- D�-nos licen�a? - O que �?
N�s vamos embora.
N�o v�o j�.
Eu at� sou simp�tico. E vestimo-nos na mesma loja.
Hei, hermano.
Pois, pois.
Temos tanta coisa em comum, os tr�s.
Todos queremos que aquela gente saia de vossa casa.
J� esteve em Saturno? Tamb�m eu!
E tamb�m odeiam minhocas...
como eu, n�o �?
O que � que tenho de fazer para os convencer?
- N�o odeiam que isto aconte�a? - Vamos, Barbara.
Esperem. Falamos l� dentro.
- N�o fico mais aqui. - Desculpem a desarruma��o.
Temos de sair daqui.
Casa! Casa! Casa!
Como fizeste isso?
Espero que gostem.
Onde se meteram?
Apare�am, eu estou a trabalhar.
Que querem que eu fa�a?
Onde est�o?
Falhados!
Eu sou um profissional.
Lindo modelo!
N�s fazemo-lo sozinho.
E n�o quero aquele pervertido perto da rapariga.
Mas fomos n�s que o cham�mos.
Mudei de ideias. Acho que o podemos fazer sozinhos.
Tenho uma ideia.
Adoro o que fizeste da casa. Est� linda.
N�o foi ele. Foram eles.
E ent�o?
Gostas deles.
Espero que n�o seja mais uma tentativa de suic�dio.
Diz-se que quem se suicida...
fica funcion�rio p�blico.
Otho, n�o sabia que te dedicavas ao sobrenatural.
Claro!
Depois de ter deixado o Teatro Vivo...
fui pesquisador de fen�menos paranormais...
at� 1972.
Paranormais? � assim que lhes chamam hoje em dia?
Ela est� assim porque a irm� apanhou com uma casa.
Isto tem bom aspecto.
Eu vi fantasmas.
- � uma gra�a entre mim e ela. - N�o estou a brincar.
Est�, sim. Hoje quis convencer-me que a casa est� assombrada.
As crian�as s�o assim mesmo.
- Fantasmas? - E usavam len��is.
Um brinde aos dois her�is que vieram at� c� hoje,
demonstrando uma grande coragem.
Que os vossos pr�dios se vendam por andares.
Fala-nos l� acerca desses fantasmas.
Estou farta desse assunto.
Anima-te, Delia.
Preferiria falar de...
Tens muita gra�a, Delia.
Otho, �s tu quem est� a fazer isto?
Conseguimos!
Vamos v�-los a fugir?
Devem estar por a� a sair aos gritos.
Devem estar quase.
Sou eu, a Lydia.
Eles pedem para voc�s descerem.
A Delia diz para levarem os len��is, se quiserem.
� como estar num parque de divers�es.
- Eu nem sabia que dan�ava o calipso. - Ningu�m se diverte mais do que n�s.
Pareciam o Spencer Tracy e Katherine Hepburn.
S�o sofisticados, at� usam len��is.
Charles, porque n�o nos tinhas dito nada?
Preferimos n�o divulgar o nosso segredo. Nunca mais nos largavam.
H� quem pague bom dinheiro.
O Enquirer oferece 50 mil d�lares a quem provar que h� vida depois da morte.
Charles, diz ao Maxie para c� vir.
- Achas que sim? - A Sarah adora o sobrenatural.
Para ver fantasmas...
at� de helic�ptero c� vem.
Eu sou o agente da Delia.
H� anos que perco dinheiro.
Se aqui houver alguma coisa, quero encarregar-me disso.
Mas s� depois de ter provas.
- N�o viste a mesa? - Que chamas a isso?
Fa�o-te perder dinheiro? N�o acreditas no meu trabalho?
L� vem a Lydia.
- E ent�o? - Eles n�o querem descer.
Porqu�?
Quiseram meter-lhes medo, e voc�s n�o se assustaram.
Est�o mortos. J� � tarde para estarem neur�ticos.
Est� bem.
Isto n�o foi uma alucina��o, foi aut�ntico.
Pass�mos por uma intensa experi�ncia sobrenatural.
Delia, �s e sempre foste uma exc�ntrica.
Se queres assustar pessoas, f�-lo com as tuas esculturas.
Guia com cuidado!
- Estou morta. - Onde se escondem eles?
- No s�t�o. - Mas est� fechado.
S�o fantasmas, pai. Podem fazer o que querem.
Fazem o que querem. Leva-nos j� l� acima!
Fabuloso! "Os Fantasmas da Porta Fechada" de Otho Fenlock!
Se calhar suicidaram-se l� dentro.
- Estou encantado. - Eles est�o l� dentro?
- Vivem como animais. - Como � que se entra?
Abram a porta, seus mortos,
ou dou cabo de voc�s!
- Mortos, j� eles est�o. - N�o me interessa.
Posso ensinar uma coisa. Estejam sempre por cima...
sen�o as pessoas, vivas ou mortas, passar-vos-�o por cima.
Abram a porta!
Onde se meteram eles?
Eles s�o boa gente,
e nos assust�mo-los. Vamos embora.
� a cidade inteira.
Que vergonha.
Ter�o ido embora de vez?
N�o mexa a�, pai.
M�e, vamos embora.
Quais fantasmas.
Vamos. Se eles est�o c�, n�o os quero assustar mais.
Vamos embora! Podem ficar � vontade!
- Aonde vamos? - Depressa, venham.
Mas que par de fantasmas voc�s me sa�ram.
Vamos ver o que acontece agora.
Otho, telefona ao Maxie. Aqui h� qualquer coisa.
Isto pode vir a ser o centro mundial do sobrenatural.
Um parque de divers�es com fantasmas. A Lydia traz os fantasmas.
N�o posso, pai. Eles j� c� n�o est�o.
- Otho, faz qualquer coisa. - Talvez, se me sentir motivado.
De que motiva��o precisas?
Deixem-nos em paz. Eles n�o lhes fizeram mal nenhum.
Viemos buscar a tua filha.
P�ra! P�ra!
- Betelgeuse, Betelgeuse, Betelgeuse! - Oh, n�o!
Porque est�s a fazer isso?
Deixem-me em paz.
Vamos passar um s�culo fora da janela ou a fazer truques.
Pode ser que se v�o embora. A cobra assustou-os mesmo.
- Podia ter magoado algu�m. - Mas n�o magoou.
Temo-los onde os quer�amos.
Como se atrevem a interromper um profissional!
Tamb�m n�o gosto do Charles, mas podia t�-lo morto!
Limito-me a fazer o meu trabalho. Pensei que t�nhamos um acordo.
Est� bem. Sabe porqu�?
Ora tamb�m n�o quero trabalhar com voc�s.
O que me interessa � a filha do Edgar Alan Poe.
- Ele compreende-me. - Deixe-a em paz!
V�, fa�am-me feliz.
Sinto-me um tanto ansioso, sabem?
Ali�s, j� passaram 600 anos.
Onde � que um z� ningu�m como eu...
se consegue divertir?
INFERNO DE DANTE MI�DAS
Aqui vou eu.
Boa, Adam!
- Porque constru�ste tu aquilo? - N�o fui eu.
Calem-se e v�o-se embora!
Tenho que trabalhar.
Voc�s, entrem e sentem-se!
Entrem os dois.
Este bordel foi ideia minha para acabar com o Betelgeuse.
Voc�s fizeram-na bonita.
Disseram-me que se deixaram fotografar.
E libertaram o Betelgeuse e n�o o voltaram a enterrar!
E deixaram o Otho apanhar o manual.
Quando?
Nunca confiem nos vivos.
N�o podem andar a dar provas...
que existe vida depois da morte.
Treinador, onde � a casa de banho?
O vosso treinador n�o sou eu. Sobreviveu.
Diga-me uma coisa.
- A que horas temos de nos deitar? - Saiam daqui!
A casa de banho?
N�o sabem ler?
J� venho.
Se calhar foi m� ideia.
Eu n�o disse nada.
Ali�s, tu nunca tens m�s ideias.
A s�rio?
Isto ainda se pode resolver.
A casa.
N�o � bom ambiente para a Lydia.
- Cobras, fantasmas. - Camar�es.
T�o preocupados com a fam�lia...
Preocupa-te com a vinda do Maxie, logo � noite.
Tens de conseguir vender-lhe a ideia destes fantasmas.
Que vai fazer? Mudar-lhes maldosamente o ambiente?
Sei tanto de sobrenatural como de decora��o.
"Estou...
"sozinha.
"Estou...
"completamente...
"sozinha.
"Quando...
"lerem isto...
"j� c�...
"n�o estarei.
"Terei saltado...
"Ter-me-ei...
"atirado...
"da ponte sobre o Rio Winter."
Fa�am o que quiserem,
mas tirem de l� os Deetzes!
Esperem.
Que tencionam fazer?
Assustem-nos a valer.
Fazerem truques, n�o chega.
Eu, primeiro.
Nada mal.
Agora voc�.
V� l�!
Est�o �ptimos.
Agora, ao trabalho. E n�o se esque�am das fotografias nem do manual.
- Treinador? - Que foi?
Acho que n�o sobrevivemos ao desastre.
Como � que adivinharam?
Sr. e Sra. Maitland?
Ol�?
- Como est�o? - Mortos.
Mais que mortos, mort�ssimos.
Claro que est�o mortos. S�o fantasmas.
N�o, foram-se embora.
- Mortos. - Tamb�m � fantasma?
Sou o maior dos fantasmas.
Parece-me que at� podia dar-me bem consigo.
Talvez me possa ajudar a sair daqui.
Esta coisa de estar morto...
� muito desagrad�vel.
Este � o meu problema.
Prometi que ia ter com uns amigos l� fora.
Pessoalmente.
Ser� que me poder� ajudar a sair daqui?
Mas eu quero entrar a�.
Para qu�?
Deve ter as suas raz�es, mas daqui n�o a posso ajudar.
Se me tirar daqui, talvez possa.
S� que para isso, tem de dizer o meu nome tr�s vezes.
E como se chama?
N�o lho posso dizer.
Porqu�?
Porque depois ia dizer aos seus amigos, a coisa sabia-se...
e passava a vida a ter de dar aut�grafos e a ir a festas.
A minha vida era um inferno.
J� sei! Sabe jogar � m�mica?
- Sei. - �ptimo.
Est� pronta?
Duas palavras.
Exacto!
A primeira palavra tem duas s�labas.
Olhe.
Volte-se.
N�o percebo isso.
Olhe para tr�s de si!
Ol�. Como est�s?
Beetle (escaravelho).
Isso mesmo. Segunda palavra.
Pequeno almo�o? Laranja?
Sumo de escaravelho?
Pequeno almo�o de escaravelho?
Bebida de escaravelho?
Sumo de escaravelho (beetle juice)?
- Isso mesmo! - Chama-se Beetlejuice?
J� disse duas vezes. S� falta uma, vamos.
A cobra era voc�, n�o era?
Que cobra! V�, diga a terceira vez!
N�o.
Quero falar com a Barbara.
Para qu�? Diga!
N�o consigo, Adam. Eu gosto dela.
J� � tarde demais. Temos de o fazer.
N�o nos podemos revoltar?
Eu quero estar com a Lydia.
Vamos, diga-o!
N�o o digas!
Diga-o!
Pronto, somos n�s. Que se passa?
Beetle...
Ele disse que se eu o libertasse, me fazia encontr�-los.
N�o, Lydia, n�s estamos mortos.
- Eu tamb�m quero estar morta. - N�o!
Olha que estar morto n�o facilita nada as coisas.
Ouve bem o que ela diz. Experi�ncia n�o nos falta.
Podes vir c� visitar-nos sempre que quiseres.
Algo me diz que as coisas v�o melhorar a partir de agora.
Em que aspecto?
Decidimos convidar a tua fam�lia para ficar c�.
� verdade.
- N�o consegues trazer c� o Maxie? - Tamb�m tens interesse nisto.
Uma apresenta��o requer um certo estilo.
- � grande. Como � que o tiramos? - � feito por partes.
- H� umas tomadas. - Cuidado!
Ent�o, vamos.
- Que se passa? - Vou ver se descubro.
Tem cuidado.
O Ed Cornwell fica � frente do museu de cera...
dedicado aos maiores momentos do sobrenatural.
Lembras-te do Ed?
Foi o g�nio que fez a est�tua falante do Marcel Marceau!
A f�brica de insecticida patrocina...
o zoo de insectos.
N�o podemos perder!
Ora at� que enfim, Lydia. J� terminei a apresenta��o inicial.
Agora acho...
que j� podes trazer os teus amigos.
J� voltaram?
Charles, n�s viemos c� para vermos fantasmas.
Eles j� c� n�o est�o.
Sempre que ela o diz...
aparecem criaturas para nos matar.
E as fotografias, Lydia?
N�o, eles disseram que podemos ficar c� a viver...
se n�o os obrigarem a fazer truques est�pidos.
Ela reage sempre assim.
N�o se preocupem, podemos contar com o Otho.
- Eles ainda c� est�o, Otho? - Est�o ou n�o?
Claro que est�o. S� se esconderam.
Devem sentir-se mal pelo que me fizeram.
Com pena de n�o te terem morto.
Eu quero � v�-los.
Otho, achas que consegues?
- N�o vai ser f�cil, mas acho que sim. - N�o!
Ora, Otho, tu nem um pneu furado sabes mudar.
Preciso duma coisa que lhes perten�a.
Ter�o de ir a um servi�o de caridade.
Eu j� venho.
Os fatos de casamento.
As palavras:
"M�os vermelhas"
"Eram cinco"
"Vestido brilhante"
"V�o de corvo"
"Promessa nocturna"
"Esp�ritos famintos"
"Aos vivos, venham agora os mortos"
Barbara?
"Como um trov�o ressoa na noite
"Como a magia mete medo aos loucos
"Destr�i em peda�os o que o Homem delicia
"O nosso fantasma, o nosso cad�ver
"Ergue-se para n�s""
Socorro!
P�ra!
"O lagarto voa"
"A serpente cai"
"Qual m�scara de duende"
"Os mortos erguem-se de novo"
Que lhes est� a acontecer?
N�o sei.
Est�o a morrer!
J� estavam mortos.
- N�o, olha para eles. - J� chega.
Sabes parar isto?
Tenho muita pena, mas � j� tarde.
Onde est�? Por favor, ajude-os.
Com certeza, mas tem de me tirar daqui, primeiro.
- O qu�? - Sou um imigrante ilegal, percebe?
E para me livrar disto para sempre, tenho de me casar.
A regra n�o � minha. Eu nem tenho regras nenhumas.
Vamos.
Imagine um casamento de inconveni�ncia. Ambos ganhamos.
Eu liberto-me e voc� apanha o maior borracho do mundo.
- Ficamos quites. - Est� bem, mas ajude-os.
Com certeza.
Beetlejuice.
Est� na hora.
Aten��o a todos!
C� estou de volta. E sinto-me mesmo muito bem.
Sem me deter mais...
Sejam bem-vindos a Winter River!
O museu da Gan�ncia Natural...
um monumento ao t�dio!
� entrar. Experimentem a vossa for�a!
Obrigado.
Obrigado!
� por isto que n�o fa�o duas representa��es seguidas.
N�o os fa�o.
Que vamos fazer esta noite?
Os Maitlands.
Chega de exerc�cios por hoje.
Calma ai, gorducho. Vamos divertir-nos.
M�e. Pai.
Ser�o sempre bem-vindos a nossa casa...
quando quiserem.
Mas para j�, o dote � por minha conta.
O assunto dos Maitlands est� arrumado. Est� tudo normal.
Vamos a isso?
Vai haver banda e tudo.
Mas precisamos de testemunhas. N�o se importam?
Vamos continuar com a cerim�nia.
Sr. Betel...
- N�o pronuncie o meu nome. - Aceita esta mulher...
como sua esposa?
Sei l�, � uma decis�o t�o importante.
Sempre disse que se alguma vez o fizesse, o faria apenas uma vez.
Claro, continue.
Lydia, aceita este homem como seu...
N�o! Beetle...
Ela est� nervosa. Eu respondo por ela.
Estou na posse das minhas faculdades. Gosto dele.
Sim, � do homem ao meu lado que eu gosto.
Estou a responder. Sim, amo este homem.
Vamos.
Vamos.
Betelgeu...
V�o-se embora.
Vamos!
Eh, meu!
Podemos continuar com a cerim�nia?
- Ent�o... - Betelgeuse.
Atira!
Continuemos!
Ent�o com a autoridade que me assiste...
- A alian�a, por favor. - A alian�a? Oh, n�o!
Eu sabia que a tinha.
C� est�.
Ela n�o representava nada para mim.
- Declaro-os... - V� l�.
...marido e...
COL�GIO FEMININO
- Que horas s�o? - Tr�s e meia.
Mais ano, manos ano...
E ent�o?
Trouxeste a tinta?
Trouxe e tirei fotos � nova C�mara Municipal.
Que tal correu o ponto?
Mal. Tinha de abrir uma r�...
mas recusei-me. Disse que era contra a minha religi�o e apanhei um zero.
E o de matem�tica?
Mas pass�mos a semana e estudar para ele.
Tive um "Muito Bom".
J� posso?
N�o sei, tiveste m� nota em ci�ncias.
Ora, tu tamb�m eras p�ssimo a ci�ncias...
V� l�.
Bom...
acho que sim.
Vivos e Mortos
Coexist�ncia pac�fica
N�o percebo nada disto.
A Lydia teve um "Bom" a matem�tica.
Ele at� gosta.
Desculpe, n�o a tinha visto.
Mulheres...
Nunca as entendo.
Normalmente, as gajas...
Desculpe, foi voc� que fez isto?
Bom trabalho.
Como � que as fazem t�o pequenas?
Olha o Elvis!
Parece que sou eu a seguir.
Ainda bem. Tenho uma sess�o de fotografia daqui a hora e meia.
Andam atr�s de mim h� meses, mas...
Que est� a fazer? Pare! A minha cabe�a.
V� l�, deixe-se disso!
Bom, at� que n�o me fica mal.
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