All language subtitles for Reign.S03E17.1080p.WEB-DL.DD5.1.H.264-DRACULA

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Original subtitles

Anteriormente em Reign:

A miss�o � explodir o paiol dos Cavaleiros Vermelhos.

-Algo est� errado. -Levai o rei de volta para o castelo!

Os Cavaleiros Vermelhos souberam. Thierry, foge!

Sois um traidor.

-V�s nada significais! -Sou vosso marido!

Eu vou para Inglaterra, a pedido da Rainha Isabel.

Quando chegarmos � Esc�cia, cada qual segue o seu caminho.

Ides a Inglaterra para libertar Lola.

Dissestes a Maria por onde passar, mas o naufr�gio foi em alto mar

e muitos cad�veres nunca ser�o encontrados.

Tendes provas que ela estava a bordo?

-De que ela est� morta? -Acredito que est�.

Duncan tinha um alfinete

com a ins�gnia do Cl� MacFie.

Eles tentaram assassinar-me e mataram Francisco.

O l�der do cl�, chamado Munro, ordenou o meu assassinato.

Manteremos o nosso disfarce, eles levar-nos-�o a Munro

e irei arrancar-lhe o cora��o, tal como ele fez ao meu.

Pierre e Pauline parecem entender-se mal.

Vamos mesmo lev�-los a Falkirk?

Tanto trabalho s� para levar a rapariga ao noivo?

Claro que n�o. Poderemos ter uma oportunidade.

Pierre diz que a irm� vai casar com um negociante de l�,

e � rico, pelos vistos.

Ele arriscou a vida para entreg�-la ao futuro marido.

Agora, quer compensa��o pela sua ma�ada.

Quer um resgate pela pr�pria irm�.

Sem que a irm� saiba,

ficaremos com eles uns dias,

at� recolhermos o resgate do seu noivo.

Ap�s dividirmos o dinheiro com Pierre,

envi�-los-emos para Falkirk. Uma fam�lia grande e feliz.

Duncan, n�o podemos executar esse plano

sem que Munro aprove.

-Est�o a falar acerca disto. -Eles alinhar�o no plano.

Este cl� � c�lebre pela sua gan�ncia.

Porque pensais que nos levar�o ao l�der, o Munro?

Os homens do Cl� MacFie s�o-lhe leais, mas tamb�m o temem.

Bash, o que foi?

Se o plano funcionar e nos levarem a Munro,

estaremos rodeados por um cl� que quer a rainha da Esc�cia morta.

� uma quest�o de tempo at� descobrirem

que n�o somos quem dizemos ser.

S� preciso de tempo para aproximar-me de Munro e mat�-lo.

Foi ele que enviou assassinos para matarem Francisco.

Eu sei.

Mas Francisco n�o quereria

que arriscasses a vida vingando a dele.

Talvez n�o, mas ele teria feito o mesmo por mim.

N�o posso reclamar o meu trono enquanto n�o acabar com isto.

Duncan vem a�.

Duncan, quanto tempo falta at� chegarmos a Falkirk?

-Tenho o meu noivo � espera. -Mudan�a de planos.

Temos de fazer um desvio.

Temos de descansar os cavalos e juntar a carga

que trouxemos do naufr�gio.

N�o vos preocupeis, Pauline. Vereis o vosso noivo em breve.

Montai nos cavalos e segui-nos.

V�o levar-nos a Munro.

O que fizestes, trair o Rei de Fran�a,

o vosso amigo, n�o pode ter sido f�cil.

Tal como dissestes, pai, � por um bem maior.

Em breve, Fran�a ser� um pa�s de orgulho.

Um pa�s livre da tirania de Catarina de M�dici.

E v�s, meu filho, tereis tido um importante papel nisso.

Sil�ncio. Nem uma palavra.

Destino e assunto.

Le Mans. Levamos couve a um vendedor local.

Abri a carro�a.

Eis o invent�rio da nossa carga.

Para saber que imposto vou aplicar, terei de ver o que levam.

Abram-na, sen�o, apreendo tudo.

-Fugi! -Mas que diabos?

Calma, Rei Carlos, em breve tudo estar� terminado.

O rei desapareceu?

Porque n�o nos falastes antes desta amea�a contra a coroa?

Pensei que estes ataques dos Cavaleiros Vermelhos

eram uma vingan�a pessoal contra mim.

Assim, tentei enfrentar sozinha esta amea�a.

Agora, vejo que eles pretendem acabar com toda a fam�lia Valois.

N�o podem ter �xito.

Por isso � que vos pe�o, aos nobres,

que ajudem a combater a amea�a.

Encontrem o Rei Carlos e tragam-no de volta em seguran�a.

Tudo faremos para encontrar o vosso filho e destruir os traidores.

O rei ficar� em d�vida para convosco.

Obrigada. Agrade�o-vos.

Est�veis fixada em mim durante o vosso discurso.

-Deve ser como ver um fantasma. -Martel de Guise.

Tendes os olhos do vosso pai, e a sua sinceridade.

Obrigada por vires t�o em cima da hora.

Fiquei surpreso por receber um convite para a corte agora,

tanto tempo ap�s o homic�dio do meu pai.

Encontrastes os rebeldes protestantes respons�veis?

Os assassinos esconderam bem o rasto, receio eu.

Mas estou confiante de que ser�o apanhados.

Martel, lamento que n�o tenhais sido convidado � corte antes.

Tem sido dif�cil, desde que Francisco morreu.

Tenho estado sozinha, tentando impedir o desmoronamento do reino.

Continuais sozinha, minha rainha.

Se esperais que os nobres vos ajudem,

esperai sentada. Eles far�o o que os pol�ticos fazem,

voltar�o para os castelos e esperar�o que isto passe.

O rei deles est� em perigo. Eles ir�o servi-lo com lealdade.

Com o devido respeito, eles consideram Carlos um testa de ferro.

E tendes outros filhos para investir,

no caso de Carlos...

A Fran�a n�o pode perder outro rei.

Ent�o, precisais de poderosos aliados.

A minha fam�lia pode fortalecer o vosso reinado.

Posso proteger-vos, oferecer-vos conselhos.

N�o sei se quero ficar em d�vida com os Guise.

V�s sempre desconfiastes da minha fam�lia.

Temeis que a nossa influ�ncia se sobreponha � vossa.

Mas partilhamos um objetivo comum, Catarina,

a continua��o da monarquia.

O que beneficiar a vossa fam�lia tamb�m beneficiar� a minha.

Ent�o, fico grata por ter a vossa prote��o

nestes perigosos tempos.

Esc�cia

Encontraram-no na estrada, perto das praias de Fife,

gravemente ferido.

Diz que � um mercen�rio franc�s a caminho do tribunal escoc�s.

Diz que tem informa��o vital para a coroa escocesa.

Tendes informa��o para Jaime, irm�o da Rainha Maria?

Sois do tribunal escoc�s?

O vosso regente querer� saber disto.

Mas ir� custar-vos. Quero voltar para Fran�a.

-E ouro, quero ouro. -Claro.

-Que informa��o � essa? -Eu estava no navio

que a trouxe de Fran�a. A pr�pria Rainha Maria.

Uma tempestade afundou o navio. Poucos chegaram � costa.

Maria mal escapou aos saqueadores.

Foi um deles que me fez isto.

-Maria? Ela ainda est� viva? -N�o por muito tempo.

O irm�o dela tem de enviar ajuda.

-Ireis falar com ele de imediato? -Claro.

O que segurais com tanto afinco?

O naufr�gio foi perto da costa de Fife, lorde regente.

-A caminho de Edimburgo? -Assim parece.

Tinha mercen�rios franceses a bordo

e joalharia fina, roubada pelos saqueadores.

Uma nobre que contrata mercen�rios franceses

para a escoltarem a Edimburgo.

Poderia ser Maria, mas ela n�o disse que viria.

Senhorias, John Knox.

O que � isso?

Ouro do papa, usado para pagar aos mercen�rios

de que ouviram falar.

S� uma mulher usaria ouro do papa

para comprar um ex�rcito de escolta � Esc�cia.

Ent�o, era mesmo Maria.

-Onde est� ela? -Falei com um sobrevivente

pouco antes de falecer devido aos seus ferimentos,

e disse-me o que viu.

Lorde regente, lamento dizer-vos, mas a vossa irm� est� morta.

N�o.

Jaime, eu entendo a vossa dor.

N�o finjais importar-vos por a minha irm� estar morta.

Todos sabem que rezastes pelo fim do seu reinado.

Julgas as mulheres incapazes de usar a coroa.

N�o deixeis a dor cegar-vos.

S� governais na aus�ncia de Maria.

Agora que ela morreu,

os nobres ter�o de reconhecer o maior pretendente ao trono, o Lorde Darnley.

Sei que o desprezais. Afinal, ele � cat�lico.

Mas � um nobre com direito ao t�tulo por linhagem.

V�s nascestes bastardo. Nunca podereis ser rei.

Mas n�o temos de entregar a Esc�cia

a um papista, como Darnley. Nem a ningu�m com sangue real.

Quereis dissolver a monarquia?

Quero uma na��o que n�o responda a fam�lias reais.

Eu, v�s e os outros lordes podemos governar a Esc�cia juntos.

Como um governo protestante.

Se fizermos isto, n�o h� volta atr�s.

Assim que a monarquia for dissolvida,

nunca mais haver� um rei ou rainha soberano dos escoceses.

-Se Maria ainda estiver viva... -A vossa irm� morreu, Jaime.

Deixai que o seu trono morra com ela.

Este j� n�o � o pa�s dela.

� nosso.

-Pensais em Maria. -Nem acredito que ela morreu.

Eu s� queria ajud�-la a voltar � p�tria, para a Esc�cia.

Ainda n�o encontraram o corpo e, se morreu no mar, nunca encontrar�o.

A culpa � toda minha.

N�o vos recrimineis.

Ela era vossa rainha, vossa amiga

e fostes-lhe leal at� ao fim.

Rezo para que isso seja verdade.

A minha f� tem sido reconfortante para mim

durante esta �poca dif�cil.

Por isso, devo recusar a vossa oferta para converter-me ao protestantismo.

Entendo perfeitamente.

Posso fazer com que celebreis a vossa missa nos vossos aposentos.

Obrigada, Isabel.

Lola, sei que estais de luto, mas preciso dos vossos conselhos.

Com Maria morta, h� um vazio de poder no vosso pa�s.

E o que John Knox mais quer

� dissolver o trono escoc�s,

para que ele e homens como ele governem a Esc�cia.

Se Knox assumir o poder na Esc�cia, n�o parar� por l�.

Continuar� a sua guerra contra as mulheres c�, na Inglaterra.

-Tentar� destronar-vos a v�s a seguir. -Por outro lado, se ele falhar,

o trono escoc�s passar� ao pr�ximo na linhagem, o Lorde Darnley,

um homem cat�lico que tamb�m tem direito ao meu trono.

Tanto Darnley como Knox s�o um perigo para o meu reinado.

Se algum deles assumir o poder, eu ficarei vulner�vel.

Mas porque recorreis a mim?

Existe outra op��o. Eu posso convencer o trono escoc�s,

unir ambos os pa�ses sob a minha governa��o.

Afinal, eu e Maria somos primas, ramos da mesma �rvore.

Sei que parece frio abordar o assunto

t�o cedo ap�s a morte de Maria,

mas as coisas est�o a avan�ar muito depressa na Esc�cia.

-Estais a pedir a minha aprova��o? -Bem queria precisar apenas disso.

A verdade � que vindes de uma fam�lia muito poderosa na Esc�cia

e eu precisarei do apoio dos nobres cat�licos

que o vosso pai conhece.

Como rainha protestante, podereis jurar toler�ncia

com praticantes da f� cat�lica?

Com a minha fam�lia, por exemplo.

Sim. N�o sou zelote, como o Knox,

que trava uma guerra religiosa contra o seu pr�prio povo.

Serei tolerante e justa.

Lola, podemos trazer a paz a ambos os nossos pa�ses.

A Esc�cia foi confiada a Maria, uma verdadeira rainha.

Agora que ela morreu, sem um herdeiro,

deveria ser confiada a outra.

Isabel, eu irei apoiar-vos.

A culpa � vossa, criado de cozinha!

Fostes atr�s de Carlos

num tolo plano para vencer os Cavaleiros Vermelhos.

E afinal acabais por perder o Rei da Fran�a no processo.

-Alteza, eu sou... -In�til!

� o que v�s sois. Juro, se algo acontece ao meu filho,

-mandarei... -A culpa n�o � do Leith!

� minha. Eu � que lhe pedi para ajudar Carlos.

Por que diabos fostes fazer algo t�o imprudente?

Queria que Leith ca�sse nas boas gra�as do rei. Em troca pela ajuda,

Carlos prometeu fazer de Leith duque, para que...

...para que pud�ssemos casar.

Deveria mandar cortar-vos a cabe�a,

por encorajardes uma fantasia t�o perigosa.

Por�m, ainda que sejais est�pido, pelo menos sois leal.

Com os Cavaleiros Vermelhos escondidos entre n�s,

lealdade � coisa que nos falta.

Podeis ir.

Obrigado, Alteza.

Cl�udia, pedi aos nobres que ajudem a encontrar Carlos.

Mas, pela vossa pr�pria seguran�a, n�o confieis em pessoa alguma.

Nem na Guarda Real e muito menos em gente como Martel de Guise.

-Martel de Guise est� c�? -E n�o ficaria surpreendida

se Martel fizesse parte da conspira��o dos Cavaleiros Vermelhos.

Os Guise controlam as regi�es mais ricas de Fran�a.

Sempre os deix�mos em paz.

O que teria Martel contra a nossa fam�lia?

N�o fa�o ideia do rancor que ele carrega.

Por isso, ordeno-vos que mantenhais a vossa dist�ncia.

O que fazeis aqui?

� bom ver-vos novamente, Cl�udia.

Estais deslumbrante, como sempre.

Poupai os elogios e dizei ao que viestes.

Voltei por v�s, querida.

Estais a mentir, tal como quando estivemos juntos.

Isso foi h� anos.

S� menti acerca do nome da minha fam�lia.

Se soubesse que �reis um Guise,

nunca ter�amos dormido juntos naquela noite.

Se bem me lembro, pass�mos tr�s noites juntos,

a viver em completo pecado. �ramos magn�ficos juntos.

Se vos dissesse quem era, as coisas teriam sido iguais?

Enganastes-me. S� soube quem �reis

quando partistes do castelo.

Agora, vindes c� para sabotar a minha fam�lia.

-De que falais? -Sois um deles.

Talvez sejais o l�der deles, sei l�.

-Um qu�? -Dos Cavaleiros Vermelhos.

Os Guise sempre quiseram mais poder na corte.

-Talvez seja assim... -N�o sou um Cavaleiro Vermelho.

Ent�o, dizei-me o que fazeis c�. E n�o digais que � para nos ajudar.

Vim procurar o assassino do meu pai.

Dizem que foram rebeldes, mas suspeito que algo mais se passa.

Vim � procura de respostas. E sim, enquanto c� estou,

ajudarei a encontrar o vosso irm�o e irei certamente proteger-vos.

Essa � a verdade.

Est� bem.

-Acredito em v�s. -Cl�udia, esperai.

Agora que esclarecemos as coisas, porque n�o ficais um pouco?

Podemos tomar um vinho e recuperar os velhos tempos.

N�o consigo pensar em coisa alguma de que fosse gostar...

...menos.

N�o parecem contentes.

Tendes sorte que n�o sabem quem sois,

sen�o, n�o seriam t�o af�veis convosco.

Vinde comigo. Munro aguarda-vos.

Estes s�o Pauline e Pierre.

A Esc�cia recebeu-vos mesmo muito mal.

Naufragaram. Raptados por Druidas. E depois uma longa e cruel viagem

com estes b�rbaros.

Devem estar ansiosos por um banho e roupa lavada.

Deveis ser o l�der, Munro, de quem Duncan falou.

Oferecereis a mim e ao meu irm�o a vossa prote��o?

-Vamos ter com o meu noivo. -Sim, oferecerei.

Mas com uma condi��o.

Tendes de vir � celebra��o pelo regresso dos nossos batedores.

Levai a nossa bela convidada. Ajudai-a com o banho e com a roupa.

Vinde connosco, querida.

Levai a espada dele.

-N�o �ramos convidados? -S�o.

Mas Duncan falou-me do plano de resgate

e n�o sei se confio num homem

que faz esquemas contra a irm�.

Presumindo que dizeis a verdade,

enviei um cavaleiro a Falkirk,

para encontrar o noivo de Pauline e informar-me amanh�.

Se estiverdes a mentir,

v�s e a vossa irm� n�o sair�o daqui com vida.

Ave Maria, cheia de Gra�a. O Senhor � convosco.

Bendita sois v�s entre as mulheres...

Obrigada por virdes, padre.

N�o tendes de qu�, Lola.

Stephan?

-Que diabos fazeis aqui? -Vim salvar-vos.

-Temos de partir de imediato. -N�o podeis estar aqui.

Sei que cometi erros.

Menti-vos. Escolhi sempre o poder.

Consegui tudo o que queria, sou o lorde chanceler da Fran�a.

Mas nada disso faz sentido sem v�s.

Vinde comigo para casa, Lola.

E onde seria isso, ao certo?

-De volta a Fran�a? Para a Catarina? -Seguir-vos-ei para todo o lado.

Podemos ir ter com Maria � Esc�cia.

Stephan, Maria est� morta. Morreu no naufr�gio.

Eu estava no barco com ela. Maria sobreviveu. Est� na Esc�cia.

-Ela est� viva? -Sim.

A minha amiga est� viva?

-Meu Deus, isto � terr�vel! -O que foi?

Isabel vai avan�ar, pensando que o trono escoc�s est� vago.

Ofereci-lhe o apoio da minha fam�lia.

Ela est� a juntar tropas inglesas na fronteira.

-De que falais? -Com Maria morta,

a unifica��o pareceu a solu��o mais pac�fica.

E Isabel prometeu paz.

N�o pertenceis c�, tentando afetar o destino de na��es!

Mas posso faz�-lo. N�o vedes? Isabel confia em mim.

Ela d�-me ouvidos, pelo menos.

Tenho de dizer-lhe para abandonar o plano. Maria est� viva.

E como o fareis? Ireis dizer que o vosso marido,

o lorde chanceler da Fran�a, entrou no seu pa�s,

no castelo, para salvar-vos?

Ela suspeitar� de espionagem, de trai��o.

O que vos faz pensar que o plano de tomar a Esc�cia, quando come�ar,

ser� logo abandonado?

Pelo que sei,

Isabel est� obcecada para reter o seu poder.

Maria � a rainha leg�tima da Esc�cia.

Se ela voltar, com a Esc�cia est�vel,

creio que Isabel mudar� de ideias.

Se eu estiver errada, se o desejo dela pela Esc�cia for forte demais,

ela poder� invadir na mesma.

A not�cia da sobreviv�ncia de Maria n�o pode partir de v�s.

Tem de chegar a Isabel atrav�s de outra fonte.

As cartas que trocastes com Maria, como as fizestes passar?

A governanta de John, Renee. Est� do nosso lado.

Faz parte dos espi�es cat�licos na Inglaterra.

Fazei com que Renee conte a Isabel a not�cia da sobreviv�ncia de Maria.

Uma mensagem an�nima de um amigo protestante na corte escocesa.

Algu�m com medo de expor-se,

para n�o sofrer a ira da rainha dos escoceses.

Tentarei ajudar Maria, mas s� me importo com a vossa seguran�a.

Stephan, tendes de ir. Se os ingleses descobrem quem sois

-e o que fazeis c�... -Manterei a dist�ncia.

Mas n�o saio de Inglaterra sem v�s.

Temos um problema.

Munro enviou um cavaleiro a Falkirk, para confirmar a hist�ria do noivo.

Se ele volta amanh�

com a not�cia de que mentimos, ambos morreremos.

Maria, temos de fugir daqui.

Se sairmos agora e seguirmos para Edimburgo,

podereis voltar mais tarde com um ex�rcito.

Munro est� muito bem protegido.

Mesmo que o ex�rcito escoc�s furasse a sua defesa,

ele desapareceria na floresta.

Talvez n�o haja outra oportunidade assim.

Munro tirou-me a espada,

mas nem posso aproximar-me para mat�-lo.

Ele est� sempre rodeado de guardas.

-Eu posso aproximar-me dele. -� perigoso demais.

Knox pode ficar-vos com o trono.

A cada momento passado c�,

arriscais a dissolu��o da monarquia.

Ent�o temos de faz�-lo esta noite.

N�o vos preocupeis, Pierre. � s� uma dan�a.

-Como podeis trair-me assim? -Isto � o in�cio de uma revolu��o.

Gra�as aos Cavaleiros Vermelhos, fa�o parte dela.

S� vos recrutaram para se aproximarem de mim.

Comigo morto, o vosso valor depressa desaparecer�.

Passareis o resto da vida sabendo

seres respons�vel pela morte do vosso rei.

-E do vosso amigo. -Eles n�o ir�o matar-vos.

Querem Catarina, por tudo o que ela fez a este pa�s.

Ap�s matarem a regente, a monarquia cair�.

-Vivereis o resto da vida no ex�lio. -No ex�lio?

Thierry, eu sou rei.

A monarquia s� acabar� se matarem toda a minha fam�lia.

Comei a vossa comida.

Fostes falar com ele, ap�s eu ter-vos dito para n�o ires?

Calma. Martel nunca me faria mal.

Porque tendes tanta certeza? Deus do c�u.

-V�s tendes uma hist�ria. -"Hist�ria" � uma palavra forte.

Foi mais um namorico.

A quest�o � que Martel n�o � dos Cavaleiros Vermelhos.

Esse grupo quer destruir a monarquia,

mas os Guise sa�ram-se bem

com os Valois no trono.

Eles beneficiam do vosso reinado. Porque quereriam destronar-vos?

Digo-vos, m�e, Martel n�o � uma amea�a.

Ele s� veio para descobrir quem matou o seu pai.

O qu�?

-N�o s�o boas not�cias? -N�o.

Isso � o oposto de boas not�cias.

Sobretudo para quem matou o pai dele.

Por favor, dizei-me que n�o fostes v�s.

-� complicado. -Sinceramente, m�e!

Quantas pessoas matastes?

Recebemos esta mensagem h� momentos.

Vem endere�ada para v�s.

Os Cavaleiros Vermelhos?

� uma nota de resgate.

-O que querem? -Uma vida por uma vida.

Tenho de ir sozinha a uma clareira,

a norte do castelo, de madrugada.

E � l� que morrerei pelos meus incont�veis pecados.

Eles libertar�o Carlos em troca.

N�o t�m qualquer inten��o de libertar o vosso irm�o.

Est�o a us�-lo para atrair-me para terreno aberto.

Onde tentar�o matar-nos a ambos.

-O que ides fazer? -Vou a essa clareira.

� a �nica forma de salvar Carlos.

Se Carlos n�o regressar, quero que vos certifiqueis

de que os vossos irm�os e irm�s v�o em seguran�a para Espanha.

Procurem ref�gio com a vossa irm�.

-M�e, n�o! -Quero que me prometais

que tomareis conta dos vossos irm�os.

Vede pelo lado positivo, ireis livrar-vos de mim.

Tem de haver outra forma.

Prometo-vos, Cl�udia, a vossa m�e n�o morrer� sem dar luta.

Tendes certeza que podemos confiar nos homens escolhidos?

S�o o nossos tr�s melhores guardas, leais ao trono.

-Tr�s? Pedi especificamente quatro. -O quarto sou eu.

N�o vos deixarei ir sozinha.

Era eu o respons�vel pela seguran�a de Carlos.

N�o posso ficar parado.

Devo-o ao meu rei.

E a minha filha? Quem a proteger� enquanto estiverdes fora?

A Guarda Real? Foram corrompidos.

N�o sabemos em quem confiar.

Cl�udia diz que Martel de Guise

ficar� de olho nela at� voltarmos.

Os seus guardas est�o prontos

e ela disse que ele � de confian�a.

Ai disse?

Estou certa de que ele ir� guard�-la muito bem.

Leith, sei que quereis redimir-vos.

E preciso de homens de confian�a. Mas tendes certeza

de que estais pronto, t�o cedo ap�s a les�o?

Estou pronto.

Fizestes como vos pedi? As costureiras est�o a trabalhar?

Est�o a seguir todos os vossos pormenores.

Mas, Majestade, ajudaria se nos cont�sseis o vosso plano.

A mensagem dizia para irdes a s�s.

-Se nos virem... -N�o ver�o.

Voc�s ir�o para l� antes.

Jaime.

Temos de falar. Lady Kirkland?

A fornica��o � pecado, mesmo sendo uma vantagem da reg�ncia.

Desfrutai enquanto podeis, Jaime.

Em breve, Darnley ser� investido rei e v�s tereis de ir embora.

Ningu�m ser� investido enquanto n�o houver provas da morte de Maria.

-Os homens ainda a buscam. -Ela morreu, Jaime.

Serviste-la bem, mas a Esc�cia precisa de v�s.

-N�o podeis... -N�o me digais

o que posso ou n�o posso fazer.

-Eu � que governo a Esc�cia, n�o v�s. -Muito bem.

Nada fa�ais. Mas prometo-vos que outros n�o cometer�o esse erro.

O que significa isso?

Os espi�es creem que Isabel

planeia ocupar a coroa escocesa.

Isabel j� soube de Maria?

Se n�o soube j�, saber� em breve.

E, se Isabel nos invadir, tudo pode acontecer.

Livrar-se-� de n�s os dois.

Eu fui contra o reinado de rainhas.

Passastes demasiado tempo a defender o trono de Maria.

A nossa �nica sa�da � trabalhando juntos.

Juntar os lordes e tomar o poder como um governo unificado,

que Isabel n�o desafiaria.

J� informei os lordes da morte de Maria.

Eles apoiam isto, Jaime.

Convocai uma reuni�o e dissolvei o trono.

� a �nica esperan�a da Esc�cia.

Sois uma grande dan�arina, Pauline.

Deveis estar ansiosa pelo casamento.

Muita dan�a e um novo homem com quem passareis a vida.

Lamento. Sinto reservas de vossa parte?

Eu n�o conhe�o o homem, mas sei que tem o dobro da minha idade.

Um homem mais velho ainda pode excitar uma mulher.

Um guerreiro mais velho, talvez, mas um velho comerciante de l�?

De alguma forma, duvido.

Talvez este guerreiro possa honrar-vos com um presente de casamento.

Os meus batedores trouxeram belas joias.

Vinde aos meus aposentos. Teria gosto em mostrar-vos.

Gostaria muito disso, mas...

-Posso dan�ar com o meu irm�o? -Certamente.

Munro convidou-me a ir seu quarto sem os guardas.

Maria, n�o posso ajudar-vos l�.

-Eu sei. -Isto � de loucos.

Eu vi o olhar de Munro. Eu sei o que ele quer.

N�o vale a pena.

Pauline, vinde.

Se quereis ajudar-me, encontrai cavalos

e preparai uma divers�o.

Se fizerdes isso, podeis n�o voltar igual.

-Eu sei o que andais a tramar, Lola. -Perd�o?

Estais a bloquear, for�ando-me a mexer na minha torre.

Conheceis-me bem demais, Isabel.

Tendes falado com Dudley ultimamente?

H� semanas que n�o. Ele escreve, pedindo uma audi�ncia,

mas n�o quero encoraj�-lo, visto que n�o temos futuro.

Rainha Isabel, trago not�cias da Esc�cia.

Seja o que for, pode ser dito diante de Lola.

Vamos unificar os nossos pa�ses

e Lola ser� uma das minhas conselheiras escocesas.

As nossas fontes an�nimas dizem-nos

que Maria, Rainha da Esc�cia, est� viva e de volta � p�tria.

Maria est� viva? Tendes certeza?

Estamos a confirmar com os nossos espi�es na Esc�cia,

mas a mensagem diz que a Maria sobreviveu

e que vai para Edimburgo, para reclamar o seu trono.

Alteza, � luz desta informa��o,

deveremos parar o avan�o militar na Esc�cia?

-N�o creio que seja sensato. -Mas Maria est� viva.

N�o sabemos disso ao certo.

Qualquer um poderia enviar isto.

Talvez seja Knox a congeminar uma mentira para me sabotar.

Mas, se a rainha estiver viva, o trono n�o est� dispon�vel.

V�rios lordes escoceses j� aceitaram

apoiar-me como sua rainha.

Se eu os abandonar agora, se recuar por causa de um rumor,

a Esc�cia pode cair para Knox e os seus fan�ticos.

V�s entendeis, n�o?

Sim, eu entendo.

Farei o que � melhor para a Esc�cia. Prometo-vos.

Ela est� a empatar!

Fui eu que lhe ensinei que � melhor empatar

do que dar uma not�cia impopular. � o que ela est� a fazer.

Stephan, t�nheis raz�o. Ela n�o vai voltar atr�s.

-Tendes de vir comigo. -N�o � assim t�o simples.

Sou vosso marido, Jo�o � vosso filho

e tenho de manter-vos em seguran�a.

Lola, eu sei que destru� a vossa confian�a em mim.

Fiz coisas terr�veis para manter-vos comigo.

Mas, no dia em que cas�mos, eu fiz a promessa

de vos amar e proteger para o resto da minha vida.

Tendes de confiar em mim quando digo

que, se algo vos acontecesse...

Vinde comigo.

N�o importa o tempo que demorar, o que eu tiver...

Escutai. Isabel ir� viajar para norte,

para encontrar-se com dignit�rios dentro de dias.

Enquanto ela estiver fora,

poderei escapar sem ser notada.

Dando-nos algum avan�o.

Gideon ter� o barco para sairmos de Inglaterra

assim que ela partir.

Tereis de esperar at� l�.

Renee avisar� quando chegar a hora.

Jo�o e eu estaremos do lado de fora da muralha do castelo.

Levai-nos a esse barco, partiremos e nunca mais olharemos para tr�s.

Escolhei o que vos chamar a aten��o.

-Este colar � impressionante. -Vejamos como vos fica.

-Lamento, estou um pouco nervosa. -N�o tenhais medo.

At� o toque de um guerreiro pode ser gentil.

O comerciante de l� n�o vos merece.

Duvido que ele j� tenha empunhado uma espada.

E eu tamb�m n�o, j� agora.

A espada curta? Gostais dela?

Ensinais-me a us�-la?

Vede. Tem uma inscri��o em latim.

Est� na l�ngua dos nossos opressores, a Igreja Cat�lica.

Ensinam-vos latim na Fran�a?

Nunca quis aprender.

Eu e o meu irm�o somos protestantes.

O latim tornou-se impopular c� na Esc�cia,

sobretudo entre os cl�s. Duvido que algu�m c� fosse capaz

de traduzir-nos isto. Exceto eu.

Antes de perder as minhas terras para a tirania cat�lica,

nasci e fui criado como um nobre escoc�s.

Tive a melhor educa��o e aprendi a l�ngua dos meus inimigos.

"Minha rainha. Minha luz. Meu amor."

A espada era de uma rainha.

Deve ser muito valiosa.

Foi encontrada no vosso navio, Pauline.

O mesmo navio que levou centenas de mercen�rios para Fran�a.

E � normal a Fran�a enviar soldados para combaterem c�,

assim como ouro e joias para apoiarem a causa cat�lica.

Mas, se esta espada pertencia a uma rainha,

talvez transportassem uma carga bem mais preciosa do que ouro.

Uma rainha escocesa, criada na Fran�a,

que viajou de volta para casa.

N�o vi qualquer rainha no navio.

O meu irm�o mandou-me ficar no camarote, por seguran�a.

Nunca vi um retrato da rainha.

S� ouvi hist�rias da sua beleza e dos seus cabelos escuros,

de como ela enfeiti�a o cora��o dos homens.

Agora j� vos vejo claramente, Maria, Rainha da Esc�cia.

E n�o estou enfeiti�ado.

-Estais perdido, Pierre? -Tento encontrar vinho decente.

O que fazeis aqui fora?

Sem ofensa, a cerveja escocesa... Retiro o que disse.

A cerveja funciona.

-Ajudai-me a levantar, amigo. -Franceses.

Bebeis como mulheres.

Sois uma tirana que anda a vender este pa�s a Roma.

Aos franceses. A qualquer pessoa que vos mantenha no poder.

Mandei os meus homens a Fran�a para matar-vos.

E falharam. O meu marido protegeu-me.

Francisco morreu por vossa causa.

Chorastes a morte dele, Maria Stuart?

Chorastes por tudo o que fizestes � minha fam�lia?

-De que falais? -Chamastes traidor ao meu pai.

Tirastes as terras dele. Obrigastes-nos a roubar, passar fome ou morrer.

N�o fazeis ideia do que eu perdi!

De quantos irm�os eu enterrei!

� por isso que quereis matar-me? Por isso o meu marido est� morto?

Eu nunca dei tal ordem. Era a minha m�e que estava no trono,

eu estava do outro lado do oceano!

-As decis�es foram dela. -Em vosso nome. Pecados vossos!

Olhai-me nos olhos.

Eu nunca dei qualquer ordem contra a vossa fam�lia.

E agora o meu marido est� morto por nada!

J� n�o importa. N�o importa onde come�ou.

-Algu�m tem de terminar isto. -Eu sei.

Eu teria ficado na Fran�a para o resto da vida,

mas v�s trouxestes-me c�. Tirastes-me o meu cora��o.

Agora, vim retribuir-vos.

Temos de partir, j�.

-N�o o farei. -Dissestes estar empenhado

-com a nossa causa. -E estou.

Mas isto n�o fazia parte do plano.

Concord�mos em matar Catarina, n�o o filho dela.

O rei ainda � crian�a.

Nem sabemos que tipo de rei ser�.

N�o o matarei pelos pecados da m�e.

Essa linha n�o cruzarei.

Entendo.

Mataram o meu pai. T�nheis raz�o, acerca de tudo. Lamento imenso.

-Temos de escapar. -Vamos.

Desmontai do cavalo e atravessai o campo, como vos foi instru�do.

Onde est� o rei?

Vinde ter connosco e levar-vos-emos ao vosso filho.

Ent�o sois v�s os traidores Cavaleiros Vermelhos.

Ainda se escondem na sombra?

Atravessai o campo, rainha.

N�o avan�o mais enquanto n�o mostrarem Carlos.

Recebestes instru��es.

Se quereis ver o vosso filho vivo, ireis segui-las.

Apanhem-na agora! E matem-na!

Leith!

Carlos! Carlos!

-Carlos n�o est� c�. -Havemos de encontr�-lo.

Um dos cavaleiros fugiu quando ouviu a corneta.

-Porque mudou de dire��o? -N�o sei.

Mas talvez ele saiba. Certifiquei-me que mantinha um vivo.

Onde est� o rei?

Tirana!

Ainda nem sentistes a minha tirania. Dizei-me!

Sen�o, arranco-vos a carne dos ossos!

Dizei-me! Falai!

Onde est� o Jo�o? N�o posso ir sem o meu filho.

Minha senhora, lamento, mas tivemos not�cias de Edimburgo.

� de Maria.

-Para que � o ouro? -Para subornar a minha fuga quando...

N�o pode ser. Est� escrito no c�digo de Maria,

mas o que ela me pede...

O que vos pede Maria?

Para matar a Rainha Isabel.

Todos os lordes aqui reunidos sabem o qu�o dif�cil isto � para mim.

Tenho sangue real escoc�s nas veias.

Entendemos a vossa resist�ncia, Jaime.

Mas, com Maria morta,

tendes de respeitar a vontade deste conselho.

Hoje, a Esc�cia tem de libertar-se das correntes da monarquia.

Se queremos liberdade, temos de agir agora.

Basta! Dissestes o que quer�eis, Reverendo Knox.

Deixaremos a vota��o a cargo do conselho.

Quem apoia a dissolu��o da monarquia?

Jaime, o voto final � vosso.

Muito bem.

Maria, estais viva!

Sou Maria, Rainha da Esc�cia, e vim reclamar o meu trono.

--- Legendas ripadas por Virtual_PT --- --- Sincroniza��o WEB-DL Fernando Neiva ---

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