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Sou a governanta. Bem-vinda!
Vou mostrar o seu quarto.
Sou Monika Tarnac.
Sou esperada.
Bem-vinda. Sou a senhorita Krogg.
A governanta.
Voc�s devem nos desculpar. N�o temos mais eletricidade.
Senhorita Donev, Sonya deve acompanh�-la ao seu quarto.
Senhorita Tarnac, Morgana deve lev�-la ao seu.
- N�o podemos ficar juntas? - No mesmo quarto?
Receio que esteja fora de cogita��o. As instru��es da sua falecida tia...
Tenho certeza que vai ficar tudo bem, Monika.
Este � o grande sal�o.
Voc� e Fraulein Vorash s�o descendentes diretas
de Dania Borisov - a Baronesa. Ou de sua irm� Ulla.
Cada uma delas teve uma filha que foi criada por Ulla,
ap�s a morte da Baronesa.
As duas crian�as tinham quase a mesma idade.
Naqueles tempos de turbul�ncia e caos, o rastro da linhagem foi perdido.
Ent�o n�o � certo quem � descendente
da Baronesa?
Est� correto.
Nosso carro foi destru�do nas montanhas!
Sou a governanta.
Bem-vindos ao Castelo Vaga.
Eu sou Peter Malenka.
E eu sou a Dra. Julia Malenka.
Eu entendo que seu carro foi destru�do.
As pessoas raramente dirigem nessas montanhas. As estradas s�o muito ruins.
Se pud�ssemos passar a noite, pela manh� encontrar�amos uma pousada.
N�o h� pousadas nestas montanhas.
Posso perguntar o que a traz �s nossas montanhas?
Estou fazendo um estudo das supersti��es locais.
Meu irm�o Peter me ajuda.
Se deseja ser nossa convidada, voc� e seu irm�o s�o bem-vindos
para ficar no Castelo Vaga durante a sua estadia.
Voc� � muito gentil.
J�lia?
Voc� esteve aqui, o tempo todo?
Acabei de entrar. Ouvi voc� chorando enquanto dormia.
Talvez dev�ssemos, deixar este lugar.
Peter, voc� sabe o significado dessas cruzes com alho?
Voc� nunca deve remover a sua enquanto estivermos aqui,
especialmente no escuro da noite.
Ol� doutora.
Foi um passeio ador�vel. Voc� n�o monta?
Sou uma cavaleira terr�vel. Tenho medo de cavalos.
E tenho medo de fantasmas. Voc� ouviu aquele c�ntico estranho ontem � noite?
- Sim, eu ouvi. - O canto tem algo a ver com as supersti��es.
Sim, sobre a Dania Vaga.
O ancestral da senhorita Tarnac e da senhorita Varash.
Nos tempos medievais, a Baronesa era uma figura temida.
Aqueles que se opunham a ela, ou mesmo a desagradavam, eram condenados � morte na estaca.
Ap�s a revolta sangrenta que a dep�s,
a Baronesa foi acorrentada a sua estaca de empalar e queimada
pelas mulheres da aldeia. A revolta foi liderada por sua irm�, Ulla Borisov,
e a serva Gia Donashova.
Dania Vaga era conhecida pelo sangue quente das v�timas empaladas,
ent�o cresceu a supersti��o de que ela era uma vampira.
As mulheres furiosas e medrosas queriam destru�-la completamente.
Para ser destru�do, um vampiro deve ter uma estaca de madeira
atravessada em seu cora��o.
A Baronesa foi queimada e seu corpo destru�do.
Sem a estaca de madeira em seu cora��o.
Enquanto as chamas envolviam a Baronesa, ela gritava que um dia voltaria
no corpo de uma descendente. Quando saciar� sua sede,
no sangue das mulheres que a queimaram.
As mulheres da cidade lideraram um �xodo diante dessa amea�a.
Elas n�o queriam que seu sangue, fosse a fonte de onde o vampiro retornaria.
Eu disse que tinha medo de fantasmas...
mas isso soa como um absurdo para mim. - Acho interessante.
Isso aconteceu h� quatrocentos anos. Por que ningu�m voltou?
Isso � dif�cil de dizer.
Talvez porque as pessoas apenas sintam o mal.
O esp�rito da Baronesa...
enquanto caminha pelas colinas.
Doutora Malenko, voc� acredita
que o esp�rito da Baronesa Vaga est� realmente em movimento
nestas montanhas, neste dia e �poca?
Eu acredito na exist�ncia de tais esp�ritos, e que eles s�o capazes de
invadir os corpos de pessoas simp�ticas e receptivas.
Claro, se outras circunst�ncias estiverem certas.
- Um m�dium devoto deve estar presente. - M�dium devoto?
Uma zelosa e dedicada
alta sacerdotisa, de fato.
Aquela cujo pr�prio ardor pode transpor o abismo da escurid�o
que separa os vivos dos mortos-vivos.
- Mortos-vivos? - Uma express�o usada por supersticiosos
camponeses quando se referem a vampiros.
Voc� sabe muito, doutora, sobre contos da carochinha.
- Um bom neg�cio. - Sim, Fr�ulein Krogg.
Um bom neg�cio.
Garotas, por favor, sentem-se.
Fiquem � vontade.
Esses documentos s�o bastante extensos.
Castelo Vaga. 3 de maio de 1969.
Eu, Doria Dubchekova
fa�o aqui minha �ltima vontade em testamento.
O Castelo Vaga, suas propriedade e t�tulos
ser�o compartilhados igualmente por Helga Vorash e Monika Tarnac,
desde que cada uma, resida um ano inteiro no castelo.
Eu me pare�o com ela de alguma maneira.
Samana, voc� � muito bonita. Por que fica aqui neste lugar?
Talvez eu esteja enfeiti�ada.
Enfeiti�ada? Que tolice.
Acha que feiti�os s�o tolices?
Alguns feiti�os fazem voc� tremer com calafrios de febre.
Outros feiti�os, fazem voc� se apoderar de desejos insatisfeitos.
Faz seus sucos flu�rem, quentes e ardentes,
enquanto dedos aquecidos no fogo do inferno,
deixam seus mamilos em chamas
abrindo seu ventre � vontade de suas sacerdotisas.
Desculpe, Samana. De repente, fiquei tonta.
Apenas deite-se em sua cama e tudo ficar� bem.
J�lia, o que acha disso?
Eu n�o sei.
- Tive um sonho terr�vel! - N�s ouvimos voc� gritar.
Algu�m estava me chamando.
- Por favor, podemos nos encontrar l� fora? - L� fora?
Talvez no est�bulo? Por favor, n�o me decepcione.
Seu vinho.
Fraulein Vorash?
Sim, doutora?
- Acredito que est� em grande perigo. -Eu?
Acredito que o esp�rito da Baronesa Vaga, anda por esses corredores.
Eu sei. Procurando um corpo vivo para invadir.
Talvez uma noite voc� acorde e me encontre de p� sobre voc� com os dentes � mostra...
Um vampiro sedento na minha forma!
N�o. Voc� n�o ser� um vampiro.
Quando um vampiro est� para renascer
deve haver sangue para o vampiro sugar.
Sangue hostil. O tipo de sangue
que pode correr nas veias de uma descendente.
De uma das mulheres que queimaram a Baronesa.
Acha que estou em perigo? Bem, doutora, acho que est� em perigo.
Em perigo de perder seu precioso irm�o... para mim.
A doutora sabe demais. Eu tenho que remediar isso.
Aproveitando nossa lua cheia, doutora? � linda.
Voc� tem uma vontade muito forte...
Doutora Malenka!
Doney adora sua amiga. Ela faria qualquer coisa por ela.
E o rapaz?
Entraremos em contato com ele novamente.
Vai me divertir, fazer dele seu servo.
Ela o quer.
- Eu tamb�m sinto isso. - Claro, ela o quer.
Ela precisar� de muitos amantes.
Assim como ela, sempre precisou de muitos amantes.
E a outra mulher?
Voc� sabe, o que devemos fazer com ela.
Devemos tent�-la.
Deixe-a pronta, para quando ela voltar.
Fraulein Donev?
Posso ter um momento com voc�?
Voc� sabe muito sobre n�s, Fr�ulein...
Sobre ela...
Eu a amo. Ela n�o sabe, mas eu a amo.
Ent�o voc� a serviria se pudesse?
Eu faria qualquer coisa por ela. Qualquer coisa!
A doutora tem uma cruz de ervas...
Ela certamente deu a ele. N�o posso contat�-lo!
N�o posso perder tempo.
Temos muito que fazer esta noite.
Ele tem uma cruz de ervas.
Traga-a para mim. Traga-a para mim.
Devo ter a cruz de ervas!
Traga-a para mim! Traga-a para mim!
Eu devo t�-la.
Helga, espere! N�o fuja!
Ela n�o pegou.
Ela n�o pegou.
N�o posso me preocupar com ele. Eu devo chegar at� ela.
Ela deve estar preparada.
Purificada!
Julia, voc� pareceu muito inquieta a manh� toda.
� porque estou preocupada, Peter.
Se passarmos outra noite, estamos pedindo a destrui��o.
- Mas as cruzes... Dormi muito bem ontem � noite. - Existem certas for�as em a��o
que n�o entendo, Peter. As coisas est�o se fechando sobre n�s.
Essas cruzes podem ser barreiras que nos separam da destrui��o.
Se sairmos agora...
poder�amos ir longe o suficiente, mesmo a p�.
Da �ltima vez que conversamos, Helga se recusou a ir.
Peter, seu tolo. Deve deix�-la com seu legado.
Eu a amo, J�lia.
Voc� a ama? Ela � uma prostituta sexualizada.
Isso n�o vai adiantar nada.
Por favor. Fa�a parar.
- Fa�a esta excita��o parar. - Talvez...
se for uma boa garota. Talvez...
se tirar o amuleto dele.
Voc� deve pegar a cruz dele, n�o �?
Oh sim. Qualquer coisa para fazer parar.
Vai parar, se eu conseguir a cruz.
A Cruz! Eu devo conseguir. Eu devo conseguir.
Est� quase escuro.
Lembre-se...
o latejar ser� aliviado
quando ele estiver, sem a cruz de ervas.
Escuro...
quase escuro. Quase escuro.
Por que olha pra mim?
Quer que meus olhos a prendam.
Eu sei. Quer que meus olhos a prendam.
A hora da lua est� quase certa, doutora.
Peter! Devemos partir amanh�.
- � luz do dia. Cedo. - Eu sei, J�lia.
Devemos partir. Com Helga...
ou sem ela.
Fraulein Vorash, ela deseja v�-lo.
Peter, voc� veio. Querido...
voc� deve me ouvir. Dem�nios nos cercam.
Eles querem destruir, meu corpo...
minha alma, minha mente... oh por favor me ajude.
Peter!
Prometa que vai me ajudar. Prometa.
Eu prometo.
Se voc� n�o me ajudar, serei destru�da.
- Por favor, voc� est� hist�rica. - Olhe para mim!
Est�o me destruindo!
Deve sempre usar isso.
Se fizer isso, posso ajud�-la e elas n�o poder�o alcan��-la.
Nunca a remova enquanto estiver aqui.
Tire-o de mim! Tire-o de mim, antes...
Agora...
A Doutora Malenka est� ao nosso alcance.
E a vingan�a ser� de Vaga.
Pois, como pode ver, a doutora e seu irm�o
est�o perto. Muito perto.
Voc� acha que eles...
Mas eles podem?
- Fraulein Krogg? - Sim, doutora?
Por que n�o h� crian�as neste castelo?
Mesmo uma supersti��o precisa de algu�m para carreg�-la.
Haver�. Sonya ter� um filho com Eric Dorisov.
Ela n�o parece gr�vida.
Sabe muito bem, doutora, que a tradi��o dita que
o acasalamento ocorre apenas em certas luas.
Al�m disso, doutora, voc� sabe que somos muito seletivas.
Mulheres que serviram na casa de Vaga...
Voc� quer dizer sacerdotisas.
Se isso lhe agrada dizer, Doutora, as sacerdotisas de Vaga
s�o acasaladas apenas com homens, descendentes dos cavaleiros
que haviam servido a Baronesa. Tal acasalamento, Doutora,
ser� esta noite, de acordo com seus pr�prios escritos.
Ent�o leu meu tratado sobre as supersti��es de Vaga?
Oh sim. Voc� tem uma grande vis�o
para uma descendente de Donashova.
- Donashova! - Voc� n�o sabia?
Voc� e seu irm�o s�o descendentes da traidora Donashova e do fiel cavaleiro Gregor!
Donashova, que por ci�me traiu sua amante e lan�ou sua sorte
com a rebelde Ulla Borisov!
O sangue de Donashova
� o seu sangue, doutora! Seu sangue!
Algo errado?
Muita coisa est� errada. Voc� viu Helga?
Ela est� dormindo como um beb�.
Por alguma raz�o, removeram a press�o sobre ela.
Voc� parece muito perturbada.
Voc� conhece meu artigo, O Legado de Vaga?
- Sim - Somos descendentes de Donashova.
- Como sabe disso? - Wanda Krogg me contou.
Por que estamos aqui? Por que voc� est� aqui?
Eu n�o sei. Eu realmente n�o sei.
Boa noite.
Sinto que � um erro estarmos separados � noite.
Peter...
voc� n�o deve remover sua cruz, por nenhum motivo!
Eles formam um belo casal, doutora.
Esta noite � a noite do vampiro, Fraulein Krogg.
Sim, doutora. A noite do vampiro.
Ocorre uma vez a cada nove anos.
N�o posso deixar acontecer.
N�o pode fazer nada para evit�-la, doutora.
Como v�, uma chama queima.
Uma chama que nunca se apagou.
A mesma chama que queimou,
o belo corpo, da Baronesa Vaga.
Acendeu a partir das brasas recolhidas por Uli,
a empregada pessoal da Baronesa.
De quem descendo, diretamente, pela linhagem da nossa fam�lia.
E voc� sabe, doutora, que o esp�rito
da Baronesa Vaga vive naquelas chamas,
que mantivemos vivas,
por mais de trezentos anos.
Querida, sei que deve descartar isso como pura supersti��o,
mas a cruz que te dei � a raz�o de se sentir t�o bem.
Ela est� protegendo voc� de alguma for�a.
Eu n�o sei o que �. Minha irm� J�lia pensa...
Peter, n�o fala s�rio.
- Bom dia doutora. Posso te ajudar? - Quero falar com Fraulein Tarnac.
- Ela est� dormindo. - Gostaria de v�-la de qualquer maneira - Isso � imposs�vel.
Fraulein Tarnac!
Fraulein! Preciso falar com voc�!
- Este quarto precisa de luz. - N�o posso deixar que fa�a isso. - Acho que sim!
N�o devo permitir isso. Vou te matar primeiro!
Fora do meu caminho!
Vou encontrar meu irm�o e partir!
Acho que n�o.
Sua tola. N�o pode nos deter!
Junte-se a n�s, antes que seja tarde demais.
Voc� tem o sangue. Dentro destas paredes.
Voc� pode t�-lo.
L� fora, eles franzem a testa para uma mulher,
que deseja estar com seu irm�o.
Voc� s� precisa compartilh�-lo ... com ela.
Com... com ela?
Tudo deve estar pronto, para esta noite!
Peter! Peter!
Peter!
O sol se p�s.
Nossos priminhos alados j� partiram
da escurid�o das nossas torres.
A hora do vampiro se aproxima.
Iris, minha roupa.
Oh Deus!
N�o posso deixar acontecer!
Peter!
Peter!
Peter! Helga!
Monika!
Onde est�o todos?
Ela! Eu a quero!
Oh Deus!
N�o deixe isso acontecer.
Oh, Peter.
Onde voc� est�?
Helga Varash e Peter Malenka,
voc�s passaram a noite juntos, na cabana em ru�nas,
no vale. Voc� ouviu isso?
Oh, Peter.
Onde voc� estava, Peter?
Quase enlouqueci quando n�o consegui te encontrar.
Onde voc� estava, Peter?
Passei a noite com Helga, numa casinha abandonada no vale.
Peter. N�s deixamos algo terr�vel acontecer
na noite passada. O vampiro voltou!
Vamos, J�lia.
Estou dizendo! Eu estava parada no hall de entrada,
e um vento selvagem e quente aumentou. Arrancou minhas roupas.
Morcegos selvagens me arranharam.
Me deixaram nua, antes que eu tivesse for�as para levantar minha cruz
e afast�-los.
J�lia, pode ter sido um sonho. Voc� n�o pode acreditar
nesses contos da carochinha sobre vampiros.
Peter, tenho estudado esses contos da carochinha por anos.
Julia, devo encontrar Helga depois do caf� da manh�.
Voc� � livre para se juntar a n�s, se desejar.
Vamos, vista-se.
N�s tr�s iremos passear na floresta.
Helga. Voc� deve sair daqui.
E, Peter, devemos partir, agora.
Doutora?
Voc� est� convidada a levar dois dos nossos cavalos para sua jornada.
Eu n�o monto, Fraulein Krogg.
Ao cair da noite, eles devem estar de volta.
Mummmmmm....
...mummmmmmmmmm....
Peter, qual o problema?
Aquele som! N�o pode ouvi-lo?
Ou�o o vento nas �rvores.
Somana?
Eu ou�o os morcegos, Somana.
Peter e a doutora est�o voltando.
O sol se p�s, Baronesa.
A doutora n�o pode andar a cavalo. Mas espere at�
ela encontrar nossa estaca, Somana.
Levar� dias, Somana, dias.
Eu a vigiarei.
Ent�o doutora...
voc� voltou, como eu sabia que voltaria.
Nossos primos alados da noite. Eles me chamam.
Eles me chamam.
Devo t�-la.
Devo ter o sangue dela!
Voc� deve, Mestra. O rapaz. Ele � nosso para usar.
- Posso entrar? - Claro.
De uma coisa eu tenho certeza...
meus sentimentos por voc�.
Lembro que tinha treze anos.
Ou, talvez catorze. Voc� me deixava tocar seus seios.
�ramos muito jovens.
Isso estava errado?
Ah, n�o, Peter. N�o estava.
Tire o amuleto. Est� no caminho.
...mummmmmmmmmmmm....
N�s sempre quisemos isso.
Talvez, seja melhor se n�s...
A Cruz!
Onde est�?
Voc� � uma mulher da ci�ncia! N�o pode acreditar nesse absurdo!
Ele saiu do seu controle, doutora.
Talvez tenha raz�o, Fraulein Krogg.
Tem tempo, antes do p�r-do-sol. Voc� poderia deix�-lo conosco.
Isso � o que est� pensando, n�o �, doutora?
Era o que estava pensando, Fr�ulein.
Mas n�o vou deix�-lo.
Ele n�o ir� com voc�, doutora.
Talvez sim, Fraulein.
A noite o ter�, doutora.
Talvez, Fr�ulein. Talvez.
Tudo bem, pelo menos deixe-me tentar ajud�-lo.
Eu n�o quero ajuda.
Peter, espere. Espere!
Estou aqui, Mestra.
Peter... fa�a amor comigo.
Por que?
J�lia... J�lia! Me deixe entrar!
Devo ter vagado a noite toda.
Me encontrei em um corredor,
como se fosse son�mbulo.
Peter! Leva isso. Por favor, leva isso!
Vou encontrar a Baronesa.
Ela pretende se vingar, esta noite.
Ela pretende me empalar.
Se n�o puder ter a doutora.
Helga! Helga!
Peter! Peter!
Helga! Helga, n�o!
Helga, n�o!
Voc� decidiu, tomar o lugar da Fraulein Varash?
Primeiro quero seu sangue, mas n�o todo.
Vou deixar o suficiente,
para molhar, minha estaca de empalamento.
Finalmente, est�o livres.
E a Baronesa, por fim,
est� descansando.
Tradu��o e Resinc * Tatuador *
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