Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
"A VOLTA DE DANIEL BOONE"
Oh, Cannonball. Isso foi simplesmente lindo.
Eu senti calafrios na minha espinha.
Talvez n�o esteja se sentindo bem.
Fazendo uma serenata para mim em plena luz do dia.
A serenata n�o era para voc�, era para mim.
Gosto de me ouvir cantando.
Se pud�ssemos harmonizar assim pela vida toda.
Olhe, n�o � seu irm�o chegando a cidade?
- N�o vejo ningu�m. - Olhe aqui.
Olhe para l�. Ele aparecer�...
a qualquer momento.
Voc� n�o fugir� da Melinda desta vez.
Levante.
S� estava procurando algo que deixei cair.
Ela n�o est� a�.
Te levarei ao pastor, onde ela estar� te esperando.
- Bem, quem � voc�? - Sou irm�o da Melinda.
E farei voc� se casar com ela, ou te matarei.
V� em frente e me mate ent�o.
Bill, seu morcego velho.
Sabe, Cannonball, a pior coisa que um homem pode ter,
� a consci�ncia pesada.
O que faz na cidade t�o cedo?
Bem, achei que poderia fazer um favor para mim.
N�o, Senhor. N�o depois do susto que me deu.
Bem, o que �?
Quero que guarde uma quantia para mim, no cofre do Expresso.
Bem... venha.
Aqui est�, Bill. Fa�a o recibo que assinarei.
Tudo bem. Aqui est� o dinheiro.
Nossa Senhora.
Nunca vi tantas notas novas em toda a minha vida.
Onde conseguiu tudo isso, Bill?
Essa � a recompensa pelo Mike Flanders.
Acabou com ele bem r�pido.
Sabe, Bill, gostaria que pegasse os dois irm�os dele ao mesmo tempo.
N�o, Cannonball. Agora que o Mike se foi,
Eddie e Lash se acalmar�o e se tornar�o bons cidad�os.
N�o, Senhor. O mesmo sangue, a mesma fam�lia.
E os dois irm�o dele vir�o atr�s de voc� por ter atirado no Mike.
Vir atr�s de mim e me pegar s�o duas coisas diferentes.
Sim.
Eu sei, mas...
Bill, a� vem o Eddie e o Lash.
Finalmente te encontramos, Boone.
Agora, vire-se.
Lash, � melhor voc� e o Eddie sa�rem daqui antes que arrumem problema.
- N�o tenho problema com voc�s. - Temos um problema com voc�,
e vamos resolver isso aqui e agora. Vire e saque sua arma.
Tudo bem. Se quer assim...
Esque�a essa arma, Eddie.
Levante, Lash.
V� para o lado dele, Eddie.
- O que aconteceu? - Nada.
Nada? Eles vieram matar o Bill.
Cannonball, acho que n�o ouviu o que eu disse.
N�o houve problema.
Bem, levaremos eles para um lugar onde n�o causar�o mais problemas.
Espere um pouco. Voc� os levar� para a cadeia.
- Alguns dias l� deve acalm�-los. - Sim, e assim que sa�rem,
- eles voltar�o a criar problemas. - Vamos, fa�a o que eu disse.
- Se n�o fosse por voc�, Bill, eles... - Eu sei.
Obrigado.
Eddie... Lash.
Voc�s s�o sortudos. Vamos.
Nossa, n�o te deram o sobrenome do seu av� � toa.
Fico feliz que ele n�o tenha permanecido solteiro.
Aqui, Cannonball.
- � melhor assinar isso. - Sim, Senhor.
E seja r�pido.
Tenho que agir depressa se pretendo deixar a cidade.
Claro.
- Voc� o qu�? - Deixarei a cidade.
- Irei a Tucson visitar meu pai. - Nossa, isso que � boa not�cia.
- Quando partiremos, Bill? - N�o partiremos.
Desta vez, irei sozinho. H� problema em todo lugar que est�.
- E pretendo tirar f�rias. - Espere um pouco, Bill.
- Voc� n�o pode ir sozinho. - Por qu� n�o?
Bem, por que... por que...
Voc� precisa de algu�m como eu para cuidar de voc�.
E quando voc� for estarei a noite toda aqui...
Ficarei sozinho, com saudades de casa e me preocuparei muito.
Voc� s� est� preocupado com a Melinda.
Melinda? Meu Deus, Bill.
Toda vez que olho para aquela mulher, vejo os sinos da igreja tocando.
Qualquer homem com essa fascina��o, se sentir� melhor casando.
Bem, adeus, Cannonball.xxx Se quiser mandar um telegrama,
para mim esta noite, estarei no hotel Casa Comercial de Pecos.
Por que eu mandaria um telegrama para l�?
Voc� pode decidir uma data para se casar com a Melinda.
Eu odiaria perder o casamento.
Eu te aviso.
O qu�? Melinda?
Oh, meu Deus!
"HOTEL CASA COMERCIAL"
Killgrain n�o � nada al�m de um ladr�o.
Ele est� por tr�s do aumento dos impostos e sabem disso.
Sim, n�s sabemos. Mas como ir� provar?
Provar? N�o precisamos provar.
N�s sabemos disso. Se fosse por mim,
matar�amos ele e o prefeito.
Leach, aquela multid�o est� ficando cada vez mais nervosa.
Que pena.
N�o irei mais coletar impostos.
Ou�a-os.
Aqueles rancheiros est�o com sangue nos olhos.
Qual � o problema, Fuller? Tem medo de sangue?
- Ol�, Leach. - Te fiz uma pergunta.
Eu...
S� estava dizendo ao prefeito que � perigoso.
Ele n�o quer entregar o aviso de despejo.
Aqueles rancheiros est�o come�ando a falar de guerra.
Qual � o problema com isso?
Uma arma n�o deixa espa�o para discuss�o.
N�o tem problema voc� falar, mas eles est�o atr�s de mim.
Rapazes, fomos longe demais.
Voc�s n�o podem aumentar os impostos em 20 ou 30 vezes
- do que custavam no ano passado. - N�o vejo ningu�m nos impedindo.
Teremos muitos compradores amanh� para a venda a noite.
E tenho certeza de que o prefeito n�o quer v�-los desapontados.
- Sim, � claro. - Voc�s dois fa�am o que quiserem.
Estou saindo disso, agora!
- N�o acha que isso � uma tolice? - N�o.
Voc� n�o vai me convencer a ficar desta vez.
Feche essa porta.
Quando se trata com tolo, as vezes, � preciso faz�-lo ter senso.
N�o, Leach.
N�o.
N�o, Leach.
N�o.
Leach.
Leach.,, Leach.
Tudo bem.
Voc� venceu.
Pegue-os.
Bem, agora que nos entendemos...
� melhor come�ar.
Bem, prefeito, parece que teremos uma venda de sucesso.
Seus compradores est�o prontos?
S� por que usam meu dinheiro para comprar os ranchos,
n�o significa que s�o meus compradores, n�o �?
Voc� � ardiloso, Leach. Sou prefeito na cidade, h� muito tempo.
E sou o primeiro a te mostrar como fazer esse trabalho lucrar.
RANCHO D CIRCULAR JEB BRANDON
Ol�, pai.
Esteve na cidade esse tempo todo, Ellen?
- Sim, estive. - O que descobriu?
Far�o uma venda amanh� � noite.
E agora tiveram a coragem de cobrar 50�/� de multa.
Isso nos deixar� com pouco dinheiro no banco.
- Voc� vai pagar esses impostos? - O que mais eu faria?
Lutar. Se defender.
Um homem s�bio sabe quando est� derrotado, Ellen.
No ano que vem, ser� pior.
A �nica coisa a fazer,
� reunir os rancheiros e lutar por nossos direitos.
Voc� tem me ajudado muito durante a minha doen�a, querida.
Voc� fez o trabalho de um homem,
mas ainda tem uma cabe�a jovem sobre seus ombros.
Todo acre de terra e todo d�lar no vale n�o vale a vida,
de um homem decente.
Pare, Fuller. Parece que sua mem�ria n�o � boa.
Voc� n�o nos impedir� desta vez. A lei � a lei.
Eu n�o tentaria entrar aqui.
Voc�s seriam tolos se fizessem isso.
Virem-se.
Levante as m�os e desmonte desse cavalo.
J� que n�o posso fazer as duas coisas ao mesmo tempo,
o que prefere que eu fa�a primeiro?
N�o estou para brincadeiras. Vou levar seu cavalo.
Se me permite dizer, Senhorita, voc� � muito bonita para ser
uma ladra de cavalo.
� melhor levantar as m�os.
Ou descobrir� o qu�o convincente posso ser.
Al�m do mais, n�o roubarei seu cavalo.
- Vou trocar o meu pelo seu. - Bem, posso at� aceitar isso.
Fico com seu cavalo e $50 de diferen�a.
Se n�o acha que puxarei esse gatilho, voc� est� enganado.
Acabei de matar um homem.
Bem, n�o quero que mate outro. Ent�o, acho que esse cavalo � seu.
Posso pegar meu cobertor?
N�o perca tempo.
Pegarei o rifle emprestado tamb�m. Posso precisar dele.
Espero voltar a v�-la... Quando tiver tempo para conversar.
Comece a cavalgar.
Voc�s s�o uma dupla e tanto. Deixando a garota se safar.
Aconteceu t�o r�pido que nos pegou de surpresa.
Ela n�o pode ter ido longe. Seu pai est� doente.
Ela n�o o deixaria.
� melhor reportar isso ao xerife e deix�-lo prend�-la.
Agora n�o.
Isso a deixar� longe da cidade at� a venda acabar.
Esperem um pouco.
- Aquele n�o � cavalo dela? - Com certeza.
S� um instante, Senhor. Aonde encontrou esse cavalo?
N�o encontrei ele. Pode-se dizer que ele me encontrou.
Encontrou, hein? Bem, desmonte.
- Por qu�? - Por que estou mandando.
N�o poderia pensar num motivo pior.
Solte esse cavalo!
Agora, h� algu�m mais querendo saber aonde consegui esse cavalo?
N�o, eu acho que n�o. Mas gostaria de falar com voc�.
Me chamo Killgrain. Sou dono deste lugar.
Me chamo Boone.
Neto do Daniel Boone?
- Soube que parece muito com ele. - Isso mesmo.
Ele era um homem pac�fico, assim como eu.
Sim, notei isso.
Ainda quero falar com voc�. Este � o prefeito Elwell.
Wild Bill Boone.
- Ol�, prefeito. - Prazer em conhec�-lo, Boone.
- Ouvimos muito sobre voc�. - Vamos ao meu escrit�rio.
Voc� tamb�m, prefeito.
Sintam-se em casa.
N�o, obrigado.
Sr. Prefeito, acho que o Boone � o homem certo para nos ajudar.
Voc� � um homem muito habilidoso para se ter por perto.
Fazendo o qu�?
A cidade precisa de um novo coletor de impostos.
Isso mesmo, as coisas aconteceram t�o r�pido que esqueci disso.
Quem � o seu coletor de impostos regular?
O que t�nhamos acabou de ser morto. Pela dona do cavalo que est� usando.
- Ela tinha algum motivo? - N�o, exceto combater a lei.
J� que � capaz de cuidar de si mesmo,
acho que o prefeito pode lhe dar o trabalho.
Sim, o que acha, Boone?
Bem, eu n�o sei.
Parece que � dif�cil coletar impostos por aqui.
- N�o acho que ser� para voc�. - Obrigado.
H� algumas circunst�ncias que o prefeito deve lhe explicar.
Sobre o por qu� de termos problemas.
Bem, sabe, o povo nunca aprecia uma boa administra��o.
Fiz o melhor poss�vel para limpar esta cidade e mant�-la pac�fica.
E preciso de dinheiro para isso. Isso quer dizer, impostos.
Est� dizendo que se quiserem,
viver em paz, eles ter�o que pagar pelo privil�gio?
Esse � um jeito de se colocar.
Quando esse neg�cio de lei e ordem come�ou a ficar t�o caro?
Bem, isso...
Terei que ser honesto.
Os impostos aumentaram este ano, se eles n�o pagarem,
h� pessoas com muito dinheiro dispostas a vir morar aqui.
- Da cidade? - Voc� faz muitas perguntas, n�o?
S� por que gosto das suas respostas.
- O que ganho com isso? - O prefeito cuida da cidade.
- Isso � com ele. - Entendi.
Voc� est� agindo em nome da cidade como um bom cidad�o.
- Voc� responde melhor do que. - Isso depende.
- Qual � a sua proposta? - 20�/� do que coletar est� bom?
- Do dinheiro ou dos ranchos? - Da coleta e das vendas.
Essa � uma boa ideia.
Sim, Killgrain parece ter diversas boas ideias.
- Isso quer dizer que vai aceitar? - J� que est� sendo pela cidade.
- Por que n�o? - Obrigado, Sr. Prefeito.
- Boone falar� com voc� mais tarde. - Bem, at� mais, Boone.
Tudo bem, Prefeito.
Voc� fez um acordo muito bom com o velho.
Sim.
Mas o trabalho deve ser perigoso para pagar t�o bem.
Com esse sal�rio, voc� pode fazer um seguro de vida.
Tenho duas ap�lices que sempre carrego comigo.
Soube que n�o h� muitos homens que sacam mais r�pido que voc�.
Est� errado. N�o h� nenhum.
N�o quis dizer, at� agora?
Voc� pode achar que estamos arriscando ao te contratar.
Mas n�o estamos.
Por que acho que sabe como me sinto. Ent�o n�o haver� erros.
N�o pretendo cometer nenhum erro.
Cavalguei o dia todo e quero descansar.
Onde fica o quarto do coletor de impostos?
Te arrumarei um quarto no hotel.
- N�o est� arriscando em nada, est�? - Por que eu faria isso?
Pode sair por aqui. Fale com o Gabe no hotel.
Com licen�a, Senhorita. Sabe onde posso...
Bem, eu...
Ei, voc� viajou r�pido. H� quanto tempo est� aqui?
- H� cerca de dois anos. - Dois anos?
N�o, espere um pouco. Te vi esta manh� em Bisbee.
- Deve ter sido a Melinda. - Voc� n�o � a Melinda?
N�o, me chamo Matilda. Como vai?
- Voc� parece irm� g�mea da Melinda. - � isso o que todo mundo acha.
Mas sou mais velha. Nasci dois minutos antes dela.
Isso � muito interessante.
Diga-me, voc� e a Melinda gostam da mesma coisa?
- Sabe, comida, roupa e homem? - Homem.
Farei com que receba not�cias da sua irm�, de um amigo dela.
Homem.
Est�vamos preocupados com voc�.
- Bem, vejo que trouxe todo mundo. - Menos o Tom Brady.
- Sua esposa est� dando a luz. - O que vamos fazer, Srta. Ellen?
Lutar. N�o vamos desistir
de tudo que conseguimos trabalhando sem lutar.
Falar � f�cil. Mas estamos lidando com assassinos
que nos matariam sem pensar duas vezes.
Soube na cidade que trouxeram um novo pistoleiro para nos combater
- agora que o Fuller morreu. - Que pistoleiro?
Um homem chamado Boone. Soube que ele matou um homem
em Bisbee na semana passada.
Qual � o problema de voc�s? Deixar�o esse pistoleiro assustar voc�s?
- Bem, ele n�o me assusta. - Ele n�o pareceu te assustar
esta tarde.
- Quem � voc�? - Acho que um homem
tem o direito de se defender quando falam pelas suas costas.
- Aonde quer chegar? - S� estou tentando te dizer
- que me chamo Boone. - Boone?
� melhor que saiba agora. N�o temos lugar para voc�
nem para pistoleiros safados como voc�.
S� um instante.
Acho que o Sr. Killgrain mandou o Boone aqui para me prender
por assassinato.
Estou pronta para ir. Se ele achar que pode comigo.
Voc�s parecem tirar conclus�es precipitadas.
- E isso s� os distancia da verdade. - Ou�a, Boone, te dou 5 segundos
- para sair daqui. - Obrigado.
Segui a Srta. Brandon at� aqui, n�o para lev�-la de volta,
mas para tentar fazer com ela seja sensata.
- S� age sob a mira de uma arma. - Estou vendo que ainda est�o
- se precipitando. - Se f�ssemos da sua laia,
n�o te dar�amos chance de falar. E acho que seu tempo acabou.
- Posso dizer uma coisa? - O qu�?
Multid�es organizadas, vigilantes, como queiram chamar,
s� trar�o derramamento de sangue e problemas.
E voc� conhece derramamento de sangue.
Se acham que tem um caso contra o prefeito ou o Killgrain,
deve haver um jeito melhor para prov�-lo do que na bala.
Voc� disse o que queria. Agora, saia.
E na pr�xima vez que encontrar um de n�s, � melhor sacar.
Tenho um telegrama para voc�.
Eu disse que tenho um telegrama para voc�.
Melinda, pelo amor de Deus, pare de tocar esse viol�o.
Nossa Senhora. N�o consigo ouvir nada.
O que foi?
Eu disse que tenho um telegrama para voc�!
O que foi, filho?
Eu disse que tenho um telegrama para voc�!
D�-me. N�o precisa berrar.
Vamos ver.
- Qual � o problema, Cannonball? - Preciso chamar o Jake
para cuidar desse lugar.
Vou encontrar o Bill Boone.
Cannonball, voc� me beijou.
Foi um beijo de despedida.
A� est�, Senhor. Stovepipe Wells.
- Aqui? - Sim, aqui.
Voc� n�o pediu uma carona at� Stovepipe Wells?
- Sim, Senhor. - Bem, � aqui.
- Sim, mas n�o h� ningu�m aqui. - Agora h�.
- Quem? - Voc�.
Senhor...
Stovepipe Wells. Pelo amor de Deus.
Aquele maldito do Wild Bill. Me mandando um telegrama tolo
pedindo para encontr�-lo em um lugar tolo.
Como se estivesse perdido no mar.
Ei!
Ei!
Ei!
Ei!
- Algu�m por perto? - Ningu�m.
N�o achei que havia.
Bill, maldito seja, me assustou. De onde veio?
De tr�s daquela �rvore.
J� vi muitas coisas estranhas sa�rem de tr�s de uma �rvore,
mas voc� tem muito o que explicar. Por que mandou esse telegrama?
- Trouxe meu dinheiro? - Sim, Senhor.
Nossa Senhora.
Fiquei com medo de viajar com todo esse dinheiro.
Quero saber o que est� havendo. Voc� me disse que ia para Tucson
- visitar seu pai. - Bem, vou visitar meu pai.
Mas primeiro, vou parar pra ca�ar um pouco.
Agora sim. O que vamos ca�ar?
Bem, se tivermos sorte, podemos pegar um gamb�,
uma doninha e algumas cascav�is. S� que esses animais...
- usam cal�as e andam armados. - Agora sei que voltarei.
- Vai encarar a Melinda? - Vou ficar.
- Bill, que ca�ada toda � essa? - Bem, � sobre dois bandidos
chamados Killgrain e Elwell. E se morderem essa isca,
podemos resolver as coisas e ca�ar de verdade.
- Voc� s� fala em enigmas. - Os cavalos est�o na cabana.
Vamos para a cidade que te explico no caminho.
Bill, como vai provar que � o seu dinheiro?
Como vem do banco, com os n�meros de s�rie em ordem.
Espero que saiba do que est� falando.
Sabe, doninhas s�o espertas, cascav�is s�o trai�oeiras
e gamb�s...
- Tivemos sorte at� agora. - �?
- Com sua sorte e meu c�rebro... - N�o precisar� de c�rebro...
- neste trabalho, Cannonball. - O que quer dizer?
Voc� s� precisar� da sua boa apar�ncia.
Se permanecer naquela cozinha de olho na porta dos fundos,
devemos descobrir o suficiente para impedir que destruam este vale.
Parece que terei que trabalhar na cozinha.
O escrit�rio dele fica naquela primeira porta a direita da escada.
Me d� alguns minutos para come�ar e n�o esque�a que nunca me viu antes.
As vezes, eu desejo que isso fosse verdade.
- Aqui est� ele. - Est�vamos te esperando.
Bem, estou descansado e pronto para trabalhar.
- Aonde come�o? - No rancho Brandon.
Aqui est� a conta dos impostos. Foi a filha dele que matou a Fuller.
- Sr. Killgrain? - Sim?
Pensei que pudesse precisar de outro gar�om.
- Bem, n�o preciso. - Quero dizer, um gar�om cantor.
- Como assim? - Bem, n�o precisa me pagar.
Trabalharei pelas refei��es. E se o povo gostar,
- eles podem me dar gorjetas. - N�o � uma m� ideia, Leach.
Ele parece est�pido o suficiente para ser inofensivo.
- N�o preciso de gar�om. - Deixe-me cantar uma m�sica.
Talvez ele conhe�a minha m�sica favorita.
- "Cowboy is the Man" - N�o acredito que conhe�a,
mas j� ouviram "Dont't Bury Me Away From Home?"
- J� ouvi. - Sim.
Bem, ent�o � melhor tocar outra coisa.
Nossa. Ficarei com o trabalho, Sr. Killgrain?
- Bem, tentaremos por alguns dias. - Sr. Killgrain, posso tomar...
- caf� da manh�? - Pe�a a cozinheira na cozinha.
Obrigado, Senhor.
Bem, acho melhor ir para o rancho do Brandon.
Espere um pouco.
Est� pensando em sair sem seus ajudantes?
- Bem, nunca andei com um bando. - N�o achamos que vai fugir.
Al�m do mais, sendo um estranho na cidade,
voc� pode achar a sa�da, mas o prefeito quer...
- que ache o caminho de volta. - Seu prefeito pensa bastante.
S� o suficiente para manter todos felizes.
- E saud�veis? - Isso depende de voc�.
Vamos, rapazes.
Nossa Senhora.
- Ol�. - Ol�.
- De onde veio? - Nasci no Missouri,
mas moro em Pecos h� muito tempo. E de onde voc� veio?
Vim de...
Voc� sabe muito bem de onde venho. Agora, olhe aqui, Melinda...
Me chamo Matilda.
Ent�o, mudou de nome, hein? Voc� pode mudar para o que quiser,
contanto que n�o tente mudar para o meu.
Nossa Senhora.
Voc� � o que sempre sonhei.
Um daqueles homens fortes e silenciosos.
Pelo amor de Deus, pare com essa conversa.
Voc� n�o precisa me seguir s� por que lhe beijei na despedida.
- Voc� me beijou? - N�o se lembra?
N�o.
Mas deixarei voc� refrescar minha mem�ria.
Algu�m deve estar precisando de um gar�om.
- Aonde acham que v�o? - Vamos com voc�.
N�o v�o, n�o. Voc�s ficar�o aqui fora.
- N�o preciso de ajuda. - Ajudaremos mesmo assim.
Eu dou as ordens. Se acham que essa cidade,
precisa de um novo coletor de impostos, tenho dois votos prontos.
- Voc� ouviu o que o Leach disse. - Voc�s s� precisam me apoiar.
Se eu tiver problema, voc�s saber�o.
O que quer?
Sou coletor de impostos e vim receber o seu.
Voc� n�o pode invadir minha casa desta forma.
Te aconselho a ficar calado. Cad� o dinheiro?
Fique quieto e n�o se preocupe com os impostos.
Vamos. Cad� o seu dinheiro?
Na mesa, hein? Tudo bem, eu pegarei.
Sorte de ter o dinheiro aqui.
Te darei o recibo.
Leia-o para ter certeza de que est� certo.
- O que aconteceu l� dentro? - Bem, o que esperava?
- Ele pagou. - Depois do que sua filha disse,
- isso n�o faz sentido. - N�o � preciso.
� como m�gica. Voc� tem que conhecer o segredo.
"Estou tentando salvar seu rancho. N�o fale a ningu�m sobre o dinheiro."
- Por que parou aqui? - Esse � o escrit�rio do prefeito, n�o?
Sim. Por qu�?
Bem, isso � dinheiro de imposto. Ele pertence a cidade.
Procurando por mim, Cannonball?
Pensei que fosse a cozinha. Quero dizer, o banheiro.
Nossa, estou muito confuso.
Sei como se sente. Minha cabe�a est� girando tamb�m.
Isso � amor.
- L� vem voc� de novo. - Acredita em amor a primeira vista?
N�o sei, mulher. Nunca olhei a segunda vez.
N�o tem uma garota dos seus sonhos?
Garota, s� tive pesadelos ultimamente.
Voc� � o homem dos meus sonhos. N�o posso imaginar minha vida...
sem voc�.
Espere um pouco, mulher. Voc� ter� que descobrir isso.
Meu pobre querido.
VENDA PELA FALTA DE PAGAMENTO DE IMPOSTOS
Esta noite. 7:30 horas.
- � melhor come�ar. - Sim.
Boone, estes s�o os ranchos que venderemos esta noite.
Vou come�ar a reuni�o.
- Fique pr�ximo e de olho em tudo. - Queria que me dissesse o que � isso.
Dei meu dinheiro para o prefeito e disse que era do Brandon.
Se algum daqueles compradores pagar com meu pr�prio dinheiro...
Os pegaremos em flagrante.
Esperem.
Todos sabemos que bons cidad�os pagam seus impostos.
E os outros... Bem, n�o temos espa�o
para quem n�o for um bom cidad�o.
Nosso coletor de impostos, Bill Boone, cuidar� das vendas.
E todas as vendas ser�o a dinheiro.
Bem, pessoal, n�o h� por que perdermos tempo.
A primeira propriedade que tenho � venda � o rancho Granvel.
600 acres, casa com 5 quartos e est�bulo.
Impostos atrasados: $3.172. Algu�m dar� um lance?
Pessoal, voc�s ter�o que falar se quiserem comprar estas propriedades.
- Algu�m d� um lance? - Dou $4.000.
Tenho $4.000. Quem d� $5.000?
Tenho $5.000. Quem d� $6.000?
Tenho $6.000. Quem d� $7.000?
Tenho $6.000. Quem d� $7.000?
- $6.300. - Tenho $6.300.
Algu�m d� $7.000?
Pessoal, tenho $6.300. Algu�m d� mais?
Acabaram? $6.300, dou-lhe uma...
Duas... �ltima chamada.
Vendido para este cavalheiro. Pode pagar aqui em cima.
Sr. Boone, eu n�o continuaria com esta venda.
Se algu�m comprar um rancho, ele morar� no cemit�rio.
Espere um pouco.
Vejo que ainda est� tirando conclus�es precipitadas, Senhor.
E se quiserem comprar uma vaga no cemit�rio,
tenho seis lotes para vender em cada uma dessas.
Voc� n�o ousaria sacar suas armas.
S� se estiv�ssemos de costas para voc�.
Senhorita, te darei uma chance. Uma s�.
Aquela garota � mais tola do que achei que fosse.
- E o dinheiro? - Ela acabou com isso.
Agora ter� que entrar no escrit�rio do Killgrain para ver se descobre...
enquanto sua posse estiver fora da cidade.
Escrit�rio do Killgrain? Meu Deus do c�u.
Maldito seja o Bill Boone.
Me dizendo que ia visitar seu pai em Tucson.
Cannonball.
- Estava procurando minha sanfona. - No escuro?
Estava escuro?
N�o � � toa que n�o consegui encontr�-la.
Aposto que veio aqui fazer uma serenata para mim.
Algo desse tipo.
Oh, Cannonball. Foi por isso que vim aqui.
Para fazer uma serenata para o rapaz dos meus sonhos.
Vamos fazer uma serenata juntos.
� o seguinte, garota. Estou um pouco rouco.
Te direi o que farei.
Tocarei minha gaita. Essa m�sica se chama
- Expresso da Lua de Mel. - Oh, Cannonball.
- Gostaria de ir nele. - Espere um pouco, garota.
Esse � o nome da m�sica. No in�cio voc� deve...
soar como um trem. Sabe, um trem de lua de mel?
Nunca ouvi falar desse trem.
Nossa Senhora. Ele soa como qualquer outro trem.
Olhe, para fazer o efeito, voc� tem que ficar aqui.
A� mesmo. De costas para mim.
E se ouvir com aten��o, parecer� com um trem
- chegando a terra dos sonhos. - J� estou ouvindo.
Pelo amor de Deus. Sequer comecei.
N�o vire at� eu mandar. Ouviu?
Vamos l�. Todos � bordo!
- Est� escuro. - � s� o t�nel.
Oh, Cannonball.
Cannonball?
Cannonball? Cannonball?
Cannonball?
Qual � o problema, Matilda? Perdeu algo?
Ele se foi. Desapareceu.
- Como se estivesse no trem. - Do que est� falando?
Estou falando do meu noivo, Cannonball.
Ele estava ali h� um minuto.
- Acho que o vi no saloon. - Viu?
Largue isso.
- O que faz aqui? - Eu...
- Estou esperando pelo Sr. Killgrain. - Esperava encontr�-lo na gaveta?
N�o, ele n�o est� aqui.
Acho melhor eu ir.
Voc� n�o vai a lugar nenhum.
Para que n�o se decepcione, farei com que o veja quando ele voltar.
E se fosse voc�, eu come�aria a rezar agora mesmo.
Senhor, n�o acho que posso pensar na reza agora.
Mas se me der alguns dias, sei que posso aprender.
- Encontrou eles? - N�o, perdemos a trilha.
- N�o adiantava continuar. - Estou louco para encontr�-los.
Voc� ter� a chance, Boone. Talvez amanh�.
Sim, venha ao escrit�rio. Tenho algumas ideias sobre isso.
Seu amigo queria v�-lo, Boone.
- Para qu�? - Deve ter algo a ver...
com esses documentos que ele tirou da gaveta.
Para quem trabalha?
Ou�a, palha�o. N�o desperdi�arei tempo com voc�.
- Comece a falar. - V� com calma, Killgrain.
- J� cuidei de homens como ele antes. - Bem, eu tamb�m.
Voc� quer que ele fale, n�o? Nunca vi um homem falar...
enquanto estava sendo enforcado. Isso sempre deixa eles mais soltos.
- Quem te mandou fazer isso? - Voc� tem um bom sistema, Boone.
S� que n�o funciona. N�o me importa se ele falar ou n�o.
Homem morto tamb�m n�o fala.
Espere um pouco. N�s dois estamos nisso.
E se h� algu�m atr�s de mim, quero saber quem �.
E h� muito tempo para descobrir. Leve-o para a cadeia e prenda-o.
Por que desperdi�ar o impostos dos contribuintes?
Se ficarmos de olho, podemos ver quem ir� visit�-lo.
Pode valer a pena tentar por alguns dias.
Deixe o Red entreg�-lo ao xerife.
Vamos.
� dif�cil te encontrar, Srta. Ellen.
Sr. Boone, n�o sei o que dizer.
N�o sei por onde come�ar ou como me desculpar.
Acabei de ver meu pai e ele me disse o que fez ontem.
N�o precisa se desculpar. Apenas pare de tirar
conclus�es precipitadas. Fui ao celeiro naquela noite...
- para tentar te ajudar. - Eu sei disso agora.
- O que acha que devemos fazer? - As coisas est�o complicadas,
- mas ainda h� uma chance. - Qual?
Algo que preciso fazer sozinho. Re�na todos os seus amigos
e v� para a cidade. Quando chegarem l�,
terei todas as provas que precisam ou voc�s poder�o me enterrar.
Entre.
Ol�, Boone. O que tem em mente?
Estava na cadeia. Sabe o ladr�o
que pegamos ontem a noite?
- Bem, ele meio que mudou de ideia. - Ele confessou?
N�o, mas disse que est� pronto para falar.
E s� falar� com voc�.
- Por que eu? - N�o sei.
Vamos ver.
- Bom dia, prefeito. - Bom dia, John.
Soube que o vigarista que pegamos ontem a noite quer me ver.
- Quem disse isso? - Eu disse.
Sinto muito, xerife, mas voc� ter� que ficar naquela cela
- com o prefeito por um tempo. - Olhe aqui, Boone...
Sil�ncio, prefeito.
- Ol�, Bill. - Como se sente?
- Muito bem. - Me desculpe por ontem a noite.
- Era s� o que eu podia fazer. - Eu sei disso.
Essa nossa ca�ada est� come�ando a melhorar.
Quero que fique de olho neles dois. Mais � melhor ficar na cela
para o caso de algu�m olhar.
Sim, Senhor.
Cannonball. Cannonball, cad� voc�?
A� est� voc�. Meu pobre querido.
Soube o que fizeram com voc� e vim te fazer companhia.
- E trouxe algo para comer. - Olhe aqui, mulher.
Sr. Xerife. Solte meu noivo imediatamente.
Queria que pedisse a ele para nos soltar.
N�o sou noivo de ningu�m. E n�o pretendo ser.
- Cannonball, voc� n�o me ama? - N�o e estou cansado de ouvir isso.
Se eu pudesse ao menos te abra�ar.
Olhe aqui, mulher. Fique fora desta cela.
Imagine ficar presa com voc�. Isso seria o para�so.
Pelo que soube, o para�so n�o � ssim.
Sabe, pode n�o ser uma m� ideia. Estou com fome e quero companhia.
Aqueles vermes fazem eu me sentir solit�rio.
- Entre. - Oh, Cannonball.
O que est� fazendo?
Nada.
Agora eu posso ter um pouco de liberdade.
- Me leve com voc�. - N�o.
Est� vendo o prefeito ali? Ele � um homem esperto
e ficaria feliz se ele tomasse o meu lugar.
Ei, volte aqui.
Nossa. Me sinto como um rec�m-nascido.
Oh, Cannonball.
Quando... Como saiu da cadeia?
Cadeia? Eu n�o estava na cadeia.
Olhe aqui, Matilda. N�o minta para mim.
- Eu mesmo te coloquei na cadeia. - Sou a Melinda, n�o a Matilda.
- N�o me reconhece? - Mudou de nome de novo, hein?
Pode mudar para o que quiser, mas voc� voltar� para aquela
- cadeia e parar� de me seguir. - Mas vim de Bisbee s� para te ver.
Voc� veio de Bisbee h� alguns dias. J� te vi o suficiente desde ent�o.
N�o vai nem me beijar, como fez antes de partir?
Olhe aqui, mulher. Quando estiver pronta
para partir permanentemente, ficarei feliz em beij�-la.
- Mas at� l�... - Meu doce...
Me salve, Bill.
Venha para c�.
Se o Killgrain o vir, estaremos acabados.
Bill, devo estar vendo em dobro. Acabei de prender aquela mulher
na cadeia e assim que sa� ela estava me esperando.
- Voc� n�o pareceu se importar. - Por Deus, Bill.
Voc� tem que me ajudar a me livrar dela.
Agora preciso ajudar a se livrar de algu�m mais importante.
N�o a deixe falar de amor.
Olhe, l� vem ela. Deixe-me fugir
- antes que seja tarde demais. - Fique aqui e n�o se mova.
Se n�o pode estragar tudo que estou tentando fazer.
Oh, Cannonball, sinto muito por ter ca�do na �gua.
Tenho medo que pegue um resfriado e morra.
Tenho medo de n�o pegar.
Algo deu errado. Acabei de ver seu amigo, o prefeito.
- Te disse para ficar longe dele. - Ele que ficou longe de mim.
Ele pegou a dilig�ncia e estava com duas malas.
- O que tenho a ver com isso? - N�o sei.
Exceto que ele estava com o dinheiro dos impostos, n�o?
- Ele n�o se atreveria a fugir. - Voc� pode conferir seu escrit�rio.
- Ele foi embora. - Se estiver blefando, Boone,
pagarei para ver.
Tudo bem. Ele est� aqui?
N�o, mas isso n�o significa que ele deixou a cidade, como disse.
E se partiu com o dinheiro?
N�o ser� dif�cil descobrir isso.
Ele fugiu da cidade, hein? Bem, o dinheiro est� aqui.
Era tudo que eu queria saber, Killgrain.
N�o se movam. Os contribuintes
ficar�o interessados em saber que o jogador trapaceiro
sabe a combina��o do cofre da cidade.
Acha que escapar� disso? Voc� n�o tem nada contra mim.
Levante as m�os para o alto.
- A dilig�ncia partir� em 5 minutos. - Gostaria que n�o fosse, Bill.
Eu tamb�m. S� por que come�amos
- com o p� errado... - Bem, posso voltar um dia.
Mas meu pai precisa de ajuda neste momento.
Voc� n�o pode ir e me deixar aqui sozinho.
Cannonball.
Parece que voc� ser� bem cuidado, Cannonball.
Agora eu sei que precisa me levar com voc�.
Cannonball.
H� duas delas juntas. Adeus, Bill.
- D�-me essas chaves. - De novo?
- O que est� havendo? - � cada um por si.
Bem, agora elas o pegaram.
Todos � bordo. Estamos partindo.
- Adeus, Ellen. - Adeus e obrigado.
FIM.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.