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Original subtitles

O TERROR DO FAROESTE

Alto!

Mescaleros!

- V�o atacar. Vou dar o alarme. - Espera. O chefe deles vem a�.

- Como � que sabe? - Todas aquelas penas. Deve ser ele.

Meu deus, ele � enorme. Estes �ndios parecem mais uma manada de b�falos.

- O que disse ele? - "Ol�", senhor.

Como vai?

- Ele disse que quer o prisioneiro. - Nem pensar.

Ou entregamos o prisioneiro ou os homens dele escalpeiam-nos a todos.

Acho que n�o vale a pena entrar em guerra com eles por um ladr�o de cavalo.

Soltem o prisioneiro.

Ele diz que quer tamb�m um cavalo.

Libertem o prisioneiro!

Desce.

Mexe-te, �ndio.

�ltima paragem.

H� algo de estranho nestes �ndios...

O que se passa, Major? O que v�?

S�o pintados!

- Os cavalos s�o pintados? - N�o, s�o bonecos de paus.

Cala-te!

- Foi Manitou! - Deixa Manitou e os esp�ritos em paz.

Manitou...

Podes parar de culpar os guardas, seu ladr�o de cavalos reles.

N�o me apeteceu nada vir salvar-te da forca.

Agora toda a cavalaria anda atr�s de n�s.

Eu nem te punha em frente a uma loja de tabaco.

S� de olhar para a tua cara de idiota eu perderia o apetite.

E isso n�o era justo.

N�o sou o teu irm�o de sangue, tonto. Entre n�s s� h� uma transfus�o...

...deste bra�o para esse porque precisavas de sangue.

Depois de um da tua tribo ter-te acertado com uma flecha.

Eu devia ter-te deixado morrer. Eu vou para oeste, tu para a Reserva.

Por isso desaparece e n�o olhes para tr�s. Entendido?

Cocoa, p�ra de me seguir.

Eles reconhecem-nos logo. Tu com essa pena est�pida e eu com este chap�u.

N�o, n�o somos parentes. N�o h� liga��o de sangue entre n�s.

Est�s confuso por causa da transfus�o.

J� devia estar a passar um comboio.

Cocoa...

Continua a andar, Cocoa.

- Tenha uma boa viagem. - Obrigado, Jason.

- Ainda bem que chegou a tempo. - Eu n�o perco comboios.

- Deixe-me ajudar com isso. - N�o. Nunca o entrego a ningu�m.

- Aqui dentro est� uma fortuna. - E parece que � bem pesada.

- Mas vale o seu peso em ouro. - Cuidado com o degrau, senhor.

Obrigado.

- Voil�! - Obrigado.

Bom apetite, madame.

Queremos encomendar, gar�on.

Vou j�, monsieur.

- Bom dia, senhor. - Como est�?

- Come�amos com aperitivos? - Sim, gostaria disso.

A s�ude!

A brindar com leite?

Bom apetite, senhor.

Meu deus! H� uma mesa para si... l� ao fundo.

Olha, � melhor tapares o copo com a m�o.

Ele est� coberto de p�.

A sua sela...

Monsieur!

Chap�u, monsieur.

O seu chap�u...

Eu vou...

Lamento, senhor. Por favor, senhor...

- Gar�on, vem buscar o pedido. - Vou j�.

- Est� tudo bem, Agnes? - Nem eu sei, Everett.

Calma, querida. Assim que trouxerem a �gua, pedimos a conta e sa�mos.

Estas linhas do oeste est�o cheias de bandidos, fora-da-leis e assim...

- N�o pensava ver um neste comboio. - Tens raz�o. N�o estamos habituados a isto.

A viajar com selvagens...

Madame...

A sua ta�a para as m�os, senhor.

O que � "kalaka"? Senhor, pode falar com este selvagem?

Deus tenha piedade de...

Muito bem, tenha calma.

- Fala a l�ngua dele? - A linguagem � muito esquem�tica...

Sem preposi��es e conjun��es. Mas farei o que puder.

- Ele anda atr�s de um tesouro... - Tesouro?

- ...ou de ouro. - Qual ouro?

N�o, n�o pode levar isso! Isso n�o tem nada de valor.

Ele quer um ref�m. H� algum volunt�rio entre n�s?

Bem me parecia que n�o. Suponho que terei que ir eu.

- Receio que ele o escolheu a si. - Gra�as a Deus.

N�o.

Ele vai-nos matar a todos, senhor. Se pudesse voluntariava-me...

Mas eu tenho filhos.

- Pois, pois... - E al�m disso ele escolheu-o a si.

- Muito bem. Eu serei o ref�m. - Que Deus o aben�oe.

Nunca o irei esquecer. O seu rosto ficar� gravado em mim para sempre.

Acho que � melhor ir indo ent�o.

Diz-lhe que podes cortar a minha goela.

Essa porta est� fechada!

J� sabia. Foi o fim do meu almo�o.

Sempre que come�o a comer apareces tu.

Cala-te! N�o h� nada de valor a� dentro.

Podes arrumar os bonecos.

Aqueles que puseste ali!

- Mescaleros! - Mesca-qu�?

Mescaleros...

Mescaleros!

Salta e esconde-te!

Cala-te!

Vou partir-te o pesco�o. Quase que partia a minha espinha.

Dois cavalos palominos perdidos. 200 d�lares gra�as ao teu "tesouro".

Bem podes repetir isso. Vamos, Wichita.

- Dakota. - Cala-te.

Wigwam!

O que � que disseste?

Eu �ndio honesto... N�o roubar.

- Tive um pesadelo estranho... - Quem est� a�?

Quem est� no meu celeiro?

- Quem s�o voc�s? - Deus seja louvado. Eu explico...

N�o h� nada para explicar. Invadiram propriedade privada.

Podem ir dizer ao Colorado Slim que Sean Logan n�o tem medo.

- Entendido? - Sim, mas deixe-me explicar.

H� ali uma coisa. Vou ver o que �. Tu vigia-os.

E aponta antes de disparares.

Agora, devagar...

Pelas barbas de um irland�s! Olha s� para isto.

Instrumentos de m�dico. Coisas de opera��o...

- Tens a certeza disso? - Claro!

- E isso significa... - Que ele � um m�dico.

Voc� � mesmo um tesouro. Nunca vimos um m�dico aqui antes.

Foi o destino que o enviou para salvar o pap� das garras da morte!

- Para salvar o teu pai? - Ele est� nas suas m�os, doutor.

- Disse doutor? - Doutor de cirurgia.

Onde posso encontrar esse paciente?

- Quando � que ele ficou doente? - Logo ap�s o jantar.

J� percebi tudo, madame. O que constava no men�?

Nada. O nosso pai j� n�o � nenhum jovem.

Ele n�o come muito. Foi s� milho, seis ovos, porco salgado...

- ...e p�ras estufadas. - P�ras estufadas s�o muito indigestas.

- Tamb�m as comi e n�o fiquei doente. - Bem, vou precisar de um pote de feij�es...

- ...com gengibre, alface e salsichas. - � pena mas n�o temos a alface.

Podem sair enquanto eu e a minha enfermeira examinamos o paciente?

Claro. E as senhoras tamb�m? Ent�o vamos.

Mas � claro, doutor.

Agora s� podemos rezar para que aconte�a um milagre.

"C�...licas." C�licas. Como os cavalos tamb�m t�m.

"Levantar bem alto a cabe�a... do paciente."

Tal como se faz aos cavalos.

Fazer uma solu��o salina.

Isto vai servir de laxante.

"Adicionar carga purgat�ria � solu��o".

Carga purgat�ria?

P�lvora para descarregar.

- O que � aquilo? - � melhor rezarmos.

"Juntar �leo de castor � solu��o".

- N�o ser �leo de castor. - � de baleia. Vai lubrific�-lo.

J� me esquecia dos sais.

N�o, n�o...

Agradecemos ao teu poder divino por curar esta criatura f�tida. �men.

As minhas tripas est�o livres. Quando � que comemos?

Ele quer comer! Isto foi mesmo um milagre!

Doutor, por favor aceite jantar connosco.

- Coma bastante, doutor. - Obrigado. Vou fazer isso.

- E h� muito mais. - Obrigado.

- Como � que pode comer isso tudo? - O segredo em saber comer � cient�fico.

- Para mim � s� matar a fome. - T�pico, sofre de "alimentari abundanzia"

- Termos m�dicos! - N�s prescrevemos para isso.

Induzir os sucos que aumentam a sua saciedade num tipo "cul-de-sac".

- Ponha mel de abelha nisso. - Fica muito flu�do...

...mas o mel estimula o apetite.

Ent�o, Logan?

Estamos � espera. O Colorado Slim est� � espera da tua assinatura, agora.

� uma pena, Jack. N�o me apetece assinar nada. Por isso...

- � pena. Perdeste um bom neg�cio. - Dar o meu rancho em troca de nada?

N�o vais salvar a pele. Nem a tua, nem a dela, nem a dele!

E quem �s tu? Nunca te vi por aqui.

Tamb�m n�o te consigo ver porque estou a comer isto aqui.

Ningu�m mais vai comer nada neste s�tio.

Desmontem!

N�o sei quem voc�s s�o nem a raz�o pela qual est�o aqui.

Mas aviso-vos, rapazes. Nunca se metam comigo quando estou a comer!

Levantem-se!

Escolham dois cavalos. Apenas dois.

Colorado Slim, outra vez. Esse idiota est� a tornar esta terra num deserto.

S� que desta vez levou com o seu pr�prio rem�dio.

N�o te deixes iludir. O teu amigo aqui s� viu alguns dos seus homens.

Colorado manda muito por aqui e tem muitos homens.

Isso � verdade. O xerife Braintree j� prendeu uns vinte desses bandidos.

Mas de algum modo o seu n�mero sobe em vez de descer.

N�o � brincadeira proteger esta cidade. D�em uma olhadela...

Yucca era uma cidade com vida. Agora est� a tornar-se num deserto.

Vejam ali.

Todos os dias partem, fecham lojas por causa do Colorado ou dos seus homens.

J� n�o se sentem seguros aqui.

At� os ju�zes fugiram e n�o h� um m�dico por perto aqui.

H� a� um sentado mesmo � frente do seu bigode.

- Este saloio aqui? - Calma, xerife...

Ele percebe de medicina. Transformou o meu pai num jovem!

Exceto pela sua mala...

...n�o me parece ser nada um m�dico, amigo.

Exceto pela mala eu e o meu assistente Azteca...

...perdemos toda a bagagem no comboio.

- N�o temos um �nico c�ntimo. - N�o se preocupe. Isso resolve-se.

Assim que disser que � m�dico, a cidade � sua. � do barril.

- Barril? - Barril, doutor. De pickles e arenques.

- Bem, nesse caso... - Nesse caso: Bem-vindo � cidade, doutor.

Obrigado pela ajuda!

Desculpe, mas s� ataco pessoas com inje��es.

Sou o �nico que sou doido o bastante para defender estas pessoas.

- N�o � f�cil, pois n�o? - Cala-te.

Pode remungar, xerife. Eu n�o me importo.

- O que � que eles levaram? - Tudo.

Todas as vossas poupan�as e a do banco. Mas � a �ltima vez.

O que dizes, Maulden?

Lamento, amigos. Mas dou valor � minha pele. O banco vai fechar.

- N�o pode fazer isso! - Lamento.

Sem o banco n�o podemos pagar as sementes nem as ferramentas.

- Fic�vamos arruinados. - Eu j� estou arruinado.

Vou sair daqui. E se forem espertos fazem o mesmo.

N�o posso dizer que n�o o compreendo...

- Bra�os? - 86 cm.

- Cotovelos? - 40 cm. Fant�stico!

- Ombros? - Quase 1,27 cm!

Endireite-se, doutor.

� que tenho praticado pouco nesta pequena cidade.

- N�o est� nada mau. - N�o! Obrigado, obrigado.

Vai estar pronto amanh�, certo? Juntamente com as suas 12 camisas!

- Quanto �s camisas... - N�o se preocupe. � por conta da casa!

- Ou�a, sra. Brown... - Vai ficar bem. E n�o fale sobre dinheiro.

- Eu queria dizer... - Nem mais uma palavra.

Quanto � sua pr�tica. Bebe o seu ch� com...

Com bolachas.

- Quer ver antes o resto da casa? - Sim. Muito.

Minha senhora...

E isto � o fim da linha...

Pode receber os pacientes aqui. E a sala de espera ali � muito pr�tica.

Os pacientes podem entrar pelo port�o ou pelas traseiras.

- Como lhe convier melhor. - Estou a dar-lhe muito trabalho.

Nem por isso. Esta casa tem estado t�o vazia e s� desde que o meu marido morreu.

- Ele era o xerife? - Sim. O de agora era seu ajudante.

Se o meu pai ainda aqui estivesse estas mortes n�o ocorreriam.

Foi por isso que a primeira coisa que Colorado Slim fez ao chegar foi mat�-lo.

Morto a sangue frio?

N�o teriam conseguido de outra maneira.

Ele era um bom xerife, doutor. E um pai melhor.

Ele fez muito por todos. Ele at� construiu um po�o ali...

com as pr�prias m�os, numa seca, para dar �gua �s pessoas de Yuma.

Sim, � verdade. Foi quando ele morreu.

Encontrou uma bala nas costas em vez de �gua.

E porqu�? Talvez confiou demais em algu�m que deveria vigiar as costas.

No restaurante eles sabem que n�o como h� uma semana?

N�o.

- Sabem? - N�o.

Bom dia, doutor.

Bons olhos o vejam, doutor.

Como vai, doutor?

- Ol�, sally. - Ol�.

Quero um whisky duplo, barman.

- Sem nada? - Sim, sem nada.

Sai um whisky duplo sem nada.

Olhem, pessoal. Vejam s� quem vem ali.

Ol�, doutor.

Bom dia, doutor.

Bom dia, doutor.

- Tem restaurante? - Um qu�?

Sou o m�dico.

- Ol�, senhor. - � o m�dico.

Aqui est� a sua cerveja, xerife.

Sente-se, doutor.

Obrigado.

- O que deseja? - Uma ta�a para lavar os dedos.

Sim, senhor. Uma ta�a para lavar as m�os para o doutor.

Aqui tem a sua ta�a, doutor.

- Tem azeitonas? - N�o, mas h� feij�es como aperitivos.

Est� bem. Pode ser feij�es.

Sim, senhor. Uma ta�a de feij�es para o doutor.

- Bom apetite. Algo mais, xerife? - Traga-me o pr�ximo prato.

Muito bem. Doutor, quer porco salgado com isso?

- N�o. - Ent�o o que vai querer?

- A cozinha. - Sim, senhor.

Toda a cozinha est� � sua disposi��o.

- Bom apetite, doutor. - Obrigado.

Prato especial...

Prato chin�s especial... Chefe chin�s especialidade...

- Especialidade chefe. - Para quem � o peru?

Desculpe, ter que voltar para a cozinha.

Desculpe...

Vamos dividi-lo. � justo, n�o �?

- Nada mal para come�ar. - Vamos ao principal, sim?

Chefe!

R�pido... mesa!

R�pido!

Pode trazer-me duas d�zias de bananas?

Duas d�zias de bananas? Meu Deus!

Onde � que vou arranjar bananas?

- Manitou...! - Nada de manitu. Quero a bata de m�dico.

Homem medicina...

Sim... sim...

Estou pronto. Venha o primeiro.

O primeiro.

Primeiro, Sra. e Sr. Robinson em simult�neo!

- Podem entrar. - Bom dia.

Bom dia, doutor.

Deite-se.

Comece a despir-se.

Porque � que eu me dispo? � a senhora que est� doente.

- A senhora? O que � que ela tem? - Anda de noite, a dormir.

- Anda, a dormir? - Sim, sou son�mbula.

� son�mbula?

Sim.

Cocoa...

N�o, n�o, Cocoa, ela � son�mbula.

Duas doses... p� para dormir.

Tome duas c�psulas por dia.

Ela vai tom�-las � noite, certo?

N�o, n�o s�o para ela. Voc� � que as vai tomar...

Para mim?

Comprimidos para dormir. Se a sua mulher se levantar n�o o ir� acordar.

E quanto custa isso?

A minha enfermeira trata disso.

Um d�lar pela consulta. 50 c�ntimos pelos comprimidos.

- Quem � a seguir? - Ebenezer Pobalty.

Tire o chap�u... Ouviu-me?

Sim.

N�o v�em que estou ocupado? D�em os vossos nomes na rece��o.

- Ent�o, doutor? - N�o respire tanto.

Nem consigo fazer isso...

Popsy, d�-lhe uma boleia para casa.

O Colorado mandou dizer para parar com isto. Tens uma hora para desaparecer daqui.

Isto � uma mensagem muito clara.

� melhor ires praticar para outro s�tio, amigo.

Se o Colorado ver que n�o te vais embora, ele arranca-te o cora��o.

- � grave? - N�o.

- V� l�, doutor. � grave ou n�o? - Tem dores de cora��o?

- � das couves, n�o �? - Tem dores de cabe�a, aqui?

Sim, sim. O que � que tenho que fazer? � muito...

N�o. Bebe �leo de castor, �gua parada, p�lvora de duas balas e ficar� bom.

� um d�lar.

Achas que nos podes enganar? P�e-te mas � a andar daqui.

A tua boca cheira a podre.

- Esse molar est� a doer-te? - Sim, � esse...

Fecha a boca e pressiona os dentes...

- Sentiste alguma dor? - N�o...

- Tu n�o enganas ningu�m. - Tens a� uma verruga m�.

Raios, esse era um dos bons, n�o era?

N�o te esqueceste pois n�o?

Pressiona os dentes com toda a for�a que tiveres!

J� chega, gorducho! Est�s morto! Est�s morto!

- J� vi um tipo a atir�-la para o ar. - Um pistoleiro?

- Mick, vamos embora daqui! - Popsy... Cocoa!

Eles eram mais que eu. E eram maiores tamb�m.

O que foi, Cocoa?

N�o, � bom para o c�rebro.

Anda, Popsy...

O seu banho j� est� quase pronto.

- Uma pergunta, por favor. - O qu�?

Como � a assit�ncia sanit�ria aqui?

Se precisa cagar v� �quela l� fora...

Refiro-me a um m�dico. A um doutor. H� algum?

Doutor, est� aqui algu�m � sua procura.

Boa bola, doutor.

Sim?

� o m�dico deste lugar?

Sim, mas tenho que acabar isto. Volte daqui a uma hora.

N�o vim para uma consulta, caro colega.

Caro qu�?

Com a sua permiss�o... Professor Stinschmetz.

Conhecido como Smithson. � mais f�cil para os estudantes, caro colega.

Especilizado em cirurgia, ginecologia odontologia, urologia e desordens...

- ...do mioc�rdio. - N�o se preocupe.

Resolvo todos os seus problemas. Posso acabar de ler isto � noite?

Estou a preparar um estudo para o governo das condi��es sanit�rias...

...destas �reas mais isoladas.

Qual � a sua opini�o sobre a epidemiologia paras�tica aqui?

Sim. � �bvio que as contamina��es s�o visitas frequentes aqui.

Uma visita frequente n�o. Mas aparece de vez em quando.

S� de olhar v�-se que est� cheio de desinteria, diarreia e gastroenterites.

Cheios? Diria que temos a nossa parte.

Admiro a sua facilidade em brincar com isto, doc.

Olhe. Eles est�o imundos, mal cheirosos e cheios de vermes.

E tamb�m parto bocas.

Trash, ele tamb�m � m�dico. Chega aqui um momento.

Ele � um ve�culo para doen�as. Deve ser desinfectado de imediato.

Tu ouviste o colega, n�o?

- Vais ter que tomar banho. - N�o...

Um banho? Nunca!

Sou al�rgico � �gua! Ponham-me no ch�o!

Nado como um prego!

Tirem-me daqui!

Socorro!

Est�s a molhar-nos todos.

Est�o a fazer-me c�cegas...

A higiene pessoal � a nossa maior preocupa��o.

Sim.

Est�o a fazer-me c�cegas em todo o lado.

N�o esfreguem tanto sen�o fico todo marcado.

Sopa estar boa hoje.

Professor, quer jantar comigo?

� muito am�vel. Lamento, mas tenho que continuar os meus estudos.

Adeus.

PRATO DO DIA SOPA DE CEBOLA

- Desta vez vou ganhar, doutor. - Sabe que as pessoas regressaram?

Gra�as a si a popula��o est� a crescer. Parece quase Dublin.

Dublin? Foi nessa cidade que nasceu o Popsi.

- Isso merece uma celebra��o. - Tu forneces a comida e eu a bebida.

Vai ser como antigamente em tua casa.

Com as dan�arinas atr�s dos arbustos?

Sim, se o Colorado n�o as apanhar antes.

Saia daqui, doutor.

N�o me provoque, xerife.

N�o me importo de meter uma bala na sua cabe�a. Retire o seu cintur�o!

Largue-o... Deixe-o cair.

Voc� � um dos bons. Procuro um dos maus.

Voc� � um dos bons. Procuro um dos maus.

Procuro um tipo mau.

Ainda n�o acabei contigo. N�o dispares sen�o fico louco!

Para onde foi ele? Roubou o meu colt! Encontrem-no!

- Viste-o? - Todos para fora!

Saiam!

Maldito �ndio!

V� l�, v� l�... Mantem-te acordado.

- O que se passa? - Isto d�i...

Curou-o.

Vais ver...

Tudo espalhado... Tudo paltido!

Vamos l� ver isso.

Est� emperrado.

Perd�o!

- Queres voltar l� para cima? - Sim. D�-me com for�a.

Querida... Querida, amo-te tanto...

- Outra vez! - Outra vez para cima?

- Sim, mas muito mais alto. - Est� bem.

Maldito...

- J� o apanhei... - Est� bem...

Que tal uma bebida por conta da casa?

� assim mesmo, doutor.

Acabou o espect�culo. J� teve a sua divers�o.

Agora � a minha vez. E quero rir-me.

Olhe para o pombo.

Ol�, Bob...

Ce�s...

Est� tudo paltido. Destlu�do...

Destlu�do... paltido...

Isto foi s� um aviso!

Ei, chefe. Eu...

Desculpe, chefe. Chefe, n�o sabia que...

Seu idiotas...

O qu�? Algu�m... caiu no... po�o...

Algu�m caiu no po�o.

Queres dizer que o xerife caiu aqui?

O que se passa contigo? Este po�o est� fechado h� anos.

- Manitou... - P�ra com isso.

O xerife...

Quem � que vai ali?

- Xerife! - N�o, aquele n�o � o xerife.

- Aquele � o Manitou. - Manitou?

Sim, e n�o me acordes de novo.

O qu�?

Pois, era um rio...

A tua cara... O que aconteceu?

Ouro...

- O xerife? - Sim.

Seus imbecis!

Por causa da vossa incompet�ncia iam estragando os planos.

Da pr�xima vez disparo a s�rio!

O homem em quem disparei deveria estar "morto".

E tu levaste-o para fazer outra emboscada.

- Fizeram figura de parvos! - Ele apanhou-nos de surpresa...

Cala-te!

Tu �s o maior idiota de todos!

Quando disparaste ias acertando em mim!

N�o est�s a tentar provocar-nos, est�s?

Ent�o?

Est� bem. Calma.

Trouxe-vos um pr�mio especial.

N�o �s daqueles que d� algo assim sem mais nem menos.

Que tal contar-nos o que est�s a tramar?

Estou a tramar muito. Eis o meu plano...

Amanh� h� a festa de anos do Popsi. Toda a cidade vai l� estar.

Os anos do velho, tal como no ano passado.

N�o vai haver uma viva alma na cidade.

Ela vai estar � espera para n�s nos abastecermos.

E n�o a vamos fazer esperar muito.

- Vamos l�, meninas. - Obrigado, Popsi.

Vamos l�!

N�o se mexam, por favor. N�o se mexam...

Um... dois... tr�s.

Parabens, Popsy! Est�s divino.

- Concede-me a primeira dan�a? - N�o, nunca!

N�o dan�ava contigo nem que fosses o �ltimo homem da Terra.

Tira as m�os de cima de mim!

Pensavam que me deixavam para tr�s?

Est�s um pouco espalmado.

Eu levo essa dinamite.

- Posso? - Obrigado.

De nada.

Dinamite, bum-bum!

Mais uma para a cole��o.

O que foi, chefe?

Assassinos!

Vamos apanh�-lo. Ele foi para dentro da carro�a.

- Onde est�s, canalha? - Aqui!

Aqui.

Aqui.

- Doninha! - Aqui...

- � o teu �ltimo aviso! - Porque n�o tens ceroulas pretas?

- Passa-se alguma coisa, xerife? - Talvez.

Desta vez n�o vai disparar balas falsas, certo?

Porque faria isso?

Perguntei-me o mesmo quando o Colorado atacou aquele banco.

Disparou para matar mas ningu�m morreu.

O que � que eu ganharia com isso?

Ouro.

Ouro?

- O que queres dizer com ouro? - Est� em cima de um veio de ouro...

...que fica debaixo de toda a cidade. Descoberto pelo anterior xerife.

O pobre homem confiou em ti sem saber.

Sem saber que estava a confiar numa v�bora.

Ele queria dividir o ouro com todos mas tu n�o querias isso...

Por isso mataste-o e contrataste o Colorado Slim para afugentar as pessoas...

...para que ficasses com tudo sem ningu�m para te impedir.

Adivinhou tudo, doutor. Mas esqueceu-se de uma coisa...

N�o ir� contar isso a ningu�m!

Solta o teu cintur�o, xerife.

Saiam daqui!

Estou aqui!

Levanta-te!

A cavalaria!

Vais esconder-te dentro do po�o do xerife?

Ningu�m ficar� com o meu ouro!

Protejam-se!

Alto!

Ouro... � ouro!

- O que se passa? - Est� a chover ouro...

Ouro?

Logan, estou � procura de dois �ndios. Um Sioux grande...

E um pequenote.

O Cocoa? Sim, ele era um �ndio. Mas o outro era um doutor.

O homem mais nobre que conheci. Penso nele como se fosse meu irm�o.

Ele ajudou-nos com o seu corajoso cora��o.

Ele era um homem a s�rio. Obrigado, doutor.

De nada.

Deus no c�u...

Os teus filhos agradecem �queles que j� n�o est�o c�.

Doutor, tu e o teu companheiro ind�geno foram um brilho para n�s...

...e agora s�o uns esp�ritos brilhantes, pois j� c� n�o est�o.

- Porque choras? - Por n�s. J� c� n�o estamos.

O que � isso?

Arranja dois cavalos para sairmos daqui.

Se quer cavalo diz "cavalo"!

E o doutor mostrou-nos ouro mesmo debaixo dos nossos p�s.

Mescaleros?

S� para variar...

Esquece. Sempre que fugimos eles vem atr�s de n�s.

Vou acabar com isto.

Muito bem. Parem de fazer esse barulho, ouviram?

Sincroniza��o: M�rio S� Legends by: DRAKKEN

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