Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
O TERROR DO FAROESTE
Alto!
Mescaleros!
- V�o atacar. Vou dar o alarme. - Espera. O chefe deles vem a�.
- Como � que sabe? - Todas aquelas penas. Deve ser ele.
Meu deus, ele � enorme. Estes �ndios parecem mais uma manada de b�falos.
- O que disse ele? - "Ol�", senhor.
Como vai?
- Ele disse que quer o prisioneiro. - Nem pensar.
Ou entregamos o prisioneiro ou os homens dele escalpeiam-nos a todos.
Acho que n�o vale a pena entrar em guerra com eles por um ladr�o de cavalo.
Soltem o prisioneiro.
Ele diz que quer tamb�m um cavalo.
Libertem o prisioneiro!
Desce.
Mexe-te, �ndio.
�ltima paragem.
H� algo de estranho nestes �ndios...
O que se passa, Major? O que v�?
S�o pintados!
- Os cavalos s�o pintados? - N�o, s�o bonecos de paus.
Cala-te!
- Foi Manitou! - Deixa Manitou e os esp�ritos em paz.
Manitou...
Podes parar de culpar os guardas, seu ladr�o de cavalos reles.
N�o me apeteceu nada vir salvar-te da forca.
Agora toda a cavalaria anda atr�s de n�s.
Eu nem te punha em frente a uma loja de tabaco.
S� de olhar para a tua cara de idiota eu perderia o apetite.
E isso n�o era justo.
N�o sou o teu irm�o de sangue, tonto. Entre n�s s� h� uma transfus�o...
...deste bra�o para esse porque precisavas de sangue.
Depois de um da tua tribo ter-te acertado com uma flecha.
Eu devia ter-te deixado morrer. Eu vou para oeste, tu para a Reserva.
Por isso desaparece e n�o olhes para tr�s. Entendido?
Cocoa, p�ra de me seguir.
Eles reconhecem-nos logo. Tu com essa pena est�pida e eu com este chap�u.
N�o, n�o somos parentes. N�o h� liga��o de sangue entre n�s.
Est�s confuso por causa da transfus�o.
J� devia estar a passar um comboio.
Cocoa...
Continua a andar, Cocoa.
- Tenha uma boa viagem. - Obrigado, Jason.
- Ainda bem que chegou a tempo. - Eu n�o perco comboios.
- Deixe-me ajudar com isso. - N�o. Nunca o entrego a ningu�m.
- Aqui dentro est� uma fortuna. - E parece que � bem pesada.
- Mas vale o seu peso em ouro. - Cuidado com o degrau, senhor.
Obrigado.
- Voil�! - Obrigado.
Bom apetite, madame.
Queremos encomendar, gar�on.
Vou j�, monsieur.
- Bom dia, senhor. - Como est�?
- Come�amos com aperitivos? - Sim, gostaria disso.
A s�ude!
A brindar com leite?
Bom apetite, senhor.
Meu deus! H� uma mesa para si... l� ao fundo.
Olha, � melhor tapares o copo com a m�o.
Ele est� coberto de p�.
A sua sela...
Monsieur!
Chap�u, monsieur.
O seu chap�u...
Eu vou...
Lamento, senhor. Por favor, senhor...
- Gar�on, vem buscar o pedido. - Vou j�.
- Est� tudo bem, Agnes? - Nem eu sei, Everett.
Calma, querida. Assim que trouxerem a �gua, pedimos a conta e sa�mos.
Estas linhas do oeste est�o cheias de bandidos, fora-da-leis e assim...
- N�o pensava ver um neste comboio. - Tens raz�o. N�o estamos habituados a isto.
A viajar com selvagens...
Madame...
A sua ta�a para as m�os, senhor.
O que � "kalaka"? Senhor, pode falar com este selvagem?
Deus tenha piedade de...
Muito bem, tenha calma.
- Fala a l�ngua dele? - A linguagem � muito esquem�tica...
Sem preposi��es e conjun��es. Mas farei o que puder.
- Ele anda atr�s de um tesouro... - Tesouro?
- ...ou de ouro. - Qual ouro?
N�o, n�o pode levar isso! Isso n�o tem nada de valor.
Ele quer um ref�m. H� algum volunt�rio entre n�s?
Bem me parecia que n�o. Suponho que terei que ir eu.
- Receio que ele o escolheu a si. - Gra�as a Deus.
N�o.
Ele vai-nos matar a todos, senhor. Se pudesse voluntariava-me...
Mas eu tenho filhos.
- Pois, pois... - E al�m disso ele escolheu-o a si.
- Muito bem. Eu serei o ref�m. - Que Deus o aben�oe.
Nunca o irei esquecer. O seu rosto ficar� gravado em mim para sempre.
Acho que � melhor ir indo ent�o.
Diz-lhe que podes cortar a minha goela.
Essa porta est� fechada!
J� sabia. Foi o fim do meu almo�o.
Sempre que come�o a comer apareces tu.
Cala-te! N�o h� nada de valor a� dentro.
Podes arrumar os bonecos.
Aqueles que puseste ali!
- Mescaleros! - Mesca-qu�?
Mescaleros...
Mescaleros!
Salta e esconde-te!
Cala-te!
Vou partir-te o pesco�o. Quase que partia a minha espinha.
Dois cavalos palominos perdidos. 200 d�lares gra�as ao teu "tesouro".
Bem podes repetir isso. Vamos, Wichita.
- Dakota. - Cala-te.
Wigwam!
O que � que disseste?
Eu �ndio honesto... N�o roubar.
- Tive um pesadelo estranho... - Quem est� a�?
Quem est� no meu celeiro?
- Quem s�o voc�s? - Deus seja louvado. Eu explico...
N�o h� nada para explicar. Invadiram propriedade privada.
Podem ir dizer ao Colorado Slim que Sean Logan n�o tem medo.
- Entendido? - Sim, mas deixe-me explicar.
H� ali uma coisa. Vou ver o que �. Tu vigia-os.
E aponta antes de disparares.
Agora, devagar...
Pelas barbas de um irland�s! Olha s� para isto.
Instrumentos de m�dico. Coisas de opera��o...
- Tens a certeza disso? - Claro!
- E isso significa... - Que ele � um m�dico.
Voc� � mesmo um tesouro. Nunca vimos um m�dico aqui antes.
Foi o destino que o enviou para salvar o pap� das garras da morte!
- Para salvar o teu pai? - Ele est� nas suas m�os, doutor.
- Disse doutor? - Doutor de cirurgia.
Onde posso encontrar esse paciente?
- Quando � que ele ficou doente? - Logo ap�s o jantar.
J� percebi tudo, madame. O que constava no men�?
Nada. O nosso pai j� n�o � nenhum jovem.
Ele n�o come muito. Foi s� milho, seis ovos, porco salgado...
- ...e p�ras estufadas. - P�ras estufadas s�o muito indigestas.
- Tamb�m as comi e n�o fiquei doente. - Bem, vou precisar de um pote de feij�es...
- ...com gengibre, alface e salsichas. - � pena mas n�o temos a alface.
Podem sair enquanto eu e a minha enfermeira examinamos o paciente?
Claro. E as senhoras tamb�m? Ent�o vamos.
Mas � claro, doutor.
Agora s� podemos rezar para que aconte�a um milagre.
"C�...licas." C�licas. Como os cavalos tamb�m t�m.
"Levantar bem alto a cabe�a... do paciente."
Tal como se faz aos cavalos.
Fazer uma solu��o salina.
Isto vai servir de laxante.
"Adicionar carga purgat�ria � solu��o".
Carga purgat�ria?
P�lvora para descarregar.
- O que � aquilo? - � melhor rezarmos.
"Juntar �leo de castor � solu��o".
- N�o ser �leo de castor. - � de baleia. Vai lubrific�-lo.
J� me esquecia dos sais.
N�o, n�o...
Agradecemos ao teu poder divino por curar esta criatura f�tida. �men.
As minhas tripas est�o livres. Quando � que comemos?
Ele quer comer! Isto foi mesmo um milagre!
Doutor, por favor aceite jantar connosco.
- Coma bastante, doutor. - Obrigado. Vou fazer isso.
- E h� muito mais. - Obrigado.
- Como � que pode comer isso tudo? - O segredo em saber comer � cient�fico.
- Para mim � s� matar a fome. - T�pico, sofre de "alimentari abundanzia"
- Termos m�dicos! - N�s prescrevemos para isso.
Induzir os sucos que aumentam a sua saciedade num tipo "cul-de-sac".
- Ponha mel de abelha nisso. - Fica muito flu�do...
...mas o mel estimula o apetite.
Ent�o, Logan?
Estamos � espera. O Colorado Slim est� � espera da tua assinatura, agora.
� uma pena, Jack. N�o me apetece assinar nada. Por isso...
- � pena. Perdeste um bom neg�cio. - Dar o meu rancho em troca de nada?
N�o vais salvar a pele. Nem a tua, nem a dela, nem a dele!
E quem �s tu? Nunca te vi por aqui.
Tamb�m n�o te consigo ver porque estou a comer isto aqui.
Ningu�m mais vai comer nada neste s�tio.
Desmontem!
N�o sei quem voc�s s�o nem a raz�o pela qual est�o aqui.
Mas aviso-vos, rapazes. Nunca se metam comigo quando estou a comer!
Levantem-se!
Escolham dois cavalos. Apenas dois.
Colorado Slim, outra vez. Esse idiota est� a tornar esta terra num deserto.
S� que desta vez levou com o seu pr�prio rem�dio.
N�o te deixes iludir. O teu amigo aqui s� viu alguns dos seus homens.
Colorado manda muito por aqui e tem muitos homens.
Isso � verdade. O xerife Braintree j� prendeu uns vinte desses bandidos.
Mas de algum modo o seu n�mero sobe em vez de descer.
N�o � brincadeira proteger esta cidade. D�em uma olhadela...
Yucca era uma cidade com vida. Agora est� a tornar-se num deserto.
Vejam ali.
Todos os dias partem, fecham lojas por causa do Colorado ou dos seus homens.
J� n�o se sentem seguros aqui.
At� os ju�zes fugiram e n�o h� um m�dico por perto aqui.
H� a� um sentado mesmo � frente do seu bigode.
- Este saloio aqui? - Calma, xerife...
Ele percebe de medicina. Transformou o meu pai num jovem!
Exceto pela sua mala...
...n�o me parece ser nada um m�dico, amigo.
Exceto pela mala eu e o meu assistente Azteca...
...perdemos toda a bagagem no comboio.
- N�o temos um �nico c�ntimo. - N�o se preocupe. Isso resolve-se.
Assim que disser que � m�dico, a cidade � sua. � do barril.
- Barril? - Barril, doutor. De pickles e arenques.
- Bem, nesse caso... - Nesse caso: Bem-vindo � cidade, doutor.
Obrigado pela ajuda!
Desculpe, mas s� ataco pessoas com inje��es.
Sou o �nico que sou doido o bastante para defender estas pessoas.
- N�o � f�cil, pois n�o? - Cala-te.
Pode remungar, xerife. Eu n�o me importo.
- O que � que eles levaram? - Tudo.
Todas as vossas poupan�as e a do banco. Mas � a �ltima vez.
O que dizes, Maulden?
Lamento, amigos. Mas dou valor � minha pele. O banco vai fechar.
- N�o pode fazer isso! - Lamento.
Sem o banco n�o podemos pagar as sementes nem as ferramentas.
- Fic�vamos arruinados. - Eu j� estou arruinado.
Vou sair daqui. E se forem espertos fazem o mesmo.
N�o posso dizer que n�o o compreendo...
- Bra�os? - 86 cm.
- Cotovelos? - 40 cm. Fant�stico!
- Ombros? - Quase 1,27 cm!
Endireite-se, doutor.
� que tenho praticado pouco nesta pequena cidade.
- N�o est� nada mau. - N�o! Obrigado, obrigado.
Vai estar pronto amanh�, certo? Juntamente com as suas 12 camisas!
- Quanto �s camisas... - N�o se preocupe. � por conta da casa!
- Ou�a, sra. Brown... - Vai ficar bem. E n�o fale sobre dinheiro.
- Eu queria dizer... - Nem mais uma palavra.
Quanto � sua pr�tica. Bebe o seu ch� com...
Com bolachas.
- Quer ver antes o resto da casa? - Sim. Muito.
Minha senhora...
E isto � o fim da linha...
Pode receber os pacientes aqui. E a sala de espera ali � muito pr�tica.
Os pacientes podem entrar pelo port�o ou pelas traseiras.
- Como lhe convier melhor. - Estou a dar-lhe muito trabalho.
Nem por isso. Esta casa tem estado t�o vazia e s� desde que o meu marido morreu.
- Ele era o xerife? - Sim. O de agora era seu ajudante.
Se o meu pai ainda aqui estivesse estas mortes n�o ocorreriam.
Foi por isso que a primeira coisa que Colorado Slim fez ao chegar foi mat�-lo.
Morto a sangue frio?
N�o teriam conseguido de outra maneira.
Ele era um bom xerife, doutor. E um pai melhor.
Ele fez muito por todos. Ele at� construiu um po�o ali...
com as pr�prias m�os, numa seca, para dar �gua �s pessoas de Yuma.
Sim, � verdade. Foi quando ele morreu.
Encontrou uma bala nas costas em vez de �gua.
E porqu�? Talvez confiou demais em algu�m que deveria vigiar as costas.
No restaurante eles sabem que n�o como h� uma semana?
N�o.
- Sabem? - N�o.
Bom dia, doutor.
Bons olhos o vejam, doutor.
Como vai, doutor?
- Ol�, sally. - Ol�.
Quero um whisky duplo, barman.
- Sem nada? - Sim, sem nada.
Sai um whisky duplo sem nada.
Olhem, pessoal. Vejam s� quem vem ali.
Ol�, doutor.
Bom dia, doutor.
Bom dia, doutor.
- Tem restaurante? - Um qu�?
Sou o m�dico.
- Ol�, senhor. - � o m�dico.
Aqui est� a sua cerveja, xerife.
Sente-se, doutor.
Obrigado.
- O que deseja? - Uma ta�a para lavar os dedos.
Sim, senhor. Uma ta�a para lavar as m�os para o doutor.
Aqui tem a sua ta�a, doutor.
- Tem azeitonas? - N�o, mas h� feij�es como aperitivos.
Est� bem. Pode ser feij�es.
Sim, senhor. Uma ta�a de feij�es para o doutor.
- Bom apetite. Algo mais, xerife? - Traga-me o pr�ximo prato.
Muito bem. Doutor, quer porco salgado com isso?
- N�o. - Ent�o o que vai querer?
- A cozinha. - Sim, senhor.
Toda a cozinha est� � sua disposi��o.
- Bom apetite, doutor. - Obrigado.
Prato especial...
Prato chin�s especial... Chefe chin�s especialidade...
- Especialidade chefe. - Para quem � o peru?
Desculpe, ter que voltar para a cozinha.
Desculpe...
Vamos dividi-lo. � justo, n�o �?
- Nada mal para come�ar. - Vamos ao principal, sim?
Chefe!
R�pido... mesa!
R�pido!
Pode trazer-me duas d�zias de bananas?
Duas d�zias de bananas? Meu Deus!
Onde � que vou arranjar bananas?
- Manitou...! - Nada de manitu. Quero a bata de m�dico.
Homem medicina...
Sim... sim...
Estou pronto. Venha o primeiro.
O primeiro.
Primeiro, Sra. e Sr. Robinson em simult�neo!
- Podem entrar. - Bom dia.
Bom dia, doutor.
Deite-se.
Comece a despir-se.
Porque � que eu me dispo? � a senhora que est� doente.
- A senhora? O que � que ela tem? - Anda de noite, a dormir.
- Anda, a dormir? - Sim, sou son�mbula.
� son�mbula?
Sim.
Cocoa...
N�o, n�o, Cocoa, ela � son�mbula.
Duas doses... p� para dormir.
Tome duas c�psulas por dia.
Ela vai tom�-las � noite, certo?
N�o, n�o s�o para ela. Voc� � que as vai tomar...
Para mim?
Comprimidos para dormir. Se a sua mulher se levantar n�o o ir� acordar.
E quanto custa isso?
A minha enfermeira trata disso.
Um d�lar pela consulta. 50 c�ntimos pelos comprimidos.
- Quem � a seguir? - Ebenezer Pobalty.
Tire o chap�u... Ouviu-me?
Sim.
N�o v�em que estou ocupado? D�em os vossos nomes na rece��o.
- Ent�o, doutor? - N�o respire tanto.
Nem consigo fazer isso...
Popsy, d�-lhe uma boleia para casa.
O Colorado mandou dizer para parar com isto. Tens uma hora para desaparecer daqui.
Isto � uma mensagem muito clara.
� melhor ires praticar para outro s�tio, amigo.
Se o Colorado ver que n�o te vais embora, ele arranca-te o cora��o.
- � grave? - N�o.
- V� l�, doutor. � grave ou n�o? - Tem dores de cora��o?
- � das couves, n�o �? - Tem dores de cabe�a, aqui?
Sim, sim. O que � que tenho que fazer? � muito...
N�o. Bebe �leo de castor, �gua parada, p�lvora de duas balas e ficar� bom.
� um d�lar.
Achas que nos podes enganar? P�e-te mas � a andar daqui.
A tua boca cheira a podre.
- Esse molar est� a doer-te? - Sim, � esse...
Fecha a boca e pressiona os dentes...
- Sentiste alguma dor? - N�o...
- Tu n�o enganas ningu�m. - Tens a� uma verruga m�.
Raios, esse era um dos bons, n�o era?
N�o te esqueceste pois n�o?
Pressiona os dentes com toda a for�a que tiveres!
J� chega, gorducho! Est�s morto! Est�s morto!
- J� vi um tipo a atir�-la para o ar. - Um pistoleiro?
- Mick, vamos embora daqui! - Popsy... Cocoa!
Eles eram mais que eu. E eram maiores tamb�m.
O que foi, Cocoa?
N�o, � bom para o c�rebro.
Anda, Popsy...
O seu banho j� est� quase pronto.
- Uma pergunta, por favor. - O qu�?
Como � a assit�ncia sanit�ria aqui?
Se precisa cagar v� �quela l� fora...
Refiro-me a um m�dico. A um doutor. H� algum?
Doutor, est� aqui algu�m � sua procura.
Boa bola, doutor.
Sim?
� o m�dico deste lugar?
Sim, mas tenho que acabar isto. Volte daqui a uma hora.
N�o vim para uma consulta, caro colega.
Caro qu�?
Com a sua permiss�o... Professor Stinschmetz.
Conhecido como Smithson. � mais f�cil para os estudantes, caro colega.
Especilizado em cirurgia, ginecologia odontologia, urologia e desordens...
- ...do mioc�rdio. - N�o se preocupe.
Resolvo todos os seus problemas. Posso acabar de ler isto � noite?
Estou a preparar um estudo para o governo das condi��es sanit�rias...
...destas �reas mais isoladas.
Qual � a sua opini�o sobre a epidemiologia paras�tica aqui?
Sim. � �bvio que as contamina��es s�o visitas frequentes aqui.
Uma visita frequente n�o. Mas aparece de vez em quando.
S� de olhar v�-se que est� cheio de desinteria, diarreia e gastroenterites.
Cheios? Diria que temos a nossa parte.
Admiro a sua facilidade em brincar com isto, doc.
Olhe. Eles est�o imundos, mal cheirosos e cheios de vermes.
E tamb�m parto bocas.
Trash, ele tamb�m � m�dico. Chega aqui um momento.
Ele � um ve�culo para doen�as. Deve ser desinfectado de imediato.
Tu ouviste o colega, n�o?
- Vais ter que tomar banho. - N�o...
Um banho? Nunca!
Sou al�rgico � �gua! Ponham-me no ch�o!
Nado como um prego!
Tirem-me daqui!
Socorro!
Est�s a molhar-nos todos.
Est�o a fazer-me c�cegas...
A higiene pessoal � a nossa maior preocupa��o.
Sim.
Est�o a fazer-me c�cegas em todo o lado.
N�o esfreguem tanto sen�o fico todo marcado.
Sopa estar boa hoje.
Professor, quer jantar comigo?
� muito am�vel. Lamento, mas tenho que continuar os meus estudos.
Adeus.
PRATO DO DIA SOPA DE CEBOLA
- Desta vez vou ganhar, doutor. - Sabe que as pessoas regressaram?
Gra�as a si a popula��o est� a crescer. Parece quase Dublin.
Dublin? Foi nessa cidade que nasceu o Popsi.
- Isso merece uma celebra��o. - Tu forneces a comida e eu a bebida.
Vai ser como antigamente em tua casa.
Com as dan�arinas atr�s dos arbustos?
Sim, se o Colorado n�o as apanhar antes.
Saia daqui, doutor.
N�o me provoque, xerife.
N�o me importo de meter uma bala na sua cabe�a. Retire o seu cintur�o!
Largue-o... Deixe-o cair.
Voc� � um dos bons. Procuro um dos maus.
Voc� � um dos bons. Procuro um dos maus.
Procuro um tipo mau.
Ainda n�o acabei contigo. N�o dispares sen�o fico louco!
Para onde foi ele? Roubou o meu colt! Encontrem-no!
- Viste-o? - Todos para fora!
Saiam!
Maldito �ndio!
V� l�, v� l�... Mantem-te acordado.
- O que se passa? - Isto d�i...
Curou-o.
Vais ver...
Tudo espalhado... Tudo paltido!
Vamos l� ver isso.
Est� emperrado.
Perd�o!
- Queres voltar l� para cima? - Sim. D�-me com for�a.
Querida... Querida, amo-te tanto...
- Outra vez! - Outra vez para cima?
- Sim, mas muito mais alto. - Est� bem.
Maldito...
- J� o apanhei... - Est� bem...
Que tal uma bebida por conta da casa?
� assim mesmo, doutor.
Acabou o espect�culo. J� teve a sua divers�o.
Agora � a minha vez. E quero rir-me.
Olhe para o pombo.
Ol�, Bob...
Ce�s...
Est� tudo paltido. Destlu�do...
Destlu�do... paltido...
Isto foi s� um aviso!
Ei, chefe. Eu...
Desculpe, chefe. Chefe, n�o sabia que...
Seu idiotas...
O qu�? Algu�m... caiu no... po�o...
Algu�m caiu no po�o.
Queres dizer que o xerife caiu aqui?
O que se passa contigo? Este po�o est� fechado h� anos.
- Manitou... - P�ra com isso.
O xerife...
Quem � que vai ali?
- Xerife! - N�o, aquele n�o � o xerife.
- Aquele � o Manitou. - Manitou?
Sim, e n�o me acordes de novo.
O qu�?
Pois, era um rio...
A tua cara... O que aconteceu?
Ouro...
- O xerife? - Sim.
Seus imbecis!
Por causa da vossa incompet�ncia iam estragando os planos.
Da pr�xima vez disparo a s�rio!
O homem em quem disparei deveria estar "morto".
E tu levaste-o para fazer outra emboscada.
- Fizeram figura de parvos! - Ele apanhou-nos de surpresa...
Cala-te!
Tu �s o maior idiota de todos!
Quando disparaste ias acertando em mim!
N�o est�s a tentar provocar-nos, est�s?
Ent�o?
Est� bem. Calma.
Trouxe-vos um pr�mio especial.
N�o �s daqueles que d� algo assim sem mais nem menos.
Que tal contar-nos o que est�s a tramar?
Estou a tramar muito. Eis o meu plano...
Amanh� h� a festa de anos do Popsi. Toda a cidade vai l� estar.
Os anos do velho, tal como no ano passado.
N�o vai haver uma viva alma na cidade.
Ela vai estar � espera para n�s nos abastecermos.
E n�o a vamos fazer esperar muito.
- Vamos l�, meninas. - Obrigado, Popsi.
Vamos l�!
N�o se mexam, por favor. N�o se mexam...
Um... dois... tr�s.
Parabens, Popsy! Est�s divino.
- Concede-me a primeira dan�a? - N�o, nunca!
N�o dan�ava contigo nem que fosses o �ltimo homem da Terra.
Tira as m�os de cima de mim!
Pensavam que me deixavam para tr�s?
Est�s um pouco espalmado.
Eu levo essa dinamite.
- Posso? - Obrigado.
De nada.
Dinamite, bum-bum!
Mais uma para a cole��o.
O que foi, chefe?
Assassinos!
Vamos apanh�-lo. Ele foi para dentro da carro�a.
- Onde est�s, canalha? - Aqui!
Aqui.
Aqui.
- Doninha! - Aqui...
- � o teu �ltimo aviso! - Porque n�o tens ceroulas pretas?
- Passa-se alguma coisa, xerife? - Talvez.
Desta vez n�o vai disparar balas falsas, certo?
Porque faria isso?
Perguntei-me o mesmo quando o Colorado atacou aquele banco.
Disparou para matar mas ningu�m morreu.
O que � que eu ganharia com isso?
Ouro.
Ouro?
- O que queres dizer com ouro? - Est� em cima de um veio de ouro...
...que fica debaixo de toda a cidade. Descoberto pelo anterior xerife.
O pobre homem confiou em ti sem saber.
Sem saber que estava a confiar numa v�bora.
Ele queria dividir o ouro com todos mas tu n�o querias isso...
Por isso mataste-o e contrataste o Colorado Slim para afugentar as pessoas...
...para que ficasses com tudo sem ningu�m para te impedir.
Adivinhou tudo, doutor. Mas esqueceu-se de uma coisa...
N�o ir� contar isso a ningu�m!
Solta o teu cintur�o, xerife.
Saiam daqui!
Estou aqui!
Levanta-te!
A cavalaria!
Vais esconder-te dentro do po�o do xerife?
Ningu�m ficar� com o meu ouro!
Protejam-se!
Alto!
Ouro... � ouro!
- O que se passa? - Est� a chover ouro...
Ouro?
Logan, estou � procura de dois �ndios. Um Sioux grande...
E um pequenote.
O Cocoa? Sim, ele era um �ndio. Mas o outro era um doutor.
O homem mais nobre que conheci. Penso nele como se fosse meu irm�o.
Ele ajudou-nos com o seu corajoso cora��o.
Ele era um homem a s�rio. Obrigado, doutor.
De nada.
Deus no c�u...
Os teus filhos agradecem �queles que j� n�o est�o c�.
Doutor, tu e o teu companheiro ind�geno foram um brilho para n�s...
...e agora s�o uns esp�ritos brilhantes, pois j� c� n�o est�o.
- Porque choras? - Por n�s. J� c� n�o estamos.
O que � isso?
Arranja dois cavalos para sairmos daqui.
Se quer cavalo diz "cavalo"!
E o doutor mostrou-nos ouro mesmo debaixo dos nossos p�s.
Mescaleros?
S� para variar...
Esquece. Sempre que fugimos eles vem atr�s de n�s.
Vou acabar com isto.
Muito bem. Parem de fazer esse barulho, ouviram?
Sincroniza��o: M�rio S� Legends by: DRAKKEN
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.