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Te procurei na ioga esta manh�.
Menina, n�o consegui levantar a tempo.
- Ainda assim voc� veio. - Para sofrer na aula de spin.
Voc� est� arrasando.
- Est� �tima. - Tudo por causa de sua ajuda.
Desculpe. N�o queria te assustar.
Quer comprar doces em prol do time de basquete?
Faltam US$500 pra meta.
- Mesmo? Isso � leg�timo? - Sim, senhora.
Estamos arrecadando para um jogo na Filad�lfia.
- Voc�s s�o bons? - Invictos.
- � mesmo? - N�o � mentira.
Vou doar. Fique com as barras de chocolate.
O a��car n�o � meu amigo.
- Eu agrade�o. - Boa sorte.
Agora � a sua vez.
DEPARTAMENTO DE JUSTI�A
GeekS investigativamente apresenta...
5.16 FAM�LIA EM PRIMEIRO LUGAR
Est� bonito hoje.
Olha s�.
Voc� realmente chegou na hora.
Nenhum bandido para pegar?
Como seria se eu me atrasasse para o anivers�rio da mam�e?
Ent�o, qual � a sua grande surpresa?
Todos n�s sabemos
que este � o lugar favorito da mam�e em toda a cidade.
Inverno, ver�o, primavera e outono.
E este era o banco favorito dela.
- Desenrola, Tiff. - Estou chegando l�.
EM MEM�RIA DE REGINA WALLACE - Agora ser� sempre dela.
- Sem chance. - Tiff...
Vamos tirar uma selfie.
Sim.
Agentes Especiais: Hall | LeilaC | Lu Colorada
Agentes Especiais: Tati Saaresto | MilleG | NayCielo�
Agente Encarregado: Hall
Mam�e adoraria isso, Tiff.
Sim, adoraria.
Ent�o, como est�o as coisas, Bryan?
Eu estou bem.
As coisas andam meio loucas, mas...
Sim.
Falei com Jack Knowles outro dia.
Ele disse que tentou te ajudar
e voc� o xingou na frente de todo o restaurante.
N�o, ele me desrespeitou e eu tirei satisfa��o.
Qual �, Bryan.
N�o pode brigar com seu gerente por ajud�-lo.
N�o funciona assim.
Bryan!
S�rio, Bryan?
Precisa ir ao restaurante e se desculpar.
N�o! N�o vou me desculpar por nada.
Precisa parar de agir como uma crian�a.
Precisa parar de agir como se fosse mam�e.
- Bryan! - Bryan!
Bryan!
� disso que estava falando, Tiff.
Essas pequenas explos�es, algo n�o est� certo.
Ele est� parecendo o tio Jojo.
Bryan s� precisa organizar a vida.
Ele precisa focar no trabalho e na carreira.
Certo... trabalho pesado cura tudo.
Trabalho pesado n�o � ruim, Erika.
Voc� est� certa.
Mas essas coisas de sa�de mental s�o gen�ticas.
- � uma doen�a. - Bryan s� precisa crescer.
Precisa parar de agir como uma crian�a.
- Me desculpe, eu tenho que ir. - Est� bem.
- Obrigada por isso. - Claro.
- Mam�e ficaria muito orgulhosa. - Sim.
- Desculpe o atraso. - Acabei de chegar tamb�m.
Maggie e OA est�o com a testemunha.
- Tudo certo? - Sim, estou bem.
Somos os Agentes Wallace e Scola.
- Detetive Walton. - O que temos?
A v�tima � Mia Lopez, agente penitenci�ria federal,
e � por isso que chamamos voc�s.
O distintivo dela estava na bolsa.
- Certo. Algo roubado? - N�o.
Parece que est� tudo a�... carteira, celular, RG.
Alguma evid�ncia f�sica?
Sim, dois inv�lucros de 9mm.
Vamos precisar lev�-los para a Sede junto com filmagens de seguran�a.
Pode deixar.
Acabei de v�-la. N�o acredito que ela foi baleada.
Sabemos que � dif�cil, mas a viu ser baleada?
- N�o, mas eu ouvi. - Quantos tiros?
Dois.
Quando me virei, vi o cara fugindo.
O que ele estava vestindo?
Ele estava com uma jaqueta preta e com um moletom cinza.
Saiu correndo naquela dire��o.
- Tem certeza de que era um homem? - Sim.
Logo antes dos tiros, ele gritou:
"Agora � a sua vez".
Certo, ent�o a agente penitenci�ria federal Mia Lopez
foi baleada e morta esta manh�, indo pro carro depois de um treino.
Nada foi roubado e segundo uma testemunha,
o assassino gritou "agora � a sua vez"
- antes de atirar nela. - Ent�o ela foi alvejada?
Parece que sim. A quest�o � por qu�.
Elise, o que sabemos sobre uma v�tima?
Mia estava no emprego h� pouco menos de 7 anos,
os �ltimos 3 anos na unidade habitacional segregada.
Confinamento solit�rio,
ela lidava com o pior do pior diariamente.
Alguma queixa ou amea�a espec�fica?
Houve uma amea�a documentada
por um membro dos Reis Latinos alguns anos atr�s,
mas o prisioneiro teve uma overdose logo ap�s a liberta��o em 2020.
Isso � interessante,
mas n�o significa que n�o havia mais algu�m guardando rancor
e soube manter isso em segredo
at� que fosse solto. Siga investigando.
Kelly, tem as imagens do local?
- Acabaram de chegar. - �timo. Jogue na tela.
Com base na altura do Honda Pilot da Mia,
eu diria que nosso atirador tem 1,77m, 1,80m.
Pode voltar e ver se conseguimos fazer o reconhecimento facial?
Parece que ele est� usando algum tipo de m�scara cir�rgica.
Certo, o que mais sabemos sobre a v�tima?
Algum ex-namorado ou marido zangado?
Ela era solteira, sem brigas dom�sticas registradas,
e n�o era presente nas redes sociais.
Ela morava com a m�e no Bronx.
Enviaremos Tiffany e Scola para l� agora.
- �timo. - A sra. Lopez trabalha aqui.
Ela � funcion�ria da Previd�ncia Social.
J� est� vindo pra c�.
Disse que n�o quer atrapalhar a rota de ningu�m.
Ela era uma pessoa gentil.
Nunca teve problema com ningu�m.
Ela parecia ansiosa ou preocupada nos �ltimos dias?
Tudo estava normal, por isso o que houve � um choque.
N�s entendemos. � muita coisa para absorver.
Precisamos do m�ximo de informa��es poss�veis
para acharmos quem fez isso com a Mia.
Eu entendo.
A �nica imagem que temos do atirador.
Ele parece familiar para voc�?
Acho que j� o vi antes.
Ele estava perto do meu apartamento.
Tinha uma vibra��o assustadora.
Ficava me olhando quando eu sa�a para trabalhar.
Conseguiu ver o rosto dele?
N�o, mas ele estava vestido desse jeito,
usando o mesmo moletom e capuz.
Acho que esse � o cara.
Voc� contou a Mia sobre ele?
N�o, achei que ele era s� um sem-teto assustador.
Eu deveria ter dito algo, contado a algu�m.
Isso n�o � sua culpa.
Mas se eu tivesse contado pra Mia...
Senhora, s� h� uma pessoa que fez algo errado aqui,
e � o homem que atirou em sua filha.
Certo, aqui est� o espreitador do lado de fora do pr�dio da Lopez.
A m�scara esconde o rosto, mas parece o nosso cara.
- A altura corresponde? - Sim.
Se este � o nosso assassino, estava planejando o ataque,
vigiando a Mia, controlando a rotina dela.
Como vamos descobrir quem � ele?
O laborat�rio conseguiu uma digital parcial
em um dos inv�lucros que encontraram.
Pertence a Kenneth Nelson, nascido em 10 de fevereiro de 78.
�, achei a ficha dele.
Kenneth "Kenny" Nelson, 44 anos.
Tem uma s�rie de antecedentes,
assaltos, tiroteios, intimida��o de testemunhas, casos de drogas.
Diz que � membro do motoclube Throgg's Neck.
Acho que � uma gangue de motoqueiros do Bronx.
Ele bate com o biotipo do nosso assassino.
Alguma liga��o com a v�tima?
Entrou e saiu da pris�o federal v�rias vezes,
foi absolvido ano passado de uma acusa��o de drogas
e voltou � pris�o local durante o julgamento.
Ent�o ele definitivamente cruzou o caminho da Mia.
Kelly, temos o �ltimo endere�o dele?
N�o, mas no relat�rio da condicional diz
que ele trabalha no bar Rustin's.
Fica no Throgg's Neck.
Conhe�o o Rustin's. � um bar de esportes.
A clientela � barra pesada. As coisas ficam feias.
Esse homem tem hist�rico de viol�ncia
e as digitais que o conectam ao nosso homic�dio,
ent�o vamos traz�-lo e tenham cuidado.
Entendido.
Estamos posicionados.
Entendido.
Quando chegarem, falem alto,
batam os p�s, e fa�am muito barulho
- na hora. - Beleza.
Pode deixar, chefe.
Que diabos est�o fazendo?
O que est� fazendo aqui?
Kenny, precisamos conversar.
FBI.
N�o.
Uma 9 mil�metros.
Kenny Nelson, voc� est� preso.
N�o sei do que est�o falando.
Nunca vi essa mulher.
Suas digitais est�o nos inv�lucros
ao lado do corpo dela.
- Deveria ter um advogado? - Por qu�?
Achei que nunca a tivesse visto.
Sim, n�o a vi.
Tiramos a 9mm da sua cintura, Kenny.
Qual �.
Nunca disparei aquela arma. Podem verificar.
Certo, poderia ter usado outra arma.
Disse que aconteceu esta manh�, n�o?
Exato.
Eu estava no Rustin's cuidando da inspe��o da licen�a de bebidas.
Tanto faz se apertou o gatilho.
Voc� carregou a arma. Isso o torna um c�mplice.
Tudo bem. Eu n�o tive nada a ver com a morte daquela mo�a.
Mas acho que sei por que minhas digitais est�o no inv�lucro.
Somos todos ouvidos, Kenny.
Aposto que sim.
Para ajudar voc�s, eu me implico em um crime grave.
Quero imunidade antes de falar qualquer coisa.
D�-nos algo bom que leve a algo melhor,
e vamos atr�s pra voc�.
Eu vendi ontem aquela arma.
Para quem?
Um cara do bairro. Ele vai ao bar.
� um jovem.
- Certo, tem um nome? - N�o.
Mas ele serviu na mesma unidade
que meu irm�o no Afeganist�o.
E qual era a unidade?
Primeiro Regimento de Fuzileiros.
Era do reconhecimento.
Acha que foi ele que matou Mia?
Bom, isso � com voc�s.
Tudo que sei,
� que vendi a ele uma 9mm ontem,
e aquela arma estava carregada.
Esta � a imagem de seguran�a de fora do Rustin's,
mas n�o consigo ver o rosto dele.
E a picape? Aproxime.
Certo.
� a picape 72...
do Servi�o de �rvores Hensley.
O escrit�rio deles � na Locust Point.
Beleza, envie Tiffany e Scola agora.
O que foi?
Tivemos outra discuss�o.
Bryan estava brigando de novo. Fugiu do apartamento.
Quase derrubou o sr. Ortiz. E n�o atende ao celular.
Sei que n�o quer admitir ou aceitar,
mas ele precisa de ajuda.
Estou em um caso de homic�dio, n�o posso me envolver.
N�o pode se envolver? Claro. Eu esperava por isso.
Qual �. N�o preciso disso agora.
Est� bem.
Mas precisamos lidar com isso o quanto antes poss�vel.
Se tem problemas familiares, eu poderia...
N�o, � s� minha irm�. Ela � muito dram�tica.
� meu irm�o ca�ula. Est� agindo como um idiota.
Ela quer obter ajuda profissional pra ele.
J� pensou em lev�-lo para conversar com algu�m?
Ele � o beb� da fam�lia,
e s� precisa se ajustar ao mundo real.
Aos 12 anos, eu fui � minha primeira terapeuta.
Por mais que reclamasse, sendo honesto,
ajudou mais que machucou.
Bem, o Upper East Side � bem longe de Bed-Stuy.
Sim, � um dos meus caminh�es.
Quem o dirige?
Michael Landry. Por qu�? Ele tem problemas com o FBI?
Precisamos falar com ele sobre um tiroteio.
Lamento ouvir isso.
- Isso n�o me surpreende. - Por qu�?
Sabe, eu tamb�m era idiota quando era jovem,
por isso tenho cora��o mole com eles.
Mas depois de brigarmos, eu pagaria uma bebida.
Com esse Landry,
� dif�cil seguir em frente.
Ele fixa nas coisas.
Ent�o, arrumo trabalho para ele
e tento mant�-lo longe de problemas.
Sabe onde podemos encontr�-lo?
Sim, tenho certeza que ele mora com a m�e.
Ela � uma figura.
Se voc� falar com ele ou ele aparecer,
n�o diga que nos viu.
Claro.
N�o sei o que acham que ele fez, mas no fundo, ele � gente boa.
Jubal, encontramos o cara que comprou a 9 mil�metros.
Enviando os detalhes.
Michael Landry, FBI.
Temos um mandado.
Sra. Landry.
Quem � voc�?
Sou do FBI.
Que bom para voc�.
Sem sinal do Michael.
Oi.
Precisamos falar com seu filho.
Por que querem falar com o meu Michael?
Receio que ele esteja em apuros.
Michael em apuros com o FBI, essa � boa.
Quando falou com ele pela �ltima vez?
N�o sei, faz um tempo. O celular dele est� desligado.
"Um tempo" quanto? Uma hora, um dia, uma semana?
Algo assim.
Ent�o n�o tem falado com ele ultimamente?
Acabei de falar isso bem claro, n�o foi?
Sra. Landry, precisamos falar com ele.
Eu n�o sei onde ele est�.
Agora, se n�o se importam, meu programa come�ou.
Sra. Landry...
achamos que Michael pode precisar de ajuda.
� mesmo?
� outra especialista no assunto do meu filho?
- N�o, sra. - Isso nunca acaba.
Primeiro os fuzileiros navais e depois aqueles g�nios
do chamado hospital de veteranos,
educados al�m de sua intelig�ncia,
cada um deles. � uma praga.
Tudo bem.
Se voc� falar com Michael,
por favor nos avise.
Michael n�o � perfeito, mas � uma boa alma.
Era antes de o obrigarem a fazer coisas horr�veis
no Afeganist�o.
Ele n�o foi o mesmo depois disso.
Se querem culpar algu�m, culpem eles,
n�o a mim e n�o ao meu Michael.
Se Landry for esperto, j� est� a caminho do Canad�.
S� n�o precisava ser assim.
Sabe, se a m�e dele ajudasse...
Erika, posso te ligar depois?
Ele o qu�?
Certo, pode cuidar com isso?
N�o, eu s�...
T� bom. Eu entendi.
Verei o que posso fazer.
Est� tudo bem?
Bryan est� em um restaurante
onde trabalhava, causando uma cena.
Ela disse que ele est� sentado no bar
encarando as pessoas e se recusando a sair.
Ela s� est� com medo de que chamem a pol�cia.
N�o deve ser nada.
Como eu disse, minha irm� tem tend�ncia
a exagerar nas coisas.
Mas o restaurante � no caminho.
Por que n�o garantimos
que as coisas n�o v�o de mal a pior?
Estamos no meio de um caso.
N�o ajuda em nada se me demitirem.
N�o se preocupe com isso.
Entramos e sa�mos r�pido, n�o precisamos explicar nada.
Bryan?
- Bryan! - Pol�cia!
DPNY.
- Chamou a pol�cia para mim? - Solte a garrafa.
Esse � meu irm�o.
Por favor, posso acalm�-lo.
Voc� os chamou!
Eu n�o liguei para ningu�m. Juro.
Abaixe a garrafa agora.
Vamos l�, pessoal.
Ela trabalhava com voc�s.
Isso � uma coisa de fam�lia. Cuidamos disso.
Ele est� ligando para as pessoas e dizendo que sou um canalha.
Ele ligou para todos os meus amigos.
Ele ligou para Erika.
Agora voc�.
Agora todo mundo me odeia.
- Bryan, eu n�o liguei... - Cale-se!
Bryan, vamos l�, est� bem? Ele n�o me ligou.
Abaixe a garrafa, e de onde tirou isso?
- Ningu�m te odeia. - Todo mundo me odeia!
Vou contar at� tr�s...
Pare.
Bryan, Bryan, preciso que voc� se concentre.
Olha, olha, olha, olha, foca em mim.
Bryan, foco. Concentre-se em mim.
Tudo bem.
Voc� � meu irm�ozinho,
e eu nunca poderia te odiar.
Por favor.
Por favor, abaixe a garrafa.
Est� tudo bem.
Est� tudo bem.
Est� tudo bem. Certo?
Voc� s� tem que abaixar isso.
Isso.
Peguei ele. Peguei ele.
Olhem, este � meu irm�o...
Eu entendi isso...
Ent�o voc� pode por favor,
por favor, colocar-se no meu lugar.
- � o COC. - Certo.
Vamos.
O sr. Knowles n�o prestar� queixa.
Apenas tire-o daqui, certo?
Claro. Faremos isso.
Obrigada pela compreens�o.
Tenho que voltar ao trabalho. Leve-o para casa?
Claro. Conversamos depois.
- Sim. - Obrigada, Tiff.
Ainda bem que chegamos l�
- antes dos policiais. - Pois �.
Mas acho que � seguro dizer
que uma ajuda profissional seria a melhor decis�o.
Assim como autocontrole.
Ele precisa falar com algu�m, Tiff,
com um profissional.
E esse profissional vai fazer o qu�?
Mudar a vida dele com palavras m�gicas?
N�o � assim que funciona.
As pessoas precisam lidar com suas dificuldades.
Cuidar de seus problemas.
Sim, bem, nem todo mundo � t�o dur�o quanto voc�.
N�o foi o que eu quis dizer.
N�o, estou tentando dizer...
Tentando dizer o qu�?
A doen�a mental � uma coisa real.
Ele n�o pode simplesmente passar por cima disso.
Vamos voltar ao caso.
Vamos nos concentrar nisso, est� bem?
Michael Landry, 22, est� atirando nas pessoas.
Primeira d�vida: � aleat�rio ou direcionado?
Direcionado. Caso contr�rio, teria ferido mais pessoas.
A m�e dele tentou ligar para ele. Temos o n�mero?
Temos, mas foi desligado.
Tudo bem, fique nisso. Avise-me assim que ligar.
Como estamos indo na pesquisa sobre seu passado?
Ele n�o mentiu para Nelson.
Realmente era da Marinha
e definitivamente esteve envolvido em muitos tiroteios.
Exibiu alguns sintomas de doen�a mental
durante seu tempo no Afeganist�o
e recebeu dispensa m�dica.
Certo, ent�o ele � um soldado treinado
� deriva sem guerra para lutar.
Ainda n�o temos motivo para a morte de Mia,
e n�o acredito que ela seja uma v�tima aleat�ria.
Encontrei algo interessante nas filmagens
da �rea em que Landry mora.
Parece que a m�e mentiu sobre v�-lo recentemente.
Chocante.
Captei isto de uma c�mara do quarteir�o dela h� uma hora.
� o Nissan Altima 2006 de sua m�e,
ent�o sem GPS, mas atrav�s de c�meras de tr�nsito,
a �ltima coisa que posso dizer com certeza,
� que ele saiu do BQE, Cadman Plaza 11 minutos atr�s
e n�o foi visto nas c�meras desde ent�o.
Com base nisso,
� prov�vel que ele tenha parado em algum lugar na Henry.
Vamos levar a equipe para o centro de Brooklyn.
Estamos de olho no Nissan, Henry Street, quarteir�o 100,
bem em frente ao tribunal federal.
N�o h� ningu�m dentro.
Sou do FBI.
Voc� vai ficar bem.
Para onde o atirador foi?
Ele correu para a esquerda.
- O que ele usava? - Jaqueta preta.
- Certo, pe�a ajuda. - Sim.
Tiroteio. M�ltiplas v�timas atingidas. Envie ambul�ncias.
Suspeito indo para leste em Pierpont.
Todos para o ch�o!
- Pare! N�o! Meu Deus! - O que houve?
Ele pegou meu carro e minha filha ainda est� l�!
Nosso suspeito Landry est� escalando.
Deixou dois baleados, um fatal no tribunal,
depois roubou um ve�culo com Emily Barnes, 12 anos,
no banco de tr�s. O que sabemos do ve�culo?
� uma Mercedes cheia de tecnologia. Estou acessando o GPS.
Consegui.
Ele vai para o norte na Williamsburg.
Enviamos alerta para toda a cidade.
- Toda a pol�cia em alerta. - Muito bem.
Certo, certo.
Por que n�o est� andando?
O que o sistema diz? Est� estacionado?
N�o. Diz que est� na pista, mas acionou os airbags.
- Acho que bateu. - � na Milton Street, 1100, certo?
- Correto. - Mande a equipe l� agora.
Emily?
Tudo bem. Voc� est� segura agora.
Estamos com Emily. Ela est� viva.
Ele fugiu.
A m�dia est� num frenesi sobre isso.
- Querem respostas e n�o temos. - Queria ter,
mas n�o achei a motiva��o do atirador ainda.
Certo, o que sabemos do tiroteio,
antes dele roubar a m�e e partir com a filha?
Sim, foram duas v�timas, Alex Springer, 24,
entregadora, e a ju�za federal, Angela Mason, 56.
De acordo com testemunhas, Landry atirou na Ju�za
assim que ela saiu do tribunal.
Springer passou por ela para uma entrega,
ent�o parece que Springer estava no lugar errado, na hora errada.
A ju�za era o alvo de Landry.
Duas pessoas que trabalham para o judici�rio. Vejo um padr�o.
H� alguma conex�o entre Mia Lopez e a Ju�za?
Fucei o volume de casos criminais da ju�za
voltando sete anos, sobrepondo os de Mia Lopez.
Sem liga��o.
Acho que posso ter encontrado conex�o no �mbito civil. Pode...
Sim? O que achou?
Essa � a irm� de Michael, Hailey.
Ela ficou sob cust�dia federal
h� seis anos durante um protesto por justi�a social.
Ela morreu dois dias depois de um aneurisma cerebral
que a fam�lia alega ter sido causado por um ferimento
enquanto ela estava sob cust�dia, mas n�o h� provas disso.
Sim. E o que tem a ver com Mia e a ju�za?
Certo, a m�e processou e perdeu.
O veredito saiu semana passada.
Mia Lopez foi indicada como r�
pois lidou com Hailey na penitenci�ria aquele dia
e supostamente recusou lev�-la ao m�dico.
Um policial que a prendeu tamb�m foi indicado como r�u,
o policial Ronald Waites.
J� sei, a ju�za presidente era a Ju�za Mason.
- Correto. - Tudo bem, mist�rio resolvido.
Um Landry mentalmente inst�vel est� convencido
de que a irm� morreu por causa da pris�o,
e est� fazendo justi�a por conta pr�pria.
Vamos avisar a todos os envolvidos no caso.
Jurados, advogados e vamos come�ar pelos r�us.
Sim, senhora. Voc�s ouviram. Mande a equipe � casa de Waites.
N�o atirem, sou policial.
- Sabemos. - Onde est� Landry?
Viu voc�s chegando e correu l� para cima.
Cubra-me.
- Ele est� fugindo. - V�, v�, v�!
Est� fugindo pelos fundos.
A ajuda est� a caminho.
- Onde ele est�? - Fugiu.
Jubal, Landry foi visto por �ltimo em Whitestone pr�ximo � Rua 147.
Precisamos montar uma conten��o agora.
Certo pessoal. Vamos jogar tudo que temos para encurralar Landry.
- Onde estamos? - Temos imagens dele na Av. 18,
- que � perto de uma esta��o. - Ele pegou um trem?
Nada apareceu nas c�meras da empresa de transporte.
Espere, muitos t�xis param ali.
Talvez contratou um hacker. Verifiquem.
Vou procurar nas c�meras do lado de fora.
Sim. Ali est� ele entrando no t�xi.
Licen�a 5, 6, yankee, 2,
que agora est� indo para oeste da Av. 18.
- Pode acessar a c�mera veicular? - Negativo. N�o h�.
Tudo bem. Maggie, OA, parece que est�o paralelos a ele.
Landry ligou o celular. Est� ligando para a m�e.
Parece que agora o t�xi estacionou na 149.
O celular est� no t�xi?
Negativo. Parece que fez uma liga��o de 29s
para a m�e e agora est� �s escuras.
Mesmo dando voltas, � esperto para ficar offline.
Maggie, OA?
Esquina da Av. 18 com a 149.
Acabamos de chegar. Estamos vendo o t�xi.
Somos do FBI. Voc� ficar� bem.
Preciso de uma ambul�ncia r�pido. O que houve?
Ele tentou sair sem pagar.
Quando tentei impedi-lo, ele atirou em mim.
O cara era louco, estou dizendo.
Ele n�o precisava atirar.
- Certo, para que lado ele foi? - N�o sei.
N�o o vi.
Jubal, Landry atirou no motorista. N�o sabemos para onde ele foi.
Voc� n�o esperaria essa qualidade no...
Sra. Landry.
Sabemos que mentiu sobre a �ltima vez que viu seu filho.
E sabemos que tem falado com ele.
Voc�s j� n�o nos fizeram sofrer o suficiente?
S� me deixem em paz.
Sinto muito pelo que aconteceu com sua filha,
mas precisa nos ajudar a ach�-lo antes que outros se machuquem.
Meu filho n�o faria o que dizem. Ele n�o � assim.
Voc� precisa parar com a bobagem.
N�o, voc� precisa parar com a bobagem.
Primeiro matam minha filha e agora fazem de meu filho
um tipo de assassino em massa.
Veja, vou lhe contar a verdade, est� bem?
�s vezes, quando se trata de fam�lia,
ou das pessoas que amamos, � dif�cil ver
o que est� bem a nossa frente.
Talvez tenhamos medo ou s� n�o queiramos lidar
com a maldita verdade,
mas voc� sabe
t�o bem quanto eu que seu filho est� por a�,
ca�ando pessoas com uma arma.
� mesmo ele?
Sim, � o Michael.
Entendemos a raiva dele pelo que houve com a irm�,
mas n�o � o melhor modo para expressar.
E n�o vai acabar bem para o Michael
a menos que nos ajude a ach�-lo.
Porque nesse momento,
h� muitos agentes da lei por a� procurando por ele,
e eles tamb�m t�m armas.
Ent�o por favor,
diga-nos o que sabe antes que mais inocentes se machuquem.
Farei o poss�vel,
mas n�o sei onde ele est� ou o que est� fazendo.
Sabemos que falou duas vezes com ele. Ele disse algo?
Ele n�o estava fazendo sentido.
Ele estava com tanta raiva. � s� o que sei.
Ele s� continuava dizendo
que estava fazendo o que precisava, que Hailey merecia justi�a.
Certo, s� isso? Nada espec�fico?
Ele gritava sobre o m�dico,
- que ele era o pior de todos. - Esse m�dico tem nome?
Schultz.
Jubal, sabemos o pr�ximo alvo de Landry.
Esse dr. Schultz disse ao j�ri que o traumatismo de minha filha
n�o causou a morte dela.
N�o acredito nem por um segundo, mas...
Obrigada, sra. Landry.
Por favor, n�o machuquem meu menino.
- Ele est� ferido! - Algu�m o ajude!
Ele n�o se mexe.
- FBI. Recuem! - Mexam-se!
- Afastem-se! - Saiam!
Saia.
� o Schultz.
- O que houve? - Tiro. A ambul�ncia est� vindo.
- Certo, viu o atirador? - N�o.
- Ajude-me a conter o sangramento. - Certo.
Vamos l�, dr. Schultz. Fique conosco.
- Voc� vai ao hospital. - Vamos perd�-lo.
- Vamos, Schultz. - Onde est� a ambul�ncia?
Ele morreu.
Esque�a a ambul�ncia.
Prepare o laborat�rio criminal.
Algu�m me d� boas not�cias.
Ainda n�o o encontramos,
mas a pol�cia est� revistando na conten��o.
Acho que tenho algo. Landry ligou o celular.
- Ligou para a m�e de novo. - Bom que ainda � o filho da mam�e.
- De onde � o sinal? - Williamsburg.
Sem imagem, mas acessei o GPS.
Est� indo para o norte na Av. Kent.
Bom. Pode ser mais precisa?
- Achei. Est� chegando na 15 Norte. - Sim.
O qu�? Est� louco?
Qual �? Saia de meu carro!
Landry! Pare!
Tiff!
Vou processar voc�!
Landry, parado!
Largue a arma!
Abaixe a arma.
Michael.
Acalme-se.
Eles mataram minha irm�.
Eu entendo.
Perdeu algu�m de quem era pr�ximo,
mas isso n�o trar� a Hailey de volta.
N�o ouse dizer o nome dela.
Abaixe a arma, est� bem?
E podemos ver o que houve com sua irm�.
� tarde demais para isso.
Michael,
por favor.
Voc� s� precisa de ajuda, est� bem?
- Abaixe isso. - Cale-se!
Voc�s acham que podem se safar de qualquer coisa,
que nunca pagar�o pelo que fazem.
Sua m�e te ama, certo, Michael?
Quer mesmo deix�-la sozinha?
� tarde demais.
� tarde demais.
Michael, Michael, n�o!
Tenho que ir na casa de minha irm�.
- Se importa? - Sim, claro. V�.
Eu cuido da papelada.
- Tiff. - Sim?
N�o esque�a,
Dr. Scola est� de plant�o 24h por dia.
Se precisar conversar.
Obrigada.
O qu�...
O que est� havendo?
Precisamos conversar
sobre procurar ajuda para voc�.
Ajuda?
Para qu�?
Suas mudan�as de humor, sua raiva, sua paranoia.
Quer dizer, pode n�o ser nada, mas se for...
N�o. De jeito nenhum. N�o vou fazer isso. N�o sou louco.
N�o h� de que se envergonhar, Bryan. � uma doen�a.
Como qualquer outra doen�a, precisa de tratamento.
Talvez s� algu�m para conversar,
que tenha a mente aberta sobre isso.
De jeito nenhum. Estou fora.
Bryan, n�o, voc� n�o vai sair, est� bem?
N�o vai acontecer.
O que isso significa?
Significa que ou vem comigo e Erika voluntariamente ser avaliado...
Ou aqueles policiais do restaurante de hoje
voltar�o para te prender.
N�o faria isso comigo.
Vamos, Bryan.
Vamos s� fazer isso.
Vai ficar tudo bem.
S� temos que estar � frente do problema.
Prometo que ficar� tudo bem.
Eu amo voc�.
N�s amamos voc�.
N�s amamos voc�, Bryan.
Vamos s� fazer isso.
Estou com medo.
Estou com medo.
Estou com voc�, certo? Estou com voc�, Bryan.
Estou com voc�, certo? Estou com voc�.
Voc� vai ficar bom.
Vamos. Tudo bem?
Vamos.
Vamos.
Est� bem?
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