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Original subtitles

Bolas...

O GUERREIRO DE DEUS II

Só a queria ver. Vou já pô-la aqui.

É para mim?

Para mim?

A sério?

Obrigado.

Obrigado!

Aquela também? Está bem.

Pode ficar com isso.

É um cantil!

Para o que der e vier.

Já levou as pedras. Também quer a água sagrada?

- É sagrada? - Sabe o que vai acontecer?

- Tem veneno? - Não, mas tem de se casar com ela.

É um crime mais grave do que roubar as pedras?

Eu já fui mais forte que você.

Venha cá! Tem de ocupar o meu lugar!

Apanhem-no!

Feliz Ano Novo!

Adeus!

Tenho aqui as pedras!

Se me levar consigo, pode ficar com elas!

Tanto trabalho para nada...

NOVA MISSÃO

Parece que se acabaram as férias.

Argumento e Realização

Veja à vontade.

- É japonesa? - Sim. Faz-me um favorzinho?

Claro. Compro um.

Não é isso. Preciso de ir à casa de banho. Fica aqui um bocadinho?

- Claro! À vontade. - Obrigada.

Não demoro.

Veja à vontade, menina.

Que bonecos tão interessantes. São africanos?

- Pensava que eram japoneses. - Não sabe o que está a vender?

- E o preço? - Preço?

1000 pesetas.

- O quê? - 500.

É barato.

Aquele boneco tem um ar duvidoso.

Não, é o dinheiro.

- Obrigada. - Obrigado.

Vêm roubar?!

- Não me podem obrigar a trocar. - E a taxa oficial.

Não quero negociar com vocês.

- Esta nota parece verdadeira. - Atrás dela.

Parem!

Dê cá isso!

Tome lá a indemnização. Anda.

- Duas por uma... Nada mau. - Obrigada.

- Até vendi uma coisa. - A sério? Mas isto é...

- Ele não tinha troco. - Quantos vendeu?

- O que estava ali no meio. - Obrigada.

- Onde é que os arranjou? - Tenho um amigo africano que os faz.

Quero este.

Desculpe... Tenho de ir andando.

Espere!

Ofereço-lho.

Obrigado.

Ladrão!

Pare!

Parem! Foi o Conde que nos enviou, Falcão.

- Como está, Conde? - Bem-vindo, Jackie.

- Gostou da Amazónia? - Vive lá gente simpática.

As boas pessoas são sempre bem-vindas.

- Vamos tomar um chá. - Não foi para isso que me convidou.

O que sabe sobre a Segunda Guerra Mundial?

Sei que devia ser a última.

No final da guerra, quando os alemães se retiraram de Africa,

deram ordens às suas tropas

para enterrar o ouro de que os alemães se apoderaram

numa base secreta, em África.

O Conde von Katterling liderou essa missão.

Ordenou ao seu ajudante-de-campo

que comandasse os 18 efectivos da missão.

Porém, após o término da missão,

todos esses homens desapareceram sem deixar rasto.

- O que tem isso a ver comigo? - Foi-me pedido, pelas Nações Unidas,

que recuperasse o ouro, que fora roubado pelos alemães na Europa.

Muitos países pretendem recuperá-lo.

Como é uma situação delicada, prefiro escolher um asiático,

que leve a cabo a missão a título não oficial.

É por isso que o Jackie está aqui.

Eu apresento-vos. Coronel Bart, este é o Falcão.

- Muito prazer. - Tenente-coronel Banner.

Muito prazer.

Esta é a Ada.

Como está?

A Ade é aluna do Professor Pautz. E especialista no deserto.

Com a orientação dela, encontrará rapidamente a base.

- Ela vai orientar-me no deserto? - Vejo que não confia em mim.

Não me leve a mal. Conto sempre com o pior e rezo pelo melhor.

Se for bem preparado, e improvisar um pouco,

não é preciso rezar.

É um prazer trabalhar com uma pessoa assim.

As vossas personalidades complementam-se.

Coronel Bart, mostre ao Falcão a chave da base.

Por enquanto, fica com o Conde.

Ao fim de 40 anos, o ouro ainda lá estará?

A chave esteve sempre nas mãos do Governo. Ninguém lá pôde entrar.

Os salteadores não precisaram de chaves para as pirâmides do Egipto.

A localização da base é confidencial. Não é qualquer um que a obtém.

- Só mais uma pergunta. - Diga.

Eu vou trabalhar em parceria com o Falcão.

Se entrarmos em desacordo, quem tem a última palavra?

O que sugerem?

- Eu não me importo... - Então mando eu.

Vemo-nos na biblioteca às 10 da manhã.

- Eu queria dizer... - Mando eu.

- Preciso de falar com eles. - E eu vou andando.

Muito bem.

- Vemo-nos no início da missão. - Até amanhã.

Adeus.

Já preparei os dados.

As rejeições fortalecem-nos.

Concordo.

- O que sabe sobre o deserto? - E só areia.

Errado. A areia cobre apenas 25% do Sara.

De dia, a temperatura chega aos 60 graus, mas de noite desce aos -5.

Passam anos sem que chova lá. Só com água, sem comida,

podemos sobreviver sete dias. Sem água, dois dias.

Está a ouvir?

Veja só esta fotografia.

É o ajudante-de-campo a quem foi atribuída a missão.

Parece que deixou descendentes. Vivem nesta zona.

- O que está a fazer? - Quero investigar.

Os alemães já o fizeram, e não descobriram nada.

- Já acabou a aula? Tenho de ir. - Espere!

Espere... Então e a questão da água?!

É ela...

Vou arriscar.

Vá-se embora! Saia!

Ajudem-me!

Se ficar quieta, não lhe faço mal.

- Quer o quê? Dinheiro? - Não! Tenha calma. Vim cá...

Não se preocupe. Eu ajudo-a.

- Quem é você? - Quem é você?

- Estou a falar consigo. - Eu? Vim ajudá-la.

- Quem é você? - Deixe-me perguntar a ele.

- Quem é você? - Quietos, senão disparo!

Quem somos não interessa. Só queremos o ouro.

Seguiu-nos para vir buscar o ouro?

Pergunte a ela.

Deve ser você que me anda a fazer telefonemas anónimos.

É a neta do Hans. Se não me diz onde está o ouro, mato-a!

- Eu sou contra a violência. - Ainda nem comecei.

- Só quero saber onde está o ouro. - Estás a ameaçá-la.

- Ainda nos tomam por terroristas. - Cala-te!

Não vamos discutir à frente deles.

Se não me diz onde está o ouro,

mato o seu namorado! - Ele não é meu namorado.

Pois não. Nem tenho nada a ver com isto. Adeus.

Espere!

Então o que veio aqui fazer?

Vi o cartaz a dizer "Vende-se" e vim dar uma olhadela.

Depois ouvi uma pessoa a tomar banho. Também queria ver a casa de banho.

Vi tudo. Desculpe lá.

Também quer ver?

Quieto!

Quem são os seus outros comparsas? Qual é o vosso plano?

Não digo.

Os Guerreiros Vingadores guardam silêncio. Alá está connosco!

Guerreiros Vingadores!

Guardem-nos para a próxima. E não sujem o quarto. Desapareçam!

- E não a incomodem mais! - Não vamos desistir!

Ajustiça está do nosso lado!

Era preciso tirar-me a toalha?

Assim resultou melhor.

- Bom dia, Sr. Anderson. - Bom dia.

Ouvi dizer que é o melhor serralheiro da Europa.

- Veja isto, por favor. - Dê-ma cá.

A chave tem três partes. E algumas estão isoladas.

Quando abrir a fechadura, activa um dispositivo electrónico.

E a pega tem um mecanismo próprio.

- É uma armadilha? - Terá de usar um código.

Pode alterá-lo sempre que abrir a fechadura.

Só a última pessoa que a abriu o saberá...

Se não conseguir abrir, volte cá.

Obrigado.

Porque é que...

vieram atrás de mim?

Dê-nos tudo o que tem nos bolsos, depressa!

Não é isso. Dê cá a chave!

Espere!

Saia da frente! É ele!

Apanhem-no!

Foi por ali!

Saiam da frente!

Cuidado com o quadro.

Vai ser leiloado amanhã.

O meu quadro!

Dá cá a tinta!

Palhaço!

Mais uma!

O meu bebé! Tenho de o salvar!

Ajudem o meu filho!

Cá está ele.

- Querido... - Anormal!

Está ali!

Dá-lhe!

Apanhem-no!

Está tramado!

- Ficará com 1% do tesouro. - Isso é pouco.

É bastante. São 240 toneladas de ouro. 1% da' quase 2,5 toneladas.

Se eu viver para as gastar. Já fui atacado.

- Algum ajuste de contas? - Não. Eles queriam a chave.

Pensava que vinha a África ver leões e tigres?

Dê-me licença.

- Já sabe mais alguma coisa? - Decidi que vou consigo.

- Esta senhora é... - Elsa, a neta do ajudante-de-campo.

- Encantado... - Como está?

Espero descobrir a verdade sobre o desaparecimento do meu avô.

- Deixa-me ir consigo? - Tudo bem.

Não sei... Não é nenhuma viagem turística.

E ainda por cima é familiar do ajudante-de-campo...

Eu sei que o meu avô não fugiu com o ouro.

Se me deixarem ir, posso prová-lo.

- Está bem. Eu fico de olho nela. - Não era eu que mandava?

Talvez esta jovem nos possa ajudar, Ada.

Eu tomo esta decisão. Vão os três.

Muito bem.

- Muito obrigada. Deixo aqui o carro. - Adeus.

- Obrigado. - Boa sorte. Adeus.

- Adeus. - Adeus.

Todos juntos

Nesta longa viagem

Rumo ao sol

Abro o coração Não guardo segredos

Todos juntos

Encontraremos outro caminho

caminhamos alegremente

Sempre em cantoria

Voamos pelo céu como falcões

Tu e eu a voar pelos céus

O sol dá-nos energia

Nada nos vai deter

Desafiaremos o destino

Nesta admirável areia

- Que Alá vos abençoe. - Agradecemos a Alá.

- A comida está boa? - Nada má!

Andam à procura do ouro do deserto?

Temos ar disso? Nem sabia desse ouro.

Não? Mas que pena... Bem, fiquem à vontade.

Parece que por aqui sabem do ouro.

Onde estará o mapa verdadeiro?

É mesmo curiosa... Os guardas devem ter ficado com ele.

Eles desapareceram. Devem ter morrido.

Uma coisa não implica a outra.

Caso contrário, onde estão eles agora?

Talvez queiram roubar o ouro.

Estão a conspirar para ficar com o ouro?

Alguns deles, talvez.

Outros agem sozinhos, ou através de familiares.

Está a insinuar que eu trabalho para o meu avô?

Não disse isso.

Vi logo que não gostou de mim, quando nos conhecemos.

Tenho pena que pense assim.

Não discutam em público. E uma vergonha.

Não comem porquê? Não têm fome?

- Ainda nem tocou na comida... - Não tenho fome. Com licença.

- Traga a conta. Pode levar as coisas. - Não vai comer?

- Não. - Que desperdício. Leva para ali.

- Não seja assim. Viemos todos juntos. - Ela só veio porque você quis.

Vou para o meu quarto.

Jackie...

- Sim? - Venha comigo.

Boa noite.

- Levaram alguma coisa? - Ainda não sei!

- Olhe só para as minhas cassetes... - Jackie!

- O que foi? - Revistaram o meu quarto.

Está um caos.

Ainda bem que guardei a chave.

Também devia guardar isto.

Quem fez isto?

Boa pergunta. Foi a primeira a subir.

- Viu alguma coisa? - Está a insinuar que fui eu?

Foi você que o disse.

Também revistaram o meu quarto.

Uma ladra a chamar a Polícia...

Pode ir procurar no meu quarto.

É óbvio que não conseguiu o que queria, senão não fazia esta fita.

- Elsa! - Jackie!

Sim?

O seu quarto é muito pequeno. Pode dormir no meu.

Não se esqueça do saco-cama.

O meu quarto não é muito grande, mas dava para três pessoas.

Está habituada a ter mais espaço.

E os vampiros africanos não bebem sangue chinês.

Não se vá embora por causa dela. Eu meto-a na linha.

Sobe tu primeiro.

Estás a pisar-me.

Ela assim só piora a situação!

És um desastrada! Sobe lá!

Custa mais que trabalhar no campo.

- Não se zangue com ela. - Feche a porta. Volto já.

Está bem.

Não falhes agora...

Eu mato-o! Não fuja!

É bem feito!

- É você! - Pois sou!

Eu sei que estava zangada, mas para a próxima preste atenção!

Sim, estava zangada. E prestei atenção!

- São amigos seus? - Revista as malas dela.

Outra vez? Ainda agora as arrumei...

Obrigado. Mais um chocolate.

Obrigada.

- Adeus. Boa noite. - Adeus. Boa noite.

Serviço de quartos. Serviço de quartos.

- Boa noite. - O que deseja?

É um chocolate, para dormir bem.

Chocolate? Eu não durmo.

Não dorme?

Vá-se embora. Não podemos dormir.

- Preservativo. - Preservativo?

Para dormirem muito bem.

Óptimo! Um preservativo!

É magia.

Magia...

Magia da boa...

Obrigado.

Divirtam-se. Boa noite.

Boa noite! Se precisar de alguma coisa, diga.

- Boa noite. - Boa noite.

Ada...

Vá-se embora! Não a quero ver!

Vá, depressa!

- Está sempre assim porquê?! - Porque sim. Saia!

- Jackie! - Não se aproxime!

- O Jackie está ocupado. - Não falou com ela?

Tive muito que fazer. Vá-se embora!

Ocupado? O que estão a fazer?

O que é isto? E acha que estou nesta figura porquê?

- O que se passa? - Vá-se embora. Estamos ansiosos.

Vá-se embora. Percebeu?

- Que nojo! - Saia!

- Dê-mos cá. - Não se arme em esperto.

- Onde estão? - O quê?

Pare! Não lhe bata! Digam lá o que querem.

O mapa e a chave.

O mapa e a chave...

Não tenho uma coisa nem outra.

- Pare! - Se não diz onde estão, ele morre.

Não sei, a sério.

Pare!

Não pode bater nela? Talvez eu assim tenha pena e vos conte.

Pronto, estão nas cuecas dele.

Acreditou nela?

Se não falar, tiro-lhe a toalha.

Ouviu? Vai tirar-me a toalha.

- Óptimo. - O quê?

Eu também quero ver.

Ele está a tirá-la, Jackie!

- Não se mexa! - Ele disse para não se mexer!

Abra a boca!

Durmam bem...

Quieto!

- Serviço de quartos. - Entre!

O que é isto?

Frango cozido.

É uma receita especial.

Frango cozido.

Bom apetite. Adeus!

Quieto! Não se mexa, senão disparo!

Que bom! Eu sabia que era capaz!

Ainda bem que voltou. Percebeu a minha dica!

Claro! Sou esperta.

Esta é por me ter tirado a toalha. Começo a gostar de si.

Igualmente.

Mate-o.

O que está a fazer, Jackie?

Esse adesivo todo é para quê?

- Era para a arma não cair. - Vá para ali!

Desculpe lá.

- Não devia ter vindo. - Não queremos fazer mal a ninguém.

Mas se for preciso, tudo bem. Dêem-nos o mapa e a chave!

Não os tenho. Já revistaram o meu quarto.

Tenho ar de mentirosa?

Se não acreditam em mim, não os posso ajudar.

Pare lá de inventar. Vou contar até três. Depois, mato-os.

Jackie!

- Ficou a olhar! - Tirou-me a toalha para quê?

Eu percebi.

- O que foi?! - Estava a olhar!

- Eles também olharam. Bata-lhes! - Você...!

Não percas mais tempo! Começa por ela!

Por mim?

Um.

Diga lá!

Dois.

- E então? - Três!

Esperem! Eu digo.

- Não faça isso. - Não foi o que me pediu?

Não vale a pena. Tenho uns amigos meus a vigiá-los.

A sério?

Não acreditam em mim? Pode sair!

Apanhe!

Não largue a arma!

- Quietos! - Tenho aqui as balas!

Apanhe!

- Tome lá! - Ainda tem uma bala!

Onde é que vai, Ada?

- Vou guardar isto num lugar seguro! - Onde?

Ladrões!

- Faço o quê? - Dê-lhe com isto!

Socorro! É um assalto!

Ajudem-me, por favor! Estão a roubar-nos!

Saiam da frente!

Fuja!

- Ajudem-me! - Ada!

Apanhe!

0 que foi?

Socorro! Vêm atrás de mim!

Ajudem-me! Ajudem-me!

Desapareceu!

- A chave esta' aí em baixo! - Eu sei.

- O que aconteceu? - E um assalto.

Apanhou a chave, Ada?

Lá em baixo! Depressa!

- Magoou-se? - Está ali! Apanhe-a!

Eu sei.

Apanhe-a, depressa.

- Vem a¡ outro. - Mais um!

Não me consigo mexer!

Eu vou lá.

Que desastrada...

Não venha para aqui!

- Deixe estar! Eu apanho-a! - Isso ainda cai!

Quer a toalha?

- Está tudo bem? - Sim. Não se vá embora.

- Olhe para cima. - Eu sei.

- A chave? - Está ali.

Tenha calma! Eu estou aqui.

Onde estão os ladrões?

Ali.

São aqueles. Dispare! Os meus amigos estão daquele lado.

Dinheiro. Sem dinheiro, não disparo.

Está bem.

É toda sua! Dispare!

- O quê? - Fique com ela.

É potente que chegue?

- Vamos voltar para o quarto. - Óptimo.

Onde é que vai?

Vou por aqui. E você?

Por ali.

Pé esquerdo...

Vamos!

Bem-vindos! Que Alá vos abençoe. De quantos quartos precisam?

Esteve cá um chinês, ontem à noite. Foi para onde?

Sem dinheiro, não há conversa.

Saíram hoje, bem cedinho.

- Foram para onde? - Para o deserto.

Deixem-no. Vamos embora!

Alá vai castigá-los.

Atrás deles!

Os nossos caminhos voltaram a cruzar-se.

Veio para o deserto conhecer o significado da morte? Porquê?

Morremos, mas não sabemos porquê. Foi por isso que cá vim.

É verdade. O deserto é o que mais se assemelha à morte.

Estão a falar de quê? O Jackie percebe?

Se você não percebe, eu é que havia de saber?

Sei é que a água e a vida são preciosas. Não se deitam fora.

E também é preciso cuidar da pele.

Detesto queimaduras solares.

O que está a fazer?

Escorpião!

Já se foi embora.

Um adulto com medo de escorpiões?

- Tem um nas suas costas! - Ajudem-me!

- É um escorpião! - Está em cima de mim?

- Ada! - Peçam ajuda! Depressa!

Tirem-no daqui! Peçam ajuda!

Cuidado, Momoko! É venenoso!

Não se preocupem. É meu.

Onde é que ele está? Não o consigo tirar!

É o Ding Dong, o meu bichinho de estimação. Se não lhe fizerem nada,

não pica. Desculpem lá o susto.

Mas que belo luar...

Vou dormir.

Agora!

Não se mexam!

O que estão a fazer? Socorro!

Parem!

Bateu-me!

Dá cá a arma!

- Larguem-me! - Cala-te, senão levas!

Dá cá isso.

- Que escorpião é este? - Deve ser muito perigoso.

Já o arrumo de vez.

Toca a andar!

Depressa!

Já se foram embora.

- Está tudo bem? - Sim.

Não! Ding Dong!

- Cuidado. - Está tudo bem?

- Eu estou, mas o John levou a sério. - Quem são eles?

- Bandidos. - De manhã, leve-me à terra deles.

- Não. Não queremos sarilhos. - Eu levo-o. Conheço a zona.

Deixe-me só enterrar o Ding Dong.

Claro.

Parece um mercado.

É um mercado de escravos. Abre ao pôr-do-sol.

Atacamos quando cair a noite.

E vai uma!

E vão duas!

E vão três!

Vendida!

E agora, temos as atracções da noite. São a personificação da beleza.

- Corda. - Repare nisto.

Uma loira ariana e uma gatinha fogosa oriental.

Não percam esta oportunidade!

Reparem nas nádegas grandes. Vê-se que é boa parideira.

E esta pele é tão sedosa... Não aceito menos que dez camelos.

- 15. - 15!

- 20! - 20!

- Sabe conduzir? - Só em terceira.

Pode ser.

Vem a¡ alguém.

Quem são vocês?

Desculpe lá!

- Posso escolher? Eles são feios. - Os feios são os que pagam mais.

- 60. - 60, um!

- 65. - 65, um!

- Fique com elas. - O capitão oferece 65 camelos.

Alguém dá mais? 65, um!

65, dois!

- 65... - 70!

O capitão oferece 70 camelos. Alguém dá mais?

- 75! - Já vai nos 75!

- 80! - 80!

- 85! - 85 camelos!

- 90! - São 90!

- 95. - 95!

- 100! - 100 camelos!

- 105! - 105 camelos!

- 110! - 115!

- 120! - 125!

- 130! - 150!

150 camelos!

- Fica para a próxima. - Alguém dá mais que 150?

- Como é que tem tantos camelos? - Não sei.

Alguém dá mais? 150, um! 150, dois! 150, três! Vendida!

Venha cá, senhor.

Meter a primeira, ligar o motor...

Tem calma, Momoko.

Que pele tão sedosa...

Sou eu, o Jackie. Vim salvá-la.

Que gatinha tão linda...

- A loira boazona! - Case com o capitão.

- Não me toque! - Adoro isto.

Ladrões!

- Roubaram-me a roupa! - Quem foi?

- É o Jackie. - Roubou-me a roupa!

É um impostor!

Apanhem-no!

Saltem, depressa!

Desculpem. Magoaram-se?

Arrancar em primeira.

Quietos!

Acelerar...

O travão de mão!

Vão ver o que se passa!

Depressa!

Não é a Ada!

Socorro!

Cale-se!

- Boa! O carro está lá fora. Vamos! - Estou aqui! Onde vão?

Por aqui! Depressa!

Estamos aqui!

- Pare o jipe! - Espere por mim!

Tantos solavancos!

- É por aqui, Momoko? - Sabe conduzir?

- Sentou-se no manípulo das mudanças! - Está a magoar-me!

Agradeço a Alá por vos ter trazido aqui!

Mostrem-nos o caminho para a base!

Vamos descansar. Tenho sede.

Dêem-me água, por favor.

- Dê-lhes água, por favor. - Posso?

Não! Bebe tu primeiro, imbecil!

Por favor...

Calma... Morreremos juntos.

Não se arme em esperto! Trouxe-nos aqui de propósito!

Até o sol está na posição errada.

- Puseste o mapa ao contrário. - Deixa-me ver.

Se eu a abraçar, vai ver que se sente melhor.

Beba isto.

Cuidado. Não deixe que eles percebam.

Já chega!

- Um abraço! - Quero mais!

Não suporto estas intimidades.

Um abraço. Beba.

Devagar.

Beba com calma.

A sede deixa-as desejosas.

- Um abraço eterno... - Está com febre?

É a minha vez.

Já chega.

Deixe estar. Não preciso de abraços.

Olhe que vai gostar.

Vês?

- Já vai? - Deixe-se estar aí.

- Deixe-me abraçá-la! - Não se aproxime.

- Não gosto de abraços e beijos. - Um abraço!

Abrace-as a elas. Está a despir-me as calças. Socorro!

- É melhor abraçá-la. - Não!

Assim eles topam tudo. Largue-me!

O que estão eles a fazer?

Solte as mãos e os pés.

- É a minha vez! Quero um abraço! - Não! Assim eles percebem!

- Só mais um bocadinho... - Uma de cada vez! Cuidado!

- Ainda não estou satisfeita! - Também quero!

Deixem alguma para mim.

Eles viram-nos.

Dê cá isso!

Se se armarem em espertos, morrem todos! Vamos!

Lá se vaia água!

Vá! Levantem-se!

De acordo com o mapa, é aqui.

Vai demorar muito tempo a escavar. De certeza que é aqui?

Vê lá tu!

- Dê cá o mapa. - Deixa-os ver.

Dê cá isso.

E a bússola.

Cuidado!

Deve ser neste sítio.

Aqui há fortes tempestades de areia. A base pode estar soterrada.

- Não me diga que é aqui. - Sim, de acordo com as coordenadas.

- Talvez tenha algum erro. - Os mapas militares são rigorosos.

- A margem de erro é de 3 km. - Isso já é muito!

Orientai-nos, Alá!

- Armand! - Não se mexa!

Armand!

Dêem-lhes água!

- Nunca mais nos apareçam à frente! - Obrigado.

Obrigado? A água é nossa!

- Vamos. - Adeus!

- Não se safam! - Alá vai castigá-los!

Não se aproximem!

Foi o meu maior falhanço.

- Aprenda com ele. - São fotografias?

Sim, do meu avô.

Já lá estive. Conheço bem essa tribo. Este é o deus deles.

Comprei o boneco porque parecia esta estátua.

Olhe, Jackie.

As fotografias foram tiradas perto da base.

Leve-nos lá.

Ainda temos hipóteses.

- Cá estamos. - Não vão lá. Vive a¡ uma tribo feroz.

- Nunca vi ninguém feroz. - Estão sempre a discutir.

- Cale-se e ande. - Obrigado.

- Tenha cuidado. - Obrigada por nos ter trazido. Adeus.

- Adeus. - Adeus.

- O que está a fazer? - A ver se é oco.

Venham! Por aqui!

- Devagar, Jackie. Está escuro. - Tire os óculos.

Vocês vão por ali e eu vou por aqui. Tenham cuidado.

Jackie!

Já voltaram?

- Sim. - Sim.

Venham lá.

Caveiras!

Calma... São cabeças de boi.

- O que foi? - Atiraram alguma coisa.

- O quê? - Caveiras!

- O que foi? - Sigam!

- Vem a¡ alguém. E agora? - Por aqui.

Depressa!

- Onde é que vai? - Saiam da frente!

Uma de cada vez!

Estou a cair!

Ali!

- Somos turistas! - Turistas!

Deu resultado. Tire mais uma!

Vamos!

- Não tem saída. - E agora?

- Uma para cada. - Para quê?

Vamos a isso!

- Não o consigo derrubar. - Mais força!

Agora?

- Nunca tinham visto? - É kung fu chinês.

Eles dançam em sinal de amizade.

Certas tribos são assim.

Vamos dançar com eles.

Primeiro o pé esquerdo.

Eles estão a pedir ajuda.

E agora?

Improvisem.

- Olhe só para as caveiras! - Saltem!

Vá!

Depressa!

- Já não vêm atrás de nós! - Não parem!

- Foram pedir ajuda outra vez? - Não precisam de mais ajuda.

- O que está a fazer? - Ajudem-me!

Estou a afundar-me!

- Onde está, Jackie? - Não se mexa! Vamos já aí!

Eu não me mexo. Ajudem-me!

- Onde estamos? - Não sei.

- O que é isso? - Uma perna.

O quê?

- O que foi? - Nada. Cale-se!

- Tenho medo! - Não tenha.

O que foi agora?

Está em alemão. Diz "Proibido fumar na base".

- Qual base? - Não sei.

Dê-nos água! Dê cá!

- Isso é meu. - O quê?

Venham cá!

Parece uma base militar.

Que poeirada...

É o meu avô!

- De certeza? - Não mexa!

- Foi assassinado. - Como é que sabe?

Repare...

- Você... - Desculpe.

- Reconhece-o? - Sim.

Não fique triste. Ele já morreu há anos.

Estou triste porque descobri que ele foi assassinado.

O que é isso?

Um diário.

Não me toque!

Leia.

É o diário do meu avô.

Fala dos homens que o mataram?

"Hoje percorremos 20 km. Quatro homens sofreram insolações"

Leia outra página.

"Estamos a perder a guerra, mas acabaremos por dar a volta.

O General Rommel é um estratega genial."

Alguma coisa de importante?

"Hoje veio para cá metal do bom.

O Conde quis levá-lo para o laboratório 1."

Metal do bom? Deve ser ouro.

"O Conde deu-me 18 comprimidos. Um para cada guarda.

"Precisamos de um código para fechar a base.

Talvez escolha o aniversário da Eliza."

- Quem é a Eliza? - E a minha mãe.

- Sabe o dia em que ela faz anos? - Sim.

- O meu avô estava tão triste porquê? - Continue...

Eu sei porquê.

Ou muito me engano ou esta era a guarda pessoal dele.

Após o fim da missão, tinham de beber o veneno.

Não admira que estivesse triste. Teve de os matar a todos.

Mas aqui só estão 15. Mais dois lá em cima, dá 17!

Falta um.

Havia um guarda esperto. Ele não tomou o comprimido.

- Magoaram-na? - Quem é ele?

Se não me engano, chama-se Adolf.

- Como é que sabia? - O seu nome está gravado na faca.

O guarda esperto é você.

Matou o meu avô!

Ele era mau. Enganou-nos.

Recusei-me a obedecer e ele partiu-me as pernas.

Esperei tanto por este momento...

- O ouro pertence às Nações Unidas. - Se estiver aqui,

fica para mim.

- Para já, vamos ver se está ou não. - Para que lado vamos?

Ainda me lembro. Fomos por aqui. Vão vocês primeiro.

E não se armem em espertos!

- Quem são os outros? - Mercenários.

- Trabalham para mim. - Só querem dinheiro!

Mexa-se!

Podíamos pagar-lhes mais, para nos ajudarem.

Eles ainda a roubavam.

Não arranjem sarilhos! Mexam-se!

Mexam-se!

Vamos!

Por aqui!

- Por aqui, depressa! - Desçam.

- Mark! - Sim?

- Liga o gerador. - Vai lá tu, Ben. Os outros continuam.

Não disparem.

Há munições lá em baixo. Não disparem!

- Lá estão eles! - Vem a¡ alguém!

Escondam-se aí!

Depressa!

- Entraram aqui. - Atrás deles!

Separem-se!

Tem cuidado!

- Não disparem! E à prova de bala.

Outra vez.

Espero bem que as luzes não se acendam.

Já está.

- Apanharam-nos! - Onde está, Jackie?

- Falta um. - Raios!

Nada de luz, por favor.

Com as luzes acesas, ele não pode fugir.

- Está quase. - Depressa!

Está quase.

Quietos...

senão eu disparo!

Mãos ao ar! Afastem-se!

- Que bom! - Não se mexam!

- É o maior! - Ada, tire dali as armas.

- Tenha cuidado. - Onde é que as ponho?

Vou amarrá-los. Se se mexerem, mate-os.

Está bem.

- Não se mexam, senão disparo! - Ela não está a brincar.

Não se mexam!

- É mesmo desastrada! - Não se mexam!

- Jackie! - Não posso fazer nada!

Em frente!

Desenrasquem-se!

- Jackie! - Jackie!

Estou ocupado!

Puxem-no!

Empurrem-no contra a parede! Com mais força!

Vão pelas escadas!

E agora?

Vamos enfrentá-lo!

Vamos!

Não o deixem fugir!

- Vamos lutar mais. - Está bem.

Socorro!

Puxa-me!

Espertinho!

Todas!

Mais uma!

- Está desmaiado? - Quase.

Vamos ajudar o Jackie.

Todas!

Somos...

Vai abrir aquilo, Joe!

- A minha mão está boa? - Está.

Cabra...

Nem lhe toquei!

Vá, dêem-me a chave!

Magoaram-na?

Não se esqueçam que só eu sei usar a chave.

É a data de nascimento da minha mãe. Só eu sei qual é.

E só eu sei como funciona a fechadura.

- É complicado? - Talvez. Esperemos que eles o abram.

- Para onde vamos? - Há aqui uma passagem.

Por ali. Vão vocês primeiro.

Qual é o código?

São três partes, cada uma com um dígito.

A minha mãe nasceu a 16 de Setembro.

- 916. - Entendido.

Esperei 40 anos por este momento.

- Enganaram-nos! - Não estou a mentir.

Disse-vos tudo o que sabia.

A minha mãe nasceu a 16 de Setembro.

- Esqueceram-se de alguma coisa? - Calem-se e abram o cofre!

- De certeza que é 16 de Setembro? - Absoluta.

- Se calhar é no calendário lunar. - No estrangeiro não se usa.

O avô disse que ia usar o dia de anos da Eliza.

Se calhar usou antes o seu.

- Experimentem o meu. - Experimentar?

- O que é isso? - O meu avô usava-o ao pescoço.

- Se calhar é isto! - Mas tem outro atrás.

Qual deles será?

698?

As balas chegam para matar dez pessoas.

O primeiro número é o seis.

É o seis.

Nove.

Cale-se! Tire a mão!

Oito. Oito.

Porque é que não abre?

O que foi?

A pega tem um mecanismo próprio.

E agora?

- Tenho tanto medo! - Vai correr tudo bem.

Vai ajudá-lo.

Esta base é muito pequena.

- Pensava que o ouro estava aqui. - E o elevador, imbecil.

Entrem!

Vamos lá ver isto.

Levantem aquele pano!

Depressa! Levantem o pano!

O ouro...

- Um monte de ouro. - 2,5 toneladas são para mim.

Estamos ricos!

- Levem-me! - Acha que ainda lhe ligam?

Levem-me para aí!

Estamos ricos!

Quietos!

Se não largam as armas, dou-lhe um tiro!

Não ouvem? Larguem as armas!

Não larguem!

- Anda cá ajudar-me, imbecil! - Nunca mais me chama imbecil!

- Arranja maneira de me salvares! - Agora sou eu que mando!

Não me grite!

Traidor!

Por 240 toneladas de ouro, traio qualquer pessoa.

Mate-o, se quiser.

Vamos ver quem é que cede. Vou contar até três. Depois mato-o.

Um,

dois,

três!

Ele ganhou.

- Mate-o à vontade. - Há mais ouro ali atrás.

Se me pouparem a vida, digo-vos onde está.

Já não se pode armar em esperto. Vigia-os, Joe.

Você, venha comigo.

- Comecem a transportar o ouro. - Sim, senhor.

- Ajuda-me. - Deixem-se de brincadeiras.

- Ajudem-me a transportá-lo. - Sim, senhor!

O que se passa?

- E agora? - A sala de controlo é lá em cima.

Vamos ver como está o Falcão. Ajudem-me.

- Deixe lá o ouro, Ada. - Já vou.

Estão ali em baixo!

Está muito escuro. Acenda as luzes.

Não funcionam.

Não é esse o botão.

- Qual dos botões será? - Nunca encontra nada!

Já está!

Desligue a ventoinha.

- Qual é o botão? - Raios! Qual será?

Experimente.

- Raios! - Raios!

- Serão aqueles botões, Ada? - Quais?

Está a abrandar.

Eu abro a porta.

- O Adolf atrasou-se porquê? - A Momoko pode com ele?

Bolas! Vou lá ajudá-la.

- Porque é que está assim? - Está a puxar-me.

Raios!

- Experimente. - Eu? Está bem.

Porque é que está assim?

O que vamos fazer?

Não experimentámos aqueles botões.

Depressa! Força!

- Não mexam nesses botões! - Já mexi.

- Está a parar. - Claro...

É o botão de autodestruição. A base explode dentro de 30 minutos.

Vamos morrer todos. Deviam ter esperado por mim!

Traidor!

Agora já sabes o que acontece a quem me trai!

Ajude-nos, Jackie!

Se não se meter, dividimos o ouro.

Dividir? Não!

- Abre a porta! - Sim.

Não os deixo fugir.

Abre a porta, depressa!

Vá, mexe-te!

Ouviste?!

Super-homem!

Super-homem!

Isto é divertido!

Super-pé-de-atleta!

Isto vai explodir!

Usem o altifalante!

Depressa! A base vai explodir!

Explodir?

Faltam menos de 20 minutos.

Eu queria ajudar. A Elsa disse-me para carregar no botão.

Não temos saída.

Só se sairmos pela conduta.

'- Pela conduta? - Sim. E o ponto fraco da base.

Aproveitar a energia eólica.

Ajude-me, Momoko.

Cá está o comando. O Adolf não vem.

Eu não vou. De via ter morrido aqui, há 40 anos.

Ficarei junto aos meus amigos. Não posso ir. Adeus.

Bem, vamos embora.

Trate da corda. Eu fecho a porta.

Temos pouco tempo.

Eu ligo a ventoinha, para vos empurrar.

Boa sorte.

Estão prontos? Depressa!

- Deixe isso aqui! - Não!

- Tenho de as levar, Elsa? - É um favor que me faz.

- O ouro! - Deixe-o ¡mar!

Esqueça isso!

Magoou-se? Vá procurá-las.

Saiam daqui! O solo vai abater!

- Cedeu completamente. - Vamos. Pelo menos, ainda está viva.

É um prémio de Consolação.

Foi Alá que os trouxe aqui.

Tomem lá ouro.

- Não queremos ouro. Só água. - Agua.

Se houver a¡ alguma, fica para vocês.

As pessoas não sabem o que querem.

Se tivéssemos água, estaríamos bem melhor.

Água! Quero água!

Vamos procurar água.

Onde?

Se não me engano, há água ali em cima. Vamos.

- A sério? - Por aqui é mais perto.

Deviam dar ouvidos a quem sabe.

Já subimos e descemos a duna!

- Estamos quase lá. - A sério?

Dêem ouvidos a quem sabe.

Ali atrás há um lago.

A areia só cobre 25% do Sara. Vamos, já não deve faltar muito.

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