All language subtitles for Framed.A.Sicilian.Murder.Mystery.S02E05

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Original subtitles

Procurador, estamos em posição.

Spadaro. Quando quiserem, podem dar início à operação "Padre Cercado".

Deviam ter-nos dito logo.

Porque é que não disseram a verdade?

Porque é que tu disseste a verdade?

Salvo.

Queria pedir-te desculpa.

Já percebi porque não me deixaste entrar em tua casa.

Não te preocupes, agora não é importante.

Quando tiveres um fim de semana livre falamos.

- Vai! - Vai!

Alto! Polícia!

Alto!

Devíamos esperar pela equipa de explosivos.

Podem dizer-me o que se passa?

QUE GRANDE EMBRULHADA!

Que significa isto?

Procurador.

Os reféns estão a dormir com as sardinhas.

Valentino.

Tem calma. Vamos continuar à procura.

Não sabemos se a mataram.

Esperemos que não.

Meu amor, lamento ter-te mentido mais uma vez.

Mas não sabia o que fazer.

Amor, aquela gente é tão perigosa.

Não penses nisso.

Há coisas mais importantes.

Cara comissária.

O coração,

no nosso trabalho, pode ser um obstáculo.

É uma boa polícia.

Mas o seu ponto fraco sempre foi o seu namorado.

E o Santo Padre sabe isso muito bem.

Se calhar, a comissária podia tirar uns dias.

Já disse, ele tinha uma meia na cara.

Não o reconheci.

Mas a voz dele...

Nunca esquecerei a voz dele.

Ele era tão mau, tão implacável.

Acredite que tive medo.

Ele amarrou-me!

Dadas as circunstâncias,

não posso descarregar no teu amigo.

Mas em ti posso.

Roubou o pijama...

Por vossa causa,

o Santo Padre está livre!

Procurador, já lhe disse!

Não tínhamos alternativa.

A alternativa...

éramos nós.

Sim, mas agora o Santo Padre pode matar-nos.

E achas que a tua morte

seria uma coisa negativa?

Olá, Salvo!

Reconheces-me?

Não!

Sou a Sra. Graziella.

Sim!

Agora que disse, lembro-me, sim!

Não a reconheci porque não a vejo há muitos anos.

Como é que me ia lembrar?

Agora, se me dá licença.

Com licença.

Anda. Fazemos um vídeo, ponho-o no Facebook e vai ser viral.

Pinuccio, por favor, fico mal nos vídeos.

Que importa se ficas bem ou mal?

Pinuccio, temos de ir.

Não quero saber. O dinheiro é meu e quero-o agora.

Sr. Gambino, demora algum tempo a mobilizar uma quantia tão grande.

O senhor é diretor do banco. Arranje uma forma.

A pessoa a quem devo o dinheiro não vai esperar mais.

O senhor tem retirado grandes quantias de dinheiro.

Se um agiota o está a ameaçar, devia ir à polícia.

Isso não é assunto seu.

É bastante óbvio, acho eu.

O Gambino precisava do dinheiro para pagar ao chantagista.

Já sabíamos que estava a ser chantageado. O que tem isso de novo?

A questão é que só sabemos que ele estava a ser chantageado

pelo testemunho do Salvo e do Valentino.

"Este desconhecido começou a chantagear-me

e a dizer que ia contar tudo ao Santo Padre se eu não lhe pagasse."

A conversa que acabaram de ouvir não foi transcrita para os relatórios.

- Disseram que era "incompreensível". - Como assim?

- Ouve-se perfeitamente. - É isso que quero dizer.

Estes relatórios incompletos

mostram que alguém não queria que soubéssemos da chantagem.

Está a dizer...

que o chantagista do Gambino pode ser...

Alguém da polícia

descobriu que o Gambino andava a roubar dinheiro ao Santo Padre

e, portanto, decidiu chantageá-lo.

Mas há mais. Este documento foi acrescentado ao processo do caso

um dia antes da morte dos dois trabalhadores.

É uma planta.

A pessoa que esteve em casa do Gambino só podia saber da sala secreta com isto.

Temos de ter a certeza absoluta destas suposições.

Senhor procurador, ponho as mãos no fogo pelos meus homens.

Quem são os responsáveis pelo caso do Gambino?

Senhor procurador, são agentes exemplares.

Sim, já sabemos.

Mas é nosso dever analisar todas as possibilidades.

Spadaro, Giacalone e Crisafulli.

São os responsáveis do caso.

Vi os registos telefónicos deles e não há nada de suspeito.

Mas ainda estou a reunir informação.

Toda a gente sabe que a Giacalone gosta de jogar.

Ela aposta em tudo.

Queres apostar 100 euros em como são culpados?

Não significa nada. É um jogo entre colegas.

Ela pode precisar de dinheiro.

O Spadaro tem a fama de ser um homem frio.

- Ester! - Caiu.

Comissária, vamos.

Não temos culpa se desmaia a ouvir a palavra "homicídio".

Vive sozinho e, há uns tempos, foi acusado de pedir subornos.

- Foi inocentado, senhor procurador. - É verdade.

E, por fim, Crisafulli.

Ser polícia é a sua vocação.

É sempre o primeiro a chegar ao local do crime.

E não sabemos mais nada.

Ele desconfia de toda a gente.

Não há provas suficientes para os investigar.

Continuem a investigar.

Mas despachem-se.

Tendo em conta o que os idiotas disseram,

o Santo Padre também anda à procura do assassino.

Claro, senhor procurador.

Não lhe ligue.

É compreensível.

São os homens dele.

Espero que tenha razão.

Está a fazer um jogo muito perigoso.

Minha ricotinha.

Como posso viver sem ela?

O que vou fazer?

Volta, minha ricotinha!

A mãe merece muito melhor.

Desde que isto aconteceu, que o meu marido não consegue dormir.

O pijama foi uma prenda da minha mãe.

Olá, Salvo.

- Lamento pela tua sogra. - Obrigado do fundo do coração.

Como estás?

Como achas, Salvo?

Não sabemos se ela está morta.

Até encontrarem o corpo, podes manter a esperança.

Sem um corpo nem abrem uma investigação de homicídio.

Obrigado, Salvo.

Alguns assassinos livram-se do corpo para impedir que haja uma investigação.

Queimam-no, cortam-no, trituram-no...

- Vá lá, Salvo! - Estava a tentar ajudar.

Querido!

Estou aqui.

Olá.

- Obrigada por o ires buscar. - Com todo o gosto.

Hoje, a ama disse que tinha uma infiltração

e que tinha de esperar pelos trabalhadores.

Olá, meu amor.

Vale.

- Alguma novidade? - Ainda não, infelizmente.

Mas não percas a esperança.

E tu? Como te sentes?

Não sei.

Se tivesse estes criminosos à minha frente,

estrangulava-os com as minhas próprias mãos.

Vale.

Não te sintas culpado.

No teu lugar também não saberia o que fazer.

E a Agata sabe que foste obrigado a mentir.

A Agata está a ser tão fria comigo.

E tem razão.

Já lhe menti duas vezes.

Ela vai ultrapassar isso, vais ver.

E deixa-te disto. Tens de comer alguma coisa.

Não comes desde o pequeno-almoço.

- Tem ricota. - E depois?

Eu não sabia que um bocado de bolo seria tão perigoso.

Nunca reconheces coisas perigosas.

Tudo começou quando tiveste uma panca pelo Brad Pitt.

Não. Foi quando tu começaste a agir como um perito em crimes.

E o meu caso foi curto. Ao contrário da tua miúda da caixa!

Curto?

Um fim de semana num hotel é curto?

É verdade.

Já agora, o Gambino era o que era.

Mas era um completo cavalheiro.

Por favor.

Que outro compromisso é tão importante para o teu marido

que ele se priva de ver os olhos mais bonitos do mundo?

A convenção dos Filhos do Jackson.

Brindemos.

A ti, que inventaste o amor.

E mais? Quero saber tudo.

Champanhe

Para brindar a um encontro

Contigo

Que pertences a outro

À tua beleza.

Não posso.

Lamento, mas temos de parar.

O Salvo pode ser estúpido,

mas não merece isto.

Nunca concordarei contigo.

Mas não há problema.

Queres jogar às cartas?

Sim!

Queres que acredite nisso?

Descarto o valete.

Vejamos.

- O jóquer! - Não!

Sim!

Juro que jogámos cartas a noite toda!

Cobarde! Aproveitaste-te da convenção Filhos do Jackson!

E eu não acredito que não o tenham feito.

É a verdade.

A Megan diz sempre a verdade ao seu homem.

Até quando é difícil.

- Quem é a Megan? - A namorada do inspetor Jackson.

Nem consigo pensar nisso.

Vocês são tão hipócritas.

Mentirosos.

Não quero defendê-los.

Mas, no lugar deles, qualquer...

Não precisamos de advogados.

Vamos.

Pareces vivo.

- Ninguém o pode ver. - Certo.

Só o pessoal médico.

Boa noite.

Eles vão ficar contigo.

Guarda-costas, a sério?

Achas que o Santo Padre é o único que vos quer matar?

Por favor.

Adeus, Salvo.

Estamos as duas bonitas, não estamos?

Não consigo perdoar o teu irmão.

Sei que o obrigaram a mentir,

mas é a segunda vez que não confia em mim.

Não percebo isso.

Vamos.

Olá, Laticínios.

Sim, ele está aqui.

Muito bem!

Fizeste um ótimo trabalho.

Enganaste-os a todos.

Avisei a polícia, tal como pediu.

Agora chega!

Olá, Laticínios.

Tens de dizer à polícia que estamos escondidos na casa do teu amigo.

- Mas vão ser presos. - Tem de ser!

E ninguém pode saber.

Nem mesmo o teu amigo Amorzinho.

Os documentos que me trouxeste

são registos telefónicos de alguns polícias.

Isso fez-me pensar:

"É possível que a comissária Scalia já não confie nos seus homens?"

Mas ela tem razão.

Porque só um polícia podia saber que o Gambino me andava a roubar dinheiro.

E, na verdade,

sabes o que aconteceu?

O nosso misterioso agente chantagista

decidiu avisar-nos sobre a rusga.

Ouça bem, Santo Padre.

O vosso esconderijo já não é seguro.

E a casa também já estava demasiado perigosa para mim.

Cabrones.

O velho fugiu com o dinheiro.

Procurem-no e tragam-no cá.

Por isso, matei dois coelhos com uma cajadada.

Agora tu estás ainda mais livre de suspeitas

e, sem dizer nada a ninguém, nem ao teu amiguinho...

tens de descobrir de qual dos colegas

é que a tua namoradinha suspeita mais.

Está bem, eu descubro.

Mas com uma condição. Quero falar com ela.

Agora.

Sra. Antonietta.

Venha comigo.

O seu filho.

Não te preocupes, eu estou bem.

Mas diz-me, já comeste?

Sim, mãe.

Já comi.

Mãe.

O Ugo diz "olá".

Sra. Antonietta.

Já chega.

Comissário, tem de acreditar em mim.

Esta arma não é minha, juro.

Levem-no.

POLÍCIA

Foi um golpe duro para todos nós.

Mas as provas são claras.

Agora temos de perceber porque é que o nosso Crisafulli chegou a este ponto.

Mas teremos tempo para isso.

Senhor procurador,

permita-me pedir desculpa à comissária Scalia.

A pista dela estava correta.

Fui enganado pelo meu coração.

E ela sabe bem o que isso é.

Com licença.

Mais alguma coisa, comissária Scalia?

Não, nada.

Mas não percebo porque é que o Lo Russo

não me contou da busca à casa do Crisafulli.

O Crisafulli era um dos seus melhores agentes.

É compreensível.

Claro.

Os inspetores estão profundamente chocados

com a detenção do agente Crisafulli,

que estava a investigar o caso do homicídio de Gambino

e que, afinal, é o assassino.

As provas contra ele são esmagadoras.

As autoridades estão a tentar desvendar este mistério.

Um monte de pistas confusas

que se emaranharam há muito tempo, até que, um dia...

- Estou? - Santo Padre.

O senhor já devia saber que aqueles dois acabariam por ceder.

Pois, bem...

Uma coisa é certa.

Vocês, na polícia, são muito bons a prever certas coisas.

Estou?

Que foi? Ficou chateado?

Não.

Não fique assim.

É normal que eu tenha percebido que o senhor é polícia.

Além disso,

você mesmo o disse.

Agora somos sócios. Não é?

Se não está interessado no dinheiro, diga já e eu desisto também.

Já agora, não perca tempo a tentar descobrir quem sou.

As 48 horas estão a acabar.

O que se passa?

Bem...

O assassino misterioso não é o tipo que prenderam.

É o homem que fez com que o prendessem.

Não temos mais desenvolvimentos. Passo a palavra ao estúdio.

Assim se despede o vosso Sergione.

Mais desenvolvimentos sobre a detenção do alegado assassino, o agente Crisafulli.

Connosco, temos o vizinho de Crisafulli,

que afirma ter visto, muitas vezes,

os trabalhadores, em casa do suspeito, com prostitutas.

- Pode confirmar isso? - Posso.

Os trabalhadores iam todos os dias a casa dele.

Faziam festas de sexo.

Música muito alta e barulhos que prefiro não explicar.

De vez em quando, até ouvia tiros vindos do apartamento do suspeito.

Como poderia saber que o Sr. Crisafulli era um assassino?

Ele dizia sempre "olá". Era tão simpático.

Infelizmente, tive de mudar de opinião.

Ou seja, podemos dizer

que os trabalhadores e o Crisafulli fizeram um pacto de sangue.

- Exato. - Assim se despede o vosso Bellomo.

- Passo a palavra ao estúdio. - Boa.

O que inventaste agora?

Quem é este?

Isto não é jornalismo. Percebes?

- Qual é o teu problema? - Não és digno!

- Ele não é digno. - Eu?

- Sim, tu! - Parem de lutar.

Olá, Valentino.

Como estás?

Bem, obrigado.

E tu, como estás?

Bem.

Tenho saudades tuas.

Soube do que aconteceu ao Crisafulli. O que achas?

É confidencial. Não posso falar sobre isso.

Desculpa, Valentino.

Eu percebo.

Adeus.

Não só lhe mentiste a ela, como a mim.

Mas mentir-lhe a ela é muito pior.

Como podes dizer disparates sem remorsos nenhuns?

Tive um excelente professor.

Eu?

Sim.

Criei um monstro.

Duas desilusões seguidas: o meu amigo é mentiroso e a minha sogra está viva.

A única coisa positiva

é que tu e o Santo Padre combinaram isto tudo

e ele não está chateado comigo.

Adeus.

Pareces morto.

Combater o fogo com fogo. Isto pede vingança!

- Mais nada! - Verdade.

Não lhe dês ouvidos, irmão. Tem cuidado. A Ester merece uma segunda oportunidade.

Cala-te!

Bem dito.

Quem perdeu cem já não quer perder mil, não achas?

- Isso é só solidariedade feminina! - Exato!

Só quero que ele faça a coisa certa.

Porque quando ele a traiu, ela perdoou-o.

Agora, ele devia retribuir o favor.

Ela é mulher, amigo. É mulher!

Este homem é de outro mundo.

Cala-te! Ainda estás a falar?

- Tem respeito. - Cala-te! E tu também!

- Então? - És um bronco!

- Calem-se! - Se eu falo, vocês calam-se.

Rebento-te a cara com a mala, ouviste?

Por favor, calem-se!

Cala-te tu também!

Tenham calma.

Em que parte do teu coração guardaste tanta raiva?

Cala-te! Ainda estás a falar?

A Ester merece uma segunda oportunidade.

Tentei de tudo. Ainda nada.

Se fosse a ti, dava-lhe um belo ramo de flores.

Flores?

Dei-lhe uma carrinha!

Então, ouve-me. Esquece.

A nós.

Sabia que trabalhavas lá, mas não estava à espera.

- Fiquei ali com cara de idiota. - Com cara de ovo.

- Obrigado. - Anda.

Esta é a minha casa.

Cá estamos.

Desculpa.

Não posso.

Apesar do que a Ester me fez,

percebi que ainda a amo.

Desculpa.

Queres jogar às cartas?

Mas tu és estúpido?

- O quê? Porquê? - Depois de tudo o que aguentei!

- O quê? Foi uma noite tão agradável. - Quem? Como? O quê?

Vai!

- Sai desta casa! - Vou-me embora.

- Vai! Sai daqui! - Está bem.

Meu amor!

Chegaste.

O que vieste cá fazer?

- Acabei de te trair com ele! - Mentira.

Tu ignoras-me e ele faz-me sentir importante!

- Mentira! Este foi o primeiro encontro. - Cala-te!

- Além disso, ele é bonito. - Mentira!

- Eu mato-te! - Não!

Não vais matar ninguém. Devias ter pensado nisso antes!

Aproveitaste-te dela!

Aonde vais? Silêncio.

Diz-me! Quero saber!

Criaste mais um cornudo.

Mas o senhor também?

- É um mal-entendido. - Ouve.

O teu amigo está no hospital,

por isso, tu tens de pôr esta escuta na secretária da comissária Scalia.

Já não confiamos naquilo que vocês dizem.

- Toma. - Está bem.

Comissária, eu repito.

Não sabia nada sobre aquela arma.

Alguém a pôs lá para me incriminar. Acredite em mim.

Crisafulli, percebes que é difícil acreditar em ti?

Eu sei, mas é verdade. Eu estive pouco tempo no caso do Gambino.

Desde quando?

Desde que o Lo Russo o largou.

- Sabes porque é que ele largou este caso? - Sei lá.

Ele nem dormia à noite com este caso.

Tratou das escutas, recolheu informação... Como se fosse o caso da vida dele.

Nós até gozávamos com ele.

- E não vos disse porque desistiu do caso? - Não.

Quando o Gambino decidiu colaborar,

o Lo Russo disse que estava farto disto tudo.

Mandou-me interrogá-lo, porque ia ser inútil

e ele nem queria ver a cara do Gambino.

- Bom dia. - Bom dia.

Procurador, preciso de falar consigo. É urgente e confidencial.

O Crisafulli disse alguma coisa útil nos interrogatórios?

É essa a questão. O Crisafulli é inocente.

Como assim "ele é inocente"?

Explico pessoalmente.

Está bem. Já me diz o que descobriu.

Estou?

Têm de se livrar da Scalia.

Agora!

Ou o negócio está cancelado!

Às suas ordens.

Quem era?

O nosso amigo está a ficar nervosinho.

Temos de o revistar, inspetor Lo Russo.

Senhor procurador, de que está a falar?

Levem-no.

Mas...

Cucu!

Comissária Scalia.

Importa-se de vir connosco?

Legendas: Rita Castanheira

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