All language subtitles for S03E18.Portrait.Of.Tommy.As.An.Old.Man

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Original subtitles

- Sally! - Ol�, Don.

Recebi a tua mensagem.

Vi a tua entrevista no notici�rio. A c�mara adora-te.

Estava a trabalhar num grande caso, Sally.

Um caso a envolver assassinato.

- Assassinato, Don? - Sim, Sally, assassinato.

Com letra mai�scula.

A menos que seja no meio da frase, a� seria min�scula.

Sim, � verdade.

Queres ir almo�ar?

Estou em servi�o e... Oh, sim.

- Tenho muita fome. - Vou buscar o meu casaco.

Ah, sim? O qu�?

Pensei que pod�amos ir ao novo restaurante mexicano.

Oh, sim, mexicano, isso parece... Oh, Deus!

O que foi, Tommy?

Tenho que fazer um trabalho com 20 p�ginas para amanh�.

Isso � dif�cil.

E, al�m disso, George Kapasauros esperou por mim na sa�da para me bater

porque n�o o deixei copiar no teste de �lgebra.

O que fizeste? Saltaste a cerca e correste para casa?

N�o, eu dei-lhe uma co�a, mas isso n�o � o problema.

N�o devia fazer essas coisas.

Tommy, tenho uma miss�o para ti.

- O qu�? - Alguns alunos

estavam a colar estes panfletos na faculdade.

� para uma festa secreta chamada "Rave". Devias investigar.

N�o, essas coisas s�o barulhentas, quentes, toda a gente est� drogada.

- N�o � para mim. - Ela fala como um velho.

- Sou um velho. - Oh, sim...

Esqueceram-se? Sou mais velho que voc�s.

Estou farto de agir como uma crian�a.

N�o � f�cil ser o patriarca elegante, mas eu fa�o.

Na minha idade, n�o deveria ter que lidar com nada.

N�o deveria ter nenhuma preocupa��o.

Devia viver despreocupado.

Eu sei onde queres chegar: queres um Nintendo.

N�o! Eu quero relaxar.

Sabes que mais?

- Estou farto. - O que queres dizer?

Retiro-me da miss�o. Imediatamente.

Os velhos dizem as coisas mais loucas.

3� Calhau a Contar do Sol S03E18 - Portrait of Tommy as an Old Man

N�o posso acreditar!

Nunca ouvi falar que algu�m se reformou a meio da miss�o.

- Pode fazer isso? - Isso acontece

mas � raro.

�s vezes � inevit�vel.

Mas isso acontece, mas � raro.

O Tommy era o �nico que sabia alguma coisa e n�o sabia nada. Estamos tramados!

Estava meio nervoso, � tudo.

Disse coisas que n�o queria dizer. Acredita em mim, ele n�o se vai reformar.

Pessoal, vejam o que encontrei no por�o!

Tacos de golfe!

- N�o podes estar a falar a s�rio. - Na verdade, Dick,

estava a pensar. E sabes,

este nunca foi o emprego dos meus sonhos.

Vaia voltar ao planeta natal?

N�o, faz muito vento. E o ar � pesado.

Gosto da Terra. Tem mulheres, gravidade.

� agrad�vel.

Se me d�o licen�a, eu vou ao parque alimentar os patos.

N�o ser� o mesmo sem ele.

- N�o te preocupes, ele vai voltar. - Vou sentir a falta dele.

D�s-me o trabalho dele?

Eu n�o sei porque � que me preocupo em ensinar.

Os meus alunos copiam os trabalhos da enciclop�dia.

- N�o acho que isso seja verdade. - Esta � uma fotoc�pia!

Eu juro, �s vezes, este trabalho suga a minha vida.

N�o te perguntas �s vezes se tomaste uma decis�o errada?

Sabes, no teu trabalho.

N�o, sempre quis educar idiotas do segundo ano da faculdade.

- E a� est�s tu. - Aqui estou eu.

Tinha sonhos quando era mais jovem.

A s�rio? Como o qu�?

- � tolice. - N�o, n�o, diz-me.

Quando era menina, queria ser cantora.

Uma cantora de m�sicas rom�nticas, como Peggy Lee ou

Ella Fitzgerald.

At� pensei num nome art�stico.

Marlena Olbrecht.

Marlena...

Uma sala cheia de fumo, um martini na m�o,

um reflector s� em mim no centro da cena.

Com um m�sico de jazz a acompanhar-te com um contrabaixo baixo.

Eu usaria luvas, luvas longas e pretas.

Eu teria um problema com �pio.

Toca esse contrabaixo!

Voc�s s�o brancos bem malucos.

Estou contente que estejas aqui, estava preocupada.

Tu ontem sa�ste apressado.

Recebi uma chamada no

walkie-talkie, sabes, sobre o assassinato.

- Queres ir almo�ar? - Claro, eu s�

devo levantar-me desta cadeira.

N�o h� raz�o para que n�o fa�a.

Olha...

- Para onde foi? - O qu�?

Eu n�o sei.

Vou buscar a minha camisola, est� bem?

Preciso de informa��es.

- Eu tenho informa��es. - O qu�?

Num dia como o de hoje, na hist�ria do Rock, "The Who"...

J� chega de informa��es!

Preciso que fa�as algo para mim.

Direi-te para onde foi "The Who" e porqu�.

N�o.

A Mary passa a vida com o peso de um sonho n�o realizado.

E vamos transformar esse sonho uma realidade.

Isto parece que vai ser dif�cil.

Muito dif�cil.

O Tommy conseguiria fazer com os olhos fechados.

Toma notas.

- Preciso de encontrar um lugar... - Espera, espera!

Preciso... encontrar...

N�o escrevas, memoriza apenas.

- Preciso de encontrar um lugar... - Espera, espera!

Preciso... encontrar...

N�o memorizes, ouve-me apenas.

Preciso de encontrar um lugar onde a Mary possa cantar.

N�o me importa quantos p�s tenhas que pisar,

ou quantos bra�os tenhas que torcer,

n�o deves aceitar um "n�o" como resposta.

A Mary vai cantar no s�bado � noite, percebeste?

- Harry? - O qu�?

Desculpa, estava a pensar num bolo.

"Queencucks".

- "Queencucks". - "Queencucks"?

Sim, a matriz de 5 objectos num quadrado:

um em cada canto e um no centro.

- "Queencucks". - Exactamente.

- Espera um minuto. - Vais-me desafiar?

- Eu n�o o desafiaria. - �s um menino inteligente.

N�o sou um menino.

Bem, quem quer saber? Senta-te.

Obrigado.

Tem "zeolite".

- Z-E... - Eu vi.

Ol�!

- Posso ajudar? - Sim, preciso de informa��es.

- Quem � o gerente? - Sou eu.

Tenho algo para si.

Uma mulher com voz angelical. Vai ficar maluco ao ouvi-la.

Excelente.

N�o aceitarei um "n�o" como resposta.

� uma boa ideia. Seria bom ter m�sica ao vivo.

Vou desligar o r�dio.

N�o conduzi 8 km para ser recusado.

- Eu disse que estava bem. - Ou�a-me!

N�o fa�o promessas, mas n�o vou deixar que acabem com

o sonho desta senhora, percebeu?

- Disse que est�... - N�o importa o que disse!

Ok, tudo bem!

Obrigado, amigo.

Este � o sal�o.

Ali est� a sala de televis�o.

Passam filmes aos domingos e ter�as-feiras.

Ontem foi "Willy Wonka".

Amanh�, "A Aventura do Poseidon".

A Shelley Winters a dormir sem camisola.

Decente.

Aqui as mi�das jogam Majhong.

Temos muitas mi�das.

Al�m disso, cartas, canastra e bridge.

- Voc�s t�m tudo. - E ali, a cafetaria.

Tr�s refei��es por dia...

Nossa. Estou em casa!

Aqui � onde guardam as pessoas idosas.

Gosto deste lugar. Um senhor l� fora chamou-me de "filho".

Gin.

Gin.

Lester, cozinha com g�s. Duas consecutivas?

Devo-te 55 c�ntimos, seu desavergonhado.

Esta � a que lhe falei, Lester. Tinha raz�o?

N�o � linda? E ainda solteira.

Mata-me, a s�rio. Sabes, o neto do Lester � jornalista.

Muito conveniente.

Tu d�s, Tommy.

Vou deixar passar esta, para ficar com a minha fam�lia.

Prazer em conhec�-los. A Bess � uma dama de sorte.

- Sim, n�s sabemos. - N�s adoramo-la.

Quem � a Bess?

� o meu bilhete aqui dentro.

Quando perguntam, eu digo que estou a visitar a minha tia av� Bess.

Onde � que dormes?

Tem quartos vazios. E se me perguntarem demais,

eu digo que fiquei a ajudar a minha tia av� Bess.

Sapatos novos?

Sim, fui com os rapazes a uma liquida��o.

Eu comprei estes por $15,99. Sinto-me a caminhar no ar.

Tommy? Anda.

Vai passar um novo epis�dio de "Nash Bridges". Vamos!

J� estou a ir.

Tu vais perder a primeira parte. Vamos!

S� um segundo!

N�o vou perder os meus assentos, estou-te a dizer.

- J� vou! - Vamos!

J� vou.

- Meu Deus... - Cala-te, Stanley!

� muito...

Tenho que ir.

Mas venham quando quiserem. Sinto-me bem quando me visitam.

Como est� a lista de convidados para s�bado?

A Judith n�o pode ir, o Dr. Sutter tamb�m n�o

e o Dr. Strudwick vai viajar para Filad�lfia.

Pelo menos tu estar�s l�.

Na verdade, vou levar o Dr. Strudwick ao aeroporto.

- N�o... - Se ele me deixar.

Tu � que perdes!

J� ouviste falar de um s�tio chamado "A Casa de Pedra"?

Aquele buraco pr�ximo � auto-estrada que pegou fogo no ano passado?

Foi reconstru�do.

Sim e o Departamento de Sa�de fechou-o.

Sim, � esse o s�tio.

Gostarias de ir l� jantar um dia?

- Est�s a falar a s�rio? - Li um coment�rio

que diz que a comida � banal, mas aceit�vel.

- Est�s tentada? - Bem...

Gra�as a Deus que est�s aqui. Fiquei preocupada

porque sa�ste a correr daqui dois dias seguidos.

Estava um pouco preocupado, anjo, s� isso.

- Foi alguma coisa que eu fiz? - Tu?

- N�o, querida, n�o. - �ptimo.

�... � um novo caso.

Um roubo.

- O que foi roubado, Don? - Dinheiro.

Dinheiro de uma linda caixa, n�o tu.

Ela deixou cair um ma�o de dinheiro, porque � uma caixa.

Sim, eu percebo, � uma caixa.

E quando ela virou de costas para o dinheiro,

ele tinha que toc�-los.

Porque � que ele fez isso, Don?

Porque queria estar perto dela.

Atrav�s de alguma coisa, sabes?

E quando ela voltou, ele estava t�o envergonhado que

colocou as cuecas dela no bolso.

O dinheiro!

O dinheiro, colocou o dinheiro nas cuecas.

No teu bolso!

O que vais fazer, Don?

N�o sei, � um erro inocente. O que achas que devemos fazer?

- Tu conheces-me, Don. - Sim.

Eu teria-o pendurado de cabe�a para baixo e partia-lhe a cara com uma corrente.

� uma op��o.

O torneio de lawn bowling come�a daqui a 15 minutos.

Lawn Bowling? � s� ter�a-feira.

Hoje � ter�a-feira.

- O que aconteceu com a segunda-feira? - Segunda-feira foi ontem.

- Como est� o teu camar�o? - Banal.

- N�o te disse? - Mas estou-me a divertir.

Desculpe, porque � que h� tantos lugares vazios?

Desculpe, gastei o or�amento de publicidade em pesticidas.

Eles t�m m�sica ao vivo.

- Dick, que bom. - Desculpa um momento.

Senhoras e senhores, tenho o prazer de apresentar uma jovem cantora

que faz a sua estreia na "A Casa de Pedra".

N�o, n�o, n�o, n�o, n�o.

Muitos aplausos para a incompar�vel Marlena Olbrecht!

N�o foi maravilhoso, senhoras e senhores?

Obrigado e boa noite!

N�o te esperava ver.

Deixaste bem claro que n�o queres ficar comigo.

- Sally, isso � uma loucura. - Mas tu andas t�o distante!

Sally, estou cheio de culpa.

As minhas entranhas parecem um barril de tubar�es.

J� tentaste arrotar?

�s vezes desejo pegar no meu c�rebro e deit�-lo pelo ralo.

Sally, roubei as tuas cuecas!

Se precisavas de cuecas, era s� pedir.

N�o precisava de cuecas, Sally!

Eu peguei porque sou fraco, pat�tico, porque sou um homem.

N�o pude resistir em tocar algo que est� t�o perto de ti.

- A s�rio? - Desculpa.

N�o consigo acreditar que vieste apenas � minha casa

e fizeste algo fenomenal.

O qu�?

Pensei que tinhamos acabado e tu fazes uma coisa t�o maluca e

valente e doce...

Sabes que estamos a falar de cuecas?

Toma, Don. Fica com elas.

E quando olhares para elas, pensa em mim.

Ok.

E toma o soutien.

� um conjunto, ent�o...

Deus te aben�oe.

Amanh� vamos trabalhar com o cap�tulo 7.

Kevin, gostaria que n�o te risses quando digo

"Homo erectus".

Olha, � o Ed Sullivan.

- O que aconteceu ontem � noite? - O que aconteceu?

Apenas tentei dar-te uma coisa que n�o tinhas.

Um aneurisma?

Queria ser eu quem tornaria o teu sonho realidade.

V� l�, podia ter sido uma cantora med�ocre ou

uma professora universit�ria excelente.

Acho que tomei a decis�o certa.

Canta para mim!

- O qu�? - Canta para mim, Mary.

V� l�, s� algumas palavras.

Dick, tenho uma turma cheia de estudantes que est�o a chegar...

N�o te preocupes, eu tranco a porta.

Isto � inapropriado! N�o � a hora nem o lugar para...

Oh, Deus.

Senhoras e senhores, apresento-lhes as am�gdalas de ouro,

Marlena Olbrecht.

H� um algu�m que eu anseio ver

Eu espero que ele acabe por ser

Algu�m que vai cuidar de mim.

Estou t�o orgulhoso de ti!

Tomaste a decis�o certa.

- Como v�o as coisas? - Tommy!

O que est�s a fazer aqui fora?

Vim buscar as minhas botas de montanha.

O Norman e eu vamos colher folhas.

Eu vou-te buscar.

- Eu posso buscar... - N�o, n�o, n�o.

Tu sentas-te.

- Olha quem est� aqui! - Ol�, Sally.

- Como te sentes? - Sinto-me �ptimo.

Pareces �ptimo. Queres alguma coisa para beber?

N�o, obrigado. Como v�o as coisas aqui?

Nada que te preocupe. Tu sentas-te.

Ol�, pessoal!

- Como te sentes? - Sinto-me �ptimo.

- Pareces �ptimo. - Queres alguma coisa para beber?

- N�o... - Aqui est�o as tuas botas.

- Obrigado. - Queres uma bebida?

- Pare�o com sede? - � melhor sentares-te.

Est� bem.

Dick, conta o que aconteceu com a Albright.

Claro. Tommy, n�s vamos ao telhado conversar.

Queres que deixe a televis�o ligada?

- Eu tamb�m vou. - N�o, � uma coisa sobre a miss�o.

� melhor sentares-te.

� A Roda da Sorte, � um dos teus programas.

- Hoje aprendi uma coisa. - O qu�?

Todo o ser humano tem sonhos, mas tem que ser s�bio para

saber qual buscar e qual abandonar.

- Olhem a Mary. - Prefiro n�o ver.

Est� bem, j� chega, n�o aguento.

Quero voltar.

Pensei que gostasses daquela casa.

N�o, sabem que mais? O volume da televis�o est� muito alto,

faz muito calor, est�o todos drogados,

� como uma Rave s� que sem as mi�das!

Mas parecia que te estavas a divertir!

Estava a atrofiar, faziam-me sentir como um velho.

- Mas � o que tu �s. - Mas n�o me sinto assim!

Pelo menos n�o me sentia assim at� me reformar.

Reformar faz isso, faz-te sentir velho.

- Quero o meu emprego de volta. - Podes fazer isso?

Isso acontece, mas � raro.

Mas isso acontece, mas � raro.

Bem-vindo, Tommy. Volta ao trabalho.

�ptimo.

Esperem, tenho muita informa��o!

Que informa��o?

O c�digo postal de Waukesha, Wisconsin � 53186.

O per�odo de gesta��o de um beb� vombate � de 30 dias.

Cala-te, Harry!

Em 1548, Sigismundo I da Pol�nia morre, sucedido por...

Tradu��o NUNO COBAIN

O que aconteceu, Dra. Albright?

Eu tenho a turma mais imatura.

Estamos a estudar o Homem Mioceno

e falo sobre a migra��o do Homo Erectus e...

Todas as vezes que digo Homo Erectus,

eles riem-se, como se houvesse algo engra�ado sobre o Homo Erectus.

Do que � que te est�s a rir?

Homo Erectus n�o � Homem do Mioceno.

� do Pleistoceno!

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