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Original subtitles

Sim, claro...

A s�rio, este fim de semana?

Eu n�o posso recusar, voc� � a m�e da Mary.

Parece maravilhoso. N�o, n�o, a Mary n�o me disse nada.

Quem n�o disse nada a quem?

Sim, eu tamb�m vi isso nela. � desagrad�vel, n�o �?

Com quem est�s a falar?

- Parece-me maravilhoso, Martha. - Martha...!

A minha m�e... Deus, n�o!

Estou desejoso para conhec�-la!

O que acabaste de fazer?

N�o me disseste que eu ia conhecer os teus pais neste fim de semana.

- Tu n�o vais! - Ela disse que tu tinhas planeado.

H� um m�s atr�s, quando est�vamos noivos.

Duas semanas antes de estragares tudo.

Mary, vai ser divertido.

Dizer aos meus pais que o meu noivado acabou,

n�o � a minha ideia de divertimento!

- Ainda n�o lhes disseste? - Est�s a brincar?

Durante anos disseram-me que eu ia acabar sozinha, solteirona,

a beber vinho e a falar com gatos.

Dr� Albright, n�o havia o vinho que gosta, mas

eu trouxe a comida para o seu c�o.

Eu tenho um c�o!

Por favor, Mary! Eu n�o vou dizer uma palavra sobre a nossa separa��o.

Eu n�o consigo mesmo, ainda estou em nega��o.

Tu achas que eu quero passar o meu fim de semana

a fingir que estou comprometida com um lun�tico

em vez de dizer aos meus pais a verdade?

Vou-te buscar de manh�.

- Ah, Mary... - Estamos s� a fingir!

Se te atreveres a tocar-me, eu mato-te.

- Mas se eu te tocar por acaso? - Est� bem.

No chuveiro?

Est� � porta de tua casa amanh� �s 8 horas.

Amanh�? Mas voc� prometeu que me ia ajudar nas mudan�as do meu apartamento.

- Eu sinto muito... - Muito obrigado por nada.

Agora eu vejo quem � importante por aqui.

Sim, sou eu.

Est� bem, mas da pr�xima vez que n�o

conseguir separar duas fatias de queijo, n�o me chame.

O que eu fiz?

3� Calhau a Contar do Sol S03E04 - Dick-In-Law

Tommy, Harry, Sally!

O que acham deste casaco?

� um pouco tweed.

Mas eu fico perplexo com as cotoveleiras.

Eu tenho de causar boa impress�o quando conhecer os pais da Mary.

- Os pais da Mary Albright? - Eles ainda est�o vivos?

Meu Deus, devem ser muito velhos!

Parem, isto � importante! Eu tenho que ganhar o amor e respeito deles.

Porqu�? Tu nem tens o amor e respeito da Mary.

De momento, mas eu espero que se eu ganhar a dos pais dela,

ela vai-me ver com novos olhos e vai-se apaixonar por mim novamente.

Dick, isso � de g�nio!

Eu n�o sei, eu preferia um ferro quente nos olhos

em vez de sair com os pais da minha namorada.

E se os pais dela t�m um ferro quente

e te surpreendem enfiando-o nos teus olhos?

N�o, tenho a certeza que s�o pessoas encantadoras.

Afinal, misturaram o cocktail de ADN que �...

a Mary Albright.

Ent�o por seguran�a, devemos ir contigo.

N�o! Eu tenho uma miss�o muito mais importante para voc�s.

"Limpar os nossos parques e ribeiros?"

A Nina vai-se mudar e eu ofereci-vos para a ajudarem.

Temos de carregar caixas pesadas durante o fim de semana todo?

- Sim. - Podemos ver o material dela?

Porque � que n�o poderiam?

Bem, o que achas?

A Mary � mais como eu ou com o George?

Martha, eu j� tinha notado que ambas t�m o mesmo nariz patr�cio.

Eu acho que ela se parece mais com o meu lado da fam�lia.

Mas, pelo menos, herdou o traseiro generoso do pai dela.

Mary, a sombra dos olhos faz-te parecer cansada.

- Obrigada, m�e. - S� estou a tentar ajudar.

Martha, querida, porque n�o vais buscar sandes para as crian�as?

Sim, claro, George,

eu vou buscar as sandes para as crian�as.

Continuo a esquecer-me que ficaste paralisado durante a guerra.

Bom, � melhor ir ajud�-la,

n�o me quero distrair e trope�ar numa garrafa de gin.

- Eles s�o muito simp�ticos. - N�o, n�o s�o.

S�o pessoas amargas e infelizes que n�o gostam de ningu�m.

Eu devia ter trazido flores. Eles gostam de flores? Eu consigo flores!

N�o te preocupes! Amanh� por esta hora,

estaremos a caminho de casa e tu nunca mais os v�s.

- Eu n�o apostaria isso. - O que � que isso significa?

N�o sei como � contigo, Dick, mas quando eu como presunto, bebo cerveja.

E quando eu como presunto, bebo cerveja! Cerveja e presunto!

Somos n�s, George.

Ainda n�o acabaste?

Sim! Suficientemente seguro.

Est� bem, acho que falhei uma parte.

- Rapazes, podem ser cuidadosos? - Sim, absolutamente.

A partir de agora.

Este lugar � �ptimo! � t�o agrad�vel e limpo.

� f�cil manter as coisas arrumadas quando se mora sozinho.

O cheiro, cheira a... centro comercial...

ou a padaria.

A minha casa cheira a p�s ou... queijo.

Eu percebo, Sally, eu percebo!

Martha, este � o mais gostoso e saboroso prato que jamais comi.

- Como se chama, novamente? - "A Lasagna menina ocupada".

Tenho de ter a receita.

� talharim com molho de tomate.

George, cala-te.

- N�o lhe divulgue as receitas, George. - Obrigado, Dick.

Ent�o, Mary?

- Queres mais? - N�o, m�e, j� comi o suficiente.

Ela est� a seguir mais uma daquelas dietas malucas, n�o �, Dick?

N�o, eu acho que ela n�o gosta tanto de lasanha como eu, Martha.

Eu gosto, n�o estou a fazer dieta, estou feliz da maneira como sou.

Bem, chega uma altura em que temos de aceitar o que o bom Deus nos deu.

Deus sabe que eu j� fiz...

Anda, Dick, vamos ado�ar a tua bebida.

Sim, George, estou atr�s de si.

Bem, Mary, o teu pai e eu estamos muito satisfeitos.

- Este Dick � o tal. - � o tal qu�?

Mary Margareth, sabes muito bem o tal qu�!

O Sr� Certo, o homem com quem vais casar.

Oh, sim... � esse o plano.

Estou muito feliz!

N�o sei porque � que n�o est�s mais animada.

N�o, m�e, estou,

�s vezes estou t�o contente que mal me posso conter.

� noite apetece gritar tanto, at� desmaiar!

Eu sou a Nina!

E sou especial porque estou-me a mudar.

E eu sou a Sally, acho que sou fabulosa!

O teu cabelo est� �ptimo hoje, minha amiga.

Cala-te, n�o est� n�o.

J� est� a roupa interior toda. Vamos lev�-la para o cami�o.

Vou sentir a falta deste lugar.

Sim. Porque � que te vais mudar? H� ratos enormes?

N�o, aumentaram a renda.

Que pena, � t�o grande e brilhante.

O meu quarto tem uma �nica janela com vista para o matadouro

e �s vezes recebe uma brisa, que eu fico com cabelo todo ensebado.

Se eu soubesse disso, podias ter-te mudado e viverias aqui comigo.

N�s, companheiras de quarto? S� n�s as duas, sem os homens?

- Sim mas � tarde demais para isso, acho... - N�o!

Claro que n�o!

- Foi a �ltima caixa. - As minhas costas est�o-me a matar!

Tens de descontrair! Ei, sabes o que podes fazer?

Vai l� abaixo, trazes todas as coisas da Nina que est�o no cami�o,

vai � nossa casa e traz as minhas coisas todas para aqui!

- Tu achas que isso vai resultar? - Vamos tentar!

Na verdade, as minhas costas est�o muito bem.

Digo-te uma coisa, Dick, este � um bar do qual nunca sou expulso.

Dick, eu vou-te mostrar onde est� a roupa para fazeres o sof�.

O sof�?

Oh n�o, querida...!

� perfeitamente natural para o teu pai e eu

se quiseres partilhar o mesmo quarto com o Dick.

N�o! N�o, eu sei que isso te faz sentir desconfort�vel.

A s�rio? Isso nunca te deteve antes.

Ah, m�e, eu...

A s�rio, princesa, n�s n�o temos problemas.

J� � altura desta casa ver alguma ac��o.

Assim seja, George! Est� assente, a Mary e eu dormiremos juntos.

Perfeito! Agora, vamos la fora fumar estas coisas.

Eu tenho hist�rias engra�adas sobre a Mary.

Eu tamb�m.

Mal posso esperar para me mudar.

N�o � nada pessoal, mas voc�s s�o mesmo irritantes.

Sally, estamos felizes por ti.

E eu sei que vai haver bons tempos, mas

haver� tamb�m momentos solit�rios, assim.

Eu quero que fiques com o meu gnomo.

N�o, sabes, Harry, eu vou-me mudar para ficar longe do teu lixo.

Muito bem, tenho o meu gnomo!

Sabes, o Dick nunca te deu autoriza��o para fazeres isso.

Eu sei, por isso vou fazer enquanto ele n�o estiver na cidade.

A boa not�cia, � que podemos transformar o quarto da Sally

numa zona de armaz�m.

Espera um momento, eu n�o tenho um quarto.

Ou talvez uma sala de m�sica com cartazes e luz preta.

Ol�, homem sem quarto, aqui.

Sabes o que ainda seria melhor?

- Um sal�o de baile Skee. - Baile Skee?

Na nossa casa?

- Sim! - Sim!

Esta � a festa do 6� anivers�rio da pequena Mary.

- Oh, comprou-lhe um p�nei! - N�o, isso � a Mary!

O tio Neo tinha-lhe oferecido uns cal��es de couro castanho.

Eles vieram de Munique, na Alemanha.

Oh, a pequena Mary est� a chorar...

Eu n�o quero partilhar o bolo com as outras crian�as.

Eis o grande concurso de soletrar. A palavra da Mary � "porque".

Olha para o suor dela.

P... O...

R... Q...

...E!

Oh, tagarela...

Porque � que perdeste com uma palavra simples?

Porque sim.

Ela sabe dizer, mas n�o sabe soletrar!

- Tu �s muito esperto, filho. - Obrigado, pap�.

- Dick, podes vir ao meu quarto? - Estou a ir, tagarela!

Oh, sim...

Isto � maravilhoso, ele chamou-me "filho"!

- O meu plano � trabalhar. - O teu plano � irritar-me?

N�o, o meu plano para ganhar os cora��es deles e depois o teu.

Ent�o, est�s junto com os meus pais nos seus psic�ticos jogos mentais

e a gozar da minha obesidade na inf�ncia.

- Pensaste que eu voltaria a amar-te? - Jogos Mentais Psic�ticos?

Deixa-me contar-te uma coisa sobre os meus pais maravilhosos!

Em 1961, o meu pai teve um caso com uma hospedeira.

Queres dizer, um Comiss�rio de bordo.

N�o, uma comiss�ria de bordo.

- Aquele c�o desprez�vel! - A minha m�e apanhou-os juntos

e ela foi t�o maravilhosa que deitou as culpas todas em mim.

- Eu, Dick, uma menina. - Oh, Mary, que imagem horr�vel.

Um b�bado amargo descreve um t�rrido caso de amor

enquanto tu te alimentas de bananas no assento da cadeira.

Bem, eu tinha 9 anos.

E ainda comias alimento para beb�s? Minha pobre Mary!

Oh, Dick, isso tudo destro�ou-me.

Eu pensei que tinha sido culpa minha.

- Foi culpa deles, Mary! - Eu me senti t�o sozinha...

Tu n�o est�s sozinha, Mary. N�o mais!

E pensar que eu pus a minha m�o sobre o humidificador dele!

Harry, tens de me ajudar com esta.

Est� cheio de livros, pedras e de coisas. Ela pesa uma tonelada.

Afasta-te, j�nior!

� hora de limpar e vadiar.

Um, dois, tr�s!

Estava vazia!

N�o, eu sou o homem mais forte do mundo.

Isto vai ser divertido!

Eu sei! O que queres fazer esta noite?

Eu n�o sei. Fazer batata frita e ver um filme para mulheres?

Sim, como Nascido Para Matar!

Ou Homens � Parte.

Sim, certo, Homnes � Parte ou Nascido Para Matar!

Vou-te contar o segredo do nosso grande Bloody Mary, Dick...

r�bano.

N�o � o r�bano, Georgie, � a vodka!

Comprar este jacuzzi foi a coisa mais inteligente que eu fiz.

A s�rio?

Qual seria a coisa mais est�pida e dolorosa que j� fez?

N�o comprar o term�metro flutuante.

Posso-te trazer alguma coisa, Dick? Bebida? Talvez um caf�?

Sim... Ou talvez eu!

Ser� que foi o que uma prostituta voadora disse para o tentar?

Tudo o que ela disse foi isso... para destruir uma fam�lia?

Mary, por amor de Deus! Contaste-lhe?

Eu n�o aguentava mais.

Martha, tu contaste � nossa filha sobre o meu...o meu...o meu...?

Isso mesmo, a tua pequena aventura!

Podes apostar que eu lhe contei!

E ela p�s as culpas na Margareth durante 36 anos.

- E como achas que eu me sinto? - Sozinha e com medo!

E os bolos eram o seu �nico consolo.

Ela levou-me a fazer isso, princesa.

Est� bem! Talvez eu tenha feito!

Eu era muito gorda.

Eu detestava o meu corpo e o raio daquelas p�lulas para dieta deixavam-me maluca!

Tomaste p�lulas para a dieta?

Prescritos pelo nosso m�dico de fam�lia.

Pelo amor de Deus, eram os anos 60!

Ela foi ao Dr. Powell buscar mais do que as p�lulas.

O Dr. Powell? Ele tinha p�los nas orelhas!

Ela foi ver o Dr. Powell, que era primo dela!

- Ele era meu primo por afinidade! - Ele era o meu parceiro de golfe!

- Ele era um homem! - Basta!

Voc�s dois est�o a mentir e a enganarem-se um ao outro e eu estou presa no meio.

Fizeram a minha vida miser�vel.

Porque raios continuam voc�s os dois casados?

Para tentar dar-te um lar feliz.

Oh meu Deus, olhem para voc�s os dois! Voc�s n�o sentem vergonha?

Sally, eu sei que acabaste de chegar, mas

deixaste as tuas meias... - Querida...

� a semana do tubar�o.

Queres que te ajude a colocar a cadeira no teu quarto?

- O meu quarto? - Sim, ao fundo do corredor.

N�o, eu gosto deste quarto.

- Esta � a sala de estar. - Sim e eu estarei nela.

Tu escolheste o teu quarto, eu escolho o meu.

- De maneira nenhuma! - Olha, eu n�o reclamei

quando acabaste o meu leite. - O teu leite?

Tu escreveste "Sally" no meu leite!

Ent�o � assim que as coisas v�o ser.

J� que vamos ser honestas uma com a outra, eu n�o gosto

da maneira como deixas a tampa da sanita em baixo.

� dessa maneira que as mulheres a usam.

Sim, claro, Nina...

� dessa maneira que as mulheres usam.

Ser tua parceira de quarto n�o � t�o divertido como costumava ser!

Est�s aqui apenas � uma hora e meia.

Sim, foi uma hora e meia muito longa!

Aqui est�, a �ltima caixa de sapatos.

Levem-na de volta, rapazes, porque eu vou-me mudar!

N�o, absolutamente n�o!

- Sally, pela primeira vez na minha vida... - Faz isso ou eu mato-te.

Sabem, este fim de semana foi mais cat�rtico

para mim, do que todo o tempo que estive na reabilita��o.

Reabilita��o?

Foi em 1982. Eu sei,

eu disse-te que estava a visitar a tia Dee Dee.

Bem, Mary, est� tudo embalado. R�pido, temos de ir.

- Dick, acho que devemos ficar. - O qu�?

Os meus pais e eu, temos falado depois do que aconteceu no jacuzzi

e eu acho que estamos a fazer progressos. - Progressos? Eles v�o-se divorciar?

Div�rcio? Eles est�o casados � 46 anos.

Sim, 46 anos horr�veis!

Eles de certeza tiveram altos e baixos, mas isso refor�ou-os.

- Isso � o casamento. - Meu Deus, fizeram-te lavagem cerebral.

Tu �s um deles!

Dick, eu quero-te agradecer por teres posto tudo a descoberto.

Eu sinto que foi retirado um enorme peso desta fam�lia.

Eu quero-te dizer uma coisa: nada � mais emocionante

que a honestidade.

Ent�o a honestidade � o seu jogo? Sim, eu vou-lhe dar honestidade.

A sua preciosa pequena Mary Margaret tagarela, tem-lhe mentido.

Ela n�o queria vir, porque ela n�o lhe queria dizer

que o nosso noivado acabou! Estamos acabados!

E est� tudo bem, porque eu nem queria casar com ela.

Eu n�o vou casar com ningu�m depois de conhec�-los!

Se este casamento fosse um cavalo, devia ser abatido!

- Dick, n�s perdoamos-te. - Perdoam-me?

- Ser� que queres um cacau? - N�o, n�o quero nada.

Eu s� quero subir para uma nave e ir para outra gal�xia bem longe.

Milh�es de anos-luz, longe deste s�dico e aberrante espect�culo humano!

- Ele � o tal! - Ele � o tal!

Ent�o como correu a mudan�a?

A primeira foi boa, mas a segunda foi chata.

Tivemos um bom ritmo no terceiro movimento

mas o quarto e o quinto, foi o inferno. - Maricas!

Salvei-me de uma boa, Dick. Pensar que tive t�o perto de morar com a Nina.

N�o � suficientemente sofisticada para mim.

Tamb�m salvei-me de uma boa. Eu pensava que o casamento era

a uni�o bonita de duas almas,

mas afinal � um mar morno e borbulhento de mentiras,

trai��o e v�cio. E eu n�o quero ir por a�!

Eu irei, isso soa-me relaxante.

N�o, de agora em diante nada de preocupa��es, seremos livres.

A partir de hoje, as pessoas v�o-me conhecer como um solteir�o.

N�o vais come�ar a usar camisas abotoadas

para sa�res e comprares antiguidades, pois n�o?

Qualquer coisa que me leve �s senhoras.

Sim, Dick, vais-te sair bem.

Tradu��o NUNO COBAIN

George, h� uma coisa que tenho que te dizer.

Tu n�o �s o pai da Mary.

Eu suspeitava disso h� muito tempo, Martha.

- Ela sabe? - N�o sejas tolo, claro que n�o.

�ptimo. Da pr�xima vez que visitarem.

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