Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
- Montero. - Sim.
Vamos, camaradas.
Quero dedicar este levantar à Aurora e à Patricia.
Todos preparados, valentes.
Vamos!
Em frente.
A RAPARIGA INVISÍVEL
A partida continuou com H5,
os peões já tomaram G5
e Judit Polgár fecha um pouco a posição,
porque quer romper por F5
para dar mais alcance às suas peças...
Foda-se, Emi, liguei-te mil vezes.
Onde estás?
O quê?
Desculpa, acompanhas-me?
Fernando.
Emilio, por favor, acompanhas-me por um momento?
Agora vão ouvir o teu depoimento.
Filho!
- Como estás? - Bem.
Que susto!
Não tens nada para me dizer?
Idiota.
Algo não bate certo.
Porque faria a Virginia algo assim?
Como é que a encontraste?
Não sei, mas não quero falar disso agora.
Foi por acaso, a sério.
Eu acredito em ti, Emi.
Ouve, desculpa pelo outro dia.
Obrigado.
Que horas são?
Onze e vinte.
Fernando.
Tens alguma ideia
do que a pode ter levado ao suicídio?
Pode ter a ver com o facto de...
... ela ter uma relação com a aurora?
Era professora dela.
Tinha o pingente e o telefone dela.
Pensamos que os pode ter agarrado depois de a matar
para apagar as suspeitas contra si.
Eu...
O único crime que a minha irmã cometeu
foi apaixonar-se por uma menor, só isso.
A sério.
Desde quando sabias que tinham uma relação?
Há algum tempo.
E se se suicidou,
foi por medo e vergonha que toda a vila descobrisse.
Mas porque não me contaste?
Ela não queria e eu tinha de protegê-la.
Protegê-la como, Fernando?
Talvez não se tivesse suicidado.
Foda-se!
Se me tens contado, talvez a Virginia estivesse viva.
Virginia!
Julia, é muito tarde. O que fazes acordada?
Não consigo deixar de pensar na Virginia.
Achas que se suicidou?
Tens que descansar.
Dizem que já tinha tentado quando estava na escola.
Falamos amanhã, está bem?
Papá.
Como está o Fernando?
Podes imaginar.
E tu?
Manda o Emi para o quarto.
Cavalo para A4
não serve de nada porque H5 controla G4,
atacando o cavalo por dentro.
As negras atacam o cavalo também, onde o cavalo F3 retira...
... O cavalo, as brancas e outras peças negras, assim...
... Tentar promover o peão. Mas não tem tempo agora
porque, com a jogada seguinte de Judit Polgár, Carlsen abandonou.
era a jogada torre para H2,
que obriga Carlsen a desistir.
porque o cavalo não tem saída
e já tem uma peça a menos.
Assim, com apenas duas peças, não tem hipóteses.
Emi.
Emi, acorda, vem aqui.
O que foi?
Consegui.
Estás a gozar.
Como?
Pensei em pôr as peças de Polgár como estavam no final da partida.
Vês? É a posição final.
"Tezaru."
Tezaru, quem é? Não me soa a nada.
Escreveu-me há meses no Instagram.
Ignorei-o, mas continuou a mandar mensagens.
A sério?
Que relação tinha Virginia com os seus alunos?
Boa.
Era muito próxima dos alunos.
Como era jovem, gostavam muito dela.
O que lhe passava pela cabeça?
E com Aurora, que relação tinha?
Era a sua professora de literatura.
Sabe se tiveram algum problema?
Não, não soube de nada.
Como se dava ela com os outros professores?
Bem.
Era uma rapariga muito educada.
Embora algo reservada.
Alguma vez notou algum comportamento estranho?
Não falava muito comigo.
Talvez o Jona possa dizer mais. Eram bons amigos.
Muito bem, Lázaro, terminámos.
Sabe-se porque o fez?
Muito obrigada.
Sim.
- Bom dia. - Bom dia.
Meu Deus!
O Lázaro ajudou-me com a minha filha, quando chegou à escola.
Ele não era assim.
Parece que tem um problema com o álcool.
Eu vi-o à porta da igreja a discutir com o Ferrer.
Vamos interrogar o Ferrer?
Segredo da confissão.
Se os segredos da vila se soubessem, era preciso barricar as ruas.
Isto é tudo fake, Este tipo não existe.
Podia responder às mensagens que me enviou.
Não, do teu perfil não.
Ia desconfiar.
- Está de rastos. - Sim.
Paco, um copo de vinho.
Começa cedo.
Pobre rapariga. Lamento, Jona.
Vamos. Tenho uma ideia.
Anda.
Temos novas provas que me parece importante que conheças.
- Sei que é uma situação um pouco... - Miguelito.
Vai direto ao assunto. Conta-nos.
Conhecemo-nos todos aqui.
Como sabem, encontrámos o corpo sem vida de Virginia Castellanos,
A professora de literatura da Aurora.
- O filho da puta também a matou? - Podes calar-te?
Ainda estamos a investigar a causa de morte.
Pudemos verificar, através de uma busca à residência de Virginia
que tinha em seu poder o telemóvel e um pingente da Aurora.
O quê?
Ela matou a minha menina?
Não temos provas que confirmem isso, Bernardo.
O que pudemos confirmar, verificando os telemóveis
é que parece que a Virginia e a vossa filha
mantinham algum tipo de relação sentimental.
- O quê? - O que quer dizer isso?
Uma relação como?
As mensagens que trocaram até minutos antes da sua morte indicam isso.
Vera, sabias disto? Sim ou não?
- Como raio podia saber? - Bernardo, chega!
Vera, seria muito importante para a investigação...
- Eu não sabia nada. Como podia saber? - Tu sabias!
- Bernardo! - Se aquela puta matou a minha filha,
- Ainda bem que está morta! - Estamos a investigar.
Descubram, senão descubro eu.
Estou cansado desta merda.
Queria ver-te.
- Soubeste da minha filha? - Descobriram alguma coisa?
A professora que se suicidou aproveitou-se da minha filha.
O que estás a dizer, Bernardo?
Como permitias que essa puta abusasse dela na tua escola?
Onde foste buscar isso?
Foi a Guarda Civil que me disse.
Que saibam todos! Virginia!
A Virginia abusava da minha filha!
Para de falar assim da Virginia.
Bernardo.
O quê? Vais proibir-me?
Essa tarada mandava-lhe mensagens nojentas.
Essa puta matou-a e suicidou-se.
Isso é mentira.
A Virginia não é uma assassina.
Foi morta,
como a Patricia e a tua filha.
Certo, já criámos o perfil.
Falta o nome.
Anna_16.
Vou pôr: "As tuas fotos são fixes."
Junta: "E tu ainda mais."
Pronto, está ativo.
Ele vai responder.
Não ligou.
Precisa de mais. Diz-lhe,
"Estou aborrecida e farta de estudar, diz alguma coisa."
"Olá, Anna."
"Olá, Tezaru, como estás?"
"Bem, e tu, miúda?"
Miúda? Bem...
"À frente da ventoinha."
"Eu também, a morrer de calor", diz ele.
Diz-lhe
"Estou em Sevilha, e tu?"
Certo.
Diz que tem de sair, "Podemos falar mais tarde?"
Sim, diz-lhe que sim.
Já está, já temos o contacto.
Tenho uma ideia.
Os dados que temos apontam para a Virginia como a única responsável.
Sabemos que esteve na cena do crime.
Sabemos que levou o pingente
e que levou o telemóvel da Aurora,
Pensamos que com a intenção de ocultar a sua relação.
Sabemos que levou o pingente
e o telemóvel da Aurora.
Mas daí a matá-la...
Talvez a Aurora fosse uma adolescente impulsiva, como todas,
e não tinha medo de tornar o seu amor público.
Não.
A Virginia tinha muito a perder se se soubesse da relação
Sargento, das mensagens, objetivamente,
só transmitem amor.
Sabes o que dizem, do amor ao ódio é só um passo.
Muito bem.
E sobre a Patricia?
Talvez soubesse da relação.
E a Virginia quis desfazer-se dela.
Então porque não levou também o telemóvel da Patricia?
Vamos fazer assim.
Vamos dar a entender que o caso está quase resolvido,
assim podemos investigar sem tanta pressão.
Mas, meu tenente, e se nos enganarmos?
Não nos vamos enganar.
Não nos vamos enganar.
E o que descobrirmos vai servir para limpar o nome da Virginia.
Às ordens, meu tenente.
Sim, senhor.
Boa tarde a todos!
Paco, uma rodada para esta mesa, aqui para o jogo.
Como vai? Quem está a ganhar?
- Este, quem havia de ser? - És uma máquina.
Para o Lázaro também. O que tomas, Lázaro?
O mesmo.
um copo para o Lázaro e, para mim, um refresco de laranja.
Porque estás tão contente, Jesús?
Descobriste alguma coisa?
Se descobrimos alguma coisa?
O caso está quase resolvido.
Parece que a Virginia cometeu suicídio porque matou a rapariga.
Pobre Fernando.
Atirou-se do penhasco porque não aguentava a culpa.
Eu levo.
E tu, cala-te, és um tagarela.
Senhores, as cervejas. Vamos lá ver.
Obrigada por vires.
Deixas-me entrar?
Ouviste que a Aurora estava com a Virginia?
Meu tenente.
A transcrição das mensagens do telemóvel da Aurora dos últimos anos.
Creio que o vão interessar.
Isto já está.
Se o cabrão aceitar o ficheiro, apanhamo-lo.
O que enviaste?
Um email com uma carrada de fotos desta Anna.
Pode passar a vida inteira a bater punhetas com elas.
Têm um cavalo de troia, se clicar nelas temos acesso ao computador.
Atende.
Estou sim?
Sim, sou eu.
Certo.
Já vou.
O teu pai quer falar comigo.
Sobre quê?
Não sei, da Virginia, acho. Vou andando.
Porque olha para mim assim?
Algum problema?
Verificámos as mensagens do telemóvel da Aurora
e descobrimos a vossa relação.
Emi, tens de contar-nos a verdade.
Éramos amigos.
De acordo com as mensagens querias mais do que isso, não?
Mas foi há muito tempo.
Emilio, preocupa-nos o tom de algumas das mensagens.
Por exemplo: Foda-se, miúda. Gozaste comigo.
Outra.
"Pensa bem, ou ainda te arrependes."
E?
Qual é o problema?
Está completamente fora do contexto.
Eu falava muito com ela.
Posso pegar no telemóvel e sacar montes de conversas
que podem ter muitos significados.
Ou não?
Era minha amiga.
E eu gostava dela.
Como podia fazer-lhe mal?
E a Virginia?
Foste tu que a encontraste morta, não?
Onde estavas na noite em que a Virginia morreu?
- Não sei. - Não sabes?
Não, não sei onde estava. Por aí.
E na noite em que a Aurora morreu?
Na noite em que morreu a Aurora, não sei.
Estava na feira, saí, fui dar uma volta.
Sozinho?
Sim.
Sozinho.
Gosto de estar sozinho.
- Ele clicou. - Sim. Estamos dentro do computador.
Posso ligar a câmara.
Legendas: Nuno Camarneiro
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.