All language subtitles for Llanto.Maldito.2021.1080p.HMAX.WEB-DL.DD2.0.x264-PiA

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Original subtitles

Quanto falta?

Meia hora ou mais.

Descanse.

Tomás!

O quê?

Querida.

Nós precisamos tentar.

Olá. Eu sou Doris, eu cuido da cabana.

Dona Doris. Como vai?

Olá.

Óscar. É um prazer.

Vocês demoraram.

- Minha esposa, Sara. - Olá.

É este o lugar?

Não disse que seus filhos eram tão pequenos.

Não se preocupe, são comportados.

Por que escolheu um lugar tão remoto?

Mãe! Pai! Vejam!

O que foi?

A cabana!

Tem um porão! Tem um porão!

Não desçam aí!

Alicia.

Alicia, suba aqui.

Vou ver meu quarto!

Vou ver meu quarto! Eu vou ver!

Está bem.

Deus abençoou vocês com lindos filhos.

Devem apreciá-los.

A cabana é aconchegante.

A estrutura não parece local.

Estrangeiros?

Sim, foram embora para a cidade faz tempo.

Eu ajudo alugando a cabana.

Venham aqui.

Crianças!

Estamos todos de férias. Peguem suas malas.

A cabana só tem um banheiro.

Tem água quente o dia todo.

Mas não deixem a caldeira apagar.

Vou mostrar como funciona.

Por aqui.

Você gostou?

Sim!

Por aqui.

É estranho.

Eu limpei tudo.

Parecem pegadas de animais.

É a caldeira que aquece a cabana e a água.

Sempre tem que estar acesa.

Tem lenha seca se precisarem.

É muito fácil mantê-lo acesa.

É só colocar um pouco de madeira.

O que aconteceu aqui?

Nada. Tomás bagunçou os brinquedos.

Crianças, cuidado. Não estamos em casa.

Eu não fiz nada.

Eu sei, meu amor. Me ajude a pegá-los.

O que aconteceu?

Os brinquedos caíram.

Caíram ou você os derrubou?

Tomás tentou pegar isso.

Ele não conseguiu e tudo caiu.

Posso?

Claro.

O que é isso, pai?

Sabe o que é isso?

Uma tenda?

Sim, é uma "tipi".

Os nativos americanos usam.

Nossa!

Amor, cuidado. Deve ser dos donos da casa.

Tudo bem?

Claro que sim.

O pequeno Max não precisa de coisas materiais agora.

Eu tenho que ir.

Vamos com você, dona Doris.

Juntem isso.

Tomás! Tomás!

Saia daí.

As chaves da cabana.

Obrigado.

Tenham um bom dia.

Dona Doris, uma pergunta.

Vi no mapa que tem um rio morro abaixo.

Tem um caminho para levar as crianças?

Atravessem a floresta e chegarão ao rio.

Não é longe.

Mas não tem cercas,

então cuidado para não se perderem.

Está bem.

Eu moro no povoado.

Mas virei em alguns dias para ver como estão.

Está bem, obrigada.

Vão ficar a semana inteira?

Sim, nós vamos.

- Ótimo, boa estadia. - Obrigado.

Doris.

Desculpe perguntar, o que aconteceu com a criança?

Sofreu um acidente no rio há muitos anos.

Se chover, não vão para lá. Principalmente com as crianças.

Bem, obrigado.

Com licença.

Até logo.

Você escolheu este lugar para nós?

Está tudo bem. Estaremos juntos sempre.

Eu não quero.

Tem certeza?

Tenho, obrigado.

Obrigada.

Mosquito.

Devagar, está bem?

Tomás!

Por favor.

Pai.

Posso usar seu celular?

Alicia.

Mãe, todas minhas amigas têm celular.

É problema dos pais delas, não meu.

Pode usar o meu, querida.

Só um pouquinho.

Estamos de férias.

Oi, Mosquito.

É hora de dormir.

Não! Só mais um pouco.

Não, vai brincar o dia todo amanhã.

Não! Uma história.

Durma.

Ali.

Já vai dormir?

Vai danificar seus olhos.

"Ele morava perto da floresta com a esposa e seus dois filhos.

O nome do menino era João e o da menina, Maria.

Durma logo, Ratinha.

Descanse.

Não me contradiga na frente das crianças.

Pare, Sara.

Não, eu sempre sou a malvada.

Estão de férias.

E daí?

Se você e eu não estamos de acordo,

é muito difícil, não acha?

Não, não encha o saco.

Como?

Agora não, não encha.

Está bêbado?

Quem está bêbado?

Você, parece.

- Com duas cervejas? - Não grite.

- Não estou gritando. - Está.

- Não, mas não comece. - Não acredito.

Ali. Ali, acorde.

Ali!

Estou dormindo.

Vamos fazer algo, por favor.

Tomás.

Tomás, não ligue para eles.

Vá para o seu quarto, que tudo vai ficar bem.

Ali.

Eles vão se separar?

Olhe só.

Feche seus olhos, conte até cem,

e você vai adormecer.

Está bem.

Vá.

Mãe?

Oi.

Vá dormir, querida.

Vá, Ratinha. Não é nada, tudo bem.

Também vou dormir agora.

Pode ir, querida.

O que foi? Você se feriu?

Meu menino. O Rio.

Espere um minuto.

O rio levou meu filho. Ele escapuliu.

O quê? Não! Espere!

O que está fazendo? Você vai congelar!

Temos que ajudá-la! Chame uma ambulância.

Ela perdeu o filho.

Não tem ninguém aqui.

Eu juro, ela saiu correndo.

Não tem ninguém aqui.

Vamos atrás dela.

Não podemos deixar as crianças sozinhas.

Temos que ajudá-la. Eu vou até lá.

Entre. Eu vou. Fique com as crianças.

Ela falou sobre um rio. Ela pode ter ido para lá.

Eu vou até o rio. Entre, está bem?

Por favor.

Vamos.

Não tenha medo, querida.

Eu estou aqui.

Ouça.

Qual é o nosso poder secreto?

Você esqueceu?

Juntas podemos qualquer coisa.

Exatamente.

Vamos.

É um Molothrus bonariensis.

"Molot" o quê?

Molothrus bonariensis, conhecido como chupim.

Esta é uma fêmea, porque é cinza.

Procure.

Olhe só!

Sim. Viu só? O macho é azul escuro.

Esta é uma fêmea, é cinza.

Procuram ninhos de outras espécies

que se descuidam,

a fêmea coloca os seus lá e tira os outros.

Assim, seus pais adotivos

não sabem que estão criando filhotes de outro pássaro.

São malvadas.

Não, querida, é a natureza. Não é boa nem malvada.

Sim, mas matam os filhotes de outras aves.

É um processo evolutivo comum em muitas espécies.

Chama-se parasitismo de criação. Com isso, evitam a extinção.

Pai, é só isso que você faz quando vai viajar?

Eu gostaria, querida.

Como vai a organização das férias?

Vai bem.

Achamos uma cabana que as crianças vão adorar.

E você também?

Não precisaremos fazer nada.

Isso não importa.

O plano é que vocês fiquem juntos.

Sem distrações.

Precisam tentar estar juntos

e se concentrar na relação, nos filhos, na família.

É a melhor maneira de lidar com uma perda como tiveram.

Como você está?

Não consigo parar de pensar naquela mulher.

Eu sei que você não acredita,

mas juro que ela precisava de ajuda.

Estava lá chorando inconsolável.

Você não acredita.

Não estou dizendo isso.

Digo que viemos para cuidar das nossas coisas,

estar com as crianças.

Estamos fazendo isso.

Eu sei, eu sei.

Temos dois filhos, Sara.

Não diga isso, Óscar.

Fizemos tudo que pudemos.

Não sabe o que é levar um bebê por nove meses

e ele nascer morto.

- Você não sabe. - Eu sei.

Não sabe, não é a mesma coisa.

Eu estava lá com você.

Não é o mesmo.

Olá. Aconteceu algo?

Não, tudo bem.

As crianças entraram?

Sim, senhora.

Desculpe aparecer sem avisar.

Amanhã minha família

fará um sancocho à beira do rio.

Queria perguntar se não lhes incomoda.

Claro que não.

Muito obrigada. Com licença.

Tchau, dona Doris.

Mãe, quer brincar em um jogo de faroeste conosco?

Mãe?

Sim, claro.

Vão indo, que já vou.

Podemos fazer um forte de travesseiros?

Não podemos fazer sozinhos.

Juntos podemos qualquer coisa.

Então?

Ela não ouviu ou viu nada incomum.

Vejamos.

Querida, o que é isso?

O quê?

Você tem um hematoma.

Você e Alicia se machucaram?

Não.

Então quem fez isso em você?

Não sei, mãe.

Óscar.

Você pegou o Tomás pelo braço?

O quê?

Ele tem um hematoma, como quem foi pego com força.

Como pode pensar isso? Eu nunca machucaria as crianças.

Desculpe.

Deve ter sido brincando com a Ali.

Sabe como eles são.

Claro, desculpe.

Lembra do dia que a Alicia nasceu?

Chegamos em casa e a colocamos no berço.

Eu lembro que para mim ela era tão estranha,

tão indefesa.

Eu não sabia o que fazer.

Eu não conseguia nem me reconhecer

ou o meu corpo.

Eu juro que por um momento quis que ela não estivesse lá.

Querida.

Isso é normal. Muitas mulheres passam.

Depois do parto, tudo é muito confuso.

Não, a vida me puniu só por pensar nisso.

Por isso nosso bebê morreu.

Não diga isso.

Para que serviu tudo isso? Para quê?

Por que deixei meu trabalho e deixei tudo

por eles?

Para quê?

Eu não sou uma boa mãe.

Você sempre foi uma ótima mãe.

Você fez tudo certo.

Mas talvez seja hora de você voltar ao trabalho

e se envolver com suas coisas.

Você sabe que eu te amo, não é?

Eu sei.

Mãe, tem alguém no meu quarto.

O que aconteceu?

Tem alguém.

Pare com isso!

Está com medo.

Não, vamos para o quarto. Chega, Tomás!

Viu só? Não tem nada aqui.

Venha.

Olhe embaixo da cama.

Nada, certo?

Vamos ver.

Não tem ninguém.

Pai.

Eu vi uma mulher chorando.

Sério, pai.

Eu vi, te juro.

Querido, nossa mente é muito poderosa.

Ela nos faz ver e ouvir coisas que não existem.

Mas está tudo na mente. Diga à sua mente que não é real.

Está bem?

Está bem.

Descanse.

Durma bem.

Não, não, não!

Não, não, não!

Está tudo bem, tudo bem.

- Já foi. - Não, não!

Calma, já acabou.

Vou ver a casa, está bem?

Vá com a mamãe.

A mulher estava ali, estava chorando.

Não tem ninguém na casa. Foi só um pesadelo, está bem?

Olhe. Você escorregou em um brinquedo.

Óscar, vá ver a Alicia.

Tranquilo.

Ali.

Você brigou com o Tomás?

Vocês se bateram?

Não, mãe.

Vimos um urso!

Sério, pai?

Sim, meu amor.

Não como você pensa. Era uma preguiça.

Não é um urso, Tomás.

É o mesmo.

E vocês, o que fizeram?

Sara?

O que fizeram?

Sanduíche? Quer um?

Eu quero! Eu quero!

Duas fatias de tomate.

Alface?

Sim, mas coloque limão.

Eu vou buscar!

- Olá. - Oi.

Olá.

Oi. Eu sou a Raquel, sobrinha da Sra. Doris.

Prazer. Óscar.

Prazer.

Gostaríamos de convidar vocês para o sancocho.

Está bem.

Claro que sim.

Já iremos.

Que bom! Esperamos vocês.

Tchau.

Tomás.

Precisamos de uma colher.

Meu Deus! Isso!

Tome o seu sancocho. Precisa de uma colher.

Obrigado.

Sra. Doris, obrigado pelo convite.

São bem-vindos.

Saúde a todos!

Eu vou te pegar!

Aqui, aqui!

Tomás!

Não, Alicia. Alicia.

Tomás! Eu estou aqui!

- Tommy, Tommy! - Tomás!

Siga minha voz! Siga minha voz!

Tomás!

Sua irmã! Aqui!

Estou aqui, Tomás!

Olá, Tomás.

Tommy, Tommy!

Tomás, Tomás, estou aqui.

Pessoal, cadê vocês?

Trapaceiro!

Tomás.

Pessoal, não tão longe!

Não tão longe!

Pessoal, pessoal!

Pessoal, sério! Onde estão?

Pessoal, sério! Onde estão vocês?

Pessoal!

- Tomás. - Sim.

Tomás, Tomás.

O que está fazendo? Vamos!

Ali! Ali!

Alguém me acordou.

Tomás, por favor! Não tem ninguém aqui.

Não tem ninguém na casa. Vá dormir.

O que aconteceu?

- O que foi? - Mãe!

Estão bem?

Mãe!

O que foi?

Leve-os para cima.

Sim. Vamos.

Você viu a mesma coisa que Tomás?

Não sei.

Acho que sim.

Estava muito escuro, pai.

Diga exatamente o que você viu.

Pai, eu não inventei nada.

Ninguém disse isso.

Precisamos saber o que aconteceu.

Eu já te disse.

A mulher chorando come carvão da caldeira.

Eu a vi.

É biologicamente impossível.

Ninguém pode comer algo tão quente.

Pai, eu juro!

Você viu isso também, Alicia?

Não sei.

Não sei, pai, não sei.

Seriam ruídos de um animal, por exemplo?

Por que tiveram medo?

Por que foram para a caldeira

quando dissemos para não irem lá sozinhos?

Eu estava dormindo na minha cama.

Tomás me acordou.

Começamos a ouvir passos e...

Alguém estava chorando no corredor.

Poderiam ser ruídos de um animal, não?

- Não sei! - Óscar.

Não, não! E não chore, Alicia.

Não podiam ir lá embaixo.

Poderiam ter se ferido.

Não estamos mentindo!

Crianças, vão para o quarto.

Mas...

Eles não estão mentindo.

Tem alguma coisa aqui, Óscar.

Não tem nada aqui, Sara.

Vocês estão impressionados.

Estão inventando.

Não importa, não importa se for real ou não.

Nem se inventaram.

Poderia ter sido muito grave.

Não podemos permitir.

Eu sei.

Vamos sair daqui.

Não, viemos aqui para ficar juntos,

e resolver nossas coisas.

Se você não vê, é problema seu.

Mas eu sei o que vi.

Nós vamos embora.

Está assustando as crianças. Pare, está bem?

Óscar, ou você vem ou vou sozinha com as crianças.

Rápido!

Fique. Onde você está indo?

- Eu indo. - Para onde?

Eu e as crianças vamos para casa.

Por quê?

Não aguento mais! Não suporto este lugar!

E para que viemos?

Não vamos fazer nada, não dá!

Não vê como eles estão?

Pare, chega!

Pare com isso!

Venha aqui. Chega, pare com isso.

O que você quer?

Não tenho medo de você.

O que você quer?

Sara?

Sara!

Venha.

Onde estão as crianças?

Dormindo.

Não, não, não.

Tomás, por que você está aqui?

O que aconteceu?

O menino morto me machucou.

Minha mãe e meu pai não estão aqui.

Qual é o nosso poder secreto?

Juntos podemos qualquer coisa, certo?

Não vamos acordar as crianças.

Onde estão agora, não precisam de nada material.

Oi, querida.

Sim, sim, para sua febre.

Sim, aqui. O quê?

O que foi?

Pai, o que a mamãe tem?

A estrada está bloqueada e precisamos limpá-la.

O quê?

Não podemos esperar.

Precisamos sair daqui.

Minha esposa está com uma febre terrível.

Como não tem ninguém?

Eu não quero saber se as suas equipes

estão em outro lugar!

Tire-me daqui agora!

Alô?

Sra. Doris, Sra. Doris. Alguma novidade?

Bom dia.

Vamos dar um passeio.

Tomás está pronto.

Mãe, você está bem?

Melhor do que nunca.

Deixe ele.

Deixe ele se levantar sozinho.

Mãe, ele caiu. Está todo molhado.

Alicia, por que não vai ver pássaros com o papai?

Mãe, Tomás caiu.

Vá.

Tomás! Olhe, olhe isso!

O quê?

Olhe isso!

Venha aqui, olhe! Aí está! Corra, corra!

Onde você estava?

Você está bem?

Cuide de seus filhos.

O que aconteceu na outra noite?

Não sei.

Não. Pare com isso, Sara.

O que aconteceu?

Não sei, não me lembro de nada.

Não, não diga que não se lembra.

De onde vieram essas queimaduras?

Me explique algo, que não entendo nada!

O que foi? Não gosta mais de mim?

Você já não parecia interessado antes.

Do que você está falando?

Agora que estou marcada, não gosta de mim, certo?

Meu Deus, Óscar.

Eu não quero ser mais essa mulher triste, deprimida.

Por que não esquecemos das crianças um pouco?

Foram o pior erro de nossas vidas.

O que é isso?

Eu sei que você também pensa isso.

Não é?

Ouça, ouça!

Mãe.

Mãe, você está bem?

Onde está sua mamãe?

Pai, posso beber alguma coisa?

Sim.

Óscar.

Óscar.

Tomás desapareceu.

Como?

Eu olhei por toda a casa, mas não está.

Ele deve ter saído.

Por favor, vá procurar.

E e a Alicia?

Onde você vai?

Pegar uma jaqueta.

Mosquito!

Tomás!

Mãe?

Você sabe onde está o Tomás?

Estávamos dormindo,

mas ele saiu.

Tomás está lá no porão.

Estamos brincando.

E o papai?

Venha brincar, Alicia. Vai ser muito legal.

Mãe!

Querida, o que foi?

Alicia.

Alicia.

Não, não, não!

Pai! Pai, socorro!

Papai não está aqui, Alicia.

Papai não nos ama.

Abra a porta.

Abra.

Abra a porta!

Eu não vou deixar você entrar! Não!

Pai! Pai!

Ali?

O que está fazendo aí? Venha aqui.

O que é isso? O que foi?

Pai.

- O quê? - Tomás está em perigo.

Venha aqui, venha.

Não, eu não quero!

Tomás está preso no porão com a mamãe.

Algo está errado com a mamãe.

Ela acabou de me machucar.

Calma, querida. Venha aqui.

Venha comigo. Vamos. Pronto, tudo bem, tudo bem.

Sara?

Sara?

Pai!

Querida, vou descer as escadas, certo?

- Não! - Fique aqui.

Não, pai, não vá, não me deixe.

Calma, querida. Vai ficar tudo bem.

Nada vai acontecer aqui, certo?

Confie em mim.

Sara.

Sara.

Tomás, Tomás!

Tomás, querido!

Mosquito! Mosquito!

Pai!

Pai!

Mãe?

Mãe, o que fez com eles?

Mãe!

Meu menino!

Tomás! Tomás!

O rio levou meu filho!

Eu tentei segurá-lo, mas ele escapuliu!

Mãe!

Não!

Mãe! Mãe!

Não!

Mãe!

Não!

Vamos!

Mãe!

Não, mãe! Não! Podemos fazer qualquer coisa!

Juntas podemos qualquer coisa!

Juntos podemos qualquer coisa!

Mãe!

Mãe!

Mãe!

- Mãe! - Mãe!

Mãe! Mãe!

Mãe!

Mãe!

Mãe!

Mãe! Mãe!

O quê?

Mãe! Mãe!

Crianças!

Mãe!

Mãe!

Tudo bem, vamos.

Meu menino!

Meu menino!

Meu menino!

Meu menino!

Meu menino!

Pai!

Pai!

Pai!

Pai!

Quase! Quase!

Quase o quê?

Não, quase hora de dormir. Sem chance.

Vamos lavar a louça.

Crianças, é hora de dormir.

- Não, pai! - Sim.

- Não estamos cansados. - Vamos!

E meu beijo, Ratinha?

Boa noite.

Boa noite.

Eu sou mais rápida!

Vão dormir!

Vou ver se eles estão realmente dormindo.

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