All language subtitles for Disneyland 507 Texas John Slaughter Ambush at Laredo_INC

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Original subtitles

TEXAS JOHN SLAUGHTER

Tratamos de escrever uma can��o que contar� todas as emocionantes aventuras de John Slaughter,

quem morreu com as botas postas aos 82 anos de idade.

Quer�amos fazer uma can��o que levaria horas para cantar, mas s� temos tempo para

que Stan Jones cante s� mais alguma das can��es escritas sobre

os talentos de John Slaughter como membro dos Texas Ranger.

As hist�rias reais de nossos her�is do Oeste s�o muito ma�s emocionantes...

para mim que as hist�rias de fic��o.

John Slaughter, por exemplo,

ele s� queria ser um rancheiro tranquilo, mas seis desalmados pistoleiros dominavam

o Oeste naqueles tempos,

assim que antes de que pud�sse chegar a ser um ranchero, John Slaughter se uniu aos Rangers do Texas,

para estabelecer a lei e a ordem. Este programa fala de suas fa�anhas como Ranger.

Seu t�tulo "Emboscada em Laredo"

-Se eles nos verem, saber�o que estamos perto. -Perto?

N�o vejo nada que me fa�a pensar que ainda estamos no Texas.

Por esse caminho.

Como sabe se n�o foi uma lebre que quebrou esses galhos?

As lebres n�o pisam como os cavalos.

Acho que estava equivocado,

� um rastro falso.

Bem, n�o desanime.

Mesmo os texanos cometemos erros.

Se foram.

Desmontem.

-Ali abaixo. -Mas disse que era um rastro falso.

Estava t�o perto de um deles, que se desse um passo a ma�s, o pisaria.

Os cavalos devem estar a umas 50 jardas.

Ent�o voltem l� embaixo,

com John e consigam suas armas indo pelo lado.

Voc� vem comigo por este lado.

Muito bem, senhor.

Tem 10 segundos para sa�rem da�.

Escondam-se.

N�o tente, amigo.

Fique parado. V� com calma.

Parem de atirar, estamos saindo!

Com Davis na pris�o e agora com estes rapazes, o pior j� passou.

Se acha que o pior j� passou, n�o conhece Frank Davis,

nem por casualidade.

-Aqui tem vinte mil d�lares. -Isso foi o que lhe disse.

Liberte o Davis.

-Vai deix�-lo sair? -N�o tenho outra op��o.

-Como conseguiu este dinheiro? -N�o � de sua incumb�ncia.

Se n�o se apresentar ao juiz, ele perder� os U$ 20.000.

Por qu� pensa que n�o comparecerei?

Um homem inocente n�o tem nada que temer em um tribunal.

-Meu cavalo? -Est� l� fora.

Obrigado por sua hospitalidade, xerife, mas 10 dias s�o suficientes.

Te espero no dia 26.

Aqui estarei.

-Tem um recibo? -Ainda n�o.

Ent�o pe�a.

N�o sei como como conseguiu sair... mas voltar� para dentro.

� muito apressado, algum dia isso ser� sua perdi��o.

-Vamos para cima. -D� que se trata tudo isto?

-Ainda n�o sei. -Se me derem uma oportunidade, posso lhe explicar.

Mostre o recibo ao senhor Slaughter, Jed.

-O que diz? -Lhe deixaram em liberdade sob fian�a.

-Em liberdade sob fian�a? Oh, n�o. -Sim.

O juiz estableceu uma fian�a de $20.000. Pensou que ningu�m poderia pag�-la.

Se equivocou.

Me devolva meu recibo, senhor Slaughter.

Obrigado.

-Ainda tem dinheiro? -Sim.

Ent�o pague a fian�a do resto dos rapazes.

Bom dia, cavaleiros.

Mas � um assassino! Sempre foi um assassino.

N�o at� que o jurado o diga, enquanto isso ele tem os mesmos direitos que voc� e eu,

incluindo a fian�a.

-Sam Barret disse que Davis estava arruinado. -Isso mesmo.

-Como conseguiu vinte mil d�lares? -Essa � a grande pergunta.

-Capit�o. -O que foi?

Davis e um de seus homens acabam de sair da cidade.

-Diga a Reeves e a Parker que o sigam. -Espere um pouco, Jim.

-Capit�o, creio que deve ser eu que o siga. -Est� bom. Ben ir� contigo.

-Obrigado, senhor. -Um momento.

Os termos da fian�a de Davis lhe permitem viajar a qualquer lugar do Texas at� 26 deste m�s.

Se n�o fizer nada errado, n�o podemos interferir, entenderam?

-Sim, senhor. -Sim.

Boa sorte.

-Onde pensam que v�o? -N�o sei, mas deve ser longe daqui.

Por que acha isso?

Porque est�o descansando seus cavalos.

Est� cantando essa m�sica faz mais de uma hora.

-N�o sabe outra? -Certeza que sim. Qual voc� quer?

Cante uma como...

O que foi?

O que aconteceu, filho?

N�o posso te ajudar se n�o me disser o que est� ruim.

-Vamos. -Est� perdido?

Acaso est� ferido. Onde te d�i?

N�o deixe que este meu rosto te assuste.

Deixe-me dar um olhada nessa perna.

Oh, est� feia, hein?

Bom, n�o est� quebrada.

Quanto tempo ma�s levar�, doutor?

N�o creio que seja algo que te interesse.

N�o acho que possa caminhar com essa perna assim.

-Onde mora? -No vale.

-A qu� dist�ncia? -Ao redor de uma milha.

Vamos limpar isto e ficar� como novo.

Bem, filho, levante e vamos indo.

N�o creio que te d�i demais.

-O que est� fazendo? -Vou lev�-lo a sua casa.

-Isso est� h� uma milha fora do nosso caminno. -O que sugere, que o deixemos aqui?

Se fosse um adulto, o faria.

Se fosse um adulto sim, mas � um menino.

Agora segure-o.

Tranquilo.

Te facilitaremos as coisas, filho.

Pronto. Vamos.

O que acha?

Parece que est�o ajudando a um menino.

Bobby, o qu� faz a�?

Seu filho estava ca�do no caminho.

Ele est� machucado.

-Aqui est�. -Est� muito mal?

N�o tem ossos quebrados.

-Vamos lev�-lo para dentro. -Por aqui.

N�o posso te expressar o quanto estou agradecida, senhor ...

-Dawson. Frank Dawson. -Tenho uma grande d�vida com voc�, Dawson.

Esque�a isso.

O que est� procurando, senhor Dawson?

-Ei, o que est� fazendo? -Onde guarda o whisky?

Onde est�?

N�o pode vir e fazer isto.

Que se recupere, adeus, filho.

Vamos.

-Achei que ficou louco. -Por qu�?

Pensei por um momento, por ter ajudado o menino.

Eu estou.

Vamos.

Ol�, podemos falar um momento?

-Meu s�cio e eu somos Ranger do Texas. -Entrem por favor.

Queremos peguntar-lhes sobre esses dois homens que acabam de ir.

-N�o tem que me pedir o vou dizer... -Martha!

O que querem saber sobre eles?

O que estavam fazendo aqui?

Meu filho machucou a perna, eles o encontraram e o trouxeram para casa.

O que te disseram?

Nada especial.

Fizeram algo mais?

N�o, s� lhes agradeci e se foram.

Levavam uma garrafa de whiski quando sa�ram.

Eu dei para ele.

N�s gostar�amos de deter esses homens.

Se algu�m apresentar uma queixa contra eles, poder�amos prend�-los.

N�o temos nenhuma queixa.

J� vejo. Obrigado.

Vamos, Dan.

-N�o pude Martha, n�o podia. -Por que n�o?

N�o disse porque o reconheci quando me agarrou, lhe dei uma boa olhada,

-soube que era Frank Davis. -Mas tem que prend�-lo.

J� foi detido muitas vezes e sempre sai livre e se vinga.

Est� claro que Davis lhe colocou muito medo.

Se o homem n�o apresenta uma queixa, n�o h� nada que possamos fazer a respeito.

-Isso eu j� sei, mas n�o � tudo. -O que mais?

Temos que recordar que h� muitas outras

coisas por que Davis tem que pagar algum dia.

Parece que v�o ficar ali pela noite, vamos dormir um pouco.

Est�o se movendo devagar, quase os alcan�amos.

Um de seus cavalos deve ter ca�do em um buraco.

Passaram faz pouco tempo.

-Tua noiva mora perto daqui? -Sim.

Seu pai tem um rancho deste lado de Pleasanton.

Parece que o cavalo de Davis est� com s�rios problemas.

Isso mesmo.

Deixe-me ver.

-Sabe de uma coisa? -O que?

Se seguirem por esse caminho, v�o passar h� uma milha da casa de Madeleine.

Pena que n�o temos tempo para fazer-lhe uma visita.

-Parece que Davis encontrou um amigo. -Eu que o diga.

Se sa�dam como velhos amigos.

Como sabe? N�o d� para ouv�-los.

N�o posso ouvi-los, mas os vejo.

Bem, realmente tamb�m os vejo.

John, o que acontece com voc�? Qual � o problema?

Adeline mora nessa casa. O homem com quem Davis est�, � meu futuro sogro.

Vamos dar uma olhada mais de perto.

-O que acha disto? -N�o sei.

-N�o me cheira bem. -N�o precisa me dizer.

-N�o precisa ficar bravo, John. -Esses da� s�o minha noiva e seu pai.

Tratando Frank Davis como... E n�o quer que me irrite?

Para tr�s.

-E agora o qu�? -V�o levar um cavalo fresco.

Insisto em pagar-lhe seu cavalo.

Aceite-o como um presente e � definitivo.

Me p�e em uma dif�cil posi��o. Eu o agrade�o.

Adeus, Frank, volte quando quiser.

Se for sempre assim, talvez me mude para c�.

-Obrigado por tudo. -De nada.

-Adeus. -Adeus.

John, n�o quero que pense que fa�o conclus�es apuradas...

sobre Adeline e seu pai.

Mas acho que merecemos uma explica��o pelo que acabamos de ver.

-Tem raz�o. -Quer que eu v�?

-N�o, eu vou. -John.

Agora v� porque o capit�o Cooper n�o quer texanos?

� para n�o v�-los expostos a posi��o de ter que deter um parente ou um amigo.

Sim.

Siga o Davis, te alcan�arei assim que puder.

John, entre.

Addie, venha ver quem est� aqui.

Bem, isto sim que � uma surpresa.

Deixe-me ver. Esses Rangers te fazem trabalhar demais.

-Como est�? -N�o poderia estar melhor.

-John. -Ol�, Addie.

O que te tr�s aqui?

Estou de passagem por um trabalho.

-Quanto tempo poder� ficar? -N�o muito.

-Os deixarei s�s... -N�o, por favor n�o v�.

Por qu� n�o?

Bem...

O assunto � que...

O assunto � que tem medo de ficar a s� comigo.

-O que ia dizer, John? -N�o sei como come�ar.

-Quer que Addie saia? -N�o.

Devem saber porque estou aqui.

-N�o tenho a menor ideia. E voc�? -N�o.

Se trata de Frank Davis.

-O bandido? -S� h� um Frank Davis.

-Est� brincando? -O que aconteceu, John?

-Est� louco? -Me acham louco?

Estava l� fora nessa janela e vi tudo.

E ainda assim v�o me dizer que n�o sabem do que estou falando?

Sim.

Acaba de mencionar Frank Davis. O que aconteceu com ele?

Acabam de falar com Frank Davis, o homem que estava sentado a frente de voc�s.

Acabamos de falar com Frank Davis?

O homem que acaba de jantar com voc�s.

O homem que comeu cinco por��es de carne e seis de batatas.

John, n�o sei de qu� se trata tudo isto, mas est� cometendo um erro.

Esse homem era Frank Dawson.

-Crescemos juntos. -E eu te digo que era Frank Davis.

O �ltimo homem que matou foi um Ranger e o pen�ltimo era meu capataz.

Ent�o o conhe�o bem.

-N�o posso acreditar. -Lhe deu um cavalo e o ajudou a fugir.

N�o sab�amos que era Frank Davis.

Ben Jenkins estava comigo. O que acha que ele pensar�?

N�o fizemos nada de errado, ent�o n�o me importa o que ele pense.

Mas gostaria de saber o que voc� pensa.

-N�o, Addie. -Por qu� n�o?

Vem aqui pronto para nos acusar, sem nos dar uma oportunidade de explicar.

Ela tem raz�o.

-N�o estava os acusando. -Para mim, parece que sim.

Sinto muito.

Acho que foi porque Ben estava comigo.

Eu sinto.

Pelo que me diz respeito, est� tudo bem, mas n�o sei com Addie.

Bem, isso � problema de voc�s. Boa noite, John.

-Boa noite. Obrigado. -N�o tem de qu�.

-Sinto. -Boa sorte.

Addie.

Oh, Addie, me escute.

S� posso ficar um minuto.

Agi como um tonto e tem todo o direito de estar com raiva de mim,

e n�o te culparia se n�o falar nunca ma�s comigo.

Suponho que tudo terminou entre n�s.

Acho que j� vou.

Adeus, Addie.

John, esqueceu algo.

O qu�?

-Parece que se perdeu no caminho. -Sim, tive que voltar umas cinco milhas.

-Cometeu um erro lendo as marcar do caminho? -Sim.

Me alegro por isso.

Come�ava a pensar que n�o era humano.

-Onde est� o Davis? -Ali embaixo.

Pararam para comer, ent�o pensei que devia fazer o mesmo.

O que te disse o pai de Adeline?

N�o sabia que era Frank Davis.

Cresceram juntos, mas o conhecia como Frank Dawson.

-Estava longe de pensar isso. -Eu tamb�m.

Quer comer algo?

Primeiro quero ver o Davis.

Vamos.

Onde est� o outro?

A �ltima vez que o vi, estava recolhendo lenha. Provavelmente ainda est�.

Vamos, v� comer, enquanto h� tempo.

Tem raz�o, s�o s� dois Rangers. Um deles � Slaughter.

-Hoje � meu dia de sorte. -Posso ir at� l� em cima e captur�-los.

-Como faremos? -N�o faremos nada.

-O que quer dizer? -Somos dois contra dois.

N�o vamos lutar. Teremos melhores possibilidades em Laredo.

Tem raz�o.

Teremos cuidado para que n�o percam nosso rastro.

Este � o rastro ma�s f�cil que j� segui,

parece como que nos deixaram sinais de prop�sito.

-Isso mesmo. -Est� brincando?

N�o. Deixam de prop�sito os rastros.

Por que fazem isso?

N�o sei, mas averiguaremos logo. Est�o s� h� umas milhas daqui.

No �nico lugar que poderiam ir agora.

Esses s�o seus cavalos, ent�o provavemente est�o l� dentro.

Tome conta, enquanto vou procurar o xerife.

-Frank Davis, hein? J� o esperava. -Por qu�, xerife?

Porque semana passada chegaram a cidade todos os chefes das gangues do Oeste.

Frank Davis era o �nico que faltava.

-O que acha que est�o tramando? -Tamb�m queria saber.

John, n�o imagina quem eu vi. Art Plank, Kid Rio, George McShane.

Todos alojados no hotel.

Xerife, este � meu companheiro e amigo Ben Jenkins.

Prazer em conhec�-lo. Escutou o que ele disse?

Art Plank, Kid Rio, George McShane est�o no hotel com Frank Davis.

Eu ouvi, Ben.

Tamb�m est� King Orchard, o assassino de Dallas,

e o que sempre se veste no estilo do Oeste. Como se chama?

-Marlowe. -Se esse � Marlowe, tamb�m est�.

-Soa como uma conven��o. -Com certeza.

-N�o h� algo que possamos fazer? -N�o, a menos que nos de�m motivo.

Bem, talvez com Davis aqui, nos de�m.

-Te esper�vamos ontem. -Meu cavalo ficou manco.

Conhece todos estes rapazes?

Quero agradecer � todos o pagamento de minha fian�a.

Era a �nico jeito que ter�amos para voc� vir aqui, ent�o n�o nos agrade�a.

-N�o gosto como isso soa. -Que pena.

Acalmem-se os dois.

N�o estamos aqui para fazer problemas entre n�s.

Esta ideia foi tua. Fale.

Bem, nos �ltimos tr�s anos perdi dez homens,

e n�o sei quanto dinheiro por lutar contra voc�s.

Gasto ma�s dinheiro em conseguir gente para lutar contra voc�s que contra a lei.

-A mim acontece o mesmo. -E a mim tamb�m.

O feito � que estamos nos destruindo uns aos outros.

-Temos que parar com isto. -Como?

Nos dividindo em zonas. Cada um operar� estritamente dentro de seu territ�rio.

Espere um pouco, o que acontece se algu�m sair de seu territ�rio?

Supomos que Marlowe passa em minha zona, o que aconteceria?

Ent�o, o sr. Marlowe teria que responder ante o resto de n�s.

Sabe? Acho que poderia funcionar.

-Estou de acordo. -Eu tamb�m.

Vale a pena tentar.

Muito bem.

Jed, d�-me um mapa.

Bem, cavalheiros, vamos repartir o Texas.

-Pelo novo mapa do Texas. -Nosso Texas.

Rapazes, isso � tudo.

Agora todos podemos ir para casa gozar de uma vida de paz e prosperidade.

Antes de irmos, h� outra coisa que gostaria de discutir.

-Que coisa? -Sobre a fian�a que lhe pagamos.

-Oh, estava a ponto de tocar no tema. -S� queremos saber quando nos devolver�.

-Isso depende. -De qu�?

Do que aconte�a ao Ranger John Slaughter,

que � a principal testemunha contra mim.

Agora, se algo acontecer ao Slaughter, n�o poderia testemunhar,

teriam que abandonar o caso e voc�s teriam seu dinheiro de imediato.

-Ent�o por qu� n�o se encarrega dele? -N�o deve ser eu que o fa�a.

E ent�o quem o faria?

� seu dinheiro que est� em jogo, talvez um de seus rapazes estaria disposto a fazer.

N�o teriam que ir muito longe, agora mesmo ele est� aqui em Laredo.

-Qual disse que era seu nome? -Slaughter, John Slaughter.

-Ranger, hein? -Isso mesmo.

Irei contigo.

Muito bem, Jed, mostre-lhes o Slaughter.

Um chap�u branco.

J� me parecia que por aqui havia um cheiro que n�o gostava.

Meu amigo e eu �amos pela rua quando sentimos esse cheiro pestilento.

E disse a meu amigo, deve ter um Ranger por aqui.

N�o foi assim?

Isso mesmo.

Seu nome � Slaughter?

Assim �.

Que pena.

Por qu�?

Porque... isso significa que temos que mat�-lo.

-Bem... -Matou os dois.

-N�o posso acreditar. -Eu vi.

Deve ter sido um acidente.

-Algu�m tem que acabar con ele. -N�o conte comigo.

O que quer dizer?

Quero dizer que seria um tonto morrer por sua causa.

-Penso o mesmo. -Eu tamb�m.

J� lhes disse que foi um acidente.

Slaughter teve sorte.

Sorte por matar Marlowe e Kid Rio?

Nenhum homem � t�o sortudo. Vou andando.

Frank, ainda tem assuntos que temos que consertar.

O de Slaughter � problema teu.

E o dinheiro da fian�a n�o querem recuper�-lo?

Sem querer te ofender, Frank, mas vamos recuper�-lo.

Embora te enforquem.

E se eu for para o M�xico?

Nesse caso teremos que dividir teu territ�rio. N�s n�o podemos perder.

N�o h� mais nenhuma raz�o para permanecermos por aqui.

Tenho um encontro em Dallas e estou tr�s dias atrasado. Nos vemos, rapazes.

At� logo, Frank.

Sem ressentimentos, Frank, voc� entende como s�o as coisas.

Entendo perfeitamente.

Perfeitamente.

Covardes. Todos eles.

Conseguiu assust�-los, John, est�o deixando a cidade.

Frank Davis deve estar sentindo-se muito s� agora.

Est� muito s� e fui enviado aqui para vigi�-lo, e isso � exatamente o que vou fazer.

Por que ser� que esses tr�s que se foram?

Acho que seguir�o seu caminho.

� minha obriga��o me assegurar que o fizeram.

O xerife se foi.

Slaughter n�o.

Os cavalos est�o em frente, n�o acha que devemos ir?

-N�o. -O que vamos fazer?

Eu digo que vamos partir.

E eu digo que n�o.

N�o poder�amos cavalgar r�pido o suficiente.

E vai ficar aqui?

-Isso mesmo. -Quanto tempo?

At� que Slaughter n�o possa evitar que eu fique rico.

Kyle, a luz segue acesa no quarto de Davis no hotel.

S�o quase cinco da manh�.

Deve estar dormindo a esta hora.

Enquanto estivermos aqui, n�o dormir� f�cilmente.

Tem que fazer algo com seu tempo. Qualquer coisa.

-John? -Sim?

O que acha?

Pode ser que est�o partindo.

Se cobrirmos a parte traseira, poderiam sair pela frente.

Talvez sim, talvez n�o.

-Davis. -Sim?

-Queria me assegurar que era voc�. -Coloque-os l�.

Bom.

Acha realmente que Slaughter cair� nesta armadilha?

Se ver os cavalos, ele aparecer�, te garanto.

Acertamos o outro.

O que est� acontecendo a� embaixo? Por qu� est�o disparando?

Aos cavalos, vamos embora.

Ben!

-Ben, te atiraram? -Isso acontece geralmente.

Que algu�m chame o m�dico, este homem est� ferido.

Voltarei logo.

Ei, Slaughter, est� desarmado. J� n�o tem o rifle.

Est� liquidado, Slaughter. Tudo terminou.

Slaughter.

Slaughter.

Slaughter.

N�o se mova, nem um pouco, ser� melhor que abaixe o rifle.

Boa jogada.

Jogue a arma no ch�o.

As pistolas.

Voc� manda.

-N�o quero te ver por aqui por um m�s. -S� necessitarei de uns poucos dias.

-Disse um m�s. -Onde vou passar um m�s?

Tenho algo em mente, que tal um rancho h� tr�s milhas ao sul de Pleasanton?

-L� � onde mora minha noiva. -E � justamente onde ir�.

-Adiante. -Ei, Addie.

Acha que poder� reter este tipo durante um m�s?

Acho que conseguiremos.

Lembre-se que disse um m�s, � uma ordem.

Sim, senhor.

Um m�s de f�rias s� porque acabou com Frank Davis.

O que tem isso de extraordin�rio?

Era um branco f�cil.

F�cil, amigos, para um texano n�o est� nada mal, os asseguro.

Tenho algo que confessar-lhes. N�o sou t�o bom texano como voc�s acham.

A verdade � que nasci na Louisiana. Condutor.

-Louisiana? -Sim.

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