All language subtitles for Britannia - 01x02 - Episode 2.720p.SKY.WEBRip.H264-KATAE.Portuguese (Brazilian).orig.Addic7ed.com

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Original subtitles

Mam�e me trouxe aqui antes do meu solst�cio.

- O que ela disse? - N�o tem que fazer

- tudo que o papai disser. - O papai sabe disse?

Todos os homens sabem disso, s� n�o gostam de falar disso.

Merda.

Em algumas horas, 400 barcos partir�o de Brit�nia.

20 mil homens, ou para ser mais preciso, 19.996,

porque voc�s quatro n�o quiseram ir.

Qual o motivo? O mal tempo?

Escute, Pellenor. Eu me lixo pelas almas de seus ancestrais!

Essa guerra com os Regni durar� por gera��es,

gra�as a voc�.

Este lugar est� em guerra consigo.

- Qual o plano? - Encontramos o ponto fraco

e pressionamos firmemente.

Pai! N�o!

Te levarei perto do rio, depois ficar� sozinha.

N�o � sobre voc�! � sobre mim. �timo.

Chamo-me Veran.

Voc�, n�mida, voc� ir� em uma viagem.

Deve deixar estas ilhas.

Algu�m mais tem uma mensagem do submundo?

Que fale agora!

Como foi a viagem? Trouxe-me algo?

Saiu-se bem, n�mida.

H� outra coisa que preciso de voc�.

Equipe inSanos Apresenta...

Britannia Episode 2

Legenda: AlexandreMT | GabeOKane�

Legenda: Galassio | LikaPoetisa

Revis�o: DSergio�

- Bom dia. - Bom dia.

- O que quer? - Desculpe incomodar, querida.

Bom dia, primo. Vim s� para dizer

que os romanos chegaram.

Rei Pellenor, nos port�es...

Eu sei quem est� nos port�es. Traga-me meu torque.

- Onde est� nosso rei? - N�o � seu rei.

Seu rei est� em G�lia.

V� se ferrar.

Tamb�m n�o gosto desse acordo.

Eu quase acredito nisso.

Admito. � divertido olhar.

Valente tamb�m, vir sozinha.

Ele veio negociar.

Traz uma mensagem do General.

Entendi. � o que est� havendo?

N�o pude notar. N�o os conhe�o muito.

N�o � �bvio? Ele n�o veio lutar, veio?

Suponho que n�o. Mas com esses bra�os...

Ora, esse � um grande momento para voc�.

Mas devo dizer que daqui n�o vejo semelhan�a.

Ouvi os anci�os, voc� e meu cora��o,

e meu cora��o me diz que ainda n�o � uma guerra.

Concordo. Ainda h� tempo.

Falar� com eles?

Sou Vito Aurelio, Optio da Oitava Legi�o,

servo do imperador Claudius.

Venho sob a prote��o sagrada da negocia��o.

Voltem para Roma!

Agora � guerra.

Hora de irmos.

Tr�s romanos passaram por aqui.

- Onde? - Tem rastros para l�.

Se me vissem, teriam me matado.

- Voc� deu sorte. - N�o foi sorte.

Voc� fez isso daqui para me proteger.

Isso? N�o � para voc�.

� para me proteger enquanto durmo.

Funcionou com voc�?

Interessante.

Aqui. Coma isso.

Que diabos � isso?

- Dogberrys. - � nojento.

Esqueci de dizer que s�o muito ruins.

Mas te mant�m firme.

Mastigue! Mastigue!

Engula. Voc� engoliu?

- N�o sou crian�a! - Nem mulher.

Talvez por isso eles n�o viram voc�.

Talvez voc� seja invis�vel.

- Odeio muito voc�. - N�o h� de qu�.

Semente.

Vamos.

- Dillion, sou eu! - � a Morna, minha esposa!

- Voc� est� bem? - Morna!

O que � isso?

- Islene? - Morna, estou bem!

- Algu�m viu a Cait ou Islene? - Quietos!

Fiquem quietos!

Se um �nico soldado

entrando ou saindo deste acampamento for machucado,

sua tribo ser� executada!

Acredito que fui claro!

- Sr. Aulus. - Quantos?

Uns 20.

Mantenham-nas quietas, mas n�o as expulse.

Os homens podem precisar de companhia feminina.

Escute, andei pensando.

O rio nos d� um acesso, mas est� muito pr�ximo.

Podem lan�ar flechas ardentes para n�s.

Entendo. Qual o problema de verdade?

Sabe que conhe�o voc� h� muito tempo.

Ele sabia o nome do seu antecessor.

- Tribuuni Numerius Plautius. - Sempre penso nisso.

Ele se alistou um m�s antes da nossa partida.

Deixe-me entender.

Ele sabia da minha hist�ria. E da�?

Por que ele faria isso?

Sacrificar a vida dele. N�o faz sentido.

Entendo seu argumento sobre nosso caso.

Mas gosto de ter o rio por perto.

N�o � o rio Tibre, mas ainda gosto.

Onde vai?

Hora do banho.

Legion�rio, pegue tr�s homens. Colem no General.

Est� certo.

Vamos morrer para que o General possa lavar suas bolas.

Isso � �timo.

�timo jeito de morrer.

- Aonde ele foi? - Como �?

Merda.

Voc� foi avisado, Aulus Plautius!

Repare os danos!

Ent�o, voc� ficou louco e os druidas baniram voc�.

Eu n�o fiquei maluco.

E eles n�o te banem por ser louco.

Ser maluco � quase obrigat�rio para os druidas.

E por que te colocaram para fora?

Porque eu estava possu�do. Por um dem�nio.

- Um dem�nio? - Chamado Pwykka.

- Quem � Pwykka? - Um dos tr�s reis dem�nios.

Ele parece importante.

Mas a� voc� n�o estaria possu�do por um dem�nio.

J� viu os druidas? J� olhou nos olhos deles?

Olhar um druida nos olhos � estar � beira da morte.

E os druidas t�m medo do Pwykka.

Ent�o nunca brinque sobre Pwykka.

Nunca.

Por que os druidas n�o te mataram?

N�o d� para matar Pwykka.

Pwykka � imortal.

Ent�o ainda est� dentro de voc�?

Est� adormecido h� um ano.

Mas com toda essa agita��o,

sinto-o faminto enquanto dorme.

Ele pode sentir o cheiro de sangue e fogo.

Enquanto ele estiver dentro de mim,

continuo seguro dos druidas.

Eles n�o podem me tocar.

S� quando Pwykka me deixar.

S� assim os druidas podem se vingar.

Da� eu estarei encrencado.

E poder�o fazer comigo o que quiserem,

e eles far�o.

Ent�o, chegamos.

Os romanos ficam por ali, a caverna por ali.

Estar� segura l�.

- Adeus. - Onde � a caverna?

Era para eu te trazer pr�ximo do rio.

- Onde � o rio? - 15 km naquela dire��o.

Eu a levaria l�, mas estaria perdendo tempo.

Preciso destruir os romanos.

O primeiro caminho � melhor.

Tem que ir pela Florestinha do Dem�nio...

Espera, espera. Florestinha do Dem�nio?

A floresta que � pequena, n�o o dem�nio.

Pela Florestinha do Dem�nio,

at� a Grande Floresta do Dem�nio.

� um pouco assustadora.

Des�a o penhasco at� a cachoeira.

H� lobos perto na cachoeira.

Mas se caminhar alguns quil�metros,

ir� ver a caverna.

Boa viagem.

N�o vou para a caverna. Vou atr�s dos romanos com voc�.

- N�o vai. - Meu pai n�o estava em casa.

Ele pode ter sido preso.

Eu n�o queria te contar isso,

mas seu pai est� morto.

Eu vi ele ser morto.

- Ele morreu como um guerreiro. - Ele estava lutando.

Bravamente. Voc� teria orgulho.

Ningu�m leva armas para o solst�cio. � proibido.

Ele deve ter desarmado um romano.

Era uma espada ou uma lan�a?

- Espada. - Com que m�o ela a empunhava?

Com a m�o de segurar a espada.

Esquerda ou direita?

- Direita. - Cretino mentiroso!

Est� bem, eu inventei. Mas voc� me for�ou.

Voc� n�o � louco. � s� um cretino. Mentiroso e cretino!

N�o posso lev�-la comigo. Voc� me atrasaria.

Eu seria pego e n�o posso ser pego.

Voc� � mal! E mentiroso!

Minha miss�o � grande demais, voc� n�o entende.

Vou achar a porra dos romanos eu mesma!

- Esse a� � o meu caminho. - N�o � mais, encontre outro.

Sabia que funcionaria.

� uma fortaleza montanhosa. Defesas naturais ao redor.

Per�metro alto para arqueiros. Fortaleza principal no centro.

Voc� poderia reunir 3 ou 4 mil homens, no m�nimo.

Tomamos ela e comandaremos todas as tribos costeiras.

Crugdunon � nossa base no sul.

Traga-me uma das crian�as.

Um garoto.

Os deuses fizeram sua escolha. Na primeira chance que tivermos.

- De acordo? - Sim.

Qual � o seu nome?

- Innis. - E qual o nome do seu rei?

- Rei Pellenor. - E ele � um rei honrado?

Eu s� o vi uma vez. Ele era bem velho.

Os druidas colocaram runas no rosto dele.

- Runas? - � a hist�ria do rei.

- E qual � a hist�ria? - S� os druidas sabem.

E quanto a mim? Sabe quem sou?

Mam�e disse...

O que sua mam�e disse? Pode me contar.

Mam�e disse que voc� � um dem�nio.

Ela est� aqui com voc�? A sua m�e?

E quanto ao seu pai?

No mundo dos mortos.

- Como ele morreu? - Seus soldados o mataram.

O que voc� quer ser quando crescer?

- Um guerreiro. - Um guerreiro, �?

- Contra quem lutar�? - Os Regni.

- � seu inimigo? - Queimou minha casa

e mataram meu c�o de ca�a.

Innis, esse mundo dos mortos...

Algu�m j� retornou de l�? Algu�m que voc� conhe�a?

Somente druidas conseguem fazer isso.

Posso ir agora?

Venha aqui.

Mais perto.

N�o tenha medo.

Agora, s� mais uma pergunta e voc� pode ir, est� bem?

Conte-me sobre os druidas.

Innis!

- Esclarecedor? - Muito.

- Optio! - General.

Comece a crucificar os prisioneiros.

Dois por hora, tudo � mostra.

A not�cia deve chegar r�pido a Pellenor.

Prepare 2 dos cavaleiros.

Quero que visite umas pessoas.

Mexa-se!

N�o, n�o, n�o.

Levem a mim. Ele n�o consegue trabalhar.

- Voc� quer vir? - Ele � velho demais.

Ent�o voc� vem tamb�m.

O que est�o construindo?

N�o, n�o.

- N�o! - Voc� � o pr�ximo!

Eles come�aram a executar os prisioneiros.

N�o posso fazer nada.

Pode tentar faz�-lo mudar de ideia.

A ideia dele � essa.

Ele quer fazer como os antecessores fizeram.

Sem negocia��es.

Apenas guerra.

Nossa casa est� sobrecarregada.

Os guerreiros dormiram na barraca de ma��s.

Crugdunon cumpre seu verdadeiro prop�sito.

E agora que os romanos voltaram,

n�o devemos nos preocupar com a fraqueza desse lugar?

O que quer dizer?

Sua filha, Kerra.

- Temo que... - Teme o qu�?

- Ela esconde segredos. - Quais segredos?

Meu nome � Kerra.

Filha de Pellenor, Rei dos Cantii.

Vim falar com o seu General.

� a primeira vez?

Preciso de sua palavra, como General de Roma,

de que estou segura aqui.

Tem minha palavra.

- Voc� est� nos invadindo. - Viemos trabalhar com voc�s.

- Melhorar nossos mundos. - E quantos ser�o crucificados?

Ontem eu mandei um mensageiro para o seu pai,

hoje ele voltou ferido. E agora voc� est� aqui.

O que houve? Ele mudou de ideia?

- Ele sabe que est� aqui? - Pare de matar o meu povo,

e ent�o eu conversarei.

Desculpe, mas conversar� sobre o qu�?

Eu pedi para falar com o rei.

Por mais que eu adoraria passar a tarde com voc�,

n�o � para isso que sou pago.

- O meu pai me escuta. - Mesmo?

Ele te escuta?

- Voc� o influencia? - Sim.

Mas ele n�o te mandou aqui, mandou?

- N�o. - Foi o que pensei.

N�o � o estilo dele. Eu conhe�o o Pellenor.

Pare de matar os presos.

- E em retorno? - Eu falarei com o meu pai.

Optio.

- Sim, General. - Pare com as execu��es.

Sim, General.

Obrigada.

Essa manh�, um garoto da sua tribo

veio aqui e me contou uma hist�ria.

Ele disse que o rei Pellenor tinha uma linda e jovem esposa.

E ele a amava de todo o cora��o.

Um dia, os druidas chegaram e disseram

que a rainha dele estava amaldi�oada.

Ela tinha sangue romano.

O av� dela era soldado romano. Ela era metade dem�nio.

Ela tentaria destruir o rei.

Ent�o, Pellenor convocou a jovem esposa,

e a esfolou viva.

Imagino o que os seus druidas pensam de voc�.

Por enquanto.

� de atormentar, n�o?

- Desde quando est� me seguindo? - De manh�.

Esses homens s�o exploradores Regni.

- Pode haver mais por perto. - Eu conhe�o outro caminho.

N�o posso te levar al�m daqui.

Eu sei.

Eu voltarei.

- Voc� contar� a ele? - Ele � o meu rei.

N�o posso impedi-lo.

Acabo de voltar de uma cavalgada pela �rea romana.

Eu vi o acampamento deles.

O general deles ordenou que parassem as crucifica��es.

- Por que ele fez isso? - Eu n�o sei.

Isso � meu. N�o toque nisso.

O que s�o esses pergaminhos?

Eu n�o sei. Hist�rias, contos.

- Contos romanos. - Sim.

H� quanto tempo tem eles?

Desde crian�a. Nossa m�e deu para mim.

- Voc� � inSana? - Voc� tem sangue de nossa m�e!

Todos os textos s�o proibidos. Eles s�o obras de dem�nios.

Onde voc� esteve hoje?

Onde voc� esteve o dia todo?

Fui ao acampamento romano. Falei com o general deles.

- Ele parou as crucifica��es. - Em troca do qu�?

Eu s� queria ganhar mais algum tempo e funcionou.

Quer saber? Ele tinha raz�o. Voc� � mesmo como nossa m�e.

Se ele soubesse o que voc� me contou

e soubesse que eu guardei esse segredo,

voc� sabe o que ele faria comigo?

Faria o mesmo que fez com ela.

O inimigo se aproxima!

Vamos! Mexam-se!

Mantenham a posi��o!

Olhos � frente!

Aguardem!

Vamos.

Preparem a besta!

- Carregar. - Carregar.

Acertem-no.

Esperem.

Essa � a dist�ncia, senhor. Para os arqueiros.

Eu mandei esperar.

� o comiss�rio, senhor.

� um comit� de negocia��o.

O bom e velho Lucius Validus.

Eles vieram conversar.

General Aulus Plautius.

Comandante da 9� Legi�o dos romanos.

Aqui por decreto do Imperador Claudius

e do Senado de Roma.

Rainha Antedia dos Regni, filha de...

Senta a porra da bunda, bonitinho.

Voc� j� falou bastante por hoje.

Voc� � bem-vinda aqui, Rainha.

Estou me lixando para essa terra.

O solo de Cantii faz minha bunda co�ar.

Tenho 20 mil guerreiros, 10 mil lan�as, in�meros arcos.

Tenho toda a terra, armas e a�o para lutar por centenas de anos.

Minha fortaleza tem nascentes, trigo e abrigo para gado.

O estoque est� equipado para um cerco de 10 anos.

Isso se voc� conseguir chegar perto disso.

O que eu duvido muito.

Ent�o, o que oferecem dessa vez?

O imperador Claudius Tiberius Augustus gostaria

que virassem cidad�os de Roma.

E em troca de modestos impostos,

ele quer que continuem a usar suas terras, adorar seus deuses.

Que voc�s continuem, � exce��o dos impostos,

como outrora.

Por�m, e essa � a parte importante,

como romanos,

o Imperador Claudius ser� o seu protetor.

Seus inimigos ser�o nossos inimigos.

O que ser� sempre ruim para eles e bom para voc�s.

O que acha? N�o se apresse.

H� muito para ponderar.

Eu me conhe�o. Tenho minha pr�pria oferta.

Mostre a ele.

J� viu uma ferida assim. Nos seus eunucos.

Mas n�o no meu filho,

n�o no meu pr�ncipe.

Isso n�o � bom, mas...

Acho que nem o imperador pode ajudar com isso.

Vem aqui, meu amor.

Quem fez essa abomina��o, rainha?

H� dois ver�es, os druidas vieram,

disseram que os ancestrais queriam que meu filho unisse

os Regni e os Cantii.

Meu �nico filho. Eu neguei.

Disse a eles que os ancestrais deveriam me falar pessoalmente.

Ent�o eu fui at� l�.

Cruzei todo o caminho at� l�.

Uma viagem terr�vel.

Eu encontrei meus ancestrais.

Eles me disseram: "Case-o.

Case seu filho com nosso inimigo."

Eu disse a eles que preferiria morrer,

mas senti o peso dos meus ancestrais.

Ent�o tive que ceder a eles.

Kerra era a noiva dele,

a filha de Pellenor.

Na noite do casamento deles,

na cama deles, ela acariciou meu filho,

gentilmente, como a do�ura de uma esposa deve ser.

At� que ela foi dura com ele,

e depois, com sua faca Cantii,

ela cortou meu futuro pela raiz.

Ouvi os gritos dele do nosso acampamento.

Meu filho sangrando no len�ol do seu casamento.

Como os deuses permitiram que ele passasse por isso?

E que ela escapasse ap�s fazer isso?

Os deuses me abandonaram?

N�o pude entender.

Mas agora eu entendo.

Voc�s est�o aqui para me vingar.

Eles mandaram voc�s.

Os Regni aceitar�o voc�s,

mas apenas como aliados contra os vermes dos Cantii.

Se voc� jurar entregar a Kerra,

filha de Pellenor,

para mim,

viva.

Mande os homens comerem. Partiremos � noite.

Acamparemos a uma dist�ncia de ataque segura de Crugdunon.

Confia nos Regni?

�dio � de longe confi�vel,

e essas pessoas odeiam mesmo.

Preciso que lidere a tropa. Continuem at� o amanhecer.

O qu�? O que voc� vai fazer?

Nos encontramos no acampamento. Voc� est� no comando.

Aonde voc� vai? General!

H� elementos estrat�gicos nesta miss�o

que n�o posso discutir. Nem mesmo com voc�.

O senhor n�o pode ir at� l� sozinho.

� inSano!

- V�o com o general. - Sim, senhor.

Aqui estamos novamente. Olhe para n�s.

Usando capacetes, seguindo em fila.

Para onde esses caras est�o indo agora?

- Mas ele disse para onde ia? - Conhece o general.

- O que est� esperando? - Eu disse que cuido disso.

Se n�o tem coragem, n�o continue.

Preciso escolher o momento certo.

- Est�o conosco? - Estamos.

Ent�o vamos fazer isso!

Senhor,

n�o andaremos mais.

- Voltem para a fila. - Acho que n�o.

Fa�a agora. Pelo amor de Deus, fa�a!

Voc� tem certeza de que pensou bem nisso?

- Esperem! - Em posi��o!

- Brutus! - Pelo amor de Deus!

- Espere! - Volte aqui, agora!

Em forma��o!

Aguardem!

Deixem que se aproximem!

Parados, fiquem parados!

- Comigo! Por aqui! - Andem! Vamos!

- Covardes! - Vivos!

Eu os quero vivos.

Fiquem aqui. Se eu n�o voltar at� o amanhecer,

- voltem com os outros, certo? - Sim, senhor.

Merda.

Vejo que achou meu mapa.

Assumiu um grande risco ao vir aqui.

Voc� deve ser muito valente.

Ou tolo.

Espero que valha a pena.

Tem certeza de que est� pronto, Roma?

Pronto para o que ir� descobrir?

Estou pronto.

Ent�o vamos come�ar.

Ele parece iluminado, como um rec�m-nascido.

Nosso beb� voltou do submundo.

N�s temos um general.

Esse homem � a arma e n�o a espada.

A arma dele � voc�.

N�s somos os mortos.

N�s somos os mortos!

Sabe qual � o erro de C�sar?

N�o se derrota essas pessoas lutando contra seus guerreiros.

S�o os deuses deles que devem matar.

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