All language subtitles for Mekas, Jonas 1969 Walden Diaries, Notes And Sketches (1.2.3.4.5.6) - 2h47.pob

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Original subtitles

PRIMEIRA BOBINA

DEDICADO AOS IRM�OS LUMI�RE

DI�RIOS NOTAS E ESBO�OS

TAMB�M CONHECIDO COMO WALDEN

EM NOVA YORK AINDA ERA INVERNO

MAS O VENTO PROMETIA A PRIMAVERA

O JARDIM DE FLORES DE B�RBARA

A POL�CIA RECOLHE AS IMPRESS�ES DIGITAIS DE SITNEY

COMO DIRETOR DA CINEMATECA

CORTEI MEU CABELO PARA CONSEGUIR DINHEIRO

TOMANDO CH� COM SENHORAS RICAS

DOMINGO NA CASA DOS STONES

ANDEI PELO PARQUE NO AR HAVIA

UMA FANT�STICA SENSA��O DE PRIMAVERA

TONY CONRAD E BEVERLY GRANT

NA CASA DELES NA SEGUNDA AVENIDA

FOTOGRAFAR A POEIRA CAINDO SOBRE A CIDADE

SOBRE AS JANELAS, SOBRE OS LIVROS, POR TODA PARTE

PENSEI NO MEU LAR

A GAROTA COM A BICICLETA E A CAMISA AZUL

M�RBIDOS DIAS DE NOVA YORK E MELANCOLIA

- Tem ovos ou... - Quer ovos?

Sim, claro, ovos.

Vamos fazer alguns ovos!

O que voc� disse?

Tenho que lhe contar um sonho que tive.

Um sonho? Sim, claro, conte-me. Sobre o que era?

ERVA QUEIMADA, QUENTE

E normalmente n�o me lembro dos meus sonhos...

Como foi?

Sonhei que voc� morria. Porque voc� realmente...

Querem saber do mais? Eu... esta manh�...

Esta manha, eu despertei e olhei para esta mesa,

e a arrumei, estava como se ainda adormecida,

e tive essa fantasia... "O que aconteceria se Jonas morresse?"

UM CASAMENTO

NA FRENTE DA IGREJA

A FESTA DE CASAMENTO

Vivo - logo fa�o filmes.

Fa�o filmes - logo vivo.

Luz.

Movimento.

Fa�o filmes caseiros... logo vivo.

Vivo... logo fa�o filmes caseiros.

SITNEY PEGA A CINTA-LIGA, TER� DE SER O PR�XIMO A SE CASAR

Dizem-me que eu deveria estar sempre procurando,

mas estou apenas celebrando o que vejo.

N�o busco nada, sou feliz.

ADOLFAS SE MUDA

DESJEJUM EM MARSELLA

N�o busco nada, sou feliz.

N�o busco nada, sou feliz.

SITNEY DECIDE DEIXAR NEW HAVEN,

VAI PARA NOVA YORK

INC�NDIO NA AVENIDA 87

BRAKHAGE ATRAVESSA O CENTRAL PARK

VOLTANDO PARA CASA DO ST. VINCENT COLLEGE

DESJEJUM NA CASA DOS STONES

H� um gato que dorme em alguma parte sob o sol,

H� o sol que cai sobre a janela

Oh permane�a, Alexandra, permane�a como �

N�o se preocupe com o que ainda h� de vir...

UMA VIAGEM A MILLBROOK

CASA DE TIM

Falar distrai...

Falar distrai,

enquanto o sil�ncio e o trabalho recarregam e fortalecem o esp�rito...

Enquanto o sil�ncio e o trabalho recarregam e fortalecem o esp�rito.

Logo que uma pessoa fica sabendo

o que lhe foi dito para o seu benef�cio,

ela n�o precisa mais ouvir ou falar,

mas coloc�-lo em pr�tica,

silenciosamente e cuidadosamente, e com humildade...

Ent�o ela n�o deve ir em busca de coisas novas...

Ent�o ela n�o deve ir em busca de coisas novas...

que servem apenas para satisfazer o apetite externamente,

Ent�o ela n�o deve ir em busca de coisas novas...

que servem apenas para satisfazer o apetite externamente,

n�o sendo capazes de satisfaz�-lo,

e deixando o esp�rito fraco e vazio, sem virtude interior.

Da� segue-se que nem o primeiro nem o posterior s�o proveitosos.

Acordar�amos apenas para encontrarmos nossa obra e trabalho feitos da maneira errada,

e pensando que carregamos uma lamparina iluminada,

descobrir�amos que ela se apagou...

Pois os sopros que ao nosso parecer faz�amos para mant�-la acesa,

talvez tenhamos feito-o mais para apag�-la.

LAUKAS, UM CAMPO, T�O VASTO COMO O DA INF�NCIA

Digo, ent�o, para que isso n�o aconte�a,

e o esp�rito seja preservado,

n�o h� rem�dio melhor do que padecer

faz�-lo e ficar calado,

e fechar os sentidos com a pr�tica e a inclina��o

� solid�o

e o esquecimento de todas as criaturas e acontecimentos,

mesmo que todo o mundo desmorone.

Nunca, nem na adversidade nem na prosperidade

deixe de aquietar o seu cora��o com amor profundo,

para assim sofrer seja l� o que venha.

Pois a perfei��o � t�o singularmente importante,

e o deleite do esp�rito tem um pre�o t�o alto,

que tudo isso mal � o bastante para obt�-los.

� imposs�vel avan�ar

sem agir e padecer virtuosamente

todo envolto em sil�ncio, todo envolto em sil�ncio.

S�o Jo�o da Cruz, Granada, 22 de novembro de 1587.

FLORES PARA MARIE MENKEN

GREGORY MARKOPOULOS RODA OS PLANOS DE FUNDO PARA ''GALAXIE''

FIM DA PRIMEIRA BOBINA

SEGUNDA BOBINA

DI�RIOS, NOTAS E ESBO�OS

NOTAS SOBRE O CIRCO

REUNI�O DOS KREEPING KREPLACHS

PARA DISCUTIR OS PROBLEMAS MUNDIAIS

B�rbara!

Sabe como se soletra o apelido dele?

R-U-B-I-N.

A ideia � cham�-los de ''Kreeping Kreplachs''...

- Kreplachs. - Soletre-o.

K-R-E-P-L-A-C-H. � uma palavra judia.

O que significa?

Sr. Ginsberg...

� um nome estranho para uma funda��o... do que se trata?

O nome com que trabalhamos atualmente,

que pode ser definitivo ou n�o

� ''Kreeping Kreplachs International

Communications Purple People Art Combine.''

Toda a cultura est� mudando e se modificando

e essa � a realidade que proclamamos.

Toda a cultura Inglesa e Americana mudou,

h� uma gera��o completamente nova.

Todo mundo...

Toda a gente do Museu de Artes Modernas, e do Metropolitan

sabe disso, voc� acha?

N�o, e n�o tenho certeza se

Henry Geldzahler del Met ficar� contente.

Ele sabe sobre.

Ah, sim, ele sabe. Andy Warhol...

Mas quero dizer - eles sabem que a cultura mudou?

Que h� uma nova gera��o?

Bem, eles est�o entre os primeiros que mostraram

toda essa nova pop art e tal...

Warhol estar� no Albert Hall

e no Museu de Artes Modernas em menos de cinco anos.

Uma �ltima coisa. Qual � a sua rela��o com tudo isso?

Sou membro do comit� central.

Comit� central dos Kreeping... Ele � um Kreeping Kreplach.

Sou um Kreeping Kreplach.

Pode repetir? O que ele disse? Kreplach?

Ah... � como um peda�o de massa recheado com carne...

Como um ravi�li gigante...

Kreplach � como uma m�e judia chama o seu filho

quando ele decide debandar para a arte

ao inv�s de procurar um emprego e ganhar dinheiro.

SETEMBRO

CHEGA O OUTONO COM O VENTO E O FRIO

OBRAS NA RUA

JEROME, TENTANDO ESPIAR

A EXPOSI��O DE LARRY RIVERS

O CASAMENTO DE SITNEY

NOITE DE ANO NOVO NA TIMES SQUARE

BRINCANDO NA RUA 42

ENTREGADOR DE CARV�O

FESTA NO UPTOWN

PRIMEIRA APARI��O DO VELVET UNDERGROUND

FIM DA SEGUNDA BOBINA

TERCEIRA BOBINA

DI�RIOS NOTAS E ESBO�OS

NO AUGE DO INVERNO

A DOCE E LOUCA NAOMI, SA�DA DE BELLEVUE,

VISITA KEN E FLO

FLO ESTAVA DOENTE E DE CAMA, E OBSERVAVA

A JANELA, A GRAVATA DE KEN,

E SEU AMIGO GATO

LEVANDO NAOMI DE VOLTA PARA BELLEVUE,

NO MEU CAMINHO PARA TEK, EM UMA TORMENTA DE NEVE

UM FLASHBACK - H� SETE ANOS

Creio que foi pouco antes do natal.

Elas ficaram l�...

Elas ficaram l�, todo o dia, toda a noite.

Fazia frio

Era o dia mais frio do ano.

Elas ficaram l�, as mulheres pela paz.

Eu estava na esquina da rua 42 e as observava.

Havia gente que passava com muita pressa...

ningu�m parava.

Apenas passavam.

CENA DE INVERNO

CENA DE INVERNO

ENVIANDO CORRESPOND�NCIA PARA A FILM CULTURE

AMY PARA PARA UM CAF�

OBRAS NA RUA

MARCHA PELA PAZ DE NOITE

VIOLENTA IRRUP��O DA POL�CIA NA TIMES SQUARE,

MANIFESTANTES PRESOS

PODER NEGRO

O QUE LESLIE VIU DA JANELA DA COOP

ANO NOVO CHIN�S

REUNI�O DOS DIRETORES DA COOP

OS WEINBERGS NO VENTO E NA NEVE SEMIDERRETIDA

PARDAIS PARA FLO QUE AINDA EST� DOENTE

CENA DE INVERNO

SONHOS DE JEAN COCTEAU

NEVE LAMACENTA DO FINAL DO INVERNO

PASSEIO A OLMSTED

FIM DA TERCEIRA BOBINA

QUARTA BOBINA

DI�RIO NOTAS E ESBO�OS

NA TERCEIRA AVENIDA

NOITE DE NATAL

ABRINDO OS PRESENTES DE NATAL

UMA VISITA AOS BRAKHAGES

UM DIA COMO OUTRO QUALQUER

P�NEIS

STAN VAI � CIDADE

STAN ESCUTA LILI BOULANGER

NA FLORESTA

NEOWYN E CRYSTAL VOLTAM DO COL�GIO

O C�O ROUBA A COMIDA DO P�SSARO E FOGE

ENQUANTO GRITAMOS DA JANELA:

"QUE VERGONHA! QUE VERGONHA!"

NO ALPENDRE QUE SE DERRETE

JANE LIMPA O TELHADO

DE REPENTE PARECIA PRIMAVERA

JANE E JONAS DECIDEM MONTAR O BURRO

STAN E AS CRIAN�AS

NEOWYN: "N�O TENHO MEDO, N�O TENHO MEDO!"

NOITE

O DESJEJUM

UMA VISITA � TERRA DOS CASTORES

UMA V� TENTATIVA DE TIRAR UMA �RVORE CORTADA PELOS

CASTORES MAS PRESA EM OUTRAS �RVORES

ENCONTREI COC� DE COELHO!

A MANH� SEGUINTE

NA FAZENDA DO TAMBORIL

LITUANOS DAN�ARAM AT� O AMANHECER

N�o tenho sonhado ultimamente.

Tenho a impress�o de que n�o recordo mais os meus sonhos.

Tenho medo de andar descal�o,

at� mesmo no meu quarto,

como se micr�bios terr�veis estivessem me esperando,

como se fosse caminhar sobre vidro ou espinheiros...

Vozes da televis�o l� fora...

A janela aberta... toda a noite...

Estou realmente perdendo vagarosamente

tudo que trouxe comigo do exterior?

A COSTA SUBTERR�NEA DO GOLFO NA FEBRE PRIMAVERIL

FIM DA QUARTA BOBINA

QUINTA BOBINA

DI�RIOS NOTAS E ESBO�OS

RICHARD E AMY OBSERVAM A PRIMAVERA CHEGANDO AO HUDSON

UM DIA EM NEWPORT...

POLA E SUA M�E NO CAMPO

UMA VISITA A HANS RICHTER

NO CENTRAL PARK

E agora, querido espectador,

enquanto est� sentado

e enquanto observa

e enquanto a vida, l� fora nas ruas, ainda corre...

Talvez um pouco mais devagar,

mas ainda correndo em in�rcia...

Apenas observe essas imagens.

Nada de muito grandioso se sucede.

As imagens passam, sem trag�dia, sem drama,

sem suspense.

Apenas imagens, para mim

e alguns mais.

N�o se � obrigado a observar, ningu�m � obrigado.

Mas se apetece a algu�m,

ele pode simplesmente sentar-se e observar essas imagens...

as quais, suponho, j� que a vida continua,

n�o permanecer�o aqui por muito tempo.

J� n�o haver�

pac�ficas cidades � beira do oceano,

n�o haver�.

N�o haver� barcos pela manh�,

e talvez nem mesmo �rvores, nem flores,

pelo menos, n�o em tanta abund�ncia.

Este � Walden, este � Walden, o que v�em...

O CASAMENTO DE PETER

POUCO DEPOIS QUE CHEGOU O OUTONO

AS CRIAN�AS DE MEL

UMA VIAGEM A NOVA JERSEY

Tudo isso parece um tanto tolo agora quando olho para tr�s,

mas nesse outono, em um domingo pela manh�,

fizemos as malas,

Gideon, Willard, Adolfas, e eu

e a equipe de televis�o alem� de Gideon

e partimos para Nova Jersey.

Gideon queria encontrar um lugar em Nova Jersey,

onde poderia filmar qualquer coisa conosco,

qualquer coisa, ele disse,

porque havia prometido levar qualquer coisa a Alemanha,

para mostrar como trabalham os cineastas underground.

Tudo um tanto tolo.

Mas n�s dissemos: "Por que n�o vai a Nova Jersey?"

E fomos.

Era outono, e temporada de ca�a.

Todo mundo passeava com gorros vermelhos e jaquetas...

Placas de "� proibida a passagem" por toda parte...

Nos disseram para que segu�ssemos nosso caminho, que part�ssemos.

Que ningu�m nos queria l�.

Paramos em uma cafeteria na beira da estrada para nos reunirmos

e para tomar um caf�, e donuts,

e para olhar os mapas, e reconsiderar...

E tomamos mais caf� e mais donuts

e nos sentamos pelo lugar rodando algumas sequ�ncias.

E Gideon pegou a c�mera e rodou alguns quadros.

Gideon disse: "N�o se preocupem, vamos encontrar um lugar."

Encontramos um lugar, em alguma parte

depois de tr�s horas - tr�s horas! - dando voltas por l�.

Um lugar cheio de ca�adores, com gorros vermelhos e jaquetas.

De qualquer forma, nos instalamos.

Gideon disse a Adolfas:

"Certo, prepare uma cena,

como se estivesse fazendo um filme underground."

Ent�o Adolfas subiu em uma �rvore, e desceu,

voltou a subir, e Hella subiu tamb�m,

e Adolfas disse:

"Ahm, OK, aqui estou, dirigindo um filme underground."

E a televis�o alem� n�o parava de filmar.

"Quem sabe?", diz�amos para a televis�o,

"Quem sabe? Quem sabe na Alemanha?"

Eu n�o acredito que � assim que um filme underground � feito,

e tivemos um bom tempo em Nova Jersey, um dia de outono,

e olhe para as cores, fant�sticas!

Encontramos uma esp�cie de vala

e Adolfas disse:

"� agora, vou faz�-lo,

vou ensinar como se faz um filme socialmente engajado.

N�o mostrem os arredores,

s� mostrem essa vala.

Diga-lhes que estou rodando um filme no Sul,

contra a explora��o do povo negro...

Isso pode adicionar, voc�s sabem, uma esp�cie de narra��o.

Voc�s sabem, o cinema underground � um cinema socialmente engajado.

Isto � o que a Europa quer saber de n�s,

ent�o que a demos, d� isso a eles..."

E a equipe de televis�o alem� avan�ava e avan�ava.

E eu corria por l� com a minha c�mera,

filmando a vegeta��o, o ch�o,

''Filmes Underground, filmes Underground!''

E Hella ia fazendo click, click, click, com sua c�mera fotogr�fica.

"Oh, Hella, em plena era, em plena a era de Marshall McLuhan,

voc� ainda fica clicando com a sua c�mera fotogr�fica!''

FIM DA QUINTA BOBINA

SEXTA BOBINA

DI�RIOS NOTAS E ESBO�OS

CASAMENTO DE WENDY

E A M�SICA TOCAVA E TOCAVA

VOLTANDO DE BUFFALO PARA NOVA YORK

No outro dia, voltando para casa de Buffalo,

cedo da manh�,

vindo de muito longe,

voltando a Nova York de trem,

o trem chega sempre ao amanhecer.

Sempre se tem essa boa sensa��o voltando a Nova York.

S�o os �nicos momentos em que vejo a sa�da do sol.

O sol nunca se levanta em Nova York.

Ent�o l� estava, o sol elevava-se sobre Manhattan,

sobre o rio Harlem,

justo no outro extremo da rua 42,

� l� que o sol se levanta em Manhattan.

Em Nova York, de volta a Nova York,

domingo pela manh�,

domingo pela manh� bem cedo,

Gideon reuniu a todos n�s.

Ele ainda trabalhava no seu filme alem�o.

Ele disse que precisava...

Que podia usar alguns ''aut�nticos materiais underground'', ele disse.

Ent�o ele nos reuniu: a Shirley, Yalkut...

e l� est�vamos.

Eu filmava todo o tipo de planos estranhos,

com vidros na frente das minhas lentes...

E Shirley estava l�, colocando seus bottons

tentando parecer uma hippie,

e comendo os seus bagels.

Oh, a comida dos cineastas pobres.

De qualquer forma, Gideon conseguiu o seu material.

Ficamos enrolando no parque, filmando algo mais,

e ent�o fiquei cansado disso tudo

e comecei a filmar apenas para mim mesmo.

Isto � o cinema, quadros �nicos.

Quadros.

O cinema est� entre os quadros.

O cinema �...

Luz...

Movimento...

O sol...

Luz...

O cora��o batendo...

Respira��o...

Luz...

Quadros...

Em segundo plano, os passos do cineasta

enquanto caminha pela cidade,

dia e noite, dia e noite...

Em segundo plano, a m�sica do povo...

Em segundo plano,

as vozes das crian�as do povo...

Em primeiro plano, as c�meras dos cineastas.

Em segundo plano, come�a-se a escutar outra m�sica--

Mozart.

E agora a m�sica dos deuses

e as c�meras dos cineastas come�am a mesclar-se...

CENA DE INVERNO

MARIE MENKEN E SUA IRM�

NO AUGE DO INVERNO

GUERRA DE NEVE EM BLEECKER STREET

O VILLAGE VOICE

UM FLASHBACK, H� SETE ANOS

Becks... Paz... Anarquia.

Recordo-me. Cedo da manh�, um domingo,

eles estavam l�, na frente do edif�cio das Na��es Unidas.

Suas mochilas cheias de folhetos.

Nevava. Estava congelante.

E n�o havia ningu�m l�, n�o se sabia onde estava a cidade.

N�o se sabia onde estava ningu�m.

Dormindo, nas igrejas...

Mas os Becks estavam l�, marchando pela paz.

Fazia frio, nevava, estava congelante.

Pareciam t�o s�s, t�o perdidos.

DOMINGO PELA MANH�

TORMENTA DE NEVE NA OITAVA AVENIDA

PARA O INFERNO!

MARTHA, A QUEM H� MUITO N�O VIA

O DIA SEGUINTE

REUNI�O DE ANTOLOGIA E CINEMA

UMA GAROTA ESPERANDO A PRIMAVERA, NA RUTGERS

UM DIA DE PRIMAVERA NO CENTRAL PARK

...no cora��o de Soho....

Estou impressionada, Sr. Mekas, realmente impressionada.

Fant�stico!

V�? O Empire State building sob a luz azul da tarde...

Azul...

Me parece um tanto pitoresco.

Ficou muda novamente?

Sim.

A YOKO E JOHN COM CARINHO

NASCE BLAKE SITNEY

PENSEI NO MEU LAR

SETEMBRO

FIM DA SEXTA BOBINA

Tradu��o por Sleepy.joe

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