All language subtitles for CSI - 16x01-02 - Immortality (1).HDTV.LOL.pt

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Original subtitles

Sara Sidle Directora do Laborat�rio

Certo, pessoal. A bola est� a girar.

� a �ltima chamada para apostar.

Temos um vencedor!

Est�o a ver isto?

Camisa xadrez azul, a fazer passar

fichas de chocolate na mesa R49?

Temos que para-lo.

A girar, l� vai ela,

onde vai parar ningu�m sabe.

Senhor, posso ajud�-lo?

Desculpe, sim. Pode ajudar-me.

Tem troco para um centavo?

QG DO FBI LOS ANGELES

O caso � Federal, senhor.

Foi uma bomba.

Eu sei que n�o � a minha jurisdi��o,

mas � o meu casino.

Vou no pr�ximo voo.

Explos�o no Casino Eclipse Las Vegas

�ptimo!

Certo, precisamos de todos neste.

A �rea da explos�o � aproximadamente 18 a 12 metros.

Temos tr�s mortos e dezenas de feridos.

Ent�o, vamos come�ar.

Eu vou procurar os peda�os da bomba.

Eu fotografo a area circundante.

O Henry e eu vamos documentar

a �rea da detona��o.

Eu tiro as medidas tu fotografas.

Ent�o, eu sei que...

est�s a dedicar-te � directoria.

O palco n�o podia ser maior que este, Sara.

Queres este caso?

�ptimo. � teu.

Sei que isto vai parecer insens�vel,

mas n�o achas que um homem bomba,

vestido com um colete,

n�o podia ter atingido mais pessoas do que isto?

- Sim. - Ent�o...

O qu�? Uma bomba defeituosa?

Se colocares um colete assim num lugar p�blico,

tenho que pensar que estas a planear levar

o m�ximo de pessoas poss�vel contigo.

Ent�o, o que achas? � primeira vista.

Terrorismo.

Porque dizes isso?

Vegas fica apavorada.

Vamos pela proa.

PORTO DE SAN DIEGO

Senhor?

Policia Portu�ria.

Sou o Agente Scinta.

Estes homens s�o da Pol�cia de San Diego.

Tenho ordens para retirar todos os invasores.

Por favor, mostre-me as suas m�os.

Vou dar-lhe dois segundos para se virar,

ou vou consider�-lo uma amea�a,

e atirar em si aqui mesmo neste barco.

Barbatanas de tubar�o.

Parece que algu�m embarcou um tubar�o.

Chegaste r�pido.

O FBI tem as suas vantagens. Quantos mortos?

Tr�s. V�rios feridos.

N�o temos um n�mero.

Ela � uma das nossas.

O nome dela � Romina Gonzalez.

Eu vi o v�deo de vigil�ncia.

Vais querer falar com ela agora.

Ela foi a �ltima pessoa a falar com o homem bomba,

antes dele auto-detonar-se.

Romina, aguenta firme, querida.

Sr.� Gonzalez,

Sou a Catherine Willows, Agente Especial do FBI.

Eu nem devia ter vindo trabalhar hoje.

Mas precisava do dinheiro.

Preciso de perguntar-lhe...

consegue lembrar-se da conversa que teve

com o homem bomba?

S�o as suas filhas?

- Sim, s�o os meus beb�s. - Bonitas.

Charutos cubanos. 50 d�lares cada, certo?

Podia vir comigo at� ao caixa?

Preciso de trocar umas fichas primeiro?

Claro.

Ent�o, ele estava a ouvir algu�m

do outro lado num auricular?

Certo, verifiquem o fentanil.

- O torniquete est� no sitio? - Est�.

Os nomes das minhas filhas...

s�o Helena e Maria.

Est� bem.

Os batimentos est�o a cair.

Doutor, precisamos de ajuda aqui.

Romina?

Senhora, por favor afaste-se.

Inicia as compress�es.

Levem-na para o hospital, preparem a chegada.

Vamos preparar para injectar.

Agente Especial do FBI Willows.

Estou autorizada pelo gabinete de L.A.

para assumir este local de atentado.

- Sara! - Catherine. Ol�!

Sinto muito.

Que confus�o.

Acabei de chegar de L.A. Vi as imagens nas not�cias.

Como posso ajudar?

Bem, n�o tenho bem a certeza.

� um conflito de interesses.

Legalmente, eu sou dona do Eclipse.

Este edif�cio e tudo dentro � da minha responsabilidade.

Claro, sim. Sim, �.

Mas... tu e eu sabemos que n�o podes estar aqui.

Tr�s dos meus funcion�rios est�o mortos.

O que � suposto eu fazer?

Esperar na suite de hospitalidade?

Ouve, Sara...

N�o estou aqui para causar problemas,

mas tamb�m n�o estou aqui para ficar de fora.

E enquanto houver corpos

no ch�o do casino do meu pai,

preciso de continuar a trabalhar neste caso.

Est� bem?

Est� bem.

Verifiquei o seu nome.

Diz que costumava comandar o laborat�rio criminal de Las Vegas.

- Foi h� muito tempo. - Importa-se de dizer-me,

porque est� ilegalmente nesta embarca��o?

Bem, vejamos...

aquele ali � o meu barco.

O pescador furtivo que � dono deste barco,

violou o c�digo de Pesca e Ca�a 8599,

que declara: '� ilegal cortar a barbatana dorsal

de um Carcharodon Carcharias,

a n�o ser que traga a carca�a inteira para terra.'

Mas os tubar�es brancos s� podem ser levados

para fins cient�ficos ou educacionais com licen�a.

Este barco n�o tem licen�a.

O meu trabalho � confiscar as evid�ncias,

document�-las e prepar�-las

para um tribunal internacional e ou nacional.

Tinha de perguntar.

Ent�o, agora � o qu�?

Um CSI do mar?

Mais ou menos.

Sopa de barbatana � horr�vel.

Vale a pena ser preso por isso.

O desgra�ado mentiu sobre precisar de dinheiro do caixa.

Ele atraiu a Romina depois de saber que ela tinha filhos.

Bastante cruel.

Terminamos por aqui.

Entrega tudo a Sara.

Quanto a este cretino,

leva a foto dele e passa pelo NCIC, BICTOF,

pela DGV local... eu quero um nome.

Teria presumido isso se eu fosse

uma freira ou uma judia ortodoxa?

Eles tamb�m se cobrem com base nas suas cren�as religiosas.

Considerando o que o seu marido fez,

Sr.� Karmimi, eu presumia.

Com v�u ou sem v�u,

terrorismo n�o � imposs�vel

se estiver do meu lado da lei.

O meu marido converteu-se ao Isl�o

porque nos apaixonamos, Srt� Sidle.

Eu vim para a Am�rica

para puder viver como uma mulher livre.

Aqui, as mulheres t�m uma oportunidade

de viver e de amar,

sem serem apedrejadas at� a morte.

Para si, ele � um criminoso.

Mas para mim, ele era um marido.

Ele era a minha salva��o.

Sinto muito.

N�o tive inten��o de ofend�-la.

Sinto muito pela sua perda.

Isso n�o vai perdoar o que ele fez aquelas pessoas.

Eu sei.

Sr.� Karmimi, ajude-me.

Se n�o foi terrorismo...

ent�o porque o seu marido

amarrou uma bomba ao corpo dele e fez aquilo?

N�o sei.

O meu marido n�o � um terrorista.

Se alguma coisa, ele tinha um problema com jogo.

Eu levei-o ao nosso imam

para falar com ele na mesquita.

At� o levei para a terapia.

Terapia por causa do v�cio dele?

Sim.

Ele estava a ir bem durante algum tempo.

Mas depois, a terapeuta dele,

inexplicavelmente fechou o seu consult�rio.

E depois ele entrou em espiral.

Que raios � aquilo?

Voc�s homens do lixo encontraram algo dourado e quadrado,

deste tamanho? Algo dourado e met�lico

voou do colete do nosso homem bomba.

Na altura do peito, do lado direito?

Sim. Porqu�?

Reparei nesta costura � m�o

no forro do colete do homem bomba,

quase como um bolso caseiro.

Peda�o met�lico dourado.

Encontrei-o mais cedo, mas n�o sabia o que era.

Isto voou do bolso direito do homem bomba,

mas este colete nem t�m bolsos interiores.

Parece que este "seja o que for" dourado

foi costurado de prop�sito dentro do colete.

Bem visto.

Agora, h� uma esp�cie de grava��o nele.

Talvez consiga faz�-la aparecer.

Perdoem-me, mas quem � a Lady Heather?

� uma terapeuta sexual com quem o Grissom teve um caso

antigamente

N�o, do tipo, sexual,

mais do tipo... intelectual.

De qualquer forma,

ele trabalhou em alguns casos com ela.

E contra ela.

Ent�o o que achamos?

Que ela pode estar envolvida de alguma maneira?

N�o sabemos, mas gost�vamos de descobrir

porque este peda�o de metal com as iniciais da Lady Heather nele

voou do colete do homem bomba.

Sara.

Espera.

Isto vai parecer um pedido estranho,

mas sabes onde est� o Grissom?

- Grissom? - Sim.

Deixa-me ver, agarra num globo terrestre,

gira-o, procura o azul, e escolhe um oceano.

Ele pode estar em qualquer lugar. Porqu�?

Achamos que a Lady Heather

talvez tenha alguma coisa a ver com o atentado.

Lady Heather?

Bem, mesmo se ela tiver,

o que isso tem a ver com o meu ex-marido?

A Lady Heather est� de volta, certo?

Estamos a pedir um mandado para a casa dela, neste momento.

V� l�!

Se algu�m conhece esta mulher melhor que ningu�m, � o Grissom.

Pensei que ele podia dar-nos uma vis�o mais profunda.

Conrad, com todo o respeito,

o edif�cio todo est� a trabalhar no caso da bomba.

O Greg e eu temos um hist�rico com a Lady Heather, n�s tratamos disso.

Eu sei Sara. Mas este atentado

est� nas noticias internacionais agora.

Ia sentir-me melhor se esgot�ssemos todos os recursos.

Pelo menos tens o n�mero de telem�vel?

Chamada de Laborat�rio Criminal Las Vegas

Bem, se este for o caso, Conrad,

ent�o tenho de ir at� ai.

Mas vais ter que tirar-me disto primeiro.

Estou.

Deix�-lo ir?

Tem a certeza disso, Xerife?

Tudo bem.

Vou providenciar um transporte

e passa-lo para a sua cust�dia.

� o seu dia de sorte, parceiro.

Eu dizia-lhe para n�o sair da cidade,

mas acho que vai para a cidade do pecado.

Vegas.

CSI-The Series Finale "Immortality" Tradu��o Pt-Pt:Rkocheckers

Sr. Grissom?

Meu Deus! Ol�!

Bem-vindo de volta!

J� faz algum tempo desde que o vi da �ltima vez.

Mas, veja isto, CSI N�vel Um.

Eu consegui!

Sabe o que � mais louco?

� o meu primeiro dia.

Quer tirar o meu sangue

ou oferecer-me um grilo com cobertura de chocolate?

Mas, enfim, tenho de ir.

Foi �ptimo v�-lo, como sempre.

At� depois.

Sara.

Gil.

Voltei.

Estou a ver.

Grissom.

Obrigado por vires.

Vamos at� ao escrit�rio do D.B., Sara.

Quem � o D.B.?

D.B., Grissom.

Ol�, eu sou Diebenkorn Russell.

� um prazer finalmente conhec�-lo, Gil.

Os meus c�rebros costumavam estar naquela prateleira.

Sim, troquei os c�rebros por cogumelos.

Espero que n�o se importe.

Gil, pod�amos usar algumas dicas

sobre a Lady Heather.

A quest�o mais importante � esta.

Na �rea da explos�o,

encontramos um peda�o de metal dourado,

com as letras LHK inscritas nele.

Voou do colete suicida do homem bomba.

� log�tipo dela, mas n�o sei o que � isto.

Quando foi a �ltima vez que falaste com ela?

H� alguns dias atr�s, pelo telem�vel.

Acho que a tua operadora de telem�vel

� melhor do que era antes.

Quem quer actualizar-me?

Gil!

Soube que ias aparecer.

Catherine...

como o teu nome est� na escritura do Eclipse,

podia ser mais limpo,

se pudesses trabalhar noutras �reas para n�s, est� bem?

Claro. Vou trabalhar na linha cronol�gica,

e no perfil psicol�gico da Lady Heather.

Boa sorte com isso.

Sara, o teu mandado chegou.

A casa da Lady Heather � toda tua.

Perfeito.

O Grissom e eu vamos dar uma olhada.

30 minutos no carro, nem um pio.

Se estavas a jogar o jogo do sil�ncio no carro, definitivamente ganhaste.

Pensei que est�vamos a conversar.

Est� bem, ouve, antes de entrarmos l� dentro,

e lidar com a Lady Heather, eu quero que reconhe�as

que tu e eu n�o falamos muito desde do div�rcio,

ou antes disso, j� agora.

Fomos ambos para lados separados.

Tu est�s a fazer a tua coisa de Jacques Cousteau,

eu estou no terreno, as coisas acabam, eu percebo.

Mas tu e eu somos profissionais,

e como profissionais,

acho que seria do melhor interesse para o caso,

se fic�ssemos numa frente unida.

Sabes, trabalhar como uma equipa.

Ent�o, vamos p�r as nossas caras serias

e sermos profissionais.

Viste? A minha j� est�.

Est�s pronto para entrar?

Ver-te novamente deixou-me sem palavras.

Vamos.

Dra. Kessler?

Laborat�rio criminal de Las Vegas.

De 2000 at� 2006, a Lady Heather

Geria um Quarto Vermelho de "brincadeiras" na casa dela.

Chicotes, correntes, m�scaras de porcos,

os jogos sexuais completos.

Em 2006, ela fechou o Quarto Vermelho,

depois da filha dela Zoe, ser assassinada.

Da noite para o dia, os seus clientes do Quarto Vermelho,

tornaram-se pacientes de terapia, onde ela abriu

o seu consult�rio de psiquiatria.

E h� tr�s meses atr�s,

ela fechou abruptamente o consultorio dela.

- Porqu�? - Aqui vai uma ideia.

Este ano, a neta da Lady Heather, Alison,

filha da Zoe,

foi atropelada por um carro quando ia para a escola.

Ela morreu h� tr�s meses atr�s,

na mesma altura que desistiu do consult�rio.

Achas que os dois incidentes est�o relacionados?

N�o sei ainda.

A Lady Heather disse-me uma coisa

h� muito tempo atr�s que eu nunca esqueci.

Ela disse-me que h� muitas coisas que

podes dar a um homem...

o teu corpo, o teu tempo,

at� o teu cora��o,

mas a �nica coisa que nunca, jamais

jamais deves entregar � o teu poder.

Acho que ela perdeu tudo o que era importante para ela,

a filha e a neta?

� doloroso o suficiente perder um filho, mas dois?

Que mais raz�es tem ela para viver

a n�o ser exercer o seu poder de vingan�a?

Sem mencionar que estamos a lidar

com uma mestre da mente humana.

Sim, se algu�m consegue convencer

uma pessoa a explodir-se, � ela.

O que foi?

Conseguiu alguma coisa?

Acabei de atirar a minha cana a agua,

e apanhei uma coisa.

O que � isso?

Lamento, gostava de ter not�cias melhores.

Especialmente com todo o sangue

que voc�s encontraram na casa da Lady Heather.

Nenhuma das amostras de sangue pertence a Lady Heather.

Nem uma. A amelogenina � XY.

O doador � masculino.

O ADN na carpete nem sequer corresponde ao homem bomba.

Ent�o h� outro homem l� fora.

Juntamente com a Lady Heather.

O Robbins encontrou a outra metade do peda�o de metal dourado,

dentro da uma das v�timas femininas.

Parece ser uma esp�cie de chave.

N�o � uma chave qualquer.

� a chave do Quarto Vermelho da Heather.

Onde � isso?

Na masmorra.

Heather, o que foi que fizeste agora?

Interrompo alguma coisa?

Apenas os meus preciosos pensamentos, Henry.

Trouxeste o filme?

Pen drive.

Qual � a tua altura, Henry, 1,78m, e 72 kg?

74. Porqu�?

Vou fazer uma bomba.

Vamos explodir-te.

Est� bem.

�ptimo.

Ent�o...

onde aprendeu a construir bombas caseiras?

E... a bomba em que est� neste momento a trabalhar,

tem alguma hip�tese de explodir-nos?

Se a nossa organiza��o falhar

em p�r pescadores furtivos na pris�o por pilharem os nossos oceanos,

somos conhecidos por abrir buracos nos barcos deles.

Pode fazer isso?

Legalmente n�o.

Pronto.

Coloca o colete.

Estou a ver que cheguei na hora certa.

Certo, a bomba est� armada.

Para tr�s do muro.

Tr�s, dois, um...

Olha a �rea da explos�o.

Agora,

olha para o padr�o da explos�o no casino.

Sim, s�o id�nticos.

Agora olha para isto.

V�s o contorno,

no embrulho do tijolo de C4?

O rect�ngulo?

H� explosivos suficientes aqui

para explodir o andar inteiro do casino.

Com base nas marcas, nas partes de cola,

o homem bomba usou apenas um quarto do explosivo.

Explica o porqu� de n�o ter havido mais v�timas.

O que est� a incomodar-me � o C4 todo

que ainda est� em falta.

Mais perto das crian�as.

Claro.

Sente-se!

Devo puxar agora?

Vou puxar agora.

Saia da frente!

Senhora!

Puxa agora.

Est� bloquear a vis�o.

Meu Deus, ela tem uma bomba!

Meu Deus! V�o!

Senhora?

Sou da unidade anti-bombas de Las Vegas.

Tudo bem se eu me aproximar?

A senhora est� bem?

Est� a ir muito bem.

Quero apenas verificar.

Pode dizer-me o seu nome?

Senhora, eu...

Vou ter que chegar mais perto para dar uma olhada.

Vou tir�-la daqui em menos de nada.

Correc��o.

Eu � que vou tirar-nos daqui em menos de nada.

N�o, n�o, n�o, n�o.

N�o vai querer fazer isso, senhora.

J� � uma hero�na hoje, senhora.

Todas as crian�as sa�ram vivas.

Porque ela me fez dizer isso?

Algu�m est� a dar-lhe ordens, tal como ao homem bomba.

Consegues ouvir o �udio da voz, masculina ou feminina?

Anthony...

consegues saber o g�nero da voz no ouvido dela?

N�o, negativo. A voz est� muito baixa.

Tenho quatro fios coloridos aqui.

Vou ter que cort�-los por ordem.

Tudo bem.

Eu digo. Eu vou dizer-lhe.

Senhor?

Senhor?

- Estou quase l�. - Pare!

Acabou o tempo.

S� falta mais um.

Estou aqui pela Lady Heather.

Vamos! Mexam-se!

Meu Deus.

N�o faz sentido.

Porque a mulher-bomba n�o atingiu

cada homem, mulher, e crian�a quando podia?

Acho que quem estava do outro lado do auricular

estava ainda a tentar exercer o controlo.

Eu acho...

que ele estava a enviar-nos uma mensagem.

"Ele"?

Nem sequer pensaste que h� uma possibilidade

da Lady Heather estar do outro lado do auricular?

N�o pensei.

Gil, ela � uma manipuladora.

Ela tem controlado pessoas para viver h� anos.

Ent�o segundo a tua teoria,

a Lady Heather � a dominante neste cen�rio,

a dar as ordens.

E a mulher bomba � a submissa,

a obedecer as ordens, certo?

- Certo. - Pelas regras,

o dominante n�o pode magoar o submisso.

E se, por algum raz�o, o fizerem

o submisso pode usar a palavra de seguran�a

e interromper a dor.

Isto n�o � um jogo de fetiche.

Sara, a Heather nunca ia magoar ningu�m,

com a inten��o de matar,

especialmente pessoas inocentes e crian�as.

Vai contra tudo o que ela representa terapeuticamente.

Qual era a tua palavra de seguran�a com ela?

Para.

Pod�amos certamente ter usado essa palavra hoje.

Ol� meninas.

O meu nome � Catherine Willows.

Sou Agente Especial do FBI.

Devem estar a perguntar-se porque est�o aqui.

Na escola hoje, ouviram sobre

alguma coisa que aconteceu nas noticias?

Um rapaz disse que uma bomba explodiu?

Isso mesmo.

Houve uma explos�o no Hotel Eclipse.

A nossa m�e trabalha l�.

Eu sei querida, � por isso que estou aqui.

Ela est� bem?

Lamento querida...

a vossa m�e morreu hoje cedo.

Mas ou�am...

Eu quero que saibam que

eu estava com a vossa m�e,

antes dela morrer,

e ela segurou a minha m�o

como estou a segurar as vossas agora...

e ela disse-me

como estava orgulhosa

das filhas dela, Maria e Helena.

O que vai acontecer agora?

Quem vai cuidar de n�s?

E o vosso pai?

A m�e era tudo o que n�s t�nhamos.

N�o temos mais ningu�m.

Eu falei com o director.

A mulher que se explodiu era professora aqui.

Esta � a sala de aula dela.

De acordo com ele, ela foi colocada em licen�a administrativa duas vezes

por instabilidade mental.

O conselho escolar pagou por um terapeuta.

Nunca vais adivinhar o nome.

Dra. Kessler.

Que tipo de pessoa amarra uma bomba ao peito

e auto-detona numa escola?

Talvez algu�m sob a influ�ncia

do "Sopro do Dem�nio."

Burundanga.

A droga mais perigosa do mundo.

� uma flor que cresce abundantemente na Am�rica do Sul.

Um cheiro do seu p�len pelas vias a�reas,

e o receptor perde todo o controlo.

Obedecem a todas as ordens,

desde esvaziar a conta banc�ria para estranhos,

at� colocar um colete suicida.

Encontrei isto na mesa da professora.

A minha teoria � que quem est� por tr�s das bombas,

deu-lhe estas flores momentos antes,

dela entrar na pe�a da escola.

Obrigada.

Isso � t�o simpatico.

� um dos pais?

Neurologicamente, a droga � t�o potente,

que literalmente desligou

os receptores de julgamento no c�rebro dela

fazendo-a matar

sem processar as consequ�ncias.

Ent�o, o primeiro bombista, o homem no casino

tinha o "Sopro do Dem�nio" no seu sistema.

Segundo o relat�rio toxicol�gico, n�o.

Bem, acho que o homem bomba

n�o precisava de poder extra da flor.

Ele j� estava irritado com o casino

por ter perdido todo o seu dinheiro.

Ent�o quais as liga��es entre os dois bombistas?

Ambos eram pacientes da Lady Heather.

Ela � a co-conspiradora nisto tudo,

ou � o c�rebro?

Acho que ela est� a ser incriminada.

O Grissom tem uma teoria em que

a Lady Heather est� a ser incriminada apesar dele n�o ter um motivo

e usar todos os argumentos para validar a inoc�ncia dela,

quando tudo o que ele nos ensinou

sobre a santidade das evid�ncias...

aponta para ela.

Tudo o que disseste � verdade.

Mas ainda n�o temos provas.

Ent�o, e se n�o for ela?

Quem mais pode ser?

Quem podia ter acesso a coisas

que n�o devia ter acesso?

H� tr�s meses de grava��es em falta.

Jim?

Vai em frente, Sara. O que foi?

Ol�?

- Jim, ainda est�s a� fora? - Estou aqui.

H� algu�m na casa.

Dra. Kessler?

Dra. Kessler!

- Pare imediatamente! - Heather!

Pare! N�o se mexa!

Heather!

Est�s bem?

Sim, estou bem. Est� tudo bem.

Tens queimaduras internas, est� bem?

Precisamos levar-te ao hospital.

Fica comigo, est� bem? Apoia-te em mim.

Aqui � a CSI Sidle.

Preciso de uma ambul�ncia e dos bombeiros.

Sinto muito, Gil.

Sim, estamos a contratar, por isso...

Sim, bem, eu sei disso, mas...

n�o paga muito.

Ol�, Heather.

Obrigada por vires.

Ainda tens os teus an�is.

Nunca tiras os teus an�is.

Porque o faria?

Tenho de entregar-te.

Todos na pol�cia acham que �s respons�vel

por aqueles atentados.

Eu sou.

Obrigado.

N�o falei com ela sobre o caso,

mas ela veio at� aqui voluntariamente, por isso...

Por favor, tratem-na com respeito.

Com certeza.

Dra. Kessler,

muito obrigado por ter vindo hoje.

Obviamente, temos muitas perguntas a fazer-lhe

sobre os atentados.

E eu espero conseguir dar-vos respostas.

Eu come�o, Dra. Kessler.

Por mais que queira rebolar no tapete vermelho do "volunt�ria",

e receb�-la na sua pr�pria festa explosiva,

n�o encontro nos meus ossos forma de ignorar o meu est�mago,

ent�o vou apenas fazer-lhe a pergunta mais �bvia.

Est� ou n�o est� por tr�s dos atentados?

A tua hostilidade demonstra ci�me e ressentimento.

N�o combina contigo, Sara.

Sabes que mais, n�o estou com disposi��o, Heather.

Gostava que respondesses a minha pergunta.

E eu gostava de mais ch�.

Dr. Kessler, vamos trazer-lhe mais ch� daqui a pouco, mas...

Eu tenho uma pergunta para si.

Vim aqui para limpar o meu nome, pergunte � vontade.

Na sua resid�ncia, os nossos CSIs

encontraram bastante sangue na sua sala de estar.

Nem uma gota era sua.

Pode explicar isso?

Cheguei a casa depois de um dia longo

e fui surpreendida por um invasor.

E n�o se deu ao trabalho de ligar para a pol�cia?

N�o.

Depois da morte da minha filha Zoe

e o assassinato com carro da minha neta Alison.

Perdi toda a minha f� nas autoridades.

E quanto a sua s�sia na sua casa?

A mulher que explodiu no seu carro?

N�o sei quem ela era.

Presumo que quem est� a incriminar-me

enviou-a para levar a Sara a procurar no lado errado.

A �nica que est� a levar-nos a procurar no lado errado �s tu.

S� tens as tuas garras afiadas

por causa da intimidade entre o teu ex-marido e eu.

Agora quem � que est� a ser hostil?

Podes picar, Sara. Afinal,

j� estive em ambos os lados das picadas.

Certo, tudo bem.

Claramente a minha presen�a aqui � uma distrac��o.

Vou sair daqui.

Senhora...

mencionou que est� a ser incriminada.

Pode ter alguma coisa a ver

com as grava��es dos clientes desaparecidas?

A Sara encontrou tr�s meses de cassetes

em falta no seu escrit�rio

Acha que quem est� a incrimina-la...

Sim.

De que outra forma o bombista ia saber sobre

os problemas mentais e de jogo

dos meus pacientes?

Apenas respira Sara.

Ela est� apenas a tentar descontrolar-te.

Quanto mais a deixares atingir-te, mais controlo ela tem.

Eu sei. Desculpa, eu...

Perdi a calma.

Caramba.

N�o te martirizes.

N�o sinto o mesmo que tu sentes pelo Grissom,

e quero matar a cabra com as minhas pr�prias m�os.

Sou mulher, Sei o que isso � quando vejo.

E ela tamb�m.

Lembra-te disso.

Eu vou voltar a entrar.

Eu encerrei o meu consult�rio

no dia em que a minha neta morreu.

No instante em que ela deixou este mundo,

perdi tudo com que alguma vez me importei,

n�o consegui continuar.

Dei aos meus pacientes tr�s meses de pr�-aviso

e retirei-me.

Foi por isso que enviou o seu paciente ao meu casino?

Para espalhar a vingan�a pelo mundo?

Disse ao Grissom que estava por tr�s dos atentados.

- E estou. - Isso � uma confiss�o?

N�o estou a implicar-me a mim pr�pria como o c�rebro

por tr�s dos atentados ou dos bombistas.

A minha suspeita � que algu�m est� a incriminar-me,

e pode ser um dos meus ex-clientes do Quarto Vermelho.

S� n�o sei quem ou porqu�.

Pode fornecer-nos uma lista de nomes?

Claro que posso.

S�o todos.

Todos os 13 membros da chave dourada.

Posso?

O que est� a fazer?

O sangue encontrado na sua casa era masculino.

Estou a eliminar as mulheres suspeitas por agora.

Posso?

Porque eles est�o eliminados?

Est�o mortos. ataque de cora��o,

aneurisma, overdose, cancro.

Restam cinco.

Na vossa opini�o, acham que um destes cinco homens

� o c�rebro por tr�s dos atentados?

Acho.

Ent�o...

Quem �s tu?

Esse � o meu cart�o de cidad�o.

Sou mec�nico no Aeroporto Internacional McCarran.

Somos o 11� aeroporto mais movimentado do mundo,

com mais de um milh�o de c�maras de vigil�ncia.

Sr. Schember, tenho o seu consentimento

para tirar da sua boca uma amostra de ADN?

Sim.

Sr. Wittington, j� terminei, senhor.

Sr. Territo, pode abrir a sua boca,

ou posso arranjar um mandado judicial para tirar o seu ADN de outra forma,

mas acho que n�o vai gostar.

Como � que vai...

Obrigada. Pr�ximo!

Fui o primeiro cliente dela, sabe, da Lady Heather.

Parab�ns. Abra por favor.

Quando ela o apanha na cama dela,

n�o vai quer mais nada.

Pode fazer-me um favor?

Abra a boca e cale-se.

Obrigada, Sr. Rooney.

Obrigado a si

Posso fazer-lhe uma pergunta pessoal?

Por favor.

H� quanto tempo est� nessa cadeira de rodas?

Desde que eu me lembro.

Negativo. Nenhum do ADN dos cinco suspeitos

corresponde ao sangue que encontramos na casa da Lady Heather.

� um beco sem sa�da.

N�o vais conseguir mant�-los aqui.

N�o.

Acabei de chegar do hospital. O Brass vai ficar bem.

A dar trabalho �s enfermeiras, � claro,

mas mantendo-as entretidas.

Ol�, tu!

O que tens a�?

Vais a algum lugar?

Eu? N�o. � do Sr. Grissom.

Esqueceu-se da sua bagagem?

Encontrei-a l� fora na entrada.

Isso n�o � meu.

N�o �?

Tem o seu nome nela.

Bomba!

Todos para fora! Agora!

Todos!

Aquilo � um corpo humano?

Espere um pouco, Doc, pare!

Acho que h� alguma coisa na boca dele.

O que � isso?

� um cart�o micro SD.

"SD" � protegido digitalmente.

Isto � o que voc�s encontraram dentro do cad�ver?

O que raios � isso?

Parece algum tipo de camuflador digital de identidade .

Se est� a ver este v�deo,

eu quero-o morto.

Se n�o est� morto foi mantido vivo...

para o prop�sito da tortura psicol�gica.

Cabe�as humanas v�o ser arrancadas dos ombros.

Ossos v�o ser partidos e voar�o da carne.

Sangue inocente vai manchar e derramar.

O homem do casino e a senhora professora...

foram apenas o come�o.

O grande final foi

especificamente concebido para si.

Tenho o resultado do ADN do homem torso.

Um nome curioso apareceu no CODIS.

Voc�s lembram-se de...

um homem chamado Jacob Wolfowitz?

Foi condenado por matar a filha da Lady Heather anos atr�s.

Ele foi tamb�m o homem que a Lady Heather quase matou,

at� teres intervindo.

Heather! Para com isso!

Deixa-me terminar!

N�o podes fazer isto!

- Por favor... - Estou a dizer...

Para!

Era o Wolfowitz naquela mala.

Ele n�o foi condenado � pris�o perp�tua?

Bem, ele saiu.

Bem, metade dele, pelo menos.

Ent�o, claramente algu�m l� fora

est� obcecado pela Lady Heather,

e pelo aspecto do que encontramos na mala...

Algu�m pode estar obcecado por ti tamb�m.

A trabalhar duro, estou a ver.

Estou.

A desenhar criaturas marinhas.

Baleias e tubar�es.

Uma met�fora para Vegas, se pensares bem.

As baleias trazem o dinheiro,

os tubar�es levam-no.

As baleias s�o maiores em tamanho e estatura,

mas elas s�o submissas.

Os tubar�es s�o mais pequenos, mas s�o de longe

os mais dominantes.

Acho que algu�m l� fora est� a fazer de dominante,

mas na verdade � o submisso.

Certo

Ouve...

Preciso de um favor.

A novata...

ela est� a ter algumas dificuldades.

Ela acha que decepcionou-te.

Estava a espera que talvez pudesses

ajud�-la a processar a mala,

dar-lhe um pouco daquele amor e carinho de Grissom?

- Acho que ia fazer-lhe bem. - Acho melhor n�o.

Estou bastante satisfeito aqui.

De onde � que aquela rapariga veio, afinal?

Da minha vagina.

N�o a reconheces?

Grissom, � a Lindsey.

Aquela � a minha filha.

Olha para isto.

Tenho uma orelha.

Tenho uma orelha!

Espera. Eu... eu ouvi bem? Tens uma orelha?

Sim, chega aqui. Tenho... sim, tenho uma orelha.

Esta coisa � incr�vel.

Quem enviou este v�deo

usou um software caseiro

para retorcer a imagem, certo?

Ent�o, pixel por pixel,

estou a tentar reverter o camuflador digital.

� como desfazer

ovos mexidos ou assim, mas...

Tenho uma orelha.

E sabemos que o nosso bombista � caucasiano.

Daquilo que consigo depreender da foto parcialmente remontada

e da an�lise da voz, a pessoa no v�deo � caucasiano, talvez 40 anos.

Tamb�m acreditamos que o g�nero n�o � feminino.

Est�s a inocentar-me?

Estou a inocentar-te de seres a pessoa no v�deo.

Ainda n�o te exclui como suspeita.

Mas n�o est�s aqui sozinha sem o Grissom

para mostrar-me um rosto enrolado e um p�ssimo �udio.

Est�s aqui por outra raz�o, n�o est�s?

Eu estou aqui, com base no que acabei de mostrar-te,

para perguntar-te se fazes alguma ideia

de quem pode estar por tr�s disto.

Tive milhares de clientes e pacientes,

a passar pelo meu dom�nio durante anos.

Qualquer um deles pode estar atr�s de mim

por milh�es de raz�es imprevis�veis.

N�o estou a falar sobre ti, Heather.

Isto � sobre o Grissom.

Porque algum dos teus clientes, ou pacientes podia ir atr�s dele?

Se n�o est�s por tr�s disto, ent�o ajuda-me.

Ajuda-o a ele.

Tens medo por ele, n�o tens?

Tenho.

Amas ele?

Amo.

Eu acredito em ti.

Devias.

E tu?

Eu o qu�?

Amas ele.

N�o.

Receio que n�o posso ajudar-te.

� assim que se faz, Lindsey.

Est� tudo no pulso.

Qual � o nosso lema?

Se o p� for demasiado, a evidencia pode ter oxidado.

Se o p� for sofrivel, fica pouco visivel.

Tenho outra para ti.

As evid�ncias podem ser claras,

mesmo se forem raras.

Mas � o que n�o vai l� estar,

que te pode vir a assustar.

� a minha favorita at� agora.

Acho que talvez tenha uma para si.

For�a.

Acho que encontrei uma pista...

para o enredo complicar.

Aquilo que n�o pertence...

� o "X" a marcar o lugar.

Eu sei o que s�o estes n�meros.

Latitude e longitude.

Rapariga esperta.

Quer companhia?

Estou bem, Mitch.

Dr. Grissom, apresento o Sr. SynDaver,

A �ltima moda na ind�stria m�dica.

Estes cad�veres sint�ticos

fizeram furor o ano passado na confer�ncia de cirurgi�es

realizada em Boston.

Eles permitem aos m�dicos realizar cirurgias

sem ter que usar corpos verdadeiros.

- Eu prefiro os cad�veres verdadeiros. - Eu tamb�m.

N�o se mexa Doc.

Desculpa minha pequena Apis mellifera.

Bom trabalho, Doc.

Ent�o, o que acham?

Torres de telem�vel?

Insecticidas?

Para voc�s confiarem na vossa rainha assim,

deixando-a a defender-se sozinha

na companhia de abelhas imaturas?

N�o admira que o s�ndrome do colapso da col�nia

seja um problema na vossa colmeia.

Ol�.

Estava a falar com as abelhas.

Chocante.

Soube que estavas aqui.

Pensei que talvez precisasses de ajuda.

Adorava alguma.

Sinto falta de trabalhar lado a lado contigo.

Tu e as abelhas.

A pergunta �,

como � que a abelha entrou no cad�ver?

Eu creio que o Sr. Abelha...

que descanse em paz,

veio de boleia da floresta.

A taxonomia chegou.

Insecta, Hymenoptera,

Aprocrita, Apoidea...

Andrenidae.

Uma abelha mineira.

�rea florestal, Monte Charleston.

Abelhas farejadoras.

As melhores farejadoras do mundo.

Ent�o, j� treinaste as abelhas com o n�ctar,

e cada frasco com c�digo de cores

tem sua pr�pria receita individual.

E colocamos os frascos abertos,

em seis regi�es diferentes no Monte Charleston,

para cobrirmos a floresta inteira.

Certo, rapaziada, levem-nos e deixem-nos no lugar.

Tirem as tampas. Usem os mapas.

Sigam os vossos mapas a risca.

Agora, tudo o que temos de fazer � pintar as abelhas,

para combinar com a cor da regi�o

para sabermos onde estiveram.

Verde... parte Noroeste da floresta, laranja... parte sudeste da floresta.

Assim que forem pintadas, simplesmente dizemos adeus,

e a busca come�a.

Quando libertarmos as abelhas coloridas,

a sua primeira prioridade � separarem-se

e encontrarem o seu n�ctar.

Durante o voo,

elas inalam naturalmente tudo da floresta,

ent�o quando regressarem, �s suas caixas coloridas,

podemos testar as suas colmeias,

para a presen�a de humanos em altitudes elevadas.

Ent�o, se tivermos uma combina��o,

vamos saber exactamente onde procurar.

Primeira vez para tudo.

Excelente.

Bem feito.

Catherine...

A imagem distorcida...

n�o foi feita apenas para camuflar o rosto.

Tem picos de fric��o. � uma malha circular.

N�o, n�o, � uma impress�o digital escondida.

A laranja voltou.

Laranja � a regi�o seis. Caramba, elas s�o r�pidas.

Presen�a humana negativa.

Ent�o ele n�o est� no lado sudeste.

Podemos eliminar essa regi�o.

Faltam mais cinco.

A verde voltou.

NEGATIVO

IMPRESS�O MONTADA

Meu Deus.

Aqui est�s tu.

A vermelha est� aqui.

POSITIVO

Finalmente, temos uma combina��o.

Vermelha, presen�a humana.

Regi�o dois. 7.500 p�s de altura.

� �ngreme, no topo da montanha.

A norte do Monte Charleston.

Pode ser um caminhante.

Sim.

Pode ser um assassino.

Vim o mais r�pido que eu pude.

Ainda a procura

IDENTIFICA��O ENCONTRADA

Funcionou. Temos uma combina��o.

A Sara interrogou esse tipo.

� um dos cincos suspeitos da chave dourada.

Greg, traz a Morgan. Estamos de sa�da.

Temos o nome e a resid�ncia do bombista,

1475 Coven Gardens Road.

Encontro-vos l�.

O apartamento do suspeito est� limpo,

mas temos informa��es de actividades suspeitas

na garagem.

Est�o a ver isto?

Os cron�metros est�o sincronizados.

Temos menos de 5 minutos para descobrirmos o que fazer.

Central, estamos aqui nos apartamentos Maggadino,

na sa�da de Coven Gardens.

A garagem toda est� armadilhada com explosivos cronometrados.

O edif�cio est� completamente ocupado.

Estamos em perigo iminente.

Repito, estamos em perigo iminente.

N�o atirem! Ele est� armadilhado!

Dalton Betton?

Como � que isto � poss�vel?

Sr. Grissom.

O ADN dele n�o teve correspond�ncia.

Eu aperto este bot�o,

os seus amigos morrem.

Puxo esta corda,

n�s morremos.

Finalmente...

Eu tenho todo o poder.

Odeio dizer isto,

mas n�o temos tempo para o esquadr�o anti-bombas.

- Este problema � nosso agora. - Que tipo de bomba � esta?

Uma bomba em cadeia.

Se uma explodir, explodem todas.

Para n�o mencionar que h� C4 suficiente aqui

para derrubar este complexo de apartamentos inteiro.

A �nica forma de resolver isto � cortarmos os fios ao mesmo tempo.

Um de n�s em cada carro, cortem ao meu comando.

Se formos um mil�simo de segundo mais cedo ou tarde as bombas v�o detonar.

Este edif�cio est� cheio de civis.

N�o podemos fugir disto. � tudo ou nada.

Fazer ou morrer. Est�o comigo?

Sr. Betton, a doen�a que est� a esconder,

� cancro?

Linfoma.

Se algu�m deixou o seu sangue

na casa da Lady Heather,

enquanto fazia um tratamento com c�lulas tronco,

alterando o formato gen�tico do seu ADN,

isso faz dele duas pessoas diferentes?

Cientificamente,

tenho duas composi��es gen�ticas.

A vossa recolha de amostras vai dizer-vos isso.

Filosoficamente,

Enviei aquelas pessoas para fazerem

o meu trabalho sujo.

Tudo com o prop�sito

de ficar cara-a-cara consigo.

H� quatro cores aqui.

Laranja, amarelo, vermelho e preto.

Vermelho e preto.

Vermelho e preto.

Fala comigo, Sam.

Certo, temos menos de dois minutos!

Quero que tirem com cuidado os vossos alicates

e mantenham firme as l�minas a volta da cobertura pl�stica

do fio vermelho! Repito!

Fio vermelho!

Tic-tac...

Tic-tac.

- O que quer? - A vida dele.

Ele arruinou-a.

Ele tirou-a de mim

no momento em que impediu a Lady Heather

de matar o Wolfowitz.

Eu fui o primeiro cliente.

Eu fui o primeiro homem

com quem ela dormiu na masmorra.

E depois apareceu

e transformou o cora��o dela.

Ela desistiu dos jogos por sua causa!

Ela desistiu do consult�rio por sua causa!

Ela desistiu de mim,

por sua causa!

E agora...

Tudo o que a Heather e eu tivemos...

desapareceu.

N�o pode perder uma coisa que nunca teve, Sr. Betton.

A Lady Heather nunca dormiu consigo.

Ela nunca dormiu com nenhum dos seus clientes

ou dos seus pacientes.

Mas esteve emocionalmente

ligado a ela. N�o esteve?

A pergunta agora �...

quanto � que est� ligado a essa bomba?

Muito bem!

Ou�am o som da minha voz!

Cortamos no "um."

Adoro-vos malta!

Contagem regressiva, em dez!

Nove! Oito!

- Sete! - Bolas!

Seis! Cinco!

- Apanhaste? - Sim.

Dois!

Um!

Os seus amigos est�o mortos.

N�o me parece.

Sabe, eu conhe�o as bombas.

Eu conhe�o os oceanos, tamb�m.

H� um grande mam�fero no oceano

conhecido como a baleia 52 hertz.

Todos os anos pratica

a sua can��o de amor para a f�mea.

Viaja milhares de milhas para encontr�-la.

Mas quando finalmente tem a oportunidade

de fazer-lhe uma serenata,

ela nem sequer lhe responde.

Porqu�?

A sua balada de amor � cantada a 52 hertz,

uma assinatura s�nica uma nota mais alta

que o menor som de uma tuba.

A f�mea m�dia ouve de 10 a 15 hertz.

Ent�o ela nunca ouve a can��o dele.

Chamam-lhe de baleia solit�ria.

E ano ap�s ano, durante cem anos,

ele trabalha numa nova can��o de amor,

e nunca, jamais recebe uma resposta.

Eventualmente, morre,

sozinho para sempre...

com o cora��o partido.

Mas tem estado a chamar tamb�m.

Tem estado a chamar pelo amor da Lady Heather.

Mas ela n�o est� a responder, pois n�o?

E a parte assustadora para si �...

que ela nunca vai faz�-lo.

N�o.

N�o tem todo o poder.

Pois n�o?

V� em frente.

Puxe.

Querida, est� tudo bem, est� tudo bem.

Conseguimos. Conseguimos.

Grande equipa.

Como � que sabias do colete?

Acho que o colete era apenas para assustar-nos.

Deu para perceber que n�o estava armado.

O Betton podia causar dor nos outros,

mas n�o podia tirar a sua pr�pria vida.

Ele amava a Heather demasiado.

Acho que ele n�o ia suportar deixar este mundo sem ela.

O que foi?

EM MEM�RIA DE JULIE FINLAY

FIM DE TURNO 15/02/2015

Jules.

Onde quer que eu v�, tu vais.

De sa�da?

Sim, estou...

N�o sou de grandes despedidas,

bolos, velas e hip-hurra!

Bem...

N�o sou de grandes despedidas tamb�m.

Por isso gostava

de colocar o meu nome na lista para essa posi��o de director.

Quer dizer, se a Sara n�o aceitar.

A s�rio?

Sim, estou a voltar para casa.

Vegas est� no meu sangue.

Tenho a minha filha Lindsey.

E...

muito do que meu o pai deixou para tr�s est� aqui.

Para n�o falar daquelas duas meninas

que n�o t�m ningu�m.

Tudo motivos para voltar,

para onde eu perten�o. A casa.

E tu est�s a ir para Leste?

Sim, sim! Uma oportunidade apareceu.

Nunca � demasiado tarde para come�ar um novo capitulo.

- Como costumam dizer. - Boa.

Ent�o...

Posso ajudar-te a levar alguma coisa?

N�o, na verdade, deixa comigo...

Tudo o que est� na minha mente, e...

e no meu cora��o, est� aqui nesta caixa.

Certo, certo.

Mais uma, mais uma.

Deste lado.

�ptimo, �ptimo. Obrigado pessoal.

- Parab�ns Sara. - Obrigada, Conrad.

Falo contigo mais tarde.

Obrigada.

Eu nunca pensei que veria este dia chegar.

- Mas com o D.B. a sair... - Tu mereces.

Vegas tem sorte em ter-te.

Os oceanos t�m sorte em ter-te a ti.

� ir�nico, n�o �?

Fui sempre aquela que queria sair de Vegas,

e tu aquele que pensava que nunca ia sair.

Sim.

Bem...

Ent�o...

Espero que encontres o que est�s a procura l� fora.

Adeus, Gil.

� tudo. Terminamos.

Obrigado pelo teu depoimento.

O promotor p�blico pode pedir-te para testemunhares,

mas a decis�o � inteiramente tua.

Claro. O que ajudar.

Heather...

Antes de eu voltar para o meu barco...

Quero agradecer-te.

Agradecer-me pelo que?

Quando nos conhecemos, eu...

tinha uma barreira no meu cora��o.

Tinha perdido a minha cren�a na humanidade.

A �nica verdade � que eu...

que eu conhecia era a ci�ncia emp�rica.

Queria apenas agradecer-te por...

Abrires o meu cora��o.

Atrav�s de ti,

aprendi a amar algu�m.

A sara?

Ela restaurou a minha f� no ser humano.

Al�m disso...

Ela ajudou-me com as minhas palavras cruzadas.

Ela tem sido a minha melhor amiga.

Vou sentir a falta dela.

Pelo resto da minha vida.

Sara,

a recep��o pediu-me para entregar isto.

� a cassete de v�deo

do interrogat�rio final da Lady Heather

antes do Grissom solta-la.

�ptimo.

Obrigada, Lindsey.

Eu... vi o interrogat�rio todo.

Aprendi muita coisa.

Especialmente o final.

Devias ver.

KESSLER, HEATHER DEPOIMENTO

F I M

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