All language subtitles for Cut Off (2006) 720p

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Original subtitles

O ROUBO

Campainha Avariada N�o Bata - Estou C�

Ol�, Boo, como est�s?

Ainda est�s zangada comigo?

Outra vez comida mexicana? Que mal � que eu te fiz?

Sabes que n�o gosto de arroz e feij�o. N�o quero passar mal � noite.

Pai, baixe o som da televis�o.

Tudo bem, querida. Vou baixar a televis�o.

Bestial!

Ontem foi taco, anteontem...

burrito duplo e hoje...

"chalupa".

� como embrulhar um peido numa tortilha.

N�o admira que trabalhem todos ao ar livre.

BAIXE O SOM

N�o fala comigo, mas manda mensagem.

Manda um sinal de sat�lite a 63 milh�es kms no espa�o, quando estou a 3 metros.

N�o fecha a porta da rua, mas manda-me mensagens.

N�o vivemos numa mans�o!

Porra! Nem sequer vivemos numa casa!

Quanto?

Quanto o qu�?

Quanto vais levantar?

O de sempre.

O de sempre s�o 10...

s�o 15, 20 mil?

- Com licen�a. - Obrigada.

Quero fazer um levantamento.

J� a atendo.

Miss Luser, estou com um pouco de pressa.

Se pudesse apressar-se um pouco, seria fant�stico.

Em que posso ajud�-la?

Quero levantar 20 mil d�lares da minha conta.

Preciso do seu BI e do cart�o do banco.

Claro que precisa.

Obrigada.

Lamento, a conta foi encerrada.

Como?

Parece que o Mr. James Burton, de Londres, fechou a conta.

Veja de novo. Isso � um engano. Veja de novo.

S�o 16:20h!

Lamento muito, Miss Burton.

Tenha um bom dia.

Estou?

Pai?

Patricia?

Pai, disseram-me que encerrou a minha conta.

Ach�mos que seria melhor para ti.

"N�s"? Como assim? Isso n�o existe. � a vadia da Alice?

Deixa a Alice fora disto.

Acho que devias arranjar um emprego.

N�o pode cortar a minha mesada. Preciso da sua ajuda.

N�o fraquejes. � a �nica maneira.

Est� bem. Ent�o, qual � o emprego que vai arranjar-me?

Est�s enganada. N�o vou arranjar-te emprego.

Tu � que vais � procura de emprego.

Mesmo que isso signifique lavar pratos, come�ar de baixo.

Agora est�s por tua conta.

Estou?

Finalmente.

Pai?

O que foi?

Pauly, o meu pai encerrou a merda da minha conta no banco!

Que mau!

A cabra da Alice est� por detr�s disto, eu sei!

Alice?

A nova vadia dele.

� um ano mais velha que eu.

Est� mortinha para se ver livre de mim, desde o in�cio.

Merda! Nunca tive que me preocupar com estas coisas.

Eu era membro do " clube de esperma sortudo"!

V� l�, querida...

Vamos tomar uma bebida.

Ir� ajudar-me a pensar.

Pois... Porque pensar foi sempre o teu ponto forte.

Muita gente trabalha no McDonald" s. Talvez ela seja boa nisso.

Num dia, sou rica e, no outro, estou falida.

- Toma. Fuma um charro e acalma-te. - N�o temos dinheiro!

N�o quero fumar essa merda!

- Vamos falar com o Mikey. - O teu traficante de drogas?

Ele n�o � traficante.

Ele vende erva.

Vira aqui.

Doug, duas imperiais.

Quanto dinheiro tens?

Menos de 100 d�lares.

S�o 9 d�lares.

A� tem, amigo.

Fique com o troco.

Est�s doido? Deste-lhe 20 d�lares!

Se faz favor... Pode chegar aqui, por favor?

Est�s doido?

Pode dar-me o troco?

S�o cinco, seis, sete...

oito, nove, dez...

onze.

Diz-me uma coisa...

Porque tenho alguma dificuldade em entender.

Por que estou contigo?

� pelo sexo, lembras-te?

Pois �. Foste �ptimo ontem � noite.

Eu sei. Tu tamb�m.

- Credo! - Onde estiveste ontem � noite?

Fiquei no Pink Bunny at� �s 5 horas. Ainda n�o dormi.

Est�s p�ssimo. O que foste l� fazer? Aquelas mi�das s�o muito agressivas.

Tens que usar uma esponja nas cuecas, num s�tio daqueles.

Se n�o tens cuidado, acordas com flocos de batata nos fundilhos, no dia seguinte.

N�o lhe deste nem um d�lar.

Se algum dia ganhares um d�lar, d�-lho a ele.

Sabes que mais?

Talvez lhe d� mais do que isso. Montes de dinheiro.

Porque tenho tudo planeado.

Vais ver.

Vagabundo!

O dinheiro ou a vida!

P�ra com isso.

Foi divertido. Onde est� o teu sentido de humor?

Tenho um plano a fermentar.

Pauly, isso � a cerveja a fermentar no teu c�rebro.

- �s t�o engra�ada. - Preferia ser t�o rica.

� o Mikey.

Mikey.

Lembras-te da Patricia, certo?

Nunca esque�o uma mulher bonita.

Pauly, o que te disse sobre a regra do sil�ncio?

Nunca ligares ao teu traficante...

Nunca te ligar antes...

- Sil�ncio. - Mikey...

- Mas, Mikey, isto �... - Est� a falar.

� uma emerg�ncia.

Qual � a pressa?

Temos uma viagem planeada.

O que queres? LSD?

Mescal, mescalina, cogumelos, ecstasy?

N�o, Mikey. Queremos dar o n�. Viajar pelo mundo, atravessar o Atl�ntico.

Seguir as ondas.

- Isso parece caro. - � esse o problema.

- Precisamos de "graveto". - De quanto est�s a falar?

O suficiente para um ano.

- E isso seria quanto? - Uns 600 mil d�lares.

E quem �s tu? A Paris Hyatt?

Mikey, n�o v�s por a�. A Patricia e a Paris t�m uma rixa.

� terreno perigoso.

Est�s a falar a s�rio?

600 mil?

Por que n�o roubam um banco?

Viste, fofa? Eu disse-te. O Mikey vai ajudar-nos.

Eu n�o vou ajud�-los. S� suprimentos.

Tudo bem. Ent�o, arranja-nos umas armas...

Suprimentos, certo? E n�s faremos o resto.

Ol�!

- Ol�, ol�... - Quais s�o as novidades?

- Viste-o nos jornais? - Ele est� sempre neles.

Mais mil milh�es.

Milh�es? De quantos...

...� que ele precisa? - Ol�, James.

Ol�, querida.

Quantas vidas � que ele arruinou?

Fechou dois sectores activos h� mais de 70 anos.

Vinte e oito mil pessoas desempregadas.

- � menos que o normal. - Ele est� viciado.

Ele? Ele?

O meu pai tem nome, sabia?

Bolas!

Continua a ser a filhinha do pap�.

Agora est�s por tua conta.

Por que n�o fazem algo mais simples tipo...

...irem a uma ag�ncia de levantamentos?

Por que � isso mais f�cil?

Para come�ar, n�o t�m vidro � prova de bala,

a seguran�a � pouca e carregam uns 200 mil �s sextas-feiras.

Eu conduzo e a minha parte � 1/3.

Vamos a minha casa buscar algum material.

Era um bom charuto, George.

Numa noite, quando estiveres deitado com a tua querida,

na marmelada com ela,

d�-lhe uma passa. At� lhe crescem as mamas.

Como chamas um c�o sem patas?

- N�o sei. - N�o chamas. Ele n�o pode vir.

Aposto que fumas um cigarro, sempre que o levas � rua � noite, certo?

� Wild Bill?

Sentes-te com sorte, vagabundo?

- J� usaste uma ca�adeira? - Eu uso a ca�adeira.

Princesa, a s�rio?

- Fui criada com armas. - Que fixe!

Isto n�o � tiro ao alvo, princesa.

Ent�o, leva tu a arma e eu conduzo.

N�o posso.

- Porque n�o? - Estou em liberdade condicional.

Porqu�?

Tr�fico de hero�na.

- O que foi? - Ele s� vende erva?!

� Doobie Brothers...

Prestem aten��o!

Ela tem raz�o. Dev�amos...

Dev�amos rever o plano mais uma vez.

Caramba, George!

N�o sabes que n�o se faz isso no carro de ningu�m?

- Santo Deus! - Desculpa, Dick.

- Porra! - Tamb�m estou a arder.

Mikey, essa arma funciona, certo?

Sim, deveria.

Talvez n�o dev�ssemos carreg�-la.

Talvez ele tenha raz�o.

E se precisares de disparar um tiro de aviso?

Por um lado, ela est� devastada com o que ele me fez,

por outro lado, fica ansiosa, � espera que ele telefone.

Ele liga?

Sim, no in�cio, ligava uma vez por semana.

E depois... cada vez menos.

Quanto menos? Uma vez por m�s?

Pouco.

Devias ver a cara dela a iluminar-se quando ele liga.

Suponho que ele lhe envia presentes.

Sim, na verdade...

Com o intervalo de alguns meses, como um rel�gio.

Claro. Porque isso est� na lista de tarefas quinzenal da secret�ria dele.

Os presentes s�o ridiculamente exagerados.

- Mas isso n�o o deixa mais pobre. - � dinheiro de culpa.

Ele devia dedicar � filha tempo e aten��o.

Ele n�o a v� h� seis meses.

Ele acha que pode comprar a filha.

N�o � isso que me preocupa.

O que me preocupa, Louise...

� o que acontecer� quando ele parar de pensar assim.

Tens raz�o.

Quanto menos fala com ela, menos a v�, at� que...

Exactamente. Com o passado dele,

� s� uma quest�o de tempo, at� que se esque�a dela.

Agora est�s por tua conta.

Como se engravida uma freira?

- N�o sei. - Vais para a cama com ela.

O seguran�a acabou de sair do edif�cio.

Quantos funcion�rios?

- Tr�s. - Tens o tijolo?

Tenho.

- Est�s nervoso? - Nada mesmo. E tu?

Amo-te, amor.

Tr�s minutos. � entrar e sair.

Simples.

Que a adrenalina aumente!

- Todos para o ch�o! - R�pido!

Todos para o ch�o!

Atira!

Assalto a decorrer na Broadway com a 5a.

Entendido. Carro 28 a responder. Broadway com a 5a. Termino.

Vamos agitar!

Patricia, viste aquilo? N�o � radical?

Por que n�o lhes d�s a nossa morada?

Merda! Acabaram os 3 minutos!

Vamos, saiam da�!

O que devo fazer? O que devo fazer?

O que se passa?

Foram disparados alguns tiros.

Mikey! Merda!

Abra a porta!

Abra a merda da porta!

Ol�, Benny.

Viste alguns sujeitos suspeitos por aqui?

N�o, detective. Respondemos a uma chamada na 5a. Com a Main.

Um jovem foi esfaqueado. Est� muito ferido.

Viste algu�m a fugir?

Lamento. Tenho algu�m a esvair-se em sangue l� atr�s.

O hospital est� � espera. Tenho que ir.

Chet, estanca o sangue, enquanto aplico uma IV.

Ao menos, um est� vivo.

- Amor, vais ficar bem. Prometo. - A culpa n�o � tua.

Desculpa.

- Aguente. Vai doer. - S� forte.

N�o era o Mikey Patrino que ia a conduzir aquele Mercedes prateado?

Por que raio est� ele a conduzir um Mercedes?

N�o sei.

Mas parece que vai a fugir.

Param�dico 426, daqui alerta 75. Qual o tempo de chegada?

Tenho que responder.

Ganhe tempo.

Diga-lhes que est� a caminho.

Unidade 426 a caminho do hospital.

Param�dico 426, alerta 75. Qual o tempo de chegada ao hospital?

O que quer que eu diga?

Ele precisa de uma resposta, ou mandar�o um carro patrulha.

Diga-lhes 15 minutos.

Central, tempo de chegada 15 minutos.

Entendi. Terminado.

Leslie?

Sam, preciso de caf�!

- Com licen�a. - Chet, estamos a ser sequestrados.

- N�o estamos na escola. - O que foi?

S� temos mais alguns sacos de soro.

Estes dois duram duas horas, no m�ximo.

Leia os meus l�bios.

N�o quero saber destes dois. Estou-me nas tintas para este!

Mas que porra!

- V�o deixar-me morrer? - N�o vamos deixar ningu�m morrer.

Quem pensa que �? E apenas uma m�dica, porra!

Cala-te!

Caso n�o tenhas notado, sou eu que tenho a arma.

Mate-o.

- N�o vais fazer merda nenhuma. - Estoiro-te a merda dos miolos!

Fica na tua e estoira os teus miolos, est� bem?

Porque eu sou o vosso bilhete da lotaria para sa�rem desta treta.

Do que est� ele a falar?

Vou explicar-te como se tivesses cinco anos, idiota.

Dois amadores cretinos.

Qualquer um que tenha olhos consegue ver.

Ela consegue ver.

Voc�s n�o t�m um plano, t�m? Porque se tivessem, j� me teriam matado.

A prop�sito, adoro as suas mamas.

O que tens em mente, Shaft?

Deixa-me dizer-te o que tenho em mente. Primeiro, n�o posso brincar com a pol�cia.

O meu nome � Joker e matar a pol�cia � o jogo.

Param�dico 426. Qual � o tempo de chegada ao hospital?

Ganhe tempo.

- Central, daqui Unidade 426. - Onde raio est�o?

Param�dico 426, alerta 75. Por favor, respondam.

V� l�, pessoal. Onde est�o?

- Sam! - Ainda est� a ferver!

Sam, acho que temos um problema.

Volta a cham�-los.

Param�dico 426, daqui � alerta 75.

Por favor, responda.

Aguarde, central.

O que quer que lhes diga?

Diga-lhes que podem beijar-me o meu traseiro preto!

Adoro uma irm� inglesa com uma arma.

Central, daqui unidade 426. Temos um c�digo 999.

� um 999.

- Pe�a refor�o policial. - Gabinete do Xerife.

Repito. Unidade 44, responda, porra! Unidade 44, responda.

Daqui unidade 44. Agente Dick Bush, termino.

Daqui alerta 75. Temos um 999 em andamento.

Unidade 426.

C�digo 33. Alerta a todas as unidades.

Dois suspeitos armados e perigosos.

Seguran�a morto na ag�ncia de levantamentos, na Rua 5.

- Por favor, respondam. - Caramba, Dick!

Achas que temos hip�teses de matar uns sacanas hoje?

Tens que seguir o b�sico, George.

Quando lidamos com bandido armados e perigosos,

matamo-los.

10-4, 10-4, escuto.

A pizza est� boa.

Detesto estragar a reuni�o entre o l�der de "gangs" e os ladr�es de banco,

mas essa coisa que est� a sair dos dois � sangue.

Se n�o os levarmos ao hospital, a brincadeira acaba.

Disse que tinha l�quido para mais duas horas, certo?

At� l�, estaremos em m�os seguras, n�o com algemas.

Joker, conheces algum m�dico?

Se conhe�o? N�o h� bandido que n�o esteja em minha folha de pagamentos.

Tens dinheiro, jogador?

Por favor. V� ao meu bolso.

V� ao meu bolso, tire o meu telem�vel.

- Marque 114. - Val, ouviu o mano.

Sim, ouviu o mano.

Chet, d�-me code�na. Esta dor est� a dar cabo de mim.

Aguenta, amor.

Vou tirar-nos disto, prometo.

Amo-te, ursinha.

Ol�, Rico, 't�-se bem?

- Diz, meu. - Chama o doutor.

- O que houve? O Dr. G? - Merda de "rapper" idiota!

Vai ter comigo ao armaz�m e leva o m�dico.

- Para onde vamos? - Dirija-se para a Av. Washington.

Para o Heights. E depressa.

- Pode voltar amanh�. - N�o, obrigado.

Tenha um bom dia.

Viva, Mikey!

- Como vai isso? - Vai bem.

- Estou a ser um bom cidad�o. - J� imaginava.

Quer sopa?

Tens um minuto?

N�o. Estamos com falta de volunt�rios hoje, desculpe.

Que pena.

Tens tempo para um cigarro.

� tudo teu, desculpa.

- Com licen�a. - Boa tarde.

- Voc� � o perito? - Tenho alguma pr�tica.

- Voc� � a Lydia? - Agente Lopez.

Agente Jones, Lydia.

Ent�o, com quem tem estado a falar?

O Benny � o nosso motorista. A Val � param�dica, juntamente com o Chet.

Temos Benny, o motorista. Val, a param�dica, com o Chet.

Quem mais?

S� isso. H� uma mulher no comando. N�o sei o nome, n�o falei com ela.

O �ltimo contacto foi h� 45 minutos.

Um criminoso fugiu da pris�o.

Estamos no meio da noite,

ele v� uma casa com um jovem casal l� dentro.

Entra sem fazer barulho nenhum.

N�o os acorda.

Nem um barulhinho.

Sobe at� ao quarto, arranca-os da cama e leva-os para a cozinha.

- Para poder amarr�-los. - Come�a a beijar a mulher no pesco�o,

apalpa-lhe as mamas, sussurra-lhe ao ouvido...

De repente, p�ra e vai � casa de banho.

- Sabes o que acontece a seguir? - Ele ganha a lotaria.

O marido diz: "Querida, sei que ele � um criminoso doentio.

Est� a beijar-te o pesco�o e vai violar-te.

Sei que � dif�cil resistir, mas tens que te aguentar e ser forte."

Posso terminar a porra da anedota, por favor?

O marido diz: "Mas que raio estava ele a sussurrar-te?"

E ela diz: "Ele disse-me que era gay

e que ia � casa de banho buscar a vaselina para te comer o cu!"

E a mulher diz: "Por isso, querido, mant�m-te forte."

Essa anedota mata-me!

Querido, como est�s?

O qu�?

Eu consegui fazer isso, o que � bom.

N�o vais gostar nada disso!

Ele est� com alucina��es. Ele tomou alguma droga?

Acho que ele tomou...

LSD. Acho que era LSD, h� pouco.

Que bom. Eu gosto.

J� n�o somos os cavaleiros que dizem "ne".

Somos os cavaleiros que dizem: "Chato, chato, bum!"

Deve ser da pancada na cabe�a. Pode ser isso?

Chet, ele est� a ter um ataque!

Para tr�s!

- O que se passa? - Um ataque induzido pela droga.

- Isso � mau? - �.

N�o morras! N�o morras!

- N�o morras! - Respire.

N�o morras!

N�o morras! N�o morras! N�o morras!

Valium administrado.

N�o morras! N�o morras!

- Respire. Respire. - N�o morras!

Temos uma mulher no comando. N�o sabemos o nome.

Por que n�o sabemos o nome, se ela est� nisto h� uma hora?

Consigam o nome dela. Descubram por que est� no comando.

O nome do seguran�a � Frank. 44 anos, dois filhos. Morto no local.

Podem pedir pizza? Estou faminto.

- Limpe a boca. - Onde est�o agora?

- Na Grant. - Na Grant? Certo.

O que � isto?

Pass�mos pelo que, imagino, seja uma experi�ncia traum�tica.

Estava a atender um cliente, quando, de repente, ouvi algu�m gritar...

- "No ch�o, no ch�o." - Quem est� a assistir a isto?

Qual o nome desta rep�rter? O que sabe ela, que n�s n�o sabemos?

Estamos numa sala. J� se passou uma hora e n�o sabemos porra nenhuma.

Agente Bush na linha 1.

Dick, qual � a sua posi��o?

Estamos a seguir a unidade 426, devido ao 999.

Diria que a uns 10 metros. Estamos muito perto.

Quer que fa�amos contacto?

N�o. Dist�ncia segura, por favor.

Imagina que est�s em liberdade condicional...

e que voltas para a choldra,

sem a vaselina.

E uns negros querem alargar-te o cu, como se fosse um el�stico.

De repente, a anedota j� n�o tem tanta gra�a.

Agora vou contar-te a hist�ria triste de um seguran�a.

Mal remunerado, com mulher, tr�s filhinhos, hipoteca...

Um dia, vai almo�ar.

Regressa do almo�o, depara-se com um assalto em andamento

- e � alvejado com um "taco" na m�o. - E morre.

E temos de ir ter com a mulher e os tr�s filhinhos...

e dizer-lhes que o pap� deles nunca mais ir� voltar para casa,

porque o c�rebro dele est� a escorrer, algures, por uma parede.

� a hist�ria mais triste que j� ouvi.

E que raio � que isso tem a ver comigo?

- Diz-nos quem s�o os teus amigos. - Quais amigos?

Mikey, tu matas-me.

Eu vi-te a conduzir um Mercedes prateado, �s 12:25h.

Isso nunca aconteceu.

Mikey, quais s�o os nomes deles e para onde foram?

N�o sei do que est� a falar.

Os dois mataram um guarda. Mikey!

N�o entendo. O que devo saber sobre um guarda da seguran�a,

morto numa ag�ncia de levantamentos?

Ningu�m falou em nenhuma ag�ncia de levantamentos.

Tenho que acabar o meu turno.

Vem connosco. Vamos para um lugar aonde possamos conversar.

O que estavas a fazer por volta das 11:30h, desta manh�?

- Esta manh�? Hoje? - Sim.

N�o � o Mercedes que conduzias h� bocado?

N�o.

- O que faz um Mercedes neste bairro? - Traficantes.

O que aconteceu?

Tiveste um ataque induzido pela droga.

Obrigado.

De nada.

J� chega.

O que planeia fazer connosco?

Mantenham-no vivo

e sair�o livres.

Por muito que me diga, n�o a entendo.

H� coisas mais importantes do que dinheiro.

- A m�e n�o tem dinheiro. - Escuta.

O dinheiro n�o compra a dignidade, nem o respeito pr�prio.

Deixei o teu pai comprar-me esta casa e pagar-te a escola.

- S� isso. - Eu quero mais do que isso.

- Ele mente, engana... - Eu sei!

Quando ele saiu das nossas vidas, esperava criar-te para teres princ�pios.

� verdade. Deixo-te receber presentes dele, os carros, os cavalos.

J� tens 18 anos. Se queres arrancar-lhe coisas, j� podes. � contigo.

A s�rio?

Com uma condi��o.

Come�as a faculdade no pr�ximo ano. Tens que ter algo que te d� retaguarda.

Ele deixou-me. Ir� fazer-te o mesmo.

Nunca. Tenho o sangue dele.

Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita.

- Bela casa, Mikey. - Obrigado.

Desapontaste-me. Quero dizer...

H� quanto tempo nos conhecemos?

- H� muito tempo. - H� muito tempo.

N�o est� muito apertado, pois n�o, Mikey?

Est� �ptimo.

N�o quero que estejas desconfort�vel,

porque tenho umas perguntas e quero que sejas honesto comigo.

Onde estavas...

- �s 12:35h de hoje � tarde? - A fazer pilates.

Mikey! Tens alguma coisa que se coma nesta casa?

J� lhe ofereci sopa.

Por que n�o ligam para as Informa��es?

Que engra�ado!

D�-me a fita adesiva.

� bom que estejamos a ir na direc��o certa.

A m�ezinha est� com comich�o no dedo do gatilho.

Ouviu isso nalgum "western"?

Vai-te catar, filho da m�e.

No "Bonanza"?

Vais ouvir isso no inferno se n�o se despacharem, Chet.

Chet, cale-se.

Eu protejo-te, Joker.

Benny, quanto tempo falta?

Devemos estar a chegar ao desvio daqui a 5 minutos.

Fixe. Estamos a 5 minutos do local, mano.

Joker?

Diz-me exactamente o que vai acontecer quando chegarmos ao teu local.

Escuta...

Vamos combat�-los nas praias,

vamos combat�-los colinas,

mas nunca nos renderemos.

Vamos combat�-los nos campos...

Sabes...

odeio amadores.

Prefiro lidar com um vadio de rua com uma ficha maior que a minha pila,

do que com um amador.

Michael, tu �s um amador.

J� lhe disse 50 vezes.

N�o sei nada de casal nenhum, certo? Nada.

Ningu�m falou em nenhum casal.

- Falaram, sim. - N�o, n�o falei.

- Falaram, sim. - N�o, n�o fal�mos.

Falaram.

N�o fal�mos!

Estou?

Tenho que falar com o meu pai.

Ele est� a dormir.

Acorde-o. � uma emerg�ncia.

- Estou? - Pai?

Estou?

- Pai, sou eu. - Quem �?

- Estou? - Fala Patricia, a sua filha. Lembra-se?

De novo, n�o.

- Tenho que desligar. - Espere, espere! Por favor...

N�o desligue. Preciso muito falar consigo.

- O que �? - Estou metida num grande sarilho.

Estou descontrolada. N�o sei o que fazer.

Como assim? O que aconteceu?

O Pauly foi baleado. Foi um acidente.

Sei que vai parecer que fui culpada...

Mas n�o foi de prop�sito. N�o sei o que fazer. Preciso de sua ajuda.

- Acho que matei um homem. - Tu o qu�?

Podes ter morto um homem?

N�o sei o que fazer.

Estou? Est� a�?

Sim, estou aqui.

Oi�a. N�o entendo por que me fez isto.

Sabe que � essa cabra da Alice que est� por detr�s disto tudo.

Ela sempre quis ver-se livre de mim.

Ela est�-se nas tintas para si.

Ela n�o se importa, s� se preocupa com o seu maldito dinheiro

- eu sou sua filha. - Acalma-te.

N�o. Oi�a-me. Pela primeira vez na vida, n�o quero o seu dinheiro.

N�o me atire com dinheiro. Eu preciso do seu tempo.

Fa�a algo por mim, est� bem? Estou tramada, entende?

- Onde est�s agora? - Sequestrei uma ambul�ncia.

- Prefiro morrer. - Como assim, "preferes morrer"?

Estou? Estou?

Estou? Estou?

Estou?

Ela desligou.

Ele desligou.

Histeria de estudante.

Acontece que � da minha filha que est�s a falar.

Acalma-te.

Acalmo-me? O que sabes tu?

O que sabes tu, caixa de maquilhagem? Acalmar-me?

Quando te encontrei, nem tinhas roupa no saco.

Agora, p�e-te a andar do meu barco!

Rua!

Vamos comer o jantar de anivers�rio, mi�da.

Espere. Mais um pouco, por favor.

Querida, ele est� atrasado mais de uma hora e o jantar vai ficar frio.

- Dev�amos come�ar. - O pai prometeu-me que vinha.

Aposto que vir� para acender as tuas velas.

- Por que n�o abres o presente? - N�o, obrigada.

Como � que ele pode fazer isto?

� o meu dia do ano.

O dia mais importante do ano todo, querida.

Mas tens que lembrar-te que, quando o pai est� numa reuni�o,

ele perde a no��o do tempo.

� o mesmo que perder a no��o da filha?

Val, ele vai entrar em choque!

Precisamos de mais soro.

Querida, a pol�cia est� a seguir-nos.

Mas que bela suspeita, Dick.

Sa� com uma mi�da da Dairy Queen.

Com mamas grandes?

� boa que se farta.

Fez-me uma "banana split", no outro dia.

Estava uma del�cia.

Vou lev�-la ao Del Taco.

N�o te esque�as do chantilly.

N�o podem fazer isto! Quero o meu advogado!

Cala-te!

- N�o t�m provas. - Cala-te!

Temos testemunhas, grava��o v�deo e temos-te a ti.

- � s� o que tem. - Vi-te a conduzir o carro do suspeito.

� mentira!

Tens 8 ou 9 antecedentes, est�s em liberdade condicional.

Vais apanhar de 30 a 40 anos, no m�nimo.

Est�s lixado.

Quando sa�res, podes agachar-te em cima de uma boca de inc�ndio.

- Quem s�o eles? - N�o sei!

Quem s�o?

- Quem s�o eles? - N�o sei.

Quais s�o os nomes?

- Quem s�o eles? - N�o sei!

- Diz-nos os nomes. - N�o sei!

Bom trabalho, Chuck.

O carro est� registado em nome de um tal James Burton.

Londres, Inglaterra.

Conhece um James Burton, de Londres, em Inglaterra?

Merda...

Temos uma foto, chefe.

Tenho o Benny, na linha 1.

Benny, preciso falar com a Patricia Burton.

- Ele quer falar consigo. - N�o quero falar com ele.

Ela n�o quer falar consigo.

Desligue.

Vou desligar.

Vire � esquerda, para o armaz�m.

Merda!

Onde est� a arma?

Sai da minha frente, seu medroso!

Trazes a pol�cia para o nosso esconderijo?

Para nos cortarem as gargantas?

Qual � a tua, meu?

- Calma, Rico. - N�o, meu.

Acho que vamos matar-te a ti e a estes vadios.

O que se passa, Joker?

Calada, Londres.

P�ra com isso, sim?

Ent�o, cabr�o...

Ajuda-me a chegar at� ao m�dico.

Santo Deus!

- Aonde pensas que vais? - Contigo. Tu disseste.

N�o me parece.

Mentiroso!

N�o gostas do bandido?

Vou matar-te.

Acho que deves fazer as coisas � tua maneira. Falares com o pap�.

Depois de tudo o fizemos por ti.

Depois de te termos mantido vivo. Tu prometeste!

A vida � uma merda, n�o �?

E a tua acabou, cabr�o!

N�o! Ningu�m atira.

- Ningu�m atira. - N�o, n�o atira.

N�o...

N�o...

Segura as pontas, Ric.

Voltem para o carro. Tu tamb�m, puta.

Entrem!

O meu bando favorito de esquisit�ides.

- Conduz. - � o que eu fa�o.

Boa sorte, senhoras.

O que vais fazer? Atir�-los contra mim com muita for�a, idiota?

- Mas que merda! - Mas que merda!

Santo Deus! Suspeitos em movimento.

N�o fiquem a�, sigam-nos!

- Repita. - Dick, pode segui-los.

Entendido.

Muito bem. O que fazemos agora?

Deixemos que se afastem, e seguimo-los.

Os nossos refor�os chegam e aproximamo-nos.

Patricia?

Patricia, ol�.

Patricia?

Posso ajud�-la?

Devo responder?

Sil�ncio.

- Como sabem o teu nome? - Como vou saber? Talvez pelo Mikey.

Patricia, existe alguma coisa que eu possa fazer para ajudar?

M�e?

M�e, o que se passa?

O teu pai...

- O pai? O que foi? Ele est� bem? - Ele deixou-nos.

O qu�?

Mas ele prometeu.

Ele prometeu que nunca me deixaria.

Foi o que te prometeu a ti.

Foi o que me prometeu a mim.

Mentiroso...

Cobra!

Desculpa, amor.

Isto est� tudo uma confus�o.

Eu sei.

O que vamos fazer?

Vamos saber o que eles querem.

O que quer?

Que mais ningu�m se magoe, Benny. � isso que eu quero.

Diga-lhe que nos d�em um minuto, J� contactamos com as exig�ncias.

Aguarde as exig�ncias.

Dev�amos atravessar a fronteira?

- M�xico? - Sim.

Por que n�o?

Benny, como est� a gasolina?

- Tem meio tanque. - D� para levar-nos at� � fronteira?

Talvez.

O que vamos fazer quando l� chegarmos? N�o temos dinheiro.

Ficaremos juntos.

Est� bem.

Diga ao Jones...

que ele... que n�s queremos...

Uma travessia segura.

Queremos uma travessia segura para o M�xico.

Como quer que eu pare�a?

- Como se sente? - Nervoso.

Vai correr bem.

Passagem segura para o M�xico.

- Se houver qualquer sinal da pol�cia... - N�o. Sem problemas na fronteira.

Se houver algum problema...

vai haver problema.

Benny...

Fique atento.

Vamos para Sul?

Sim.

Prometem-me que me conseguem um acordo?

- Prometo que te consigo um acordo. - Jura pela sua vida?

Qual � o nome do tipo?

- Pauly. - Pauly qu�?

Sei l�... Pauly qualquer coisa. Era um cliente meu. Eu n�o...

- N�o sabes o apelido dele? - N�o, n�o sei.

- De quem foi a ideia? - Foi deles.

Onde arranjaram as armas?

Eu dei-lhas. Mas n�o deviam estar carregadas.

N�o lhes dei as balas. Eram s� para assustar.

Vendeste-lhes as armas?

N�o as vendi. Dei-lhas.

� melhor, n�o?

J� acab�mos.

- Com quem falo sobre o acordo? - Acordo?

- N�o tenho controlo sobre isso. - Um acordo para o traficante.

- Esperem l�... - Acordo!

Fizemos um trato.

Aonde v�o?

Tirem-me as algemas.

E o nosso acordo?

George, aproxima-te mais. Aproxima-te mais.

Qual � o b�sico nisto? Isto � dif�cil, Dicky.

Eu dou-te o b�sico. Est�s a ver a porra da ambul�ncia?

- N�o batas nessa porra! - Entendido!

Merda.

Perceberam?

Sim, George, perceberam.

Isso pede uma gelada.

Ent�o, doutor?

- Como aconteceu isto? - A minha garina.

A garina � psic�tica, meu. A garina � maluca. N�o me suporta.

Tens que ser mais esperto com as mulheres.

- � o que minha m�e dizia. - Como est� ela?

Tamb�m n�o me suporta.

Pronto. Deixa-me come�ar.

ASSALTO E TIROTEIO

Estamos a falar do helic�ptero 1.

A pol�cia est� a perseguir a ambul�ncia...

que foi sequestrada. A ambul�ncia foi sequestrada.

H� dois suspeitos. H� ref�ns l� dentro.

Esperamos dar mais not�cias.

Oi�am, eu conhe�o um atalho.

Ganhamos alguns minutos. Estou preocupado com a gasolina.

Fa�a o que for preciso.

Gostei da garina de Londres. Ela � corajosa.

- Quantos s�o? - J� v�o em 22 pontos.

Porra!

�ptimo.

Ouve l�, � linguaruda...

Por que est�o todos a levar as garinas?

S�o rancorosos.

N�o � obrigada a responder se n�o quiser,

mas estava a pensar,

como � que voc�s entraram nesta enrascada?

Lmplorei-te que n�o fumasses.

Por que se importa?

Sabes por que me importo. Porque �s o meu anjo.

Fumar � imundo e mortal,

e eu quero que vivas para sempre.

O que acha que tenho que fazer para pai se importar?

Bem...

Acha que, se eu fizesse uma loucura das grandes, ele repararia em mim?

Patricia, s� fiz tudo aquilo que nos pediu.

- Isto � um pesadelo. - Isto redefine pesadelo.

Ouve, amor, temos de ser fortes.

Somos s� n�s.

- N�o podemos ficar aqui parados. - Eles t�m uma ca�adeira.

Significa que est�o no comando.

Gostaria que o meu pai estivesse aqui.

Por que � que ele tinha que deixar-me?

Por que o seguran�a voltou t�o cedo?

- Por que pus os cartuxos na arma? - Tenho um plano.

- Foi tudo t�o r�pido. - Entrei em p�nico.

N�o devia ter atacado o seguran�a.

N�o devia ter-te dado a ca�adeira.

Isto � tudo culpa minha.

- � tudo culpa minha. - A culpa n�o � tua.

Juro que vou resolver isto.

O meu nome � Marshall Cockburn e nunca atirei em ningu�m.

N�o foi preciso.

- Toque novamente, Sam. - Se ao menos...

Derrube o muro, Mr. Gorbachev.

Derrube o muro, Mr. Gorbachev.

O que foi que fez?

- Eu? - Sim. O que foi que fez?

Nada.

S� verifiquei a IV, para tirar as bolhas.

Se uma bolha entrar no tubo...

A arma n�o vai mat�-lo,

- mas o m�nimo de oxig�nio vai. - N�o estava a falar consigo.

- O que est� a esconder? - N�o estou a esconder nada.

N�o me minta. Diga j� o que foi fazer-lhe.

- O que est� a esconder? - N�o estou a esconder nada.

N�o acredito em si!

Solte-me!

Cabra!

Levante-se devagar ou a sua chefe morre.

Foi s� um sedativo para acalm�-lo.

N�o pedi a ningu�m que dissesse nada.

O que lhe fez?

Foi o que a Val disse. Foi s� um pouco de morfina.

Est� bem...

Fa�a-o acordar, j�. D�-lhe qualquer coisa que contrarie o efeito.

Qualquer coisa. Encontre qualquer coisa!

- Talvez... - Sem talvez.

Se o Pauly n�o falar comigo num minuto,

os dois n�o estar�o c� para lhe darem as boas-vindas.

- N�o sei se vou encontrar... - Ent�o, esforce-se mais.

- Est� tudo bem a� atr�s? - H� algo que pode fazer por mim.

- O qu�? - Avise-me quando passar um minuto.

Cinquenta e cinco.

- Posso perguntar � Val? - For�a.

Que tal Narcan?

- Precisamente no que estava a pensar. - Quarenta e cinco.

Quarenta.

- Merda! - Trinta e tr�s.

- Trinta. - Cala-te. Est�s a p�r-me nervoso.

- N�o quero errar a abertura. - Calado e a conduzir.

Acabou.

Amor, abre os olhos.

Fala o Pauly e aprovo esta mensagem.

Amor, sou eu, a tua ursinha.

Vai ficar tudo bem.

O ve�culo dirige-se para Norte, mantendo-se a 95km/h.

Entendi.

Todas as unidades a seguir.

A barricada est� pronta. V�o apanh�-los.

Adoro esta parte. Vamos.

Depressa. Vamos.

Vamos!

Adorei essa.

Conta outra.

Qual a diferen�a entre uma consulta de 50 d�lares no ginecologista e uma de 75?

- N�o sei. - Esta � a consulta de 50 d�lares

e esta � uma de 75 d�lares.

- George, tens que encostar. - Entendido.

Tamb�m tenho que ir regar as couves.

CIDADE DO VELHO OESTE Nunca me levar� vivo, xerife!

- Ai sim? - J� me apanhou.

Est� a seguir para Norte, merda!

Pauly, segura.

R�pido!

Voc�s v�o cuidar do Pauly?

N�o pense que estamos sozinhos.

Merda!

Temos que fugir.

Venham!

Mexam-se!

Tente a porta.

Est� trancada.

Continuem a andar.

Andem!

- Quando h� vontade... - H� solu��o.

- Gra�as a Deus! - N�o, gra�as ao Joker.

Filho da m�e!

Conhece a m�e dele?

Voc�s est�o cercados pela pol�cia.

O primeiro leva um bal�zio.

Senta-te a�.

Seu burro! N�o facilites a vida aos atiradores.

O que se passa contigo?

O que est�o a fazer aqui?

A fornecer possibilidades.

Tomem.

R�pido. Vistam-se.

Com os cumprimentos do Joker.

Eu sou o Woo. Ele � o Gonzo.

Quem � voc�?

Sou o agente Jones. Baixe a arma.

Estou no comando.

No comando? Isto n�o � um desfile de moda, idiota, � um tiroteio.

Aponta o n�mero dos distintivos.

O tempo est� a passar.

O que achas que est� a acontecer?

� uma armadilha, Chet.

V�o pensar que somos eles.

Pois �.

Podemos arranjar uma solu��o.

Espero que sim.

O que est�s a fazer?

- A anotar os vossos n�meros. - Desaparece, espertinho.

E limpa a boca, animal.

Desisto. Eu entrego-me.

Por favor, n�o atirem! Por favor!

Por favor, n�o atirem!

N�o, por favor!

N�o atirem!

� uma cilada!

- Comida chinesa para hoje? - Sim.

H� um restaurante novo, "Miss Woo" s White Tiger", muito bom.

Parece bom.

Eis uma coisinha que eu trouxe do Vietname!

N�o disparem! N�o disparem!

- Eu amo-te. - Vou tirar-te daqui.

O que vais fazer?

Distra�-los.

- A Val j� vestiu a tua roupa. - Saiam com as m�os na cabe�a.

Vou sair com ela.

A tua coragem n�o � s� para amar.

Vais querer beijar-me uma �ltima vez?

Quero agradecer-te de um modo especial.

- Diga mais, Sra. Agente. - Fecha os olhos, amor.

Patricia Burton.

Saia com as m�os para cima.

Repito. Ningu�m precisa de se magoar.

Eu serei a isca.

- Querida? - M�e?

Ouve-me. Tens que me ouvir.

- M�e? - Tens que chegar ao M�xico.

- Acho que matei uma pessoa. - Falei com os advogados.

Existe uma lei especial no M�xico.

Quem enfrenta a pena de morte,

n�o pode ser extraditado do M�xico.

S� um de n�s tem hip�tese de fugir.

Podes viver em seguran�a no M�xico para sempre.

Ningu�m pode tocar-te.

Tens que chegar l�.

O Pauly ama-me de verdade.

O Pauly, o teu pai... S�o todos iguais.

O Pauly n�o... Nunca...

Patricia, eis o que vais fazer.

Tem que entender. Ele ficou ao meu lado.

Querida...

S� quero dizer-lhe...

que a adoro.

N�o! N�o!

Espera. P�e-lhe a m�scara.

Espera. P�e-lhe a m�scara.

N�o! N�o!

Eu ponho! Eu ponho!

Espere. Pare.

Eu vou contigo.

Val, espere. Solte-me.

Eu vou com ela.

N�s desistimos. N�o atirem!

Eu desisto. Eu rendo-me. Eu rendo-me, por favor.

A partir daqui � connosco.

Qual � o teu nome, rapaz?

- Chet. - Chet qu�?

Chet...

Metro.

Precisamos que v�s � esquadra prestar depoimento.

Vou fazer uma pergunta. Como foi?

Foi como uma montanha-russa, com LSD.

Est�s sob alguma droga?

N�o, senhor. Foi uma analogia.

O que � uma analogia?

Voc� foi atingido. Est� a sangrar.

- � s� um arranh�o. - � melhor veres isso, soldado.

Nunca na hist�ria dos conflitos humanos, tantos ficaram a dever tanto...

- a t�o poucos. - Temos que ir.

Voc�s os dois. N�o pensem que vou esquecer-me.

Foste voc�?

Comi um bolo estragado no jogo.

Vamos embora.

Pai...

Querida...

Pai...

Querida?

Pai!

Levanta as pernas.

Pai!

Pai?

Pai, acorde. Pai, acorde. Pai?

- Pai? - Estou acordado.

Eu sonhei que era rica.

Foi mais um pesadelo.

Eu tive um sonho bom.

Uma garota prendeu a perneira no brinco e caiu da mesa de bilhar.

Outra vez, n�o. Pai, est� a ouvir-me?

Eu era bilion�ria e o meu pai deserdou-me.

Na pol�cia chama-se a isso "sonho freudiano".

Diferente de ficar molhado.

Enfim, tenho uma coisa para ti.

Alguma vez me esqueci do teu anivers�rio?

N�o, porque eu n�o deixo.

Meu Deus! Um cart�o de cr�dito?

N�o acredito!

Com o limite de 200 d�lares.

O pai � o melhor.

Bem, � melhor eu ir trabalhar ou ser�s mesmo deserdada.

De tudo isto?

N�O H� NADA COMO O NOSSO LAR

Cigarrette! Anda l�! Entra!

Lindo menino!

Ol�, Patty.

Est�s a escovar os dentes para mim, queridinha?

Nem no meu pior pesadelo.

Merda! Vou atrasar-me para o pilates.

Ol�, Mikey.

Pai, pegue na fita.

Onde os mexicanos pagam a conta de telefone?

- No Taco Bell. - J� contei esta?

Cem vezes, pai.

O que d� o cruzamento de um elefante com manteiga de amendoim?

- N�o sei. - Um elefante que se cola ao c�u da boca.

Pai!

- Por que as bruxas n�o t�m filhos? - N�o sei.

Os maridos est�o no Halloween.

Realiza��o

Argumento

Produ��o

Tradu��o e Legendagem Elisa Pires de Carvalho

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