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Estamos interessados em um livro na posse de Edward Kelley.
Enviei embaixadores � Bo�mia para buscarem Kelley.
O Imperador os repeliu.
Talvez ele seja mais receptivo comigo.
Voc� sabe ser bastante convincente.
Meu pai me mandou voltar para Sept-Tours.
- Matthew! - Para tr�s!
Chamamos isso de f�ria por sangue.
� uma afli��o. Uma doen�a do sangue dos vampiros.
O corpo foi dilacerado.
N�o vejo nada assim h� s�culos
e todos conhecemos os rumores
sobre a linhagem infectada dos De Clermont.
Voc� renasceu e � para sempre um membro de nossa fam�lia.
Eu, Matthew, entrego meu corpo a voc�, Diana,
em fiel matrim�nio.
E eu recebo.
Minha querida Ysabeau, pude encontrar palavras
para atravessar os s�culos que nos separam.
Nosso filho acasalou com uma mulher
que segue os passos da deusa.
Eles viajam agora para a Bo�mia
em busca do Livro da Vida.
BO�MIA, 1591
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Parem.
Quem est� vindo?
Sou Matthew Roydon,
Vim por Rainha Elizabeth da Inglaterra.
Sua Majestade Imperial Rodolfo II
cansa-se dos embaixadores de Elizabeth.
N�o sou um mero embaixador,
e ouvirei a resposta da boca do pr�prio Imperador.
N�o da sua.
Poderiam encontrar Gallowglass e Pierre?
Esperem aqui.
� s� o sal�o de ca�a do imperador?
Sim. Kelley escolheu o benfeitor muito bem.
O poder do Sacro Imp�rio Romano supera em tudo o da Inglaterra.
Ele certamente tem bom gosto.
Sua Majestade Imperial concede-lhe uma breve audi�ncia.
Mesmo retirado nas montanhas,
n�o escapo de uma importuna��o
das quadrilhas diplom�ticas da Inglaterra.
Matthew Roydon, Vossa Majestade.
Sei exatamente quem voc� � Matthaus de Clermont.
J� que se apresentou como Roydon,
Suponho que est� aqui como um espi�o da Elizabeth.
Represento minha rainha, mas n�o como espi�o.
Gostaria de falar com Edward Kelley.
Ent�o est� no lugar errado. Herr Kelley mora em Praga.
Ouvi dizer que ele viaja com sua corte.
Voc� me questiona?
Sei o que voc� �,
vampiro.
Lembre-se, voc� s� � permitido em solo Bo�mio por minha causa.
Pe�o desculpas, Majestade.
Matthew est� apressando o meu caso.
Eu esperava ter a oportunidade de conversar
com um dos mais estimados alquimistas da Inglaterra.
Voc� tem interesse em alquimia?
Tem sido o trabalho da minha vida.
Um imperador pode perguntar seu nome?
Diana, Vossa Majestade.
La diosa de la caza!
A deusa... da ca�a.
Posso apresentar minha esposa, Vossa Majestade?
Meus espi�es diriam se a Sombra de Elizabeth tivesse casado,
particularmente, com algu�m t�o...
interessante.
Talvez deva considerar contratar espi�es mais minuciosos,
Vossa Majestade.
Aproveite seu tempo em Bo�mia, senhora Roydon.
Use-o para ensinar seu marido
maneiras condizentes com minha corte.
Bruxos Zett | Lu Colorada
Bruxos AlanCristianoBr | Darrow
Bruxos Sassenach� | sk�ad | Stark
Bruxos JuMascarenhas | Hall | dandan
Bruxos GabeOMito | LexJT
Vampira LikaPoetisa
BASEADO NA TRILOGIA DAS ALMAS DE DEBORAH HARKNESS
A DESCOBERTA DAS BRUXAS: SOMBRA DA NOITE | S02E07
N�o gosto do jeito que ele olha para voc�.
Como uma joia que ele queira adicionar � cole��o.
Posso lidar com um flerte desajeitado
se nos colocar mais perto do Livro.
Gallowglass!
Voc�s acasalaram?
Bem... Eu deveria te chamar de tia, agora?
- Onde est� Pierre? - No alojamento.
Temos uma visita inesperada.
Por aqui.
- Senhora Roydon! - Jack!
Est�vamos em um navio enorme e teve uma tempestade
e muitas pessoas adoeceram, mas eu n�o.
Vamos, Jack.
Hora de dormir.
Eu sei. Mas quando voc�s partiram,
pesadelos sempre que dormia, chorando durante o dia.
E voc� o trouxe para Bo�mia?
Ele tentou vir sozinho.
N�o podia tirar os olhos dele. N�o era seguro.
Aqui n�o � seguro!
Eu sinto muito.
Mas o que eu faria? Manteria ele prisioneiro?
Rodolfo pode estar dizendo a verdade.
Ningu�m com quem falei viu Kelley.
Duvido que o imperador deixasse para tr�s
o homem que lhe ofereceu a vida eterna.
- Ele est� aqui em algum lugar. - E o Livro?
Desde que encontremos Kelley... ele nos conduzir� at� ele.
Ou ele o trar� para n�s.
Rodolfo acha que o Livro � a chave
para criar a Pedra Filosofal, ele n�o deixar� Kelley peg�-lo.
Est� certa nisso.
Quando o imperador quer algo, ele n�o para at� conseguir.
E assim que ele consegue...
Para a deusa.
Uma deusa.
Presumo que n�o seja voc�, Matthew.
� um aut�mato.
A deusa da ca�a.
Qual � o problema?
Acho que voc� viu como o imperador foi hostil.
Eu vi o qu�o hostil ele foi com voc�.
Ele se iluminou quando mencionei alquimia.
Viu o presente que ele enviou. Ele est� praticamente
me convidando para voltar ao castelo.
Posso levar o livro do Dee,
convenc�-lo de que � algo que ele quer.
N�o. Kelley � a chave.
E quanto menos chamarmos a aten��o do imperador,
mais f�cil levaremos Kelley de volta � Inglaterra.
Nem sabemos se ele est� aqui.
Pelo menos, deixe-me tentar enquanto voc� procura por ele.
Vou levar Gallowglass comigo.
Diana Roydon.
Tenho um presente para Sua Majestade Imperial.
Assim como todo mundo, Senhora Roydon.
Assim como todo mundo.
A madame ficar� bem.
Kelley deve ter um laborat�rio aqui
onde possa continuar o trabalho sem interrup��es.
Vamos dar uma olhada no botic�rio, Pierre.
Surpreende-me Matthew deixar que se aproxime do Imperador.
Meu marido mudou nos 400 anos desde que o conheceu.
Mas agora voc�s acasalaram.
E isso � diferente.
A f�ria por sangue � primitiva, dif�cil de controlar.
F�sica.
Se incitada,
ele ter� dificuldade para se conter.
A este passo, ficaremos aqui at� meia-noite.
- Espere aqui. - O que est� fazendo?
Acelerando os procedimentos.
Madame De Clermont?
Minhas desculpas.
Um juramento de sangue t�o novo � certamente ensurdecedor.
Sou Benjamin Fuchs.
Trabalho como cobrador para o Imperador.
� amigo dos De Clermont?
Receio estar abaixo dos interesses deles.
Fui expulso do meu pr�prio cl�.
Sempre me senti mais confort�vel por perto
de outras esp�cies de criaturas.
Estamos fechados.
At� para o alquimista do Imperador?
Voc� n�o � o alquimista Imperial.
Ent�o, voc� o conhece?
Parece estranho estar fechado no meio do dia, Herr Steiner.
Mas, talvez, esteja esperando
mais clientes depois que o sol se p�r?
S� abro com hora marcada, senhor.
Minha lista exclusiva de clientes
exige a m�xima discri��o.
Se desejam navegar,
sugiro que visitem o mercado?
A audi�ncia com Sua Majestade Imperial
acabou por hoje.
Saiam. Continue andando.
Continue andando.
Tia. Tia?
O que voc� fez?
Posso ter insinuado ao camareiro,
que temos uma pintura muito desej�vel � venda.
La Diosa!
Voc� � uma mulher de muitas surpresas.
Ouvi dizer que � dona de uma curiosa obra
de Hieronymous Bosch?
Ouviu?
Majestade, eu...
Na minha pressa em ser admitida em sua presen�a, eu...
Temo que tenha havido alguma falha de comunica��o.
- Uma falha de comunica��o? - Sim.
Eu queria
desesperadamente agradecer pelo maravilhoso
presente que me enviou.
A obra de Joachim Fries, se n�o me engano.
� de fato! Voc� tem um belo olho, senhora.
Eu n�o tenho
a pintura que voc� queria.
No entanto, tenho outro presente.
J� vi isso antes. N�o oferece respostas, sem significado.
Ent�o...
mente sobre algo que quero,
para me apresentar algo que n�o quero.
Mesmo os livros que n�o fornecem respostas que buscamos
ainda podem nos ajudar a fazer perguntas melhores.
Nada � in�til para uma mente curiosa.
As verdades mais profundas sempre v�m
das fontes mais inesperadas.
Mande chamar o rabino.
Diga-me, La Diosa...
voc� estaria interessada
em artes raras e misteriosas?
Steiner estava abalado.
Ele est� escondendo algo.
Ele evidentemente conheceu Kelley.
Logo viu que eu n�o era ele.
N�o h� registro de visitas para Kelley.
Mas tem um Talbot. � um nome ingl�s.
� t�nue, eu sei,
mas n�o h� compromissos com ele desde a semana passada.
Isso logo depois da chegada de Rodolfo.
E todo encontro com Talbot tem uma hora estranha.
- � sempre depois de escurecer. - Algu�m que n�o quer ser visto.
Mas como podemos ter certeza que Talbot � o Kelley?
Suponho que veremos.
Talbot tem um encontro marcado esta noite.
Obrigado, Pierre.
Permita-me apresentar o rabino Loew,
conhecido como o Maharal.
Um erudito e meu convidado de honra.
A honra � minha, Vossa Majestade.
Outra enciclop�dia a ser decifrada.
Venha!
O rabino tem um dom para l�nguas antigas.
O hebraico, obra do povo dele,
talvez seja a l�ngua primitiva mais pr�xima
h� muito tempo esquecida dos ouvidos crist�os.
N�o conhe�o algo que possa ser aprendido
com leitura o suficiente, hebraico ou n�o.
N�o consigo acreditar!
Por gentileza.
A maior parte do meu quarto das maravilhas,
tive que deixar em Praga.
Mas a busca pelo conhecimento n�o pode ser desamparada.
Espero que a deusa da ca�a
n�o se decepcione com minha cole��o itinerante.
Essa ta�a...
� feita a partir do chifre de um unic�rnio.
Incr�vel.
Totalmente incr�vel.
Em Praga, est�o falando de um homem de barro,
animado por m�gicas judaicas
e o nome de Deus escrito dentro do cr�nio dele.
Rumores, Vossa Alteza.
Feitos para inspirar medo em nosso povo,
que n�o s�o nada mais que s�ditos leais.
Mas palavras t�m poder, n�o tem?
Soube que judeus sabem os nomes dos anjos.
� verdade, Vossa Alteza?
Como o verdadeiro significado de uma obra de arte
� disfar�ado por s�mbolos,
o significado oculto das palavras pode ser revelado
por meio da matem�tica das letras.
Voc� tem tantos itens milagrosos,
coisas que eu dificilmente acreditaria que existissem.
Eu ainda espero descobrir
que voc� adquiriu a Pedra Filosofal.
Lamentavelmente os meios para criar a Pedra Filosofal
ainda ser�o descobertos, La Diosa.
A raiz de Eppendorf?
Tem a forma milagrosa
de Jesus Cristo.
Um pouco tarde para compras, n�o �, Edward?
E a Rainha Elizabeth mandou lembran�as.
O que quer de mim?
Conversar. Apenas conversar.
- Seus homens podem se afastar. - N�o respondem a mim.
Ent�o � um prisioneiro?
O imperador perdeu a paci�ncia com suas promessas vazias?
Voc� n�o sabe nada sobre meu trabalho!
Sei que roubou o Livro de Dee.
N�o. O Livro � meu.
Ele fala comigo.
Ele grita!
Voc� n�o tem direito!
Come�a
com aus�ncia e desejo.
Sangue e medo!
Come�a
com uma descoberta das bruxas.
Eu devo trabalhar. Meu trabalho!
� muito cavalheiro de sua parte
me acompanhar desde nossos aposentos.
Eu queria falar com o Maharal pessoalmente.
Rabino Loew � um dos estudiosos mais estimados da hist�ria.
Rodolfo trouxe ele especialmente para decifrar livros.
Diana... Kelley estava delirando..
Rodolfo o fez prisioneiro. Apenas...
Tenha cuidado com o que diz.
Qualquer rumor que Gallowglass tenha ouvido,
Rodolfo sempre foi gentil comigo.
Podemos confiar no Loew. Tenho certeza.
Matthew, filho de Philippe.
Por favor.
Obrigado.
Uma bruxa, um vampiro e um judeu,
se encontrando em segredo.
Isso faria as l�nguas crist�s se mexerem por quil�metros.
Eu notei um c�rculo amarelo.
Os homens temem mais aquilo que n�o podem ver,
do que o que podem.
O Imperador est� convencido que meu povo guarda magias secretas.
Rodolfo te trouxe aqui para estudar um livro, n�o foi?
Seu marido acredita que � uma pergunta perigosa.
Deve-se encontrar integridade em um casamento, Matthew.
Mas nunca deve se tornar uma pris�o.
Vamos ser honestos um com o outro, Maharal.
Procuramos um livro alqu�mico muito espec�fico.
Eu soube assim que vi,
n�o fui quem Deus escolheu para o ler.
Talvez voc� seja, Frau Roydon?
Rabino, como convenceu Rodolfo a deix�-lo ver?
Ele se convenceu,
imaginando que eu teria sucesso onde outros falharam.
Ele ficar� furioso quando eu n�o tiver.
Por que n�o contar a ele?
Frau Roydon,
decepcionar o imperador � perigoso.
Mas recus�-lo pode ser mortal.
N�o, chega.
Jack, voc�s trapaceiros ganharam de novo.
Chegou uma carta.
- Foi? - Para a Sra. Roydon.
� uma convoca��o para uma ca�a de fais�es.
- Com o Imperador. - Posso ir?
Deixe-os conversar, Jack. Vamos.
Isso foi longe demais.
Kelley n�o nos trar� o Livro. Precisamos ir at� o Rodolfo.
- Ele deixou o Rabino Loew ler. - E quando ele falhar...
Rodolfo a prender� como Kelley, claro.
Mas eu posso l�-lo.
S� preciso convencer Rodolfo a deixar eu tentar.
E depois? Ele n�o desistir� do Livro.
Ele a prender� com ele. A nova curiosidade dele.
Voc� n�o gosta dele perto de mim.
- Tem que confiar em mim. - N�o � quest�o de confian�a.
Ent�o deixe eu tentar! Tem algum outro plano?
Eu tenho um.
Voc� dois v�o � ca�a do Imperador.
Posso entrar no anexo do quarto das maravilhas.
O Livro deve estar l�.
Se eu puder roub�-lo, n�s sa�mos daqui
antes de Rodolfo perceber que sumiu.
E os interesses da Rainha? Precisamos de Kelley.
Sem o Livro,
Rodolfo n�o ter� uso para o pobre Edward.
Estranho.
Eu s� solicitei a presen�a da Frau Roydon, n�o sua.
Pe�o desculpas.
N�o resisto a uma falcoaria.
Ent�o vamos encontrar um p�ssaro apropriado para voc�.
�rtemis, como os gregos chamavam Diana.
N�o sei dizer com qual de voc�s prefiro ca�ar.
�rtemis ser� minha, Matthaus.
Sarka ser� a sua ave.
- Ent�o, ela � uma guerreira. - Sim.
Durante a Guerra das Donzelas,
Sarka destruiu um batalh�o inteiro sozinha.
Voc� me lisonjeia, Sua Majestade.
O sucesso na ca�a depende da habilidade do falcoeiro,
n�o das artimanhas de seu p�ssaro, Matthaus.
Seja bonzinho.
Muito bem, Majestade.
O rabino Loew j� olhou o livro que lhe dei?
O rabino tem estado ocupado.
Com outros livros?
Temo que o aprendizado do rabino tenha sido um tanto exagerado.
N�o pergunte mais sobre ele ou seus livros.
Est� demorando para soltar Sarka, Matthaus.
Com medo de deixar sua ave voar livre
e encontrar um lugar mais confort�vel para descansar?
Eu mesma tenho experi�ncia com textos alqu�micos.
Sim, voc� � um caso intrigante, Frau Roydon.
Alquimista, bruxa, e casada com um vampiro.
Voc� n�o acha o toque dele um pouco frio?
Voc� est� brincando, Majestade.
Voc� �s vezes n�o deseja algo mais quente em sua cama?
Soltar!
Voc� destruiu a minha ave!
- Majestade, meu marido... - V�o embora!
Voc�s abusaram da minha bondade monstruosamente.
Agentes! Espi�es!
Quero que saiam das minhas terras!
O livro n�o estava l�, mas encontrei outra coisa.
A cole��o secreta de Rodolfo.
Essa m�o pertencia a uma bruxa.
Estava em uma caixa com um colar de dentes desgastados.
O c�rebro preservado de algum pobre dem�nio.
Peda�os de criaturas.
� isso.
Partimos esta noite.
- E o livro? - Chega do livro!
Eu vou...
Se voc� est� com raiva de mim, apenas diga.
- Voc� nunca mais vai v�-lo. - N�o finja, Matthew!
Por que n�o confia em mim?
Voc� n�o entende. Eu n�o confio em mim.
Ent�o deixe-me falar com o Rodolfo a s�s.
Eu n�o posso!
N�o posso.
Eu posso sentir o cheiro dele em voc�.
� por isso que menti para voc�. Isso � o acasalamento.
Um desejo indiz�vel de possuir voc�, corpo e alma.
A raiva que se alimenta disso.
Est� tudo bem, Matthew.
Voc� nunca viu o que isso me faz fazer.
Voc� n�o vai me machucar.
N�o!
Voc� n�o.
Por voc�.
Eu tiraria o sangue dos reis,
rainhas e imperadores. Eu n�o pararia por nada,
para evitar que isso aconte�a com voc�.
Matthew...
Ainda estamos conversando.
Deixe-me ir...
Voc� n�o � definido pelas piores coisas que fez.
Voc� � meu marido.
E o homem mais brilhante que conhe�o.
Voc� � am�vel.
E gentil.
Volte para mim.
Voc� � Matthew de Clermont.
E � mais forte do que isso.
O Imperador manda suas desculpas
e convoca ambos para ver o quarto das maravilhas.
Temos que ir.
Diga a Pierre para trazer Fran�oise e Jack,
e cavalos para todos n�s no port�o principal � tardinha.
Provavelmente sairemos �s pressas.
Vossa Majestade, quero me desculpar...
Bobagem, bobagem.
Por favor, era apenas um jogo.
Um ch� medicinal.
Com o dobro da efic�cia devido ao chifre.
Fino, n�o acha?
Ele representa a serpente no jardim,
um lembrete para ficarmos atentos
�s l�nguas venenosas de bajuladores e enganadores.
H� algo em sua cole��o que voc� n�o exp�e ao p�blico?
Deseja ver algo em particular?
Ouvi dizer que voc� tem um livro.
Um que cont�m os segredos
da vida.
Ultimamente, La Diosa,
minha confian�a e generosidade t�m sido abusadas
por dissimulados
e mentirosos.
Muitos de voc�s se mostraram surpresos
quando convidei um judeu m�stico para minha corte.
Mas n�o havia motivo para preocupa��es.
Seu �nico talento � enganar os outros, t�pico dessa laia.
N�o � mesmo, Rabino?
Se voc� diz, Vossa Majestade.
Tire esse enganador da minha vista.
Se eu tivesse esse livro do qual fala,
por que o daria para voc�?
Um espi�o ingl�s curioso e uma charlat�?
Eu n�o sou charlat�.
Voc�...
Voc� � magn�fica.
Qualquer coisa que voc� quiser, qualquer coisa, pode falar.
Mostre-me o Livro.
Isto � um ultraje.
Kelley � um ingl�s sob a prote��o da Rainha.
Voc� teve sua chance, Edward.
- Deixe La Diosa ver o livro. - N�o.
Ele est� gritando.
N�o para de gritar
na minha cabe�a!
Ele est� gritando.
Pode levar o Kelley, Sombra. N�o preciso mais dele.
Encontrei algo muito mais precioso.
O Livro!
N�o para de gritar.
N�o! D�-me o livro!
Vamos! Por aqui!
Parem-nos!
- Vamos. - Vamos!
- Onde est� o Jack? - Com Fran�oise, 3 km ao norte.
Pierre.
Este livro � feito de pele de criaturas.
- Matthew... - Bruxos, dem�nios, vampiros.
A tinta � feita de nosso sangue. As p�ginas, unidas com cabelo.
Sinto muito, isso � um livro da morte.
Matthew, temos que ir.
Aus�ncia e desejo.
Sangue e medo...
Ainda posso ouvir o livro gritando.
Quieto! Ningu�m liga para o seu livro.
Eu ligo para o seu livro, Edward.
BO�MIA
A maioria dos itens do quarto das maravilhas de Rodolfo II
agora residem em diferentes cole��es em todo o mundo.
Mas aqui temos alguns textos feitos pelo alquimista ingl�s
Edward Kelley, enquanto estava preso.
Por�m a maioria � ileg�vel.
E o misterioso Livro dos Gritos que ele menciona
nunca foi identificado de forma conclusiva.
NO PR�XIMO EPIS�DIO
Edward Kelly afirma ter deixado uma �nica p�gina
para cada uma das tr�s esp�cies.
Se pud�ssemos encontrar uma.
Becca, o que voc� est� tentando nos dizer?
Isto � propriedade dos Cavaleiros de L�zaro.
Sou o Gr�o-Mestre dos Cavaleiros.
E eu sou a Princesa Leia.
Onde voc� encontrar� as perguntas.
Desculpe, n�o quis te assustar.
Espero que tenha informa��es s�lidas.
Estabeleci uma conex�o que ser� do seu interesse.
Um beb�, uma bruxa nascida de dem�nios.
Se isso for verdade, as bruxas est�o com a crian�a.
Eu odiaria presumir que voc� � parte
de uma conspira��o dos Clermont com f�ria por sangue.
O que voc� souber, deve me contar. Agora.
Entregue-se � sua inSanidade! Junte-se a n�s.
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