All language subtitles for Prince.Valiant.1997.DVDRip.XviD[Eng]-Atilla82 PT

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Original subtitles

Finalmente.

E agora, at� excalibur.

Estes s�o os dias do rei Arthur.

Paz e prosperidade governam o mundo conhecido.

S� um pa�s permanece bloqueado nos espasmos da barb�rie.

Thule, casa dos vikings e da exilada irm� do rei Arthur,

Morgana Le Fay.

Um bando de saqueadores vikings embarca numa incurs�o pelo mar do norte.

Armados com o livro de feiti�os de Merlin, e o

conhecimento de Morgana sobre passagens secretas,

eles v�o na dire��o da cidade fortificada de Camelot,

onde os cavaleiros escolhidos da Gr�-bretanha, celebram a sua justa anual.

Um dia perfeito para se esgueirarem para a deserta sala redonda

e roubarem o �nico pilar de uni�o de Arthur:

A espada excalibur.

Pois aquele que portar a espada, poder� governar o mundo.

-Sir Gawain, voc� est� bem? -Ajuda-me!

Para voc�, minha querida Ilene!

Ser� que a minha noiva deseja mais ou j� tivemos o suficiente desta chacina?

Diz ao rei que estou pronto para lut...

-Sir Gawain? -Ele est� bem!

N�s...n�s s� precisamos de um momento para lhe recompor a armadura.

Segunda rodada!

Vamos l�!

Que disparate � este?

Ei! O que � que est� a acontecer aqui?

Excalibur.

-Deixem-me voltar j� l�! -Deixa-nos!

Sir Gawain, o pr�ncipe Arn vai mat�-lo!

Matar? O que � que a morte tem haver com isto? Esta � uma quest�o de honra.

Por si, Sir Gawain!

Ser� poss�vel podermos concluir isto r�pido antes do p�r do sol?

Eu devo estar louco.

Ok, des�am-no.

Um momento, Sir Gawain!

Vamos l�, ent�o!

Golpe!

Quando ele ganha facilmente, torna-se t�o pomposo.

Qual de voc�s, vikings, quer a primeira dan�a?

Ah... a oposi��o.

-Rende-se? -Nunca!

Vinde l�.

N�o passes por cima da linha!

As tuas fivelas est�o desapertadas

-O qu�? -Ot�rio!

-Voc� partiu o meu maldito nariz. -E voc� teria partido o meu maldito pesco�o.

Espera! Voc� n�o �...

Cavaleiros a seus postos!

A minha espada...

Padr�o de xadrez!

Foram os escoceses. Os malditos escoceses.

Convoquem o conselho de guerra.

E soldados?

Emprestados a aliados estrangeiros na sua maioria.

Sem a excalibur, tanto os nossos aliados como os nossos inimigos ver-nos-�o

como impotentes.

Eu tenho homens reunidos em Wrexham. Arqueiros, cavalaria, infantaria.

S�o 300 homens que em dois dias podem estar na fronteira escocesa.

Posso garantir 200 cavaleiros.

-Posso garantir 100 de infantaria. -150 lanceiros.

-100 arqueiros.

-150 cavaleiros. -100 escudeiros.

-Sir Gawain? -Sim, e quem poder� ser voc�?

Eu Lady Ilene. Uma Brandwine.

N�o posso receber visitantes.

Por favor, senhor.

Eu n�o demorarei muito.

Certamente podereis dispensar a uma dama alguns momentos.

Eu s� queria...Sir Gawain?

Eu s� queria dizer-lhe como admirei as suas habilidades hoje.

N�o foi nada, a s�rio!

N�o! � necess�rio um guerreiro experimentado para vencer o meu prometido.

E eu... eu admiro a sua coragem.

Na verdade, longamente tenho sonhado...

-N�o! Voc� iria rir-se de mim... -O qu�?

Ser� que sim?

Eu quero ser uma cavaleira! E que voc� me ensine.

Diz-se que as tribos do norte, rezam a poderosas mulheres guerreiras.

Ouvi lendas sobre mulheres que...

Perdoe-me, Milady...

Est� tudo bem.

Eu tenho... de me preparar para a minha viagem.

Desculpe incomod�-lo, Sir Gawain!

Sir Gawain! O rei quer v�-lo imediatamente!

Acho que posso explicar.

Eu s� gostaria de saber, como um simples escudeiro

consegue vencer um dos mais dotados cavaleiros Brit�nicos?

Sorte?

-E qu�o mal est� Sir Gawain? -Mal!

-Ent�o tenho um problema...

Com todos os meus cavaleiros aptos em marcha para a Esc�cia, n�o tenho ningu�m de sobra

para realizar uma outra importante miss�o em meu nome.

Acha-se digno o suficiente para a aceitar?

-Eu, senhor? -Sim.

Voc� vai-me ajudar com Lady Ilene.

O que quiserdes, meu senhor.

Temo que v� sofrer uma pequena decep��o.

Lady Ilene, este � Sir Gawain.

Ele assegurar� que sereis entregue em seguran�a na vossa herdade.

Sir Gawain. � claro.

Sorte a minha, ser escoltada por tal cavaleiro.

E assim Valiant, disfar�ado com a armadura de Sir Gawain,

parte para escoltar a princesa Ilene at� � seguran�a do castelo do seu pai, em Gales.

Entretanto, sem ele saber, atrav�s das turvas �guas dos mares medievais,

os verdadeiros ladr�es da excalibur velejavam para casa bem-sucedidos no seu plano:

Arthur e os seus cavaleiros, equivocadamente, acreditavam

que haviam sido os escoceses que roubaram Excalibur.

Sem tardar, os pilhadores vikings aguardavam a descida da ponte do castelo Thule...

Casa de Sligon, o usurpador.

Tu? Ainda est�s vivo?

Obrigado pela tua preocupa��o, querido irm�o.

Excalibur! Agora o mundo � meu.

En guarde!

Est� enfeiti�ada!

Tolices! Supersti��es vindas dos p�ntanos.

Tu n�o! Ele!

S� poder� ser removida por um verdadeiro rei.

Ent�o, rei Sligon de Thule?

Claro.

Deixa-a apenas onde est�. Parece bom o suficiente.

N�o!

A espada � aben�oada pelos deuses de Avalon, protegida pela senhora do lago.

Isto � o poder do meu irm�o.

Isto � o que est� escrito.

Ent�o talvez devesses aprender a ler melhor!

Se existe outro que possa tir�-la da pedra, o meu espelho ir� revel�-lo.

Mas a f�nix � o emblema de Gawain de Orkney.

Gawain n�o � nenhum rei! No entanto, a minha magia nunca mente.

Tragam-me aquele homem.

-N�o est� com calor nessa armadura? -O que a faz dizer isso?

Tendes suor escorrendo pelos tornozelos.

O trabalho de um cavaleiro nunca � confort�vel. Uma pessoa deve estar sempre preparada.

Oh, estou completamente de acordo. Conte-me mais.

-Sobre? -Ser um cavaleiro.

Bem... todo o homem tem o dever de servir o seu rei e o seu pa�s.

Mas, para l� disso, um cavaleiro nasce para servir ideais mais elevados como

justi�a, honra, liberdade.

Para fazer do mundo um lugar mais seguro e, concretizando-o, tornar-se obsoleto.

-� bem bonito. -A s�rio?

Agora imagine o que deve ser nunca ter

permiss�o de sentir as coisas de que falou.

Oh, eu posso.

Acredite em mim, eu posso.

Pareceis-me preocupado, sargento... Temeis bandidos?

N�o temo homem algum, senhor. Mas esta � a floresta Wargrave,

casa do jabberwocky, o mais tem�vel drag�o em toda a Inglaterra.

Lady Ilene!

Quem quer que tenha levado a lady Ilene n�o pode ter ido muito longe.

O que estais esperando?

Jabberwocky.

Eu nunca conheci um drag�o que precisasse de trapa�as para capturar uma dama.

Agora, mexam-se! Espalhem-se!

Espalhem-se!

Lady Ilene?

Jabberwocky.

Lady Ilene?

Devias-te sentir sortuda.

Pelo menos deixei os teus amigos desaparecer com o ouro deles.

Remove as minhas grilhetas e veremos qu�o sortudo tu �s.

-Liberte essas mulheres. -Acho que est�s a ver isto ao contr�rio, rapaz.

Seja l� como for. Ouviste o que eu disse.

Ha, o cavaleiro desafia o rei.

No entanto, o rei derrota o cavaleiro.

- P�e-me no ch�o! - Tenho melhor uso para ti como manto.

Apanha-me se puderes, rapaz.

Eras tu o tempo todo. Eu sabia.

Eu posso explicar.

O rei envia-me para a minha morte com um servo.

- Escudeiro. - De Sir Gawain... Tanto faz.

- Lembraste-te? - N�o... N�o me lembrei.

Quer dizer, sim. Quer dizer, porque n�o me lembraria?

Porque havia centenas de outros escudeiros naquele torneio.

Est�s ferida?

Dor f�sica � o menor dos meus problemas.

Princesa Ilene, voc� est� bem?

Que bruxaria � esta?

N�o bruxaria, fraude.

- Voc� est� bem, princesa Ilene? - Deixa-me em paz.

Ela est� bem, como voc� pode ver.

O estranho pareceu chocado por ver o amuleto do garanh�o vermelho

pendendo do pesco�o do jovem cavaleiro.

Um s�mbolo que lhe parecia demasiado familiar.

Enquanto isso, em Camelot, o ferido sir Gawain ouviu sobre o atraso de Valiant.

Gawain. Voc� n�o est� em condi��es de montar,muito menos lutar.

Com todo o respeito, senhor, lestes a mensagem de Brandwine.

Valiant n�o chegou. Eu treinei aquele rapaz. Ele n�o se atrasaria sem ser por raz�es s�rias.

E eu tenho de o ajudar, se puder.

Boa noite, sir.

Queres que d� uma olhada nisso?

Escudeiro, cavaleiro, m�dico... N�o h� fim para os teus talentos?

N�o alego tais talentos, minha senhora,

mas, por necessidade, fui treinado em conhecimentos b�sicos de medicina.

N�o me toques!

Sou uma princesa,afinal de contas, e irei casar-me com um verdadeiro pr�ncipe.

Verdadeiro porque � nobre ou verdadeiro pelo seu t�tulo?

N�o!

Doeu?

Talvez.

Em mais algum s�tio?

Tens de admitir que ele � bonito.

O homem mais bonito de toda a Inglaterra.

Quem?

O pr�ncipe Arn, o meu noivo.

Ah!

E aqui!

E veste-se muito bem, e...

� muito educado e...

N�o est� partido.

- O qu�? - A tua perna.

Vai ficar bem, est� apenas pisada...

Deves descansar um pouco.

Partimos ao nascer do dia.

Valiant, eras tu com a armadura do Gawain no torneio, n�o eras?

Sir Gawain � como um irm�o para mim. Eu tinha que proteger a sua honra.

E desfigurar a cara do meu noivo enquanto isso?

Sinto muito.

Mas � melhor dormirmos um pouco.

- N�o reconhe�o isso como um selo brit�nico. - Tornei-me �rf�o quando era crian�a.

- Criado por monges, numa aldeia fora de Camelot. - E n�o sabes nada sobre os teus pais?

- A tua fam�lia? - Fui levado at� l� por um homem de longe.

Ele disse-lhes que eu era valente e esse tornou-se o meu nome.

Isto e a minha honra s�o tudo o que alguma vez tive.

� um homem honrado aquele que luta por um cavaleiro da t�vola redonda.

O pr�ncipe Arn jamais faria algo t�o desinteressadamente.

Talvez, de certa forma, seja uma ben��o crescer pobre.

Estamos quase l�.

Brandville � j� a seguir a estas colinas.

Olha! � o Douglas.

Ele � a m�o direita do meu pai.

Foi ele quem me ensinou a montar e a lutar. Tens de o conhecer.

Ningu�m poder� nunca ficar a saber.

A minha miss�o est� cumprida.

Adeus, minha princesa!

Em frente.

Lady Ilene, proteja-se!

Bravo. E agora, gostaria que viesses para Thule,

E me ajudasses com a Excalibur.

Voc�s? Foram os vikings que roubaram a excalibur?

Muito bem, Gawain de Orkney.

Ele n�o � Gawain, seu bruto est�pido.

N�o lhe d�s ouvidos, ela s� est� a dizer isto para me proteger.

- Pela p�tria. Por Inglaterra! - Ataque!

A quem prestam tu e os teus amigos vassalagem?

Apanhem-nos!

Cuidado!

- � mesmo sir Gawain. - Pensava que isto n�o era um evento social.

Cale-se!

Vamos!

Valiant!

Valiant!

Valiant?

Valiant?

Pai.

Excalibur est� nas m�os dos Vikings.

Eles t�m a for�a necess�ria para invadir a Gr�-Bretanha.

Especialmente se nos mantivermos a lutar uns contra os outros.

Os meus espi�es avistaram um barco viking de Marrion, em Norfolk.

E sir Gawain?

- O que querem dele? - Tenciono descobrir isso tamb�m.

Mas primeiro tenho de partir para a Esc�cia e parar esta guerra sem sentido.

Gostaria de poder ajudar mais.

Mas n�o posso arriscar enviar quaisquer tropas para Inglaterra.

- Ent�o deixe-me ir a mim, pai. - Filha!

Leva isto contigo.

D�-o ao pr�ncipe Arn. Ele n�o vai acreditar em ti sem isso.

Pr�ncipe Arn.

Tinha-me esquecido dele.

Tamb�m eu.

Posso levar alguma armadura emprestada?

Acho que esta est� a come�ar a enferrujar.

Valiant cavalga para norte, para evitar a guerra.

rezando para que sir Gawain possa sobreviver aos seus b�rbaros captores o suficiente para que lhe leve ajuda.

Na fronteira entre o norte e o sul, os ex�rcitos ingleses e escoceses

preparam-se para um amanhecer sangrento.

Estradas bloqueadas? Mau tempo?

Eu n�o quero ouvir desculpas nenhumas.

Arthur ordenou-nos que esmag�ssemos os escoceses.

E at� eles devolverem a Excalibur, ser� exactamente isso que faremos.

Senhor! Um mensageiro chegou de Brandville. Com not�cias.

N�o me digam que os galeses tamb�m precisam de umas chapadas.

Tudo o que precis�vamos agora eram sarilhos a oeste.

Voc�s t�m de anular a batalha. Os escoceses foram falsamente acusados.

- Estou a dizer a verdade. - E Arthur mentiu?

- N�o nos cruzamos j� antes? - Sou escudeiro para sir Gawain.

Oh, e agora vieste aqui para comandar o meu ex�rcito?

A princesa Ilene, de Brandville, deu-me isto.

Ela disse-me que saber�eis que falo a verdade.

- O que fizeste com ela? - Ela est� segura em casa, em Brandville.

- N�o! - Tendes que me ouvir!

A nossa luta n�o � com os escoceses, mas sim com os vikings.

- E eles sequestraram sir Gawain. - Sequestrado, dizes tu?

E eu sei onde eles est�o ancorados. Podemos chegar aos barcos antes deles.

- Podia enviar alguns homens. - N�o! Ele est� a mentir, eu sei.

Ele � um espi�o escoc�s.

Ilene jamais tiraria este anel.

N�o dever�amos, pelo menos, informar Arthur?

Depois de matar este traidor, talvez.

Eu aceito.

- O qu�? - Um duelo.

- Um duelo? - Desafi�steis-me.

� meu direito, n�o �?

N�o tens direitos aqui, rapaz. Isto � um acampamento militar.

Voc� tem medo de mim?

O rapaz tem tomates.

N�o me acredito nisto.

Est� com medo que eu possa partir o seu nariz outra vez?

Tu?

Deem-me uma lan�a!

Aquilo � capaz de ser injusto. Com licen�a. Aqui, rapaz! Apanha!

Vamos l�.

Vamos l�, rapaz.

- Acaba l� com isto, ent�o. - Eu vim aqui pelo seu aux�lio,

n�o pelo seu sangue.

Prepara o meu cavalo mais r�pido, William.

- Mas o seu pai deixou-me instru��es... - Por favor.

Eles n�o podem partir antes da pr�xima mar�. Gawain deve estar na tenda.

Ent�o n�o estavas a mentir.

E porque mentiria?

Como um homem de honra, Valiant, d�-me uma resposta.

Pediste o anel � princesa ou ela voluntariou-se?

Ela entregou-mo.

Porqu�?

Porque ela me jurou que nunca o removeria.

A menos que ela tenha d�vidas sobre quem � o homem que realmente ama ou n�o ama.

Mas voc�s est�o prometidos um ao outro.

Eu nunca me casaria com uma mulher que n�o me amasse tamb�m.

Vamos l�.

Quem � voc�?

- Lady Ilene? - Vamos sair daqui.

- Boa armadura. - Obrigado.

Eu n�o sei quem � o mais maluco, voc� ou o jovem Valiant.

Para tr�s.

- Sir Gawain? - Valiant?

Ilene?

- Pr�ncipe Arn? - Sir Gawain?

- O que est� aqui a fazer? - A tentar um resgate.

- Tu deste-lhe o meu anel. - Tencionava contar-te.

Podemos tratar disso noutro s�tio, por favor?

- Qual � o plano? - Plano?

Eles est�o t�o b�bados que pod�amos guiar gado pelo meio deles.

- Perd�o. - Obrigado.

Acho que temos um problema.

Mais alguma sugest�o?

Valiant!

N�o! � demasiado tarde. � demasiado tarde!

Aqui! Vamos l�!

- Como queres morrer desta vez? - De velhice.

Tendo morto o pr�ncipe Arn, e atirado Valiant no abismo,

Thagnar come�ou a sua jornada de volta para Thule com os seus dois prisioneiros:

A princesa Ilene, e sir Gawain.

Pouco sabe ele de que n�o � de Gawain que ele precisa para tirar a espada da pedra.

� medida que o sol se levanta sobre as praias do sul de Inglaterra

encontramos uma pequena figura a dar � costa atrav�s da mar� matinal.

Este � o meu mestre. O mestre Rom�o.

Exactamente.

E n�o aprecio o meu escudeiro estar a ser tratado desta maneira.

"N�o aprecio o meu escudeiro estar a ser tratado desta maneira."

Remova as suas m�os, senhor.

Regras?

�timo!

Tu? Tu devias estar na pris�o pagando pelos teus crimes.

Anda da� beber uma cerveja comigo.

- O que te traz a esta cidade costeira? - Ando � tua procura, para falar a verdade.

Encontar-te foi uma tarefa f�cil.

Deixaste um rasto semelhante ao de um leproso �s apalpadelas.

- Porqu� est�s assim t�o interessado em mim? - Chama-lhe curiosidade.

Tamb�m estou curioso com algo. Como posso chegar a Thule hoje � noite?

Sei de um navio mercante que vai para Thule.

N�o ser� barato, por�m.

Isto deve ser suficiente para n�s dois.

Para n�s dois?

Por que queres ir a Thule?

O meu nome � Pechet, disseste que era o teu escudeiro. Ent�o, que assim seja!

- Exigo ver o rei. - Har�m.

N�o podem fazer isso com ela, ela � uma princesa.

Que diabos � um har�m?

Pergunto-me se ser� ela virgem.

� claro que sou virgem. Sou a princesa Ilene de Brandville.

Todas t�nhamos reinos, outrora. E agora, somos apenas rainhas por uma noite.

- Eu sou � segunda-feira. - Eu sou � ter�a-feira.

Eu sou � quarta-feira.

E tu ser�s � quinta-feira.

Isso � hoje!

Ele n�o se atreveria a tocar numa princesa...

Pois n�o?

Nunca. N�o te ajudaria mais a obter Excalibur do que ao pr�prio diabo.

O diabo?

Thule � territ�rio crist�o. O teu pai deve estar a dar voltas na pira.

Talvez ele se disponha a cooperar quando lhe arrancar as unhas dos p�s.

Deixem-me a s�s com Gawain. Tenho a certeza que posso convenc�-lo.

Eu digo, mat�mo-los a ambos e est� feito.

N�o discordo, minha querida.

Oh, n�o sejamos apressados.

Atr�s de cada grande rei, existe um feiticeiro.

N�o precisamos dela para resolver isto.

O que � que fizeste?

Ele era in�til.

Eu disse-te que n�o havia outro herdeiro de Thule.

Eu vi-o na vis�o, todos vimos.

N�o tinhas de o matar.

O que foi? Outra vis�o?

O garanh�o vermelho!

Imposs�vel.

Tu disseste que os massacraste, at� ao �ltimo homem.

Ent�o, um deve ter conseguido escapar.

O que � que eu te disse? Passagem para Thule.

Deixaste, convenientemente, de fora a parte de remarmos n�s pr�prios.

Terra firme.

Qu�o longe � este castelo do Sligon?

- Vamos precisar de cavalos. - Vamos pedir alguns emprestados.

Emprestados?

Isto n�o � Camelot.

Aqui, Obelix! Aqui!

Lindo menino.

Onde estamos? Isto n�o � um castelo.

- Boltar. Voltaste. - Voltei, sim senhor, pai.

E trago-te o...

Valiant.

Quem s�o estas pessoas?

Podes ter-nos esquecido, jovem Valiant,

mas n�s, certamente, nos lembramos de ti.

Anda.

Para tr�s! Para tr�s!

Pessoas livres de Thule, re�nam-se!

Durante os dias terr�veis, quando Sligon levou a cabo guerra contra seu pr�prio povo,

o teu pai, o rei Aguar, ordenou-me que te levasse,

o �nico herdeiro sobrevivente que ele tinha e que nos escond�ssemos.

Eu fui contido numa furiosa batalha, mas, gra�as aos deuses,

o meu filho, Boltar, conseguiu escapar contigo at� Inglaterra...

... onde te deixou num mosteiro.

Disse a Boltar para te deixar com o amuleto,

sabendo que um dia irias procurar o teu pr�prio passado,

e libertares o teu povo.

Isto pertencia ao teu pai.

Gentes da Thule livre,

o garanh�o vermelho voltou!

Assim est� melhor.

Esperem.

- Consigo fazer isto sozinha. - Mas que pena.

- O que � que, em nome de Asgard, est�s a fazer? - Peguei emprestado o livro da bruxa.

H� alguns detalhes interessantes com que ela n�o nos quis incomodar, j� que somos b�rbaros...

D�-me o livro.

"Quando um usurpador, neste caso tu, morre..."

"ele come�a a sua pr�pria linhagem real, de sangue de direito, sangue azul..."

Eu sou o teu sucessor.

Mesmo que conseguisses tirar a espada da pedra,tu �s um fraco, meu irm�o.

Fraco e velho.

L� porque consegues matar pessoas, isso n�o faz de ti um governante.

Faz de ti um assassino!

Achas que o meu povo te vai aceitar como rei?

N�o lhes estou a dar essa escolha.

Todas estas pessoas mortas fazem-me sentir solit�rio.

Tragam-me a princesa,

porque amanh�, entramos em guerra!

Abram! Est� na hora.

Vamos l� acabar com isto?

O pr�ncipe conseguiu entrar.

Uma bebida?

Com um b�rbaro como tu? Nunca!

Mas est�s enganada, minha pequena princesa. Eu n�o sou um b�rbaro, mas sim...

- ... um rei. - Por direito de nascimento ou de morte?

�s quintas-feiras, hum?

Voc�s, vikings, s�o t�o rom�nticos.

Falando nisso...

N�o est� um pouco frio para romantismos?

Est� melhor?

Se te vou deixar tocares-me, n�o ser� s�bria.

Bebe!

� sa�de disso!

Guardas!

Estava � tua espera.

Quem � a minha benfeitora?

Tu �s Morgana Le Fey.

- A irm� banida do rei Arthur. - E o que � que isso te diz?

Tu �s um Viking, n�o um brit�nico.

- Onde est�o Sir Gawain e Ilene? - Ajuda-me e juntos vamos encontr�-los.

N�o negoceio com traidores.

Guardas!...

Volta a dormir!

O que queres?

Os teus inimigos s�o os meus inimigos... e isso faz de n�s... aliados.

Juntos, podemos vencer esta... fraude. E resgatar Excalibur.

O reino de Thule est� aos teus p�s como um abastado tesouro.

E tudo o que tens de fazer � matar o Thagnar.

- O que ganhas tu com isto? - Bem...

eu seria a tua rainha. N�o v�s? Estou amaldi�oada.

Eu s� posso destruir. Nunca criar.

� por isso que preciso de ti. A mais pura linha de sangue para o trono.

A tua inoc�ncia, a minha mal�cia, o equil�brio perfeito.

O casamento perfeito.

Posso te dar tudo aquilo que verdadeiramente procuras.

E mais...

Juntos, podemos ser o amor.

E o �dio.

Beija-me apenas.

Valiant.

- Ilene. - O que estavas a fazer com ela?

- Estava � tua procura. - N�o era o que parecia, daqui.

Onde est� Sir Gawain?

Depressa! Apanha a Excalibur.

S� h� espa�o para uma rainha em Thule.

Desculpa.

Vingarme-ei disto.

Temos de parar... de nos encontrarmos destas formas.

Quem �s tu?

O filho de Aguar.

O �ltimo membro do cl� do garanh�o vermelho de Thule.

Ent�o eras tu o tal desde o in�cio.

Bem, garanh�o...

... esperemos que os meus animais de estima��o gostem de carne de cavalo.

Tenho uma id�ia.

E que tal um milagre, em vez disso?

Ainda nenhum sinal do Valiant.

Eu vou entrar!

Com isto?

Tenho um monte de experi�ncia.

Pronto?

Bem... ent�o no tr�s.

Um, dois...

... tr�s.

� isso mesmo.

- E agora? - N�o sei.

N�o tinha planeado at� este ponto.

Queludium.

Valiant.

Sim?

Nunca te contei, mas tive um sonho sobre n�s...

- Que nos t�nhamos escapulido. - Escapulido?

Fugido juntos.

Para um s�tio distante, onde todo o homem era um pr�ncipe

e toda a mulher uma princesa.

Porque eu amo-te, Valiant.

Amei-te desde o momento em que nos conhecemos.

A s�rio?

Com todo o meu cora��o.

Existe algo que n�o te contei...

- Eles at� que s�o bonitos, n�o s�o? - Pechet!

Fiel escudeiro, ao seu servi�o.

Encontrei um frasco disto.

Ningu�m deveria deixar drogas por a�.

Depressa, garanh�o! Encontramo-nos na porta.

Para a porta, r�pido!

Abre-a.

Com licen�a!

Tua?

- Obrigado. Boas sortes. - Vamos.

� hora de atacar, rapaziada. � agora ou nunca.

Ei, tu.

Valiant.

Que apropriado, apenas restam os reis.

S� h� um rei aqui.

- Regras? - Quem morrer primeiro, perde.

�timo!

Thagnar.

Tu estavas certo, rapaz.

S� h� um rei aqui.

Valiant.

N�o.

N�o.

N�o!

Eu sou Thagnar, o invenc�vel.

D�-me for�a.

Ela n�o pode morrer.

Sou o pr�ncipe Valiant, mas n�o sou nada sem o seu amor.

N�o me podem dar a minha alma e depois levarem-me o cora��o.

Conceda-lhe a vida e eu darei a minha em troca.

Responde-me, meu deus, ou ganha para sempre um inimigo.

Responde-me!

Valiant! Valiant!

Valiant! Valiant!

Valiant! Valiant!

Enquanto isso, em Camelot, sentindo-se abandonado pelos poderes da Excalibur,

o rei Arthur est� prestes a tomar uma decis�o fat�dica...

A um de voc�s, eu darei toda a autoridade sobre as

ilhas Brit�nicas.

O meu sonho de Camelot falhou.

O selo.

Anda l�, rapaz...

Eu sou o pr�ncipe Valiant, herdeiro verdadeiro ao trono de Thule,

gostaria de devolver isto, a espada Excalibur e oferecer paz duradoura

entre as nossas duas na��es. V�s sabeis... Algo deste g�nero...

A Inglaterra aceita de bom grado tal generosa oferta.

E pergunta, o que poderemos dar em troca?

A sua b�n��o

para que um Viking se case com uma jovem princesa de Gales,

pela qual ele se apaixonou profundamente.

Claro.

Depois de, vitoriosamente, restaurar a paz � sua rec�m formada na��o,

e Excalibur ao trono Brit�nico,

o pr�ncipe Valiant � nomeado cavaleiro por Arthur

e passa a ser um dos cavaleiros da t�vola redonda.

� aqui que come�am as suas futuras aventuras.

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