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Original subtitles

Hong Fang manda um cont�iner � China com o dinheiro arrecadado.

UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX

Eis o n�mero de s�rie do cont�iner.

Em duas semanas, fugir� com elas. Ela vai morrer dentro do cont�iner.

Soledad, arrume um bom advogado,

pois ser� acusada do homic�dio do seu marido.

Temos algo que querem.

Todas ganhamos. Voc�, o cont�iner com dinheiro.

Eu, minha liberdade, e ela, que a deixe em paz.

-N�o posso continuar com isso. -Pense bem.

Depois que falar com a pol�cia, n�o tem volta.

Foi degolado com um cabo de a�o.

Mudaram a escala dele

e, at� onde sei, presas n�o fazem isso.

Se estiver envolvida em algo para sair deste chiqueiro,

quero participar.

Controlando o fluxo de galinhas, temos linha direta com o exterior.

Agora que sabe que funciona, o que vamos botar?

Glicerina.

Quero um lugar na carga.

N�o vai entrar no neg�cio.

J� houve �poca em que sabia perder.

Sei quem matou Unai. Posso provar.

A parte do meio � o sangue do Unai.

Numa ponta est� o sangue da presa que puxou o cabo.

Anabel Vila Roig.

N�o.

Mas voc� merece ter a morte dela na consci�ncia?

Mataram a Anabel.

Ol�.

-Mataram a Anabel. -Qu�?

O que aconteceu?

Quem teria matado esta pobre desgra�ada?

Sole.

Mataram a Anabel.

Mataram a Anabel!

Mataram a Anabel?

Soledad vingou a morte do marido.

� a hip�tese mais simples.

Espero mais de voc�, Rojas.

Olhe.

Jogou acetona para queim�-la viva, mas a apunhalou?

O que aconteceu?

Acabaram os f�sforos?

Soledad N��ez foi condenada por queimar o marido.

No �ltimo instante, mudou o estilo para desviar a suspeita.

Vamos interrog�-la.

Ela vai confessar.

M�e, est� tudo bem.

Eu pego a Alicia na quinta depois da escola e dou o lanche.

Claro. Assim, pode ficar de cama e se recuperar.

-Eu sei. -Oi, Bobi!

Eu sei, m�e, mas leva uma semana pra se recuperar da gripe.

-Paula. -Est� certo.

Faremos assim.

Um beijinho. Melhoras.

E beba muita �gua. Tchau.

Espere. Tudo bem?

Mas, Carolina, querida...

Ol�. Quem est� procurando?

Minha filha.

Alicia Gonz�lez Carrillo.

-Alicia? -Sim.

Alicia n�o veio no �nibus.

Por qu�?

-� a m�e dela? -Sim.

Deixaram um envelope para voc� na recep��o.

Tome.

N�O AVISE A POL�CIA

Desculpe.

Quer que eu ligue pra escola?

N�o. Esqueci do carat� dela hoje.

Est� bem.

Que bom.

-As camas de novo. -Merda.

Por que tiram as penas dos travesseiros?

Ei, isso n�o � da Anabel.

-Vargas, fora. -N�o, voc�s nem...

Vargas!

Fico arrepiada ao verem mexendo nas coisas de uma morta.

Mesmo que seja da Anabel.

Est�o interrogando a Sole.

Pessoas como n�s, amea�as � sociedade, s�o postas na pris�o.

E o que fazemos com as pessoas que s�o uma amea�a aqui?

Existe pris�o da pris�o?

S� nos resta a justi�a divina.

A justi�a divina n�o apunhalou Anabel 12 vezes.

Acham que foi ela?

Motivos n�o lhe faltam.

-Todas temos motivos. -Verdade.

Olha, Mill�n!

Que descoberta de detetive!

O consolo da Anabel. Ol�.

Nicolau, o bilau.

Sim, d� uma olhada. Veja o que tem dentro.

N�o jogue fora. D� pra mim.

N�o, deixe pra ela, que precisa mais.

Anabel tinha fam�lia, filhos ou algu�m que desse bola?

-Ningu�m sentir� falta dela. -Quem a amaria?

-Ora, s�. Porra. -Vamos.

De verdade...

-A Dama das Camelas. -E os livros?

Ai, n�o! Cam�lias!

Sudoku, Cachinhos.

-Quer pra quando for cagar? -Sim.

Olha. Ela tinha fam�lia e tal.

-Claro que tinha. -Parece uma boa pessoa.

Coitada.

Pobre...

Vejam.

Porra.

� a cama da Sole.

-Sim. -Claro.

Droga.

� muito simples, N��ez.

Diga sim ou n�o.

Matou Anabel ou n�o?

Defenda-se, porra!

At� psicopatas que enterraram 50 cad�veres no jardim

dizem que n�o fizeram nada!

Achamos esta faca, inspetor.

Escondida na cela dela.

Obrigado.

Assassinos se livram da arma do crime.

O que aconteceu?

Passou a ter carinho pela faca?

� t�o lesada que esconde na sua cela?

SUA PRA SEMPRE SOU FELIZ POR SENTIR-TE

Por que as presas t�m tatuagens?

Tenho duas.

Muitas s�o por t�dio.

As tatuagens est�o cheias de erros, de cagadas, n�?

"Fiz isso e, para n�o esquecer, vou tatuar."

A tatuagem diz muito da pessoa.

Seus pais d�o seu nome, os amigos, o apelido,

j� a tatuagem � algo que voc� escolhe.

O que quer que saibam de voc�.

� um mapa

-onde desenha quem �... -Verdade.

...o que aconteceu.

-Sem falar que... -V� tudo de outro jeito.

...tamb�m tem o lado do bando.

Pode ser para dizer: "Tome cuidado, pois sou uma delas."

Tamb�m tem isso.

Tr�s, tr�s.

Nunca quis ter filhos.

Nunca tive instinto materno.

Se uma amiga mostrava fotos dos filhos, eu ia embora.

Odiava conversas, blogs e tarefas ligadas � maternidade...

S� de imaginar meus peitos com estrias

eu suava.

At� a Alicia nascer.

Meu c�rebro deu uma volta de 180 graus.

S� queria estar com ela, olhar pra ela,

cobri-la de beijos

e apert�-la contra o peito � noite.

Numa fra��o de segundo,

minha passarinha virou a coisa mais importante da minha vida.

O centro do meu universo.

E, agora, n�o sei se est� viva...

ou morta.

Venha, vereadora.

Vereadora, escute.

N�o est� morrendo, ouviu?

Venha.

O que aconteceu?

-Nada. -Nada.

Anabel era uma grande filha da puta,

mas deve ter deixado alguma boa lembran�a.

Cruz do Sul, janeiro de 2016.

Anabel vendeu droga batizada a Tere. Qual o resultado?

Tere teve parada cardiorrespirat�ria e quase morreu.

� uma boa lembran�a da Anabel.

Tamb�m j� pisei na bola, mas gostaria de ser lembrada.

Preciso mijar.

Se quer se sentir melhor, pendure uma foto.

Pendure uma foto no muro

e ter� Anabel para sempre no cora��o.

Vou mijar.

N�o � isso.

Vou cagar.

Que coisa...

Porra, garota.

Eita...

N�o sei...

Porra...

Garota...

Que filha da puta.

Parece que n�o consegue respirar?

Falta ar.

Parece um infarto.

Mas � um ataque de ansiedade.

Ent�o, respire. Puxe o ar pelo nariz...

e solte pela boca at� se sentir vazia.

N�o deixe ningu�m ver que est� mal.

Finja.

Foram as chinesas, n�?

O que fizeram com sua filha?

Como sabe?

Se quisesse algo seu, iria atr�s dela.

Assim, garantem que n�o revela o plano delas � pol�cia.

-Se acontecer algo com ela, eu morro. -Eu sei.

Se virem que � fraca,

sua filha n�o valer� nada.

Aprenda a controlar o medo.

O medo revigora.

Isso.

Levante-se. Vamos.

Ei. Ainda est� aqui?

Cinquenta mil euros.

Escondidos num fundo falso no arm�rio do Unai.

Ele foi subornado, Frutos.

Temos um problema.

Altagracia.

Sabia de alguma coisa?

N�o.

-N�o disto. -Certeza?

Fa�a-me o favor.

Ela sabe de tudo.

Sabe que um agente estava envolvido. Tudo.

O que sugere que fa�amos?

No que est� pensando?

Em quem vai bater?

Ou vai denunciar? Contar ao diretor?

N�o sei.

Mas tenho que saber que porra est� rolando.

Eu entendo.

Mas ser� que vale a pena?

Por que n�o deixa Unai descansar em paz?

E descanse voc� tamb�m.

Ele tinha dois filhos.

Que tenham boas lembran�as do pai.

Deixe pra l�.

Eu a conhe�o. Ela n�o vai parar.

Ela precisa ser morta.

Frutos,

voc� � bem pago.

N�o me diga nada.

Mate-a.

O que foi?

Mercedes Carrillo, visita.

Mercedes Carrillo, visita.

Garanto que s�o boas not�cias. Corra.

Qual � a sua com a vereadora?

-Nada. -Oi, meu bem.

-Ela ficar� feliz em ver a filha. -Oi.

Entendi. A filha.

Vai entender quando nascer o seu.

Eu te conhe�o, Zulema.

Fez algo � filha da vereadora?

Voc� a sequestrou?

-Sequestro? -Sim.

-Eu? -Sim.

-Uma criancinha? -Sim.

-Nunca. -Foi demais!

-S�rio? -Sim. Passei o dia com Luc�a.

Fui ao parque e nos divertimos no escorregador...

Zulema, crian�as s�o sagradas.

N�o me foda.

Dei uns telefonemas.

M�e, est� tudo bem.

Eu pego a Alicia na quinta depois da escola e dou o lanche.

Semana passada, nos telefones, ouvi que a m�e da Mercedes gripou.

Eu sei, m�e, mas leva uma semana pra se recuperar da gripe.

Faremos assim.

Um beijinho. Melhoras.

E beba muita �gua. Tchau.

Mulheres com mais de 65 anos precisam se vacinar. Porra!

E?

Eu fiz assim.

Fingi ser a av� da Alicia

e pedi para a m�e de uma amiga peg�-la na gin�stica.

-O que houve, Mercedes? -Por qu�?

Perguntou � m�e da Luc�a se a Alicia podia dormir l�?

Ela disse que eu liguei.

Mas n�o liguei pra ningu�m.

Depois, liguei pra av�.

Disse que era a m�e da amiga.

Disse que convidei a menina pra dormir l�.

Sim. Deu problema num papel e n�o me deixaram sair.

Achei que era o melhor, j� que estava doente.

Mas esqueci de te contar.

Desculpe. Est� melhor?

Sim.

C�rculo fechado.

Entendi.

Como conseguiu os n�meros de telefone?

Omar.

Que a paz esteja contigo.

O das galinhas?

Ele foi � escola.

� incr�vel o que se consegue sendo bonito.

E deixou um bilhete pra Mercedes, em chin�s.

O medo da Mercedes pela filha fez o resto.

A menina curtiu. � o que importa.

� preciso mudar a rotina das crian�as.

� um bom conselho, agora que ser� m�e.

Zulema, est� exagerando.

Se a vereadora descobrir,

ser� nosso fim e com raz�o.

Temos um plano de fuga.

A filha da puta ia avisar a pol�cia.

� o motivo de tudo, entendeu?

Se formos enfrentar as chinesas, temos de estar unidas.

N�o tenho tatuagens por medo de agulhas!

Desculpe, sou uma sem-vergonha.

-Ela acabou de se tatuar. -N�o.

Porra, espera. Eu mostro.

Viu?

-O que diz? -N�o v� mais.

-Eu queria... -Sabe...

Eu queria "orgulho gay", mas ficou...

-"Falafel". -Falafel.

Por outro lado...

Tenho umas cicatrizes de agulha.

Tamb�m � tatuagem, n�? Parece desenho.

Para lembrar, fazer parte...

Outra tatuagem?

Quando escolher o nome do nen�m, vou tatuar.

Corpo n�o me falta.

Vou tatuar "Zule".

Um z�.

De zorra.

Aqui.

"Cachinhos amor."

Esta foi por amor.

Quando ela fez, n�o gostei porque...

-N�o gostou uma ova. -� pra sempre.

Voc� gostava de morder.

Esta tamb�m � por amor.

Para minha amiga Zulema.

Quando ela entrou em coma,

jurei tatuar se ela acordasse, como acordou.

Ah, sim, mostre a sua.

-Um trevo de quatro folhas. -O que est� fazendo?

Para ter sorte no amor.

Com isto, terei sorte. V�o ver s�.

-Mostre a outra. -Que outra?

-Tem outra. -Que filha da puta...

Mostre. Voc� �... "com amor".

N�o d�.

-N�o posso. -Ela tem outra.

Sua puta.

Est� linda.

Obrigada.

-O que foi? -N�o sei se quero fazer isto.

O que aconteceu?

Cancelei esta visita tr�s vezes.

Cancelei, confirmei...

-Cancelei, confirmei... -T�.

Deixei o funcion�rio doido.

Que bom que est� aqui.

Queria muito te ver, Kabila.

O que foi? Primeira vez com mulher?

N�o.

-N�o? -N�o � isso.

T�.

� que...

Ningu�m me viu nua depois da cirurgia.

Certo.

Posso?

-Sim. -Certeza?

T�.

Tere.

Tere.

Tere.

Tere.

Tere?

Tere!

Tere.

Tere.

Tere!

Tere!

Merda!

Tere. Pelo amor de Deus.

Tere! Olhe pra mim! Est� tudo bem!

Tere!

Algu�m me ajude, por favor!

Tere! Merda!

Socorro! Ajudem, porra!

Ajudem!

N�o vai falar, n�?

Na academia, falavam da navalha de Occam.

J� ouviu falar?

Occam era um puto ingl�s para quem

a explica��o mais simples � sempre a mais prov�vel.

Minha av� dizia: "Claro como a luz do sol."

Se aquele ingl�s conduzisse a investiga��o,

j� podia se considerar fodida.

Mas depois de 30 anos de carreira, sabe o que fiz com a navalha de Occam?

Aparei os pentelhos.

Mesmo arriscando cortar o saco.

Suas digitais est�o na faca.

Meu instinto diz que � inocente.

Sole, na verdade...

sabemos que n�o � culpada pelo assassinato do 2o marido.

Deixe-me te ajudar.

N�o matou Anabel.

A� � que se engana, inspetor.

Eu matei Anabel.

Matei mil vezes na minha cabe�a.

N�o passava um dia sem que imaginasse uma morte diferente.

Inspetor...

tem suas provas...

tem sua suspeita.

N�o percamos mais tempo.

Adoro a sauda��o oriental.

� t�o respeitosa...

t�o limpa.

As m�os das pessoas suam.

-Vamos em duas semanas. -Eu n�o vou.

N�o vou arriscar o semiaberto.

Darei o n�mero do cont�iner e depois me esque�a.

Ela fica e eu n�o vou voltar.

Vou at� o cont�iner, e ver�o que n�o h� enganos.

Depois, vou embora.

Cumpri minha parte do trato.

Quero o n�mero do cont�iner.

Que trato?

Claro.

Eram...

sete n�meros e quatro letras.

Oito...

seis...

cinco...

nove...

seis.

-Tr�s. Tinha tr�s, n�? -Tinha.

N�o me lembro da ordem.

H� um bilh�o de combina��es.

Gosta de sudoku?

O n�mero.

Vamos cumprir nossa parte.

Zulema dar� o n�mero do cont�iner,

mas s� quando sa�rem.

Isso torna tudo mais fascinante,

e evitamos novas viagens ao interior da lavadora.

Vamos.

Sabe que, quando mostrar o cont�iner,

-n�o a deixar�o ir embora. -Tenho um plano.

MINIST�RIO DO INTERIOR

Zule, � bem legal, mas...

para que quer explosivos?

N�o s�o fogos para meu anivers�rio.

As chinesas t�m um plano de fuga.

Vamos fugir com elas, mas elas n�o ir�o conosco.

Usarei um cinto de explosivos debaixo do uniforme.

E, chegando ao destino,

serei a primeira a descer do caminh�o

-para mostrar o cont�iner. -Abram essa porta!

Ent�o...

Tr�s...

dois...

um.

Bum.

Ol�.

Est� me ouvindo?

Estar presa � uma merda, n�?

Voc� vai me falar.

N�o se preocupe. Sair� em quatro meses,

vai passar voando.

Ent�o, ser� livre.

Quando sair, vai se encantar.

Vai amar aqui.

Voc� ver�.

Aguente firme.

Se tem curiosidade, precisa saber que ser� um menino.

Branquinho, careca e cara de joelho,

-mas vai am�-lo. -Porra, Cachinhos.

Se puxar ao Sandoval, far� pl�stica.

N�o vai. Ser� lindo, como voc�.

-Como eu? -Sim.

Cachinhos.

Qu�?

Ser�amos uma fam�lia do caralho.

Tem de admitir.

Saray.

O que foi?

Estou perdidamente apaixonada.

Maravilha.

Vou adivinhar.

� a policial careca. Certo.

Est� certo.

-Ela � muito especial. -Certo.

Voc� sempre diz isso.

Sim, mas desta vez � verdade.

-Tamb�m vive dizendo isso. -T�.

Mas, na verdade...

sei l�. Ela � diferente.

Qual � a diferen�a?

Eu me vejo envelhecendo com ela.

Com doen�as e merdas de velhas, e n�o fico assustada.

A coisa n�o est� boa, n�?

De quanto tempo se trata?

N�o mais de seis meses.

O tumor cresceu muito no lobo parietal.

Isso cria press�o intracraniana.

E por isso d�i a cabe�a.

Sinto muito.

Mas podemos combater a dor.

Existem tratamentos com opi�ceos, como metadona e morfina,

que podem ajudar com a dor.

Fiz cagada.

�, acho que sim.

Se n�o fosse a Antonia, teria tido uma overdose, Tere.

Tem algo a dizer �s colegas?

Tenho, claro.

Fiz burrice.

Voc� acha?

Sim, porque, no final, s� serviu para me enganar

e decepcionar quem se preocupa comigo.

Entendem?

Al�m disso, como funciona?

Existem pessoas que n�o podem ter filhos.

Que n�o consegue emagrecer

ou virar mulher de verdade.

E eu?

Desculpem.

Garotas, perd�o.

-Tudo bem. Continue. -Porra.

Prossiga.

Comigo � igual. N�o consigo largar as drogas.

N�o d�. Sou viciada e serei a vida toda.

Provavelmente vou morrer de overdose

ou afogada no pr�prio v�mito.

� uma grande merda, mas � assim mesmo.

N�o quero lutar mais.

J� deu. N�o aguento mais.

Aceitar que sou uma viciada...

Porra, d� um puta al�vio. Eu me sinto em paz.

Pela primeira vez em muitos anos...

eu me sinto livre.

Livre de verdade.

� �timo.

Olha o que achei entre suas coisas.

Uma almofada de pesco�o.

Onde a arrumou, Goya?

Sabe que tenho problemas no pesco�o, Zule.

Est� fazendo servicinhos extras pelas minhas costas.

N�o foi paga para servir ch� com biscoitos, n�?

Quem pediram que matasse, gorducha?

APAGAR REGISTRO

REGISTRO APAGADO

Vamos.

Puta merda. Respire.

Respire.

Respire, mexicana.

Isso.

Muito bem. Assim.

NO PR�XIMO EPIS�DIO

Viva o M�xico, putada.

-Engula. -N�o engula.

Tire-me daqui.

Tenho algo a oferecer.

Kabila!

Filha da puta!

Legendas: Leandro Woyakoski

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