All language subtitles for The 100 Candles Game (Portuguese Brazil)2021.

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Original subtitles

Uma centena de velas.

Uma centena de histórias de fantasmas.

E um espelho no escuro para invocar os espíritos.

O procedimento é simples, mas totalmente aterrorizante.

Deve sentar-se com os outros jogadores

em um círculo montado com cem velas.

Você pega uma das velas e conta uma história de terror.

Então, vá a outro cômodo com a vela

e fique lá sozinho com o espelho.

Sopre a vela e, se tiver sorte,

verá só a dominadora escuridão na sua frente.

Mas, se não tiver sorte,

pode ser a última coisa que verá

antes que sua mente se perca nos sombrios corredores

da insanidade.

Enquanto histórias são contadas e as velas apagadas,

um portal começará a se abrir no espelho.

Sentirá presenças estranhas ao seu redor,

espreitando na escuridão.

Mas você não deve abandonar o jogo,

ou uma maldição terrível recairá sobre você.

A lenda diz que o jogo veio há séculos do Japão.

Os velhos samurais

contavam histórias aterrorizantes uns para os outros

para provar sua coragem.

Dizem que, em uma noite,

um samurai jogou esse jogo com a esposa e filhos.

Depois de muitas horas,

eles chegaram à história número cem.

Então,

algo terrível aconteceu.

A esposa do guerreiro se matou diante do espelho.

Ela cortou o pescoço com um pedaço de vidro.

Desesperado pela dor,

o samurai fez o mesmo

para juntar-se a esposa no além.

Até hoje,

sempre que você ilumina um espelho no escuro,

dá para ver as sombras deles.

O jogo das cem velas

acabou de começar.

E então?

-Eu não vi nada. -Estávamos ficando preocupados.

Vamos continuar, mais cedo ou mais tarde veremos algo.

Não sejam idiotas, não vai acontecer nada.

-Quem é o próximo? -É a vez da Kristy.

Não, uma garota já foi. Sua vez, Alex.

Certo, tenho muita história para contar.

Não aquela de quando ficou bêbado

e ficou com a mãe da sua namorada.

Aquilo sim foi uma história de terror.

Cale a boca, James, já faz tempo e tinha bebido muito.

Eu estava com frio. Quer saber? Não importa.

Certo.

Essa é a história que vou contar.

É a história de uma garotinha.

Ela estava assustada e sozinha na floresta.

Ela correu entre as árvores e arbustos,

até que encontrou algo inesperado.

Olá.

Olá.

Está sozinha?

Quer brincar?

Tudo bem.

O que está fazendo aqui?

Nada.

Quer saber?

O quê?

Eu vi algo na floresta.

Tem uma bruxa por aí.

Ela pega criancinhas e come.

Como você sabe?

Todos sabem.

Da floresta e das pessoas desaparecidas.

Por que acha que ela come criancinhas?

Ela gosta do gosto.

Do gosto?

Posso perguntar uma coisa?

Claro.

Que gosto você tem, vadiazinha?

Você demorou.

Perdão, querida, eu precisava ter certeza.

Não gosto de ser isca.

Que gosto acha que a bruxa tem?

O que está fazendo aí, se masturbando?

-É minha vez, certo? -É, sua vez.

Espero que não demore tanto quanto Alex.

Não demorei tanto assim.

Então,

conheço uma história que aconteceu há um tempo.

Na minha cidade.

Venha.

Sabe quem fez isso,

certo?

Os glutões.

Estão por todo lado.

Nos campos,

na floresta, se você sair, colocará nós dois em perigo.

Entendeu?

Se encontrarem você...

Sinto muito.

Sei que nunca foi lá fora.

Mas é um mundo cruel.

É perigoso.

Temos que ficar juntos.

Você e eu.

Não quer que eu perca você, certo, filho?

Se eu morrer Antes de acordar

Não chore e não sofra

Nada é meu para levar

Eu fecho meus olhos

Cuidado.

O que houve?

Viu alguma coisa?

No celeiro.

Acha que sentiram meu cheiro?

Viu o nevoeiro lá fora?

Pairando sobre o campo?

São eles. O cheiro de criancinhas...

os atrai.

Está nas suas roupas.

No seu cabelo.

Nós os chamávamos de demônios do nevoeiro.

Porque eles se movem com o nevoeiro.

Tem os olhos da sua mãe.

Vou alimentar os porcos.

Assim está bom.

É um bom lugar.

Quero mostrar uma coisa.

Pode apagar a luz?

Observe.

É nosso mundinho.

Pode ler para mim?

De novo?

Certo.

Fique aqui.

Se eu morrer Antes de acordar

Não chore e não sofra

Nada é meu para levar

Eu fecho os olhos para dormir

E rezo para o Senhor Vigiar minha alma

Se eu morrer Antes de acordar

O que está fazendo aqui?

Eles estão aqui.

Sabe o que fazer.

Corra!

Perdoe-me, Pai, pois eu pequei.

Pegamos o garoto.

Vamos!

Esquerda livre, direita livre! Vamos.

Suspeito abatido, arma em segurança.

Entendido.

O controle é nosso.

Suspeito abatido.

Está tudo bem agora, está seguro.

Meu filho querido.

Mãe?

Mãe, está aí?

Estou com saudade.

Jogo idiota.

Kristy idiota, o que está fazendo aqui?

Olá, gatinho.

Olá, tudo bem?

O que está fazendo aqui?

BRUXA

Kristy, o que foi?

-Tem algo errado no meu rosto. -O que houve no rosto?

Não consigo tirar.

-Não consigo tirar! -Do que está falando?

-Não tem nada de errado. -Estão cegos?

-Virei um monstro! -Olhe no espelho.

Eu...

Eu juro que tinha algo no meu rosto.

É o jogo, Kristy.

Está vendo coisas que não são reais.

Você está bem.

Vamos continuar.

Vem, vamos beber água.

Crianças com olhos negros.

Ouvi falar da lenda há muito tempo,

nos anos 1980.

Você não é tão velho.

Sou tão velho quanto a humanidade.

Eu me mantenho jovem

tomando sangue de mulheres virgens.

Dá para ver que você não precisa se preocupar.

Vá se ferrar, James.

Enfim, crianças com olhos negros.

Dizem que são demônios disfarçados de crianças.

Pode encontrá-los pedindo carona ou alguns trocados.

Pode encontrá-los quando menos espera.

No seu jardim da frente ou até em lugares piores.

A história é sobre isso.

Pode me dar um copo de água?

Estou com sede!

SAIA OU MATAREMOS VOCÊ

Estão loucos? Podia ter acertado minha cabeça.

-Do que está falando, James? -Isso era para me assustar?

-Um panfleto de acampamento? -O quê?

É um panfleto de acampamento.

Não, eu juro, jogaram um tijolo em mim

e tinha um bilhete preso nele.

Estava escrito, "Saia, ou mataremos você".

Já disse, não é só um jogo, James.

Não sei o que aconteceu.

Não podemos encerrar o jogo agora.

Temos que continuar com as histórias.

É sua vez, Alex.

É, eu sei.

Pensei em uma história que ouvi quando estava na escola.

Era sobre umas garotinhas.

A vida delas era perfeita.

Mas, uma noite,

algo muito sinistro aconteceu com elas.

Querida.

Por que não está na cama?

Jill?

Fez xixi na cama?

Meu Deus!

Meu Deus, querida, o que houve?

O que houve, Jill? Alguém entrou aqui? Fale comigo.

Katie.

Katie.

Katie.

Katie.

Mãe?

O que está fazendo?

O que houve com o corredor?

Não!

Está fazendo aquilo de novo.

Abra!

Abra a porta!

Agora! É sua mãe!

Abra a porta!

Abra a porta, agora!

Coloque a mão na porta e destranque.

É sua mãe!

Por favor, deixe-me entrar!

Meu Deus!

Saia daí, está correndo perigo!

Meu bebê.

Kristy, qual é o problema?

Tem alguém aqui, não estamos sozinhos.

Não tem ninguém aqui.

Juro que estava ali.

Era uma mulher com o rosto comido,

ela estava segurando um gato.

-Ela estava ali. -Kristy, é o jogo.

Espíritos não podem te machucar, está tudo bem.

Eu juro que vi, não estou inventando.

-Não estou! -Melhor apagar a vela.

-O quê? -Tem que apagar.

Ou não podemos continuar com o jogo.

Não quero mais participar, quero ir para casa!

Lembre-se que concordamos, precisamos terminar o jogo.

Não pensei direito, não sabia que seria assim!

Eu sei, Kristy, mas quanto antes terminarmos,

antes vamos embora, apague a vela, por favor.

Assopre.

Vamos.

Certo.

Vou continuar com essa droga.

Eu li uma história na internet recentemente

sobre duas amigas.

Natasha e Nina.

Havia prints de uma conversa entre elas.

Um dia, a Natasha acordou no escuro

e não sabia o que estava acontecendo.

Onde estou?

Olá?

Olá?

Socorro!

Por favor!

Não!

Não!

Não pode ser, não!

UM CONTATO

Não.

Você não tem créditos para completar a ligação.

Por favor, Nina, me ajude.

NINA ON-LINE

Amiga, não sei onde estou e não consigo me mexer.

Socorro!

Não consigo respirar.

AMIGA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU.

ESTOU PRESA E NÃO CONSIGO SAIR DAQUI.

Vamos!

SOCORRO

NINA ONLINE

ESCREVENDO...

ESCREVENDO...

ON-LINE

QUEM É VOCÊ, FILHA DA MÃE? ESTÁ BRINCANDO?

VOU TE DENUNCIAR À POLÍCIA.

Não!

Não!

Por favor, Nina, me ajude.

ON-LINE GRAVANDO ÁUDIO

Natasha?

Não, impossível. Não pode ser você.

É brincadeira, não?

Não!

Não, Nina, o que deu em você? Por favor, me ajude.

Não consigo respirar, estou sufocando!

ESCREVENDO...

A NATASHA É MINHA MELHOR AMIGA E MORREU ONTEM.

Não!

Juro que estou viva, por favor, me ajude.

Avise meus pais, por favor.

Não acredito em você.

Se for mesmo Natasha, vai saber isso.

Quanto tirou em biologia?

Vá se ferrar, Nina! Não reconhece minha voz?

Vamos, responda.

Não sei, é uma pegadinha, ainda não recebemos as notas.

Qual foi o último filme que vimos juntas?

Não me faça perguntas idiotas!

Se é Natasha, vai saber qual foi o último filme que vimos juntas.

Não sei, Nina! Foi...

Foi "Diário de uma Paixão", choramos no final.

GRAVANDO ÁUDIO

Natasha? Não pode ser.

Ontem à noite vi você no caixão, não pode ser, onde está?

Nina, estou em um caixão, não sei como vim parar aqui.

Não estou entendendo, não consigo me mexer.

Socorro!

Não entendo, deve ser um dos casos

de pessoas enterradas vivas.

Nunca, isso não acontece mais.

Meu Deus, Natu!

Vou ligar para seus pais.

Nina, espere.

Não me deixe sozinha, Nina.

Não!

Não acredito que isso está acontecendo com você.

Fique calma, já contei tudo para seus pais.

Eles já falaram com a polícia e estão indo aí, no cemitério.

Fique calma e pare de falar, ou vai faltar ar.

Obrigada, amiga.

Fale para virem logo, estou sufocando.

Nina.

Nina, por favor, estou ficando sem ar.

ON-LINE

Nina!

Nina!

ESTÃO A DOIS QUARTEIRÕES DAÍ, AGUENTE FIRME.

Nina, tem um bicho aqui, por favor, rápido!

GRAVANDO ÁUDIO

Nina, do que está rindo?

Não tem graça.

É uma brincadeira?

Vamos, acabou.

Ninguém está indo ajudar você.

Estou distraindo você para não pedir mais ajuda.

Nina, o que está dizendo? Estou ficando sem ar.

Eu que dei o veneno que deixou você catatônica.

Não!

Também deixei um celular sem créditos aí,

-só com meu contato salvo. -Nina, não, por favor!

E também fiz questão de deixar um animal de estimação

para fazer companhia.

Por que, filha da mãe? O que eu fiz?

E ainda pergunta?

Não se lembra, vadia, do seu encontro com Damian?

Do que está falando? Não é verdade.

Não!

Olá, querida.

Adorei ontem.

Não achei que você era tão gostosa.

Olá, lindo.

Olha quem está falando.

Não!

Não!

Estou um pouco culpada pela Nina,

mas não consigo resistir.

Queria me esconder...

Nina, não!

-e nunca mais soltar você. -Eu o amava.

Há tanto tempo, Natu.

Espero que aproveite o esconderijo

com os ratos e os vermes.

Não!

E com o Damian, que com certeza está perto de você.

Tirem-me daqui!

Não!

Não!

Chega, estou fora. Esse jogo é idiota.

-James, o que foi? -Nada, que se ferrem as regras.

-Vou embora daqui. -O que houve?

Cadê os celulares?

É só um jogo.

-Tudo bem sentir medo. -Vá se ferrar, está bem?

O jogo que se ferre, você nos meteu em uma confusão.

Não a culpe, nós concordamos.

Pare de culpá-la, assuma o que fez.

-Certo, fique fora disso. -Vá se ferrar!

-Não, vá você. -Parem com isso!

Tudo bem, quer ir embora? Então vá.

Será responsável pelo que acontecer com a gente.

Tudo bem, vamos continuar.

Mas é sua vez, Alex.

Tudo bem.

Lembrei de uma história que li no jornal

da minha cidade.

Era sobre um padre.

-Não lembro o ano. -Não é importante, está bem?

Conte logo a história.

Tudo bem.

O padre era novo na cidade.

E havia uma garota.

Ela estava grávida.

Mas tinha algo muito errado com ela.

Plebeu!

Pode me dizer onde é a casa dos Bracken?

Segunda casa subindo a ilha.

Obrigado.

Meu nome é padre Carey.

Cadê o padre Andrews?

Está atrasado.

Ele pediu desculpas.

Deixe-o entrar, Pascal.

Sra. Bracken?

Você veio de longe.

Aceita um uísque?

Prefiro começar logo.

Padre.

Pare.

Vamos morrer, padre?

Não, minha filha.

Claro que não.

Ele quer nos matar.

-Ajude-me! -Pai nosso que estais no céu...

Socorro, padre!

Engoliu a própria língua.

Venha aqui!

Segure a boca aberta.

Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

-Socorro! -Ajude-me.

Há quanto tempo ela está assim?

Os pesadelos começaram há semanas.

Aí ela começou a ver coisas.

Depois disse estar ouvindo vozes.

Quem é o pai?

Ela não conta.

Pode nos ajudar?

O demônio pode matar os dois.

E não sei se posso impedi-lo.

Faça o que for preciso.

Verifique as amarras.

Saia.

Saia!

Bendita sois vós entre as mulheres

e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Não conseguirá me impedir,

fraude!

Punirei todos eles!

Deus, me perdoe.

Não, condenará todos nós!

Mamãe,

está doendo.

Empurre.

Empurre, Maehb.

Mais uma vez.

É menino.

Quem cuidará da criança?

O padre Andrews disse que acharia um bom lar.

Quanto antes, melhor.

Seria cruel deixar mãe e filho se apegarem.

Leve a criança.

Leve com você.

Padre.

Paz e saúde para você.

Para vocês também.

Preciso que nos leve.

Eu liberto você.

Meu Jesus!

É o padre Andrews.

Estou com o padre Carey.

Viemos ajudar.

Sabe quem é ele?

Não sabe há quanto tempo espero por você.

Meu pequeno príncipe.

Tem algo errado.

-Vou buscá-lo. -Não.

Não pode entrar, precisa esperá-lo voltar.

-São as regras. -Que se ferrem as regras.

-Vou buscá-lo. -Droga.

Ele não está aqui.

Tem certeza?

Olhei em todos os cômodos.

Temos que continuar jogando.

Está maluca? O Alex sumiu.

Sumiu!

A Erica está certa, sempre esteve.

Quando você começa a jogar, não pode mais parar.

Tudo bem, vamos lá.

É a história de uma garota.

Essa garota

mudou-se para um apartamento

e achou que estava morando sozinha.

Até perceber

que não.

É legal.

Queria que visse a vista.

Não, eu consegui subir com tudo sozinha.

É, estou terminando agora.

Tudo bem, também estou com saudade, até mais.

BOM DIA, QUERIDA. COMO ESTÃO AS COISAS NA COSTA OESTE?

TUDO BEM, QUASE TERMINEI DE ARRUMAR, VOU MANDAR FOTOS.

O quê?

Precisa de alguma coisa?

Perdão, só estava procurando o Adam.

Adam saiu há três dias.

Deve voltar semana que vem.

Ninguém aqui teria

uma chave mestra, teria?

Não, até onde sei.

Está tudo bem?

Está, tudo bem.

Obrigada pela ajuda.

Não vi nada.

Nem o Alex?

Erica,

conte a última história para darmos o fora daqui.

Não sabemos disso.

Do quê?

Se essa droga vai acabar.

Tem que acabar, Erica disse que acabaria.

Erica?

Conte sua última história para podermos sair daqui!

-Erica? -Sentem-se.

Contarei a última história.

Há muitos anos,

havia uma garotinha.

Ela era órfã.

Os pais dela morreram em um acidente.

Então,

ela foi acolhida pela avó.

Quando ela fez onze anos,

a avó contou um segredo.

Ela conhecia muito sobre feitiços e encantamentos.

Então,

ela começou a ensinar alguns segredos para ela.

A garota achava a avó dela o máximo,

mas os vizinhos não concordavam.

Eles achavam que ela havia amaldiçoado todos

e a culparam pelos problemas financeiros e de saúde.

Os vizinhos começaram a atacá-la.

Jogavam pedras na casa.

Eles a ameaçavam para que saísse do bairro.

Foi o começo do pesadelo.

Os ataques tornaram-se cada vez mais frequentes

e cruéis.

A avó e a garota começaram a ficar amarguradas com os outros.

Um dia,

a garota foi acampar com a escola por uma semana.

Durante o acampamento,

ela teve premonições e pesadelos horríveis.

A casa estava estranhamente silenciosa.

Ela procurou a avó por todos os lados,

até chegar no quarto dela.

Ela estava lá.

Deitada no chão, morta.

O gato estava sentado nela.

E tinha comido a maior parte do rosto dela.

Bem depois,

durante as investigações policiais,

eles determinaram que a avó

havia sido atingida por um tijolo na cabeça.

A garota

foi mandada para um orfanato,

onde passou os anos seguintes,

acumulando cada vez mais raiva e amargura.

A garota finalmente virou adulta

e saiu do orfanato.

A primeira coisa que fez

foi voltar à casa da avó.

Então,

ela pegou um livro da biblioteca.

Uma coletânea de histórias de terror

chamada

"O Jogo das Cem Velas".

Então,

ela convenceu os filhos dos vizinhos

a jogarem naquela mesma casa.

Agora,

é hora de colher os frutos de sua ira.

James?

James?

Você está aí?

Alex?

Cadê vocês?

James?

Alex?

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