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Original subtitles

''O PISTOLEIRO ESQUECIDO''

N�o era para mat�-lo.

Eu acertei a perna.

Ent�o ele est� brincando, Pepito?

Desgra�ados!

Diga � sua patroa para n�o mandar mais pistoleiros atr�s de mim.

� como se n�o os valorizasse. E n�o apare�a mais na minha frente.

Do contr�rio...

Miguel, eu vou estourar seus miolos!

Monte seu cavalo!

-Quem � voc�? -Preciso de �gua.

Preciso de �gua.

Por favor.

-Est� com fome, n�o est�? -N�o comi nada desde que parti de Oksaka.

Eu gostaria de morar aqui.

Uns bandidos me atacaram e...

Meu cavalo est� muito cansado.

-Eu estava indo para... -N�o quero saber!

Relaxa, estrangeiro. � s� a minha vaca. Ela est� com fome.

Minha m�e.

Qual � o seu nome?

Rafael.

Deixe-me ver seu punho.

Tome. Ponha isso na boca e morda com for�a.

Voc� tem essas terras h� um tempo, n�o �?

H� uns 12 anos.

-J� esteve em outros lugares. -Em toda parte.

Minha m�e e eu mud�vamos de um lugar para o outro. Melhorou?

-Obrigado, Sebastian. -Como sabe meu nome?

Eu conheci um homem parecido com voc� e o nome dele era Sebastian.

Se quiser lhe conto a hist�ria dele amanh�.

Pode dormir aqui. Estarei l� em cima. Boa noite.

Rafael!

Rafael!

Rafael!

Tequila.

-Senhor, levante-se, � hora de ir. -Mas apenas comecei...

-N�o cause problemas, saia! -S� queria mais uma bebida.

Voc� tem sorte porque eu tenho que peg�-lo vivo, amigo.

Voc� est� diante de mim novamente, amigo.

Ent�o porque n�o estoura meus miolos como disse que faria?

Tirem-no daqui.

Soltem-no!

Agora saiam!

Mate-o ou ele vai mat�-lo, Sebastian! N�o percebe?

Saia daqui.

-E o meu cavalo? -Foi uma boa troca.

O meu estava cansado. Eu n�o queria complicar as coisas.

Eu n�o queria lhe causar problemas.

Voc� ainda n�o me contou aquela hist�ria.

Vamos.

O que houve?

Nada.

Nada.

Use isso.

-� gordura de cobra. Minha m�e que fez. -Ela n�o era sua m�e.

Sua m�e verdadeira mora em Oksaka.

Com o homem que matou seu pai.

Seu pai lutou na guerra.

Ele voltou para a fazenda em 66.

O patr�o est� vindo! Avise a senhora!

O patr�o voltou! Ant�nio! Manuel!

Juanita, avise a senhora!

Bom dia, senhora.

Acabei de v�-lo chegar na pra�a de Oksaka.

Esse � um dia muito feliz para n�s.

Vamos fazer uma festa para receber meu marido.

Pronto! Agora ponha o outro bra�o.

Isso. O pai mal vai reconhecer os filhos.

Isabela j� � uma linda mocinha e voc� est� bem crescido, Sebastian.

Rafael diz que voc� tem poderes malignos e que faz bruxarias.

Seu pai vai ficar t�o orgulhoso de voc�!

Meu anjo.

Rafael, venha c�!

Fique aqui e n�o se mexa.

Sebastian, esperei tanto por isso.

Isabela!

Nem sonhava que era t�o bonita.

Maria.

Juan, bem-vindo � sua casa.

Ana.

Pensei tanto nesse momento.

Viva o M�xico!

Vamos fazer um brinde ao M�xico!

-Seus homens est�o se divertindo. -Eles lutaram bem. Eles merecem.

Ana, me d� a camisa, por favor.

Obrigado. E o meu casaco.

-N�o estou achando, Juan. -Estranho...

Estava na cadeira, n�o estava?

Ana!

Ana.

N�o...

N�o! N�o!

Rafael! Rafael, corra!

Sebastian! Sebastian!

Sebastian! Sebastian!

Sebastian...

Sebastian! Sebastian!

Acorde!

Depressa, Sebastian. Levante-se r�pido.

Depressa. Vamos, Sebastian.

V� embora com os homens. Sempre que tiver a chance espalhe a not�cia.

Diga que foram os franceses que atacaram a fazenda.

Muito bem.

Ana!

O que houve com as crian�as? Elas estavam dormindo aqui.

Thomas, onde est�o?

Devem estar escondidas. Vamos encontr�-las.

Thomas, foi terr�vel.

Tudo saiu como planejamos.

E agora, sua m�e e Thomas n�o se v�em muito.

Sebastian, voc� n�o me conhece?

N�s brinc�vamos juntos.

Eu sou Rafael, Sebastian!

Eu e voc� �ramos amigos.

E a minha irm�?

Ela mora em Oksaka.

Eu era apaixonado por ela.

E para afast�-la de mim, obrigaram que ela se casasse com um comerciante.

Eu procurei voc� por todo o M�xico. Fui ca�ado como um rato.

Quando me dei conta que era voc� naquela casa...

N�o tive coragem de explicar.

Sinto muito por t�-lo encontrado.

Est� com medo?

Um pouco.

Se voc� sabe quem matou meu pai, por que n�o mataram voc�?

Essa � outra hist�ria.

Pode me pagar depois. Precisamos atravessar a fronteira.

Oksaka � longe.

-Pode precisar de outro cavalo. -Eu o aguardo em Juarez amanh�.

Vaidade, sempre vaidade, disse o pastor.

De que serve aos homens?

Uma gera��o vai e outra vem.

E a Terra...

Permanece para sempre. Mesmo que eu ande pelo vale das sombras...

Ajude-me.

-Quem atirou nele? -N�o sei!

-N�o seja um her�i. -N�o, eu falo. Espere.

Eu nunca o tinha visto antes.

Dois jovens fugiram para as montanhas.

Obrigado.

-Obrigada, tenente. -Foi um prazer.

-A pr�xima dan�a ser� uma recompensa. -Ser� uma honra.

Garanto que todas as mulheres v�o me olhar com inveja.

Eu tenho muita sorte, senhora.

Com licen�a.

-Tem alguma not�cia? -Sim, senhora.

Siga-me.

-O que est� fazendo aqui? -Esperando...

Saia!

N�o devia ter voltado!

� a �ltima vez que vou lhe dizer.

Traga Rafael vivo.

Do contr�rio sua vida n�o vale nada.

Eu entendo. Trarei os dois pessoalmente.

-Os dois? -Sim, quem matou Chico n�o foi Rafael.

Encontre-o, Francisco.

Leve todos os homens que precisar. N�o me importa o que tem que fazer.

Encontre-o!

Seus caprichos j� nos custaram muito, Ana.

Agora chega.

Saia!

Ana.

Se n�o tiv�ssemos deixado ele viver anos atr�s estar�amos livres agora.

Chega de derramamento de sangue, Thomas. Nunca mais.

N�o � remorso que a atormenta.

Voc� � incapaz disso.

Voc� est� com medo, Ana!

Sim, o medo causou essa persegui��o.

N�o tem nada a ver com voc�.

E voc� nunca entenderia.

Antigamente voc� n�o falava assim.

� f�cil imaginar.

Mas eu nunca desconfiei que tinha me usado somente para matar seu marido!

Voc� n�o passa de uma prostituta barata, Ana!

Tenha cuidado.

N�o force a barra comigo.

Isabela.

Est� na hora de ir, Isabela.

Est� tarde e voc� parece cansada.

Por favor.

Vamos.

Amigo, voc� tem a mulher mais bonita da vila, sabia?

� um desperd�cio estar com voc�. Ela precisa de um homem.

-O que voc� quer? -Nada, amigo.

Parece que Rafael est� vindo para c�.

Se ele vier aqui � bem poss�vel que voc� o veja antes de n�s.

Nesse caso...

Voc� vai me dizer onde ele est�.

Eu diria que � uma atitude s�bia.

Entendeu?

Vamos!

Isabela.

O que voc� vai fazer?

Isabela, eu quero me mudar.

Talvez encontremos a paz longe de Oksaka.

Isabela, voc� � casada comigo. Sei que n�o era para ser assim.

Perdoe-me por n�o ter tido a for�a de recusar,

mas eu esperava que aprendesse a me amar.

Eu tentei faz�-la feliz todos esses anos.

Por favor, Isabela. Talvez longe daqui...

Ign�cio, sinto muito.

Enquanto o assassino do meu pai estiver aqui,

eu n�o conseguirei sair daqui.

Sebastian!

Usei seu dinheiro para me comprar um cavalo.

Amigo, o que acha disso? Comprei com o que sobrou.

Nada mal.

Achei que poderia precisar de mais �gua.

Meu nome � Elisa. Se precisar de alguma coisa, estarei por aqui.

E tamb�m se se sentir sozinho hoje � noite.

Seria um prazer lhe fazer companhia.

-Voc� vai lembrar do meu nome? -Sim.

Esfria muito � noite.

Elisa.

Pergunte ao dono se ele tem outro quarto para mim.

Claro, tem um ao lado do meu.

O que houve, Rafael?

Vou dar uma volta.

Boa noite, senhor.

Bem-vindo a Juarez. J� viu minhas mantas? V�m das montanhas do peru.

S�o as melhores de l� de Ilama. S�o tecidas por devotas de Madonna Guadalupe.

Quando toc�-las n�o vai querer outra coisa.

Senhor!

Est� muito quente.

Compra-me uma bebida?

Deixa comigo.

N�o gosta de mim?

Tenha muito cuidado. Ele est� l� em cima.

Terceiro quarto � esquerda.

Muito obrigado, senhor.

Acorde, senhor. Est� tarde!

-N�o pode ficar um pouco mais? -N�o posso, ouvi vozes l� fora.

Eu nem devia estar aqui.

Ponha-o no cavalo. Anda!

N�o...

Seja bem-vinda, Ana. Voc� parece bem.

Ajude-me, padre.

Acalme-se, minha filha. Diga-me, qual o problema?

Sebastian est� vivo. Ele est� voltando.

Rafael, nosso criado, estava apaixonado por Isabela.

Quando soubemos que ela o amava,

Thomas o puniu atrozmente.

Eu salvei a vida dele.

Eu n�o aguentava mais sangue derramado dentro de casa!

Continue, Ana.

Rafael est� procurando Sebastian h� anos.

-E agora ele o encontrou. -Como pode saber disso?

Eu sinto.

Um dia ele vai atravessar a porta da minha casa.

Ele vai me chamar.

Ele vai me procurar.

O �dio de Isabela n�o � o suficiente?

Por favor, me ajude a evitar o �dio dele. Pelo amor de Deus!

Em dois dias ser� o anivers�rio de morte do seu marido. N�o � verdade?

-Sim. -Vou rezar pela alma dele.

E vou pedir a ajuda do Nosso Senhor. E Sua miseric�rdia.

Para que a Paz de Deus a encha de amor.

Isso � tudo o que posso fazer.

Obrigada, padre.

Alto!

Voc�s dois v�o para Oksaka avisar o Sr. Thomas. V�o! Vamos!

Entre, Miguel.

Eu n�o gosto de usar viol�ncia, mas era o �nico jeito de falar com voc�.

-Voc� n�o pode ficar em Oksaka. -Por que n�o?

H� anos que sua presen�a aqui envenena minha vida com sua m�e.

-J� foi longe demais. -Pode me matar, n�o me importo.

Isso n�o vai lhe dar o amor da minha m�e. Sempre existiram outros homens al�m de voc�.

E sempre haver�!

Enquanto ela aguentar os animais que ela atrai.

Minha m�e n�o tem virtudes.

Ela � viciada em desejos.

N�o foi nada al�m de lux�ria que fez dela sua c�mplice.

Voc� � cego para a verdade!

Boa tarde, senhores. Por aqui. Sejam bem-vindos.

Venham, vou lhes dar um quarto bom e tranquilo.

-Bem-vindos. -Minha neta vai lhes dar um bom quarto.

Por aqui, senhor.

Mexa-se!

-N�o ser� incomodado aqui. -Ainda n�o!

Vamos.

Queremos vinho e queremos que feche o bar essa noite.

Algum problema, velho?

N�o, nada, senhor.

-Ent�o pare de falar besteira! -Sim, senhor.

Sim, vou fazer isso. Vinho e fechar o bar.

Melina, eles querem vinho. Voc� vai levar.

Est� na hora de fechar. Voc� tem que ir. Depressa.

Venham, Miguel, Paco! Estamos fechando, n�o ouviram?

Para casa!

Senhor, v� para casa, por favor.

Meu velho, queremos algo para comer tamb�m.

Senhor, pode levar a garrafa, mas v� agora.

-O que esse homem est� fazendo aqui? -Ele deve estar b�bado.

Vamos, senhor. Est� tarde.

-Pera�, velho. -Sim...

O que foi?

Tudo bem.

Espere a�! Minha garrafa!

Muito bem, senhor. Volte aqui.

Rafael, ela � cheia de divers�o!

Eu posso guard�-la para voc�.

Solta-me!

N�o encoste em mim!

Pedro, ainda n�o!

Quanto tempo faz?

Ponha-a na cama!

Voc� a quer? � um presente.

Eu quase esqueci.

Esse homem n�o � homem. Ele tem um pequeno defeito.

Eu j� o fiz se arrepender por ter nascido homem.

S� o que tem para se gabar s�o seus m�sculos.

Mas n�o por muito tempo! Desgra�ados!

Voc� seria feliz comigo. Eu sou um homem de verdade, Chiquita.

Se voc� acredita em Deus, reze para n�o encontrar comigo de novo.

Se n�o, essa ser� a �ltima vez!

Senhora, eu gostaria de acompanh�-la.

Eu mesma posso cuidar da minha filha.

Ign�cio! Ign�cio!

D�-me uma garrafa de tequila!

R�pido! Quero minha garrafa de sempre, r�pido!

Espere...

Preciso de duas garrafas, n�o uma!

Tarde demais, j� fechamos essa tarde.

Tem certeza? Na pra�a o sol est� no alto, o que significa que est� cedo.

Senhor...

-Eu disse que est� tarde. -Talvez seja a lua.

Vou olhar de perto. Ign�cio, voc� est� atrasado.

Est� fechado porque o sol � na verdade a lua. Foi isso que o seu assistente disse.

-Volte mais tarde, Paco. -Viu...

N�o est� t�o tarde.

-Senhor, o que posso fazer por voc�? -Sou amigo de Rafael.

Onde est� Isabela?

Vamos l� atr�s.

Ana, eu n�o a estava esperando. Por que n�o me disse que vinha?

-Onde est� Isabela? -Isabela?

Por que n�o entramos? Temos muito o que conversar.

Com calma.

Eu perguntei onde ela est�, Thomas.

Ei, voc�! Traga a garota aqui!

Sim.

-J� chega! Mandem-no embora. -Voc�s ouviram o patr�o!

Vamos!

Chamem Lu�s!

Se n�o fiz�ssemos isso, ningu�m pagaria.

Ol�, Thomas. Eu estava descansando.

Sinto muito por aparecer para voc� t�o feia.

Mas eu estava t�o cansada.

N�o vai mais me deixar sozinha, n�o �?

N�o � o que voc� pensa.

N�o � verdade! N�o �!

Ela inventou tudo! Eu nunca a toquei, Ana! Acredite em mim!

V� atr�s dessa puta. Eu a quero. V� atr�s dela!

-Por que... -Solte-me!

Venha c�.

Venha c�.

-Quem � voc�? -Sou um amigo de Rafael.

Eu lhe fiz uma promessa certa vez.

Eu cumpri.

Seu irm�o est� perto do t�mulo.

Sebastian.

Vai me ajudar a pegar os assassinos dele.

Eu estava l� na noite em que foi morto. Deve haver vingan�a!

-Isabela. -Foi nossa m�e e Thomas que o mataram!

Jure que vai mat�-los, Sebastian! Jure!

Ele ainda a incomoda?

Aqui tem 5 mil pesos.

E os documentos da fazenda no seu nome.

� o pre�o que ofere�o pelo seu sil�ncio.

Agora saia. Saia da minha casa.

Sr. Thomas, Sr. Ign�cio quer falar com a senhora.

Mande-o entrar.

N�o quero ver ningu�m.

-O que voc� quer? -Perdoe-me.

Na cidade tem um homem falando de Sebastian, o filho do General Carrasco.

N�o seja tolo, Ign�cio. Todos sabem que Sebastian est� morto.

Eu falei com ele, excel�ncia. Estou convencido de que falou a verdade.

-Onde est� esse homem? -Na minha casa.

Ele me perseguiu por tempo demais. V�, Sebastian.

Ele tem m�s not�cias de Sebastian.

Ent�o voc� � o estrangeiro.

-Sou. -Ent�o comece a falar.

Eu tinha um amigo que dizia ser o filho de um general famoso.

Quando ele ficava triste,

ele falava dessa casa.

Ele falava da senhora.

Ele dizia que era m�e dele.

Onde est� seu amigo agora?

-Qual � o nome dele? -Ele est� morto.

O nome dele era Sebastian.

Muito bem, estrangeiro. Agradecemos a not�cia.

Volte amanh�, vou pagar pelo seu esfor�o.

Um minuto!

Lembra disso?

N�o reconhece?

-Isso foi id�ia sua? -Deixe-a em paz!

Sebastian! Ele matou seu pai!

Sim, eu o vi matar! Foi ele!

Pare! Fique a�!

Rafael! N�o o mate!

N�o, Sebastian!

N�o chegue perto dela. Eu vi o que aconteceu, estava l� naquela noite!

Ele estava sangrando com a punhalada de Thomas e chamava o seu nome.

Ela atirou nele.

Diga a verdade, eu vi!

Voc� sabe que � verdade, diga a ele, m�e.

Diga a verdade.

Eu imploro...

N�o me chame assim.

Pare de mentir. Seu sangue � o mesmo que o meu! Pare de mentir e fale a verdade!

M�e...

M�e.

Perdoe-me, Isabela.

E voc� tamb�m, Sebastian.

Eu n�o sou...

Sua m�e.

N�o. N�o � verdade, �, m�e?

Voc�... voc� � nossa m�e!

Diga que n�o � verdade. Diga!

N�o atire em mim, isso � tolice.

Solte-me e ser� um homem muito rico.

Voc� ter� uma bela hist�ria para contar.

Que hist�ria?

A hist�ria de Ana Carrasco.

Ela n�o era a m�e de Sebastian e Isabela.

Ana n�o podia ter filhos, Rafael. Acredite em mim.

Acredite.

A verdadeira m�e era uma criada que morreu dando a luz a Sebastian.

Thomas!

Thomas.

Isabela!

Isabela!

Isabela!

Isabela!

tetraoCST - julho 2009

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