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Original subtitles

Obrigada Por ser minha amiga

J� percorremos a estrada De cima a baixo

Seu cora��o � verdadeiro

Voc� � uma parceira E uma confidente

E se voc� desse uma festa

E convidasse Todos que conhece

Voc� veria que o maior Presente seria meu

E o cart�o Junto a ele diria:

"Obrigada Por ser minha amiga"

[SEASON FINALE]

2� Temporada | Epis�dio 26 "Empty Nests"

Legenda: Michael Lemos | Cinthia Williams

Legenda: AdiNT | itsfelipe

Sophia.

Queria que o faz-tudo terminasse de consertar o lava-lou�as.

Os pratos est�o empilhando.

Blanche, poder�amos lav�-los. Antes dos lava-lou�as,

as pessoas n�o comiam e limpavam-nos na cal�a.

Eu adorava lavar pratos.

Em Minnesota, a fam�lia toda lavava os pratos juntos.

At� o tio Gustaf, depois do acidente no ex�rcito su��o,

aprendeu a secar os pratos com os p�s.

N�s r�amos e nos divert�amos muito.

Qual o seu problema? Voc�s s� tinham felicidade?

� um saco. Felizes no frio,

felizes na guerra, felizes comendo cervos.

E na morte? Eram felizes tamb�m?

Bem, sim. �ramos.

Nos junt�vamos e lembr�vamos de outros tempos felizes.

Ela est� me enchendo.

M�e.

Na Sic�lia, lav�vamos os pratos no rio.

Espero que seja o faz-tudo.

Bat�amo-nos nas pedras.

N�o, Sophia. Bate-se roupas nas pedras, n�o pratos.

Por isso que quebravam.

Quem quer ir �s compras?

Est� cedo para isso, Renee.

Ent�o vamos comer. Comprar ou comer. Escolham.

- N�o falou com ele. - N�o consegui.

George estava de plant�o o fim de semana todo.

Tr�s ataques card�acos, um derrame,

dois aneurismas e um c�lon esp�stico.

Parece um cara com quem eu jogava damas.

- Oi, Renee. - Oi, Rose.

- Vai falar hoje � noite? - Tentarei.

Renee.

� loucura, mas como posso perturb�-lo?

Ele faz tanta coisa importante. Salva vidas.

Irei perturb�-lo por que estou infeliz?

Renee, Jenny acabou de ir para a faculdade.

Todos os seus filhos foram embora.

Isso � um problema perfeitamente leg�timo.

S�ndrome do ninho vazio.

Quando eu tive, n�o sabia. Fiquei depressiva.

Quando descobri, ia falar ao Charlie,

mas ele morreu naquela noite.

Eu sofri tanto que esqueci de ficar depressiva

pelo ninho vazio.

Nunca tive depress�o do ninho vazio.

Mal podia esperar meus filhos irem embora.

Fiquei depressiva vendo-os envelhecer,

porque significava que eu era mais velha.

Eram como calend�rios pequenos barulhentos.

Quando foram para o ensino m�dio,

eu dizia a todos que eram filhos

do casamento anterior do meu marido.

E ainda pergunta por que est�o na terapia.

Talvez eu devesse ir � terapia.

�s 2h da manh�, esperando George chegar em casa,

liguei para um programa de r�dio

com uma solu��o para a crise do oriente m�dio.

Dando a Groel�ndia aos palestinos?

Voc� ouviu?

N�o sabia que era voc�. Voc� foi �tima.

Dando a Groel�ndia aos palestinos?

� uma �rea grande. Ningu�m a usa.

Pegaria pessoas do deserto e colocaria em gelo e neve?

Com as roupas certas eles ficariam bem.

Renee, se quer falar, n�o ligue para a r�dio.

Fale com seu marido.

Blanche, no hospital chamam-no de S�o Jorge.

Sou casada com um santo e direi para ele

trabalhar menos porque estou solit�ria?

N�o acha que a mulher de S�o Francisco de Assis

teve o mesmo problema?

N�o acha que ela disse: "Frank, chega de burros"?

Ent�o pe�o ao George para comprometer sua profiss�o?

N�o fa�a isso.

- N�o posso ir a outro m�dico. - Viu?

George foi o �nico homem a me ver nua.

Deixa de hist�ria.

Exceto Charlie, claro.

- Deixa de mentira. - E o veterin�rio.

O veterin�rio?

Nossa galinha premiada, Henrietta,

tinha alguma doen�a.

N�o sei o que exatamente.

Catapora.

Acho que n�o.

E eu tinha dor de ouvido,

ent�o ele nos consultou ao mesmo tempo.

- E ficou nua pra isso? - Tamb�m achei estranho.

Sabe, Dorothy, est� certa. Tenho que falar com o George.

Boa garota.

Irei para casa e falarei com ele.

Farei o caf� para ele. Ele ama waffles.

N�o, direi no jantar.

No jantar � melhor. Ele n�o estar� com pressa.

Farei algo �timo. Falarei com ele na cama.

- Na cama � melhor. - Sempre funciona.

Dormindo. Falarei quando ele estiver dormindo.

Renee!

Sou uma covarde. N�o consigo contar a ele.

Se posso falar sobre exame de fezes,

pode falar de estar solit�ria.

Leonard, ajude-me aqui. Onde naquela dieta que te passei

diz que pode comer carne com creme

e salsicha polonesa?

Leonard, voc� mede 1,70 m e pesa 136 kg.

Como assim voc� aguenta?

Um caminh�o n�o aguentaria.

Marque uma consulta para amanh�.

Falaremos disso. Certo.

Tchau, Leonard.

Chuck.

Tenho m�ltipla personalidade.

Como sabe qual dos tr�s de mim sou eu?

Porque o faz-tudo e Boris usam uma chave.

Todos vivemos em um corpo.

Por que n�o me deixam usar a chave?

N�o tem rem�dio no asilo?

N�o, o m�dico disse que n�o tenho mais que usar.

N�o se acaba com m�ltiplas personalidades.

S� ameniza ansiedade.

N�o sou ansioso. Deixo as pessoas ansiosas.

- Oi, Chuckie. - Oi, mana.

- Chegou cedo. - Procuro um apartamento.

O m�dico disse que posso ter meu pr�prio apartamento.

Quem pode pagar tr�s quartos?

Posso subir e ver o cachorro?

Claro. V� em frente.

Renee, n�o temos cachorro.

Se ele acha que temos, quem sou eu para par�-lo?

Talvez tenhamos um.

Talvez ele veja o que n�o temos poder para ver.

Li isso. Pessoas com problemas mentais s�o as escolhidas.

Quem os escolhe? Fernanda Montenegro?

- George, temos que conversar. - Tudo bem.

Temos problemas conjugais.

Com licen�a, querida.

Al�? Sim.

Oi, sr. Schecter.

Que boa not�cia. �tima not�cia.

Estou muito feliz por voc�.

Parab�ns. At� mais, Sr. Schecter.

Sr. Schecter fez xixi.

Ele tem 97 anos.

N�s dois estamos muito aliviados.

- Um cateter n�o � brincadeira. - Ent�o, o que voc� acha?

Eu ficaria feliz de fazer xixi na idade dele.

E nosso casamento?

- Estou preocupada com a gente. - O qu�? Estamos �timos.

Eu n�o acho que estamos �timos.

- Oi, Rose, Sophia. - Oi. Entrem. Sentem-se.

Lamentamos a intromiss�o. O faz-tudo est� aqui?

- Chuck est� aqui. - Caramba.

Ser� que ele poderia se transformar no faz-tudo?

� uma doen�a mental, Rose, n�o uma festa de m�scaras.

Um cara na Sic�lia tinha m�ltipla personalidade.

Eles n�o se deram bem.

Uma personalidade contradizia a outra.

Ele teve um tiroteio com ele pr�prio na pra�a.

Ele acertou um padre, um gar�om e derrubou o placa do Cinzano.

Ele foi capaz de vencer a si mesmo

sem que mais algu�m se machucasse.

Eu religuei o telefone. Voc� pode ligar

para o mundo inteiro gratuitamente.

Exceto para a Alb�nia e Cor�ia do Norte.

E pode usar o controle remoto da TV

para dar descarga no vaso.

Estou indo para a rodovia,

ver se alguns carros precisam de ajuda.

Esse cara me estarrece.

Chuck, pode terminar nossa m�quina de lavar primeiro?

N�o sou o Chuck, sou o faz-tudo.

Estou aqui para agradar.

N�o h� problema muito grande ou muito pequeno.

Isso � �timo. � melhor do que comida.

Sou todo ouvidos, senhoras. Me traga a dificuldade.

N�o h� nada que eu n�o possa resolver.

Exceto esta cuca. Isso precisa de um recabeamento.

- Vamos. - Vamos, Sophia.

N�s n�o queremos perd�-lo.

- Melhor ir para o escrit�rio. - N�s n�o terminamos.

- N�o pode esperar? - N�o, n�o pode esperar.

As crian�as se foram, voc� nunca est� aqui,

n�o tenho mais nada para fazer.

- O que suas amigas fazem? - Compras, almo�o.

Algumas jogam golf, outras t�m casos.

- Qual delas tem casos? - Eu n�o sei.

Qual �, eu nunca vou contar.

As que s�o felizes por nenhuma raz�o.

- George, minha vida est� vazia. - Por que n�o arruma um emprego?

Pensei nisso. Eu poderia voltar para o entretenimento.

Renee, voc� era as pernas que dan�avam na caixa de cigarro.

Todo mundo me amava. Levei alegria para as pessoas.

Voc� vendeu cigarros. Trouxe c�ncer para as pessoas.

N�o importa o que voc� pense,

vou tentar voltar para o neg�cio do entretenimento.

Mas isso � apenas a minha parte. Voc� tem uma parte tamb�m.

- Voc� tem que estar mais aqui. - Voc� nunca reclamou antes.

As crian�as estavam aqui. Eu n�o percebi.

Mas, George, o tempo � importante agora.

Com eles fora, n�s dever�amos estar juntos em um novo caminho.

Foi em um comercial de caf�. Acho "Escolha do provador".

Este casal... n�s dever�amos ser assim.

- Como isso? - Como esse casal.

Eles est�o l�, apenas os dois,

tomando caf� juntos,

enquanto tiverem tempo.

Deve ser uma baita de uma x�cara de caf�.

Estou com um problema s�rio aqui, George.

Nosso casamento est� com problemas.

Com licen�a, querida.

Al�.

Sim. Descreva a dor.

Encontre-me no escrit�rio. Sim, agora mesmo.

- Eu preciso ir. - Tenho uma pessoa doente.

Te vejo mais tarde. Amo voc�.

Eu tamb�m te amo.

Vamos, um filme vai te animar.

- O que voc� est� vendo? - Hora do Pesadelo 4.

Tem que ver os outros para entender?

N�o, Rose, � outra hist�ria.

- Oi, pessoal. - Jenny!

Jenny, o que est� fazendo em casa e n�o na faculdade?

- Est� doente? Est� gr�vida? - Eu desisti.

- Gra�as a Deus. - Pensei que ficaria brava.

Estou brava, mas tamb�m estou agradecida que n�o est� gr�vida.

Querida, por que desistiu?

Fui para estar com o meu namorado,

mas ele est� praticamente vivendo com outra pessoa.

- Ele me substituiu. - Com o qu�?

Por um fantoche, Rose.

Querida, eu sinto muito.

Voc� n�o deveria ter ido a Universidade de Columbia.

� em Nova Iorque, pelo amor de Deus.

Um metr� passa pelo meio dela.

Voc� quer ir onde h� gramados verdes

e �rvores de salgueiro, jovens de terno e gravatas

e um professor com um toque de cinza no cabelo.

Homens s�bios e educados,

que olham para sua saia se estiver na primeira fila.

Reuni�es com eles para que possam explicar Plat�o.

E eles debru�am nos livros com voc�

e voc� pode cheirar o tabaco do cachimbo

e sua masculinidade.

Ent�o o bra�o dele encosta acidentalmente nos seus seios

e a sala est� cheia com o calor do tabu da lux�ria.

Onde � essa faculdade?

Jenny, o que aconteceu?

Ele conheceu uma deusa loira magra.

Uma dessas meninas que tem tudo, sabe?

Apar�ncia, dinheiro, c�rebro, corpo e agora, meu namorado.

Querida, j� estive nessa posi��o mais do que uma vez.

Voc� j� esteve em todas as posi��es mais de uma vez.

- A minha posi��o? - Deus, n�o.

A posi��o de deusa.

Temos os nossos problemas, tamb�m.

Especialmente agora que a deusa tem o dobro do tamanho.

Sei o que est� sentindo. Todo mundo j� foi rejeitado.

A perda de seu primeiro amor � o pior.

Eu sei. Eu me lembro do meu.

Foi provavelmente uma vaca.

Como voc� sabia disso, Sophia?

Palpite.

O meu foi Larry Raganetti.

Como eu o amava. Ele era lindo.

Ele me deixou pela Cookie Kelly.

Ela beijava com sua boca aberta.

Por que n�o o beijou com a boca aberta?

Eu tinha 8 anos.

E da�?

J� aconteceu com todas n�s, querida.

E todas sobreviveram.

- Nunca aconteceu comigo. - Vamos l�.

Voc� nunca foi rejeitada?

- Uma vez. Mas apenas uma vez. - Por quem?

Vigilantes do Peso para ser magra demais.

Vamos, meninas.

- Obrigada por virem. - Tchau, querida.

- Oi, George. - Ol�.

- Tchau, George. - Oi, George.

- Sophia. - Oi, George. Tchau, George.

Oi, querida. Amorzinho!

O que est� fazendo em casa?

Ela n�o est� doente, nem gr�vida.

- J� � dia de A��o de Gra�as? - Dennis me largou.

Docinho, eu sinto muito.

Eu gostaria de poder dizer algo

para fazer voc� se sentir melhor.

- E se eu disse que eu o odiava? - Papai.

Eu sei o quanto d�i, querida.

Fui rejeitada tantas vezes.

Assim como seu pai.

N�o posso voltar. N�o consigo.

E se eu me deparar com eles? Vou morrer de vergonha.

N�o, n�o vai. Eu sou um m�dico

e nunca vi algu�m morrer de vergonha.

Se voc� quiser,

irei com voc� e lhe ajudo.

- Vai mesmo - Com certeza.

- Oi, pessoal. - Oi, Oliver.

Querem saber com quem passei a noite?

- N�o, Oliver. - Com a tripula��o do avi�o.

- Eu tenho que ir? - Voc� � de maior.

N�o precisa. N�o vamos for��-lo.

Vamos cort�-lo ao meio e nunca mais falar com voc�.

- Ent�o quer mesmo que eu v�? - Sim.

Certo.

- Te devo umas cervejas. - Farei umas liga��es

- e verei alguns amigos. - Onde vai?

- Voltar para a faculdade; - Voando?

- Sim. - Engatinhar � mais seguro.

- Oliver, n�o comece. - Sou um piloto de teste.

- Sei o que acontece. - N�o preciso ouvir.

N�o precisa ouvir o que acontece na cabine.

- Qual �! - Tchau, Oliver.

- Tchau, Jen. - Pobre garota.

Mas fizemos a coisa certa.

- Com certeza. - Acha mesmo?

N�o sei.

George, poderia ver isso?

Isso � uma reuni�o de fam�lia.

Que legal. Eu queria ter uma fam�lia.

- Acho que � c�ncer de pele. - N�o �.

Estamos certos. Ela precisa voltar.

Se ela morrer de vergonha mesmo, eu nunca me perdoarei.

- O que � isso? - Manchas da idade.

N�o!

Deus!

- Manchas da idade? - � benigno.

Meu pai tinha manchas da idade. Ele parecia um d�lmata.

Do que se trata essa conversa de fam�lia?

- � privado, Oliver. - Entendo.

- Poderia nos dar licen�a? - Claro.

Sai da minha casa!

- Tipo, ir embora? - Sim.

- Por qu� n�o disse? Adeus. - Sabe de alguma coisa?

- O qu�? - Oliver!

O qu�?

- Fomos �timos com a Jen. - Fomos mesmo.

Fomos um time. George, quero que sejamos um time.

A gente vai precisar de uniformes?

Qual �, George. Significa que fizemos

algo juntos e isso foi �timo.

Precisamos fazer isso sem as crian�as,

mas voc� nunca est�.

- O que quer que eu fa�a? - Diminua o tempo na cl�nica.

Vou falar para os caras da ala card�aca

que sa� pra um sushi com a patroa?

George, sabe por que estou indo pra Nova Iorque com a Jenny?

N�o para apenas ajud�-la, mas pra ficar com algu�m

que precisa de mim. Pense nisso.

Pense sobre isso.

Tenho a segunda metade da minha vida pra cuidar.

E n�o quero cuidar sozinha.

A� a Renee ligou e disse que conseguiu um agente.

- Que legal. - Nada legal, Oliver.

Dentro de 6 dias ela conseguiu algu�m

pra fazer os comerciais dela. Quem sabe o que ela vai fazer?

Seria engra�ado se ela nunca mais voltar.

Essa casa � t�o vazia sem ela.

- Me sinto sozinho. - Por isso nunca me casei.

N�o queria ficar sozinho.

E eu n�o queria outra pessoa dirigindo meu carro.

E acabou a cerveja, George.

Isso � o que a Renee estava falando sobre solid�o.

Acabou a cerveja e a manteiga de amendoim.

Vai l�, George! Corre atr�s. Estou morrendo de fome.

Dorothy. Que �tima surpresa.

Pra voc�, talvez. George, eu queria conversar.

Estou detectando uma nota de hostilidade?

Uma nota? Que tal uma sinfonia inteira?

Achamos que voc� gostaria de jantar conosco...

Sinto que est� chateada comigo. Por qu�?

Que tal passando o ano novo com tr�s mulheres nuas

vomitando na piscina, desmaiando no ponche

e se aliviando no arm�rio de linho?

Isso foi a seis meses atr�s.

George, o que me diz?

- Quer�amos muito voc� l�. - Talvez na pr�xima.

Que tal perdoar e esquecer, Dot?

N�o sou "Dot". Adeus, George.

Tchau, Dot.

- Aonde vai? - Nova Iorque.

- �timo, vamos l�. - Voc� n�o foi convidado.

- Vou sozinho. - Sim, mas poder�amos...

Oi, M�e! Como gostaria de ter...

Qual �, isso foi a uns quatro meses atr�s.

J� vou.

Gra�as a Deus. Eu estava um caco.

Fique a noite toda sozinho com o Oliver.

Eu n�o sabia o que estava acontecendo,

e pensei: "E se eu perd�-la?

O que eu faria sem ela?

Quero ela aqui comigo pro resto da minha vida

e quero estar l� pra ela."

Ent�o aqui estou eu.

Vai ter algumas mudan�as e eu te amo.

Como � que voc� abre a porta sem perguntar quem �?

Eu n�o ia ficar aqui, George.

Senti sua falta. N�o estava aguentando.

E percebi que estava indo muito r�pido com voc�.

Voc� n�o pode mudar da noite para o dia.

Eu gostaria de tentar.

Aqui o primeiro passo. Fiz o esbo�o no voo.

Eu decidi fazer um escrit�rio na casa

e mudar as consultas para l�.

- N�o! - Sim.

E consegui o Maz Lansky pra cuidar da carga de paciente.

Ele vai ficar com todos durante esses tr�s dias

enquanto ficamos aqui na nossa segunda lua de mel.

George, eu te amo.

Eu tamb�m te amo.

Mas querido... N�o � nossa segunda lua de mel.

� a terceira?

- Nunca tivemos uma. - Claro que tivemos.

George, voc� era um interno.

2 horas no hospital ao lado de um homem em coma

n�o � bem uma lua de mel.

Eu menti. Ele n�o estava em coma.

- E se eu recompensar voc�? - Como?

George. Foram tr�s dias �timos.

Foi uma �tima lua de mel.

Deveria ser mesmo. Voc� esperou muito tempo.

Acha que vamos ficar assim pra sempre?

Acho que alguma vez dever�amos ir ao banheiro.

- Vai me amar para sempre? - Sempre.

Porque eu n�o vou parecer assim pra sempre.

Querida... voc� n�o parece a mesma de 10 anos atr�s.

Promete que n�o vai ligar os dentes

- e me trocar pelas aeromo�as? - Eu prometo.

- Jura? - Eu juro.

Eu te amo.

Eu tamb�m te amo, querida.

George.

- Promete mais uma coisa. - O qu�?

Promete que nunca vai morrer.

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