All language subtitles for The Valley of Decision 1945

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Original subtitles

Metro-Goldwyn-Meyer Apresenta

O Vale da Decisão

Produzido por Edwin H. Knopf

Roteiro por John Meehan e Sonya Kevien

Baseado no Romance de Marcia Davenport

Elenco:

Dirigido por Tay Garnett

Esta é Pittsburgh, ano 1873.

nestas colinas viveram os grandes donos de fábricas.

Eu nasci aqui.

Na casa de meu pai, William Scott.

Onde os rios Monongahela e Allegheny se unem para formar o rio Ohio.

O aço é forjado em trilhos e rodas

para guiar os carros para o futuro de uma nova América.

Ao lado estavam as casas dos trabalhadores.

Trabalhadores vindos de toda a Irlanda, que agora vivem na Cidade do Aço.

Aqui eu vivo com minha irmã e meu pai, Patrick Rafferty.

- Olá, Mary ! - Você já conseguiu um emprego?

Eu acho que sim, Sra. Callahan.

- É um bom trabalho? - Sim, Sr. Callahan.

Meu trabalho é bom, amanhã estará sujo.

Amanhã você lavará novamente. Esta é a nossa diversão, Sra. Callahan.

Vai entrar?

Olá, papai!

- Mary, minha querida. - Olá, Kate.

Olá, pequena. Como vai? Seja você deixou cair o chocalho!

Seu pai conseguia segurar nada, e meu filho não foi uma exceção.

Você sujou o babador.

Se suas primeiras palavras não forem: "Olá, tia Mary"

Então, eu não quero saber mais de você.

Pai, por que você não saí um pouco? Ver o sol...

O sol?

Verei as sujeiras das fábricas do Sr. Scott.

Vá falar com os vizinhos.

Nenhum homem pode obscurecer a luz do sol.

Mary, você já encontrou trabalho?

Acredito que sim.

- É decente para uma garota? - O mesmo que Kate fez antes de casar.

- Empregada doméstica? - Eu não vi os senhores ainda.

Está tudo arranjado. Basta que gostem da minha personalidade

- O que é isso? - Como me visto.

Quem são os senhores?

Pode ficar bravo desde agora, pai, para não sofrer um baque repentino.

O chefe das velhas fábricas, nas casa de William Scott.

- Na casa de William Scott. - Acalme-se, pai.

O homem que levou minhas pernas.

O homem que me deixou assim para sempre

Você tropeçou em uma roda. O Sr. Scott segue te pagando.

Eu tropecei por causa do suor na fábrica, depois de um turno de 12 horas

Ele só me dá esmolas e se esquece.

E não se esquecerá. Vamos com o sindicato e você vai ver...

Pare com isso!

Já estamos cansados do seu sindicato. Você quer mais dinheiro sem trabalhar.

Devo trabalhar. Somente as pessoas ricas podem me dar.

E como ele obteve dinheiro?

O pai do Sr. Scott veio de barco com o mesmo dinheiro que você tinha.

- As luvas estão sujas. - Vá para a mansão e mostre a eles.

- Olá a todos. - Olá, Jim.

Olá, Jim Brennan. Que bom dia para visitar Mary!

Eu trouxe uma garrafa de cerveja importada.

- Você andou três milhas para trazê-la. - Assim é.

Outra coisa, você não consegue um copo de cerveja...

dentro da distância de três milhas da fábrica.

Vou colocar para gelar.

O que você diria se eu lhe dissesse que ela vai para o velho Scott?

- Uma empregada em casa de Scott. - Eu também trabalho para ele.

Cada centavo é a maldição de Cromwell.

Você não pode viver de discursos. Nem de seu gênio irlandês.

Fique calmo.

Mary tem um trabalho e nesses tempos, já é alguma coisa.

Fala-se de pânico na cidade.

Além disso, será bom para aprender a lidar com coisas finas.

Poderá ser útil algum dia.

- Mary, você está muito bonita. - Obrigado, senhor.

Você quase fez direito. Deve-se fazer assim:

- Sim senhora, Obrigado, senhora.

Sim, senhora. Obrigado senhora.

Querido, você não vai dizer boa sorte para a sua Mary?

Eu diria, se você fosse lá para envenenar a todos.

Abra a porta e me deixe sair. Abra a porta!

- Ele acredita que o Scott é o diabo. - Ele está piorando o tempo todo.

- É a dor na perna que o afeta. - Não é a dor, Mary. É o ócio.

Ele se senta aqui por anos, alimentando seu ódio por Scott.

O homem aguenta a dor, mas é o ódio que o deixa maluco.

Se ele não precisasse tanto do dinheiro

Você deve ir trabalhar.

Te digo, vou alugar seu quarto se Kate permite.

- Vai te ajudar. - Obrigado, Jim.

Mary, vão sentir sua falta por aqui.

Quem irá?

Nós vamos sentir saudades.

Não estou indo para a África! Adeus, Kate.

- Boa sorte, Mary. - Obrigado. Tchau.

Adeus, Mary.

Procurando algo?

Sim. Eu estou procurando a entrada de serviço.

Pelo portão, siga seu olfato.

Obrigada.

- Siga o cheiro, não tem como errar. - Obrigada.

- Estou aqui para trabalhar. - Você é a nova empregada, eu acho.

Sim, acho que sim.

- Não parece muito forte. - Sou mais forte do que aparento.

- Subo e desço escadas sem desmaiar. - Aqui temos quatro andares.

Delia!

Te envio a nova empregada, está aí?

- Delia vai cuidar de você. Vá por ali.

Sente-se ali, eu vou dizer a senhora que você está aqui.

- Paul! - Connie!

Mãe, Ted. Paul está em casa!

- Como você está linda! - Não me diga o quanto eu cresci.

Eles foram dois anos!

- Irmão! - Ted!

Seu grande índio!

Isso é ótimo! Eu não perderia.

Conte me tudo, você conheceu muitas pessoas em Londres?

Conheceu algum Duque? Ela quer ser uma Duquesa.

Não se conhecem Duques em siderurgias, mesmo na Inglaterra.

- Sr. Paul! - Delia!

Delia, você está maravilhosa!

Que surpresa! Você não disse a ninguém.

Tenho uma festa hoje à noite, vou precisar arrumar as mesas para mais um.

Paul!

Que surpresa agradável!

Quando soube que Willy estava noivo e iria casar, eu peguei o primeiro navio.

Como está meu pai?

Ele foi para Washington, ver o Presidente Grant.

Ele voltou esta manhã.

Ele vai ficar contente de ver você, Connie e eu mal falamos com ele.

Willy!

Que surpresa!

- Eu vim para o seu casamento. Quando? - Em junho.

Junho? Posso esperar se você também.

Não é uma surpresa maravilhosa?

Paul, você me fez esquecer dos meus afazeres.

Esperem em meu quarto, estarei lá em alguns minutos.

- Quem é minha cunhada? - Ela se chama Julia Gaylord.

Ela é de Boston. Nós nos conhecemos quando eu estava em Harvard.

- É você Mary Rafferty? - Sim, senhora.

Sente-se, querida.

- Eu já ouvi coisas boas sobre você. - De verdade?

- Costura bem, me disseram. - Sim, qualquer coisa que use agulha.

Eu fiz este vestido.

Adorável.

Delia lhe dará um uniforme. Temos convidados hoje à noite.

- Esta noite? - Você sabe servir?

- O que nos foi ensinado na escola. - Claro que você não terá problemas.

- Espero que não, senhora. - Não temas, Mary.

Nada acontece por apenas um erro.

Um erro pequeno, senhora?

Nem mesmo um grande.

Vamos lá.

Você está bem, Mary.

Assim é como a mesa é servida.

Srta. Constance, Número 5. Sr. Ted, Número. 4.

Não atenda, se não, eles vão atormentá-la o dia todo.

Eu escrevi tudo.

A ordem e os nomes.

- Sabe ler? - Sim, Delia.

- Você tem tudo. Pratos, copos... - Que lindo isso.

É para os convidados. Está tudo escrito aqui no papel.

Você não tem com o que se preocupar com Constante e o Sr. Ted,

coloque-os em seus lugares e ficarão lá

Guia-me Senhor.

Agora...

garfo de salada, de peixe, carne...

Me dá água na boca.

E os pratos fundos para a sopa.

Eu te chamei.

O que precisa, Srta. Constance?

Te disseram que sua principal tarefa é cuidar de mim e das minhas roupas.

Delia me dirá amanhã quais são as minhas tarefas.

- facas e colheres à direita. - Não é bom começar errado.

Não vou começar, se eu não aprender a fazer isso.

- A taça aqui na frente. - Aqui está você, Connie.

- A nova empregada. Mary, certo? - Isso mesmo, Sr. Ted.

Garfo para peixe...

Você não deve interromper.

- Abotoe meu vestido. - Faça meu nó, Mary.

O que acha de eu abotoar o vestido e você amarrar a gravata?

Trabalho em equipe. Viva os irlandeses!

O jovem Rory Robert e Catherine Bone.

Ele era corajoso e ela não era nada.

Mãe disse que você era a resposta às suas orações, Mary.

- Muito amável. - Eu nunca fui para a Irlanda.

É verdade que há porcos dentro de casa?

Só à noite.

Cantamos para eles e não se levantam até de manhã.

Ao lado da faca...

Existem políticas nesta casa, Mary.

- A colher ao lado da faca. - Para se julgar quem é quem.

Quem é quem, Srta. Constance?

- Ao lado da faca... - Bem, nós mandamos aqui.

De verdade?

Você é muito corajosa por vir na terceira classe.

Eu não vim na terceira classe. Eu vou te dizer como eu vim.

Uma noite na Irlanda, caminhava e tropecei em um buraco de fadas.

De repente, eu estou cercada por duendes malignos.

Em seguida, eles me levaram

pelas nuvens e eles me trouxe aqui, para o castelo dos meus sonhos.

Colheres e facas... Eu esqueci das fadas.

Atenda este, Mary. É o Senhor.

Então é isso.

- Diga que o jantar é às 7:30. - Sim, Delia.

- Boa noite, senhor. - Boa noite.

Desculpe, senhor.

O jantar será servido às 7:30, senhor.

- Você é nova? - Sim senhor.

- Qual é o seu nome? - Mary, senhor. Mary Rafferty.

Eu sou a filha de Pat Rafferty.

Filha de Patrick Rafferty. Boa noite.

O demônio?

Os dedos são limpos nessas bacias.

Eu nunca pensei que veria isso.

Como um batizado.

Deve ser a última. A bela Kane.

Boa noite.

- Paul! - Olá, Louise.

- Você está ótima nesse vestido. - Eu disse que faria quando viesse.

Você me deu um beijo quando partiu.

- Ele não fazem isso na Inglaterra? - Claro que sim!

- Olá, Louise. - Connie, Ted.

- Louise, querida. - Olá, Sra. Scott.

Apresento a Srta Kane.

- Encantada. - Do mesmo modo.

- Louise, ela é minha Julia. - Eu ouvi muito sobre você.

- Diga a Delia que estamos prontos. - Sim, mãe.

Já pode nos chamar, Delia.

- Você é nova por aqui, não é? - Comecei hoje, senhor.

- Qual é o seu nome? - Mary Rafferty, senhor.

Mãe disse que pode anunciar o jantar.

- Eu? Eu nunca fiz, você não podia...

É fácil. Tudo o que você deve fazer é ir a sala e...

dizer para minha mãe é que o jantar está servido.

Entendeu?

O jantar é servido.

O jantar é servido.

Você não podia dizer isso a sua mãe?

Meu irmão não iria me perdoar.

Vamos lá.

- Verdade? - Desejaria ter feito.

Será que nos deixaria usar seu palácio?

O jantar está servido, senhora.

Por favor, senhora. O jantar está...

Mãe, eu acho que o jantar está servido.

O jantar está servido.

Obrigado, Mary. Vamos lá.

Sr. Gaylord.

- William? - Obrigado, querida.

América abre o caminho de 5000 km através do país,

através das Montanhas Rochosas.

A visão de Carnegie ergueu um império de aço da mãe terra.

Isto é poesia.

Sim Harnington, mas não Carnegie.

Ele é um sonhador com grandes sonhos, Senhor Scott.

Um homem não sonha acordado. Seria muito sonho, Sr. Gaylord.

Você foi muito literal, Paul. O Sr. Gaylord falou figurativamente.

Não, não disse isso.

O Sr. Gaylord quer saber por que eu não vendo a fábrica para Carnegie.

- Pai! - Seu pai está certo, Willy.

Hora dos cigarros.

- Possui cortinas muito brancas. - É um rumor que Pittsburgh seja suja.

- Nós a mudamos três vezes por semana. - Ted, silêncio.

- Sente-se. - Obrigado.

Sim, junte-se a Carnegie e terá muito sucesso.

Eu não entendo porque não o entende.

Por várias razões, o Sr. Gaylord. Três razões estão aqui, nesta sala.

Mas há mais. Algo que aprendi com meu pai e quero que meus filhos aprendam.

Os grandes peixes comem os pequenos. E eu sou pequeno.

- Não, não. - Sim, em comparação com Carnegie.

Mas eu tenho minha própria empresa. E assim eu vou ficar.

- Se o que você quer é a segurança. - Não é apenas segurança que...

- Desculpe, senhor. - Está tudo bem, continue.

É difícil por em palavras.

Tente.

Bem, senhor.

Nosso avô fundou as fábricas com nada além de suas próprias mãos.

O aço é para nós como o sangue em nossas veias.

O que faz um trabalhador quando o chefe está fora?

Conhecemos todos eles. Trabalho com eles desde os 15 anos.

O aço é parte da nossa família, a rocha sobre a qual se baseia.

Nem tudo está nos relatórios dos chefes de fábrica.

Eles estão lá, suando, queimando.

As fábricas tem vida própria, coração e alma.

Elas morrerão se você mudar.

Pode não ser boas razões, mas...

Pai, você cometeu um erro. Eu poderia falar toda a noite.

- Você fala muito bem, Paul. - Obrigado, senhor.

Meus filhos são meus companheiros. A fábrica também é deles.

E com a ajuda de Deus, estará aqui para os filhos deles.

Imagine chegar de Boston para se encontrar com Willy.

Ela é bonita?

Como um pudim-de-rosa congelado.

Não ficaria surpresa se Willy fosse viver lá.

Eles sempre gostaram de esnobes.

Seria normal.

A outra foi muito simpática.

- Que outra? - Srta. Louise ..

Amável? Ela? Nunca foi.

O Sr. Paul a beijou.

- Ela deve ter pedido. - Para ele não é nada.

Mas ela vai conseguir. Lembre-se destas palavras.

Ela vive do outro lado da rua, tramando

Ela vai estar sentada à mesa. E nós teremos que servi-la.

- Deus me livre. - Isso, Deus me livre.

Amém a isso.

Viu algo assim na Inglaterra, Paul?

Nada que significasse tanto.

Eu posso ver muito maior.

Não é tempo de promover as fornalhas de soleira aberta.

- Você acha que pode funcionar? - Eu os vi na Alemanha, pai.

Não há nada como isso neste país.

Quando os ingredientes estão dentro, já não há mais nada a fazer.

A soleira aberta é como uma panela na fornalha, se vai adicionando coisas,

para ter o tipo de aço que quiser. Rígido, leve...

Por isso eles têm mais tipos de aço na Alemanha do que aqui.

Nós também podemos fazê-lo.

Pai! Vai custar muito dinheiro.

Eu nunca competi com Carnegie, exceto em uma coisa:

Fazer o melhor aço.

Pai, já estamos nos saindo muito bem!

Você não vai aposentar e apreciar?

- Você quer dizer o dinheiro? - Sim.

E como eu iria me divertir?

Paul! Paul!

Ei, pessoal!

- Callahan! Como vai? - Muito tempo sem te ver!

- Bem vindo ao lar, Paul. - Que bom ver você, Jim!

- Estou feliz que você está de volta. - Nós vamos ter outro tipo de fornalha.

- Que diferença fará? - Soleira aberta.

- Soleira aberta? - Sim, eu vou explicar.

Semana após semana, nós trabalhamos em nosso plano da soleira aberta.

Queremos ter o melhor aço de Pittsburgh

- Nós ainda temos muito pela frente. - Amanhã vamos continuar trabalhando.

No domingo?

Nada vai acontecer se descansar um dia.

É o sua fornalha também, Jim. Você vai executar a obra.

Você pode vir a minha casa?

- Eu acho que sim, claro. - Devo lhe mostrar uma maquete.

- Da soleira aberta? Aonde mora? - Na casa de Pat Rafferty.

Me mudei quando Mary saiu.

Na casa de Pat Rafferty? Esqueceu que meu nome é Scott?

Esqueci. Levaria até sua casa, mas é muito grande.

Um momento. Amanhã eles vão à igreja. Ás 10 horas, os sinos irão nos avisar.

Não sei. Está bem, eu vou estar lá.

Tem razão. Vai demorar um ano para construir.

- Que te preocupa? - Nada, Jim.

Nós não sabemos se ele funciona até que tenhamos construído.

Vamos, pai.

São eles, a missa terminou.

Foi tão cedo, já estão aqui.

Pai, é o Sr. Paul Scott.

Os Scotts só pertencem à um lugar com toda a força de Pat Rafferty.

Isto é, metros de profundidade do solo, e a alma ainda mais embaixo.

- É muito contundente. Por quê? - Porque ele é um idiota.

Qual o seu problema?

Você vê isso?

Após um turno de trabalho de 12 horas,

quando eu estou tonto pelo calor,

Eu perdi minhas pernas.

Porque os Scotts me escravizou com seus chicotes 12 horas por dia.

Pai, você não sabe o que diz.

Sim, eu sei o que digo!

E diga o resto a eles,

a única razão porque eu não te expulsei é porque me impediram

Você enlouqueceu?

Tudo bem, Jim. Eu não deveria ter vindo

Sinto muito, Mary.

Como pôde? Como pôde?

Retorna com aqueles que deixaram seu pai assim.

Eu não tenho vergonha de trabalhar.

Estou em uma casa onde não há ódio ou maus-tratos.

A Bíblia diz: "Honra teu pai", mas eu.

Senhor Paul!

Senhor Paul! Eu...

Não sei o que dizer...

Seu pai é um homem amargurado.

A dor nas pernas o alterou.

- Antes ele era muito distinto. - Eu sei, Mary.

A mente doente é pior que um corpo doente.

Tornou-se um louco.

Estou tão triste...

Calma, você não quer que as pessoas pensem que eu bati em você.

Pode-se ver toda Pittsburgh daqui.

Mas Pittsburgh não vê você, então sente-se.

Chore o tanto que quiser.

- Está melhor? - Sim, obrigada.

- Eu vou lhe contar um segredo, Mary. - Que segredo?

Meu pai é tão teimoso quanto o seu.

- Verdade? - Como uma mula.

Ao menos você pode falar com ele, você não precisa ter medo dele.

- Você tem medo de Pat Rafferty? - Às vezes, sim.

Ele tem estado alterado.

É realmente como se estivesse vivo.

Tem coração e alma. Morrerão se você mudar.

Onde você ouviu isso?

Na minha primeira noite na casa. Quando os Gaylords vieram jantar.

Espionando, não?

Ouvi por casualidade.

- Olha! - Eu também ouvir por causalidade.

Minha música favorita. Suponho que...

eu canto muito em casa.

Muito alto?

Não para mim. Eu não entendi a letra.

Você não gostaria. É muito triste. É sobre Molly e seu amor.

Doce Molly saiu para passear... Desculpe.

Doce Molly saiu para passear, no entardecer e começou a chover.

Ela foi se proteger sob uma árvore.

Seu amor estava caçando durante o dia, caiu a noite.

e no escuro, ele não errou seu tiro.

- Ele disparou? - Sim, ele a confundiu um cisne.

Ele a matou!

O que eles fizeram?

Eles levaram Johnny para a cadeia.

Ele ficou muito angustiado pela morte dela.

Mas o fantasma de Molly apareceu perante o juiz antes do julgamento.

Ela explicou o que aconteceu e libertou o seu amor.

Como tudo isso acabar?

Aos verdadeiros amantes, cuidado ao atira com sua arma.

Cuidado ao caçar no escuro ou ao entardecer,

porque pode acontecer a você o que aconteceu comigo.

Matar seu verdadeiro amor sob uma árvore.

- Você é uma linda garota, Mary. - Oh, não.

- Está ficando tarde. - Não tenha medo, eu não levo uma arma.

Eu não tenho medo, tenho que ir para casa.

Ambos devemos ir.

Juntos?

A menos que você tenha vergonha de ser vista comigo?

- Não, senhor. Claro que não. - Bom, então vamos.

Não pela porta da frente. É proibido para mim.

- Olá! - Olá, Louise!

- Obrigado, Sr. Paul. - O que ele fez para você, Mary?

Eu ri e disse que nada estava errado.

Flertando com ela em pleno domingo?

Sim. Mas não adiantou nada.

Onde é que a jovem está indo?

Não acorde minha mãe.

- Você tem uma emergência? - Sim, sim, é isso.

Uma urgência tão empolgante!

Por que você está andando na ponta dos pés?

A família não gostaria.

Prometi a ele que o veria mais tarde. Você não vai contar a ninguém, certo?

Não haverá nada a contar.

Eu me pergunto, o que isso te importa?

Você me disse que a minha principal tarefa para cuidar de você.

Qualquer pessoa que é boa para você, será boa para sua família também.

Mas isso não tem nada a ver, Mary. Isso é amor.

Tem estado apaixonada várias vezes, nos últimos 6 meses.

Me dê isso!

- Eu vou ficar muito zangada. - Bem não acredito que você consiga.

Vamos querida, tire as luvas para pode ir se deitar.

Connie!

Connie, algo errado?

Não senhora, apenas eu.

Eu costurei o vestido para Connie,

irei lavar para ser usado no casamento de Willy.

- Boa noite, Connie. - Boa noite, mãe.

Boa noite, Senhora.

Mary!

- Sim, senhora? - Venha aqui, Mary.

Eu sou muito grata a você.

E um dia Connie também será.

Claro, você sabe como é. Somos jovens, e parece que nos prendem

é quando tentamos nos soltar. Já me senti assim...

Você é uma jovem inteligente, Mary.

Eu, senhora?

Acho que você deve ir a Boston conosco.

Para o casamento de Willy.

Não seria uma família sem você.

Com prazer. Eu nunca viajei de trem.

- Voltaremos de barco de Nova Iorque. - De barco?

Obrigada, senhora.

- Boa noite, Mary. - Boa noite, senhora.

Partida: Boston Chegada: Nova Iorque

- A Srta Constance já foi dormir? - Acho que sim, Sra. Vou verificar.

- Devo prepara a cama? - Não precisa. Olhe.

- Que bonito! - Gostaria de ter?

Posso? Uma recordação que realmente estive em Boston.

Obrigada, senhora.

- Boa noite, Sr. Paul. - Boa noite, Mary.

É extraordinário que nos encontramos no mesmo casamento,

você vindo da Inglaterra e eu vindo de Pittsburg.

E nos encontramos novamente aqui, neste pequeno barco, no meio de Long Island.

Senhorita, Constance!

Olá Mary quero que conheça meu amigo, Conde Multon,

apresento minha querida amiga, Srta. Rafferty.

- Encantado, senhorita Rafferty. - Como vai, senhor?

Sinto muito, mas a Srta. Rafferty está muito zangada comigo.

Eu sei, pois ela me chamou de Srta. Constance.

Ela me chama de Connie nos dias bons.

Já deveria estar na sua cama.

Bem, se eu não te ver amanhã, você pode me sempre me encontrar em Pittsburgh.

- Boa noite. - Boa noite, Senhorita Scott.

- Senhorita Rafferty. - Boa noite, Senhor.

Não acredito! E de camisola!

Não Mary, eu estava respeitável.

Como eu estava, ele não podia ver nada abaixo da minha cabeça.

Além disso, ele é um Conde, quando o pai dele morrer, ele será um Marquês.

Isso é apenas um título abaixo de um Duque.

Ele tem um palácio na Escócia, eu achei ele muito bonito.

Eu sempre quis ser um Condessa e viver em um palácio, conhecer novas pessoas.

- Vá para a cama. - É para onde eu estava indo.

Mary está irritada com sua Connie?

Nem reza quando se deita na cama...

Eu rezo bastante na missa de domingo.

Devo rezar por um marido com título?

Reze a Deus ter piedade de sua alma.

Um presbiteriano pode dizer para ter piedade de sua alma?

Ele ouve os presbiterianos.

Boa noite, Srta.. Constance.

Mary.

Eu disse realmente que é minha querida amiga.

Obrigada, Connie.

Olá, Mary.

Você me assustou, Sr. Paul.

Já te disse muitas vezes, não gosto que me chame de Sr. Paul.

Portanto, devo dizer ao outros para não chamá-lo de Sr. Paul?

Sabe, toda a minha vida, eu vivi perto de um rio.

Está é a primeira vez que vejo algo como isso, Sr. Paul.

Eu...

- Eu não sei o que dizer, Sr. Paul. - Pode dizer...

Ei, olhe aqui, estou bem agora.

Qualquer coisa desde que não me chame de Sr. Paul.

Bem. Ei, olhe aqui, agora. Já é tarde, boa noite.

Ainda não.

Ei, olhe aqui, agora. Já é tarde.

Eu não vou pedir desculpas, porque eu não estou arrependido.

Podemos esquecer isso, Sr. Paul?

Eu não sei, Srta. Rafferty. Podemos?

Boa noite, Sr. Paul.

A casa viu muito pouco Paul Scott naquele ano.

A nova fornalha ficou pronta várias vezes naqueles meses.

Ele mudou muitas vezes a receita de forjar aço...

mas nenhum experimento foi bem sucedido

O trabalho continuou para testar sua fé na soleira aberta.

Adiante.

Sem coesão. Não está melhor do que há um mês atrás.

Seu pai quer que eu o leve para casa e tenha uma boa noite de sono.

E a minha mãe?

- Minha mãe quer que eu vá dormir? - Ela não disse.

Uma noite de sono é uma boa ideia.

Em qual temperatura podemos chegar?

Vamos esquecer disso até amanhã.

Esquecer? Eu gostaria de não ter pensando nisso.

Está nos custando uma fortuna.

O Senhor William Scott reclamou?

Não, mas William Scott Jr. sim.

- Talvez signifique algo para você. - Vamos, rapaz. Vamos lá.

- Boa noite, Sr. Brennan. - Boa noite.

- Olá, Mary. - Aqui estamos nós, Mary.

Ele adormeceu durante o caminho.

- Limpe seus pés, Max. - Limpar meus pés...

Para nos aquecer.

Eu a mantenho em mãos em caso de uma dor de dente.

- Isto é bom para dor de dente, não é? - Sim.

Tudo isto?

Irá mantê-lo para acordado para poder comer alguma coisa.

Qual o problema, Max? Seu dente não dói?

Não.

Bem, um pouco sim.

Obrigado, senhor.

Este aqui, na capa perto do bigode.

Ao lado da abertura.

à sua saúde, Senhor.

- É muito forte. - Agora venha comer um pouco.

Mary parece que você preparou um banquete para alguém?

Ninguém, exceto você, Senhor.

Ela me conto em segredo que estava à sua espera.

Sabe, os rapazes não a querem deixar esperando.

Vai, suma Max.

Mary, peço que deixe a porta aberta. Pode ser que depois tenha fome.

- Farei isso, Max. - Boa noite, Mary.

Boa noite, Max.

Então...

Meu pai ordenou que eu tivesse um boa noite de sono, hoje.

- Vou levar isso para o estúdio. - Hoje não, senhorita Rafferty.

- Como me sinto, não poderia fazer nada - Vou cortar um pouco de pão.

Eu vou cortar um pouco disso.

Como está indo tudo?.

- Com o aço, quero dizer. - Claro.

Não sei, Mary. É igual um guisado. Você vai jogando tudo na panela.

Acender o fogo, cozinha e obtêm o ensopado mágico.

Embora o nosso guisado seja um desastre

- Mas seu pai sabe do que está falando. - Que quer dizer?

Ele disse à mãe que tudo corre bem.

- Estava apenas falando com minha mãe? -. Não, Louise estava lá, Srta Kane.

Devia ver como ele estava orgulhoso.

Ele mencionou nada sobre os US$ 650 mil do seu suado dinheiro?

Não, eu não ouvi nada parecido.

Sente-se, Mary Rafferty.

- Sr. Paul, eu... - Sente-se, por favor.

Nós fizemos um acordo.

Venho do trabalho e te encontro,

só quero alguns minutos com você. O que há de mal?

Parece cansado, Paul Scott. Parece que dorme há dois dias.

Eu deveria ir para a cama e ficar lá.

- Parece que Willy estava certo. - Sobre que?

Desperdiçar tempo e dinheiro.

Não vai funcionar, Mary. Simplesmente, não vai funcionar.

Você conhece a história de um irlandês chamado Bruce?

- Um irlandês chamado Bruce? - Sim, de fato.

Ele se escondeu em uma caverna. Ele estava desesperado.

Ele observou uma aranha fazendo uma teia

Ela balançava e girava, balançava e girava.

Tentando fazer seus nós, mas nunca parou de tentar.

Finalmente, a aranha conseguiu.

Bruce deu um grito de alegria e saiu da caverna muito feliz.

Na Escócia, eles acreditam que Bruce era escocês.

Não importa se era escocês.

Como pode ser a sua liga de aço ruim, se você é o melhor forjador?

- Meu pai disse isso? - Não, foi Jim Brennan quem disse.

Quando ele te disse?

Domingo passado, quando eu o vi.

Você não teve folga no domingo. Você estava aqui o dia todo.

Oh, é verdade.

Você enviou para mim, não foi?

Estava preocupada.

Seu pai disse que temia que vocês estavam perdendo a coragem.

- Foi tudo o que ele disse? - Isso foi tudo.

- O resto foi ideia sua. - Sim.

Eu não vou desistir, Mary.

- Eu prometo. - Isso eu já sei.

Mary.

Eu vou te dizer uma coisa.

Se eu conseguir o meu intento e eu não te encontrar aqui e não falar com você.

Então não vai ter significado muito.

Mary!

Não há nada no mundo tão grande o quanto o que eu sinto por você.

Eu a vejo todos os dias cuidando de nós

Sempre à distância.

- E você pertence aqui. - Não é verdade, Paul Scott, não.

Eu te amo, Mary. Você que sim.

Nem que eu amasse o chão que pisa, nunca poderia acontecer nada entre nós.

Mary, querida.

Case-se comigo.

Paul, eu...

Eu trabalho nesta casa.

Esta família é boa comigo.

Quer que as pessoas riem de mim...

É você, Mary?

Mary, você está aí?

Sim, senhora. Sou eu.

- Constance está na casa de Willy? - Sim, ela disse que iria dormir lá.

Vê? Não precisa se preocupar. Connie pode cuidar de si mesma.

Boa noite. Pode dizer ao Paul que eu esperei muito tempo por ele.

Boa noite, Louise.

Mary!

Não vá ainda.

Venha aqui, Mary.

Sim, senhora.

Você estava chorando, Mary?

Meu pai não está bem, senhora.

Devo sair daqui, eu não queria, mas...

Tem meu pai e minha irmã e o bebê, deve deixar cadeira de rodas...

Meu pai, quero dizer. Minha irmã tem outros problemas.

Não está muito bem, Sra. Scott.

- Paul deve ter esquecido as chaves. - Não, ele está lá embaixo, na cozinha.

Ele está comendo. Vou abrir a porta.

Mary.

Voltar para o seu pai não vai resolver nada.

É uma caminhada de dez minutos.

Sabe que horas são? Você enlouqueceu?

Eu sei que você vai ficar com raiva, mas é tarde demais para isso.

Giles e eu nos casamos. Está tudo aqui na certidão.

Eu sei que é uma surpresa para você, mas devo ir para a Inglaterra amanhã.

Meu pai está muito doente, preciso cuidar de tudo.

Por que ele não me pediu antes? Como um homem decente.

- E se eu tivesse feito? - Eu teria dito que não.

Vá encontrar Paul, vamos precisar dele.

- Onde está o Sr. Paul? - Ele voltou para a fábrica.

Cantando como um passarinho.

- O que aconteceu? - Constance foi ao cartório e se casou.

Eu não posso fazer nada agora.

Mas se você pensa que vai tirar algo mais de mim.

- Ou se ela vai levar alguma coisa... - Ela é tudo que eu quero de você.

Eu acho que nós vamos ficar bem.

Eu vou cuidar dela, senhor, realmente.

Ele cuidará pai, ele irá cuidar.

Então, apesar do choque, eu desejo-lhes bem.

Obrigada, pai.

Sr. Paul voltou para a fábrica. Estou feliz por você, Connie.

Mary, Mary querida, obrigada.

Giles, ela é minha amiga Mary Rafferty.

Lembro-me. Ela estava zangada com você. Ela te chamou de Srta. Constance.

- Mary, eu gostaria que viesse conosco. - Em sua lua de mel?

Ficaria muito mais tranquila, se Mary Rafferty estiver contigo.

A primeira vez que conheci Mary, ela estava cuidando de você.

Eu acho que é uma ótima ideia, se ela fosse conosco.

Mary, venha, por favor.

É um grande castelo, eu vou me perder.

Vamos fazer alguns brownie e deixar perto da toca dos

duendes e depois correremos atrás deles, você vai ver.

Mãe, você concorda?

- Se Maria quiser ir. - Oh, Mary.

Se eu puder ajudar lá. Eu sempre quis viajar,

e que seja um viagem longa.

Mãe! Que belo presente de casamento!

O trem sai às 07:00.

- Não vou prender vocês... - Mary vai conosco! Vai conosco!

Mary!

Você passará frio no navio. Experimente isso.

- Mas minha senhora... - Vamos lá.

McGready irá levá-la para ver o seu pai e depois para a estação.

Esta é a porta da frente.

Você sempre estará em meu coração.

Você também, senhora.

- Tem algo novo, não há dúvida. - Certo.

Não há trilhos feitos assim como este.

Prédios e pontes podem durar por muito tempo.

- É muito forte. - Quando isso aconteceu?

- Mary! - Quando aconteceu?

Uma hora atrás.

Ontem à noite, mandei Paul ir dormir, então ele voltou, que feliz ele estava.

Falando de um irlandês chamado Bruce.

Ele pediu para aquecer a fornalha acima de 600 graus e olhe para isso!

Ele fez o melhor peça de aço do mundo.

Agora, vou tomar café da manhã e dormir até o ano que vem.

Um irlandês chamado Bruce.

- O que faz aqui? - Eu...

Pai, eu estou indo para a Inglaterra. Eu vim para dizer adeus.

Como conseguiu esse casaco?

A Sra Scott me deu.

Ela disse que faria frio no navio.

Ela te deu um casaco que custa centenas de dólares?

Por que você está indo tão de repente?

- Porque... - Vou lhe dizer porquê!

- Você teve um problema. - Pat, preste atenção no que diz.

Por que ela daria um casaco tão caro para uma garota como ela?

Então, está tudo claro.

Eles não iriam te vestir e te enviar para um lugar distante por nada.

Deixe ela, Pat. Você me enoja.

Ela vai ficar enojada quando voltar! Vá com a família Scott!

Você caíra com eles e suas máquinas!

- Sangue vai ser derramado aqui. - Isso não vai acontecer!

Não enquanto eu for chefe do sindicato.

Vamos, Mary. Vamos sair daqui.

Meu pai não sabe o que diz.

Os Scotts fizeram ele assim.

Se não correr, eu serei responsável por perder o trem.

Bem, adeus Jim.

Você sabe o que eu sinto por você.

Erros não importam tanto como as pessoas pensam.

Todos nós cometemos erros,

Seria melhor que você ficasse e se cansasse comigo.

Oh, Jim!

Meu pai está completamente errado.

Olhe, eu simplesmente não posso responder a tal... pedido.

Você foi muito amável.

Eu vou para a Inglaterra com Constance. Ela se casou com um inglês.

- É melhor isso do que estar comigo? - Não é isso, Jim.

É Paul Scott. Ele quer que eu case com ele.

A Sra. Scott e eu colocamos um oceano entre nós.

E seus sentimentos?

Você não gostaria se eu te contasse.

Deus te abençoe!

Pronto.

Oh, Mary. É muito elegante.

Deve ser. Não tenho mais nada a fazer.

Um momento.

- Você procura algo em particular? - A vista.

Vocês Ianques, não tem nada disso, não é?

Lembro-me de um lugar onde o Monongahela se junta ao Ohio.

Vermelho pelas fogueiras das fábricas à noite.

Você pode ver toda Pittsburgh, mas Pittsburgh não pode te ver.

- Você sente falta de sua casa? - E você não?

Dois anos se passaram e eu não fiquei com saudades um dia!

Você precisa ter um coração no peito.

Olá, amor.

Cartas!

- Esta é a sua, Mary? - Sim, Sr. Multon.

A história dos sonetos Ingleses por Henry Sweet, professor em Oxford.

No dicionário, eu li a palavra "prognostic"

Alguém que sabe como dizer "prognostic" tão bem como dizem Giles?

Você já mudou de assunto.

- Serviu para alguma coisa? - Não, foi divertido.

- Tenho coisas para fazer. - Adeus, querido.

- Adeus, meu amor. Adeus, Mary. - Boa tarde, meu senhor.

É do Paul.

Problemas?

Muitas fábricas estão fechadas pela greve.

A fábrica Scott Mills ainda opera.

Ted está tendo problemas em Yale.

- Com a bebida? - Sim, Pobre Ted.

- Pai tem estado doente. - Pneumonia?

Como sabe?

Oh, é a fábrica, calor durante o dia e frio a noite.

Louise Kane vem frequentemente.

Ela é gentil e faz companhia para nossa mãe.

Isso acontece quando você tem um coração no peito, Mary.

Por favor, senhora, gostaria de um biscoito?

Por que você não respondeu as cartas do Paul?

- Constance! - Por que você nunca lhe respondeu?

Por que você não se casa com ele?

- Não seria adequado. - Por que não?

Já me viu jantando na mesa de jantar?

Com Julian e William ali, tentando conversar com seus amigos, os Gaylords.

Paul vigilante para que ninguém me olhasse errado.

Não teria que ficar em Pittsburg, Paul é um homem rico.

Se você, Ted ou William pudessem tomar conta das coisas,

eu teria me casado com Paul e ido para onde queria.

Mas vocês são egoístas e moles.

Paul é a única esperança de seu pai.

É todo o seu mundo.

Por que você me perguntou tudo isso?

Não quis te perturbar. Mary, você é tão boa!

- Eu queria ser como você gostaria. - Talvez você seja. As pessoas mudam.

- Também Louise Kane. - Louise Kane?

Paul disse que foi amável.

Eu te amo.

Eu não sei outra forma de dizer.

Mas temo que o tempo irá nos ferir.

Longo silêncio é difícil de suportar.

Dê-me algum sinal para ter esperança.

Querido Paul.

Paul.

- Gostaria de entrar por um minuto? - Eu não posso, tenho que levantar cedo

- São apenas 10 horas. Eu pensei... - Você deveria ter ficado na festa.

O que aconteceu conosco? Antes nos divertíamos tanto.

Com a greve, acho que não tenho sido boa companhia nestes dias.

Sempre me diverti com você Paul.

- Embora ultimamente... - Louise.

Nossa amizade sempre significou muito para mim. Sempre significará.

Não podemos manter dessa forma?

Claro, Paul.

- Boa noite. - Boa noite, Louise.

É você, Paul?

- Sente-se tão bem quanto parece? - Muito bem. Amanhã irei à fábrica.

O Dr. Mackenzie disse que não deveria. Dr. Mackenzie...

O Dr. Mackenzie é uma velha senhora.

Sente-se, Paul.

- Estou preocupado por você. - Eu?

Enquanto doente, eu tive tempo para pensar.

Constance, Willy se foram, Ted é totalmente irresponsável.

- Somente me resta você. - Willy é um bom homem de negócios.

Ted é jovem. Você pode contar com todos

Não é normal a forma como você trabalhar na fábrica.

Não está se divertindo como todos os jovens.

Eu gosto do meu trabalho.

Eu também gostava de trabalhar na sua idade,

mas ainda tive tempo para cortejar sua mãe.

Diga-me pai. No que você está pensando?

Louise Kane. É uma boa menina. A filha do meu amigo.

Minha mãe...?

Eu amo outra pessoa, pai.

Quando a greve terminar, irei buscá-la na Inglaterra.

Você sabia disso, Clarissa?

Um homem não pode saber o que acontece em sua própria casa!

- Quem é? - Mary Rafferty.

A filha de Pat Rafferty?

Ela poderia ter se casado com ele.

Teria desafiado a todos. Ele teria ido embora de Pittsburgh.

Assim partiria seu coração.

Eles estavam muito apaixonados.

- Por que ele não se casou com ela? - Pois você não permitiria.

Retorne a Pittsburg imediatamente. William Scott

- Bem, Mary, minha filha. - Como está, Sr. Scott?

- Há algo errado? - Não, não, está tudo bem.

- Está muito bonita. - Obrigado, senhor.

Vamos lá.

- Olá, Max. Como vai? - Bem-vindo casa.

- Você parece muito bem. - Obrigado.

Jantam todas as noites com um Duque ou Duquesa.

- Todos em Londres falam sobre ela. - Essa menina. Está feliz.

Seus sonhos se tornaram realidade.

- E seus sonhos, Mary? - Os meus sonhos, senhor?

Bem, eu...

Os irlandeses não sonham, Sr. Scott.

Não sou muito bom em falar, Paul faria muito melhor.

Mas devo dizer-lhe alguma coisa.

Eu pergunto se você, minha querida,

daria a honra a esse velho homem ao se casar com seu filho?

- Isso quer dizer, senhor? - Sabe quem eram meus avós?

Condessas como Constance? Aristocratas como Julia Gaylord?

Eram pessoas de integridade como você.

Eu desejo isso com todo meu coração.

- Bem-vindo casa, Mary. - Vou deixar a sua bagagem lá atrás.

Obrigado, Max.

Sem fumaça na fábrica. Está morta.

A greve!

Não se preocupe. Já está tudo resolvido

A razão para Paul não te receber na estação

é porque ele está com Jim Brennan acertando alguns detalhes.

- Olá, Mary. - Olá, Sr. Willy.

- Bem-vindo casa. - Obrigada, Sr.

- Willy, por favor. - Obrigada.

Pai, Mary se você me der licença.

- Pai,devo falar com você agora. - Não agora, Willy.

É urgente.

- Estou certo que Mary irá nos perdoar. - Claro.

A Sra. Scott está esperando por você lá em cima.

- Você sabe o caminho. - Sim, senhor.

Mary!

- Mary! - Ted!

O que você está fazendo em casa?

Se você tivesse meu amor não teria ido para Yale.

- É uma pena, Ted. - Eu preciso da sua mão forte, Mary

Você precisa de uma chibata.

- Onde é que está, você perdeu? - O que?

- Vassoura - Oh, isso? Tenho na bagagem.

Mary!

Estou feliz que você está aqui. Devo ir, vejo você depois.

Adiante!

Mary!

- É maravilhoso estar aqui. - Realmente, Mary?

- Isso mesmo, senhora. - Não me chame de senhora.

Sim, senhora.

Eu não sei o que dizer.

Especialmente após o que o Sr. Scott me disse.

Basicamente, eu estou com medo.

Deve ser um pecado amar tanto.

- Mary, não fale besteiras. - Diga-me novamente.

Diga-me que estou sonhando.

Diga que o diabo não me levou para a montanha e me mostrou as cidades do...

Mary! Mary!

Sente-se.

Deixe-me olhar para você.

Oh, querido!

- Eu estava preocupada no caminho. - Por quê? Você sabia como seria.

Eu não queria pensar.

- Dois anos. - Dois longos anos.

- Que desperdício de tempo. - Que desperdício de tempo!

Paul!

Desculpe, mas preciso falar com você.

- Vou esperar aqui. - De acordo.

Sim, Pai?

Diga ao seu irmão o que você me disse.

Eu coloquei alguns homens na cidade.

- Espiões? - Detetives.

Jim Brennan e outros querem lutar.

- Não acredito!

Pensei que eu estava tratando da greve.

Você está tratando disso por semanas e ainda temos greve.

O que você fará para acabar a greve?

Tenho homens preparados em Detroit. Homens bons, robustos, fortes...

- Milícia? - Eles dispostos a trabalhar.

Pai, você não pode deixá-lo fazer isso.

Eu não vou cedi para Carnegie, não cederei para os sindicatos.

Não pode fazer isso com quem temos trabalhado por toda a nossa vida.

Você se importa com os Scotts ou com pessoas como Pat Rafferty?

Já basta! Eles a família da Mary. Não me preocupam, são decentes.

Pai, eu conheço Jim Brennan, o que quer que ele faça, ele vai lutar limpo.

Ele não espera que aceitemos todas as concessões, e você também.

Nós deveríamos sentar e conversar.

Eles sabem onde encontrar.

Pai, ele não irá até a fábrica.

Já pagamos, não tem o por quê.

Qual é a diferença?

Por que não vamos a central dizer ao Jim...

Diga Jim Brennan que eu trato dos meus negócios no meu escritório.

Scott!

Fora daqui!

Acerte-os!

Vamos!

Querido, querido.

Vão embora daqui!

Willy, se você correr, pode pegar o último trem.

Não foram os homens de Jim! Eram um bando de baderneiros!

Pegue suas coisas, Willy.

Se estes grevistas querem guerra, eles a terão.

Na manhã seguinte, eu fui falar com Jim Brennan.

Eu esperava que ele pudesse me ouvir,

mas o ódio que eu vi lá, encheu meu de medo.

Mary! É você? Que alegria ver você!

Kate, querida irmã.

- Jim! - Mary!

Você está muito bem. Se eu soubesse que você viria, teria feito a barba.

Você aparenta estar muito bem, Jim.

Onde está meu pai?

Onde ele tem estado nestes últimos dois anos.

Lá fora, fazendo discursos.

Jim, você sabia que seus homens atacaram a casa ontem a noite.

Mary, não eram meus homens.

- Eram outros. - Isso foi o que Paul disse.

Verdade?

Paul foi ferido.

Não sabia.

Jim, vai ser um massacre. Willy foi a Detroit.

Para Detroit?

Para buscar milícias.

Não é muito tarde para detê-los. Reúnam-se com o Sr. Scott.

- É por isso que você veio? - Isso já foi longe demais.

- Paul mandou você aqui? - Ele não sabe, mas me apoiará.

Ele vai estar lá com seu pai para apoiá-lo também.

- Por favor, Jim. - Ir à fábrica para os Scotts.

Nunca farei isso, nunca.

Papai está aqui.

Esses idiotas não ouvem um homem que...

Pai! Pai!

Mary, que alegria. Que bom te ver.

Eu senti sua falta, pai.

Eu, também, filha.

Olhe, como fica de repente um homem velho!

Por que está aqui, Mary?

Pai, eu devo dizer-lhe uma coisa.

Não fique com raiva, por uma vez tente entender.

Pai. eu voltei para casa para se casar com Paul Scott.

Te entendo.

Você ama o que seu pai odeia com rancor abençoado por Deus.

Os céus amaldiçoarão esse casamento.

Kate! Abre a porta!

Pai!

E se você trazer algum Scott para este mundo, eles nascerão mortos.

Mary, querida. Você tem a minha bênção.

Com todo o meu coração.

Se nós estamos indo se encontrar com os Scotts, não há tempo a perder.

Vamos lá. Vou falar com os homens.

Você fez o que lhe pedi?

Sim, eu limpei o armazém para abrigá-los.

O doutor disse para você ficar na cama.

Isto chegou em casa. Willy e seus homens chegam esta tarde às 3:30.

Nós não vão gostar das próximas horas pelo resto de nossas vidas.

Não vão gostar do que eu fiz, mas alguém deveria.

O que?

Fiz um acordo com os trabalhadores de Jim Brennan.

Eu disse que iria falar com eles, que iria vê-los no meio do caminho.

Eu lhes disse o que faria, Willy não iria longe.

Eu disse que iria concordar com isso.

Onde vamos encontrar?

Aqui fora. No meio da ponte.

Na frente de todos, para que eles possam te ver e ouvir.

Eu disse que não haveria guardas, de outro modo não iriam falar com você.

O que eu disse sobre os homens de Detroit?

Envie uma nota para Willy,

assinada por você para que os homens retornassem à Detroit.

Se estiver errado, não perdemos nada.

Vamos lá, papai. É a nossa chance.

Ted.

Leve esta nota para a estação.

Agora, senhor.

- Trem de Detroit! Chega tarde.

- Chega tarde? - Isso mesmo, senhor.

- Chega com alguns de minutos de atraso - Alguns minutos?

Tempo para algumas bebidas.

- George, Tim. - Sim, senhor.

Entendam uma coisa, vocês estão aqui para proteger a propriedade.

Fiquem longe da ponte.

- De acordo? - Sim.

- Senhor, e se houver problemas? - Isso.

Ele não vai haver problemas.

Olha, Jim. O chefe.

Este é o melhor momento desde que tudo isso começou.

Quero dizer que é muito bom vê-los de novo.

E o importante é que estamos nos encontrando cara a cara.

Meu filho me disse que você disse

que há concessões a serem feitas.

Eu digo neste momento que concordo com isso.

Bem, Brennan. Quero ouvir as suas solicitações.

Primeiro.

Nós pedimos 5 centavos mais por hora para todos os trabalhadores.

Os preços têm subido, Sr. Scott.

Concedido.

Segundo.

Queremos mais segurança na máquinas para evitar acidentes.

Temos acidentes todos os dias.

Concedido.

Terceiro.

Nós requeremos o reconhecimento do sindicato.

Uma sala sob a jurisdição do Sindicato.

Eu sempre tentei ser justo.

Mas se eles pensam que precisam de um sindicato, eu não vou me opor.

Eu reconheço o sindicato.

Mas enquanto esta fábrica tiver o nome Scott na placa,

eu não vou recusar qualquer homem que queria trabalhar honestamente.

Lá você tem!

Idiotas! Vai mentir, e vocês terão que recomeçar de novo.

- Tirem esse louco daqui. - Louco, você diz?

- Pat, Basta! - Não me toque!

Você vai deixar ele continuar a mentir?

- Cale a boca! Não sai nada de bom. - Nada disso!

Nós temos ouvimos essas mentiras por tanto tempo.

Mentiras, traição, má-fé.

Mentiras? Má fé?

- Eu já menti para ninguém? - Não. Não, senhor.

- Ou os outros? - Não, senhor.

Eu digo aqui, nesta ponte que meu pai construiu, queremos corrigir tudo isso.

Nós também queremos voltar ao trabalho.

Queremos ver as fábricas funcionando.

Fazemos o melhor aço porque é feito com o suor de todos.

Estamos nisso juntos. Isso é como nós queremos.

Mentirosos! Eles prometeram que não haveriam milícias.

É tudo um erro!

Pela primeira vez, Pat está certo!

Volte, Willy! Vá embora!

Leve-os de voltar!

Acredite em mim, eu juro!

- Mentiras. Não diga você nunca mentiu! - Não, acredite em mim!

Paul! Paul!

Patrick Rafferty 11 de setembro de 1877

James Brennan 11 de setembro de 1877

Por um dia e meio eu me sentei com meu pai e Jim.

Rezei para que Paul Scott e eu nunca voltássemos a nos ver.

Sabia que aqueles eram seus passos. E quem estava batendo na porta.

De todo modo entrava na casa.

Rezei para lhe dizer o que devia dizer.

Eu rezei que não me abraçasse.

Eu vim para te levar para casa.

Mãe está esperando por você em casa.

Ela quer você, ela precisa de você.

Ouça-me.

Vou levá-la para casa.

Não entende, Paul?

Não podemos casar.

Nós não esqueceremos o sangue derramado na ponte.

Isso não é verdade. Vamos conseguir juntos.

Eu enviei o seu pai nas mãos de seus assassinos.

Eu não honrei meu pai como diz o livro.

Fui contra o meu povo, isso é pecado.

Mary, pense com a razão. Nós já não sofremos o suficiente?

- Meu pai amaldiçoou nosso casamento. - Isso é coisa de antigamente!

Como ele disse, já começou a acontecer.

Querida, você não pode acreditar nisso!

Acredito em...

muitas coisas que você nunca poderia acreditar.

Sei que se eu trazer um Scott a esse mundo, ele nascerá morto.

Mary! Pare de dizer besteiras!

Eu não vou deixar você desperdice nossas vidas.

Nós só temos um ao outro.

Não temos absolutamente nada.

Tudo se foi.

Mary!

Preciso de você.

Então eu soube que uma porta havia se fechado para nós.

Mary Rafferty nunca poderia esquecer o sangue derramado naquela ponte.

Pareceu então que todo o mundo morreu,

somente eu vivia,

apenas o passado era real.

um futuro vazio

e escuro.

Desça, rapaz.

Sr. Callahan. Quando eu posso trabalhar aqui?

- Seu pai tinha 15 anos quando veio. - Paulie! Paulie!

- Sim, papai? - Já é meio-dia.

Pai, eu sei tudo sobre o aço.

Santa Mãe! Olhe para você!

- Não, não, eu sou um trabalhador. - É um Scott, senhor. Aprende rápido.

- Você acha que ele pode, Callahan? - Claro, senhor.

Vamos, Paulie. Vamos nos atrasar para o almoço.

Adeus, Sr. Callahan.

Olha papai, é a vovó. Ela levantou.

- Cuidado com o degrau. - Sim.

- Vovó! Vovó! - Paulie!

- Com cuidado, Paulie. - Eu fui até a fábrica!

Cuidado, Paulie.

- Onde você está indo, mãe? - Eu vou fazer um longo passeio.

- Tem a permissão do doutor? - Estou muito melhor.

- Você deu permissão ao doutor? - O doutor não disse nada sobre isso.

- Dr. Mackenzie acredita em ar fresco. - Eu não sou responsável.

Você é muito teimosa, mãe.

Suba! Suba!

- A comida está pronta? - Ainda não.

Para baixo!

- Vou trabalhar na fábrica! - Paulie!

- Olhe para meu rosto, o Sr. Callahan - Não faça tanto barulho.

Suba as escadas para lavar o rosto e as mãos.

Tire a roupa suja.

Você deve estar nervosa.

Eu te disse que não quero meu filho naquela fábrica.

É o dia de folga da governanta. Achei que gostaria de ficar sozinha.

Você deveria vê-lo quando ele viu o aço pela primeira vez.

Eu iria odiar.

- Você parece meu irmão Willy. - Ele vive como um cavalheiro.

- E eu não? - Não estou falando de você.

Estou falando do meu filho.

A filha de Connie é condessa.

O filho de Willy anda com as melhores pessoas. E o nosso...

O nosso vai viver como os Callahans ou O'Brians.

É direito dele se quiser trabalhar na fábrica.

Se diz que Callahan não é gentil, ele é meu amigo.

Prefiro morrer do que ver meu filho se tornar um forjador.

Isso é o que você é, um forjador.

Eu farei qualquer coisa para que meu filho não pise lá de novo.

Bem, faça o que quiser.

Ele tem muito tempo pela frente.

Mas não por isso que está com raiva.

O que aconteceu?

Eu tive uma discussão com sua mãe.

- Acho que não deveria sair tão cedo. - Tem razão.

Se ela tiver outros desses ataques, eu ficarei louca.

- Mas você conhece sua mãe. - Para onde ela foi?

Você não sabe para onde ela vai quando sai?

Não.

Onde ela tem ido todos esses anos?

Não, não sei. Diga-me o que você pensa.

Essa nova cozinheira nunca é pontual com a comida .

- Não, desde... - Sua mãe parece doente nesta casa?

Não disse isso!

A comida está servida.

Deveria ter casado com Mary Rafferty, teria sido melhor esposa.

Louise!

Se o nosso casamento foi um erro, nós dois sabíamos o que estávamos fazendo.

Agora temos um filho a considerar.

Esta costumava ser uma boa casa,

um lugar feliz.

Eu quero que seja novamente por ele.

Eu estou disposto a tentar.

A comida está servida.

Senhorita Rafferty - Costureira

É você, Sra. Scott. Por favor, entre.

- Como você tem estado, Mac? - Mal, acho que vou extrai o dente.

- Pela porta dos fundos, Mac. - Sim.

Mary!

Mary! É a senhora.

Que alegria ver você. Eu estou contente de vê-la.

Eu estive preocupada com você. A Sra Dickinson disse...

O quê?

Você tem estado doente.

As pessoas falam muito.

Como está a nossa loja?

Muito bem. Algum dia farei de você uma mulher rica.

Bem. Conte-me tudo.

Deixe-me ver...

Willy comprou um iate.

- Connie comprou uma casa. - Maravilhoso!

E Ted?

Eu recebi uma carta do Ted no último Natal. Ele estava indo para a China.

Coitado.

Nós o perdoamos muitas vezes.

- Mas ele não pode perdoar a si mesmo. - Eu sei.

Eu queria ver você antes de...

- Kate preparou chá, devo ir ver... - Não, Mary, você me ajuda mais aqui.

Muito amável.

Mary, eu quero dizer uma coisa. Esta é a última vez que eu venho.

- Porque você fala assim? - Não importa, eu estou pronta para ir.

- Eu quero que você faça algo para mim. - O que é?

- Eu gosto de agradar. - Eu sei.

Então, eu queria vir. Para dizer o que eu fiz.

Minha parte na fábrica de aço Scott é de um quinto.

Deixo isso para você, Mary.

Mas, Sra. Scott...

- Eu não preciso, realmente. - Já sei.

Mas vai precisar de você.

A mim?

No momento em que eu me for, Willy irá querer vender.

Connie tem muitas dívidas. Ted não se importa.

Paul poderia perder a fábrica.

Parte meu coração como as coisas são!

Sim.

Paul tem apenas seu filho e a fábrica.

Você deve ajudá-lo a manter a fábrica para o seu filho.

E quanto a você, querida?

Enquanto viver, sempre que precisar decidir...

Pensarei...

como faria a minha querida amiga.

e vou tentar fazer dessa forma.

Vou pegar o chá.

Agora eu posso apreciá-lo.

Mary!

Mary!

- Vá buscar o doutor. - Agora mesmo.

Oh, Mary.

- Graças a Deus você está aqui. - Calma, durma.

- Ela desmaiou de repente em casa. - Não deveria ter ido.

- Traga água quente. - Está bem, doutor.

- Enfermeira.

Sou a Srta. Rafferty, chame-me se precisar de mim.

Obrigado.

Dong, dong, dong! Eu sou um bombeiro!

Ding, ding, ding! Eu sou um bombeiro!

Não faça barulho, sua avó está tentando dormir.

- Qual é o seu nome? - Meu nome é Mary.

- E você é Paulie, não é? - Você adivinhou.

- Você é da família? - De certa forma.

- Onde está indo? - Para casa.

Pai!

Vem, vem!

Pai, esta é a Mary. Mary, este é meu pai.

Mary.

Sua mãe passou mal, eu a trouxe para casa.

Mary. O que você disse de minha mãe?

O doutor está com ela.

Srta. Rafferty.

Ela está chamando. Por favor, venha.

Oi, mãe.

Mãe, ouça.

Mary. Onde está Mary?

Estou aqui.

Não me deixe, Mary.

Não me deixe.

Eu gostaria que você ficasse.

Eu não sei cuidar de doentes. Eu ficaria muito grata.

Eu te amo Mary.

- Não me deixe. - Não a deixarei. Não a deixarei.

Ela disse que não estava com fome. Ela não me parece bem.

Faça para ela um ovo cozido.

Descerei assim que terminar com essas flores.

Sobe e desce escadas, sobe e desce escadas

Mary!

Telegrama da Connie, ela chegou em Nova Iorque ontem,

estarão aqui com Giles e Claire amanhã.

- Que bom. E Ted? - Não sabemos onde ele está.

Que pena! Bem...

Mary, durante essas semanas, não temos estados sozinhos uma só vez.

Queria dizer-lhe que estou muito grato, pelo o

que você está fazendo por minha mãe.

Cada semana, dia, hora que ela vive...

você deu a ela.

Eu amo a sua mãe, Paul.

Minha mãe te ama.

Mary!

Paul! Paul!

Sim, Louise, o que aconteceu?

Sua mãe está morta.

- O pastor falou muito bem. - Ele conhecia minha mãe há muito tempo

- Não é verdade! Não tem razão! - É sim! Pergunte!

Crianças em um momento como este...

Mesmo em um momento com este, eles ainda são crianças.

Qual o problema, Claire?

Ele diz que eu não falo inglês, diz que eu falo como um estrangeiro.

É verdade, ouça ela.

Crianças...

Tem leite e bolachas para vocês. Vocês me deixam muito nervosa.

- Sim, mãe. - Sim, tia Louise.

- Vamos comer leite e bolachas. - Biscoitos, não bolachas.

- Bolachas! - Biscoitos!

- Bolachas! - Biscoitos!

- Você já disse alguma coisa, Willy? - Como?

Bem... não.

Eu esperei até que todos estivéssemos juntos.

- Sem creme e açúcar, certo, Giles? - Assim é. Obrigado.

O que você está pensando, Willy?

Bem, eu...

- Melhor esperar por Connie. - Já estou aqui. O que é?

Creme e açúcar, Connie?

Eu não deveria tomar nenhum, mas coloque ambos.

Para mim, um pouco de suco de limão, obrigada.

Agora não é o momento de falar de negócios.

Você veio ao funeral de nossa mãe com outra oferta do Sr. Gaylord?

Devemos votar antes Connie regresse à Europa.

Realmente, Willy?

O que você acha de receber 2 milhões de dólares em dinheiro?

2 milhões?

Eu poderia pagar minhas dívidas e começar de novo!

- Connie, espere um momento! - Todos os proprietários estão aqui!

E isso me permite votar por Ted.

O que você escreveu para Ted te dar isso?

Só que era injusto que você trabalhasse tanto para o nosso benefício.

- Então você está me vendendo - Vendendo? Por 2 milhões de dólares!

O que você acha, Louise?

Claro que você não vota, mas é a esposa de Paul.

Que posso dizer.

Eu gostaria de me livrar dessa fábrica.

Desta casa, desta cidade, ir embora.

- Louise! - Por que eles não devem saber?

Que eu vivi por 10 longos anos com aquela mulher!

- Não, a sua mãe. - Com aquela empregada. Mary Rafferty.

Cada minuto de minha vida,

cada canto desta casa está impregnado dessa irlandesa!

Quando ele estava comigo em seus braços

era em Mary Rafferty que ele pensava.

- Ele sempre a adorou! - Louise! Já basta!

Se não se livrar da fábrica, desta casa, das memórias, eu...

Sim, Willy, eu quero que ele venda.

Que lindo final dos sonhos de nosso pai

A fábrica irá servir propósitos nobres.

Connie poderá pagar as suas dívidas,

Ted continuará bêbado e Willy poderá viver em seu iate como um cavalheiro.

Willy, sei que quer que seja unânime.

- Bem... - Mary.

O que você vai fazer com a sua parte?

O que você está falando?

- Sua mãe me deixou a parte dela comigo - Como ela se atreve?

Era o dinheiro de minha mãe e poderia fazer o que quisesse,

ela escolheu dar a Mary.

Por que não soube disso?

Se tivesse a decência de esperar a leitura do testamento?

Eu acho maravilhoso. A melhor coisa que ouvi até agora.

- Você tem que vir para a Inglaterra... - Eu estiva errada.

Você só queria o dinheiro. Eu pensei que você amava Paul.

Você não estava errada. Eu o amei desde o primeiro dia.

Mas há mais.

Eu amo a família de Paul. Eu amo a fábrica.

E enquanto estiver viva, eu vou lutar para preservá-la.

Willy, foi por isso que sua mãe deixou a parte dela.

Ela me fez prometer que quando este momento chegasse, ela sabia que viria,

que assim que ela morresse. Willy venderia...

Connie pagaria suas dívidas e Ted não se importaria...

Um momento, Mary. Talvez eu deva te explicar uma coisa.

São 2 milhões para cada um de nós, incluindo você.

- Eu não sei o que mais deseja. - Você realmente não sabe.

Eu expliquei como cortesia.

Não precisamos de seu voto, está 3 a 2.

- Três a dois? - Willy tem a permissão de Ted.

Isso quer dizer que ele pode votar por Ted.

Connie!

Devo vender. Eu tenho um monte de dívida.

Eu entendo, Connie.

Só que...

Giles, você se lembra daquele tempo em Paris?

O restaurante entre as árvores.

E os estrangeiros que puseram vinho nas taças e, em seguida,

- eles jogaram um pouco no solo? - Sim, me lembro.

E nós queríamos saber o porquê e o garçom nos disse

que era tradição devolver à Terra um pouco do que colhemos.

A ideia era que...

Se levarmos tudo e não dermos nada em retorno à terra, está ficará estéril.

Pense no seu avô.

Ele veio aqui sem nada. Ele construiu a fábrica do zero.

Se eu tivesse tomado tudo, você não teria nada hoje.

- Eu já ouvi isso antes. - Eu não. Vá em frente, Mary.

Oh, Giles. Não há mais nada a dizer.

Se há algo mais, eu tentei dizer a Connie muitos anos atrás...

Connie!

Por toda sua vida você tem tomado,

essa é a sua chance de dar algo em retorno.

Eu não preciso do dinheiro.

Vou dar-lhe os benefícios da minha parte.

- Giles! Você ouviu o que ele disse? - Eu não vou permitir.

Mas, Giles eu não preciso do dinheiro, realmente.

- Eu tenho meu próprio negócio... - Chega, Mary. Chega!

Connie!

- Eu não vou vender, eu não vou vender. - Pense no que está perdendo.

Não diga mais nada, Willy. Ela já decidiu, não adianta mais.

MacGready está esperando por você.

Obrigada, Louise.

Adeus.

- Vou levá-la para casa, Mary. - Não, por favor.

Vou até a fábrica, quero sair desta casa.

- Paul! - Sim, Louise?

Se sair de casa com Mary Rafferty, você não deve nunca mais voltar.

Eu voltarei Louise, e você não estará mais aqui.

Você vai ter o que você queria.

A chance para sair desta casa, desta cidade,

ir para bem longe de mim e da fábrica.

Nada me daria mais prazer. Eu levo meu filho para a Europa.

Criá-lo como um cavalheiro.

Não, o menino fica aqui comigo.

Para ser um aprendiz com os Callahan e O'brians,

assim tomar lugar nas fábricas Scott.

Leve todo o dinheiro que você quiser, mas é apenas isso que terá.

Deixe, Mac. Eu pego as rédeas.

Fim

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