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Original subtitles

- Art Subs - 12 anos fazendo Arte para voc�!

Legenda - Frederic -

O QUE � A JUVENTUDE? UM SONHO

O QUE � O AMOR? O CONTE�DO DO SONHO

Prontos para a corrida do lago?

3, 2, 1, j�!

� preciso beber uma caixa enquanto d�o uma volta no lago.

Uma cerveja para cada um, a cada banco.

Cada time tem um juiz que garante a volta da caixa.

O juiz n�o pode beber as cervejas.

Aqui!

Se vomitarem ao mesmo tempo, ser� descontado um minuto.

Espera, espera...

Ao chegar neste banco, bebam a �ltima cerveja.

O vencedor ganha o dinheiro do dep�sito.

� assim que estamos vivendo

N�o sei onde estarei Em 5 anos

O trem pode ou n�o pode beber?

Dane-se o que est�o dizendo, Que vida

Tudo bem Tudo bem

� assim que estamos vivendo

N�o sei onde estarei em 5 anos Mas sou jovem e vivaz

Dane-se o que est�o dizendo

Vamos maneirar!

Vamos maneirar um pouco!

Venha at� aqui!

Que vida Que noite

OUTRA RODADA

Chamam ele de Fjonk. Ruivo, colar do martelo do Thor,

estava com um amigo.

- Onde conseguiu as algemas? - N�o sabemos.

Ele algemou o inspetor e seguiram com a festa.

Eles precisam se divertir, mas isso passou dos limites.

Talvez pud�ssemos ter uma pol�tica de �lcool zero

nos eventos da escola, no semestre que vem.

Certo...

- Como ela pretende fazer isso? - Seria como fechar Christiania.

Sune, voc� conduzir� o aquecimento hoje.

3 A. Em c�rculo, atr�s de mim. Vamos.

Acertem o passo, 3 A.

- Est� totalmente fora. - Exato.

Certo, est� bom.

Se puderem abrir nesta p�gina...

Vamos.

Quero ver o qu�o enferrujados est�o.

Na Dinamarca eu nasci Aqui � meu lar

O que � psicologia?

Algu�m sabe o que � psicologia?

Psicologia � o estudo cient�fico

dos processos ps�quicos humanos.

Nos ocuparemos disso no ano seguinte.

Por que agimos, experienciamos e reagimos de tal forma?

E o per�odo da industrializa��o � aquela �poca...

da hist�ria mundial em que as sociedades ocidentais,

devido ao progresso tecnol�gico, deram in�cio ao processo...

que criou as bases do mundo moderno.

- As novas tecnologias... - Com licen�a.

N�o est�vamos falando de Churchill?

Sim, correto.

Vamos tentar focar em Churchill e na guerra mundial.

- Na segunda guerra? - N�o, na primeira.

Por isso... per�odo da industrializa��o.

Churchill foi Primeiro-Lorde na primeira...

Quebrou todo o racioc�nio!

Malthe, h� alguma outra aula em que deveria estar?

Conseguiu entregar o trabalho?

Sim.

- E foi bem? - Foi legal.

Estou indo. Tenho plant�o a semana toda.

- Anika? - Nos vemos amanh�.

Anika?

- Voc� me acha entediante? - Como assim?

Voc� me acha entediante?

Comparado a qu�? Nossa juventude?

Sim.

Voc� n�o � o mesmo Martin que eu conheci.

Certo.

Martin?

Voc� leciona hist�ria para o 3� ano, n�o?

Sim.

Tentaram contat�-lo pelo sistema.

Querem uma reuni�o com voc�.

Est� dispon�vel � tarde?

Sim, pode ser.

- Do que se trata? - Apenas uma conversa.

Ol�. Achei que seriam poucas pessoas.

Sim, convidamos os que podiam. Foi meio espont�neo.

Sim. Bem...

aqui estou.

Ent�o eu come�o...

Nossos filhos podem ficar em exame em hist�ria com voc�.

- Gostar�amos de conversar. - Sim, claro.

H� muita press�o por parte das institui��es de interesse deles.

Ficar em exame com voc� n�o seria uma boa not�cia.

Bem...

Talvez devessem elaborar melhor.

� complicado dizer,

mas um B- baixa muito a m�dia.

Hist�ria � uma disciplina A, e conta como dois.

�s vezes voc� parece indiferente a tudo isso.

N�o, n�o sou indiferente.

N�o � nada f�cil aprender,

quando sua cabe�a est� virada para o celular.

Voc�s poderiam apenas...

Mas eu tomarei nota disso. Vou tentar resolver.

Ou algum outro professor, ou ent�o...

Gostaria de dizer uma coisa.

O que disse sobre a Crise da P�scoa...

Foi muito confuso. Ou n�o?

Jonas, quando pegar a chave da bicicleta ponha de volta.

N�o fui eu, deve ter sido o Kasper.

Do que est� falando? Eu nunca toquei na chave.

Aonde voc� vai?

Ao anivers�rio de 40 anos do Nikolaj.

- Eu n�o te falei? - Sim. Sim, tudo bem.

N�o vou demorar. Vou pegar o carro.

Certo.

- Maldito nerd! - Tem dois minutos?

Vamos parar com essa discuss�o. Posso pegar um peda�o de pizza?

- At� logo. - Nos vemos depois.

Tchau, Martin!

Tamb�m vou sair, meninos.

- O que vai fazer? - Sair para comer.

Anivers�rio do Nikolaj. N�o tinha dito?

N�o sei.

Bem, n�o vou demorar.

Lembrem, sua m�e est� de plant�o e tem pizza na geladeira.

- Ol�! Pizza na geladeira. - Sim...

- Tommy? - O qu�?

N�o temos que ir?

Nossa, nunca te vi de terno. De onde veio isso?

- De quando estava com Mette. - As meias tamb�m?

O qu�? Ah, sim. N�o d� para ver.

Como ela est�?

- A Mette - Mette?

N�o sei bem...

Precisa mijar. Mal pode andar.

Isso, Laban. Muito bem.

Vamos mijar um pouco?

S� preciso por em movimento e vai sozinho.

Isso, vamos mijar um pouco.

Muito bem, Laban.

Estou de carro, s� �gua com g�s. Sem lim�o.

Sem lim�o. Certo.

Tenho que ler algumas coisas para amanh�.

O resto de n�s come�ar� com os espumantes.

Encontrei um champanhe de 2013 para voc�s.

Uma boa ta�a para voc�.

O caracteriza este champanhe s�o as notas minerais.

Se fecharem os olhos,

ver�o os campos franceses maduros diante de voc�s.

Porra, � muito bom! Precisam experimentar.

Tommy, voc� precisa... Espere um pouco para o outro.

E como voc� est�? Est� fazendo 40, hoje.

Certo, como diabos eu estou?

Bem, eu n�o posso me queixar.

Sou casado com uma bela mulher. Moro perto da �gua.

Ela tem muito dinheiro.

Temos tr�s filhos.

Eles dormem na nossa cama.

Mijam na gente durante a noite.

N�o consigo mais dormir.

- � verdade. - Vamos deixar isso pra l�

e brindar e dar parab�ns. Est� muito bom, Martin.

Pena que voc� � t�o correto

- Sa�de. - Isso � verdade.

Mas o que � correto, afinal?

Certo. Temos uma tese a caminho?

- Mais algum del�rio seu? - Sim, mas n�o de mim.

Tem esse fil�sofo e psiquiatra noruegu�s, Finn Sk�rderud...

- Voc� � muito est�pido. - Finn Skovgr�d?

Ele diz que beber � correto.

- Quando est� dirigindo? - N�o, o tempo todo.

N�s nascemos com menos 0,05% de �lcool no sangue.

- A menos? - Isso � muito interessante.

Eu preciso entender isso. 0,05%?

- Quanto � isso? - Uma, duas ta�as de vinho.

Ent�o precisa manter isso constante.

Ent�o precisa beber o tempo todo?

Isso.

Na verdade ele diz que precisa ter 0,05% em seu corpo,

assim ficar� um pouco mais relaxado,

e ent�o mais disposto, musical e aberto.

Mais corajoso, simplesmente.

Eu digo sim. N�o seria mal ter mais confian�a e...

- N�o, voc� est� bem. - Acho que todos podemos.

N�o � esse o problema na escola, Martin?

- Como assim? - O problema na sua classe.

Peter disse antes de chegar...

Falei sobre a situa��o na escola.

Certo.

- Eu n�o tenho que me meter... - Sim, tudo bem. Mas...

eu n�o sei se uma coisa tem a ver com a outra.

Aqueles jovens precisam ser for�ados a se comportar.

Totalmente. Precisam estar com um lince na bunda.

- Corret�ssimo. - � voc� quem faz a agenda.

Precisa esmag�-los com li��es, trabalhos e tudo isso.

Pap�is, bum! Plano de estudos, bum!

D� a eles uma reprimenda � altura.

- N�o � isso, Nikolaj? - �...

Acho que se trata de uma coisa diferente.

� algo maior que isso.

Acho que seu problema na classe � mais banal, na verdade.

Acho que voc� n�o tem confian�a. E alegria...

Se puder interromper, vamos servir o caviar.

Esta noite estamos servindo o caviar Baerii.

� do norte da Europa, pego na Alemanha.

- Costumamos servir com vodca... - � como faremos hoje.

Parece bom. Esta vodca teria feito a alegria do czar.

� uma Imperia, da R�ssia. O trigo fermentado e resfriado

faz com que a �gua cristalize,

dando � vodca uma consist�ncia macia e encorpada.

Nossa, vamos passar dos 0,05%. Tommy! Aqui...

- Muito obrigado. - Vou levar a vodca...

Deixe a garrafa, pelo amor de Deus.

Conseguem sentir...

T� doido, cara?

entrando na corrente sangu�nea e esquentando...

- � um bom 0,05%. - Martin, experimente.

Martin, diabos,

a R�ssia foi erguida por gente que bebe vodca e sai dirigindo.

Mande a vodca e o caviar,

feche os olhos e v� para casa em algumas horas.

N�o tem com que se preocupar. Sa�de!

Escutem... Isto � mesmo muito bom.

- �, � bom demais. - Eu disse!

E voc� com a cerveja.

Eu apenas gosto de chope. Qual � o problema?

Esvazie seu copo

Veja a morte � sua espera

Amolando sua espada

De p� em sua soleira

N�o fiques angustiado

Ela n�o o levar� de pronto

Aguardar� por um tempo

Talvez apenas em um ano

Movitz, sua pneumonia

O arrastar� para o t�mulo

Chegamos ao prato principal. Vamos ver a carta de vinhos?

Vamos pegar uma ta�a muito, muito boa para o Martin.

Eu encontrei um J�r�me Chezeaux, um amigo da casa.

� um vinho da Borgonha, de 2011.

Robert Parker lhe deu 95 pontos em sua an�lise,

dizendo que este vinho representa a alma da Borgonha.

Obrigado. Acho que precisamos de mais uma dose ali.

- Est� bom? - � bom.

- Pronto. - Obrigado.

E ent�o, Martin, o que aconteceu?

Nada de mais.

N�o fa�o nada de mais. N�o vejo muita coisa.

Como v�o as coisas com a Anika?

Ela trabalha muito � noite, ent�o...

tamb�m n�o a vejo muito.

Bem... V� com calma, Martin.

N�o sei como cheguei at� aqui. Me desculpem.

Est� tudo bem.

J� pensou em encontrar outra pessoa?

N�o, nunca.

Ela �... � a m�e dos meus filhos.

Ela cuidou do meu pai at� sua morte.

A ideia era que...

cuidar�amos um do outro na velhice.

Agora, vamos ver...

Me desculpem.

Martin, eu entrei na escola h� 12 anos,

voc� era um grande homem, rumo a um posto de pesquisador.

Todos fal�vamos de voc�.

Estava para receber uma bolsa e ir para o doutorado.

- Voc� se inscreveu, n�o? - N�o. Os meninos eram pequenos.

Ent�o eu n�o... Eu te contei, Tommy.

�... � verdade.

Quando o conheci, era um guri de merda.

Andava pelo clube Lyngby como caub�i, todo metido.

E ent�o foi dan�ar. Eu n�o entendia.

E que diabos era, bal�?

- Ele fazia bal� jazz. - Exato.

Para com isso, cara! Voc� fez bal� jazz?

E como est� com a dan�a?

Para com isso, tem gente que faz cer�mica.

O que ele fez foi completamente insano.

Foi quase profissional.

Sabe o que voc� �, Martin? � um cara bonito.

E sabe dan�ar. Nada mal. Podemos ver isso?

Foi muito louco quando voc� fez aquilo...

Vamos l�.

Uma vez. Uma s�. Para a pista!

- Opa, dor nas costas. - Para com isso!

Tommy, mostre outra vez.

Voc� faz, Tommy. Voc� sabe como �.

- Voc� mostra outra vez. - Voc� consegue fazer.

Eu fa�o, ent�o.

- Peter, tenha cuidado. - Lembro que voc� fez assim.

Bum! Por essa voc� n�o esperava.

Sa�de!

- N�o pode mexer a perna! - Martin, voc� levantou a perna.

- N�o corra! - Voc� est� correndo.

Um p� tem que ficar no ch�o...

Um, dois, tr�s...

Voc� � maluco, cara? Eu n�o sabia do que se tratava.

- Pr�ximo. Vamos. - Voc� pesa duas vezes mais.

Pr�ximo! Vamos l�.

Um, dois, tr�s.

Derrubem! Derrubem!

Pegamos ele! � isso!

- Oi. - Oi.

Bom dia.

Bem, eu revisei o curr�culo...

Ol�! Podemos nos concentrar um pouco? Bom.

Eu revisei o curr�culo, e como pude ver,

n�s passamos pelos desafios nacionais e hist�ricos,

que a indru... industri...

indrustri...

que a industrializa��o levanta.

Acho que podemos olhar a ementa juntos

e tentar obter um panorama.

Martin?

Obrigado pela noite.

Doideira, n�o?

O que est� fazendo?

N�o consigo dirigir.

N�o falamos em 0,05%?

Estou experimentando.

Oi, querida, sou eu.

Escute, vou deixar o Martin em casa.

Por qu�?

Porque ele n�o consegue dirigir sozinho, na verdade.

O carro dele est� na oficina. S� vou dar uma carona.

Precisa fazer compras. Leite, papel higi�nico, fraldas

e palha para a gaiola do coelho, certo?

Entendido. Tchau, querida. Beijo, tchau.

- Vamos ligar para o pessoal... - Calma. Eu s� experimentei.

Martin, h� uma perspectiva mais ampla. Ligue para o Tommy.

Estamos a caminho.

Porque o Nikolaj enlouqueceu.

N�o, porque o Martin � um homem corajoso que quer algo da vida.

Estamos chegando. Ele desligou.

O que diabos est� fazendo, cara?

Foram apenas alguns bons goles.

Ent�o me recostei e senti como era.

- Vamos tomar uma? - N�o. S� vamos...

E ent�o, como foi durante a aula?

Bem... eu tive alguns problemas motores verbais.

Ent�o, de certa forma,

estar�amos testando a teoria de Sk�rderud na pr�tica.

- Reunindo evid�ncias. - Exatamente.

E se a pessoa ficar t�o b�bada a ponto de n�o conseguir falar?

- Posso falar perfeitamente. - Relaxem um pouco.

N�o somos os primeiros na hist�ria a beber de dia.

Hemingway, por exemplo, bebia o dia inteiro...

at� �s 20h, e estava pronto para escrever no dia seguinte.

E ent�o se tornou um mestre. Ent�o se vamos fazer isso,

� assim que devemos agir.

Acho que � interessante.

Eu tamb�m.

Ent�o escreveremos um ensaio psicol�gico sobre isso.

Para que n�o seja uma baboseira total.

Certo. O que vamos escrever?

de Finn Sk�rderud

Escreva do que trata o experimento.

visando suprir o suposto d�ficit de 0,05%,

objetivando coletar evid�ncias dos efeitos psicol�gicos,

verbal motores e psicorret�ricos,

bem como um estudo do aperfei�oamento

Mas ent�o podemos beber apenas no hor�rio de trabalho?

Certo. � como ter� que ser.

� como Hemingway.

N�o podemos beber depois das 20h e nos fins de semana.

Droga, Otto, que diabos... Que diabos, Otto!

Veja s�. Que diabos, Otto.

Voc� j� � grande para avisar quando quer mijar.

- Mam�e, eu me mijei! - N�o! Agora n�o.

Voc� os acordou. Precisa dizer antes de mijar, n�o depois.

E n�o deve gritar.

Escute, quando voc� n�o diz...

- Eu dormi por 20 minutos... - Tente se acalmar.

Eu n�o durmo uma noite inteira h� 3 anos. O que � isso?

- � urina! - Fez xixi, querido?

- Por que n�o fez antes? - Que pergunta boba...

Se � t�o esperta, fa�a voc� mesma.

� o que vou fazer.

Voc� est� bem, querido? Deve estar congelado.

- Nikolaj, caf� da manh�! - Estou indo! Pode come�ar!

Nikolaj!

Malthe, largue o celular.

A n�o ser que queira que todos o vejamos?

- N�o. - �timo. Ent�o guarde.

E feche a porta.

Precisamos fazer um pequeno teste.

Quero ver em que p� estamos.

Josephine. � seu nome, n�o?

- Sim. - Certo.

Escute, os outros prestem aten��o.

N�s vimos isto ao longo do ano.

Ou �ltimo ano.

Preste aten��o, Jose...

H� uma elei��o. Temos 3 candidatos.

Em quem vai votar?

- Est� acompanhando? - Sim.

Certo. O primeiro.

Ele tem paralisia parcial, devido � p�lio.

Ele tem press�o alta, sofre de anemia,

tem uma s�rie de doen�as graves.

Ele sempre mente quando lhe conv�m.

Pede conselhos a um astr�logo sobre sua pol�tica.

Ele trai sua esposa,

� um fumante inveterado e bebe muitos martinis.

O pr�ximo, n�mero dois.

Ele est� acima do peso, e j� perdeu tr�s elei��es.

Ele teve depress�o, dois ataques card�acos,

� um cabe�a-dura, imposs�vel de se trabalhar,

fuma um cigarro atr�s do outro...

e toda noite ele manda incr�veis quantidades de...

champanhe, conhaque, vinho do porto, u�sque,

e logo antes de deitar: duas p�lulas para dormir.

O �ltimo, n�mero tr�s,

� um her�i de guerra altamente condecorado,

trata as mulheres com respeito, adora os animais, nunca fumou,

e bebe apenas uma cerveja, de vez em quando.

Jose, em quem voc� vota?

No �ltimo.

O �ltimo, n�mero tr�s. Certo. O que voc�s me dizem?

N�mero tr�s.

Nossa. Bom. Voc�s acabam de descartar...

Franklin D. Roosevelt,

Winston L. Churchill, e em troca escolheram...

gra�as a Deus por isso... este aqui.

Hitler!

Isso � divertido, mas...

h� uma quest�o aqui

que � importante e que espero que entendam algum dia.

O mundo nunca � como se espera.

N�s temos trabalho!

Mas vamos ver se conseguimos dar conta.

Jason, p�gina 83.

Na Dinamarca eu nasci

Aqui � meu lar

Daqui minhas ra�zes...

Parem! Parem! Parem...

Parece ceia de Natal em clube de swing, vamos!

Klara, vamos!

Voc� canta lindamente, mas eu n�o ouvirei apenas voc�.

Trata-se de voc�s ouvirem uns aos outros. Certo?

Vamos, levantem...

e fechem os olhos.

Tentem

ficar totalmente calmos.

E tentem ficar realmente...

com os p�s plantados no ch�o.

E ent�o apenas...

Enfim! Tentem abrir os olhos.

Bom dia.

Agora cantem com os ouvidos,

com o cora��o e com a alma.

Deem as m�os brevemente.

Deixem a energia fluir.

Assim.

Ent�o encontrem um pulso comum, e eu darei o tom.

Na Dinamarca eu nasci

Aqui � meu lar

Daqui minhas ra�zes

Se estendem para o mundo

Tu, fresca praia Dinamarquesa

Onde jazem antigos gigantes

Est�s entre O pomar de ma��s

E o jardim de l�pulo

Te amo

Dinamarca,

Minha p�tria

- E ent�o? - Pode ter algo aqui.

Pode mesmo.

Mas eu pensei se algu�m poderia cheirar.

- Por qu�? - Porque...

para n�o ficar com o h�lito na boca.

Estou com mau h�lito?

- N�o. Lembrem de tomar notas. - E o Tommy?

N�o sei onde ele est�.

Nikolaj, cad� o Tommy?

Acho que treinando os lilliputs.

Vamos tomar uma �gua, e j� voltamos.

Seus pais esqueceram sua �gua de novo?

N�o, n�o pode tomar esta. Hjalte! Venha aqui.

D� um gole ao oclinhos aqui.

Por que voc� n�o d�?

Escute aqui, se quer ficar na equipe,

precisa se comportar como um camarada,

e dar um pouco d'�gua ao oclinhos.

Se vou passar meu tempo livre com voc�s, pragas,

� melhor se comportarem.

Sumam daqui! Lembrem-se de se espalhar!

Passem a bola, mantenham a marca��o.

S�o duros com voc�, n� oclinhos?

Voc� ficar� bem aqui.

Fa�a um intervalo.

Muito bem.

Toca de volta!

- Est� bebendo vinho? - Sim, estou.

- Dormiu at� agora? - Sim.

Os meninos v�m para casa jantar?

Na verdade eu n�o sei.

Vou fazer para os quatro.

Quer alguma coisa? Caf�, uma ta�a de vinho, os dois?

Caf�, por favor.

Viu que o Jonas est� quase t�o alto quanto eu?

Mesmo?

Falta bem pouco. N�o diga a ele.

Precisa descobrir sozinho. Ele vai enlouquecer.

Falaram sobre as f�rias de outono?

Acho que vamos ficar aqui.

Nem sempre � preciso fazer algo.

Ou podemos fazer um passeio de canoa.

- O qu�? - Como sempre faz�amos.

- H� oito anos. - J� faz um bom tempo.

Ar fresco ser� bom para os meninos. E talvez n�s...

O que foi?

Nada. Mas quero perguntar a mesma coisa.

O que h� com voc�?

S� quero sair de f�rias no outono.

Certo.

Tenho que me aprontar.

- Oi, Tommy. - Oi.

- Veja o que eu encontrei. - O que diabos � isso?

Bebida.

- De onde veio isto? - N�o fa�o ideia...

Nem todos os professores t�m a chave daqui.

N�o...

Posso ter esquecido de trancar, mas...

- E tem um jornal. - Exatamente.

Algu�m tem se divertido. E veja aqui.

Uma pequena.

- Mogens? - Sim.

- Voc� comentou com a diretora? - N�o, ainda n�o.

- Ainda n�o? - N�o.

Ainda n�o. Tamb�m tem uma aqui.

Algum dos professores notou

se os estudantes andam bebendo na escola?

No hor�rio das aulas?

Foram encontradas garrafas no dep�sito do gin�sio.

N�o?

Imagino que ningu�m aqui tenha algum problema.

- Que loucura, ein? - Lamento pelo dep�sito.

N�o sabia que havia algu�m.

- Temos que ter cuidado. - Sim, ent�o...

Faz tempo que n�o me sinto t�o bem. Algo est� acontecendo.

Mesmo quando estou s�brio.

Acho que podemos aproveitar mais.

Acho que talvez possamos subir o n�vel.

Acho que � interessante.

Ningu�m descobriu nada, Peter.

Faz tempo que n�o ensino t�o bem.

Estou certo de que h� mais a ser aproveitado disso.

Talvez queira dizer algo mais despojado.

Sim. N�o sabemos se vamos reagir

do mesmo modo com o mesmo n�vel.

Est� certo.

Peter, voc� adora Klaus Heerfordt.

Ele foi um grande pianista. Podemos ouvir algo?

Sim. Ele tocava no meio termo entre bebedeira

e sobriedade. Ele era genial.

E voc� quer... subir ao n�vel Tchaikovski.

- �. - �...

� claro que n�o sabemos se vamos reagir do mesmo modo

com a mesma quantia, Peter...

Ent�o vamos tomar uma para descobrir.

- Somos alco�latras ou n�o? - N�o somos alco�latras.

N�s decidimos quando beber. Um alco�latra n�o faz isso.

Exato. Aqui est� Klaus Heerfordt e um de seus amigos bebuns.

Isso � grande.

O que vamos escrever?

A grada��o individual.

A ingest�o di�ria de �lcool

conforme a necessidade individual

visando uma �tima

performance social e profissional,

e a correspondente coleta

de evid�ncias sobre os efeitos

Bem... Quem come�a?

Boa noite, queridos, jovens amigos...

Feliz ano novo.

- At� mais. - Tchau, Martin!

Obrigado.

Opa!

O que diabos est� havendo?

Bom dia, bom dia...

Epa. J� ia direto em voc�.

- Deus, o que houve? - Martin, voc� est� bem?

Deixem comigo. Ele s� bateu com o nariz.

- Martin, aqui... - Estou sangrando?

Vamos botar uma compressa. Sim, est� sangrando um pouco.

Sim, d� para ver.

Coloque ali...

Perfeito.

Leve este com voc�, certo?

Acalmem-se. N�o h� nada aqui.

Certo! Muito bem.

Conseguem adivinhar o que t�m em comum com estes tr�s aqui?

- Tamb�m vale para as meninas? - Tamb�m para as meninas.

Para os que estavam dormindo nos �ltimos 18 anos,

este � o general Grant, ali Ernest Hemingway,

e o bom e velho Winston Churchill.

O que voc�s t�m em comum com eles?

Voc�s bebem como porcos.

E o fazem toda semana, o ano todo...

Ent�o eu preciso fazer algumas perguntas.

Jason, voc� � um cara ativo. Vamos com voc�.

Quanto voc� bebe numa semana?

�... Eu n�o sei.

N�o vou contar a ningu�m.

O Conselho Nacional de Sa�de recomenda 14 doses para homens

e 7 para mulheres.

Jason, voc� bebe mais ou menos que o recomendado?

�, eu bebo...

quinta, sexta e s�bado.

Um pouco domingo. Quarta, se tiver Liga dos Campe�es.

Quanto?

De 14 a 15 doses na quinta, sexta ou s�bado.

E de 4 a 5 no domingo e na quarta.

Certo, mas quanto por semana?

Numa semana boa, em torno de 50 a 55.

- Como disse? - 55.

- 55, certo. Caro? - Sim.

Quais s�o as regras da corrida do lago?

Entendeu a pergunta?

Precisa correr na volta do lago e beber uma caixa de cerveja.

- E se a pessoa vomitar? - Todos juntos?

H� uma regra para o v�mito sincronizado?

Sim, � descontado do tempo.

- E se vomitar sozinho... - Acrescenta o tempo. Entendi.

Certo, levantem a m�o aqueles que est�o na corrida do lago.

Todo mundo.

Eu juro que nunca imaginaria.

Isso � interessante porque agora temos o Churchill no quadro.

Al�m de escrever 37 livros, divididos em 58 volumes,

pintar mais de 500 quadros, ganhar o Nobel de literatura

e vencer a 2� Guerra como um grande comandante,

ele tamb�m � famoso por esta frase:

antes do caf� da manh�."

Ent�o quando estiverem correndo por a�, e como galinhas,

e vomitando pelas ruas e becos,

n�o se sintam tristes e sozinhos,

pois voc�s est�o em �tima companhia. Certo?

Grant, Hemingway e o velho Winston C,

detonariam com voc�s na corrida do lago...

Mas a quest�o �:

se fizerem o exame de hist�ria,

quem de voc�s, jovens ambiciosos, cairia?

E quem passaria? Em outras palavras,

quem estouraria os miolos, como Hemingway,

e quem venceria a guerra mundial?

Certo, certo... Calma!

Jose, n�o � voc� que � boa no dia D?

- Venha. - Vai l�, Jose!

Escreva tr�s boas raz�es para o sucesso do dia D.

O dia D foi o dia em que

os aliados ocuparam uma praia francesa.

Sim. Onde?

- Na Normandia! - Na Normandia. Exato!

- At� logo, Martin. - At�. Obrigado.

AGENDEI O PASSEIO DE CANOA.

Martin? Martin?

- Em que grada��o est�? - Acho que em 0,1%.

Fant�stico.

N�O:( ASSUMI UM PLANT�O. N�O ACHEI QUE FOSSE S�RIO.

S�RIO?

N�O PODE TENTAR REAGENDAR?

At� amanh�.

Merda.

Sigrid, cita��o...

por um momento.

Prontos para a batalha? Levantem-se!

M�o no peito.

Voc� tamb�m, oclinhos.

H� um belo pa�s

Imponente com amplas faias

Pr�ximo � salina Praia leste

Pr�ximo � salina Praia leste

A� est�!

Hjalte! Oi, pessoal...

Estou ocupado! Finalize, diabos! Finalize, Hjalte!

- Droga! - O que est� havendo, juiz?

Outra vez.

Para o Huxi!

Boa, Hjalte.

Joga direito!

Certo. Escutem o que estou dizendo, meninos!

Hjalte! Passe para o Kasper.

Vamos. Corram. Huxi, para o Bror.

Agora passa para o oclinhos!

Isso. Corra, oclinhos! Vamos l�!

Isso!

Muito bem, oclinhos!

Tommy! Voc� � o melhor treinador do mundo.

Pode dar um carrinho de leve. Como este...

- Pode fazer isto? - Carrinho deslizante.

Carrinho deslizante.

Est� com medo do carrinho deslizante?

A� est�!

Queria de ter tido filhos...

que corressem pelo jardim.

Gostaria disso.

Voc� fica nervoso e todo asseado,

sempre que algu�m entra na sua vida.

N�o pode relaxar um pouco?

Isso n�o traz filhos, Tommy.

Voc� tem os estudantes, n�o?

Lembrar�o de voc� pelo resto da vida.

Lembrar? Eles esquecem de n�s assim que passam pela porta.

Oi, Sebastian.

Ol�. Voc� est� bem?

Sim. S� estou sentado lendo a li��o.

Ei, Sebastian...

N�o sou professor de psicologia, mas voc� n�o parece bem.

O que est� havendo?

- Quest�es amorosas? - O qu�?

J� tive o cora��o partido uma ou duas vezes.

Sente-se.

S� precisa saber uma coisa sobre as meninas...

Peter, n�o � isso.

E ent�o?

� sobre isto...

Escola, li��es, notas...

Tive um bloqueio nos exames do ano passado.

J� est� pensando nos exames?

Eu preciso. N�o posso fazer o terceiro outra vez.

Merda. Estar aqui de novo!

Preciso ter m�dia A. Ent�o poderei fazer medicina.

Mas no momento terei sorte se simplesmente passar.

J� pensou em tomar uma antes dos exames?

O qu�?

Apenas tomar uma ou duas.

Para aliviar a ansiedade e destravar a l�ngua.

Parece meio doido. Mas fica entre n�s dois.

- Empurre! N�o, muito perto. - Cuidado, pai!

Escute. A colabora��o afundou na canoa 1.

N�o est�vamos prontos.

- Jonas, aqui est� �timo. - Ali � totalmente plano.

- Chegamos? - Sim. Um pouco torto.

Digam se sua carga estiver muito pesada.

Pare de se exibir, Martin.

Quer que leve a �gua?

- Ent�o isto vai aqui. - Vai aqui?

Sim, mas tem que...

N�o.

Eu quero outro parceiro.

Por que sempre ficam com a maior barraca?

Sim, ficamos 70 metros floresta adentro, e voc�s � beira-mar.

- Vive na �frica? - N�o.

- Vive em... - N�o, � minha vez.

- N�o deve me pular. - Ser� uma longa noite.

- � uma sir�nia? - Uma qu�?

N�o, para, voc� precisa deduzir.

Se encontra nos bosques suecos?

N�o.

- Vive na savana? - N�o.

N�o vive na savana.

Se n�o vive na savana nem nos bosques suecos,

ent�o deve ser um cuco.

- Um qu�? Uma cova? - Um cuco.

Um cuco. � um p�ssaro.

- E est� certo? - N�o.

- Precisa deduzir. - Voc� n�o entendeu?

Eu entendi. Escutem, escutem...

Eu pergunto, e na pr�xima tenho uma op��o a menos.

E agora restam apenas 1.224.000.000 animais.

- Vamos, Kasper. - Um salm�o.

O que aconteceu?

O que aconteceu?

- Est� chorando? - Estou.

Por qu�?

Acho que estava com saudade de voc�.

Eu tamb�m.

Saudade de n�s.

Por muito tempo.

Talvez tempo demais.

O que descobriram?

Vamos come�ar com uma?

Falei com o psic�logo chefe do Riget,

- Bem, por um longo tempo. - Ent�o temos que parar?

N�o.

Bem, acho que devemos investigar todo o espectro do �lcool.

Bem, se faremos um relat�rio... Sk�rderud fala em igni��o.

� o ponto entre 7 a 10 doses,

onde a pessoa cansa e vai para casa,

ou se torna sedenta.

Quanto mais tem, mais quer.

Voc� quer beber de tudo, o tempo todo.

Gostaria que beb�ssemos at� o ponto de igni��o.

E ent�o f�ssemos al�m.

Simplesmente uma catarse total.

- O esquecimento completo. - Acho que vou parar por aqui.

Mesmo?

Acho que est� na hora de voltar para a minha fam�lia.

Estou dentro.

- Oi. O que est�o fazendo? - Conversando um pouco.

- Est�o b�bados? - N�o.

- Tem certeza? - Tenho.

Vamos para a capoeira. Depois vamos no papai.

Divirtam-se com o que diabos estiverem fazendo.

Lembre das compras de amanh�. Bacalhau fresco.

- Sim, claro. - Bacalhau fresco.

Fresco, anotado. Tchau, pessoal!

- Tchau! Boa capoeira. - Tchau.

- Bacalhau fresco. - Bacalhau fresco.

Esta nessa, Tommy? Que bom.

- Agora precisam ver... - Temos tudo? Bebidas?

Vamos come�ar com isto. Este � um Peychaud's Bitters.

- Mas n�o tem �lcool. - Sim, tem em tudo.

Precisa colocar quatro torr�es de a��car.

Precisa esmag�-los. Precisamos de gelo.

- N�o � elaborado demais? - N�o...

Vamos simplesmente beber �lcool hospitalar?

- O que v�o tomar? - Sazerac.

50 ml de bourbon, 10 ml de absinto...

Os jazzistas de New Orleans

o criaram para parecer um coquetel dilu�do.

Mas isto � puro �lcool.

E por que diabos voc� gira o copo?

Porque cria um tipo de cortina de absinto, ent�o se p�e isto.

E ent�o o toque m�gico...

Est� com a laranja, Tommy. Vou precisar dela.

Corte um peda�o. A casca tem um �leo maravilhoso.

- N�o preciso disso. - Precisa.

Ent�o esfregue na borda. A fragr�ncia...

- J� est� pronto? - N�o, tem que esperar por n�s.

- Sa�de! - Sa�de!

Est� doido, cara!

O que vamos escrever?

A grada��o m�xima."

Grada��o m�xima...

de �lcool

objetivando atingir a grada��o m�xima,

com o prop�sito de observar

os efeitos psicol�gicos emancipat�rios.

O experimento � conduzido de forma privada,

- Mais uma rodada, ent�o. - Martin, n�o vai beber?

- Estou indo. - N�o vai tomar uma?

Muito bem...

- At� mais. - At�.

Sa�de.

Minha nossa, nunca bebi nada parecido.

Est� doido, cara! Que loucura!

- � muito forte. - Sim, mas � bom.

Tem certeza, Martin?

� isso a�...

Que loucura! O que � isto?

- Sa�de! - Sa�de!

Sa�de.

- Como vai a dan�a? - Que se dane.

Perfeito! Sa�de.

- Vira, vira... - Sem virar, s� um gole.

Temos que subir mais! Chegar no limite!

Onde tem bacalhau fresco?

Infelizmente n�o temos. S� temos congelado.

Por que voc�s n�o t�m bacalhau fresco,

� m�s de bacalhau?

Sim, mas � bom... Ei, ol�!

Escute aqui...

Uma vez eu pesquei bacalhau com a m�o, s� agarrei...

Est�o vindo.

- O que diabos est� fazendo? - Vou pegar um caranguejo...

e ent�o pegarei um bacalhau com ele.

Voc�s ter�o que seguir as regras por aqui.

� preciso vestir colete salva-vidas.

Por que diabos um professor de educa��o f�sica n�o nada?

Eu n�o ensino a nadar...

Largue o bacalhau, vamos para a cidade!

- Estou indo! - Peter!

- De novo n�o! - Cala essa boca.

- Vamos. - Nos vemos na cidade!

Oh, noite maravilhosa

Oh, noite maravilhosa

Precisamos comer.

- Mil coroas pelo fil� de peixe. - N�o se pode comer aqui.

- Tr�s mil pelo fil� de peixe. - Largue o seu dinheiro.

- Vou com�-lo. - Diabos! N�o fa�a isso...

- Isso � demais. - Karen, posso tomar o 4747?

- Isso � cerveja de Natal. - 4747.

�ltima rodada! �ltima rodada!

O que disse? O qu�?

Voc� j� tomou todas as cervejas que precisava, amiguinho.

Boa noite, e durma bem.

�ltima rodada! �ltima rodada!

- Des�a da�! Ol�! - Ele vai dan�ar bal� jazz.

Dance! Dance! Dance!

Est�o nessa?

Est� nessa?

Que diabos, Nikolaj!

Voc� est� mijado. Que nojeira!

- Diabos! - O que houve, mam�e?

Papai fez xixi na cama. Venha, querido.

Diabos, o qu�o b�bado voc� est�?

Calma. Nem sabemos...

- O Otto tamb�m mija em mim. - Olha a dist�ncia.

Vamos, crian�as. Desculpa. Vamos ver um pouco de TV.

J� vamos levantar? Est� na hora?

- O que est� fazendo? - Queria ver se podia dirigir.

Se podia dirigir? � o alarme do beb�.

- Me ajude a levantar. - N�o quero te levantar.

- N�o pode s�... - Nem cuida mais de seus filhos.

Pronto, amor. Isso, pronto...

Precisa dar um jeito nisso. Vou para a casa da minha irm�.

Nikolaj, entendeu o que eu disse?

- Ol�? � o vizinho. - Est� sangrando.

- N�o pode apenas... - Leve a Kenya para dentro.

- Vamos levant�-lo. - Levante. Vamos.

N�o posso entrar...

Vamos. Precisamos levant�-lo.

Eu assumo daqui.

N�o moramos aqui, pai. Vamos, vamos para casa.

- S� precisa relaxar. - Sim...

- Certo. Isso... - Venha deitar.

Precisa explicar para eles o que aconteceu.

Certo...

Fiquei um pouco b�bado ontem.

Esteve b�bado por um bom tempo, n�o?

Sim...

Acho que boa parte das pessoas sabem disso agora.

Podem ir para o quarto, por favor?

- Acabamos de sentar. - Agora.

O que houve, Martin?

Eu n�o o reconhe�o mais.

J� faz muito tempo que n�o a reconhe�o.

N�o conversamos mais.

Dez minutos nas f�rias. Ent�o voc� se vai outra vez.

- � o que est� dizendo? - Sim.

Foi voc� quem me calou.

Estou me lixando se bebe com seus amigos.

N�o � disso que se trata.

O pa�s inteiro anda bebendo como doido.

Nosso problema � que voc� nunca est� presente.

Voc� � invis�vel.

S� se diverte com os outros, n�o comigo.

Voc� tamb�m se diverte com outros, e n�o comigo?

Como?

Voc� tamb�m se diverte com outros, e n�o comigo?

N�o posso apenas...

N�o posso apenas sentar aqui e esperar por voc�.

Voc� n�o deve esperar por mim. Pode ir embora.

Pode cair fora.

Cai fora... Cai fora!

Que merda � essa que voc� est� falando?

Ningu�m deve esperar por mim.

Ningu�m deve esperar por mim!

Tommy!

O ESTUDO SOBRE A TEORIA DE FINN SK�RDERUD,

DE QUE NASCEMOS COM D�FICIT DE 0,05% DE �LCOOL NO SANGUE

TERMINA AQUI...

DEVIDO AOS ENORMES EFEITOS SOCIAIS NEGATIVOS,

E O RISCO DE...

ALCOOLISMO.

Convocamos esta reuni�o por uma raz�o desagrad�vel.

Espero que tenham tido um bom recesso de Natal.

Mas h� rumores de que h� tempos um ou mais professores

tem ingerido �lcool em nossas depend�ncias. � luz do dia.

At� o momento eu havia descartado como inven��o, mas...

Estou indo. Estaremos prontos em tr�s, quatro...

Diabos!

Tommy.

- Tommy, o que houve? - S� estou um pouco cansado.

- Martin? - Sim.

- Talvez devamos... - Vou sentar aqui.

H� muitos estudantes hoje. S�o crian�as, meninos.

Eles travam suas batalhas.

E tamb�m... Me desculpem.

Diabos!

Laban? Laban?

Laban, voc� viu isso? Viu s� quem apareceu?

E a�, garot�o? Voc� precisa de um abra�o.

Que diabos... Voc� limpou tudo?

Sim. Tem algum macarr�o na geladeira.

Vai ficar e comer? Eu posso...

Posso botar a mesa...

Acho que tenho algumas cervejas...

Tommy. Acho melhor deix�-las de lado.

Sim, vamos deix�-las em paz. Foi uma merda aquilo na escola.

N�o farei mais aquilo. Sei que estava fora da gal�xia.

Mas... acho que foi muito divertido.

Fez bem para voc�, n�o?

Voc� estava ligado e relaxado ao mesmo tempo.

- Como vai as costas? - Na mesma.

Logo vai melhorar. No fim, estar� fazendo isso...

Tommy, vai com calma.

�... Vou com calma.

Mas Martin...

N�o precisam vir o tempo todo.

Prefiro que n�o o fa�am..

Estou no controle. Devo ligar para a escola.

Certo. Tudo bem.

Mas vamos falar sobre isso, certo?

O que �?

- Isso n�o vale nada... - Como assim?

Voc� n�o quer isso.

Mas tor�o por voc�, Martin.

E pela Anika, certo?

Martin e Anika.

Sempre foram voc�s dois.

Sei que voc� a ama.

Levante a cabe�a, garot�o.

Me promete? � como eu lembro de voc�.

Voc� pode fazer tudo.

Certo. Obrigado.

Conversamos depois, certo?

Quer alguma coisa?

Ol�. Gostariam de comer alguma coisa?

- S� quero uma ta�a de vinho. - O vinho da casa.

- Gelado. - Certo.

N�o estou com fome.

Kasper concorda em comemorar o anivers�rio duas vezes.

Na sua casa e na minha. Pode convidar sua m�e.

Sim, posso...

� por isso que queria me ver, n�o?

Pois �...

E... eu tamb�m queria...

Est� bem. Tudo bem. Est� tudo certo.

- Sinto sua falta. - O qu�?

- Gostaria de dizer que... - Vinho da casa para a dama.

Obrigada.

- Queria me desculpar. - Por favor.

N�o me senti bem por um longo tempo.

Ent�o sentei e olhei para voc� e pensei...

quantos anos eu perdi me sentindo assim. Me desculpe.

Voc� disse que eu a afastei...

- Se � assim... - N�o posso fazer isso.

- � o grande erro da minha vida. - N�o posso fazer isso aqui.

Achei que falar�amos do anivers�rio do Kasper.

Eu s� gostaria... Certo.

Falar do anivers�rio do Kasper ou algo pr�tico. Ou vou embora.

Posso apenas dizer que gostaria que estiv�ssemos juntos?

Seguir com nossas vidas. Sempre demos um jeito.

- Foi h� muito tempo. - N�o foi n�o...

Martin, foi h� muito tempo.

O que... N�s n�o... N�o temos cem anos.

Eu estou aqui.

Voc� est� bem a�, e est� lind�ssima.

N�o � tarde. S�o muitos anos.

Anika.

Eu amo voc�.

Me desculpe.

Voc� me ama?

N�o vai dar certo.

Certo.

Lamento.

Anika...

- Tenho que ir. - Fique.

N�o pode esperar um pouco?

Pode me dar meu casaco?

- Bom dia, Martin. - Bom dia.

Bem... Voc�s t�m exame de hist�ria.

N�o posso dar mais nada a voc�s. Mas voc�s tamb�m...

N�s tamb�m conseguimos cobrir algumas coisas.

Algumas coisas? Por que diz isso?

Como assim?

N�s passamos por tudo. N�o �?

Sim...

Voc� s� trocou de marcha.

- Sim, troquei um pouco. - Bem, estamos super prontos.

Obrigado, Malthe.

Fico feliz em ouvir isso.

Bem, fa�am uma boa leitura de f�rias.

E boa sorte no exame.

Sebastian. � sua vez.

Pegue um n�mero.

- Que n�mero �? - Tr�s.

Seba... Sebastian!

Precisa se ater ao seu tema.

- � Kierkegaard. - N�o consigo

� claro que consegue. Voc� vai se sair bem.

- Consegue lembrar de algo? - N�o lembro de nada.

� porque est� tenso.

- Beba isto. - Voc� n�o largou?

Vamos. Tome um bom gole. Mas n�o fa�a disso um h�bito.

Tome mais um pouco. Vamos.

Me d� um pouco, tamb�m.

Tudo por um bem maior.

O homem...

de acordo com Kierkegaard... � uma s�ntese...

do espiritual e do corp�reo.

Sebastian, tome um pouco d'�gua,

para recompor sua mente.

An�lise da ang�stia, certo?

A an�lise da ang�stia em Kierkegaard,

esclarece, entre outras coisas,

como o ser humano pode se relacionar

com a possibilidade do fracasso.

- E o mais importante? - Que ele � falho.

� preciso aceitar a si mesmo como falho,

para poder amar aos outros e a vida.

Pode dar algum exemplo?

Sim. Eu mesmo fracassei.

Ent�o vamos descer. Venha, Laban, venha.

Amo este mundo diverso

A despeito de conflitos E ang�stias

A terra ainda parece bela Para mim

Como no tempo Dos patriarcas

Chorei de dor Como os outros

Pois minha bolha estourou

Um B.

Mas minha bolha N�o � o mundo

N�o culpe o mundo

Muito bem, Sebastian.

Parab�ns. V� comemorar.

Se n�o h� algo Por que lutar,

O que somos, voc� e eu?

E por isso eu amo o mundo

A despeito de conflitos E ang�stias

A terra ainda parece bela Para mim

Como na juventude De sua cria��o

- Oi, Martin. - Oi, Peter.

- Vamos carregar, n�o acha? - Sim, vamos.

Este � um belo pa�s

Imponente com amplas faias

Pr�ximo � salina Praia leste

Pr�ximo � salina Praia leste

Serpenteia o vale da colina

Chama-se velha Dinamarca

� o lar de Freja

� o lar de Freja

Livrem-me disto.

- Para o Tommy. - Para o Tommy.

Para o Tommy.

O que o Tommy faria aqui?

- Oi. Vim falar com Kasper. - Ol�. Mesa para tr�s?

V�o come�ar com alguma bebida?

Algo para beber?

Preciso de um Juv� y Camps.

Como voc� est�, de verdade?

Bem... Eu penso muito neste cara aqui.

E o front de casa? As coisas se acalmaram?

- Acho que sim. - Que bom.

H� um tipo de contrato que n�o havia antes.

As crian�as sa�ram de casa? Ou come�aram a dormir?

Eu parar de mijar na cama ajudou.

- Detalhes fazem a diferen�a. - � um bom truque.

Mas acho que est� indo bem.

Mesmo a Amalie tem que admitir,

que l� no fundo ela acha que progredimos.

...TAMB�M SINTO SUA FALTA

- Vou pegar mais camar�es. - Por que camar�es tem ovas?

- Poderia viver s� de ovas. - Porque tem medo de engordar?

N�o tenho medo de engordar.

Saiu tr�s vezes com a mulher e ficou todo convencido.

- Peter est� vendo uma dama. - Quem �?

- Foi na festa de Natal? - Sim.

Estava interessada nos modos eclesi�sticos.

Ent�o a levei para a oficina.

Pus ela num torno e a ensinei sobre o F�#...

- Voc� � mau! - Por qu�?

� a baixinha substituta da cer�mica.

- Ela � bonita. - � �tima professora de arte.

� ela ent�o. E voc� disse que � baixinha.

MUITO...

Gar�om! Queremos ver a carta de vinhos.

- � a 3.Y, vindo ali. - Isso � demais!

- Olha s�, cara. - Parab�ns!

ACHO QUE TOMMY TORCE POR N�S DOIS

EU TAMB�M...

Sa�de!

O que est�o fazendo?

- Viu, me jogaram para o alto? - Eu vi.

Vira! Vira! Vira!

Martin!

� isso a�. � preciso dan�ar. Vamos l�.

� agora! Mostre como voc� fazia.

Como era? Algo como...

Que vida, Que noite

Que lindo, lindo passeio

N�o sei onde estarei em 5 anos Mas sou jovem e vivaz

Dane-se o que est�o dizendo, Que vida

Estou t�o emocionado Porque estou come�ando agora

N�o quero me preocupar Com nada

Mas isso me apavora Estar do outro lado

Quanto tempo At� enlouquecer?

Estou t�o emocionado Porque estou come�ando agora

N�o quero me preocupar Com nada

Mas isso me apavora Estar do outro lado

Quanto tempo At� enlouquecer?

Que vida, Que noite

Que lindo, lindo passeio

N�o sei onde estarei em 5 anos Mas sou jovem e vivaz

Dane-se o que est�o dizendo, Que vida

Tudo bem, Tudo bem

� assim que estamos vivendo

N�o sei onde estarei em 5 anos Mas sou jovem e vivaz

Dane-se o que est�o dizendo, Que vida

Tudo bem Tudo bem

� assim que estamos vivendo

N�o sei onde estarei em 5 anos Mas sou jovem e vivaz

Dane-se o que est�o dizendo, Que vida

Que vida, Que noite

Que lindo, lindo passeio

N�o sei onde estarei em 5 anos Mas sou jovem e vivaz

Dane-se o que est�o dizendo, Que vida

PARA IDA

- Art Subs - 12 anos fazendo Arte para voc�!

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