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Original subtitles

BANCO DE SANGUE PARIZSKA PRAGA, REP�BLICA CHECA

� a primeira vez que d�s sangue?

�.

Aqui pagam em dinheiro.

E n�o p�em entraves ao n�mero de entregas!

At� em frascos o aceitam!

Jared Nomak? Pode vir.

Nos �ltimos 12 meses

fez alguma tatuagem ou piercing no corpo ou na pele?

Onde arranjou a cicatriz que tem no queixo?

Foi um acidente de inf�ncia.

Diz que n�o tem familiares, certo?

N�o tenho contacto com nenhum.

Ningu�m que possamos contactar, em caso de urg�ncia?

Ningu�m.

- N�o tem fam�lia? - J� lhe respondi.

Isso quer dizer que n�o posso dar sangue?

Depende.

As suas an�lises revelaram resultados muito invulgares.

Invulgares, como?

Eu explico.

O seu sangue tem um fen�tipo muito raro, que at� hoje nunca vimos.

Que conversa � essa?

Quem s�o voc�s?

Sente-se, por favor.

Que se passa?

Temos boas e m�s not�cias, Jared.

As boas not�cias s�o para n�s.

As m�s...

s�o para ti.

Vampiros!

Detesto vampiros.

Esque�am aquilo que pensam saber.

Os vampiros existem.

O meu nome � Blade.

Nasci meio-humano, meio-vampiro.

Chamam-me...

"O Diurno".

Tenho todas as for�as deles

e nenhuma das suas fraquezas,

excepto a sede.

H� 20 anos, conheci um homem que mudou isso;

chamava-se Whistler.

Ele ensinou-me a dominar a sede,

ensinou-me as regras.

Deu-me as armas com que ca�o.

Prata, alho

e luz do sol.

H� dois anos, foi atacado.

Levaram-no.

Transformaram-no naquilo que eu mais detesto.

Devia ter acabado logo com ele.

Agora persigo-o.

E hei-de encontr�-lo.

Nada me deter�.

BLADE II

- Est� aqui o Diurno! - Detenham-no!

Onde est� ele?

Grande merda!

N�o sei onde o t�m.

Leva-me at� ele e fingirei que me esque�o de ti.

Por favor, eu n�o sei nada.

Ele suicidou-se e transformou-se. Limit�mo-nos a mant�-lo vivo!

Eu levo-te l�! Levo-te at� ele!

Sou eu, o Rush, deixem-me entrar.

N�o disparem! Sou eu!

Porra! N�o � prata, mas d�i imenso!

Depois trato de ti.

Velhote.

Em que estado te deixaram!

Vamos para casa.

Protejam bem as vossas filhas! O Cavaleiro Negro regressou.

- Vai uma passazita, B? - Mais logo. Apaga as luzes.

Encontraste-o.

N�o o mataste.

Ajuda-me.

Tenho um p�ssimo pressentimento, B.

Ouve a respira��o dele; j� est� a morrer!

Porque n�o lhe acabas com o sofrimento de vez?

Tinham-no em �xtase, numa casa interm�dia.

Vou acelerar-lhe a desintoxica��o com um retrov�rus.

Como se faz aos heroin�manos.

Faz o "desmame" de um dia para o outro.

Isto n�o vai funcionar, meu. � melhor matar j� o cabr�o.

Sai daqui.

Se resta em ti alguma parte do Whistler,

ouve-me bem.

Quando amanhecer, vou abrir as persianas.

Estejas ou n�o... curado.

N�o queria irritar-te.

Ouve-me bem, Blade.

Tens de me matar.

D�-me a arma.

Agora vai-te embora...

seu est�pido de merda!

Como te sentes?

Sinto-me feito em merda.

Como me encontraste?

Comecei em Moscovo, depois passei � Rom�nia.

- Transferiram-te continuamente. - Quanto tempo estive ausente?

Meses?

Tempo demais.

Anos!

Torturaram-me quase at� � morte

e depois deixaram-me a recuperar num recipiente cheio de sangue

para poderem voltar a torturar-me.

Os estupores podiam ao menos ter-me tratado da maldita da perna!

A minha m�quina de soldar?

Whistler, muito prazer, meu. Ouvi falar imenso de ti.

O meu nome � Josh, mas chama-me Scud, como toda a gente.

Diz-me uma coisa, Skid.

Scud, meu, a rimar com Stud (garanh�o).

Tu l� sabes... Que est�s a fazer?

Sabes o carro � "chuleco"? Fiz-lhe umas modifica��ezitas.

�xido nitroso e merdas dessas.

Dotaste-o de emiss�es mais agressivas.

Com todas as altera��es, dei-lhe mais 300 cavalos.

Vais queimar o motor, antes da pr�xima mudan�a de �leo.

- Onde desencantaste este cagalhoto? - Qual � a tua, velhote?

Passei dois anos a chupar co�gulos de sangue

para sair e encontrar um punheteiro a escangalhar a minha obra-prima!

N�s comprometemos a nossa miss�o para salvar esse teu cu enrugado!

A "nossa" miss�o? A "nossa" miss�o?!

Quem criou a miss�o fui eu, seu papel higi�nico usado!

Detectores de movimento! Zona tr�s, cavalheiros!

S�o humanos?

T�m uma temperatura de 10 graus C, palpita-me que s�o "chupistas".

L� se vai o teu sistema. Usaram tochas de magn�sio.

Sabiam bem como neutralizar o teu sistema de seguran�a.

N�o confio em ti.

Porra!

Mas que fardas t�o fixes!

Luzes!

Nyssa! Guarda a espada.

A tua gente disparou primeiro.

Trazemos-te um recado.

Representamos o �rg�o governamental da Na��o Vamp�rica.

Prop�em-te tr�guas.

Querem encontrar-se contigo.

Scud.

Tira a m�scara.

O meu nome � Asad. Esta � a Nyssa.

Sempre foste o nosso mais tem�vel inimigo.

Mas agora anda por a� outra coisa � solta.

Algo pior que tu.

Qual � a gra�a?

Fala-se muito do Blade, o pap�o.

Sinceramente, estou desiludida.

Ouviste, B?

Ela est� desiludida.

Ele acedeu t�o prontamente em vir connosco!

Mostra-lhe, B. V� l�! Por favor!

Semtex.

Temos explosivos que cheguem para destruir um quarteir�o.

Continuas desiludida?

O pessoal parece humano, B; provavelmente s�o servos.

Tens a certeza que � seguro?

Se n�o for...

Isto encerra o verdadeiro poder da Na��o Vamp�rica.

Pai.

Blade, este � o Senhor Supremo Eli Damaskinos.

S� bem-vindo, Diurno.

Dantes dizia-se: orgulha-te do teu inimigo e aprecia o seu sucesso.

Nessa �ptica, devia agradecer-te.

Porqu�?

Quando eliminou o Di�cono Frost, fez-nos um favor. Karel Kounen.

- � humano! - Dificilmente. Sou advogado.

Trabalho para o Cons�rcio Europeu de Sa�de.

Como talvez saibas, o vampirismo � um arbov�rus

transmitido pela saliva dos predadores.

Em 72 horas, espalha-se pelo fluxo sangu�neo dos humanos

- criando novos �rg�os parasitas. - Como o cancro.

Cancro... com um objectivo.

Infelizmente, os v�rus tamb�m evoluem.

Encontr�mos um v�rus novo.

Cham�mos-lhe Estirpe Ceifeira.

E como qualquer bom patog�neo, parece ter encontrado um hospedeiro.

C� est�, Jared Nomak.

Nasceu vampiro, mas � uma anomalia, tal como tu.

No entanto, contrariamente a n�s,

alimenta-se n�o apenas de humanos,

mas tamb�m de vampiros.

- Ent�o est� a ajudar-me. - N�o est�s a perceber.

Quando ele morde um vampiro, o vampiro n�o morre.

Transforma-se em transportador.

Procura compreender, eles s�o como toxicodependentes.

T�m de se alimentar diariamente. O Nomak anda � solta h� 72 horas.

Segundo os nossos c�lculos, j� h� uma d�zia de Ceifeiros.

Antes do final da semana, ser�o centenas.

Milhares, num espa�o de meses. � s� fazer as contas.

Esperem... Deixem ver se percebi.

Querem que eu os apanhe para voc�s?

Quando eles acabarem de atacar os vampiros,

para quem julgas que eles se v�o virar?

Os teus preciosos humanos!

N�o restar� nenhum.

Estamos h� dois anos a treinar uma equipa especial, a Matilha Sangrenta.

- Queremos que a lideres. - Dois anos?

Estava a ser treinada para te apanhar.

- Que te parece, B? - Parece um bom plano.

Mas que achas realmente?

H�o-de lixar-nos, mal tenham uma hip�tese.

Ent�o n�o vamos alinhar, pois n�o?

Para j�, alinhamos.

Eles v�o dar-nos um acesso que at� agora nos foi vedado.

Poderemos ver como funciona o mundo deles.

J� vi o suficiente.

Est�o acaga�ados, porque j� n�o dominam a cadeia alimentar.

Estou preocupad�ssimo com ele.

Eu sei que ele � teu amigo, mas devias vigi�-lo.

Ningu�m faz o "desmame" de um dia para o outro.

- Queres material? - Talvez.

- Que tens a�? - O que quiseres.

Cavalo, anfetaminas. Arranjo o que precisares.

O que precisar?

Isso agrada-me. E se eu precisar de ti?

T�o doce...

Est�o prontos quando estiveres...

Diurno.

Blade, apresento-te a Matilha Sangrenta.

Lighthammer, Verlaine,

Priest, Snowman,

Chupa e Reinhardt.

Eu e o pessoal est�vamos aqui a pensar...

O qu�?

Tu coras?

J� percebi.

Estou a ver.

Est�o h� dois anos a treinar-se para me apanhar

e agora estou aqui.

� emocionante, n�o �?

Aproveitem a oportunidade.

V� l�, por que esperam?

Estou aqui, mesmo � tua frente.

Aqui o Adolfo pode ser o primeiro a atacar.

Porque olhas para ela? Precisas de autoriza��o?

Queres um incentivo? Eu dou-to.

Que se passa? Escapou-te? Eu repito.

- For�a, Reinhardt! D�-lhe! - Precisas de um manual?

- Ataca-me l�! - D�-lhe agora!

Cravei-te um engenho explosivo na cabe�a.

� nitrato de prata.

Explode, se tentarem desactiv�-lo!

O detonador fica comigo.

Quanto a ti,

basta que me olhes com m� cara...

A partir de agora, trabalhamos em conjunto.

Quem d� as ordens sou eu.

H� d�vidas?

�ptimo.

Para apanhar o ca�ador, localizam-se as presas.

Quero visitar todos os locais de reuni�o nocturna para vampiros.

Bancos de sangue, abrigos... Quanto maiores, melhor.

E ent�o? Por onde come�amos?

A Casa da Dor.

Onde fica a entrada?

N�o vejo sinais. N�o h� hier�glifos vamp�ricos.

Tivemos de reformular os nossos h�bitos por tua causa,

intensificar a seguran�a.

V� l� melhor.

Boa!

Calibres 38, 45 e 9mm,

todas com c�psulas de nitrato de prata e extracto de alho na ponta.

Esta arma de repeti��o de alta-velocidade

cospe espig�es de prata a cinco km por segundo.

Dado que voc�s, idiotas, n�o gostam de luz do sol,

modific�mos a mira da arma, dotando-a de raios ultra-violeta.

Basta abri-la e � luz do sol instant�nea.

- Com o filtro, n�o h� problema. - Topa-me isto, B.

Tem um sistema de injec��o pneum�tico.

As seringas t�m um anti-coagulante chamado EDTA.

Basta um murro e o alvo rebenta como um bal�o!

O cartuxo � cuspido e a recarga � autom�tica.

Boa!

- Vamos. - N�o passar�s por um de n�s.

- Quero l� saber. - Ele tem raz�o.

Fica ali naquele telhado.

Cobre a nossa retirada.

Quem manda agora s�o eles?

Formid�vel.

Controla o teu c�o, sen�o tratamos n�s disso.

BANCO DE SANGUE PARIZSKA PRAGA, REP�BLICA CHECA

Entr�mos.

Vais entrar no nosso mundo.

Ver�s coisas, gente a alimentar-se...

Concentra-te no que te trouxe aqui.

N�o me esqueci.

- Que procuramos aqui? - Qualquer coisa que pare�a suspeita.

Devem estar a brincar comigo!

Scud, apanhas isto?

- Apanhas, Scud? - Lindamente, B.

Isto � um aut�ntico abrigo.

Escureceram as janelas e s� h� um acesso.

- H� c� uns dois ou tr�s chupistas. - Fixe!

Ouves-me, W?

W?

Que tal est� o tempo por a�, queridinho?

Est� um sol de morrer, janadolas.

Olha para eles!

Metade destes cabr�es nem sequer � puro-sangue!

Tive uma ideia. E se mat�ssemos toda a gente?

S� para ter a certeza.

Seria fac�limo!

Topou-te.

Vai-te foder!

Diurno...

Que del�cia!

Despachem-se, Cinderelas, falta meia hora para o amanhecer.

Encontrei um, mas perdi-o.

Olhos bem abertos.

Porra!

H� qualquer coisa no tejadilho da carrinha!

Nomak...

Diurno.

Que mal te fiz eu?

O inimigo do meu inimigo � meu amigo...

ou meu inimigo tamb�m?

Estamos a ser atacados! S�o tr�s, provavelmente mais!

A luz do dia!

Mas que merda...?

S�o imunes � prata! N�o desperdicem balas!

Cabr�o de merda!

- Ouviste-me, Chupa? - Sorri!

Que tal um raiozinho de sol, seus cabr�es?

Seu animalejo de merda!

Est�s a sangrar, ele mordeu-te?

As minhas costas. Feriu-me nas costas.

Se estiverem a ser atacados, usem os raios UV.

Eles n�o suportam a luz!

Priest!

N�o vais morrer! Anda l�, meu!

Perdemos o Priest.

Vai amanhecer. Ficas por tua conta, Blade.

Queres tanto apanhar-me, Blade.

Aqui me tens.

Porque me queres matar?

Tu e eu, temos o mesmo inimigo.

Queremos o mesmo.

Precisamos do mesmo, Blade.

Que aconteceu?

Porque n�o disseste que eles s�o imunes a prata e a alho?

N�o sabia.

Se soubesses, ter-me-ias dito?

Acho que percebes quando te dizem a verdade.

Ent�o porque � que ele n�o te matou?

- H� quanto tempo foi mordido? - H� uns 20 minutos.

- Tem a pele a escaldar. - J� come�ou a mudar.

Calem-no l�!

Mata-me j�, Chupa.

Um homem sem medo...

Acaba-lhe com a merda do sofrimento!

N�o podes mat�-lo assim!

Agarrem-no!

Afastem-se.

Afastem-se!

Se a Matilha Sangrenta s� d� isto, estamos bem tramados.

Este cabr�o abandonou o posto, desapareceu simplesmente!

- Onde foste? - Tamb�m fui atr�s de um Ceifeiro.

N�o me digas...

Perdemos um homem. O Priest.

Queres que te retalhe o nome dele no peito?

Eu mostro-vos.

Vi movimento no beco, fui ver e encontrei isto.

Acho que entraram por aqui.

Ele estava a tentar entrar na galeria. Apanhou-lhe o bra�o.

Tem estado a ro�-lo, como fazem os coiotes.

Coitadinho do moribundo...

J� est� a morrer.

Tenho de o examinar o mais depressa poss�vel.

Arranjem uma alavanca. Vamos abrir a porta.

Conforme planeado, enfrentaram os Ceifeiros.

- H� baixas? - At� agora, uma.

N�o foi...

a Nyssa, espero eu.

Est� a fazer um jogo muito perigoso, Damaskinos.

O Blade � demasiado temperamental.

N�o conseguir� manipul�-lo durante muito mais tempo.

Preocupas-te demais.

O nosso amigo infiltrado garantiu-me que tudo corre conforme o planeado.

J� perdeu um dos seus elementos. Quantos est� disposto a sacrificar?

- Todos? - Mesmo a sua pr�pria filha?

Sim, mesmo ela.

Reconheces isto?

� do banco de sangue, � um dos guardas.

Porque est� a morrer? Que estar� a mat�-lo?

O tempo.

O metabolismo dele est� a queimar depressa demais.

Precisam de sangue fresco com muita regularidade,

sen�o come�am a beber o seu pr�prio sangue.

O Nomak � diferente. � o hospedeiro.

Tudo come�ou com ele. Com ele acabar�.

Abre-lhe a boca, Scud.

Abre-lhe a boca.

Caramba, B!

Mariquinhas!

O v�rus s� � transmitido pela l�ngua. Injecta-o atrav�s destas "farpas".

Tem mass�teres bifurcados, ultra-desenvolvidos,

que lhe permitem morder com muito mais for�a.

A estrutura do maxilar � a mesma, mas falta-lhes o osso da mand�bula.

Espreme esse dente, Scud.

� uma neurotoxina.

Provavelmente, paralisa a v�tima enquanto lhe bebe o sangue.

O alho n�o funciona; a prata, tamb�m n�o.

- Resta-nos a luz do sol. - Tamb�m � letal para n�s.

Vejamos que alternativas temos.

As feridas parecem estar muito melhor. Est�o a sarar muito depressa.

Estas coisas s�o t�o diferentes de n�s como n�s somos de ti.

Olhem para isto!

O cora��o est� revestido de osso. S� � vulner�vel pelo lado.

� imposs�vel atravess�-lo com uma estaca.

Arrancando a perna a uma aranha, a perna continua a mover-se sozinha,

tentando essencialmente andar sem o corpo agarrado.

- Que est�s a fazer? - Est�o programados, n�o �?

Que porcaria � essa?

O c�rebro est� morto. O corpo continua a tentar alimentar-se.

Faltam seis horas para o amanhecer.

Estejam prontos nessa altura.

Que acontece ao amanhecer?

Estou a falar contigo. Que acontece ao amanhecer?

Vamos � ca�a.

- Em pleno dia? - Deves estar a brincar!

Arranja mas � protector solar, florzinha.

Ouve l�, � pac�vio,

est�s a um pintelho do para�so dos saloios!

Adoro ouvir as tuas ordinarices.

A luz do sol � a nossa �nica vantagem;

- eles s�o mais vulner�veis. - N�s tamb�m.

Sejamos bem realistas.

N�o espero que regressem todos amanh�.

Lembrem-se de se proteger a todos os momentos.

Que procuras?

Varas de f�sforo. Se arranjar uma fonte de luz,

talvez possa improvisar uma granada de UV.

J� tent�mos fazer isso.

Mas na altura n�o tinhas a ajuda aqui do Scudster, pois n�o?

Blade.

Da forma como falaste com eles, n�s...

- O que foi? - Estamos juntos nisto.

Porque nos odeias tanto?

� o destino.

- Est�-me no sangue. - Tamb�m est� no meu.

Eu sou puro-sangue. J� nasci vampiro.

Conheces a sede melhor do que n�s, j� que injectas esse teu soro.

Aquilo que nos distingue � que eu j� aceitei h� muito aquilo que sou.

- H� quanto tempo conheces o Blade? - H� quase 20 anos.

Ele n�o fala muito de antigamente.

O Blade n�o fala muito de nada.

Queres saber uma coisa com piada?

Ele v� em ti uma esp�cie de figura paterna.

Diz-me uma coisa.

Como vieste trabalhar com ele?

Estava a acampar e conheci duas mi�das.

Resolvi lev�-las para a minha tenda e tentar uma parodiazinha a tr�s.

Que lindo!

De repente, a Janet e a Chrissy atiraram-se � minha barriga.

O Blade apareceu, salvou-me a vida

e uma coisa levou � outra.

Vamos l� tentar.

Talvez eu tenha metido �gua, talvez tivesses raz�o.

O "pap�" tem uma malinha nova!

Diz-me uma coisa, como vamos encontrar os Ceifeiros?

N�o teremos de os encontrar; eles vir�o ter connosco.

- Que merda � esta? - Feromonas.

Colhidas das gl�ndulas supra-renais do Ceifeiro.

Vai atra�-los.

Querem que nos borrifemos com sumo dos "tomates" do bicho?

Primeiro, usamos as armas de fogo para os repelir.

Depois atiramos as granadas de UV.

E isto � para a "cerim�nia de encerramento".

Liguei algumas das "bombinhas" a uma c�mara de nitro-v�cuo.

Cuidado com a escolha do local em que v�o explodir isto.

Tu n�o vens?

Eu sou adepto do amor, lutas n�o � comigo.

As bombas de UV s� rebentam passados dez segundos.

Nyssa...

Protege-te bem.

Blade, ajuda aqui.

Tu e o Capuchinho Vermelho andam muito amiguinhos.

No teu lugar, n�o me preocupava com isso.

Pareces j� n�o saber bem de que lado � que combates.

Grandes palavras vindos de um homem que passou dois anos com o inimigo.

Que raio queres dizer com isso?

H� um ditado muito antigo.

Fica perto dos teus amigos, mas mais ainda dos teus inimigos.

Procura lembrar-te disso.

Blade, � melhor separarmo-nos em tr�s grupos.

A ideia � atra�-los e n�o afugent�-los!

H� aqui pessoal que n�o consegue ver no escuro, seu cabr�o de merda!

Que queres que eu fa�a?

Usa bifocais, avozinho! Tenta acompanhar-nos!

Lighthammer?

Vamos a isto.

� pac�vio!

Que merda est�s tu a fazer?

S� estamos aqui os tr�s, florzinha.

N�s perdemos um parceiro, o Blade tamb�m vai perder.

Vou deixar-vos a s�s, meus pombinhos.

Verlaine!

Vi um grupo no t�nel oriental.

Vou preparar a bomba.

Nyssa!

Saiam da�!

Eu atraio-os at� mim, faz o que te digo!

Corre!

Dez...

Nove...

Oito...

Sete...

Seis...

Cinco...

Quatro...

Tr�s...

Dois...

Um!

Reinhardt! Reagrupem-se!

Merda de bomba!

Sai j� da�!

O que � esta merda?

Queres sufocar-me com este pivete?

Chupa! Sai j� da�! Sai da�!

Espera!

Est�s bem?

Temos de sair daqui. Temos muita companhia.

Alerta a todas as unidades. Reagrupar!

Tomem l� esta merda, cabr�es de um raio!

N�o est� aqui ningu�m!

- A bomba? - Tive de a deixar no t�nel.

D�-me o resto das feromonas.

V�o para o t�nel. V�o, v�o!

Obviamente... n�o sabem...

com quem se metem.

A prop�sito, Blade, n�o sei se te disse,

mas a alavanca da bomba est� encravada.

Chupem l� isto!

Vamos!

Querem luta?! Vamos!

Anda l�, cabr�o!

Whistler! Espera.

Vais sobreviver a isto

para falar ao Blade...

deste anel.

Para lhe contar a verdade. A verdade, velho.

O Damaskinos esqueceu-se de dizer ao Blade...

Nyssa!

Fizeste um bom trabalho.

N�o foi assim t�o formid�vel, na minha opini�o.

O que �...

minha filha?

Envergonhei-te, meu pai.

Desonrei o bras�o da fam�lia.

O Blade salvou-me.

Ele tem honra, tem coragem.

Eu compreendo.

Ainda est� vivo?

Levaram-nas.

Todas as nossas armas e mesmo a tua espada.

- Tinham algu�m infiltrado. - Onde estamos?

Numa esp�cie de c�mara, bem no �mago do covil deles.

Destru�ram tudo. A oficina e tudo o resto.

Mentiram-nos desde o in�cio.

A estirpe do Ceifeiro n�o evoluiu. Foi concebida.

- O qu�?! - Foi concebida.

O Nomak disse-me. Eu vi-o nos esgotos.

- Ele deixou-me viver. - N�o me digas!

Que generoso!

Trouxe-vos aqui para verem os frutos do nosso trabalho.

Durante anos lutei...

para livrar a nossa ra�a das nossas fraquezas heredit�rias.

Recombinar o ADN

foi o pr�ximo passo l�gico.

O Nomak foi a primeira experi�ncia. Um fracasso.

Mas com o tempo,

haver� uma ra�a pura nova criada a partir da minha pr�pria carne.

Imune � prata.

E muito em breve, � pr�pria luz do sol.

Tenho uma quest�o a p�r-lhe, seu mentiroso de um raio!

Como � que o Nomak deitou m�o a este anel?

Nesta altura, julguei que j� fosse �bvio.

Dei-lho eu, claro. Uma oferta...

de pai para filho.

Estava a ver que ele nunca mais se ia embora!

O lobo deitou-se com as ovelhas demasiado tempo.

Reinhardt, diz adeus � vida.

Desculpa, meu.

Perdes o teu tempo, B! A bomba n�o funciona.

N�o foi feita para explodir.

Foi feita para te dar a ilus�o de que controlavas as coisas.

Julgaste que me tinhas na m�o, jefe?

Sinto-me muito melhor.

Est�s a ver isto?

Sou um dos servos de Damaskinos.

Precisavam da minha ajuda para te trazer aqui para controlar o Nomak.

O cabr�o do velho apenas serviu de isco.

Olha para ele...

� a tua �nica verdadeira fraqueza, meu!

Podes ser r�pido, forte e toda essa treta,

mas feitas as contas, B, �s demasiado humano.

Seu merdoso de um raio.

Julgaste que tinham neutralizado o meu sistema de seguran�a?

Eu � que os deixei entrar, cretino!

Entreguei-lhes praticamente as chaves!

Ouviste o careca, n�o ouviste?

Brevemente, ser�o todos diurnos!

E quando isso acontecer,

prefiro estar do lado deles do que servir-lhes de alimento.

- Que me dizes disto tudo? - Duas coisas.

Primeiro...

desconfio de ti,

desde que te transformaram.

Segundo...

a bomba n�o � falsa.

Bolas.

- Come�ava a gostar dele. - Neutralizem-no!

Vamos recolher-te o sangue, at� � �ltima gota,

depois a medula, os �rg�os... Tudo!

Vamos encontrar aquilo que lhes falta para serem todos diurnos.

Isto � capaz de doer.

Lindo...

Quantos vampiros ter� ele morto com esta coisa?

Ainda devia ter morto mais.

Vai falando, pac�vio.

S� aumentar� o gozo de te mandar para o outro mundo.

J� passei por isso. Faz o teu pior, caca de galinha.

Depois ajustamos contas.

Que mais me escondeu?

Confiei em si.

Confiei-lhe os meus homens.

A minha vontade.

A minha vida.

O Pai...

mandou-nos � luta.

Mandou-me para a morte.

O nosso inimigo salvou-me a vida duas vezes e o Pai usou-nos.

Os seus pr�prios filhos.

N�o te iludas, Nyssa.

Os la�os de sangue

nada significam contra a supremacia da nossa ra�a.

Quem achas realmente que Deus favorece na teia?

A aranha ou a mosca?

Nomak...

Que tem ele?

Quer vingar-se...

daqueles...

que o criaram.

Talvez tenhas raz�o.

Mas felizmente para n�s,

ele n�o conhece este s�tio.

Agora...

conhece.

Mas que raio...?

V� l�, rapaz. Nem penses sequer em morrer-me!

N�o me deixaste morrer, eu tamb�m n�o te deixarei!

V� l�!

Sangue...

Sangue...

Pai!

Ele nunca conseguir� entrar aqui.

Pai!

Pai!

Vai l�, rapaz.

Vai!

Avancem!

Como disse o meu pai antes de matar a minha m�e:

quando queremos algo bem feito, temos de ser n�s a faz�-lo.

Tamb�m disse...

Tu coras?

Rapaz!

Alterei o c�digo de seguran�a.

- Estamos aqui fechados. - Enlouqueceste?!

- Ele vai matar-nos aos dois! - Sim.

N�o � triste vir a morrer, n�o pela m�o dos seus inimigos,

mas sim pela m�o dos seus pr�prios filhos?

Pai...

O que te aconteceu...

foi uma terr�vel trag�dia.

Um erro imperdo�vel...

mas voltaste para mim.

Encontraremos uma cura.

Toma o lugar que te pertence por direito, a meu lado.

Afinal de contas, �s um pr�ncipe. Juntos, conquistaremos o mundo.

Se �s sincero no que dizes,

porque � que a tua voz treme tanto?

Pai...

Poupei-te ao meu destino. Morrer�s.

Dessa ferida, o teu sangue, a tua vida fluir�.

Nyssa...

Acaba o servi�o, meu irm�o.

Encerremos o c�rculo.

Tu...

Eras a preferida dele.

Podemos ficar por aqui, Blade.

Que te parece?

Isto ainda n�o acabou.

Pensando melhor,

acho que vou acabar a obra do meu pai.

� estranho...

J� n�o d�i mais.

N�o falta muito.

J� sinto um ardor dentro de mim.

Quero morrer enquanto ainda sou vampiro.

Quero ver o sol.

LONDRES

Cabine n�mero tr�s. Divirta-se, homem.

Tem a certeza que elas s�o "viva�as"?

Eram, da �ltima vez que vi.

Obrigado.

Umas laminazitas, nunca se sabe...

N�o pensaste que me esquecera de ti, pois n�o?

REALIZA��O

ARGUMENTO

PRODU��O

Sincroniza��o e correc��o de caracteres por: Mr.Scudester

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