All language subtitles for Vampires.1998.REAL.UNCUT.720p.BluRay.H264.AAC-RARBG

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Original subtitles

- Que tal? - Mais outro buraco de merda.

Um local perfeito para um ninho.

Vamos avan�ar.

Fotografia

Produ��o

Argumento

Realiza��o

Muito bem, Gio.

- Tudo pronto? - Tudo pronto, chefe.

Penso que temos um ninho l� dentro.

Devem ser uns seis vampiros, Ou talvez mais...

...e pode ser que encontremos o Mestre.

Regra n�mero 5: se encontrarem o ninho,

encontram o Mestre, ele n�o sair� de livre vontade.

Por isso, vamos seguir as regras � risca. Alguma d�vida?

Vamos ao trabalho.

- Eu fa�o, chefe. - � a minha vez.

Anthony!

Cuidado com a porta. Devagar e com calma.

Desculpe, chefe.

Meu Deus!

- Que foi aquilo? - N�o sei.

Acordei-te, Montoya?

Calma. H� um cad�ver exangue e frio.

- J� aqui est� h� algum tempo. - Cad�ver exangue e frio.

Vamos a isto.

Livra-te dela! N�o dispares!

- Que foi? - N�o sei, Padre. Um momento.

Que se passa a�, rapazes?

Deyo, n�o me deixes pendurado. Que se passa a� dentro?

Apanh�mos um vivo. Uma vampira.

Guardamo-la para ti, Montoya.

Abre bem, querida.

Catlin!

Mata-a!

Montoya, apanh�mos um "peixe"!

Luz verde do Montoya.

- Vamos perd�-lo! - Toma e recarrega!

Merda!

- Catlin! - Seguran�a retirada, chefe!

Saiam! Saiam!

Meu Deus...

Morre! Morre!

Meu Deus, que fedor! D�-me o r�dio!

- Est�o todos bem? - Sim, chefe.

Montoya, temos outro. Est� morto. Manda o cabo para o prendermos.

S� um minuto, sim?

Que a tua alma e as dos crentes

que partiram pela miseric�rdia de Deus

descansem em paz.

Nada como uma "cabecinha", n�o �, Padre?

Rapazes, � tempo de limpar isto.

Deyo, Ortega, Bambi... L� em cima.

Catlin, Anthony e Davis... na cave.

Bom churrasco, querida!

H� 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.

Vampiros! Nada mal para um dia de trabalho.

Que foi, Jack? Passa-se alguma coisa?

Sim. Onde estava o l�der?

- Vamos ver a casa mais uma vez? - Ele n�o est� l�.

Achas que h� mais algum ninho algures?

Oxal� que n�o.

Vamos sair daqui!

Motel Sun-God N�o H� Vagas

Obrigado pela ajuda.

Padre, passei 2 semanas em bord�is e lojas de bebidas por causa deles.

- Quando � que v�o embora? - Vamos amanh�.

N�o posso dizer que lamento.

Trouxeste o embrulho para n�s?

- Trouxe. - �ptimo. Ent�o est�s feliz.

- Trabalham todos juntos? - Exactamente.

Que fazem voc�s?

Matamos vampiros.

J� informei Roma. V�o fazer um dep�sito na conta de Monterey.

O Cardeal Alba vem a Santa F�. Quer encontrar-se consigo amanh�.

Amanh� � a minha folga.

J� n�o �, Jack.

Que acha que aconteceu ao Mestre?

N�o sei, Padre. O Mestre n�o costuma deixar o ninho

cheio de vampiros.

Ser� que ainda est� no Novo M�xico? Pode estar em qualquer parte.

Por que havia de fugir? Ele n�o sabia que v�nhamos.

A s�rio, o que fazem voc�s?

A s�rio. Matamos vampiros.

Catlin, diz � senhora como ganhamos a vida.

Matamos vampiros. Ca�amo-los e lixamo-los.

Pois sim!

Sei o que sentes, querida. Ningu�m acredita em vampiros.

Mas n�s sabemos que os vampiros querem conquistar a Terra.

Tamb�m sabemos que existe um Deus.

Apenas n�o O compreendemos.

Bela festa.

Parece que est�s a pensar em algo mais do que em mim.

Queres falar sobre isso?

Hoje andava � procura de algo que n�o encontrei.

Isso pode ser uma chatice.

Devias procurar noutro s�tio qualquer.

Posso dizer-te por onde devias come�ar.

Meu Deus, tens raz�o.

Devia ter procurado num lugar completamente diferente.

Por que n�o me trazes uma bebida

e nos encontramos... no teu quarto?

� a primeira boa ideia que ouvi hoje.

Deyo, d�-me duas cervejas.

Padre!

Voc� � magn�fico. J� lho tinha dito?

� melhor ter calma, Padre.

- N�o estou b�bedo. - A s�rio?

Ent�o, anda a dar nos �cidos?

N�o � maravilhoso?

Algo que nunca esquecer�s.

Eu n�o vou esquecer...

Catlin, j� n�o h� cerveja.

Temos de assaltar uma loja de bebidas.

Porque n�o? J� me estou nas tintas.

N�o, n�o... eu...

Eu tenho cerveja.

Tenho cerveja no outro quarto.

Merda de gente! N�o sei por que tenho de tomar conta de todos!

E tu...

N�o vais a lado nenhum. Tenho planos para ti.

Jack Crow!

- Espera! A carrinha! - As chaves!

V�! Vem comigo!

Ele mordeu-te?

Podes ser-me �til! Vamos!

Deixa a cabra! J� est� morta!

Leva-a. Pode ser �til. Vamos!

Acelera, Montoya! Que diabo!

- Mais depressa! - Vou no m�ximo!

- Meu Deus! Est� atr�s de n�s! - V�! Acelera!

Mais depressa!

Est�s bem?

Podes andar? Est�s viva? V� l�!

- Que est�s a fazer? - Ela vai connosco.

Ele acabou de a morder!

- Ainda n�o se transformou. Vamos. - Mas vai a caminho disso!

Em menos de 48 horas o elo telep�tico com o Mestre

n�o resiste.

E depois? Depois disso ela come�a a receber os pensamentos dele,

a ver o que ele v�.

Exactamente! Como uma c�mara de vigil�ncia.

Podemos apanh�-lo e enfiar-lhe uma estaca no cu!

Vou usar este monte de esterco para chegar ao l�der

e a quem o avisou.

Tony, fomos enganados. Ele sabia o meu nome. Vamos.

- Quem nos tramou? - N�o sei.

Mas quero apanhar o sacana. Consegues andar?

Acorda. Consegues andar? Est�s a ouvir-me?

V� l�! Ouves-me?

Ent�o?

Que se lixe! N�o sou caloiro nisto. Vamos embora.

- Posso ajud�-lo? - Sim, vou levar o seu carro.

- Diga apenas "Fa�a favor". - Como �...?

Caluda, ou meto-te os dentes pela cabe�a dentro, imbecil!

Para tr�s!

- � vontade, rapaz. - Muito agradecido, "s�cio".

Leva-a para Apache Springs. Hotel Plaza.

Fica l� escondido.

Livra-te disto e traz o jipe.

N�o consegues enterr�-los a todos, Jack.

- Despacha-te. - Preciso de falar contigo!

Estamos a perder tempo.

Regra n� 7: nunca enterrar um membro da equipa sozinho.

Vem nas "Circunst�ncias Especiais".

Todo o grupo foi massacrado.

- Eu trato disso! - Treta! Sabes que n�o � assim.

Alguma ideia brilhante?

Sim. Matamos a pega, enterramos o grupo e vamos para Monterey.

- Se queres sair, � vontade. - Eu n�o disse isso.

Algu�m mudou as regras. Temos de fazer o que for preciso.

Temos menos de 11 horas at� o sol se p�r.

Se tens mais alguma coisa a dizer, deita c� para fora!

Tenho algo a dizer, sim. V� se n�o te demoras!

Fico nervoso quando n�o est�s por perto.

Preciso de um quarto.

- Por quanto tempo? - Por uns dias.

S�o 375 d�lares por semana.

Mais 25 para a TV por cabo.

Quanto � o total, p�?

400 d�lares. � a sua namorada?

N�o, � a minha m�e... D�-me a chave.

V�, apoia-te no meu bra�o.

Acorda, sim? Vamos!

Jack Crow. Cerritos e 14 em Santa F�.

Preciso de recolha imediata.

Nenhum.

Estou sozinho.

Morto.

Fontes pr�ximas da Pol�cia afirmam que os corpos

foram decapitados.

As cabe�as foram encontradas a 2 Kms do local do crime.

O n�mero de mortos confirmados ascende a 19,

estando a Pol�cia ainda a investigar as ru�nas do motel.

Ficaremos por aqui

para lhes dar todas as actualiza��es sobre o caso.

Esquece.

Jack!

Bom dia. Entre e sente-se, por favor.

Quem � ele?

O Padre Adam Guiteau.

O Padre Adam est� encarregado dos nossos arquivos.

Um rato de biblioteca.

Est� a par das suas actividades. Pode falar � vontade.

Conte-me o que se passou.

Limp�mos o ninho de Fort Union.

Nenhum Mestre foi assim. For�a sobre-humana, imortal.

Uma m�quina. N�o tivemos hip�teses.

Diga-me se me enganar, Cardeal,

mas n�o ser� aquele de quem fal�mos e que iria aparecer um dia?

H� outros desenvolvimentos. Tristes desenvolvimentos.

Tom...

o nosso Tom Callahan est� morto.

- E todo o grupo europeu destru�do. - Quando?

H� 3 dias. O grupo de Callahan estava a limpar um grande ninho

perto de Col�nia, na Alemanha.

As autoridades locais declararam ser um acto terrorista.

Encontr�mos isto no local.

� ele?

�.

O que � isto?

"Celebratum". � celebra��o em Latim.

- Celebrar este... - Celebrar o qu�?

N�o sabemos.

J� verifiquei a autenticidade do retrato. Foi pintado em 1340.

O nome do sujeito �... era... Valek. Jan Valek.

Nasceu em Praga a 1311. Um padre que se virou

contra a Igreja e liderou os camponeses da Bo�mia

numa revolta, acabando por conquistar v�rias aldeias.

Valek foi capturado, julgado por heresia e queimado vivo.

Mas, ap�s a sua morte, diz-se que foi visto a caminhar � noite.

Diz-se que matou os vivos para lhes beber o sangue.

Abriram a sua sepultura e estava vazia.

� o primeiro caso conhecido de vampirismo.

Um padre.

Valek n�o � como os outros Mestres que perseguiu at� hoje.

� o primeiro e o mais poderoso.

Dos nossos ca�adores,

voc� foi o �nico que enfrentou Valek e sobreviveu.

Vou voltar. Posso ficar com isto?

Estive em contacto com Roma.

O Conselho do Vaticano deseja que voc� reagrupe a sua equipa.

N�o h� tempo.

Deve voltar a Monterey, recrutar novos membros

e tentar de novo quando estiver na m�xima for�a.

O Padre Adam acompanh�-lo-�

e tomar� o lugar do infeliz Padre Giovanni.

N�o me parece.

Jack!

Isto n�o � negoci�vel.

Valek � a fonte original desta doen�a.

O primeiro vampiro criado pela Igreja Cat�lica.

- Acidentalmente. - Cale-se!

Esta luta era sua, Cardeal. Agora, � minha.

Se recusar obedecer �s regras,

a opera��o ser� cancelada e os fundos retirados.

Faz alguma ideia de como esse... Valek sabe o meu nome?

Fique perto dele.

Como te chamas?

Compreendes o que te aconteceu?

Socorro!

N�o me lixes, querida! Parto-te o pesco�o num �pice!

Acena com a cabe�a.

Compreendes o que te aconteceu?

V�!

Muito bem. Agora vou explicar-te.

Primeiro, vou tirar a m�o da tua boca.

Se gritares...

�ptimo.

Como te chamas?

Katrina.

Katrina, ent�o � assim...

Tirei-te a roupa... lavei-te...

Amarrei-te. E tamb�m te salvei o coiro.

Foste mordida por um vampiro.

Lembras-te da festa no motel?

Um tipo grande, de dentes pontiagudos,

com um h�lito fedorento?

N�o te preocupes. J� te vais lembrar de tudo.

Um Mestre vampiro mant�m um elo telep�tico

com as suas v�timas.

Vais ajudar-nos a encontr�-lo.

E, quando ele estiver a dormir, atacamo-lo.

Vais ser o isco, querida.

Lamento.

Sei tudo a seu respeito, Sr. Crow.

Sei que os seus pais foram mordidos por vampiros

e que foi educado pela Igreja para ser um ca�ador de vampiros.

A verdade � que n�o queria impor a minha presen�a assim.

Eu devia substituir o Padre Giovanni quando ele se reformasse.

Sempre sonhei com isto...

...isto �, desde que soube de si e dos ca�adores de vampiros.

Queria fazer parte do grupo, fazer o que puder.

Por exemplo, se quisesse receber o Sacramento da Confiss�o...

Que se lixe!

Quem nos tramou? Foi voc�?

Quem nos tramou? Quem foi? Foi voc�?

Quem � que nos tramou?

N�o sei de que est� a falar!

Se pensa que n�o o mato por ser padre,

est� a avaliar muito mal o sacana errado!

Se quer matar-me, ent�o mate!

N�o sei de que est� a falar!

N�o sei.

Veremos.

Aonde vamos?

Tem de me dizer o que se passa, Sr. Crow.

- Alguma vez viu um vampiro? - N�o.

N�o s�o nada rom�nticos.

N�o s�o uma cambada de maricas vestidos com fatos alugados

que andam a seduzir todo o mundo com sotaques europeus, entende?

Esque�a o que viu no cinema.

N�o se transformam em morcegos e as cruzes n�o resultam.

Alho... quer tentar alho? Se quer p�r alho ao pesco�o,

um desses sodomitas dobra-o e enraba-o

enquanto lhe suga o sangue do pesco�o.

E n�o dormem em caix�es forrados a tafet�.

Se quiser matar um, crava-lhe uma estaca no cora��o.

A luz do sol f�-los entrar em combust�o.

Entendido?

V� este mapa?

Este mapa mostra todos os encontros nos EUA

at� ao s�c. XIX.

- Nunca tinha visto isto. - Ningu�m fora do grupo o viu.

Olhe para sudoeste. V� o padr�o em espiral?

Se puser todos os encontros em sequ�ncia temporal,

obt�m um padr�o logar�tmico, que tende para o infinito.

� um padr�o de busca, Padre. Eles andam � procura de algo.

Sabe de qu�?

Ouvi hist�rias em pequeno.

Algo sobre uma cruz negra...

...vampiros que se deslocam � luz do dia.

Padre, posso perguntar-lhe uma coisa?

Quando o agredi h� pouco...

...isso deu-lhe "pau"?

O qu�?

Se ficou com um bocado de "ponta", de "pica"...? Diga-me a verdade.

Estou s� a gozar consigo, Padre. Esque�a.

Que horas s�o?

Nove e dez.

Queres um?

Tens de comer qualquer coisa.

N�o posso.

Mas fumava um cigarro.

Temos de tratar disso. Quanto menos comeres,

mais depressa o v�rus se move no fluxo sangu�neo.

- V�rus? - � o que eu lhe chamo.

Ningu�m sabe de facto o que �. Veneno, v�rus... vai dar ao mesmo.

Transforma-te num vampiro.

Que aconteceu �s outras raparigas da festa?

N�o sobreviveram.

Lamento.

Agora j� te lembras?

Sim, de alguma coisa.

Por que � que ningu�m sabe?

Ningu�m quer saber. � assim que os vampiros subsistem.

S�o espertos. S�o poucos, vivem em bandos pequenos

e o mundo nunca se apercebe.

Vou acabar por ser uma?

N�o tenho a certeza.

Provavelmente.

An�o ser que o encontremos antes que te transformes...

A�, talvez haja uma hip�tese.

Eis o que sabemos...

Agora est�s ligada ao Mestre dos Vampiros.

Ele faz parte de ti.

E esse elo vai crescer.

Nunca poder�s expuls�-lo de ti enquanto ele existir.

Ent�o n�o quero viver.

Talvez n�o vivas.

Posso vestir-me?

Claro.

Podes dar-me uma toalha, ou coisa assim?

Eu j� te vi nua.

Porra!

Pronto, tem calma!

Eu trago-te uma toalha. Uma toalha a sair. Eu n�o espreito.

Boa tentativa. Deixa a porta aberta.

Nem pensar.

S� um bocadinho.

- Que est�s a fazer? - Larga-me, porra!

Larga-me!

V� o que fizeste!

Mordeste-me!

Est�s louca?

Que fazes?

Mordeste-me? Levanta-te!

Tu mordeste-me!

Cabra do cara�as!

Porra!

Raios partam!

Pega est�pida!

Onde est�s?

Estou �ptimo.

Sim, estou bem!

- Quarto 312. - Vou subir. Fica a�.

Sou o Padre Adam Guiteau. � o Tony Montoya, creio eu.

Parece diferente da fotografia.

Sou arquivista. Estudei cuidadosamente o vosso grupo.

Montoya, que ferida � esta no queixo dela?

Tive de lhe bater.

Tentou matar-se. Tive de a tirar da escada de inc�ndio.

Ca� pela janela.

S� isso?

- Por que lhe bateste? - Cortei o bra�o no vidro.

Estava chateado, sei l�.

Bati-lhe. Que importa isso?

� o nosso novo Padre. Temos ordens para voltar a Monterey.

Vamos reorganizar o grupo e recome�ar.

- Vamos voltar a Monterey? - N�o.

O grupo do Callahan foi-se.

Foram massacrados.

Agora somos s� n�s.

� verdade.

Quem � ela?

Uma pega qualquer. Foi mordida pelo Valek.

Os vampiros est�o psiquicamente ligados uns aos outros.

Assim que ela ficar ligada ao Valek, vamos atr�s dele.

Temos ordens a cumprir, Sr. Crow.

- V�-se lixar, Padre! - Cuidado com a l�ngua!

Se n�o vai seguir as ordens, terei de ligar ao Cardeal Alba.

Perd�o... cuidado com a l�ngua.

Vamos ter uma conversinha acerca da l�ngua, sim?

Vejamos se a sintaxe funciona consigo.

N�o faz chamada nenhuma, n�o se assoa,

nem limpa o cu, a n�o ser que eu lhe diga, certo?

Mostra-me.

- Jack! - Vamos l�.

Katrina... ouves-me?

Que foi?

Agora h� mais algu�m.

Algu�m a quem est�s mentalmente ligada. Sabes a quem me refiro?

Katrina, que est�s a ver?

N�o posso.

Podes sim, querida. Est�s segura aqui connosco.

Onde est� ele? Que est�s a ver?

Est� escuro.

V�, querida... continua a tentar.

H� um mapa.

Um c�rculo no mapa.

Precisamos da localiza��o, Montoya.

Estou a tentar, Jack.

- V�, antes que ela o perca. - Queres trocar de lugar comigo?

Katrina, ouve com aten��o.

Preciso de saber exactamente onde est�s...

o que v�s neste momento... pormenores.

Ele matou o padre!

- Pronto, est�s segura. - Um padre?

Ela disse um padre? Que padre?

Est� em movimento.

H� um sinal..

...na estrada. Diz San Miguel. - San Miguel?

V� l�. Continua a tentar. Tens de conseguir.

- N�o posso. - Raios partam!

Jack, o elo quebrou-se.

De que padre falou ela? Raios partam!

Posso obter uma lista de todas as igrejas de San Miguel,

se me deixar ligar para o escrit�rio da Arquidiocese.

V� l�! Ligue para todas as igrejas.

E procure uma onde falte um padre idoso.

Montoya, a tua fun��o � tomar conta da rapariga, que diabo!

Que se passa contigo?

Estou s� cansado, nada mais.

Tens alguma coisa para me dizer?

Nada que queiras ouvir.

Recebi o fax esta manh� do gabinete do Cardeal em Santa F�.

� um investigador a trabalhar para a Igreja Cat�lica?

Exactamente. Procuramos um padr�o de crimes anti-cat�licos pelo pa�s.

Posso?

Foi uma selvajaria.

Deus, Tu que sempre perdoaste na Tua miseric�rdia...

E o velho padre? Algum deste sangue � dele?

Chama-se Padre Molina.

Perd�o.

Se tiver novidades sobre este caso, partilha-as comigo, sim?

Tudo bem.

- Oxal� voc� n�o aja ao contr�rio. - N�o agirei.

At� agora, parece que este sangue todo � da Sra. Fisher.

N�o teremos a certeza antes da an�lise patol�gica.

- Falta alguma coisa? - Apenas o Padre Molina.

Encontr�mo-lo!

Meu Deus!

N�o compreendo!

Para qu� vir a North Podunk e atacar um velho padre de aldeia

e uma mulher-a-dias? N�o faz sentido.

Valek n�o se alimentou de nenhum deles.

O Padre Molina era um estudioso da hist�ria da Igreja Cat�lica

nos EUA. - Que interessa isso?

N�o vejo porqu�. N�o sei por que Valek o matou.

Que s�mbolo � este?

O Igreja n�o o sabe.

Acho que voc� e o Cardeal s�o uns mentirosos do cara�as.

V� l�, Padre. Ajude-me. O tempo est� a passar-se.

� um s�mbolo astron�mico medieval... para o Sol.

Agora h� mais sete com ele.

Poderoso.

- S�o Mestres? - S�o.

Padre...

Come�o a simpatizar consigo. N�o me obrigue a mago�-lo, sim?

Diga-me o que sabe. Pago-lhe uma cerveja

e arranjo-lhe uma mulher.

Se n�o me disser, vou ter de come�ar a cort�-lo.

N�o vai nada. Voc� � um homem de bem, Sr. Crow.

Al�m disso, sirvo uma entidade muito superior a si.

Os segredos que guardo � para proteger a Igreja

e seus seguidores.

- Abra a boca. - O qu�?

Abra a boca.

D�-me a sua m�o.

Agora oi�a, seu cabr�o!

O meu pai guardou um segredo certa vez.

Tinha sido mordido por um vampiro.

Guardou o segredo de mim e da minha m�e.

Ao quinto dia, come�ou a transformar-se.

Nessa noite, atacou a minha m�e.

Depois veio atacar-me a mim.

Eu matei o meu pr�prio pai, Padre.

N�o tenho problemas em mat�-lo a si.

�ltima oportunidade.

Abra a merda da boca! Abra a boca!

O qu�... est� pronto? Como? Perd�o, que disse?

Valek procura uma antiga rel�quia. A cruz de Berziers.

Ap�s o julgamento, a Igreja disse que Valek

estava possu�do por dem�nios.

Foi levado para uma aldeia do sul de Fran�a, chamada Berziers.

Foi executado um exorcismo

por meio de uma antiga cerim�nia proibida.

Foi longo e muito brutal.

Foi ent�o que algo correu mal.

Est� a abrir-se um port�o de madeira.

Os relatos s�o confusos, mas referem um exorcismo inverso.

O corpo � destru�do, mas a alma possu�da prevalece.

O exorcismo transformou Valek numa criatura

cujo corpo est� morto, mas que continua a viver.

- Um vampiro. - Sim, um vampiro.

� uma cruz.

As hist�rias que ouviu sobre a cruz negra,

s�o ver�dicas.

Foi utilizada no exorcismo de Valek

e depois trazida para Roma.

� conhecida como a Cruz de Berziers.

A cruz foi depois mandada para o Novo Mundo.

Foi mudada ao longo dos anos de uma miss�o espanhola para outra.

A sua localiza��o exacta foi mantida secreta, at� mesmo do Vaticano.

Durante centenas de anos esteve perdida.

Ent�o, recentemente, o Cardeal Alba descobriu

o nome do padre vivo que sabia a localiza��o da cruz.

O Padre Joseph Molina.

Eu e o Cardeal Alba viemos aos EUA para procurar o Padre Molina,

a fim de reclamar a Cruz de Berziers. � tudo quanto sei.

� um bom homem, Padre. Bem-vindo ao grupo.

Que Deus me perdoe.

Ele encontrou-a.

Vamos partir.

Espera! Espera, p�ra o carro!

Por ali.

Estava aqui.

Porra!

Est�s a receber alguma coisa?

Ele desapareceu.

- N�o me pareces l� muito bem. - Ainda n�o se transformou, Jack.

N�o consegue comer.

Talvez lhe apete�a sangue humano. Que achas?

Disse que ainda n�o se transformou.

Eu ouvi o que disseste.

Por que n�o deixas de chatear?

- O que foi que te deu? - O que me deu como? E a ti?

- Est�s a agir como um cretino. - Qual � o teu problema?

Est�s a apaixonar-te por esta pega meia morta?

Belo golpe. Queres tentar de novo?

- Parem! - Desapare�a daqui!

Que est� a fazer?

Parece que vamos ter um bom combate.

Sabe por que Valek quer a Cruz de Berziers?

Pense um bocadinho.

Acho que Valek quer completar a sua transforma��o.

O exorcismo nunca chegou a ser acabado.

Valek ficou vulner�vel, capaz de sobreviver apenas � noite.

Se completar o ritual...

A balan�a pende para o lado dele.

H� 600 anos que Valek procura um meio de viver � luz do dia.

Agora, com a Cruz de Berziers, vai consegui-lo.

Um Mestre vampiro, capaz de andar ao sol... invenc�vel.

A n�o ser que consigamos det�-lo.

Vamos ter de acabar isto noutra altura.

S� faltam 8 horas para o p�r-do-sol. Vamos.

� ali que ele est�.

Santiago.

O local parece vazio.

Ele est� perto.

Quantos habitantes achas que esta aldeiazeca tem?

Eu diria uns 30, talvez mais.

A quest�o � saber quantos deles s�o vampiros.

Na pior das hip�teses, metade. 15 mortos, 15 vampiros.

Se apanhou a popula��o toda, tem de estar aqui h� v�rios dias.

Exacto, Padre. Ele tramou isto.

Devagar. Um vampiro de cada vez. Agora tem a Cruz

e o maior ninho de sanguessugas que o mundo j� conheceu.

- E n�s? Tr�s ca�adores de vampiros. - Dois.

� altura de matar vampiros. Est� connosco, Padre?

Claro que sim.

Arranja um local.

Onde est� ele?

Em todo o lado.

Katrina, ouve.

- Ele est� ali? - Est�.

Est� ali.

No escuro.

Bonita menina.

Porta De Visitantes Para Demoli��o. N�o Passar.

Qual o edif�cio mais bem constru�do da cidade?

- A cadeia, claro. - Em cheio.

Ela sente-o ali dentro.

- Achas que ela diz a verdade? - Claro.

Sup�e que ele a controla. E se ele estiver a us�-la?

Nesse caso pagarei com a vida, n�o?

N�o ser�s o �nico, amigo.

N�o ser�s o �nico.

Ouves-me?

Desculpa. Vai correr tudo bem.

Eu tomo conta de ti.

Prometo.

Ela est� com sede.

Acho que cheirou o seu sangue, Padre.

Padre, o seu pesco�o!

Cubra o pesco�o!

Montoya, leva a rapariga!

Brochista!

Padre, mate-o!

Raios partam, Padre! Mate-o!

Com a estaca!

Mate-o com a estaca! No cora��o!

Como queres a tua "espetada", cabra?

Haver� outro caminho para as celas?

Oxal� que n�o. N�o parece.

Temos de os fazer sair do elevador. S�o uns bons 9 metros at� � porta.

- Temos de usar o cabo. - Exacto.

Esquece o guincho. Vamos lig�-lo directamente ao jipe.

- Depressa. F�-los sair para o sol. - Algu�m tem de guiar o jipe.

Como queres atra�-los para o elevador?

Algu�m tem de estar l� dentro. O al�ap�o de emerg�ncia?

Quando entrarem no elevador, um de n�s sobe pelo buraco.

O outro fica aqui e carrega no bot�o do controlo.

As portas fecham-se e eles ficam trancados l� dentro.

- Tenho de ser eu. - O qu�?

Tem de ficar aqui para disparar a besta, Sr. Crow.

- Quer guiar o jipe? Eu fa�o-o. - N�o sei guiar. Nunca aprendi.

Muito bem, Padre. Prepare-se e coragem. Vai ser o isco. Vamos.

Katrina, ouve-me!

Tens de aguentar, est� bem?

Viu o Valek?

Ali.

E ali.

Estou pronto.

Tem de ser r�pido, Padre.

- N�o estou a brincar. - Eu sei.

Eu joguei futebol.

- Futebol? - Era capit�o de equipa.

- � melhor ser eu a... - N�o, eu c� me arranjo.

A s�rio?

N�o se preocupe comigo, Sr. Crow. Dispare quando as portas abrirem.

Pode contar com isso.

- Padre... - Eu sei.

- Montoya, ele vai a descer. - Estou pronto, Jack.

Que est� a fazer?

Volte para o elevador!

Merda!

Prepara-te, Montoya. � agora.

Padre?

Montoya, vai!

Morre, sanguessuga!

Montoya, puxa!

Padre, est� bem? N�o lhe mordeu, nem o feriu?

Muito bem, vamos.

N�o, as portas...

- Merda! - Perd�o.

Vai a descer.

Vou pux�-lo para cima.

- Lamento aquilo das portas. - N�o houve crise, Padre.

- Portou-se bem ali. - Tenho de o fazer de novo, n�o?

Por que n�o abrem as portas? O que se passa?

Jack! Devia vir ver isto.

Montoya, vai!

Vai!

- Raios partam! Vai! - Vamos!

Merda!

- N�o me disse que faziam isto. - N�o sabia que podiam faz�-lo.

Padre, saia da frente!

Montoya, prende-a! Padre, pegue numa estaca!

Vai lev�-lo com ela!

Jack!

Olhe para o sol!

Estamos tramados.

N�o, temos de voltar.

Regra n� 10, Jack...

N�o se pode matar um Mestre � noite.

Acabou-se.

Ele tem raz�o, Padre. Vamos.

Viva, Jack.

Cabr�o!

Vai!

A tua guerra acabou, "cruzado".

Ol�, Jack.

Pela sua cara, vejo que n�o entende a minha presen�a aqui.

Lamento desapont�-lo, Jack.

� medida que envelhecemos e que a morte se aproxima,

come�amos a questionar a nossa f�.

E a minha come�ava a faltar-me.

Deus existir�? Existir� o Para�so?

J� n�o posso responder a isso com toda a certeza.

N�o assisti a milagres, n�o tive vis�es

e a perspectiva da morte aterroriza-me.

Compreendi que s� me resta uma alternativa...

a de fazer um pacto com o diabo, se quiser.

Voc� � mesmo um monte de merda, Cardeal.

Tem raz�o.

� verdade, Jack.

E posso viver com isso.

Depois de dar a Valek o que quer, ele cumprir� o nosso pacto.

E eu serei transformado...

...num dos seus novos filhos.

� lindo, n�o �?

A vida eterna.

A imortalidade... pode mudar-nos a alma.

Valek.

Por que n�o provas que podes vencer-me? V�... desamarra-me.

Meu paneleiro bem-vestido! Vem c�!

Jack...

V� l�. Cinco minutos e d�s-me uma dentada no cu. Gostavas?

V�s-me aqui todo amarrado?

O que te far� calar?

V�. Solta-me, cabr�o!

Talvez isto ajude.

Parece que o teu amigo � agora um dos meus filhos.

Est�s sozinho, cruzado.

Que queres de mim, Valek?

Odeias-me, n�o �?

Mas foste tu quem me criou, cruzado.

Odeias a tua cria��o, teme-la porque � superior a ti.

Durante 600 anos alimentei-me da tua esp�cie � vontade.

Mata-me e acaba com isto.

Voc� � preciso, Jack.

A cerim�nia � uma reencena��o do exorcismo original.

Requer o sangue de um cruzado

e a sua crucifica��o numa cruz em chamas.

O cl�max da cerim�nia deve coincidir

com os primeiros raios do sol nascente.

Lamento muito, Jack.

Cabr�o...

Padre!

Que vais fazer agora, Valek?

N�o tens ningu�m para completar o teu ritual. O sol est� a nascer.

Vais tu completar o ritual.

- Tenta obrigar-me. - Boa, Padre. Goze com ele!

Valek, parece que a tua sorte acabou.

Desiste!

- Completa-o. - N�o.

- Completa o ritual! - N�o!

V� l�, Padre! Tenho os tomates a arder.

V�, Padre. Vamos matar uns vampiros.

Acabou-se, Valek.

Ainda est�s vivo, Crow?.

J� n�o ardo muito bem, sanguessuga.

D�-me a cruz.

Esta cruz? Diz-me uma coisa...

Ap�s 600 anos, como funciona a tua gaita? Bem?

- V� l�. - A cruz!

Toma l�!

Morre! Morre!

Morre!

N�o podes matar-me.

Morre, sanguessuga horrorosa! Morre!

Merda!

Ouve-me. Est� tudo bem. Volto j�.

P�e a cabe�a para tr�s.

Est�s um traste, Montoya.

Para onde vais?

Para Sul.

Ama-la assim tanto?

Fazemos um par perfeito, Jack.

- N�o vai partir! - Padre... deixe-o.

N�o.

N�o me obrigue a ir a� dar-lhe uma tareia, Padre!

- Para tr�s! - � um vampiro, Jack!

Regra n� 1...

Se um companheiro for mordido por um vampiro...

...nunca se deve deix�-lo vivo.

Padre.

J� n�o sou ca�ador, Jack.

Al�m disso...

...c� para mim...

...voc�s os dois t�m muito que fazer

para destruir o resto deles.

Entretanto, ela esconde-se na traseira da carrinha,

longe da luz do sol,

enquanto tentas chegar � fronteira antes do anoitecer, n�o �?

Preciso de umas f�rias, Jack.

Quando � que ela te mordeu?

H� dois dias.

Mesmo assim, protegi-te.

� verdade.

Digamos que te devo dois dias.

Que acha, Padre?

Tem dois dias.

Onde quer que v�s...

...encontrar-te-ei.

Vou perseguir-te.

E vou matar-te.

� rapariga tamb�m.

"Vaya con Dios", amigo.

"Vaya con Dios", ca�ador.

Est� na hora de ca�ar vampiros, Padre.

- Sente-se � altura? - Acho que sim.

- Agora somos s� os dois. - N�o, Sr. Crow.

Ele esteve sempre connosco.

� justo, Padre.

Diga-me uma coisa...

Quando matou aquele vampiro ali,

n�o ficou com "pau"? - "Ponta".

- Perd�o? - "Pica".

- O qu�? - "Tusa".

De repente ficou possu�do por dem�nios, Padre?

- Uma grande "tusa". - Cuidado com a l�ngua, Padre.

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