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Anteriormente...
Hobbes, sou eu, a Remi.
Pelo que percebi, continuo infiltrada no FBI.
Achas que o Weller te topou e pensa que tu �s tu novamente?
Seja quem for, acaba de se tornar a nossa prioridade.
Este m�todo pode recuperar as recorda��es da Jane.
Jane, p�ra.
N�o sou a Jane!
Por favor, n�o me obrigues a fazer isto.
N�o.
A tua mulher morreu.
S� se eu n�o o puder evitar.
M�XICO
Tasha, larga a arma.
Sabes que disparo melhor.
E disparas melhor duas vezes? Porque isto n�o � uma aposta.
Vais mesmo matar-me?
Est� bem, for�a. Dispara.
Ent�o, larga a arma.
Vira-te.
Tens o direito de guardar sil�ncio. Tudo que disseres...
Agente Especial Dra. Nancy Williams,
no FBI pelo Departamento de Neurologia Computacional
e Comportamento de Harvard.
Agente Especial Kurt Weller.
Sejamos sinceros.
Como cientista, este procedimento assusta-me.
Mas, com a ajuda da Nancy,
analis�mos as especifica��es t�cnicas da pen do Roman � risca.
Como � que isto funciona?
A introdu��o do ZIP no sistema da Jane
estabeleceu com sucesso uma barreira no seu c�rebro.
Ela conseguia criar e reter recorda��es novas
mas todas as anteriores lhe estavam inacess�veis.
Mas os efeitos prolongados do envenenamento por ZIP
parecem ter premido um bot�o,
mudando o lado da barreira a que ela tem acesso.
Se este procedimento resultar, dever� voltar atr�s,
tirando a personalidade da Remi da posi��o dominante
e trazendo a mulher que conhecem e adoram de volta.
Est� bem. Ent�o, o que quer dizer com "dever�"?
Os m�todos deste tipo eram invulgares
e os ensaios cl�nicos duraram pouco,
mas a investiga��o � s�lida.
Quando os resultados foram bons, foram muito bons.
E, quando foram maus, morreu algu�m?
V�s estes padr�es actuais aqui � esquerda, a vermelho?
� a Remi.
Os padr�es mais antigos, a azul, � direita, s�o a Jane.
� o que estamos a tentar reactivar.
Kurt, assim que come�armos este processo,
n�o podemos interromp�-lo se correr mal.
Parar a meio mat�-la-�.
Fa�am-no.
Volta para mim, Jane.
Ol�?
Socorro. Algu�m me ajude.
- Sabe de quem � este saco? - N�o fa�o ideia.
Senhora,
sabe de quem � este saco?
Desculpe, isto � seu?
Sem sinais de radia��o.
A iniciar inspec��o manual.
Nada de an�malo no exterior.
Vou procurar fios.
Vamos ver o que temos aqui.
H� qualquer coisa l� dentro!
Vire-se!
De joelhos!
M�os na cabe�a j�!
Reconhece-a?
N�o.
Nunca vi aquela mulher na minha vida.
Quero falar com algu�m respons�vel.
Respire fundo.
Quero falar com algu�m respons�vel!
Sou o Agente Especial Kurt Weller.
Sou o agente que conduz o seu caso.
Por favor, diga-me que sabe o que se passa.
Quem sou eu?
Ainda n�o sabemos.
Reconhece-me?
Porque � que havia de...
Eu nem me reconhe�o.
Porque � que voc� me seria familiar?
Porque o meu nome,
Kurt Weller,
est� tatuado nas suas costas.
N�o percebo nada disto.
Eu sei que isto...
... � algo esmagador.
Por favor, tente.
Pode recordar-se de alguma coisa.
Alguma coisa?
N�o.
- O que se passa? - Os sinais vitais est�o elevados.
- Porque � que isto est� a acontecer? - N�o sei, n�o devia acontecer.
N�o a posso perder,
n�o posso.
- N�o a perder�s. - Como � que sabes isso?
Viste o que aconteceu l� dentro.
Eu consenti
aquele tratamento.
Eu pu-la naquela posi��o!
Kurt, estamos a fazer tudo o que podemos.
N�o...
N�o imagino a minha vida sem ela.
A Jane precisa de ti ali a fazer tudo o que podes.
N�o sabemos o que ela consegue sentir ou ouvir.
Tens de ficar ao lado dela, segurar-lhe na m�o
e dizer-lhe que ela consegue fazer isto, porque consegue.
Se queres a tua mulher de volta, n�o � s� a Jane que tem de lutar.
Tu tamb�m tens de lutar.
V� l�.
Entra ali. Vamos fazer isto.
Est� bem.
Jane.
V� l�, Jane.
Tu consegues fazer isto.
Eu estou aqui.
Amo-te.
Tu...
Tu �s o meu ponto de partida.
- Kurt! - Jane.
- Kurt, o que raio se passa? - N�o sei.
Mas acho que est�s metida em sarilhos.
Eu conhe�o este s�tio.
Porque � que parece t�o diferente?
N�o sei.
Acho que est�s a ser atacada.
Atacada?
Por quem?
Por ela.
Legendas TVS�ries
Transcri��o e Sincroniza��o fininhos
S04.E09 "Check Your Ed"
Como est� ela?
Como pode ver, estas sinapses vermelhas da Remi
ainda est�o na larga maioria do c�rebro da Jane.
Chamamos a estas Cobra, mas o azul, da GI Jane, est� a recuperar.
- Quanto tempo ficar� inconsciente? - � dif�cil dizer.
N�o podemos activar todas as sinapses ao mesmo tempo.
Temos de as activar lentamente a intervalos regulares,
at� o c�rebro da Jane reaprender a faz�-lo sozinho.
Ent�o, � isso?
Estas m�quinas decidem se recupero ou n�o a minha mulher?
N�o, no fundo, s�o um aux�lio prolongado
at� aquelas liga��es perdidas aprenderem a se reconstruir.
As m�quinas n�o o far�o sozinhas.
A Jane tem de lutar com todas as for�as
para tirar o controlo do seu c�rebro da Remi.
- Do teu c�rebro? - Sim, do meu c�rebro.
Tudo isto...
Estamos dentro dele e aquela � a Remi.
Ela � que mo tirou.
Tenho de a encontrar.
Se ela ficar, perco tudo.
Tenho de o recuperar.
Parece que n�o � assim t�o f�cil.
� um puzzle.
Ent�o, por onde come�amos?
N�o sei,
lembro-me de ti, mas faltam-me muitas pe�as.
Mal sei quem sou.
Como � que hei-de saber como sair desta sala?
Preciso de ajuda!
Definimo-nos pelas nossas escolhas.
S� n�o se lembra das suas.
Trouxe-lhe um caf� e um ch�, esta manh�.
Qual deles prefere?
- O que s�o? - Uma recorda��o.
Este sabe a relva cortada.
Desculpa. Este � meu.
Reade?
Com calma. Tenho uma bebida quente.
Tamb�m gostei de te ver, Jane.
O que temos aqui?
Estamos a tentar sair desta sala.
Bebo a isso.
- Sabes o que � um tangram? - N�o.
� um puzzle de disseca��o que consiste...
- De pe�as geom�tricas achatadas. - Exactamente.
Esta equipa tem uma forma h� muito tempo,
mas n�s encontraremos a nossa nova forma.
- Se fosse a ti, n�o fazia isso. - Ol�, Rich.
Posso?
Preciso que mantenhas isso muito quieto e a 2,5 cm da parede.
Se tirarmos o quadro da parede
sem cortarmos os quatro fios presos atr�s dele,
� disparado um tiro de ca�adeira de detr�s da tela, destruindo-a
e fazendo uma s�rie de novos buracos na tua cara, por isso...
J� podes.
Tira-o.
Muito bem. Olha para isto.
E ningu�m foi baleado.
� um tiro certeiro.
Zapata!
- O que est�s a fazer? - A ajudar.
Acho que isso n�o ajuda muito.
Devias ver o significado dessa palavra.
Amo-te.
Devias...
... ver isso.
Precisa de n�s os dois para funcionar.
Decifraste-o.
N�s decifr�mo-lo, juntos.
Quanto mais me lembro, mais forte fico.
Est�s � espera de qu�? Atira-te a eles.
Voc�s n�o v�m?
S� sou a Jane por vossa causa.
Tenho de arrumar estas coisas.
Tenho de tratar de muita papelada.
- Gostava muito, mas tenho medo. - N�o quero ir.
N�o podem ir ali, pois n�o?
Estaremos sempre aqui, quando precisares.
Anda, vamos.
Est� bem,
vamos l�.
Boa sorte.
- Porque est� t�o escuro aqui? - Estou doente.
Devo estar a piorar.
- O que se passa? - Nada. Anda.
Vou tentar ficar contigo.
Acho que a Remi n�o quer que te lembres de mim.
Ela quer-te assustada, sozinha.
Vamos por que lado?
Por ali.
Acho que dispenso aquilo.
Est� bem.
Por ali.
Anda.
V� l�.
De certeza que � por aqui?
Uma ranhura para moedas?
O que devo fazer?
N�o, n�o! Por favor!
Kurt!
N�o!
N�o!
- O que se passa? O que mudou? - N�o sei.
Ela est� em guerra com si mesma e a Jane est� a perder.
V� l�, Jane.
Quem �s tu? O que queres?
Sou eu.
Jane!
Olha para mim.
Respira s�.
Est� tudo bem.
Respira s�.
� com medo
que a Remi mant�m o controlo.
Tens de combater esse medo.
Podes ser ca�ada
ou podes ser a ca�adora.
N�o � invenc�vel.
Tenho uma ideia.
Kurt?
Quem �s tu?
- H� quanto tempo nos conhecemos? - H� muito tempo.
N�o!
F�-lo!
Roman?
O que queres?
Quero-te aqui comigo,
na escurid�o!
Quero que sintas o que eu sinto.
Se me queres,
vem apanhar-me.
Agora!
Como � que chego � Remi?
Tu n�o queres lutar comigo.
- Eu ven�o sempre. - N�o, n�o vences.
Mais uma vit�ria para a Remi.
O que acontecer� quando perderes?
Nada de bom.
Espera, o que...
Porque � que eu escolhi isto?
- Jogavas com a Remi, n�o comigo. - Excelente pergunta.
Como chego � Remi?
Ainda n�o acab�mos.
At� acabarmos,
n�o te podes mexer...
Continuas a sangrar.
Parece que n�o quer parar.
Desculpa.
O qu�? N�o teres sido tu a matar-me?
N�o te ter protegido.
Da morte dos nossos pais, do...
... orfanato do Crawford, da Shepherd.
De mim.
- Tu magoaste-me muito. - Estava a tentar salvar-te.
Dar-te a oportunidade que eu tive de recome�ar.
N�o sabia que te ia matar.
Na verdade, n�o mataste, lembras-te?
Seja como for, como podias saber que o ZIP era veneno?
A Shepherd n�o nos disse.
Eu devia ter-nos afastado dela.
N�o havia fuga poss�vel.
Mas nada disso importa agora.
A mim, importa.
Est� bem.
Eu perdoo-te.
Tenho saudades tuas.
�s a �nica pessoa que realmente me conhece.
Por inteiro.
N�o,
h� outra.
Quem?
O Kurt?
Lembras-te mesmo daquilo tudo, de quando �ramos crian�as?
Sim.
Era a vida da Remi.
O que significa isso?
Ganhaste.
Trouxe-te uma coisa.
Adeus, mana.
Conseguiste o que precisavas?
Acho que sim.
�ptimo.
� altura de afastar a Remi de vez.
O que se passa?
N�o sei.
Acho que ainda n�o estou preparada.
O Roman...
Tu consegues fazer isto.
O que se passa? Porque � que vai para baixo?
Porque � que vai para baixo?
Disseste que a Remi estava para cima.
E est�. Para onde � que nos leva?
Sou a tua m�e.
Sou a tua m�e.
N�o!
Ol�, Jane.
Lembras-te de mim, n�o te lembras?
As recorda��es podem ser algo perigoso.
N�o vim por tua causa,
vim pela Remi.
Nunca a vais derrotar.
Criei-a para ser imbat�vel.
Queres um conselho?
Devias ir decifrar puzzles no laborat�rio com os teus amigos.
� para isso que tu foste criada.
Esperas que eu me afaste,
enquanto a Remi me rouba a vida?
Quero as minhas recorda��es de volta,
s�o minhas.
N�o fazes ideia do que persegues.
- Atem-na! - N�o. N�o!
Larguem-me!
Queres recordar-te?
Ent�o, lembra-te de tudo.
Achas que recordar � maravilhoso?
V� toda a dor que sentiste.
Toda a dor que causaste.
Mentiste-nos!
Desculpa.
Abandonaste-me.
N�o.
H� um lugar na tua mente a que ningu�m tem acesso.
Um lugar que s� a ti pertence.
Digam o que disserem, fa�am o que fizerem,
ningu�m tem acesso,
a dor...
... � um sonho.
A dor � um sonho.
N�o...
Como � que ela est� a fazer aquilo?
Isto n�o devia acontecer.
Eu lembro-me...
Isto n�o acaba aqui,
nem pensar.
Ajuda-me! Jane!
Ajuda-me!
Jane!
Jane, preciso de ti!
O FBI n�o negoceia com terroristas.
Temos de chegar � Remi. Anda!
Jane!
Ajuda-me!
Ajuda-me!
Bolas! Kurt.
Kurt.
Jane.
Tira-me esta coisa.
N�o percebo.
O que estou a fazer mal? Porque � que isto se repete?
Esta bomba s� pode ser desactivada removendo a cavilha do detonador,
mas est� protegida por um mecanismo de seguran�a.
Tens de alcan��-la dentro do tubo,
tirar a tampa e pux�-la.
Mas � assim�trica,
tens de torcer e girar, para evitar pontos de contacto,
percebes?
O que est�s a fazer? V� l�. Jane!
Estamos a ficar sem tempo.
N�o, isto nunca vai parar.
Ela vai continuar a fazer isto repetidamente, mantendo-nos aqui.
Quem?
A Remi.
Est� a usar-te para me manter afastada dela.
Sabe que nunca vou parar de tentar salvar-te.
Ent�o, salva-me! Jane,
tira-me desta coisa.
Mas tu n�o �s realmente tu.
O qu�?
O que est�s a dizer, Jane? Sou eu!
N�o. N�o, �s eu.
O que significa que sou a �nica com poder para parar isto.
Ent�o, para-o, Jane.
Por favor...
N�o fa�as isto.
- Desculpa, Kurt. - Por favor, n�o.
Vemo-nos quando eu acordar.
O teu eu verdadeiro.
Acho que tenho de fazer esta parte sozinha.
N�o.
- Jane... - Desculpa.
Jane.
Jane!
Jane!
Algo est� errado.
Desliguem.
- Desliguem agora, por favor. - N�o podemos.
Se a desligarmos, ela morre ou acaba um vegetal.
- Rich... - Ele tem raz�o.
N�o h� volta atr�s.
Desculpa, Kurt. A Jane tem de lutar esta batalha sozinha, agora.
N�o.
N�o. Abre a porta.
Adeus, Jane.
Ol�?
Patterson?
Reade? Rich? Zapata?
Disseram que estariam sempre aqui, quando precisasse.
Est� bem.
Suponho que tenho de fazer isto sozinha.
Tenho mesmo?
Ora bem,
o que faria a equipa, se estivesse aqui?
Aquela impress�o de m�o do scanner.
Porque me � t�o familiar?
� outro puzzle.
O Reade diria ao Rich e � Patterson para investigarem
e isso faria a Patterson lembrar-se de alguma coisa.
E depois come�ariam a analisar c�digos e cifras
relacionados com m�os e impress�es digitais.
Depois, reparariam em alguma coisa.
Aquela m�o estranha aparece quatro vezes, no meu corpo.
Teriam uma ideia.
Teriam uma ideia e, depois,
dividiriam o meu corpo em grelha, sobrepondo as quatro tatuagens.
As letras que surgem na mesma posi��o
nas quatro tatuagens s�o isoladas.
Est� tudo baralhado.
Disseram que estariam sempre aqui.
Espera a�. E se a cifra for essa?
"Estaremos sempre aqui, quando precisares."
"Alice do Outro Lado do Espelho".
- O que � isso? - � da Taylor.
A boneca da Taylor Shaw?
Ser� a resposta?
SENHA INV�LIDA
Jane.
SENHA INV�LIDA
Remi?
SENHA INV�LIDA
O teu verdadeiro nome � Alice Kruger.
Alice...
ACESSO PERMITIDO
Sou eu.
Antes de ser a Remi ou a Jane.
�s eu, antes de ter acontecido algo mau.
�s a Alice Kruger.
Ora,
se n�o � a Jane Doe, do FBI.
Est� na altura de desapareceres.
Queres matar-me?
Est� � vontade.
Foi o que eu pensei.
Temperatura a subir.
Press�o arterial e frequ�ncia respirat�ria a diminuir.
- Batimentos card�acos irregulares. - Passou demasiado tempo.
Vamos, Jane.
Jane. Jane,
n�o desistas.
Nunca desisti de ti. N�o desistas de mim.
For�a! Mata-a!
Achas-te assim t�o �ntegra? Que mereces isto?
N�o passaste de um dispositivo, de um recipiente,
para conseguirmos o que quer�amos.
N�o �s uma pessoa,
�s uma interfer�ncia.
Uma anomalia numa tomografia.
Al�m disso, eu cheguei primeiro.
N�o, n�o chegaste.
A Alice � que chegou.
E tu n�o �s o inimigo,
a Shepherd � que �.
Foi ela que nos fez isto.
Manteve-te sozinha, desconfiada,
usando-te como uma arma,
encheu-te de medo e de �dio.
Boa tentativa.
Mas, se eu estiver sozinha, tu tamb�m est�s.
N�o, n�o estou.
Tenho algo que a Shepherd nunca nos deu.
Pessoas que se preocupam comigo,
que me apoiaram, quando precisei delas.
Desiste.
Afastem-se,
ou eu mato a mi�da.
� tarde demais.
J� a mataste.
N�o,
h� outra.
Tu n�o tiveste culpa.
N�o vim aqui derrotar-te.
Vim fazer as pazes contigo.
As pazes?
N�o somos t�o diferentes quanto julgas.
Ambas fomos aquela menina, antes de a Shepherd nos tirar isso.
- N�o sou nada como tu. - Est�s enganada.
Lembro-me do que fizeste, quando te fizeste passar por mim.
Lembro-me do mau
e lembro-me do bom.
De todas as vidas que salvaste.
Estrat�gia, para ganhar a confian�a deles.
Ouviste o que eu disse? Disse que me lembro.
Somos iguais,
dois lados da mesma moeda.
Mas n�o seremos livres, at� nos libertarmos dela de vez.
E como � que fazemos isso?
Remi,
n�o lhe d�s ouvidos.
Juntas,
tu e eu.
N�o tens de ser o que ela diz que �s.
E n�o tens de estar sozinha.
Seja o que for que fizeste,
que fizemos,
eu perdoo-te.
Temo-la connosco.
Jane!
�s tu?
Kurt,
sou eu, a Jane.
Voltei.
Julgava que te tinha perdido.
Tamb�m julgava ter-me perdido.
Espera.
Eu lembro-me de tudo,
das minhas recorda��es,
das da Remi, por piores que sejam.
Mas, pela primeira vez na minha vida,
sinto-me uma pessoa completa.
O que �? Cala-te, tu � que est�s a chorar.
Deixo-os p�r a conversa em dia.
Ajudou-me a regressar?
Foi um trabalho de equipa.
Obrigada.
Sou a Jane.
� um prazer conhec�-la, Jane.
Fica aqui, tens de descansar. Voltarei depressa.
Tirei a Shepherd da pris�o secreta.
- Quando era a Remi, fui... - Sim, n�s sabemos. N�o faz mal.
N�o estavas em ti.
Arranjaremos maneira de explicar ao Weitz e � CIA, quando for preciso.
N�o, eu sei onde � que ela est�.
- Posso lev�-los at� ela agora. - N�o. N�o, n�o.
Est� bem? J� passaste por muito.
Por isso, d�s-nos a morada e n�s vamos l�.
Sim, tamb�m n�o confiaria em mim.
Estas s�o provas suficientes.
Est�s de volta.
Sim, � melhor verificar, podemos fazer todo o tipo de testes, mas...
... agora devias ir ao hospital.
- Rich, queres ir com ela? - Com certeza.
Vou chamar a ambul�ncia.
Patterson,
vamos buscar a Shepherd.
Kurt...
Desculpa.
Por tudo o que eu te fiz, pelas mentiras que te disse.
Tudo bem,
n�o interessa.
Est�s de volta
e eu amo-te.
Amo-te.
Apanha-a.
Livre!
Livre!
Desapareceu.
Achas...
... que a Jane se pode ter confundido?
- Ou... - Ou o qu�
Nos induziu em erro de prop�sito? N�o, n�o acho.
Podes ficar aqui? Trabalha com a equipa forense.
Precisamos de algo que nos diga para onde foi a Shepherd.
Um agente vai levar a Jane a casa, do hospital.
Vou ver como � que ela est�,
ver se se lembra de algo que nos possa ser �til.
Jane?
Cheguei.
Onde est� a Remi? O que � que lhe fizeram?
- Ela foi-se. - N�o acredito! Ela vir� buscar-me.
Est�s bem?
Estou �ptimo.
Tenho recebido sinais contradit�rios da tua parte, ultimamente.
Isto � maneira
de tratares a tua m�e?
Uma m�e nunca teria feito o que fizeste a mim e ao Roman.
Mas j� n�o nos podes magoar.
Nem a mais ningu�m.
Acabou.
Perdeste.
Amo-te.
E amo o teu irm�o
� minha maneira.
Pode ser verdade
ou n�o.
Nem sei se tu sabes.
Mas tudo o que tu fizeste
levou-me aonde estou agora,
E eu gosto de quem sou.
Adeus, Shepherd.
Pronto. Est�s preparada?
Sim, estou.
Aqui est� ela!
Como � que te sentes?
Sinto-me...
Uma mulher nova.
A boa.
Analis�mos a tua TAC e a tua resson�ncia magn�tica,
a tua avalia��o psicol�gica e o teu pol�grafo.
Bem-vinda de volta.
E, continuando, creio que isto � teu,
Agente Doe.
Isto � simp�tico.
Voltamos finalmente a ser uma fam�lia feliz.
Sem mentiras, sem...
... dramas.
Vamos.
L� se vai a fam�lia feliz.
Tradu��o Andr� Vieira
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