All language subtitles for The_Phenomenon_ 2020 _720p_WEBx64_AAC_Dr3adLoX1-Portuguese

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Em Dezembro de 2017, o New York Times divulgou vídeos de encontros entre jactos de caça da Marinha dos Estados Unidos e objectos voadores não identificados.

O New York Times também revelou a existência de um programa secreto de OVNIs do Pentágono: Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais

Em Abril de 2020, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América confirmou que os vídeos eram reais e que os objectos eram "não identificados".

Tudo o que sabemos e aprendemos sobre a humanidade... . . . .

EX-SUBSECRETÁRIO DA DEFESA . . . .

...e o seu lugar no Universo sugerem . . . .

que somos parte da regra, não a excepção. . . . .

. PLANETA K2-18B

No último mês [ano 2015], foi identificado um planeta com água

a 110 anos-luz de distância da Terra.

Precisamos de começar a aceitar e a entender

que nunca estivemos sozinhos no Universo em nenhum momento.

No mesmo ano em que se descobriu água num planeta distante,

a Marinha dos EUA fez um anúncio surpreendente.

Veja aquilo.

Está a girar.

Imagens capturadas por pilotos,

eram imagens autênticas de objectos com tecnologia superior.

Que p... é essa?

Localizou um alvo em movimento?

Finalmente podemos, após décadas,

começar a responder às perguntas

sobre a origem desses veículos, de onde vêm eles,

como são fabricados, como funcionam e porque vieram.

O F E N Ó M E N O

As pessoas precisam de saber que há algo mais no espaço.

Para entender plenamente, devemos examinar evidências há muito suprimidas.

Uma história paralela àquela que pensamos conhecer

e que tem pelo menos 70 anos.

Num dia claro e ensolarado de 1955,

William Coleman, piloto condecorado da 2ª Guerra Mundial,

descolou de Miami num voo de rotina para levar um bombardeiro B-25

a uma base aérea no Mississippi.

O meu co-piloto disse: "Olhe para aquele ponto brilhante." . . .

CORONEL PILOTO APOSENTADO . . .

Achei que era o reflexo do Sol no vidro.

Ele e os seus passageiros, dois engenheiros aeronáuticos,

viram que era um objecto estranho

a fazer uma descida rápida, mesmo na rota de voo deles.

"Meu Deus, olhem só para aquilo!"

Usei a potência máxima contínua,

acelerei o quanto pude, a mais de 450 km/h,

rente à copa das árvores...

Estou mesmo na cauda dessa coisa.

Mas ao aproximarmo-nos, eu disse: "Não tem cauda.

Não tem asas."

Olho para a sombra no solo. Era perfeitamente redonda.

Aquilo não é um avião.

E eu disse: "Vou ultrapassá-lo. Aguentem-se."

Aí fiz uma curva fechada.

Era um disco a atravessar os campos, com dois grandes remoinhos

O que eu não via era nenhum escape ou propulsão.

Nem linhas de rebites. A borda era redonda a toda a volta.

Um verdadeiro disco voador.

Então pareceu desaparecer até que eles o viram milhares de metros acima deles.

Um objecto amarelo brilhante, a lembrar o Sol.

Foi-se como um morcego a escapar-se do Inferno.

Depois de pousarem, as atordoadas testemunhas foram interrogadas separadamente

pelo Projecto Livro Azul da Força Aérea, que investiga fenómenos OVNI.

Ironicamente, pouco mais de uma década depois,

o coronel William T. Coleman passou a ser porta-voz público do projecto Livro Azul.

Provavelmente o que vimos pode ter vindo de outro lugar.

INFORMAÇÕES PÚBLICAS, PROJECTO LIVRO AZUL

Repare, as Forças Aéreas são altamente letais

quando se trata de interceptar algo desconhecido.

Se algo se provar hostil,

nós derrubamo-lo.

Tirando isso, não há problema.

DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA

No fim dos anos 1940, a América parecia imune a ameaças militares.

Tinha acabado de sair da 2º Guerra Mundial a dominar os ares

e era a única superpotência nuclear do mundo.

Mas em 1947 algo apareceu no céu

e tudo mudou.

24 DE JUNHO DE 1947

Todos os noticiários e todos os jornais de todo o país . . . .

fizeram títulos de caixa alta.

E esta tarde temos a honra de receber, aqui no nosso estúdio, . .

este homem, Kenneth Arnold, que pode nos contar em primeira mão . .

o que aconteceu.

Continuei a procurar a cauda deles, mas não tinha.

VOZ DE KENNETH ARNOLD

Pensei: "Bem, pode ser que seja alguma coisa errada com os meus olhos".

Eles pareciam virar e piscar ao Sol, como um espelho.

Gostaria de confirmar com as mãos sobre uma Bíblia que vi mesmo isso,

e se tem a ver com o nosso Exército, os nossos Serviços Secretos,

ou se tem a ver com um país estrangeiro, não sei.

Arnold tinha enviado este esboço à Força Aérea quando foi convocado.

Mais tarde, ele foi convidado para a Base Aérea de Hamilton Field, na Califórnia

onde lhe deram aquilo que lhe disseram ser fotos autênticas de uma nave semelhante.

"A pedido do tenente-coronel Donald Springer,

oficial comandante da 4ª Serviço de Informações da Força Aérea,

deram-me as fotos acima em atenção

à assistência por ele dada à Informação Militar."

FILHA

A foto foi tirada no Arizona apenas duas semanas depois do encontro dele.

"MISTÉRIO" FOTOGRAFADO SOBRE PHOENIX

"DISCO" VELOZ CORTA OS CÉUS DA REGIÃO

Disseram que o meu pai, e o seu avistamento dos discos voadores, suscitou

mais atenção do que o fim da 2ª Guerra Mundial.

Foi assediado por repórteres de jornais de todo o mundo.

Repórteres entrevistaram o piloto E. J. Smith, da United Airlines,

que também voou pela rota Noroeste.

Ele gracejou que Arnold provavelmente tinha sido enganado por um reflexo na cabine

até também ele testemunhar o mesmo, poucas semanas depois.

Ele e a sua tripulação atónita viram

nove discos a manobrar em formação durante 45 minutos.

"ERAM MAIS OU MENOS ASSIM"

PITTMAN: E a partir daí a coisa explodiu.

Os primeiros dias de Julho de 1947 foram repletos de actividade emocionante. . . .

HISTORIADOR DE OVNIs

FROTA DE DISCOS CRUZAM DENVER

Esses objectos desconhecidos invadiram o país...

PORTLAND "INVADIDA" POR FROTA DE DISCOS VOADORES

...às vezes em formações que pareciam uma demonstração deliberada de força.

MULTIDÕES VÊEM DISCOS A PAIRAR NO CÉU

DISCOS VOADORES EM TODOS OS LUGARES

NOVOS RELATOS CONVERTEM CÉPTICOS

BOB HOPE: Centenas de pessoas disseram aos investigadores da Força Aérea

que tinham visto os discos com os seus próprios olhos.

Coisas brilhantes, reluzentes, que silvavam através do ar a velocidades incríveis.

Até pilotos comerciais, que raramente fantasiam, relataram tê-los visto.

E panfletos da Força Aérea falavam em persegui-los,

ou coisa assim, por todo o céu.

A Força Aérea chama-lhes "Objectos Voadores Não Identificados",

mas as pessoas continuaram a chamar-lhes discos e a vê-los.

Havia algo no ar.

ALGO NO AR

A Força Aérea tem as melhores mentes do país a trabalhar nisso.

. . NOTÍCIA PELA RÁDIO NOS ANOS 50

. . O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Nathan Twining,

diz que se há discos de Marte, de Júpiter ou de algum planeta distante,

e se houver um povo num mundo muito mais adiantado do que nós,

ele acha que não temos que nos preocupar.

CÓPIA SECRETA - ASSUNTO: PARECER SOBRE "DISCOS VOADORES"

Mas um memorando, na altura secreto, do mesmo general

sugeria que os mais altos escalões militares

achavam que havia muito com que se preocupar.

O memorando afirma: "O fenómeno relatado é real,

não é imaginário nem fictício."

Ele descrevia discos metálicos de forma circular, com cúpulas em cima,

muitas vezes viajando em formações de três a nove naves.

Também arrolava capacidades aerodinâmicas

com implicações inquietantes para a defesa nacional.

Velocidades extremas de subida, manobrabilidade estonteante

e superior capacidade de acção evasiva.

Muita gente esperava que o governo dos Estados Unidos

fosse confirmar: "OK, são nossos.

É uma fantástica tecnologia avançada que estávamos a testar

e, agora, chegou a hora de divulgar."

Alguns testemunhos oculares incluíram provas fotográficas convincentes.

11 DE MAIO DE 1950

Evelyn Trent estava a alimentar os coelhos quando viu

um objecto metálico em forma de disco a pairar sobre a fazenda.

Ela disse ao marido, Paul, para ir buscar a máquina fotográfica,

e ele conseguiu tirar duas fotografias.

Eles descreveram o objecto a pairar lentamente antes de acelerar abruptamente.

O DISCO VOADOR DO FAZENDEIRO TRENT

A revista Life cobriu a história, e o OVNI de McMinnville fez sensação.

PITTMAN: Não há hipótese de ser fenómeno atmosférico.

Nem de ser uma estrela ou aeronave.

Isto ou é alguma estrutura que desconhecemos

ou é uma fraude.

Paul Trent e a esposa eram trabalhadores honestos e simples,

que nunca ganharam um cêntimo com as fotos que tiraram.

Nunca tentaram ganhar um cêntimo com isso.

Ele surgiu do nada, inclinou-se e...

TESTEMUNHA OCULAR

foi-se. Foi-se muito depressa.

Nunca vi nada tão rápido na minha vida como aquela coisa.

Em 1951, o futuro astronauta Gordon Cooper, enquanto treinava na Alemanha,

perseguiu uma grande formação com o esquadrão de caças dele.

. Ao contrário dos caças, eles paravam

. de repente e faziam curvas a 90 graus,

. às vezes, em trajectória de voo.

. VOZ DE GORDON COOPER

. Dois ou três dias depois, pusemos praticamente todos os caças

. que tínhamos na base

a voar tão alto como eles,

com homens de binóculos,

ainda à procura daqueles estranhos objectos que voavam sobre a cabeça deles.

Nunca chegámos perto o suficiente para saber,

mas eles eram redondos e muito metálicos.

E aproximavam-se e imitavam as nossas manobras...

ASTRONAUTA DO MERCURY

...mas de vez em quando um deles fazia...

E o caça não faz isso.

2 DE JULHO DE 1952

Há dois discos, um invertido sobre o outro.

VOZ DE DELBERT NEWHOUSE

Pareciam ser de algum metal polido.

Quando os vi pela primeira vez, eles estavam quase sobre mim.

Quando a câmara ficou pronta,

eles já estavam a uma distância consideravelmente maior.

Mas esses objectos não se mostravam hostis.

Um poder de outro mundo numa misteriosa missão.

DISCOS EM FORMAÇÃO: DISCOS VOADORES

A VELOCIDADES ALÉM DA RESISTÊNCIA HUMANA,

FORAM VISTOS POR DOIS PILOTOS VETERANOS

PILOTOS NASH E FORTENBERRY, DA PAN AMERICAN.

Os pilotos comerciais William Nash e William Fortenberry,

ex-pilotos da Marinha com milhares de horas de voo,

viram oito enormes discos voarem em formação sobreposta

sobre Chesapeake Bay, na Virgínia,

bem próximo de Washington, DC.

Sobre a escuridão da baía,

apareceram seis moedas vermelhas distintas.

PILOTO DA PAN AMERICAN

Quando se aproximaram, deu para ver que...

Parecia que dava para ver para dentro, como uma brasa.

Eles relataram que os objectos vermelhos brilhantes se aproximaram pela frente

a uma velocidade estimada entre 9 600 a 19 000 km/h.

Chegou assim e foi-se assim.

Não era possível fazer uma reversão completa ou uma curva de 90 graus

a 19 000 km/h ou mais

sem que os tripulantes fossem esmagados contra a parede.

Isso chocou-nos. Ver aquilo perturbou-nos.

Nada poderia ter chegado

a esse nível de progresso científico

sem que algumas coisas pelo meio fossem de conhecimento público.

Sabíamos que não eram deste planeta.

19 DE JULHO DE 1952

No fim de semana seguinte, o impensável aconteceu.

Os céus da capital da nação foram invadidos.

Sete pontos desconhecidos apareceram no radar do aeroporto de Washington.

Controladores de tráfego aéreo das bases aéreas de Andrews e Bolling

confirmaram os objectos, que dançavam pelo espaço aéreo restrito.

OBSERVADOR DE RADAR EM WASHINGTON VIU DISCOS VOADORES

NENHUMA AERONAVE CONHECIDA OS SUPERA

O Capitólio.

ANIMAÇÃO

A Casa Branca, onde o presidente morava,

esses eram alguns dos locais mais importantes do país

quanto à defesa nacional.

ESBOÇO ORIGINAL DO RADAR CASA BRANCA

Havia OVNIs a violar esse espaço aéreo,

e a Força Aérea não podia fazer nada.

Os interceptores F-94 foram lançados.

O assessor de imprensa do Pentágono, Al Chop, estava na sala de radar.

Dava para ver os aviões a entrar no campo do radar,

e assim que vimos começarem a aparecer...

PORTA-VOZ DE IMPRENSA DO PROJECTO LIVRO AZUL

...os OVNIs sumiram. Foram-se embora.

Obviamente, fosse o que fosse, tinha inteligência

suficiente para sair da área quando mandámos a intercepção.

MANDE TODOS OS JACTOS ATRÁS DOS DISCOS

Mas no fim de semana seguinte, começou de novo.

O piloto William Patterson acelerou o seu jacto Starfire à velocidade máxima

para tentar interceptar um dos objectos brilhantes.

Voou bem no meio de três ou quatro deles.

Al Chop relembra o piloto em pânico na transmissão ar-terra

enquanto ele voava a 1 000 km/h dentro de um grupo de OVNIs.

Ele disse: "Estão-se a aproximar. O que é que eu faço?"

Foi assustador.

A Força Aérea tinha dado ordens para derrubar os objectos

se "eles não pousarem voluntariamente".

Não vou mandar um piloto da Força Aérea disparar contra aquela coisa nem contra nada.

Mas eu não disse nada. Ninguém falou.

De repente, as coisas começaram a afastar-se dele,

e ele disse: "Eles foram-se."

Sei que são objectos sólidos.

Que provavelmente são de outro planeta

ou de algum lugar do espaço exterior.

Sempre achei isso desde aquela noite.

No dia seguinte, o alto escalão da Força Aérea

organizou a maior conferência de imprensa do Pentágono desde a 2ª Guerra Mundial.

Visto aqui numa reunião de última hora, o general Roger Ramey,

director de operações da Força Aérea no Pentágono.

Capitão Edward Ruppelt, do Projecto Livro Azul,

o braço oficial de investigações de OVNIs da Força Aérea,

e o director de Informações da Força Aérea, o general John Samford.

Desde 1947, recebemos e analisámos entre mil e dois mil relatórios...

CHEFE DE INTELIGÊNCIA DA FORÇA AÉREA

...que chegaram até nós de todos os tipos de fontes.

Desse grande volume de relatórios,

podemos explicar adequadamente a maior parte deles.

No entanto, houve um certo percentual desse volume de relatórios

que foi feito por observadores credíveis de coisas relativamente incríveis.

Podemos dizer que os avistamentos recentes não estão, de modo algum, associados

a nenhum desenvolvimento secreto de nenhum departamento dos EUA.

Na sessão com os repórteres, Samford sugeriu 50% de chance

de terem sido ondas de radar reflectindo inversões de temperatura.

Samford conseguiu convencer...

HISTORIADOR DE AVIAÇÃO

...de que não eram reais. Eram apenas ilusões da atmosfera.

FORÇA AÉREA CHAMA AOS DISCOS MERAS CAMADAS DE AR FRIO

E os fenómenos atmosféricos não são ameaça à segurança nacional.

Não se atira a nuvens.

O público pensava nas implicações de um possível contacto extraterrestre.

Robert L. Farnsworth, presidente da Sociedade de Foguetes dos Estados Unidos,

disse aos oficiais da defesa para proibir os nossos aviões de disparar contra os discos.

Ele disse que isso pode alienar a humanidade de seres superiores.

Farnsworth acha que se deve tentar um contacto amistoso o máximo possível.

Nos bastidores, a CIA tinha outras preocupações.

AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Um memorando interno secreto pedia atenção imediata . . .

a objectos inexplicáveis nas proximidades das principais instalações da Defesa. . . .

Eu atrever-me-ia a dizer, se algo acontecesse . . .

que considerássemos ameaça à segurança nacional... . . .

CORONEL DIRETOR DO PROJECTO LIVRO AZUL . . .

...uma das Forças Armadas responderia.

NO ESCURO

Era o auge da Guerra Fria.

FÍSICO / CIENTISTA DA COMPUTAÇÃO . . .

Havia bombardeiros dos dois lados carregados com bombas nucleares. . . .

O Dr. Jacque Vallee foi a inspiração para o pesquisador Francês de OVNIs . . .

em Contactos Imediatos do Terceiro Grau, filme de Steven Spielberg.

CONTACTOS IMEDIATOS DO TERCEIRO GRAU

Você teve um contacto imediato?

Na vida real, ele conduziu uma sóbria investigação científica sobre o fenómeno.

Sabemos agora que não há uma resposta simples.

Durante décadas, ele falou com testemunhas... . . . .

CASO BETTY E BARNEY HILL . . . .

...e viajou pelo mundo recolhendo provas... . . . .

NITERÓI, BRASIL . . . .

...para criar o primeiro banco de dados sobre OVNIs.

NAÇÕES UNIDAS

Sr. Presidente, . . .

todas as grandes nações do mundo estão representadas neste comité. . . .

Lembremos que o fenómeno OVNI pode representar

uma realidade ainda maior.

Vallee também consultou autoridades científicas, militares e governamentais,

incluindo o Dr. J. Allen Hynek, consultor do Projecto Livro Azul.

Comecei o meu trabalho como consultor científico da Força Aérea dos EUA

como um céptico aberto a ideias.

Hynek era astrónomo universitário com autorização de alta segurança

quando a Força Aérea o recrutou para investigar OVNIs.

Quando a Força Aérea precisou de investigar

alguns dos estranhos relatos de discos voadores,

eles precisaram de um astrónomo para ver quantos dos relatórios

poderiam ser explicados como meteoros, planetas ou estrelas cintilantes.

Os dois cientistas tornaram-se colegas próximos,

com Hynek confiando em Vallee para indexar os arquivos do Livro Azul

espalhados por toda a casa de Hynek.

Foi lá que Vallee casualmente achou uma carta tão secreta

que teve de apelar ao conselheiro-chefe

do Comité de Dotações da Defesa no Senado

para libertar o documento.

Aquele documento mudou a minha vida. Mostrou-me que o assunto tinha

sido levado muito mais a sério do que as pessoas pensavam.

"...UMA ENORME E CARA OPERAÇÃO."

O documento revelou uma investigação científica ultra-secreta financiada...

"...BASEADO NA NOSSA ANÁLISE DE MILHARES DE RELATÓRIOS."

...trabalhando paralelamente ao Livro Azul

e conhecida por um grupo selecto.

A carta foi assinada por H. C. Cross,

director de metalurgia exótica dos Laboratórios Nacionais Battelle. . . . . . .

INSTITUTO MEMORIAL BATTELLE GERENTE DE CONTRATOS DOS LABORATÓRIOS . . . . . .

Eram as pessoas que tinham analisado os factos

com um grande orçamento e com físicos e cientistas da computação competentes.

Quem são elas? Que informações tinham?

Boa noite. Hoje temos uma história fantástica.

A história de que discos voadores de outros mundos visitam o nosso planeta,

assim como nós exploramos o espaço com os nossos próprios foguetes.

O convidado é o ex-major da Marine Air Corps, Donald Keyhoe,

que faz campanha para provar que os discos voadores existem.

O meu nome é Mike Wallace. O cigarro é o Parliament.

Por que é que o governo dos Estados Unidos retém informações

dos cidadãos do país?

A Força Aérea está a tratar o povo Americano como crianças.

Eles não confiam os factos ao povo.

Nos anos 50 e 60, não eram só os Americanos

que viam discos voadores.

AUSTRÁLIA ABRIL

MISTÉRIO DO DISCO VOADOR: ESCOLA EM SILÊNCIO

Na Escola Westall, na Austrália,

centenas de alunos viram um objecto pairar sobre esta torre de linha de energia

no campo de atletismo.

Um evento que eles recordam vividamente 50 anos depois.

Um aluno entrou na sala.

TESTEMUNHA

"Há discos voadores no relvado!"

E todos saíram a correr.

Lembro-me do medo e da histeria de todos os alunos.

Não dava para acreditar. O que eu via era impossível.

TESTEMUNHA

Na vertical, na horizontal. Afastava-se e aproximava-se de nós.

TESTEMUNHA

Apareciam ali, acolá.

TESTEMUNHA

Minha nossa! Mas foi empolgante.

De repente, virou-se de lado...

TESTEMUNHA

...e deu para ver que era um disco redondo.

As crianças viram o disco a descer nesta reserva arborizada

no fim do percurso de corrida da escola.

Corri até à esquina da escola, saltei a cerca...

TESTEMUNHA

...e corri para onde achei que tivesse caído entre as árvores.

Aí congelei, ele estava bem à minha frente, no chão.

Era um disco com um relevo no meio.

Também ouvi um zumbido bem grave

e senti um pouco de calor a sair dele.

Ele descolou imediatamente.

Tinha luzes azul-púrpura na parte de baixo.

Não me lembro de ter visto janelas,

e flutuou a uns quatro ou cinco metros do solo,

virou-se de lado e fez... E subiu muito depressa.

Nada, nem hoje em dia, poderia ir assim tão rápido.

Pouco depois de o objecto partir, as autoridades foram à escola.

O Exército, a Força Aérea e a polícia isolaram a área...

TESTEMUNHA

...para que nenhum de nós entrasse ou atrapalhasse.

Reuniram-nos. O director disse:

TESTEMUNHA

"Vocês não viram nada. Não devem falar sobre isto.

Terão problemas se falarem."

"FEIXE DE LUZ COMO UM DISCO"

Pela primeira vez,

o professor de Ciências da escola contará o que viu naquele dia...

ESCOLA WESTALL

...mas não quer revelar a sua identidade.

DIRECTOR

Não era miragem. Havia algo físico no céu.

Era prateado. Flutuava no céu.

Podia mover-se lentamente ou muito rapidamente.

Acabou por se afastar para o outro lado do relvado

e pousou atrás de uns pinheiros.

Nunca fui capaz de usar os meus conhecimentos do mundo

nem a minha formação científica para dar uma explicação racional.

O que ele disse a seguir dá uma pista de porque é que os funcionários da escola . . . . . .

ficaram em silêncio por tanto tempo. . . . . . .

Bateram à minha porta uma noite. Dois senhores, um deles uniformizado,

pediram que eu descrevesse o que tinha visto.

Aí disseram-me que eu não tinha visto nada,

que inventei tudo, possivelmente por estar bêbado...

"COMO EU DISSE, CRIANÇAS, NÃO EXISTE DISCO VOADOR."

...e que eles denunciariam isso ao Departamento de Educação

e que eu perderia o emprego. Depois disseram-me

que eu seria indiciado sob a Lei dos Segredos Oficiais.

Disseram que não havia lá nada, quando eu sabia que havia,

e mandaram-me ficar calado quanto a isso.

Porque é que eu tive de ficar calado?

O pouso em Westall pode não ter sido um incidente isolado.

CARAMBA! AGORA É UM COGUMELO VOADOR...

Quatro dias antes, ali perto, em Balwyn, um jovem engenheiro

estava a tirar fotografias no jardim da mãe quando algo lhe chamou a atenção.

Um tremendo flash. Olhei para cima e vi um objecto...

Eu tinha uma Polaroid. Puxei por ela

e tirei a foto. Tenho-a aqui.

É a Polaroid original?

É. Segure por baixo.

Parecia feito de algum metal

e era um produto de engenharia.

Sendo engenheiro, eu sabia que era.

E quando tirei a foto,

ele tinha-se virado, e deu para ver a parte de baixo,

parecia que estava a girar para mim.

Foi isso e depois ele deu um salto

e disparou para o Norte, a muito alta velocidade.

Pode descrever a aceleração?

Foi quase instantânea. Como o disparo de uma arma.

Pum! Está a ver?

Oficiais da Força Aérea apareceram à porta dele

pedindo cada detalhe daquela experiência.

Eles também tinham fotos de coisas semelhantes

e um livro com fotos de coisas que...

Eles não o deixaram comigo mas dei uma olhada.

Mas eles disseram que era um objecto voador não identificado.

Foi isso.

Qual foi a conclusão?

Que não veio de nenhum lugar na Terra.

AINDA ESTÃO A PERSEGUIR DISCOS VOADORES

Com uma equipe especializada, o Projecto Livro Azul continuou a recolher

publicamente milhares de casos.

Apesar dos esforços, centenas foram arquivados como desconhecidos.

Vários relatos de um estranho objecto oval com cerca de 60 metros de comprimento... . . . . . .

2 DE NOVEMBRO DE 1957 . . . . . .

...pousando em fazendas e estradas, ontem à noite, próximo de Levelland.

O xerife Clem disse que até ele viu a coisa,

que desligava as luzes e o motor dos automóveis que se aproximassem.

. VOZ DO XERIFE WEIR CLEM

. O objecto descolou quase em linha recta, a uma velocidade fantástica.

Entre 24 e 36 horas após os avistamentos em Levelland, no Texas...

PESQUISADOR HISTÓRICO

...no White Sands Proving Ground, bem perto de Trinity, o local de teste,

onde detonaram a primeira bomba atómica,

militares testemunharam um objecto oval brilhante

que aparentemente pousou.

Aqui é Bill Haggert,

director de informações públicas do White Sands Proving Ground, Novo México.

3 TESTEMUNHAS DA POLÍCIA MILITAR

O que eles viram parecia o pouso e descolagem

de algum objecto controlado, vindo do espaço sideral.

24 DE ABRIL DE 1964

O CASO QUE MUDOU TUDO

Eu estava a perseguir um carro na Park Street.

Direcção perigosa.

Vi uma grande nuvem de fumo.

VOZ DO POLICIA LONNIE ZAMORA

Então larguei o carro

e fui até lá investigar.

Assim que cheguei lá,

vi um grande objecto branco no arroyo.

No início não dava para saber o que era.

O meu rádio pifou.

Não funcionava.

Vi umas silhuetas.

Pareciam andar em redor do objecto.

Pareciam estar de macacão branco.

AGUARELA DO PESQUISADOR RAY STANFORD

E pareciam crianças. Ou seja, eram pequenos.

Um estava na frente e o outro atrás...

Zamora acrescentou que um deles se virou

e olhou directamente para ele.

Quando saí do carro, a cerca de 15 metros...

Acho que me viram porque ligaram o motor ou lá o que quer que fosse.

Vi uma grande explosão de fogo por baixo do objecto.

Eu estava atrás de uns arbustos, atrás do meu carro.

Vi e senti o calor.

Aquilo assustou-me mesmo, sabe?

Muita gente pergunta por que não dei um tiro naquilo.

Não fizeram nada comigo.

Demorou um pouco a descolar,

Subiu uns cinco, dez metros e ficou lá por um tempo.

O mais silencioso possível.

Depois voou para longe, e foi tudo.

O Lonnie estava muito assustado. Branco como fantasma.

Daqui, foi directamente à igreja falar com o padre.

FILHO DO OFICIAL ATENDENTE

Pablo Lopez foi um dos primeiros a chegar ao local de pouso e descolagem.

O chão ainda estava a arder em algumas das ervas daninhas que estavam à sua volta.

ARBUSTO QUEIMADO (CENA REAL)

Esta rara filmagem mostra-nos a cena

pouco depois do incidente.

O patrulheiro Zamora inclina-se para mostrar as marcas do trem de aterragem,

onde os polícias tinham colocado pedras para proteger os vestígios do solo.

E havia dois grupos de pegadas.

Tipo isto.

Mais ou menos deste tamanho.

Comparada com uma moeda, é bem pequena.

Mais ou menos desse tamanho.

Em menos de uma hora e nos dias seguintes,

militares e agentes do FBI e do Projecto Livro Azul

documentaram as provas no local.

DIVISÃO DE TECNOLOGIA ESTRANGEIRA NÃO CONFIDENCIAL

RELATÓRIO ORIGINAL ENCONTRADO NOS ARQUIVOS NACIONAIS

Havia alguma marca no chão ou qualquer coisa assim

-que mostrasse onde tinha aterrado? -Havia quatro.

ÁREA GERAL DAS PEGADAS

Pegadas muito incomuns. E quantas havia?

Duas pegadas de um lado e duas pegadas do outro.

POSSÍVEL FIM DAS PEGADAS. INDETERMINADO DEVIDO

AO TIPO DE SOLO

-Claro, a área queimada... -Eu estava no meu carro.

Vi e senti o calor.

EMANAVA CALOR EM LINHA RECTA OU QUASE DIRECTAMENTE PARA BAIXO

Disseram que tinham sido vistos em todo o estado...

alguns desses discos voadores ou seja lá como lhes chamam.

Deram-me um livro sobre isso, sabe?

Disseram para lê-lo. E diz para não dizer nada.

Para evitar o assunto. Não falar muito, sabe como é.

A meio da noite o Lonnie voltou para casa.

Ele estava muito pálido.

Achei que estava doente. Perguntei: "Está doente?"

ESPOSA

Ele disse: "Não. Só a trabalhar."

Ele parecia zangado.

O QUE VIU O LONNIE?

Fiquei a saber pelos jornais.

OBJECTO MISTERIOSO VISITA A REGIÃO DE SOCORRO

Começaram a publicar. Perguntei o que era aquilo.

"Sei lá", disse ele. "É só dor de cabeça.

Toda a gente me pergunta. Alguns acreditam em mim. Outros, não."

-Caro Sr. Zamora. -Caro Sr. Zamora.

-Caro Sr. Zamora. -Caro Sr. Zamora.

Caro Sr. Zamora, Estou interessada em OVNIs.

Claro que acredito que você viu uma nave espacial em forma de ovo

com passageiros de outro planeta.

EU MESMO VI UM OVNI NO VERÃO DE 1958.

Posso passar uma semana a contar-lhe o que vi.

Um miúdo na feira de Ciências da nossa escola tinha três fotos

de algo parecido com o disco voador que você descreveu.

QUE VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO ENTRE OS QUE VIRAM ESSE OBJECTO.

Como tenho fotos tiradas de umas naves em forma de ovo...

-li que viu um disco voador. -Sou professora reformada.

Você tem uma amiga que acredita em si.

Esse fenómeno do disco mudou a minha vida e as minhas ideias.

DISCO VOADOR IGUAL AO QUE ELE DESCREVEU

Em 17 de agosto de 1960, a polícia de Red Bluff e dezenas de pessoas viram um disco.

Pode dizer quanto tempo é que ele ficou na Terra e outras coisas assim?

Então as pessoas começaram a rir-se dele,

dizendo que ele tinha visto homenzinhos vindos do espaço,

e mais isto e aquilo... Um monte de porcarias.

Muita gente me perguntou se saí da polícia por causa disso.

Não, saí da polícia

porque eu estava a gerar muita publicidade e coisas assim.

Eu não queria prejudicar a cidade.

O nível de inquérito foi até ao gabinete do Presidente.

PEDINDO UMA EXPLICAÇÃO AO PRESIDENTE

Até hoje, o encontro imediato em Socorro permanece sem explicação.

NUMEROSAS DÚVIDAS SOBRE O RECENTE AVISTAMENTO DO OVNI EM SOCORRO

ENVIADAS DO ESCRITÓRIO DO PRESIDENTE

O caso de Socorro era muito parecido

com os casos Franceses que mostrei a Hynek

investigados pela polícia, investigados pela Força Aérea Francesa,

nos quais também havia tripulantes que foram vistos,

seres de baixa estatura associados aos objectos.

Acho que o que o convenceu

foi a aterragem de OVNIs nos Estados Unidos.

O DR. HYNEK ACREDITA NO RELATO DE ZAMORA

UMA ATERRAGEM NO MICHIGAN

Parecia um brinquedo de cabeça para baixo.

SARGENTO POLÍCIA DE ANN ARBOR

Este é o diagrama que fizemos.

SUBDELEGADO POLÍCIA DE ANN ARBOR

É mais chato do que redondo aqui.

Mas tem um relevo aqui.

Parecia sair do chão se estivesse pousado.

UNIVERSITÁRIA DE HILLSDALE

E então vimos três luzes que iam de amarelo a vermelho.

Quando chegámos perto, ele iluminou-se.

TESTEMUNHA DA ATERRAGEM DO OVNI

Ele brilhou e deu para vermos

muito bem o contorno dele.

Dr. Allen Hynek, do Livro Azul, investigou um dos supostos locais de pouso

com o xerife da região.

Numa conferência de imprensa sobrelotada, mais tarde naquele dia,

o mundo susteve a respiração por uma revelação histórica

sobre as aterragens em Michigan.

O VISITANTE MISTERIOSO

Hynek, agora pessoalmente convencido da realidade dos OVNIs,

esforçou-se por seguir a política da Força Aérea, de diminuir a excitação do público.

Está a dizer que os avistamentos em Ann Arbor e Hillsdale

foram causados por gases do pântano?

Estou a dizer que nos dois casos que investiguei mais profundamente, é o mais provável.

Já declarei que não o poderia provar em tribunal.

Por outras palavras, você não sabe o que causou isso.

Não, não é verdade.

Penso que uma pessoa pode ter a certeza de algo,

mas não pode condenar ninguém por assassinato.

- Você pode? Por favor. - Honestamente, neste caso, eu posso.

Mas não pode dizer sem dúvidas que foi isso que causou?

A tensa explicação de Hynek, que ele mais tarde chamou o seu maior arrependimento,

acendeu um furor público.

Sr. Ford, e os discos voadores?

Houve alguns no Michigan, na semana passada.

Dave, tivemos vários incidentes que muitos acharam suficientes

para justificar alguma acção por parte do nosso governo...

VOZ DO DEPUTADO DE MICHIGAN

...e não a resposta irreverente dada pela Força Aérea

de que era "gás do pântano".

Parece que este mistério requer

uma investigação séria do Congresso. Deixe-os dar o parecer deles

Em cinco de Abril de 1966, o Congresso ouviu o testemunho

do Dr. Hynek e de Harold Brown, secretário da Força Aérea.

O Sr. Ford compareceu. Ele tem influência no Congresso.

Assim sendo, Sr. Secretário,

faça alguma luz sobre esses objectos altamente iluminados.

Sr. Secretário, houve acusações

de que a Força Aérea está a esconder alguma coisa sobre OVNIs.

Não temos escondido nada.

SECRETÁRIO DA FORÇA AÉREA

As investigações foram tornadas públicas.

A audiência desta manhã foi pública precisamente por essa mesma razão.

Nunca houve nenhuma prova

apresentada à Força Aérea dos EUA

PROJETO LIVRO AZUL

ou descoberta pela Força Aérea dos EUA

que indicasse que os fenómenos OVNI

representam algum tipo de veículo espacial interplanetário.

Face à crescente pressão, a Força Aérea encarregou

um painel independente de cientistas...

UNIVERSIDADE DO COLORADO

...para analisar casos seleccionados e resolver o assunto de uma vez por todas.

Era liderado pelo físico Edward Condon.

Dr. Condon, espera encontrar pessoas do espaço sideral aqui na Terra?

Bem... Não sei ao certo, mas vamos tentar analisar os relatórios

e obter o máximo de informações adicionais que pudermos.

Gostaria que fôssemos visitados por essas pequenas ou grandes coisas?

Por mim tudo bem. Espero que sejam amistosos.

Como é que propõe fazer...

Após o lançamento do projecto, Condon comentou, junto de uma audiência,

que achava o assunto dos OVNIs um disparate.

Mas disse: "Só posso chegar a essa conclusão daqui a um ano."

ESTUDO CIENTÍFICO DE OBJECTOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS

Após dois anos de investigação, o painel enviou um relatório de 1 400 páginas

mostrando que muitos casos eram anomalias do radar e do tempo,

mas confirmando vários como verdadeiramente inexplicáveis.

Entre eles, as famosas fotos tiradas na fazenda da família Trent, em McMinnville,

bem como a filmagem dos OVNIs em Great Falls, Montana.

VOZ DA TESTEMUNHA

Olhei para cima e vi dois objectos prateados a virem rapidamente do Noroeste.

Sem som, mas pensei ter ouvido um som sibilante quando os vi pela primeira vez.

Os discos pareciam girar como um pião e tinham uns 15 metros de diâmetro,

bem menores do que os jactos que apareceram logo após eu filmar os discos.

Não vi nenhum escape, nem asas, nem qualquer tipo de fuselagem.

Pareciam ser de um metal reluzente, como prata polida.

Há casos inexplicáveis em termos convencionais.

MEMBRO DO COMITÊ CONDON

Supõe-se haver inteligência ou controlo inteligente,

mas não necessariamente uma comunicação directa.

Por que vieram? Que estão a fazer?

O que querem de nós? Quais são as motivações deles?

ESTUDO CIENTÍFICO DE OBJECTOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS

Mas a última palavra ficou com o Dr. Condon.

Parece não haver provas totalmente satisfatórias

de qualquer caso que esteja claramente fora dos parâmetros

da ciência e da tecnologia actualmente conhecidas.

Fiquei meio na dúvida. Teria de concluir

que aquilo para que estávamos a olhar estava para além do nosso estado actual do conhecimento.

FÍSICO ATMOSFÉRICO

Mas comecei a aperceber-me que o Dr. Condon aparentemente não leu

o seu próprio material com muito cuidado.

Fazendo um apuramento real, ― que ele não parece ter feito ―

a percentagem dele para os inexplicáveis é cinco a seis vezes

maior do que a da Força Aérea.

E, no entanto, qual é a recomendação principal dele?

A principal recomendação do Dr. Condon

é de que não há nada com interesse científico que mereça atenção,

por parte do governo federal, nisto.

Ele recomenda esquecer todo o problema.

Ninguém seria financiado. Ninguém olharia para os dados seriamente,

pois a prestigiada academia disse que o problema tinha sido resolvido.

Como a Força Aérea encerrou o sistema de recolha de relatos,

se o público quisesse relatar algo,

teria de o fazer à polícia local.

Mas nunca chegaria à atenção

dos cientistas que estavam a analisar os fenómenos.

FORÇA AÉREA ENCERRA LIVRO SOBRE DISCOS VOADORES

Em 1969, a Força Aérea encerrou oficialmente as investigações públicas.

Isso sugere o quê?

Que sabiam o que era?

Ou que não sabiam.

Um dos dois. E eles sabiam o que era.

INTERVENÇÃO EXTERNA?

Um aspecto do fenómeno que foi varrido para baixo do tapete

é o relato generalizado de intrusões de OVNIs

nas principais instalações militares do mundo.

Os detalhes só vieram à luz décadas mais tarde

no Clube Nacional de Imprensa, em Washington, DC.

CLUBE NACIONAL DE IMPRENSA SETEMBRO DE 2010

Documentos desclassificados do governo dos EUA e testemunhos

de ex-militares ou aposentados...

PESQUISADOR DE ÓVNIS E ARMAS NUCLEARES

...confirmam, para lá de qualquer dúvida, a realidade das frequentes incursões de OVNIs

em locais com armas nucleares.

O que vocês ouviram aqui hoje é evidência de um fenómeno.

EX-OFICIAL DE LANÇAMENTO DE MÍSSEIS

Parece fantástico e é fantástico.

Em 1967, eu era oficial de lançamento de mísseis

na Base da Força Aérea de Malmstrom, em Montana.

Malmstrom era a primeira linha de defesa nuclear dos EUA,

com silos cheios de mísseis Minutemen,

cada um quase 100 vezes mais potente do que a bomba que devastou Hiroshima.

Os oficiais de lançamento poderiam, em minutos após a confirmação,

enviar os seus pássaros a dez mil km e incinerar cidades-chave Soviéticas,

desencadeando uma guerra que acabaria com a nossa civilização.

BASE DA FORÇA AÉREA DE MALMSTROM

Eu era o chefe da equipa e o observador.

Basicamente o que eu estava a fazer era a observação estelar para fornecer dados precisos

latitude e longitude à nossa pequena equipa de três homens.

Veio de Norte e parou precisamente por cima de nós.

Tinha uma luz branca no centro, apontada para baixo a iluminar esta ilha.

Pensei: "E se essa coisa nos puxa,

nos leva para algum lugar distante e nunca mais volta à Terra?"

Isto foi o que me passou pela cabeça enquanto essa coisa estava por cima de mim.

Ela estava ali parada e, de repente, partiu disparada para Leste.

Desapareceu da vista. Simplesmente...

BASE DA FORÇA AÉREA DE MALMSTROM GRUPO DE VOO ECHO

A equipa de ataque que saiu viu alguma coisa.

Como descreveram?

Disseram que era um grande objecto redondo.

Directamente sobre o local de pouso?

Directamente sobre o local.

OITO DIAS DEPOIS

O tenente Salas estava na cápsula subterrânea de controlo de lançamento

quando recebeu uma ligação frenética de um do guardas de cima.

A gritar ao telefone,

dizendo que estavam a olhar para um objecto brilhante vermelho

a pairar mesmo por cima do portão da frente.

Os mísseis começaram a entrar na chamada condição negativa, ou não lançável.

Basicamente foram desactivados.

STATUS DO GRUPO DE VOO PRINCIPAL

Na verdade, dez mísseis desligaram-se em questão de segundos,

um após outro.

Nunca vi dois mísseis falharem ao mesmo tempo,

quanto mais dez.

Eu era oficial de controle ultra-secreto

e passei autenticadores de lançamento nuclear.

TENENTE-CORONEL EX-OFICIAL DE COMUNICAÇÕES

Lembro-me claramente de uma mensagem que chegou pelo centro de comunicações.

Dizia que um OVNI, de facto,

desligou vários silos de mísseis em Montana.

TODOS OS DEZ MÍSSEIS NO VOO ECHO EM MALMSTROM PERDIDOS

BASE DA FORÇA AÉREA DE ELLSWORTH

Eu estava no Echo, o posto de comando do esquadrão.

Tínhamos equipas de ataque a responder aos alarmes dos mísseis.

APOSENTADO DA FORÇA AÉREA DOS EUA

Estavam a uns 5 a 8 km de distância.

E disseram: "Senhor, por falta de descrição melhor,

há um disco voador a pairar sobre aquele míssil,

e há um feixe de luz avermelhado a incidir nele."

Tinha que ser para colectar dados.

Tenho a certeza de que fizeram o scan da ogiva ou algo parecido.

INGLATERRA

Em 1980, fui reafectado do Pentágono para a RAF Bentwater

EX-VICE-COMANDANTE DA BASE

como comandante adjunto da base.

Na época, Bentwaters era um

dos maiores conjuntos de caças tácticos do mundo.

Era também o maior depósito de bombas nucleares Americanas na Europa.

Em Dezembro de 1980, de manhãzinha,

vários polícias da segurança viram luzes estranhas na floresta.

Esperando encontrar um avião caído,

eles foram dar com um objeto irreconhecível pousado no chão da floresta.

Observaram-no durante algum tempo e ele desapareceu rápida e silenciosamente.

Duas noites depois, o coronel Halt recebeu

uma visita urgente do comandante da segurança da base.

Pálido como um fantasma, ele disse: "Aquilo voltou."

Perguntei: "O que é que voltou?" E ele disse: "O OVNI."

Levei vários policias da segurança comigo.

Eu tinha comigo com um pequeno gravador que levava sempre que estava de serviço.

GRAVAÇÃO DE ÁUDIO ORIGINAL DO CORONEL HALT

- O que é isso? - Não sabemos, senhor.

Sim... É uma estranha luzinha vermelha.

E todos os animais do estábulo ficaram agora em silêncio.

Mortalmente calmos.

Isto é esquisito.

Um objecto aproximou-se de nós a muito alta velocidade.

Ele vem aí do lado. Vem agora na nossa direcção.

Estou a observar o que parece ser um raio a descer até ao solo.

Isto é irreal.

Ficámos ali em pasmo. Aquilo era um aviso?

Era uma tentativa de comunicação? Uma arma? Ou apenas uma sonda?

Tão repentinamente como apareceu, ele desapareceu.

Ficamos lá...

Por essa altura, notámos o outro objecto,

a Sul, a enviar feixes de luz para baixo,

a uns dois km de distância, sobre a Base Woodbridge.

Tivemos grandes dificuldades de comunicação.

Mas notámos que alguns desses feixes apontavam

para dentro ou para perto da área de armazenamento de armas

e ficámos muito preocupados.

Também descobri, mais tarde, que ambos os operadores da torre em Bentwaters

viram um objecto, detectaram-no no radar e observaram-no.

Eu estava lá sentado e vi um ponto aparecer na tela.

EX-CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO DA RAF BENTWATERS

E era apenas um ponto no início,

apareceu outro... e mais um... e foi embora.

E então fez uma curva fechada à direita e veio directo para a base.

Absolutamente fenomenal.

Nunca vi nada parecido no radar,

a viajar a altíssima velocidade.

EX-SUPERVISOR DE RADAR DA RAF BENTWATERS

Passou por cima da torre de controle

e depois parou. Tinha uma cor alaranjada.

Ocorreu-me, naquele momento,

que alguém estava a lançar com uma bola de basquete.

Havia como que luzes à volta do centro dele.

Era mais como escotilhas.

Aí deu para ver a luz que vinha de dentro.

Mas ele pairou momentaneamente, inverteu o curso

e voltou para trás a alta velocidade.

Incidentes ainda mais alarmantes ocorreram de ambos os lados da Guerra Fria.

De acordo com documentos Soviéticos então secretos,

um OVNI pairou durante quase uma hora sobre uma base nuclear Ucraniana.

Inexplicavelmente, vários mísseis mudaram para prontidão total de combate

e iniciaram uma sequência de lançamento sem código de autenticação.

Após 15 segundos agonizantes, a contagem regressiva para um potencial Armagedão

cessou tão abruptamente como tinha começado.

BASE DA FORÇA AÉREA MINOT

Quando o objecto passava sobre a base dos mísseis,

começávamos a ter indicações erráticas do míssil.

TENENTE EX-OFICIAL DE LANÇAMENTO DE MÍSSEIS

O mal é que também tínhamos um indicador de lançamento.

Isso significa que a sequência de lançamento foi accionada?

Significa que o míssil recebeu um sinal de lançamento.

A contagem regressiva teve que ser abortada manualmente.

SUSPENDER LANÇAMENTO

Tínhamos OVNIs no ar...

Essas testemunhas são oficiais militares da mais alta confiança,

encarregados dos armamentos mais devastadores do mundo.

Se o que eles relatam é preciso,

então o padrão é difícil de evitar.

OVNIs têm feito incursões em instalações nucleares de alta segurança

década após década.

Para mim, está bem claro.

"Estamos a fazer brilhar uma luz sobre isto, estamos a assinalá-lo...

O que é que vocês estão a fazer com armas nucleares?"

DETONAÇÕES DE ARMAS NUCLEARES DESDE 1945

UMA RACHA NA PAREDE

Quando os anos 90 chegaram e as paredes caíram,

era como se a própria humanidade exigisse ser vista

como um só povo e um só mundo.

A União Soviética tinha-se dissolvido e os holofotes da história começaram

a brilhar em cantos há muito escuros.

Vários funcionários queriam abrir um diálogo com o Ocidente...

REPÓRTER INVESTIGADOR

e abraçar todas as mudanças em curso nos seus países, à época.

Aqui George Knapp em Moscovo, a cidade em que muitos estão a...

A equipe de Knapp foi convidada para Moscovo por oficiais do governo e militares

dispostos a divulgar décadas de arquivos sobre OVNIs.

O general Igor Maltsev,

durante sete anos comandante do sistema Soviético de defesa aérea,

recorda um sobrevoo de OVNI sobre Moscovo em 1990.

Centenas de observações visuais e de radar pelos militares.

Maltsev confirma: a sua ordem permanente era "Não disparem sobre os OVNIs".

Em março de 1991, o radar do aeroporto de Leningrado...

IMAGENS ORIGINAIS DO RADAR

...detectou primeiro um, depois dois, depois três objectos não identificados

a pairar sobre uma central nuclear.

De parado, o OVNI acelerou para 3 200 km/h.

Jacques Vallee foi um dos ocidentais a investigar pessoalmente o caso,

conversando em primeira mão com fontes Russas.

Um objecto pairou perto de uma central nuclear em Voronezh,

e um raio que partiu do objecto derreteu asfalto.

A intenção era descobrir com os Russos

mais sobre o que o governo Americano sabe sobre os OVNIs

do que alguma vez saberíamos do próprio governo Americano.

-Governador, pronto para o juramento? -Sim.

Quando um jovem Presidente de mente aberta tomou posse,

um dos civis mais bem posicionados da América viu uma oportunidade

de haver transparência do governo sobre o fenómeno.

Como meio de acesso das pessoas às maravilhas da Natureza...

Herdeiro do poder e da influência de uma das famílias mais ricas do mundo,

Laurance Rockefeller, filantropo e conservacionista,

também tinha uma paixão por OVNIs.

A ideia dele era apelar ao Presidente

para disponibilizar os dados

que o governo tinha sobre o assunto.

JOHN PODESTA: A primeira reacção, particularmente de pessoas do governo, é:

EX-CHEFE DE GABINETE DA CASA BRANCA

"Está a brincar comigo. Quer que eu arrisque minha carreira

pondo-me a falar sobre OVNIs?"

Há, pois, uma tremenda resistência.

Rockefeller encontrou-se com o consultor científico do presidente Clinton,

Jack Gibbons, na Casa Branca,

e persuadiu-o a agir.

Rockefeller foi então solicitado a escolher um caso

que a Casa Branca devesse tentar tornar público.

PROCESSO DE DESCLASSIFICAÇÃO

Ele escolheu o incidente de 1947 em Roswell,

observando: "Muitos estão convencidos de que Roswell marca o início

do sigilo do governo sobre os OVNIs."

Jack tinha realmente ido à Força Aérea

pedir ao então secretário Widnall, da Força Aérea,

para dar uma olhadela particularmente aos registos sobre Roswell, no Novo México.

SHEILA WIDNALL: "Caro coronel Cavitt.

A Procuradoria Geral procura explicar plenamente a declaração

de que o governo dos EUA recuperou uma nave alienígena

perto de Roswell, no Novo México, em Julho de 1947,

e desde então encobriu o facto."

SECRETÁRIA DA FORÇA AÉREA

A Força Aérea do Exército anunciou que um disco voador foi encontrado

e está agora na posse do Exército.

. De acordo com o meu pai,

. houve uma tempestade na noite anterior.

. VOZ DO FILHO DO RANCHEIRO

. No dia seguinte, ele saiu pelo rancho e encontrou uns escombros.

O disco pousou num rancho em Corona, no Novo México.

E o fazendeiro relatou à Força Aérea.

Roswell era então a base do único esquadrão nuclear do mundo,

incluindo o B-29 que tinha lançado a primeira bomba atómica em Hiroshima.

O oficial, chefe dos serviços de informação da base, major Jesse Marcel,

foi enviado ao rancho para investigar.

CHEFE DE INFORMAÇÕES DO CAMPO AÉREO DO EXÉRCITO EM ROSWELL

Tivemos que seguir o rancheiro até lá.

Sem ele, nunca teríamos encontrado.

Marcel e outro oficial foram os primeiros militares a chegar ao local do acidente.

Eles depararam-se com escombros irreconhecíveis...

ÁREA DOS ESCOMBROS

...espalhados por uma área equivalente a uma dúzia de campos de futebol.

Havia muito escombros

espalhados por uma área vasta.

Encontrámos um pedaço de metal...

OFICIAL CHEFE DE SEERVIÇOS DE INFORMAÇÂO, BASE AÉREA DO EXÉRCITO,

DE ROSWELL

com quase 50 cm de largura

e uns 60 de comprimento.

Parecia que não se tinha nada nas mãos

e fino como o celofane de um maço de cigarros.

O intrigante é

que não dava para dobrar nem fazer mossas.

Uma marreta ressaltava.

Marcel recebeu ordens para imediatamente transportar os estranhos destroços

até a Base Aérea de Fort Worth.

Lá, Marcel foi recebido pelo comandante-geral,

que lhe disse para ficar calado devido ao frenesim dos media.

BRIGADEIRO

Havia um monte de microfones lá.

Eles queriam comentários meus mas eu não tinha liberdade para o fazer.

Marcel recebeu, em vez disso, ordem de posar com restos de madeira, folha de alumínio e borracha...

FOTO REAL

...de um balão meteorológico comum.

Tudo o que pude fazer foi manter a boca fechada.

Foi o general Ramey que disse aos jornais

o que era e para esquecerem o assunto.

Não passava de um balão meteorológico.

Mas sabíamos que não era.

O coronel Thomas DuBose, que também posou com escombros falsos,

descreve como uma cortina de ferro de sigilo caiu sobre o assunto.

CHEFE DE ESTADO-MAIOR 8ª FORÇA AÉREA

É a prioridade mais alta que se pode ter,

e não podemos dizer nada.

Mais do que ultraconfidencial, como ele disse,

vai mesmo além disso.

Essa é a versão que daremos ao público.

Era uma história de cobertura e a o balão fazia parte dela

para não termos mais perguntas

sobre o que apanhámos no deserto.

Congressista Schiff, o que é que o fez interessar-se por este assunto?

O CASO ROSWELL REVISTO

Comecei a receber cartas, há pouco mais de dois anos, de eleitores

que acreditavam que o governo estava a encobrir

o que aconteceu em Roswell.

DEPUTADO STEVEN SCHIFF NOVO MÉXICO

Muitos deles acreditavam

que foi, de facto, uma queda de nave extraterrestre.

A história do balão meteorológico nunca fez sentido,

pois era claro e indiscutível para mim,

que havia muita atenção militar, desde o isolamento do local do acidente

até ao tratamento especial que deram aos escombros.

Justificar-se-ia num projecto confidencial, mas não num balão meteorológico.

Em Setembro de 1994, a Força Aérea emitiu a sua resposta.

RELATÓRIO ROSWELL CASO ENCERRADO

A Força Aérea alegou um projecto secreto de balões meteorológicos

com papagaios de caixa e microfones para espiar testes nucleares soviéticos.

Passe o vídeo.

Há um famoso papagaio de caixa que se tornou o famoso disco voador.

PROJETO MOGUL

Balões meteorológicos que estavam no comboio de balões.

O mesmo balão de borracha, o mesma papagaio de caixa em alumínio da história de cobertura,

só que todos amarrados juntos com microfones pendurados por baixo.

Esse é a folha de alumínio, a borracha e as varetas recuperadas

no deserto perto do Novo México em 1947.

A Força Aérea, quase 50 anos depois, contava quase a mesma versão.

O pessoal da segurança máxima do único esquadrão atómico do mundo

tinham confundido a borracha, madeira e alumínio com um disco voador despenhado.

Como oficial de serviços de informação,

eu conhecia todos os materiais utilizados

em aeronaves e/ou viagens aéreas.

Isto não tem nada a ver.

Não era nada da Terra. Disso eu tenho a certeza.

Suspeito que o incidente de Roswell realmente aconteceu...

EX-SECRETÁRIO DE ENERGIA DOS EUA

e qualquer coisa que talvez não seja do nosso universo lá caiu.

E devíamos permitir

que o povo Americano faça o seu julgamento sobre o que poderia ter sido,

divulgando-o.

Este é provavelmente o caso mais flagrante de reacção exagerada

por parte da segurança nacional.

O público tem o direito de saber.

Rockefeller compilou um documento destinado aos líderes mundiais

e nele havia uma sóbria observação.

É concebível que até mesmo o próprio Presidente

não esteja totalmente informado sobre assuntos "acima de ultra-secretos".

Tentei descobrir se havia documentos secretos do governo...

PRESIDENTE BILL CLINTON

...que revelassem alguma coisa e, se havia, também os esconderam de mim.

Eu não seria o primeiro Presidente a quem os subalternos mentiram

ou que os burocratas de carreira enrolaram.

Mas pode haver algum funcionário de carreira, colocado algures,

que esconde esses segredos sombrios até mesmo de um Presidente eleito.

Mas se assim for, souberam iludir-me.

E tenho quase vergonha de vos dizer que tentei descobrir.

Um metro para o segundo contacto. Que beleza.

O astronauta Edgar Mitchell, da Apollo, que tinha crescido perto de Roswell,

pertencia ao sector aeroespacial com ligações profundas ao Pentágono.

Ele convenceu-se de que havia segredos sobre OVNIs escondidos dos canais normais do governo.

Se os relatos forem para acreditar...

ASTRONAUTA DA APOLLO 14

sim, houve visitas de ETs.

Houve uma nave que se despenhou.

Houve materiais e foram recuperados corpos

e há algum grupo de pessoas, algures,

que podem ou não estar associadas ao governo nesta altura,

mas que certamente já estiveram,

que têm esse conhecimento.

EM DIREÇÃO À LUZ

Ninguém provou que não há nada.

EX-LÍDER DA MAIORIA NO SENADO

Ninguém teve a oportunidade de provar

que há algo por aí, e foi o que fiz.

E a cada dia que passa...

Em 2007, o homem mais poderoso do Senado, o líder da maioria Harry Reid,

persuadiu dois colegas, os senadores Ted Stevens e Daniel Inouye,

a atribuírem secretamente milhões aos fundos da Defesa, para investigar OVNIs.

O programa secreto operou desde o fim da presidência de Bush,

passou por Obama

e chegou até ao primeiro ano do mandato de Donald Trump.

Em Dezembro de 2017, a tampa saltou.

OVNIS DE VERDADE? PENTÁGONO TENTOU DESCOBRIR

OS OVNIS SÃO REAIS? PENTÁGONO INVESTIGOU SECRETAMENTE

Finalmente, o governo admitia um programa moderno para investigar OVNIs

e divulgava provas oficiais surpreendentes,

incluindo vídeos da cabine de aeronaves militares.

DOIS AVIADORES E UM OBJECTO QUE "ACELERAVA COMO NUNCA VI"

Um dos principais autores da reportagem do Times

foi a jornalista investigadora e escritora best-seller Leslie Kean.

Ela foi a Washington encontrar-se com Luis Elizondo,

que tinha acabado de se demitir do cargo de chefe do programa secreto de OVNIs do Pentágono.

Fui convidada para uma reunião.

Queriam que me encontrasse com o Sr. Elizondo para ver o que acontecia.

JORNALISTA INVESTIGADORA

ELIZONDO: Objectos que se movem tão depressa

VÍDEO DE IPHONE POR LESLIE KEAN

...e ainda assim não vemos um rasto de ionização no ar

nem se ouve estampido sónico.

Como é que é possível? Outra coisa é...

Os colegas de Elizondo chamaram-na à parte para revelar

uma extraordinária documentação relacionada com o programa.

Não me deixaram levar nada.

A evidência mais importante, partilhada comigo na reunião

sobre o fenómeno em si, foram os vídeos.

VÍDEO DO DEPARTAMENTO DE DEFESA

Apanhei-o!

Que p... é essa?

Apanhaste um alvo em movimento?

Eu sabia que isto era notícia de última hora para a primeira página do The New York Times.

Uma frota inteira deles. Olha no radar.

Meu Deus!

Olha aquela coisa!

Está a girar.

O meu co-autor, Ralph Blumenthal, e eu, marcámos uma reunião com Mark Mazzetti

e dissemos: "Temos uma história explosiva."

Sentámo-nos com ele no escritório do New York Times, em Nova York

e levámos todos os documentos.

"Estes são os vídeos.

Aqui estão outros documentos que mostram a existência do programa.

E isto é o que eles analisaram e o que descobriram.

E há uma carta de Harry Reid sobre o programa."

O colega de Elizondo,

o ex-subsecretário da Defesa para os serviços secretos

Christopher Mellon, conseguiu obter as fitas do Pentágono

e escolheu o New York Times para contar a história.

Recebi os vídeos, agora famosos, no estacionamento do Pentágono

de um oficial do Departamento da Defesa.

Ainda tenho os originais na embalagem.

Este é um caso em que alguém torceu um bocadinho as regras

e fê-lo por um bem maior

e todos nós estamos absolutamente melhor por causa disso.

Por fim, tenho de dizer

que, mesmo assim, fiquei extraordinariamente desapontado com o New York Times porque eles

se centraram num pequeno programa, o AATIP Advanced Aerospace Threat Identification Program [Progr. Avanç. de Identific. de Ameaças Aeroespaciais]

e a história real, pelo menos para mim, deveria ter sido:

"Eles são reais, eles estão aqui. Isso está a acontecer agora."

Um dos casos do Pentágono relatados pelo New York Times

foi um encontro envolvendo aviões da Marinha

a cerca de 320 km da costa de San Diego, na Califórnia.

Havia 5 500 pessoas no Nimitz, em 2004, quando isto aconteceu...

ESQUADRÃO DE CAÇAS DA MARINHA

e garanto que cada um deles

sabe que esse evento aconteceu.

É um esquadrão inteiro. Ali é o Monte Fuji. É o Japão.

O comandante David Fravor conduzia um exercício de treino

do grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz

quando lhe foi abruptamente ordenado que investigasse um alvo desconhecido

que tinha aparecido num dos radares do navio.

Vamos suspender o treino, temos uma tarefa real para tratar.

Então pensámos: "Tudo bem, fixe."

Ele e outro F-18 Super Hornet,

cada um com dois pilotos, voaram para as coordenadas.

Era eu, o meu oficial artilheiro,

o outro piloto e o artilheiro dele, no banco de trás do avião.

Portanto éramos quatro.

Ao chegarem, viram o que parecia ser um objecto grande

ligeiramente abaixo da superfície do oceano,

com uma estranha nave oval a ziguezaguear no ar, logo acima dele.

RECONSTITUIÇÃO

Imaginem uma drop Tic Tac com uns 12 metros de comprimento,

extremidades arredondadas, sem rebites, sem metal, liso, branco. Era branco [como os Tic Tac]

Era simplesmente liso... Sem asas, sem propulsão, sem janelas.

Não importava para onde apontava, porque enquanto se movia acima da água,

nunca virava. Nunca mudava o eixo longitudinal.

Ia para a frente, para trás, esquerda, direita. Só fazia isso.

E eu disse "Ei, vou verificar isso".

De repente, só vi a estrutura virar e partir...

E começou a subir na minha direcção. Era muito interessante.

Ficamos só a olhar para ele.

Demos a volta.

Fizemos meio círculo, 180 graus.

Eu sabia para onde ele ia, então também vou para lá.

A coisa fez "puf" e sumiu. Assim mesmo, literalmente. Rápido. Foi-se.

Podem imaginar o que dissemos: "Santa m... . Que raio é aquilo?"

E montes de "Mas que raio...

Viram isso rapazes?"

E a resposta: "Sumiu. Não vemos p... nenhuma."

Nada acelera assim tão rápido.

Algo que não só acelerou mais do que qualquer coisa que já vimos,

como simplesmente...

O controlador disse: "Você não vai acreditar,

mas aquela coisa voltou ao seu ponto de CAD."

Ou seja, o objecto tinha reaparecido instantaneamente

nas coordenadas secretas da zona de defesa aérea crítica da frota.

Aquilo tinha obviamente consciência. Sabia para onde estávamos a ir.

Faz levantar os cabelinhos na nuca.

Disse ao meu co-piloto no banco de trás:

"Não sei quanto a ti. Eu sinto-me bastante esquisito".

Mandaram mais jactos equipados com o mais avançado

sistema de rastreamento visual por radar.

Dessa vez capturaram o objecto em vídeo.

FRAVOR: A primeira coisa que apareceu foi um pequeno "blip" no radar.

Ele pôs o cursor sobre ele e tentou mantê-lo fixo na mira.

Basicamente, fixá-lo na mira,

é dizer ao radar: "Olha para aquele local

e põe toda a tua energia nesse ponto."

Ao fazer isso, o radar recebeu indicações

de que estava a ser bloqueado pelo objecto que estava a tentar aprisionar na mira.

O infravermelho vê temperaturas diferentes,

então o Tic Tac era mais quente do que o ar à sua volta.

Não tem de ser por muito, mas vai aparecer branco.

Dirigiram-se directamente a ele

e ele ficou lá, a pairar.

E então fez "puf" e saiu lateralmente.

Não sei mas duvido que tenhamos desenvolvido essa tecnologia.

Entrevistei três dos quatro aviadores

que estavam com Dave nesse encontro,

e ficou prontamente claro a todos os envolvidos

que o veículo tinha a chamada "consciência dominante no espaço de batalha".

Ele estava no controlo do envolvimento desde o início.

Não havia dúvida de que ele superou

os nossos caças de vanguarda.

Eu servi no Comité de Supervisão do Programa de Acesso Especial,

por isso tive acesso a todos os programas secretos da época.

Sabemos perfeitamente que não há nada assim

nos bastidores e nem mesmo nas pranchetas de projectos.

O senador Harry Reid, que instigou o programa secreto de OVNIs do Pentágono,

confirmou o que oficiais da área de lançamentos nucleares vêm relatando há décadas.

Há mais de um lá em cima. . .

Os OVNIs têm interferido com as armas mais poderosas do nosso país.

Se o Presidente tivesse ordenado o lançamento. . .

não teriam conseguido. . .

Alguém no Departamento de Defesa, o Pentágono,

chamou-o para um canto e questionou por que é que você fazia aquilo?

Fizeram tudo o que puderam para impedir que o programa fosse adiante.

Eles deram à pessoa que entrou inicialmente um tratamento tão mau...

Ele tem sorte de ter mantido o cargo, pois tentaram livrar-se dele,

porque não queriam ter nada a ver com aquilo.

A Agência de Informações da Defesa foi uma das piores.

Eles arrastaram os pés, mesmo tendo um cientista sénior deles

que pensava que deviam investigar. E lembrem-se, tudo o que estamos a dizer...

Ninguém tem de concordar porque é que lá está,

mas não deveríamos, pelo menos, gastar algum no estudo de todos esses fenómenos?

Não deveríamos estudar essas coisas? A resposta é sim.

E era só disso que se tratava

e porque é que o governo federal passou estes anos todos

a encobrir, a travar e parando tudo.

Acho que isso é muito, muito mau para nosso país.

Entrevistei Gordon Cooper,

o astronauta Gordon Cooper do Programa Mercury nos anos '90.

Cooper disse em vídeo que um OVNI pousou por volta de 1957

na Base Aérea Edwards. A sua equipa filmou o objecto,

ele apresentou as imagens aos superiores,

e mandaram um correio a jacto, de Washington, para vir buscar o vídeo.

Ele entregou-o. O que foi bom é que ele viu...

-Foi a última vez que ele viu. -Exactamente.

Sabia para onde foi a filmagem do disco voador que pousou no...

Foi para Washington. É só o que sei.

Alguma vez falou com alguém sobre ela ou discutiu-a?

Como é que eu iria manter-me em contacto com alguém sobre isso?

Não há maneira, dentro das forças armadas ou dentro do governo

de manter a pista de algo que é classificado.

Tentou ir atrás de coisas assim?

Tentámos... Fizemo-lo. Está lá.

Está a dizer que há evidências...

que ainda não vieram à luz do dia?

Estou a dizer que a maior parte ainda não veio.

O astronauta Cooper tinha falado com o Presidente numa reunião de gabinete.

Ele levantou a questão com o secretário Cohen

SECRETÁRIO DE DEFESA

e então o escritório de Cohen ligou-me a pedir

para ir atrás disto e acabar com tudo.

PARA CHRIS MELLON - O OUTRO HOMEM "QUE GUARDOU TODOS OS SEGREDOS"

O coronel da Força Aérea com quem falei ficou muito frustrado,

e quando lhe perguntei o que aconteceu com todos os registos, ele disse

que se tinham livrado de tudo para arranjar espaço

ou qualquer coisa no género.

Pareceu ridículo, mas foi o que ele disse.

Se houver algum escombro recuperado,

está tão enterrado e escondido

que está fora dos processos normais de supervisão,

e esse é o problema dessa área.

VALE DO SILÍCIO

O Dr. Jacques Vallee recolheu supostos escombros metálicos de casos de OVNIs

que datam de tão atrás como 1947.

Especialistas estão a analisá-los agora num laboratório de última geração.

A descoberta chegou com a invenção de uma máquina

que mostra a estrutura atómica,

algo que é impossível de falsificar.

Este dispositivo é um gerador multiparamétrico de imagens de feixes de iões.

FACULDADE DE MEDICINA DE STANFORD

O Dr. Garry Nolan, microbiologista de Stanford,

está a usar um revolucionário aparelho de imagem tridimensional

para analisar as amostras até ao nível atómico.

Quando o Dr. Nolan pôs alguns dos fragmentos

na câmara a vácuo do instrumento,

ficou espantado com a composição,

diferente de qualquer metal conhecido.

Apenas uma mancha e a composição isotópica ao longo toda a extensão...

Olhasse ele para onde olhasse, na combinação de elementos da amostra,

fosse magnésio, ferro, níquel ou titânio,

a proporção de isótopos não fazia sentido.

Se estivermos a falar de um material avançado, de uma civilização avançada,

estamos a falar de algo que...

vou chamar-lhe um ultramaterial, certo?

... é qualquer coisa que tem propriedades de algo construído

à escala atómica.

Então estamos a construir o nosso mundo com 80 elementos.

Alguém mais está a construir o mundo com 253 isótopos diferentes.

Tenciono usar a informação para tentar construir algo.

Para tentar entender um princípio Físico que hoje desconhecemos.

Este material foi fabricado. Não é natural.

Não é natural para os materiais que temos disponíveis

em laboratório ou na Terra.

Não quer dizer que tenha sido necessariamente feito em algum lugar no espaço exterior.

Significa apenas que foi fabricado especialmente para um propósito particular

que não compreendemos mas que queremos compreender.

MELLON: Há um conjunto imenso de perguntas não respondidas.

O que vemos essas naves fazerem... Imaginem as possibilidades,

as tecnologias que podemos descobrir,

como poderíamos resolver a crise energética,

como poderíamos melhorar o nosso padrão de vida.

Há uma necessidade urgente, na minha opinião, de chegar ao cerne disso.

Não sabemos a origem destes veículos

nem compreendemos a intenção de quem quer que seja que os controla.

Há casos que parecem ir além de encontros com uma tecnologia avançada,

chegando ao contacto com uma inteligência activa.

CONTACTO

PAPUA, NOVA GUINÉ JUNHO DE 1959

Um missionário Australiano detectou um grande disco

a pairar a apenas 60 metros do solo...

MISSIONÁRIO EM PAPUA NOVA GUINÉ

...juntamente com outras 38 pessoas.

Um objecto de aparência sólida e... Dá para imaginar?

Como é olhar para o céu e ver figuras lá em cima?

Toda a gente ficou espantada ao ver quatro pequenos ocupantes

vestidos com o que pareciam ser fatos de mergulho pretos.

Figuras a moverem-se lá em cima,

sem fazerem o menor barulho.

E então acenámos.

Não seria maravilhoso se esse objecto pousasse no campo?

Enquanto acenávamos,

imaginando se eles nos veriam

e se, talvez, entenderiam o que queríamos,

eles acenaram em resposta.

O contacto durou várias horas,

até que o objecto partiu abruptamente.

Foi a uma velocidade incrível

que a nave sumiu,

atravessando a baía num segundo.

Em 1994, três dias de avistamentos no Zimbabué...

REPÚBLICA DO ZIMBABUE

...culminaram no que alguns acreditam

ser o encontro imediato mais importante da história moderna.

Centenas de pessoas telefonaram hoje para a ZBC e para o correspondente da BBC em Harare,

dizendo ter visto um objecto voador não identificado ontem à noite.

Temos relatos de testemunhas oculares.

FILMAGEM CASEIRA

Parecia quase estar sob a nuvem.

Quando passou, notei que não havia nenhum barulho

e foi quando pensei que havia ali algo de muito estranho.

Foi sensacional. Foi lindo.

Dizem que Jesus está a passar por África.

É o que dizem.

ESCOLA ARIEL

VOZ DE TIM LEACH CHEFE DA FILIAL DA BBC

Filmámos cerca de 64 crianças a serem entrevistadas.

Digam exactamente o que quiserem, OK?

Eu estava a correr e a brincar,

e vi uma cor castanha no céu.

Que tal segui-la?

Vimos uma coisa prateada lá.

E vimos uma coisa oval prateada que passou a voar muito devagar.

Vi a maior e a nave espacial, umas quatro ou cinco.

Era vermelha, verde e amarela.

Havia uma nave grande.

Tinha luzes, formas, e voava.

Pensei: "Não é um OVNI."

Então olhei bem e pensei: "Talvez."

Dezenas de crianças disseram que um ou mais dos objectos discoidais

pousaram no outro lado do recreio.

De repente, apareceu algo de pé ao lado dele.

Estava de pé junto da coisa prateada. E tinha olhos grandes.

Tinha uma grande cabeça, grandes olhos negros e vestia um fato preto justo.

Vestiam só preto.

Fui até lá e vi o homem engraçado com os olhos aqui,

e vi uma nave espacial, e havia uns pequeninos à volta dele.

A que distância estavas quando viste?

Não muito longe. Não muito longe. A um metro de distância.

- A um metro? Tão perto assim? - Sim.

1 METRO = COMPRIMENTO DO BRAÇO

- E de que tamanho era a figura? - Mais ou menos como um aluno do sexto ano.

Sim, está ali!

Acredito que as crianças viram qualquer coisa.

DIRECTOR

Acredito nelas porque crianças normalmente não mentem.

Sempre ensinei aos meus filhos: "Ver é crer."

Infelizmente, eu não vi. Então...

Esse suposto encontro chamou a atenção do vencedor do Prémio Pulitzer

e psiquiatra de Harvard, o Dr. John Mack.

Parecia que ele olhava para todos nós.

PSIQUIATRA DA UNIVERSIDADE DE HARVARD

Como foi quando ele olhou para ti?

- Fiquei com medo. - Com medo? Porquê?

Tive medo porque nunca vi uma... pessoa assim antes.

E eu vi essa... pessoa.

E tinha olhos grandes.

Foi só o que vi. Olhos grandes.

Tinham pernas curtas e um tronco bastante longo.

Com cabeça grande e olhos maiores do que os nossos.

Maior, quanto?

- Quatro ou cinco vezes maior. - Do que os nossos?

E fiquei a olhar para ele, e ele olhava de para mim.

Como é que havia de continuar a olhar para ele? Tive de parar e olhar para o lado.

Mas eu olhei directamente para os olhos dele.

Bem... ele nunca disse nada. É só o rosto e os olhos.

Talvez estejam a tentar comunicar com a gente.

Mostrar-nos qualquer coisa que não sabemos.

Acho que eles querem... hmmm

que as pessoas saibam que estamos a fazer mal ao mundo

e que não devemos abusar da tecnologia.

Nós não cuidamos do planeta.

Todas as árvores vão ser cortadas,

o ar vai acabar e as pessoas vão morrer.

Já tinhas tido essa ideia antes?

Ou a ideia só te veio quando tiveste essa experiência?

Quando tive essa experiência.

Pela primeira vez em quase 20 anos, os alunos da escola Ariel

vieram dos quatro cantos do mundo para conversar

sobre a experiência que partilharam naquela manhã de Setembro.

Lembro-me de uma coisa lá...

Uma coisa que todos ainda tentam entender.

Sabes que se está a mover, mas tu...

SALMA SIDDICK: Reafirmo o que vi.

Não havia qualquer razão para nenhum de nós inventar isso.

ADVOGADA DE DIREITOS HUMANOS

EMMA JELIC KRISTIANSEN: Não falei com ninguém sobre isso.

Não por não me orgulhar disso, mas porque não quero... o estigma.

PROFESSORA

LISIL FIELD: É algo com que tive de lidar durante 19 anos e meio.

ASSISTENTE SOCIAL

Não quero dizer que sentisse que o sabia,

mas eu sabia que não tinha de ter medo daquilo.

Eles recontaram o momento do contacto.

Exactamente como me senti. Exactamente...

Os detalhes ainda gravados na memória.

Eu estava com uma das outras garotas e disse-lhe:

"Isto é espantoso!"

Ficamos todos parados no meio do caminho.

Um homenzinho apareceu.

Em cima da nave.

E esse momento, para mim, foi muito marcante,

pois pensei: "Aquilo não é humano."

Bem... fui completamente engolida por aqueles olhos.

ARTISTA

Os olhos e, naquele momento, tenha durado o tempo que durou

pois perdi a noção do tempo... foi hipnotizante.

Não houve conversa. São só imagens na cabeça.

- Comunicação telepática. SIDDICK: Tentavam comunicar.

Tentavam dizer-nos algo... algo a ver com o meio ambiente.

Continuei a ter pensamentos e ideias sobre tecnologia na minha mente.

A tecnologia não está a ajudar, é má...

Estamos num caminho errado e temos de começar a reconhecer

que o que fazemos é prejudicial e que precisamos de mudar.

E eu não sei o que fazer quanto a isso, ou...

Eles estavam a estender-nos a mão.

Parecia que queriam que fôssemos com eles.

Naquele momento foi como que

se eu saísse do transe.

Assim que desfiz o contacto, todos os sentimentos, ... a tecnologia, os males,

os horrores que estavam a acontecer à minha volta ...foram-se.

Voltar aqui está-me a deixar um tanto ansiosa.

Eu agora posso sentir. Eu estava com medo.

Vieram até aqui a correr em pânico,

a gritar, a gritar...

PROFESSORA DA ESCOLA ARIEL

E nenhuma criança pode inventar isso.

SUSAN KRISTIANSEN: Eu estava lá quando os estavam a entrevistar e vi como estavam.

Foi uma enorme confusão e pessoas por todo o lado..

MÃE DE EMMA

Faziam perguntas sem explicar às crianças

o que estavam a fazer e porquê.

Foi um caos em termos do frenesim dos meios de comunicação social que estava a acontecer,

e nós éramos muito jovens,

e nem sequer nos deram tempo para compreender o que tínhamos visto.

Os nossos professores é claro que não acreditaram em nós.

Isso foi péssimo, pois tivemos que continuar a ir à escola.

Voltámos uma última vez à Escola Ariel

para falar com Judy Bates, professora na época do incidente

e hoje a directora.

Ela queria contar às crianças algo que a incomodava.

Sim, disse que queria pedir desculpa. Eu deveria ter dado mais atenção.

DIRETORA DA ESCOLA ARIEL

Mas não o fiz. Estava mais preocupada comigo do que com elas.

E com minha própria experiência.

Bem... Isso é o que... Pois.

E se pudesse resumir em apenas uma frase

o que aconteceu em Setembro de 1994 aqui na Escola Ariel, em Ruwa, Zimbabué,

o que é que diria?

Alienígenas visitaram-nos. Só isso.

Por isso quem acredita, acredita. Quem não acredita, bem...

Encontramo-nos confrontados com algo

que desafia a nossa compreensão da realidade.

Talvez estejamos a partilhar este frágil oásis azul-esverdeado

com um outro alguém, desconhecido.

Alguém com uma misteriosa relação com a humanidade

e com o seu interesse próprio no nosso mundo.

Se o vires novamente, o que farás?

Perguntar-lhe-ei o que faz ele na Terra e o que é que ele quer connosco.

Houve casos bem documentados de OVNIs,

tal como os casos modernos, no séc. XVIII.

LONDRES - HOMEM NO COMETA

No séc. XVII.

Havia ciência. Havia astrónomos com telescópios...

ALEMANHA - FENÓMENO MITTELFISCHACH

...e eram óptimos observadores,

pois a vida deles dependia disso.

SÉCULO XV

E essas observações vêm de todo o mundo.

JAPÃO - O FENÓMENO DA LUA VOADORA

Simplesmente foram esquecidas.

37 a.C. ITÁLIA - O FENÓMENO DA LUA VOADORA

Gosto de pensar que anomalias e mistérios são oportunidades,

e temos de ir atrás desses mistérios,

tirar a tocha da fogueira, sair da caverna, ir para a escuridão

e fazer descobertas espantosas.

O fenómeno OVNI estudado pelos meus colegas e por mim

sugere a acção de algum tipo de inteligência.

FORÇA AÉREA BRASILEIRA

Esses objectos deram a impressão de que querem ser vistos...

FORÇA AÉREA BELGA

AVISTAMENTOS NA BÉLGICA

...com esses enormes holofotes.

Eles decerto não estavam a tentar esconder-se.

E porquê? Essa é a principal pergunta. Porque é que esses objectos querem ser vistos?

FORÇA AÉREA IMPERIAL IRANIANA

TENTOU ABATER UM OVNI EM 1976

Mais tarde arrependi-me muito

de não ter chamado pelo rádio.

Perguntar-lhes: "Quem são vocês?

Por favor, comuniquem connosco."

Acho que se eles são tão inteligentes,

capazes de entrar no nosso espaço aéreo

com a tecnologia que têm,

se quisessem acabar connosco... já o podiam ter feito há muito tempo.

Por isso não tenho medo nenhum.

AVISTAMENTO EM PHOENIX

Não sei bem o que era, mas certamente não era avião.

Também podem aparecer e desaparecer num instante.

Podem até flutuar.

ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL CHINESA DE OVNIS

Na minha opinião, se for divulgado ao mundo,

melhoraria muito

o desenvolvimento da humanidade na ciência e na tecnologia.

Seria benéfico para o avanço da humanidade.

Seria maravilhoso!

De vez em quando um deles fazia...zap!

Mais rápido do que um morcego a escapar-se do Inferno.

Saltou cerca de dez graus à direita. Assim rápido.

Nunca vi nada na minha vida ir tão depressa como aquela coisa.

Velocidade incrível. Sumiu-se no nada.

Simplesmente foi-se...zut... a subir tão depressa.

É como se tivesse sido disparado por uma arma.

Agora estou a vê-lo, agora já não estou. Simplesmente...

Foi assim... puff!

DEDICADO A STANTON FRIEDMAN

(29 DE JULHO DE 1934 - 13 DE MAIO DE 2019)

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.