All language subtitles for Anna.Karenina.2017.S01E02.1080i.HDTV.H.264-JSilver

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Original subtitles

ANA KARENINA

China, Manch�ria, 1904.

Recebi a patente de general.

Coronel, j� sabe disso?

Sim, eu j� entendo.

O pedido j� foi assinado. "Parab�ns, Excel�ncia."

Desejo-lhe recupera��o. "Meu pedido ..."

Isso deve ser regado. Eles s�o miser�veis.

Ol�, Coronel. - Ol�.

Como voc� est� se sentindo? - N�o � ruim.

O que voc� fez hoje?

Transporte de feridos para os postos de curativos.

Trocamos os curativos, os alimentamos.

N�s os mandamos para o hospital.

Faz muito tempo que quero te perguntar ... Como v�o as coisas com voc�?

Meu pai morreu.

Logo ap�s a morte de minha m�e.

Ent�o, Anya, minha irm�, morreu.

Sua filha.

Ela era muito pequena. Aos cinco anos. Voc� lembra dela?

Sim, eu sei disso.

Eu tenho uma madrinha, estou cuidando dela.

Lidia Ivanovna.

Eu estudei na universidade. Conclu� cursos.

Eu trabalhei em um hospital, ent�o... Em particular.

Fui casado e agora estou sozinho.

E quando a guerra come�ou, fui para a frente.

E agora sou... um m�dico militar.

Quem � essa chinesa no quintal? De onde ela �?

Eu n�o sei. De alguma forma, ela se apegou a n�s.

Ou eles a abandonaram. Ainda � uma guerra.

E ela est� conosco por enquanto.

Por que voc� n�o veio ao funeral da sua filha?

Eu queria. Eu escrevi uma carta. Eles me recusaram.

Ningu�m o teria expulsado se voc� tivesse vindo.

Certo?

OK...

Eu tenho uma hora livre.

Uma hora e meia no m�ximo.

Depois daquele baile, fui para S�o Petersburgo.

N�o havia assentos no carro e eu estava pronto para viajar com os homens da terceira s�rie.

Mas um conhecido meu me ajudou.

Seu irm�o, com quem ele realmente queria viajar para S�o Petersburgo,

e por causa da doen�a ele teve que ficar.

1872.

N�o dormi a noite toda.

Eu estava pensando em Anna.

Lembrei-me do rosto dela, lembrei-me de todas as suas palavras.

Na minha imagina��o, for�ando meu cora��o a parar,

havia fotos de nosso poss�vel futuro juntos.

E eu j� sabia que toda felicidade na vida,

o �nico sentido da vida que encontro apenas nisso, sim...

... para v�-la e ouvi-la.

Voc� n�o precisa de algo?

Talvez eu possa ser �til em alguma coisa?

Eu n�o sabia que voc� estava viajando tamb�m.

O que voc� est� aqui para?

Para que estou aqui?

Eu estou aqui para ...

Estou aqui para estar onde voc� est�.

Eu n�o posso fazer de outra forma.

Perdoe-me se voc� n�o se sentir confort�vel com o que eu disse.

Isso � est�pido o que voc� est� dizendo.

E por favor, se voc� � uma boa pessoa, esque�a o que disse.

Como vou esquecer. "Nenhuma de suas palavras ..."

N�o esquecerei nenhum de seus movimentos.

N�o posso. - Suficiente.

O suficiente!

Alexei Alexandrovich, estou aqui.

Sim, como voc� pode ver, um marido gentil. - Ol�.

Gentil, como um segundo ano depois de um casamento. Eu mal podia esperar para te ver.

Seryozha � saud�vel?

E esta � a recompensa pela minha paix�o.

Ele est� saud�vel, ele est� saud�vel.

Conde Vronsky.

Acho que nos conhecemos.

Ele viajou para l� com sua m�e e voltou com seu filho.

Tem certeza que est� voltando das f�rias?

Conto com a honra de te visitar.

Ficarei feliz. Segunda-feira � dia de recep��o.

Que bom que tive meia hora para conhec�-lo.

E eu poderia te mostrar minha ternura.

M�e! - Seryozha!

Estou muito feliz por voc� estar em casa! - Meu querido!

E aquela garota de Moscou que voc� me falou,

quem pode ler e escrever. Ela � melhor do que eu?

Para mim, voc� � o melhor de todos. - Eu sei disso.

V�, eu irei at� voc� em breve. - Tudo certo.

Minha solid�o finalmente acabou.

Voc� n�o vai acreditar como � desconfort�vel almo�ar sozinho.

Vejo que sua jornada foi bem-sucedida.

Como est� nosso Stepan Arkadievich?

Voc� n�o tem ideia de como eu lamentei por ele e Dolly.

Do cora��o.

Eu n�o acho que ele deveria ter perdoado tal pessoa.

Embora ele seja seu irm�o.

Eu sei que mesmo considerando o parentesco,

eles n�o o impedir�o de expressar sua opini�o.

Eu conhe�o essa sua caracter�stica.

E eu gosto dela.

Voc� n�o vai a lugar nenhum. Voc� n�o est� entediado?

Talvez v� visitar algu�m esta noite?

N�o, voc� n�o precisa.

E vou ficar bem em casa.

Voc� sabe, Polatnikov, um funcion�rio do seu departamento,

pouco antes de minha partida para Moscou...

Sim, lembrei-me. Secret�ria com um penteado muito engra�ado.

Eu lembro dele. E quanto a ele?

Ele me disse...

Com duas palavras,

Ele quase se explicou apaixonado por mim.

Por estar em uma sociedade secular, qualquer mulher pode experimentar isso.

N�o ... - Ana,

Sempre confiei e confio no seu tato.

E � por isso que nunca me permitirei ser humilhada e ter ci�me de mim mesma.

Na verdade, n�o h� nada para falar aqui.

Portanto, n�o h� por que dizer a voc�.

Gra�as a Deus n�o tenho nada para contar.

Voc� est� saindo agora?

Agora eu tenho que ir para o minist�rio,

e esta noite receberei visitantes.

Quando voc� faz tudo ?!

Voc� sabe, cada minuto da minha vida � ocupado e distribu�do.

E poder fazer tudo,

Eu tenho que ter muito cuidado.

Seja o que for, Anna, aposto que acabou tudo bem,

e que ele voltou.

Moscou ainda n�o fala sobre a nova situa��o, que aceitei no conselho?

Desculpe, n�o ouvi nada sobre isso.

Aqui recebeu grande publicidade.

Os aplausos n�o pararam.

Aqui est� a hist�ria.

Estou um pouco envergonhado, mas quero muito contar.

Vamos, me diga. N�s ouvimos voc�. "Eu n�o direi nomes."

Melhor ainda. Tentaremos reconhec�-los.

Chega de beber. Comer.

N�o estou com vontade de comer.

Entenda, para mim � uma quest�o de vida ou morte.

Voc� consegue adivinhar? "Eu acho."

Mas n�o posso falar sobre isso.

Eu me sinto sozinho, mas tenho certeza... voc� despreza todos os sentimentos.

S� voc� pode entender.

Mas voc�, irm�o, � o sortudo.

Por qu�? - Porque tudo est� na sua frente.

E n�o est� atr�s de voc�? - N�o, n�o est� atr�s de mim.

Mas voc� tem sentimentos, e eu tenho tais ... estreitos.

Uzhkim ... - Isso n�o � amor.

Eu j� estive apaixonado antes. Este n�o � o mesmo.

� alguma for�a externa que me oprime.

Tentei correr porque pensei que era imposs�vel.

Voc� me entende?

Como felicidade que n�o existe na terra.

Mas lutei comigo mesmo, e vejo que n�o h� vida sem isso.

Vronsky! Vronsky!

Com licen�a, senhores, um momento.

Espere, Vronsky. Vamos tomar um drink. - N�o, obrigado, eu n�o bebo mais.

Para mim � o suficiente. Eu vou ficar b�bado. Como voc� est�?

Estou mal, muito mal. E � por causa das mulheres.

� por isso que queria consult�-lo.

Suponha que voc� ame uma mulher.

E ela � casada.

Voc� se apaixonou por essa mulher, e voc� se comporta de alguma forma ... Eu n�o entendo ...

� como se ele tivesse acabado de comer,

voc� passa por uma padaria e rouba um p�o.

Porque o p�o cheira t�o bem que voc� n�o consegue resistir.

E o que eu queria perguntar... - Se voc� quer fingir ser um tolo,

Eu n�o posso te impedir de fazer isso, mas eu te digo

se voc� continuar a brincar na minha presen�a,

Vou te ensinar como se comportar. - Eu s�...

Eu n�o estou brincando. Cale-se!

Mas se quiser, estou � disposi��o. "Chega, irm�o."

Pe�o desculpas.

Qual o problema com voc�?

Voc� vai falar sobre mulheres?

Cavalheiros, ainda n�o falei sobre as mulheres.

Voc� se esqueceu de dizer como tudo acabou.

Este n�o � o fim, mas apenas o come�o.

Sim, era o marido dela. Ele veio ao nosso regimento com uma reclama��o,

que eles estavam supostamente insultando sua esposa.

E imagine, ela est� gr�vida.

E o que disse o coronel? "O que voc� disse ..."

O mais estranho � que nem me lembro como a cortei.

Na verdade, eu me lembro... em geral...

E como exatamente - n�o me lembro.

Lembro-me bem da sensa��o de dor quando n�o a via h� muito tempo.

Aqui no ba�,

Como acontece com um fumante que n�o recebe tabaco.

E eu a segui por toda parte. Onde ela estava, eu tamb�m estava.

Mas ela n�o me aceitou.

N�o havia esperan�a.

Mas ainda assim tentei.

Eu realmente queria v�-la.

Para ver seus olhos, seu sorriso.

Como ela franze a testa... Eu surtei...

Minha m�e, quando soube que eu a estava cortejando, interpretou tudo como...

enviou uma conex�o secular.

Lembre-se, meu amigo:

nada d� um toque final a um jovem e brilhante cavalheiro,

como conex�es na alta sociedade. - M�e...

Direi mais: gosto muito da Karenina.

O quanto ela ama seu filho...

Tanto quanto eu te amo.

Mas ela ainda � a mesma que as outras.

Uma mulher linda e exemplar.

Tenha isso em mente.

Ouvi dizer que foi um casamento de paix�o.

Por paix�o ?!

Quem o coloca dessa maneira agora?

Eu sei que os casamentos felizes apenas no bom senso.

Casamentos de raz�o s�o chamados de casamentos quando ambos j� foram disputados.

� como escarlatina: voc� tem que superar isso.

Mas se voc� realmente quer sentir amor,

ent�o voc� deve primeiro cometer um erro e depois corrigi-lo.

Mesmo ... Mesmo depois do casamento? - Claro.

Nunca � tarde para se arrepender. Primeiro voc� comete um erro, depois se corrige.

Tenho o direito de tom�-lo quando quiser. Eu coloquei cem rublos.

E ent�o eles come�aram a distribuir.

O qu�, eles ficaram com medo e desistiram? Vronsky, diga a eles!

Voc� � um oficial de equipe. N�o minta para mim. - Claro...

Eu nunca vou brincar com voc� novamente. Mentiroso!

Eu vou bater em voc� na pr�xima vez! "E voc� ter� raz�o."

At� agora, n�o sei exatamente quando ela tomou sua decis�o.

E ela decidiu tudo.

Ent�o ela me contou sobre a conversa que aconteceu

entre ela e seu pai antes.

Parece-me que essa conversa decidiu tudo.

Voc� acha que Ana foi para Vronsky? N�o. Anna deixou Karenin.

Anna, preciso falar com voc�. - Comigo?

E porque? Para qu�?

Vamos conversar quando for preciso. E � melhor irmos para a cama.

Anna, tenho que te proteger. "Me proteger?" De que?

Eu quero proteg�-la de descuido e frivolidade,

voc� pode dar � sociedade secular um motivo para discutir voc�.

Sua conversa t�o animada hoje com o conde Vronsky atraiu a aten��o.

Voc� � sempre assim. Eu n�o entendi...

Ou voc� n�o gosta quando estou triste ou n�o gosta quando estou feliz.

Eu n�o estava entediado. Isso te humilha?

Anna, � voc�?

O que est� acontecendo? O que voc� quer de mim?

Aqui est� o que quero dizer a voc�.

Por favor me escute.

Como voc� sabe, considero o ci�me um sentimento humilhante e ofensivo.

E nunca me permitirei ser cativado por esse sentimento.

Mas existem certas leis que voc� n�o pode aprovar impunemente.

Eu definitivamente n�o entendo nada.

Voc� n�o est� bem, Alexei Alexandrovich.

Estou ouvindo o que voc� tem a dizer.

Eu at� escuto voc� com interesse porque ele quer que eu saiba o que est� acontecendo.

N�o tenho o direito de entrar em detalhes sobre seus sentimentos.

Eu at� acho isso in�til e at� prejudicial.

Seus sentimentos est�o em sua consci�ncia.

Mas eu te devo...

Na minha frente...

Diante de Deus, deixe-me apontar seus deveres para com voc�.

Nossas vidas est�o conectadas e conectadas por meio de pessoas e por meio do Senhor.

S� um crime pode quebrar essa conex�o,

e um crime pelo pecado grave de algu�m.

Eu n�o entendo nada.

Meu Deus, e como eu durmo agora.

Anna, pelo amor de Deus, n�o fala assim.

Talvez eu esteja errado, mas acredite em mim.

Acredite em mim, n�o estou t�o preocupado com voc� quanto estou com voc�.

Eu sou seu marido. Eu te amo.

Aleksey Aleksandrovich,

Eu realmente n�o entendo, determine o que voc� est� procurando.

Me deixe terminar.

Eu te amo, mas n�o estou falando de mim.

A pessoa principal nisso � nosso filho, e voc� sente isso.

Se voc� sentir que existe a menor raz�o,

ent�o por favor pense.

Se o seu cora��o fala, me diga.

N�o tenho nada para te dizer.

Eu realmente quero ir para a cama.

Com o conde Vronsky.

Anna, � voc�!? Voc� est� aqui!?

Deixe ele ir.

Sim v�. N�o vou precisar de voc� hoje.

Eu gostaria de ver sua casa.

Eu posso?

Sim, claro. Bem-vinda.

Voc� sabe, h� muito tempo atr�s,

quando eu tinha dezessete anos, minha tia e eu viajamos para Trinity a cavalo.

Fui eu ?!

Quantas coisas que pareciam maravilhosas para mim ent�o,

agora est� inacess�vel e insignificante.

E o que eu tinha agora est� inacess�vel para sempre.

Qu�o est�pido...

Talvez voc� queira vinho?

N�o, eu n�o quero

Vamos, est� muito abafado aqui.

E agora, depois de tantos anos, lembro-me de todas as nossas reuni�es.

Foi como ontem.

Lembro-me do brilho em seus olhos, do cheiro de seu cabelo.

Suas palavras: "N�o tenho nada al�m de voc�." E eu me lembro disso.

Ela disse isso.

Vronsky.

Vronsky, voc� pode vir at� mim?

E a�? Isso doi?

Dor de cabe�a, caso contr�rio, normal.

� como se eu estivesse no nevoeiro... Estou vagando...

Aqui, voc� e seu m�dico est�o conversando sobre algo.

Eu ou�o tudo, mas n�o consigo entender as palavras.

O que o m�dico fala sobre mim?

Eu vou morrer logo?

Conte-me. Afinal, somos soldados.

Em breve.

� esse m�dico que voc� conhece?

N�o. Eu conhecia a m�e dele.

Como voc� a conheceu? Voc� a amou?

Sim, eu a amei. "E ela para voc�?"

E ela me amou. - E o que?

Voc� terminou?

Sim, n�s terminamos. Ela morreu. A muito tempo atr�s.

Mais de trinta anos se passaram.

Claro...

Haver� algo deixado depois de n�s depois que morrermos...

Amor, por exemplo.

Se n�o nos tivermos,

onde vai ficar esse nosso amor?

No para�so?

Dificilmente...

Voc� sabe,

e eu tive uma filha.

Maximov, voc� pode me ouvir?

Voc� sabe, em um sonho, todas as noites, eu vejo o mesmo sonho.

Eu sonho que voc�s est�o juntos...

Voc� e Karenin s�o meus maridos.

E estou surpreso com o que parecia imposs�vel para mim antes.

E eu explico para voc� que � muito mais f�cil.

Que voc� est� feliz e contente agora.

E esse sonho � como um pesadelo.

Ele me pressiona.

Cada vez que acordo com horror.

Ana, pense,

afinal, muitas pessoas est�o mais ou menos adivinhando nosso relacionamento.

E logo... Logo nosso amor poder� se tornar conhecido por todos.

Voc� obviamente n�o entende.

Muitas mulheres que invejam voc� est�o apenas esperando a confirma��o...

E o que?

Eu n�o tenho medo disso.

Anna, ainda sinto toda a dor da minha situa��o e da sua.

Vejo na vergonha essa necessidade de mentiras e engano.

Teremos que esconder nosso amor. Mentir, trapacear.

Pensando constantemente nos outros.

Voc� me ama?

Voc� sabe: desde o primeiro dia do nosso encontro.

Eu tamb�m.

N�o... No come�o eu n�o sei...

Ent�o eu at� te odiei. Pareceu-me que...

Na verdade, isso n�o importa.

Gra�as a Deus que tudo ficou no passado.

Estou com frio. Me abrace.

Mas Anna. N�s temos que fazer alguma coisa.

Eu vejo voc� se atormentar com tudo.

E com a vida mundana, e com seu filho e com seu marido.

N�o com o marido.

N�o sei... n�o penso nele.

Ele n�o est�. "Voc� n�o � sincera."

Eu te conhe�o, voc� sofre por ele tamb�m.

Ele n�o sabe.

Apenas ambi��o, apenas desejo de sucesso. S� isso ele carrega em sua alma.

Ele me conhece com indiferen�a. - N�o vamos falar sobre isso.

N�o h� necessidade de discutir isso.

O suficiente...

O suficiente.

Vamos, s�rio.

Entenda, n�o tenho vergonha do meu amor.

Estou orgulhoso dela. - Ana...

O que acontecer ao nosso destino.

Conseguimos.

E n�o vamos reclamar disso.

� tarde demais, tenho que ir.

Quando n�s vamos nos encontrar?

Quarta-feira � uma hora.

Sinta-se � vontade para se sentar.

Stomarin, d�-me fogo.

Majestade, para que serve a guerra? "O que?"

Dizem que � por causa da Manch�ria. O que � isso para n�s?

E sem dinheiro n�o viveremos aqui. Viajamos por toda a Sib�ria.

Veja quanta terra existe em todos os lugares. Sem fim.

E o que o rei pensou quando come�ou a guerra.

Majestade, e se houver uma tr�gua? Teremos que pagar aos japoneses.

Sim, eles provavelmente v�o querer uma contribui��o.

Sim, e um fardo ainda maior recair� sobre as pessoas.

N�o. Ent�o � melhor continuarmos a guerra.

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