Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
A SEDE
Ol�.
Estou a preparar-me para a nossa festa.
Vamos. Toca a mexer.
Vais direito ao assunto.
Um broche s�o 40, 60 para foder, e meio meio s�o 75.
Ol�, sou Max, sou viciado.
Aqui estamos.
N�o � um espect�culo estar s�brio?
A minha namorada Lisa acha que sim. Ela acha eu estar s�brio � a melhor...
coisa, porque assim ela embebeda-se e eu estarei sempre l� para apoi�-la.
Sei que voltou a usar. Sei qual s�o os sintomas da doen�a.
Sei quando o lavat�rio, a sanita...
e o raio da banheira cheiram a CIF. N�o � s� desinfectante...
� o cheiro a vomitado. N�o posso confront�-la porque se o fizer...
posso... se foda, tenho a certeza que mandaria o meu Poder Superior...
chupar-me a pissa e us�-la com ela.
Ent�o... o que ela est� a fazer agora �...
strip...
ou como ela o chama...
dan�ar
Est� a colocar-se outra vez na linha de fogo.
Ol� Lisa.
J� estou curada?
N�o te vou ser meigo. Tomara que eu pudesse fazer mais por ti.
Mas mesmo com quimioterapia agressiva e radia��o...
estes epis�dios que tens tido n�o v�o melhorar. V�o piorar.
Pior, diz ele.
Vamos manter-te aqui um ou dois dias para observa��es. Mas...
Mas precisam das camas. N�o podem fazer um caralho por um cad�ver.
Compreendido.
J� disseste ao Max?
Acho que lhe deves isso.
N�o � apenas o mais correcto mas em breve vais precisar do apoio dele...
Esse � o problema, doutor. Da forma que ele �...
o Max n�o pode ajudar-me porque ele n�o pode salvar-me.
Se o disser, quando morrer o falhan�o ir� destru�-lo.
At� amanh�.
Desculpa. N�o me apercebi de que estavas a dormir.
Imagina isso.
E �s 3 da manh�.
O Dr. Freedman enviou-me.
�s outra oncologia? Porque j� n�o preciso de uma segunda opini�o, Dra...
N�o sou Dra. Apenas Mariel. Sou terapeuta.
- Porque ris? - Porque enviar uma psiquiatra...
para me ver a esta hora � absurdo.
Tu �s absurda. Boa noite.
De noite tiramos a pele que usamos de d�a.
- O que � que isso quer dizer? - Significa que aqueles...
que colocam defensas fortes porque t�m medo...
ou demasiado fracos ou as duas coisas, tendem a ser mas abertos...
para falar � noite.
Sai do meu quarto, caralho.
Tu n�o queres que eu saio. N�o queres estar sozinha.
Precisas de falar com algu�m. E se for o teu namorado.
Mais vale ser eu, caralho!
- Tu n�o me conheces. - Mas vou.
Podes deixar a luz apagada, se quiseres.
Lisa Rainer, o seu quarto?
Ainda n�o s�o horas de visita, mas pode tentar volta c� amanh�.
Est� bem.
Venha c�!
Seguran�a.
Lisa? Lisa? Lisa?
Quarto 605.
Obrigado.
O que fizeste, Lisa?
Amo-te.
Olha...
Fofa. Isto n�o pode continuar.
O qu�? O qu�?
- Achas que eu voltei a usar? - Lisa... olha o teu bra�o.
- Larga-me. - Cheira o teu h�lito. Cheira a vomitado.
- Cheiras a morte. - � por causa dos soros, idiota.
E vomito todos os dias por causa do caralho da quimioterapia.
N�o viste os sinais? Esta � a ala do cancro.
Menti-te, querido, desculpa.
Cheiro a morte porque estou a morrer.
Como foste capaz de n�o me dizer, de o esconder de mim?
- N�o queria ser um fardo. - Um fardo?
N�o queria assustar-te. Max!
N�o queria dizer-te sem ter a certeza!
N�o querias ser um fardo ou n�o querias assustar-me, qual?
N�o sei! N�o queria que pensasses que podias ajudar-me, porque ningu�m pode.
Eu ia acordar um dia e tu j� n�o estarias l�?
- Era o caralho do teu plano! - Por favor anda c� um segundo!
- Pensavas que me assustavas? - Por favor anda c�!
Max, �s a melhor coisa da minha vida, amo-te.
N�o queria tornar-me na pior da tua. Anda c� por favor.
- Demasiado tarde. - Anda c�. Max!
Max, volta!
O teu namorado est� com problemas.
Acho que os seguran�as t�m-no.
Sei que era o teu namorado porque estava a chorar.
E porque est�s a chorar e porque est�s assustada.
- Sou Sarah. - Lisa.
- Est�s neste andar? - N�o. Vivo aqui por agora.
Os doutores querem-me aqui porque tenho hemofilia.
� super raro. As meninas n�o costumam ter hemofilia.
Pensam que se fazem testes e tratamentos, podiam compreender melhor.
- Como � que sabes que estou assustada? - Porque vais morrer.
Mas n�o ser�s a primeira pessoa a morrer e provavelmente n�o ser�s a �ltima.
- � uma piada? - Sim, se quiseres podes rir.
Acabei de limpar o apartamento todo.
Max, �s um clich�, n�o consegues resolver os problemas de algu�m.
Vens aqui e fazes algo que podes controlar.
Obrigado pela analise de perita. O que vais fazer depois disto?
Sei l�. Alugar um DVD, se me sentir muito ambiciosa brinco com o vibrador.
- Queres companhia? - Desculpa?
N�o para a �ltima parte.
N�o me admira que n�o ela n�o te disse.
Ouve, deves deixar de fazer tudo, menos ajudar a Lisa. O que precisar. OK?
- A hora das visitas acabou. J� telefonou? - Queria mesmo v�-la.
- Se telefonasses ela n�o atendia. - Sara, agora n�o.
Este jovem j� tem problemas que chegue, sem os piorares.
Ela foi embora.
- N�o aparece aqui como tendo alta. - Ela foi embora. Podem ir l� ver.
Disse-vos que ela foi. A Sr. Mariel levou-a.
- Quem? - Aonde?
Ela disse para casa.
- Quem � que a levou? - Voc� sabe, a Sra. Mariel.
A senhora da noite.
Sei que nunca entender�s porque fiz isto.
Max, preciso que sabias que n�o foste respons�vel.
Isto n�o � culpa tua.
� apenas parte da viagem. E estou feliz que tive esta parte contigo.
Vou estar noutro sitio agora, Max.
Num sitio aonde talvez posso ser eu a olhar por ti.
Sei que agora h� mais, e entristece-me que n�o te posso ter comigo aonde vou.
- Lisa? - Adeus, Max.
- Lisa! - Amo-te.
Havia for�a em cada parte de Lisa Rainer.
At� ela esquecia. E quando ela considerava-se fraca...
O que ela nunca entendeu era que a �nica raz�o pela qual podia fazer as coisas...
para ajud�-la, era porque ela inspirava-me.
Ela fazia-me forte. Ela era...
� tudo.
Ela era e agora j� n�o �.
Esta � a casa de Max e Lisa. Deixa uma mensagem...
a n�o ser que sejas um cobrador, ou para mudar nosso servi�o de longa distancia.
Nesse caso, vai-te foder.
Max, sou eu a C. Sabemos que se depende de ti vai ser uma eterna tortura...
decidimos que a �nica coisa a fazer � ir a�.
Tirar esse cu triste da cama.
Acho que vou ficar com isto por mais um pouco porque...
acho que os gatos n�o s�o os �nicos com que vou ter que preocupar.
- O que est�s a fazer? - D�-me, o chaveiro era da Lisa.
E isto tamb�m?
- Podiam deixar-me em paz? - Ouve, as ciosas s�o assim.
Lembraste quando a Lisa mentiu-te sobre ter cancro?
� assim que sentimos. Sei que est�s a sofrer...
mas somos os teus amigos e precisamos de ti. Est�s a afastar-nos.
- N�o podes culpar-te pelo que se passou. - Claro que posso.
Estava doente, ela fez o que fez por medo, n�o porque tiveram uma discuss�o.
N�o podes mudar ningu�m, podes apenas mudar-te a ti.
Por favor!
Eu j� tive um interven��o e foi uma merda.
OK, agrade�o o que est�o a fazer...
mas sinto que deveria estar sozinho por uns tempos.
Isso n�o vai acontecer.
- O que � que est�s a fazer? - O que � que achas que estou a fazer?
Vou-te tirar desta merda. Esta merda � um caralho dum tumulo.
Tens no��o que constru�ste aqui um tumulo ou n�o?
Exactamente. Senta-te.
N�o parece haver comedias. Que tal clubes c�micos?
N�o, se foda isso, os comediantes s�o idiotas. Outra coisa.
Espera... o que � isso?
- Isso. - Est�s a gozar caralho?
- O Clube Inferno? - Sim.
- Vamos! - Nem pensar.
Uns idiotas vestidos como um dem�nio e nem sequer � o dia das bruxas.
No pior, gozamos com eles. Vamos.
- Vamos ficar uma hora � espera. - N�o, uma hora n�o.
- Est�o a gozar? - P�e a tua cara de feliz!
- N�o quero p�r a minha cara de feliz. -Queres sim!
- Onde est� a tua cara de feliz? - N�o o trouxe comigo.
Ol�, menino submisso.
Ol�, tipo claramente fora de s�tio.
Gosto deles. Podemos ficar com eles?
N�o podes estar sempre a levar vadios.
Esta � a �ltima vez.
V�s? Ele � divertido. Ele p�s a cara de feliz dele.
- Sim ele tinha uma cara feliz. - Sabes que te vais divertir. Vamos!
N�o estou a fazer isto por bondade do meu cora��o.
Sim, tenho a certeza de que n�o h� bondade no teu cora��o.
� t�o escuro como mil noites.
N�o sou ing�nuo o suficiente para pensar que d�s o teu numero...
mas se me telefonares, prepara-te para me fazeres um favor.
Kronos, amo de escravos em treino.
Kronos, vamos seu merdas.
- Acho que algu�m gosta de ti. - Seu diabo.
- O qu� � isto? - O qu�?
O que se passa?
Vamos. Depois do que te aconteceu, podes me culpar?
N�o vou desistir. � apenas uma cervejinha e n�o coisa pesada.
� a mesma coisa.
Anda l�, bebe Chase.
Eu acho que nunca estiveste s�brio de qualquer forma.
E al�m disso n�o posso controlar o que as pessoas fazem, n�o �?
Tem cuidado.
Se n�o estiveres na lista n�o podes subir.
N�o me interessa subir.
Deverias.
Alguma coisa muito nojento naquelas duas.
- Eu gosto. - Poderiam comer-me vivo.
Isso � mau?
Ouve, vais ficar bem. A s�rio, vais ficar bem.
Estamos a abra�ar agora?
Lisa! Lisa!
Era ela!
Querias que fosse ela, mas eu n�o vou...
- qual � aquela palavra que voc�s usam? - Possibilitar.
- N�o te vou possibilitar. - Era ela, s� ela dan�a assim!
- Eu tamb�m dan�o bem. - Era uma manifesta��o do subconsciente.
- Deixas-te dessas tretas de psiquiatra. - � melhor que o regresso dos mortos.
Desculpa, fui muito duro. Qu� caralho � que est�s a fazer?
- Estou a dan�ar. - J� chega.
Obrigado por me tirares de l�.
- Como est� a Macy? - Envergonhada.
Digamos que quando cai da carro�a, ela n�o sente o passeio.
- Diz-me que nunca fui assim t�o mau. - N�o eras.
Eras 100 vezes pior, meu amigo.
Ela est� viva, meu.
Eu sei que parece doido, mas eu vi-a ontem � noite no clube.
Foi por isso que fui ao cemit�rio.
Na altura n�o fazias sentido, e depois tentaste explicar.
E eu n�o quero ouvir.
Eu tentei, meu. J� agora deves-me o dinheiro da fian�a.
- Olha, n�o estava l� meu. - O qu�?
O livro de apontamentos com o meu discurso.
Desapareceu, e aposto que a Lisa tamb�m.
Ol�. O Kronos est�?
Ol�!
Estou decepcionado contigo Max. Chegas tarde e est�s totalmente vestido.
Desculpa, n�o uso cal�as de borracha.
Mas tens que p�r isto, e tens que deixar-me passear-te.
Vamos. Que tipo de amo de escravos seria abrindo excep��es para uma cara bonita.
Eu percebo.
Anda, escravo.
H� uma coisa que tens que fazer por mim. E isto � obrigat�rio.
Como meu escravo, preciso que me d�s prazer oral.
Estou a gozar. Achas que sou pandeleiro?
Parece que n�o tenho que fazer nada.
Abandonem toda a esperan�a aqueles que entrarem.
Nunca te vi por aqui antes.
Sim, � verdade. Apesar de n�o ser a minha primeira viagem ao inferno.
Vais sentir-te como em casa. Deixa-me mostrar-te.
Tudo o que desejas est� aqui, � s� querer.
Essa � a ideia. Estou � procura de algu�m.
N�o estamos todos?
Lisa! Lisa?
Max.
- Lisa? - Max, temos que ir.
- Lisa. - Tenho que tirar-te daqui.
Raios parta, p�ra de chorar e aguenta como um homem.
Ol�, pequena Lisa.
- Vais comer este? - N�o, este vai viver.
Ainda n�o apreendeste linda que ningu�m vive?
Ningu�m.
Ajuda-me.
Qu� raio est� tu aqui a fazer?
Eu estava a pensar a mesma coisa, rapaz.
O que temos aqui s�o os nossos anfitri�es.
Owen... e Barbara.
S�o os propriet�rios deste estabelecimento.
Dizem ol� ao Max.
N�o vos ou�o.
N�o precisam ser mal educados. Cumprimentem o Max!
Ol� ao Max.
Muito melhor.
As vezes soltem-se, por isso � melhor ter a maquina dos rebites por perto.
Bem. Agora que est�s aqui, vou-te fazer uma oferta, s� fa�o uma vez.
Podes juntar-te � fam�lia do Owen e da Barbara!
Ou juntas-te � minha.
- Deixa-o, Darius. - N�o � uma op��o, Lisa.
Eu n�o te convidei aqui. Voc�s convidaram-no aqui?
N�o.
E mesmo assim...
aqui est� ele.
Max.
Uma visita.
E nem tive hip�tese de limpar a casa!
Ele fez a escolha dele.
E agora tu tens que fazer a tua.
Por favor.
Por favor... estou a pedir-te.
Converte-o... ou mata-o.
- Converte-o... ou mata-o. - Converte-o...
- ou mata-o. - Converte-o... ou mata-o.
Converte-o...
ou mata-o.
Converte-o...
Mata-o!
- Converte-o... ou mata-o. - Converte-o... ou mata-o.
- Converte-o... ou mata-o. - Porque est�s aqui?
- Converte-o... ou mata-o. - Converte-o... ou mata-o.
P�ra!
Leva esta crian�a para a tua cabana para as coisas sujas.
N�o suporto ver outra dessas
� demasiado nojento.
Sabes?
- Podes ir se quiseres. - N�o quero ir.
Pensei que te tivesse perdido, e agora sei que n�o.
Uma vez que fa�as isto n�o voltar�s a ser o mesmo.
N�o importa. N�o quero ser o mesmo.
Isto � estranho.
- Tens a certeza? - Sim.
OK.
Est� bem.
Relaxa.
Relaxa.
Morde.
Est� tudo bem.
- Est�s bem? - Sim, sim.
Sinto-me bem. Muito bem.
N�o podemos sair de dia. Pois n�o? Temos que ficar aqui de dia ou...
querido, diz adeus ao sol. Se te toca na pele, queima como �cido.
T�-lo no c�u � uma seca, � como uma ressaca de m� coca.
E o reflexo, os crucifixos, os morcegos e essas merdas?
- O que achas? - Bem...
Acho que podia ficar irritado e chateado por teres escondido o cancro de mim.
E fingires a tua morte e desaparecer sem inten��o de me vires buscar.
Ou... posso pensar nisso j� no passado, e decidir seguir com a minha vida.
Com a nossa vida.
E eu escolho o segundo.
S� h� uma coisa que n�o consigo tirar da minha cabe�a.
- O qu�? - Estavas morta, certo?
Foste enterrada. Estavas no caix�o.
E depois o que � que se passou?
� um pouco... diferente para as raparigas.
Pap� Darius quer ver-nos.
OK, bem, bem. Eu tamb�m quero v�-lo.
As crian�as da noite, que belos sons fazem.
� m�sica, idiota. Que bela m�sica fazem!
- Max! - Ol�, Max!
- Como te sentes? - Sinto-me bem!
- Sim? - Sim!
Dan�as no colo s�o na sala de jantar. Anda comigo.
Olha uma maquina de escrever comest�vel.
Algum idiota esqueceu de levar os papeis para o Clube Inferno...
e agora tenho que escrever duas cartas assumindo a responsabilidade disso,
- e para o que temos planeado para hoje? - faz com que cabe l, Lenny.
S�o ambos locais onde se re�nem infi�is decadentes. Por favor.
Deixa de ser um conas choramingas.
A ideia de m� orienta��o deste idiota...
� escrever a letra duma can��o dos Beatles na parede com sangue.
- Falas �rabe? - Claro que sim. nasci em Gaza.
S� descobri a minha casa adoptiva em Texas em 1800.
Bem, 300 anos longe do sol temos a tend�ncia a ficar p�lidos.
N�o te sintas inseguro, filho. Dentro de mil anos quando disseres que �s...
do sul de Los Angeles, aposto que vou querer muito foder contigo.
Pe�o-te, Lisa.
N�o acho que devias levar o Max na sua primeira comida.
Porqu�? Quero mant�-lo debaixo de olho.
- Para al�m disso, ela levou-me. - Verdade.
Mas era quando pensava que tinhas potencial.
Quando vi na tua dan�a gra�a e disciplina, ausente no teu car�cter.
Mas agora vejo que era apenas sentimentalismo vazio.
Tu �s apenas fraca.
- Queres ver fraca, puta? - Lisa!
Chega.
S� n�o queremos p�r-te numa situa��o incomoda se o Max n�o conseguir.
Deixa que seja eles a lev�-lo.
Al�m disso, o pap� preciso dum tempo com as suas meninas favoritas.
A fam�lia leva-o.
Max.
� raro que duas pessoas que estiveram juntos na vida anterior...
passam para a nossa fam�lia.
Por isso perdoou a tua falta de respeito.
Mas por pouco tempo.
Pequenina.
Anda. O Darius espera por n�s.
Bem...
- �s um verdadeiro Duque, Duke? - �s um verdadeiro Homem, meu?
Quem � realmente o que parece ser � uma farsa, mas...
para responder-te, sim, nobre brit�nico de sangue azul.
E agrade�o que n�o fa�as mais perguntas.
- Alguma ideia o que elas dizem? - Isso � uma pergunta!
Podes entend�-las se tentares muito. Mas n�o tem import�ncia.
N�o est�o na fam�lia pelas suas capacidades de conversa��o. Entendes?
Deixaste cair o teu bilhete, Osama.
Parece que vamos ter que sair em breve.
- Porqu�? - Bem...
Aqui diz que a orienta��o come�a daqui a uns dias, por isso...
o acampamento vais estar cheio de mi�dos � procura da palavra de Deus.
Foi por essa raz�o que estabelecemo-nos num acampamento, cabr�o.
Merda rapaz, n�s n�o vamos para lado nenhum.
O que queres Max?
- Queres uma bebida? - N�o, estou s�brio.
- N�o � esse tipo de bebida mi�do. - Vamos come�ar com esta festa?
Onde est� a m�sica?
Segundo!
A dan�ar sem m�sica. Que tipo de sitio � este?
Toma, p�e isto.
Max. Diz aos teus amigos para n�o magoarem-me.
N�o s�o meus amigos. S�o minha fam�lia.
O que � que pensas que est�s a fazer cabr�o de merda?
Consigo cheirar-te a� querido. Fazes crescer agua na boca.
� merda Max.
N�o precisa ser uma dan�a.
N�o brinques com a tua comida, Maxwell.
Desculpa, Max.
Estou aqui por ti.
Precisa um pouco mais do que envenenamento por chumbo para acabar connosco.
Por favor, por favor. Max, n�o!
Meu Deus!
Oi, Darius. Darius.
Bem-vindos. Comeram bem?
Sim. E tu?
Um festim para reis.
Queres juntar-te a mim?
Lisa!
Em p�. Vou lamb�-la at� ficar limpa.
Talvez mais tarde.
N�o sei onde � que ela andou. Vamos.
- Vamos. - Quem � ele?
N�o fa�o a m�nima ideia.
Deixa-me ver.
Diz que � Sheldon Hamilton.
- Quem d� o nome Sheldon ao filho? - O que � que ele te fez?
N�o me fez nada, estava no sitio errado. E agora vai morrer.
- Jesus, Max. O que � que fizeste? - O qu�?
Antes ou depois de chacinar toda a gente no Petit Morte?
Detesto trazer-te m�s noticias querida.
Mas agora comes pessoas!
Eu... honestamente esqueci como racionalizar estas merdas.
Perfeito. "eu honestamente esqueci como racionalizar estas merdas".
Vou passar o resto da eternidade com a minha esposa, raios mulher!
- N�o tens fome? - Sim.
Sim, tenho fome Max.
Tenho fome.
Mas eu n�o consigo fazer o que eles fazem.
N�o consigo amarrar uma pessoa e chupar-lhes a vida, todos os dias.
- N�o? - N�o!
Porque eu j� fui assim! Encurralado.
Quando eu estive doente n�o podia fazer nada.
A n�o ser ver a minha vida a escapar.
Por isso n�o, n�o consigo. N�o posso fazer isso a outra pessoa.
N�o importa a fome que eu tenho.
Deixa-me dar-te uma ajuda.
- Deixa-me ajudar-te! - Max, Max!
- Bebe, tu ajudaste-me. - O que � que fizeste?
Vamos, deixa-me ajudar-te!
Gostas de beber sangue com o teu pap� Darius!
-Pois bebe, bebe! - O que vais fazer? bater-me, cabr�o?
Vamos ter um problema?
Diz-me tu.
Devo dizer-te.
Deixa-me perguntar-te uma coisa Max.
J� pensaste por que � que viste a Lisa naquele rid�culo clube Inferno...
duas noites seguidas?
Estivemos na primeira noite porque gosto de ver as pessoas a jogar � morte.
Fico excitado v�-los chorar.
N�o, obrigado.
Como queiras.
Mas quando a Lisa viu-te l�, foi algo inesperado.
Mariel e eu decidimos fazer uma experi�ncia.
Ela tinha estado a falar de ti muito.
Como tu evitavas que ela se auto destru�sse.
As suas fragilidades... a sua recusa esquecer-te.
Ela evitava manter comida � m�o, estava a destru�-la.
Recrutaste-me.
Para ajud�-la!
O que posso dizer? A Mariel gosta da sua pequena bailarina.
A pequena Lisa n�o sabia de nada.
Por isso pergunto-te novamente.
Vamos ter um problema?
- Quando ela saiu da cama contigo... - Temos uma exist�ncia em comuna!
Partilha-se tudo.
A comida, o sangue.
E claro... uns aos outros.
- Tu entendes isso... - Quando ela saiu da cama contigo...
e estava a tentar tapar-se...
ela parecia assustada, e envergonhada.
E vi a fragilidade nos olhos dela.
E foi por isso que a tirei de l� t�o depressa.
Agora, tu podes ter um problema.
Mas desde que n�o falta sangue, n�o vai ser comigo.
Macy.
Nem imaginas do que estou � procura.
Merda. Esqueci de que voc�s tamb�m t�m que comer.
-Ol�. - Ol�.
Anda c�.
Pensei que n�o gostavas de mim.
Sabes?
Tu pensas demasiado.
Sabes a cobre.
Vamos ver ao que tu sabes.
Vais ter que confiar em mim.
E depois vou-te dar o meu pulso.
Quando eu disser... chupas com toda a for�a.
Espera...
- Tu mordes a mim e eu mordo a ti? - N�o.
Eu mordo-te e depois mordo-me a mim.
- E depois eu chupo? - Isso.
- Mas eu chupo primeiro. - E estamos a fazer isto com que fim?
N�o acreditas se te dissesse, mas vais sentir-te melhor que nunca.
N�o te assustes. Tenho-te, tenho-te, est� bem.
N�o entres em p�nico.
Est� tudo bem.
Est� tudo bem. Chupa como falamos. Vamos.
Macy, Macy, vamos!
Olha, olha, fofa.
Olha para mim. Macy!
Chupa o meu pulso!
Est� tudo bem!
Fodasse.
- Ei Lisa, qu� caralho! - � o meu carro!
- Qu� caralho? Qu� caralho? - Chamamos uma pizza e roubamos o carro.
Ent�o vamos gritar ei Pizza Hut sem chouri�o!
Espect�culo, Darius. Sem telefones para interromper a tua tranquilidade.
Porque n�o escrevemos uma carta... em �rabe por exemplo?
Cala-te. Agora mesmo caralho!
- Preciso pensar. - E eu preciso beber.
N�o consigo toc�-la! N�o quero toc�-la.
Max.
Max. Max!
- Ouve-me. - Desculpa.
Ouve-me! Ouve-me, olha para mim!
Olha para mim. Vou perdoar-te o que se passou ontem � noite...
por todas as vezes que sa� e tu estiveste l� para me apanhar.
Mas estamos quites.
Querido, vamos ultrapassar isto.
Eu prometo.
Primeiro temos que retirar toda a tenta��o.
- Temos que vencer isto querido. OK? - OK.
Como � que consegues aguentar?
Quando a Mariel quis juntar-me � fam�lia, pensei que tivesse vencido a morte...
pensei que tinham dado uma oferta boa. Ao que parece voltei a ter uma reca�da.
Foi preciso ver o que a sede fez a ti, para aperceber-me disso.
Era demasiada esquisita para comer.
Nunca gostei daquela puta!
- Tentei mud�-la s� que n�o funcionou. - Os gajos n�o podem mudar as mi�das.
- � como dar � luz. Disse-te isso. - Ela est� morta...
N�o posso acreditar que querias mud�-la!
N�o posso acreditar que querias mud�-la!
Era suposto amares-me!
Isso foi insatisfat�rio.
� normal que tenhas sede.
- Anda Gatinho.
Est� bem, querida. Vai ficar tudo bem.
Comi uma vez um gato.
Na Europa durante os anos da praga.
N�o podia arriscar alimentar-me de humanos.
N�o foi muito saboroso pois n�o?
Um gato � uma infrac��o menor, mas este assunto da Macy � mais s�rio.
Mas nada que n�o se perdoa.
Tenho que vos levar "tout suite" e ao dizer "tout suite" quero dizer isso.
S�o para ser resolvidos antes da orienta��o.
Interferem nisso, e ficarei muito zangado.
- N�o vamos regressar. - Essa n�o � tua decis�o, pois n�o?
Se n�o vierem comigo, mato-vos. N�o h� outra escolha.
H� sempre uma outra escolha.
N�o para ti.
Eras mais forte ontem � noite, n�o eras? A Mariel tem raz�o.
A vaca est� fr�gil e a sua fragilidade � infecciosa.
Uma faca? O que tencionas fazer com uma faca?
Distrair-te.
Agora isso n�o � Cricket!
Isso n�o � Cricket?
N�o acredito que andas a fazer de Duque.
�s claramente o filho bastardo de uma prostituta e um cliente qualquer.
Porque � que irias dizer algo cruel assim?
Existe alguma verdade?
Ou � tudo uma mentira para convencer-te de que n�o �s totalmente in�til?
- E que devias ter morrido h� muito. - Podes acreditar naquilo que quiseres.
Mas acredita nisto. Disse que vos matava se n�o viessem comigo.
E n�o v�m comigo.
Quando o sol desaparecer...
temos que sair daqui.
N�o. Temos que parar a fam�lia.
N�o podemos par�-los. Morremos a tentar.
Ei... j� estamos mortos.
Como estamos hoje, Sra. Bernstein?
Ol�, Doutor. Sou o Max.
O namorado da Lisa Rainer. lembrasse da Lisa?
Ela fala muito bem de si.
Ouviu-o bem. Ele disse "fala" e n�o "falava".
Parece que o chanfrado ingl�s explodiu.
H� dois gatos mortos na banheira.
Pobre Duke. Tentar alimentar-se dos gatos, t�o previs�vel.
A seguir v�o ao hospital � procura de uma cura.
Darius, acho que tiveste uma epifania.
Eu tento, querida.
N�o vai encontrar batimento card�aco.
- Porque vieram a mim? - A policia apenas vai fazer perguntas.
Mas voc�s sabe que sou eu e que n�o posso estar vivo.
E voc� tem acesso a sangue.
Muito, e precisamos com urg�ncia.
- Sra. Bernstein. - Ol� Linda.
Posso conseguir sangue hoje, mas com tempo...
- O sangue n�o � para n�s. - N�o entendo. N�o � para ti?
Estamos... � espera que tivesse sangue estragado.
- Sangue estragado? - Sim, com doen�a.
Um da fam�lia disse-nos que evitou humanos durante os anos da praga...
Se h� algo no sangue que os fa�a mal, temos que us�-lo contra eles.
Quem � a fam�lia?
Infelizmente, acho que vai conhec�-los.
Tamb�m est�o neste andar.
Quem s�o eles?
Est� a� algu�m?
- Sarah? - Lisa?
Sarah.
- Lisa. - Sarah n�o fa�as barulho. Sarah!
- Ol� Max. - Ol� amor.
Sei quem s�o, s�o as pessoas da noite.
N�o assustam-me, n�o serei a primeira pessoa que morre.
E n�o serei a �ltima.
N�o � fresco! N�o � fresco!
Porque � que estamos a guardar a pequenita?
Afasta-te, do�ura. Estamos quase a chegar, acalmem-se.
Qu� caralho!
N�o podiam esperar!
Qu� caralho meu? H� um autocarro cheio de carne fresca...
a ser entregue na nossa casa e n�o podiam esperar.
- N�o fiquem a�. V�o busc�-los. - N�o � altura de foder! V�o busc�-los!
- Voc�s est�o a irritar-me. - E o que � que vais fazer?
Sabes que precisam de mim se esta fam�lia vai continuar.
A fam�lia pode continua com as irm�s, e s�o mais vistosas.
S� ir� criar atrasados mentais lembra-te disso. Vai!
Deixaram alguma coisa?
- O que � que foi aquilo? - A menina, Sarah.
Entregou a sua vida para salvar as nossas e muitas outras.
- N�o vejo como. - Ela tinha hemofilia.
- E? - O sangue dela n�o coagula.
P�ra de reclamar!
N�o trope�as Leonard.
- Max! temos que regressar ao acampamento. - Porqu�?
Os campistas, os mi�dos devem estar quase a chegar.
- Por aonde? - Por ali.
Temos que ir!
Anda c�! N�o o toques, n�o o toques!
Est�s bem?
- Sim. - Est�s bem?
Temos que ir. Vamos, por aqui.
Por aqui, por aqui.
J� vos contei dos meus tempos de cowboy na guerra Hispano-americana?
Provavelmente n�o, mas tamb�m estive nas boinas verdes.
A minha oferta a Lyndon Johnson no esfor�o da guerra.
- Sou um patriota! - O que vais fazer? Lutar aqui ao sol?
Tenho todo o tempo do mundo!
� muito sangue?
Gostas o que fizemos com isto?
Luzes de natal.
Dentro de pouco tempo vai estar cheio de crian�as cat�licas alegres.
E amanh� � noite eu vou estar cheio de crian�as cat�licas alegres.
Podes ficar aqui.
Vamos, temos que ir. Est� a ficar tarde.
- Podemos chegar � ambul�ncia. - Acham que podem matar-me?
Eu sobrevivi a peste negra.
Sobrevivi sozinho entre humanos por s�culos, e vou sobreviver a voc�s.
V�o embora, deixem-me. Vou vos encontrar.
Aonde quer que estejam. N�o podem esconder-se de mim.
Felizmente, n�o ser� preciso.
Toma. P�e a trabalhar, p�e a trabalhar.
- Mal consigo ver. - Os fr�geis.
Rendem-se a sua natureza.
Assusta-os, v�o a correr ao padre.
Ou a um psiquiatra. O programa dos doze passos.
Procurando uma reden��o... n�o existe.
Qu� diabo sabes tu de reden��o?
Sabes o que foi preciso para criar esta fam�lia?
Tu?
Esta � e sempre foi a minha fam�lia e tu...
j� n�o �s filho meu.
J� falta pouco.
N�o.
Como te sentes?
Bem. Finalmente.
E tu?
Contigo aqui, melhor que nunca.
Amo-te, Max.
E eu a ti.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.