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Steve?
Steve, est� vestido?
Vamos... � tarde. Tenho de voltar para casa.
N�o quero ser posta de castigo, de novo.
Voc� est� a�?
Ou�a, se est� tentando me assustar, n�o acho gra�a nenhuma.
Este lugar me d� arrepios.
Steve. Estou avisando. Eu nunca mais venho aqui com voc�.
Vamos. Onde voc� est�?
Se n�o parar com isso, juro que termino com voc�.
Steve, onde voc� est�? Por favor, me responde.
A CASA DO CEMIT�RIO
Bob, onde voc� est�?
Querido, ainda tem de arrumar os seus brinquedos.
Vamos, quais voc� quer levar?
Bob, estou falando com voc�.
Acorde, por favor. Quando o papai chegar em casa...
M�e...
O que �?
M�e, por que aquela menina fica me dizendo que n�o devo ir l�?
Que menina, Bob?
A que est� na janela daquela casa.
Na janela?
N�o temos tempo para brincadeiras, querido. O papai vai chegar a qualquer minuto.
Acho que ela tinha algo pra fazer.
Digamos que nunca a viu, pra come�ar, est� bem?
Mas eu vi... Eu vi a cara dela.
Estava acenando. Podia ler os seus l�bios.
E o que � que ela te disse?
Ela disse que eu n�o devia ir at� l�. Por que que ela disse isso, m�e?
N�o sei, Bobby.
Talvez porque ela n�o queira que arrume os brinquedos que tem que arrumar.
Vamos l�, malandr�o. Vamos come�ar.
Eu n�o estou brincando, m�e. � s�rio.
May...
Hora de ir, May.
Hora de ir para casa.
N�o, agora n�o posso.
� importante.
N�o posso.
Vou amanh�.
A Lucy ainda n�o se decidiu.
Tem muita coragem, para continuar a pesquisa de outra pessoa no ponto mais cr�tico.
Especialmente, quando esse outro era um cientista do calibre de Eric Peterson.
Te digo uma coisa.
Voc� � o �nico homem que pode manter este projeto.
Sem contar os 5.000 por ano a mais que vai ganhar.
Voc� foi o protegido do Peterson e, acredito, tamb�m um dos seus melhores amigos.
Sei que est� ansioso para esclarecer o seu suic�dio.
Vai ser dif�cil de explicar.
Mas sei que vai chegar ao fundo da quest�o.
Bem, vou tentar.
O importante � que, quando este projeto for publicado, ter� apenas o seu nome nele.
Pense s� nos direitos autorais.
Pois �, ou publica ou morre.
O que pensa que Eric teria feito numa situa��o como esta?
Bem, n�o sei. N�o fa�o ideia.
Apreensivo?
� assustador.
Ele organizou o projeto. P�s pra andar.
E depois, sem raz�o aparente... Abandonou tudo...
Massacrou a sua amante.
E ali estava ele, pesquisando suic�dio.
Os tempos em que vivemos!
Taxi...
Bem, rapaz, quando a escola terminar, eu vou at� l� pra te ver.
Sabe que vou. Adoro a Nova Inglaterra.
Estarei � espera, Sr. Tchau.
Norman, pra qu� as minhas plantas? Penny vai reg�-las.
S�o bonitas.
Oh, pelo amor de Deus. A Nova Inglaterra est� cheia de plantas.
- Tenha cuidado. Me d� aqui. - N�o confio na Penny.
O que acha? Est� tudo a�?
Acho que sim. Mas eu n�o sei mesmo como vamos encaixar tudo a� dentro.
- Pensamento positivo. - Escuta, foi ver a Sra. Peterson?
N�o. N�o preciso.
Todo o seu material de refer�ncia est� na biblioteca.
Afinal, ele era um colega seu.
Digamos que apenas trabalh�vamos no mesmo campo.
Mas querido, podia ao menos ter ido apresentar os seus p�sames.
O que se diz a uma vi�va cujo marido tinha outra mulher
e, um belo dia, massacrou essa outra mulher, e depois se enforcou?
Ent�o, depois da m�e ter mudado de ideia pela 10� vez, o lugar j� estava alugado.
Ent�o, onde vamos viver?
Num lugar ainda melhor, gra�as ao professor Mueller.
- Sen�o dormir�amos numa tenda. - Quem me dera.
Bem-vindos a New Withfield.
- Cansada? - N�o, s� um pouco nervosa.
Vamos. Vai adorar. Cheire s� o ar do campo.
N�o... n�o... N�o fa�a...
Ali est� a ag�ncia.
Fica aqui, Bobby. Volto num instante, ok?
Tr�s um doce pra mim?
Depois de jantar, se voc� se comportar.
Estou t�o atrasada. Desculpem.
Sr. e Sra. Boyle? Como est�o? Sou Laura Gidles.
Pode ir preenchendo este formul�rio. Sente-se, por favor.
Eu vou buscar as suas chaves.
N�o sei exatamente onde as pus... mas eu...
De qualquer modo, podem se mudar quando quiserem.
N�o tivemos muito tempo pra fazer limpeza.
Mas estou certa que v�o achar a casa muito confort�vel.
O seu antecessor era limpo como um alfinete.
disseram-lhe que era a mesma casa, n�o �?
De qualquer modo, o pobre Dr. Peterson esteve l� por t�o pouco tempo.
Claro, j� esteve aqui antes, n�o �, Dr. Boyle?
N�o.
Traga as chaves, Harold. Por favor?
Que chaves?
As chaves do Freudstein.
Da Oak Mansion, Harold.
Ah, sim, claro. Oak Mansion.
Com licen�a, John. N�o quis faz�-lo esperar.
Bem, o que acha da nossa pequena aldeia?
N�o � como Nova Iorque, mas tenho certeza de que v�o gostar daqui.
Espero que sim.
Bob...
Estou aqui.
Atr�s de voc�.
Do outro lado da rua.
Ol�.
Ol�. Meu nome � May.
Tenho estado � sua espera.
Meu nome � Bob.
O meu pai est� aqui pra fazer umas pesquisas.
Sim, eu sei.
No entanto, acho que te disse claramente pra n�o vir.
Eu tentei, mas a mam�e n�o me ouviu.
Os pais nunca ouvem. Fazem sempre o que querem.
N�o devia ter vindo, Bob.
Ent�o, agora... Voc�s dois, sigam-me. O meu carro est� logo ali.
Onde est�...?
Sra. Gidelsen, espere um momento.
Mam�e... mam�e! Eu vi a garota da casa branca.
- Por que que saiu do carro? - Olha a boneca que ela me deu.
- Ela queria falar. Ela vive l�, sabe? - Eu disse pra ficar no carro!
Mas ela me chamou.
Eles prometeram vir na Sexta-feira, no m�ximo.
- E acho que � tudo. - Muito obrigado.
De nada. Foi um prazer.
Bem, espero que aprecie a sua estadia e a sua pesquisa, Sr. Boyle.
Obrigado. Eu tamb�m espero.
E n�o se preocupe. Assim que chegar � cidade, vou lhe arranjar uma bab�.
- � muito gentil. - Se precisar, sabe onde me encontrar.
Droga de l�pide.
Bem, casa no bosque, sossegada.
Tem raz�o.
Norman.
Esta casa � exatamente como a da nossa foto em Nova Iorque.
Sim, � poss�vel.
� um exemplo t�pico de arquitetura local.
H�, provavelmente, centenas de casas como esta, nesta �rea.
Est� pronta?
N�o quer descarregar o carro?
Tem seis meses para contemplar a natureza.
Todos para a linha de partida.
E est�o se aquecendo.
E largaram...
L� vamos n�s.
Agora tem �gua na cozinha.
Sabe,
estive pensando. Talvez o Bob e eu dev�ssemos ter ficado em Nova Iorque.
Oh, Deus, outra vez n�o.
Pare com isso, por favor.
Al�m disso, seis meses passam num instante, n�o �?
Vamos. N�o se lembra?
Decidimos que seria como f�rias.
Eu fa�o as minhas pesquisas e voc� e Bob podem sair. � lindo.
�timo lugar pra umas f�rias, n�o?
Ou�a, querida.
S�o mais $5.000 por ano.
Entende?
Podemos redecorar o nosso apartamento em Nova Iorque.
O que houve? � s� uma boneca.
O Bob est� sempre trazendo lixo da rua.
Est� cansada, querida, s� isso.
Devia tomar os comprimidos que o m�dico receitou.
Por que continua dizendo pra eu tomar esses comprimidos?
Eu me sinto bem. Nunca me senti melhor.
Acalma seus nervos.
Os meus nervos est�o bem assim.
Al�m disso, li em algum lugar que esses comprimidos podem provocar alucina��es.
Tem certeza?
Bem...
n�o posso dizer que a casa n�o � antiquada. Acho que esse deve ser o por�o.
E Sra. Gidelsen mantinha esta porta pregada. Antiquada.
Diga a senha e eu abro para voc�.
N�o. Vai cuidar dos quartos primeiro.
Hoje � noite prefiro dormir numa cama de verdade.
Voc� n�o?
Est� bem.
Bob, est� na hora de dormir.
- N�o. Eu quero brincar. - Sem manha.
Ol�...
� a Sra. Boyle?
Sim.
A Sra. Gidelsen me enviou.
Sou Anne, a bab�.
N�o. Tudo bem. Fique com o carro.
Mas vai precisar dele pra voltar para casa. S�rio. Tudo bem. Posso pegar um �nibus.
Mas s� passam de hora a hora, e voc� tem as compras.
N�o s�o muito pesadas, e preciso de uma caminhada.
Quem pode discutir? Ok. Eu fico com o carro.
Quem era?
Sra. Gidleson. Ela n�o me viu.
Ou desviou o olhar de prop�sito.
- Ou talvez precise de �culos. - Talvez.
Est� legal?
Sim. Sinto-me melhor, agora que sei que a Anne est� tomando conta do Bob.
Um jantar � luz das velas.
Nos �ltimos dois meses,
n�o s� ele vinha cada vez menos, como agia estranhamente.
Tinha a impress�o de que estava ficando obsessivamente ciumento por Sheila.
Dr. Boyle, desculpe a pergunta.
Por favor.
Por que ele estava t�o ansioso para discutir com voc�, antes?
Antes, quando?
Quando o veio visitar, com a sua filha. N�o se lembra?
Em Outubro passado, acho.
Eu nunca visitei o Dr. Petersen.
Na verdade, esta � a primeira vez que ponho os p�s nesta cidade.
Tem certeza?
Sim, claro. Positivo.
E tenho um filho, n�o uma filha.
Estranho. Podia jurar.
Sr. Weekly, me chamou.
O nosso precioso Daniel Douglas.
Se precisar de livros, documentos, qualquer tipo de material de refer�ncia,
esteja � vontade para chamar o nosso Sr. Douglas.
Obrigado.
Est� tudo como o Dr. Petersen deixou.
Estas s�o as suas anota��es.
N�o me atrevi a mexer em nada.
Vai continuar com as pesquisas do Dr. Petersen?
Claro.
Aqui est�o todos os relat�rios m�dicos,
certificados de �bito, e listas de pessoas desaparecidas.
Para que que Petersen precisava desse material?
N�o sei.
Ele me pediu para arranjar.
Eu disse que...
O material n�o era relevante.
E?
Ele respondeu que estava fazendo uma pesquisa privada.
Sabe alguma coisa disso?
N�o. Mas conhecendo Petersen, estou certo de que � algo fascinante.
Bem...
Se precisar de mim, estou na sala ao lado.
Obrigado.
Sabe onde ele se enforcou?
Ali, naquele corrim�o.
Sabe quem � essa mulher, Bob?
- Ela foi a mulher do Dr. Freudstein. - Quem era o Dr. Freudstein?
Oh, � tudo mentira.
- O que � mentira? - Ela n�o est� enterrada a�.
Oh, eu sei.
Ela n�o est� enterrada a�.
7 de Junho, 1879
O Dr. Jacob Allan Freudstein de agora em diante est� suspenso da associa��o m�dica
e proibido de praticar medicina, para o resto de sua vida.
Anne? � voc�?
Cheguei!
O que foi?
Ol�.
- Como se sente? - Melhor.
Anne e Bob j� voltaram?
Ainda n�o.
Por que n�o pedimos outro lugar � Sra. Gidleson?
Quer dizer, esta casa � t�o estranha.
Eu at� posso lidar com um cemit�rio ao lado,
mas viver com um t�mulo na nossa entrada...
� algo que ter� que se habituar.
- Aqui n�o � Nova Iorque. - Eu sei.
A maior parte dessas velhas casas t�m t�mulos dentro.
- S�rio. No Inverno, faz muito frio. - E da�?
O ch�o fica duro como rocha, a� enterram o vov� em casa.
- Chega disso. Tenho uma surpresa. - O que �?
Eu fiz uma pequena gambiarra e, bem querida,
agora podemos tentar resolver o mist�rio da porta do por�o.
N�o.
- Estamos em casa, Sra. Boyle. - Papai... papai...
Voltou do trabalho!
- Adivinha. - O qu�?
Hoje vi a minha nova namorada, de novo. E eles disseram pra te dizer "Ol�"
e tamb�m pra mam�e.
O que est� fazendo?
Quero mostrar pra mam�e que n�o tem nada atr�s da porta.
- Que tal me dar uma m�o. - Claro...
Este aqui n�o serve, tente outro.
Viu a garota de quem ele est� falando?
N�o.
N�o estava com ele?
Estava. O tempo todo.
Descobri.
O problema � que...
Est� todo enferrujado.
Obviamente, Petersen n�o estava interessado em por�es.
Devem fazer anos...
Viu alguma coisa?
Velhos degraus, descendo.
- Devo ir com voc�? - N�o. Fique com o Bob.
- Por que gritou? - Eu estava s�...
Norman... ajude-me!
Papai... papai... O que houve?
Entendo. Vou contar � Sra. Gidelson.
Por favor, diga que queremos mudar, no m�ximo, amanh�.
Sim, muito bem.
Bem, seria dif�cil achar outra casa?
N�o sei dizer, mas acho que n�o.
Gra�as a Deus. Mas n�o se esque�a, no m�ximo, amanh�.
Muito bem.
Eu vou ligar pra Sra. Gidleson e trabalharemos nisso essa tarde.
Adeus.
Aquela casa do Freudstein. Aquela casa do Freudstein...
N�o. N�o.
- Era inevit�vel. - O qu�?
Que eles queiram deixar a propriedade do Freudstein.
Oak Mansion, Harold.
Quantas vezes mais eu tenho de te dizer, que essa casa se chama Oak Mansion agora.
Sei, dar um novo nome a um mau produto.
Bom, chame do que quiser, mas ela sempre ser� a casa do Freudstein.
May, nos precisamos.
Suponho que sim.
O que est� fazendo na janela?
Vendo a casa, s� isso.
N�o consegue v�-la daqui.
Vem.
� hora de ir para a cama.
N�o entre.
L� dentro, n�o.
Sr. Boyle?
Sra. Boyle?
Tem algu�m a�?
Sra. Boyle?
Anne?
Ol�?
Sra. Boyle.
Anne.
Bom dia, Anne.
Bom dia.
O que est� fazendo?
Fiz caf�.
Que pena n�o ter ido conosco ao restaurante, ontem.
Bem... pelo menos os seus pais devem ter ficado contentes com a visita?
Mora longe daqui?
Bom dia, professor.
- Norman. - Sim?
Aquela menina � muito estranha. N�o consigo lhe arrancar uma palavra.
Talvez ela n�o goste de mim.
� interessante?
O qu�?
Encontrou alguma coisa interessante?
N�o sei.
O Peterson andava lendo umas coisas sobre um tal Dr. Freudstein.
Um cirurgi�o do fim do s�culo,
que tinha um fraco por experi�ncias ilegais.
O que isso t�m a ver com as suas pesquisas hist�ricas?
Nada. Nada mesmo.
A melhor hip�tese que tenho,
� que Peterson j� estava passando para o outro lado.
Querida.
� por isso que tenho de fazer uma viagem at� Nova Iorque.
Hoje?
Sim.
Preciso da permiss�o do Miller para seguir um palpite.
Que o suic�dio do Peterson est� de algum modo ligado � sua pesquisa sobre o Dr. Freudstein.
Oh, � voc�.
Surpreso?
Bem, � Domingo. E eu pensei...
Eu sei. O que est� fazendo aqui?
Nada.
S� uma inspe��o de rotina.
Um dos meus deveres � inspecionar todas as alas da biblioteca no Domingo, quando estamos fechados.
N�o vou incomoda-lo mais. Com licen�a.
- Te peguei! - S� porque eu ca�.
Sen�o, nem sequer chegava perto de mim.
- Aonde vai? - Tenho de ir pra casa ou mam�e vai me dar bronca.
Mam�e est� fazendo compras e pensa que estou no meu quarto, dormindo.
- Ela n�o vai te dar bronca. - Vai sim,
- porque ela disse que eu n�o devia sair. - N�o entre na casa, Bobby.
N�o se preocupe. Eu vou s� fingir um pouco e logo saio outra vez.
- Espere por mim. - Debaixo do carvalho.
N�o, Bob. N�o entre. Estou avisando.
Faz muitos dias que parei meu trabalho por isto.
N�o consigo comer. N�o consigo dormir.
Mas n�o posso parar agora.
Eu tenho de...
Eu perdi toda a perspectiva critica.
Os sinais. Os avisos desta casa,
da casa de Freudstein.
Aquele choro angustiado,
e o sorriso de Sheila.
Como posso faz�-la acreditar em mim?
Talvez esteja louco.
Sim, tudo isso n�o � real.
A casa Freudstein me atrai como um im� infernal, e me assusta...
Quantos vagam, inocentemente, at� � teia da aranha?
Quantos mais est�o condenados a fazer o mesmo?
O cheiro dos quartos me assusta. E me atrai.
O cheiro do sangue.
Quantos mais ainda vir�o?
Adiante com este mist�rio.
Eu quero saber. Saber o pior...
Adiante...
Descobrir...
Freudstein!
A sua voz.
� esta a sua voz?
Sangue...
Sangue.
N�o � s� sangue.
A sua voz.
Eu ou�o-a, agora.
Eu ou�o.
Eu ou�o em toda parte.
Ele est� aqui...
Acredita em mim agora?
Acredita em mim?
N�o...
N�o...
As crian�as, n�o.
N�o...
E eles est�o se posicionando na largada, Yogi.
Aos seus lugares. Largada!
Onde voc� est�?
Responda.
Vamos. Deixa de brincadeira.
Est� a� embaixo?
Est� bem?
Quer que eu des�a para te ajudar?
� voc�?
Por favor, responde.
Bob! Abre a porta...
A porta, Bob...
Abra a porta!
Sra. Boyle, socorro!
Bob, abra a porta.
Abra a porta.
Socorro... Algu�m me ajude...
Ok, Yogi? Temos de salvar a Anne!
Pode me ajudar?
Mam�e...
- Bob! - Mam�e.
O que aconteceu? O que est� fazendo aqui, querido?
- Foi horr�vel. - Onde est� Anne? O que aconteceu?
N�o sei.
Estava brincando? Ela estava escondida e voc� se assustou?
Eu estava brincando e ouvi um grito e desci no por�o e...
E?
E cortaram a cabe�a da Anne!
- O que? - Foi isso, Mam�e.
Caiu pelas escadas e est� l� embaixo.
- Eu vi. Vi mesmo. - Bob!
Bob, francamente.
- � verdade, mam�e. - Est� bem.
Voc� me assustou de verdade, sabia?
� verdade, mam�e! S�rio. Eu a vi cair pelas escadas.
Bob. N�o h� nada aqui. Acredite em mim.
Ei! Ei! O que est� fazendo aqui?
- O que voc� faz aqui? - Eu sou o coveiro e estamos fechados.
- Estou procurando um t�mulo. - O t�mulo de quem?
Dr. Freudstein.
Ah, voc� tamb�m?
- O que quer dizer? - Bem, voc� n�o � o primeiro.
Olhe amigo, eu viajei mais de 200 milhas pra ver este t�mulo e quero v�-lo.
Ent�o, n�o devia ter se incomodado. N�o tem nenhum Dr. Freudstein aqui.
Mas...
De acordo com os registros oficiais, ele foi enterrado aqui.
Os registros oficiais n�o querem dizer nada.
� uma lorota o Dr. Freudstein estar enterrado aqui. S� boatos.
Vamos, ent�o. O cemit�rio est� fechado. Vamos.
Se importa?
Obrigado, mam�e.
A Anne vai voltar. Vai ver.
Ela provavelmente, foi visitar os pais. S� isso.
Agora, vai dormir. Vamos.
Vamos l�. � tarde.
Anne. A mam�e diz que voc� n�o est� morta.
Isso � verdade?
Est� a�?
Mam�e.
Mam�e! Me deixa sair!
Mam�e! Abra a porta... Tenho medo...
N�o se preocupe, querido.
Deixa eu sair daqui... Tenho medo!
Fica calmo. A mam�e vai te tirar da�.
Mam�e. R�pido. Tenho medo.
Use a chave como o pai fez. Eu n�o quero ficar aqui.
Um momento. Estou indo.
Mam�e!
- Tenha calma. - R�pido!
Ok... Estou aqui.
Gira.
Abre a porta.
Deixa eu sair daqui!
Eu sei... eu sei... Espera um minuto.
Abre a porta.
Tem algu�m aqui, mam�e.
Tem algu�m aqui... Abre a porta...
Ele vai me pegar!
Mam�e...
Lucy... O que foi?
- Mam�e... - Bob est� aqui?
- Temos de tira-lo, agora! E sair desta casa! - O que quer dizer?
Depois...
Onde est� o machado? Onde est� a porcaria do machado?
Bobby.
Afaste-se da porta!
Sim, est� bem!
N�o se preocupe, Bob... Eu tiro voc� da�.
Por qu�? Quem est� l� dentro? Quem est� nesta casa?
Dr. Freudstein!
Peterson descobriu a verdade. Foi por isso que se matou!
Foi Freudstein que matou Sheila.
Ele precisa de vitimas humanas para renovar as suas c�lulas. � assim que se mantem vivo.
Bob! Os degraus. R�pido.
Depressa.
Mam�e...
- May! - Bob!
May! Hora de ir para casa e lembre-se dos seus modos.
Agora que Bob vai ficar, mostre a ele que pode se comportar como uma Freudstein.
Voc� sabe que algum outro h�spede com certeza est� destinado a aparecer.
Ningu�m nunca saber� se crian�as s�o monstros ou se monstros s�o crian�as.
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