All language subtitles for La rivolta dei pretoriani

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O LOBO VERMELHO

- Vivas, Divino C�sar. - Vivas, C�sar.

- Vivas. - Vivas, C�sar.

- Vivas, Divino C�sar. - Vivas, C�sar.

- Pai, por favor, sa�de C�sar. -N�o!

S�tero est� a ver-nos!

Pai! Pai!

O nosso Imperador � deus. Acabar� assim quem n�o o saudar.

Domiciano � um tirano.

- N�o somos escravos. - Somos livres. - Temos que nos revoltar.

DIVINO C�SAR DOMICIANO

Traidores! Revolucion�rios! Devem ser punidos!

Est� tudo sob control. Podemos provar-te, C�sar.

Insultos � divindade de C�sar, favorecem os inimigos de C�sar.

Isso n�o � verdade. Tamb�m temos o direito de nos defendermos

- N�s somos patr�cios romanos. - N�o, voc�s s�o traidores!

Sei que muitos de v�s conspiram para o derrube do meu trono!

Mas eu sei quem s�o, e exterminarei um por um,...

... pois tamb�m tenho provas! Por isso, condeno-vos � morte!

S�tero, os teus gladiadores executar�o a senten�a.

Hoje, dar-te-ei uma lista de quem deves prender.

- Leva os condenados! -Vamos!

Val�rio Rufo, nao achas justa a minha senten�a?

C�sar � um Deus, e os deuses s�o justos.

Saiam todos!

Agora que o Divino apanhou aqueles cinco c�es, porqu� mat�-los?

C�es mortos n�o divertem ningu�m.

Ai de ti, Elpidione, se eu n�o estivesse do teu lado.

C�es raivosos devem ser estrangulados.

Eu com as minhas m�os, os estrangularia.

Vai-te.

A vila de �nzio que sera confiscada a L�pido, pode ficar para mim?

Considera-a tua minha bela Artamne.

A noite passada sonhei com a deusa Is�de.

Ela sugeri-me a introdu��o em Roma do seu culto, para tua felicidade.

N�o preciso de me aliar a divindades eg�pcias para ser feliz.

Is�de � a deusa eg�pcia do amor. Na sua festa...

... as mo�as mais belas d�o em sacrif�cio, a virgindade em sua honra.

A deusa Is�de ser� venerada na corte.

Vou pedir �s jovens romanas para se sacrificarem � tua Deusa.

No Egito, eu era uma Sacerdotisa. � um costume l�...

... que as virgens para sacrif�cio, d�em todas as j�ias � Sacerdotisa.

S� sempre assim Artamne.

Voc� far� de tudo para ficar com as j�ias, das outras mulheres.

Mas eu gosto da tua deusa, e as tuas j�ias, ter�s.

P�e-los numa cova como a dos escravos.

Ainda n�o acabou. H� mais inimigos de C�sar. Devemos ter cuidado.

Val�rio, o Imperador n�o te pediu algo para esta noite?

Sim, mas depois pediu a S�tero e aos seus gladiadores.

E tu pareces contente?

N�o estou contente nem descontente, Seiano. Eu obede�o somente.

Sou um senador romano dos gladiadores e dos escravos. Voc� n�o me pode prender!

- Coceio N�rva, � uma ordem de C�sar. - C�sar ir� responder ao Senado.

Cuidado, N�rva!

Venham comigo. Por aqui!

Ali em cima.

Voc�s dois, v�o l� acima. E voc�s procurem nas casas!

L� est�o eles!

Escondamo-nos, depressa. Est�o a vir mais dois!

Apressem-se! Sigam-me!

Obrigado, Val�rio Rufo. �s mesmo o meu melhor amigo.

Estou muito feliz porque tamb�m est�s a salvo.

Vamos agora depressa � casa de F�bio Luc�lio. Vem!

- Val�rio! - Estavamos preocupados contigo.

Val�rio, como Centuri�o Pretoriano arriscas-te demais.

Paizinho, o Val�rio desafia a morte, em prol da liberdade.

- Ele � o mais valente de todos. - Desta vez correu tudo bem.

- Ningu�m te reconheceu? - Acho que n�o.

Mas o Coceio N�rva Lentulo deve ficar escondido, por agora.

Eu e o meu marido d�o-mos-lhe as boas-vindas na nossa casa.

Sim, � claro.

Hoje, C�sar convidou umas mo�as nobres para a festa da deusa Is�de.

Tamb�m a minha filha Luc�lia foi convidada.

Os nossos filhos n�o devem frequentar aquele meio corrupto da corte!

E esquecem-se que recusando far� C�sar mais opressivo e cruel.

F�bio est� certo. As mo�as devem ir.

Mas as ideias maquiav�licas da Artamne s�o t�o corruptas como as do Domiciano?

Amigos... n�o se esque�am que o Val�rio Rufo estar� no pal�cio.

Vou proteg�-la de toda a humilha��o.

Agora, se me d�o licen�a, devo voltar ao pal�cio.

- Domiciano n�o pode suspeitar. - Pelo menos por agora.

Adeus, amigos.

F�bio, estou com medo.

Ao ouvir falar da festa da Is�de, deixa-me com um mau presentimento.

- Val�rio! Val�rio! - Luc�lia.

- Vejo-te no pal�cio na festa da Is�de. - Eu n�o tenho medo, porque estar�s l�.

� poderosa Is�de, esposa celestial de Os�ris, deusa do amor...

... acolhe entre as tuas sacerdotisas estas mo�as nobres e inocentes...

... que consagram a ti as suas vidas.

Elas dedicar-te-�o os seus pensamentos, a��es, e espalhar�o o teu credo.

Incute o teu poder divino nestas mo�as...

...como o teu infinito amor e cora��es gentis.

Tu que �s a m�e da natureza, senhora de todos os elementos...

... origem, princ�pio dos s�culos, suprema divindade entre todos os c�us.

Tu que �s a rainha mais poderosa do mundo.

Teu trono adornado pelo azul do universo e dos mares...

... recebedora de todos os frutos da terra, aceita as doa��es que...

... estas mo�as te querem oferecer... - J� basta!

�gua roubada ado�a e torna a comida mais saborosa.

Val�rio!

Agora, v�o dan�ar em honra da deusa Is�de. Vamos!

Vais ser sacrificada ao amor, como � desejo da deusa.

-Deixe-me! N�o! Largue-me! - Ela � ador�vel.

- N�o! Deixe-me! - O que esperamos? Vamos.

Deixe-me! P�re!

N�o! N�o! Largue-me!

R�pido! Prendam-no!

Abram, r�pido! Abram!

Apanhem-no , depressa!

Apanhamo-lo. Vamos a ele! Atr�s da est�tua!

Malvado, j� te apanho!

N�o o deixem fugir!

Fugi para o jardim. Procurem-no!

Fechem todas as sa�das!

Dekurione, procurarem por todos os cantos do jardim.

N�o pode fugir aquele maldito! T�m que o encontrar. Vivo ou morto!

N�o teve tempo de abandonar o pal�cio, decerto andar� pelos sub�rbios.

- Val�rio, passa tudo a pente fino - Encontr�-lo-ei C�sar.

Enquanto isso, procurai por todo o pal�cio e que os deuses vos ajudem!

Ou ele ou a vossa pele. V�o!

Est�o todos contra mim. O senado, os patr�cios, o povo.

Nem mesmo nos guardas posso confiar.

V�s, v�s. Tentaram-me matar.

Nem na corte, no meu trono, estou seguro.

Os meus gladiadores nem s�o capazes de me proteger.

Coragem divino, para poder enfrentar, todos os seus inimigos.

A seu tempo, mostrar-lhes-�s...

... quem � o mais poderoso.

Sim, n�o acabarei como C�sar ou Cal�gula.

Eles v�o ver do que sou capaz!

Certamente divino. F�-lo-emos cair das montanhas mais altas.

Elpidione, est�s sempre � minha beira.

Tu me trazes boa sorte. Estou absolutamente certo...

... de que contigo pr�ximo, nada de mal me acontecer�.

Sim, meu Imperador, tal como quando combatemos em D�cia...

... enfrentando as setas do inimigo.

Fique tranquilo, comigo � sua volta, nada de mal acontecer�.

Ei, voc�s a�. Parem!

-Nada, Centuri�o. -Deixem-nos ir.

Voc�s tr�s controlem aquela entrada. Tr�s fiquem aqui, os outros sigam-me.

Prendem quem se parecer a quem procuramos. V�o!

- Voc�s fiquem aqui. Eu irei mais adiante. - Est� bem, Centuri�o.

Val�rio.

Tens sido muito valente e a sorte acompanha-te.

Mas nem sempre ser� assim. Temos que vigiar o Imperador.

Sim, � por isso que estou aqui.

Luc�lia e as outras mo�as devem fugir esta noite.

Esconder-se-�o nas propriedades de N�rva.

Se cairem nas m�os de Domiciano, certamente teremos problemas.

Vou avisar as outras imediatamente.

Zuza! V� com a Luc�lia, e diga � patroa. - Est� bem, j� vou dizer.

Val�rio quando nos veremos?

Em breve. N�o consigo ficar muito tempo longe de ti.

Querem dizer que n�o o encontraram. Que o ch�o o engoliu?

S�o uns incompetentes, incapazes. Dou cabo de todos.

Eu acho que sei quem �. Algo que eu vi.

O que sabes?

Eu estava no jardim quando vi passar algu�m com uma m�scara.

V�, continua!

A verdade � que quando me aproximei dele, apercebi-me de que o conhecia.

Quem era?

Era um lutador fen�cio que vi lutar na Sub�rnia � pouco tempo.

-Temos que prend�-lo e mat�-lo! - N�o vale a pena.

Espera por nova tentativa do teu inimigo em breve...

... e desta vez n�o o deixes escapar.

Saiam da minha vista!

Porqu� esperar? Para fortalecer o inimigo?

Eu � que vou atacar, antes que o lobo vermelho o fa�a.

Mandarei prender todos os patr�cios e os senadores suspeitos.

Eu conhe�o-os bem...

S�lvio Rut�lio, Fl�vio Senhori, S�lio Quintino ...

No seu lugar n�o o faria Divino. E que as paredes t�m ouvidos.

Elpidione est� certo. Se o fizeres aumentar�s a ira dos gladiadores.

Direi a S�tero quem ele deve prender. Ser� uma jogada de mestre.

E assim, sem correr perigo, teremos na m�o, os nossos inimigos.

Genial Artamne. Tens a minha aprova��o total.

Desde que, seja feito antes do amanhecer.

Agora venham, vou dar as instru��es a S�tero.

Divino C�sar... ser� que me deixaria ausentar.

-Onde vais? -Tenho um encontro, Divino.

Na realidade, � uma donzela que se apaixonou por mim. Ela � muito linda.

- For�a, Elpidione. Obrigado, Divino.

Sabes o que dizem? Elpidione � um grande conquistador.

Elpidione � um grande... D�-me vontade de rir.

Prende todas as pessoas que Artamne te indicar.

M�ta-as e deita os corpos ao rio. Vai!

Amanh� n�o ter�s mais inimigos. E jamais falar�o do lobo vermelho.

Ei, ei, n�o te precipites. Afasta a espada!

O que queres? O que sabes?

N�o te preocupes, Centuri�o. Eu nao te irei denunciar

Eu odeio Domiciano como tu. E ajudar-te-ei a lutar contra o tirano.

Queres ajudar-me, como? Vamos, fala!

� pouco Domiciano ordenou Artamne com os gladiadores de S�tero...

... prender os Patr�cios suspeitos.

Voc�s a�!

- O que aconteceu? - Os gladiadores prenderam o patr�o.

Entraram aqui � pouco de surpresa, e levaram-no e aos seus amigos.

Os Patr�cios tentaram defender-se mas foram todos apanhados.

E Luc�lia?

Tinha acabado de sair com as outras mo�as e a patroa M�rcia.

- Viram em que dire��o S�tero segui? - Foram em dire��o ao rio.

Como cidad�os romanos, temos direito a um julgamento justo!

Traidor! Pede ao teu Deus, pois � o teu �ltimo pedido, antes de morrer!

- Fujam! Fujam todos! - Prendam-no, e apanhem os suspeitos!

Maldito! Procurem-no!

S�tero, conseguimos apanhar estes dois.

Falem, ou fa�o-os crescerem mais uns cent�metros!

Ent�o, v�o-me dizer quem � o lobo vermelho?

Estamos dispostos a morrer mas n�o diremos nada.

Mant�m-nos vigiados. �s respons�vel pelas suas vidas

Ainda vou precisar destes dois.

Quando vierem a si, d�-lhes dois dias para falarem.

O Divino C�sar Domiciano decretou que, se em dois dias...

... o lobo vermelho n�o se entregar, ou for revelado o seu nome...

... os senadores Fl�vio e Rutilio ser�o executados em p�blico.

Quem revelar...

... a identidade do lobo vermelho ou ajudar na sua deten��o...

... ter� uma recompensa de 10.000 sest�rcios.

Por todos os deuses! Dez mil sest�rcios!

Mesmo que eu soubesse algo, jamais iria dizer a C�sar.

Finalmente, algu�m que o amedronta. Que o desafia.

Se ele se pudesse juntar a n�s. Combater ao nosso lado.

Mas quem ser� este lobo vermelho? Um senador? Um patr�cio?

Ou talvez um de n�s?

-Pai! Pai! -Sauda��es, amigos

- O que decidiste? -Nada. Discutiamos o que fazer.

Amigos, n�o ha mais tempo a perder. Temos que lutar!

Somos poucos , mas em breve o povo estar� connosco.

O que pretendes fazer?

Primeiro: precisamos de armas. E disso eu j� tratei.

- L� fora tenho uma carro�a cheia. - Excelente!

Segundo: devemos ajudar Fl�vio e Rut�lio

N�o podemos deix�-los nas m�os do Imperador.

Era disso que falavamos. Atacar o pal�cio seria imprudente.

Ent�o?

Ent�o, eu acho que sei como fazer.

Quando os soldados estiverem na montanha atacamos-lhes duma s� vez...

... e mord�mo-los de todos os lados. Depois...

... usaremos as tuas t�ticas, na altura certa.

Agora vamos esconder as armas Elas ir�o ser �teis.

Quanto a Fl�vio e Rut�lio, n�s dois, daremos conta do recado.

Sim.

Escondem-nas na gruta de Calp�rnio. L� estar�o pr�ximas e seguras.

- Est� bem. - Adeus.

Mexam-se!

Mexam-se! Vamos!

Moleng�es! Apressem-se!

- In�teis mandri�es! - Parem!

Quatro para aqui, o resto p'ra ali. Vamos, em frente!

Seja bem-vindo, Coceio N�rva.

- � uma honra receb�-lo. - Vivas para ti, Calp�rnio.

O amigo F�bio aconselhou-me a vir v�-lo.

Queremos que quarde esta mercadoria, por algum tempo

Sim, estou a ver. Diga-o que por ele, tenho uma grande devo��o.

- E que pode sempre contar comigo. - Obrigado.

Vamos esconder ali nas grutas. Estar�o mais seguras longe dos escravos.

S�o perigosos, e n�o podemos fiar-nos. S� me servem, pela cama e comida.

Venham.

Vamos l�, trabalhem!

Chegamos, amigos! Temos que nos apressar!

Socorro! Socorro! Por favor, algu�m nos ajude!

O lobo vermelho raptou a Senhora. Depressa!

- Atenc�o! O lobo vermelho! Sentinelas, alarme!

Vamos, sobe sen�o, n�o v�s mais o sol nascer!

L� est� ele!

Dekurione!

Dekurione, aqui est�o eles. Dekurione!

Guardas, por aqui! Sigam-me, r�pido!

R�pido! Vamo-nos daqui!

Se estivesses de guarda em vez de andares a dormir...

...talvez tivesses tido tempo para soar o alarme, e salvar a tua Senhora.

N�o tema pela vida de Artamne, Divino...

Se n�o a mataram, � porque pretendem algo. N�o a far�o mal.

Ah, grandess�ssimo idiota!

Um homem entra e sai do pal�cio, como se fosse a sua casa...

... e tu dizes p'ra eu n�o temer!

Por�m... julgo ser algu�m que tem acesso ao pal�cio.

N�o podia concordar mais, C�sar.

S� um soldado como Val�rio Rufo, ser� capaz de apanhar o lobo vermelho.

Se conseguires apanh�-lo, nomeio-te comandante dos Pretorianos.

Obrigado, Divino. Garanto-lhe que passarei tudo a pente fino.

Saiam!

Est� tudo tratado, N�rva. O local � bem seguro. Ele ficar� de guarda.

Tudo bem. Voc� sabe quem ela �. Ningu�m pode toc�-la.

O seu rosto deve ficar coberto. N�o deve saber onde est� e o caminho de volta.

Digo-vos isto, para a vossa seguran�a.

Conte sempre comigo. Quanto a ele far� o que voc� lhe pedir.

- Deixa-me! - Devo voltar agora. Adeus. - Obrigado.

Vamos, anda! Para o ch�o! Senta-te!

Sigo as ordens de quem manda.

Deixa-me! Tira-me o capuz e ver�s quem eu sou!

Queres morrer crucificado? Deixa-me!

Deixa-me! Escuta-me! Por favor!

Escuta-me. Far-te-ei rico e poderoso se me escutares.

Revistei be cima a baixo, e em todos os cantos de Suburna

At� revistei todas as tabernas e bord�is. Ningu�m sabe nada.

O lobo vermelho � um fantasma.

Nem mesmo os vendedores de m�scaras de tortura, sabem alguma coisa.

M�scaras daquele tipo sao vendidas �s centenas.

Se dentro duma semana n�o encontrar Artamne, mandarei prender todos os...

... que possuem uma m�scara! Juro que os pendurarei todos...

... se n�o me disserem quem � o lobo vermelho!

Alarme. Alarme!

Bloqueiem todas as entradas! O lobo vermelho est� no jardim!

Venham por aqui! Deve-se ter escondido deste lado. Vamos! Mexam-se!

" Se matares os senadores Fl�vio e Rut�lio, nos mataremos Artamne...

... depois, ser� a tua vez!''

O prest�gio de C�sar � mais importante, que uma mulher.

Que matem Artamne, se tiverem coragem...

... mas Fl�vio e Rut�lio ser�o executados.

Quem se atreve a amea�ar-me? Eu sou Deus! Mat�-los-ei todos!

Roma toda, cai respeitosamente aos meus p�s!

Dobrem a guarda aos condenados. N�o quero surpresas do lobo vermelho!

Sim, C�sar.

Continuem!

Tenho ordens para verificar a seguran�a das celas.

Voc�s dois ficam aqui.

-Tudo em ordem. - Tamb�m nas celas subterr�neas.

S�tero encarregou-nos de guardar as celas pelo interior e exterior.

� melhor que te ocupes da execu��o. C�sar quer-la amanh� de madrugada.

Est� bem.

Voc�s dois passem a ronda e mantenham os olhos abertos.

- Prestem aten��o �s paredes. - Sim, n�s entendemos.

D�em uma olhada nas masmorras.

Fiquem aqui e prestem aten��o. N�o deixem ningu�m se aproximar.

Pelos deuses, o que ter� acontecido. Ainda � pouco estava bem..

Ser� o lobo vermelho?

Ei, o que aconteceu?

Fl�vio! Rut�lio!

Vigiem os guardas!

Venham!

Escondam-se ali!

Esperem!

Entrem! Depressa!

N�o receiem nobres senadores.

O lobo vermelho pediu para seguirem as grutas imperiais. Venham.

Foi por pouco!

Por ali era melhor mas leva-nos de volta � pris�o.

Por este buraco entramos nos bueiros de esgoto.

Pois � Senadores, n�o temos outra saida.

- Oi�a-me? Voc� est� a�? Oi�a-me. - O que � que voc� quer?

Estou morrendo de sede. Por favor, d�-me de beber!

Tire o meu capuz. Tem compaix�o de mim. Meus olhos ardem.

Agrado a C�sar mas n�o a ti?

Tenho um gosto um pouco diferente e al�m do mais n�o sou louco.

Este colar vale 100 mil sest�rcios...

... e esta pulseira vale 30 mil.

Meu Deus! Isto d� p'ra comprar uma casa, terra, gado e 100 escravos

� tudo teu, se me ajudares a fugir.

Nobre senhora, e depois, o que me acontecer�?

Fuja comigo. Na corte, C�sar te recompensar�.

Dar-te-� um importante cargo. Ser�s rico e viver�s tranquilo.

Se ao inv�s, n�o me ajudares, quando C�sar te apanhar, ai de ti!

Vou-te dar um cavalo.

Estou pronto.

Maldi��o! Fomos enrolados outra vez. S�tero, eles fugiram pela janela.

O que faziam as sentinelas. D� o alarme.

Informa C�sar do que se passa. Eu interrogarei os guardas.

A execu��o foi cancelada. Os condenados fugiram.

Voc�s s�o todos traidores, ou incompetentes!

Se o lobo vermelho n�o for descoberto, voc�s pagar�o. Todos v�s!

Ele vale por 100 homens. Voc� mesmo viu, C�sar.

Basta de desculpas. Eu quero-o aqui e vivo!

Caso contr�rio, crucificar-vos-ei todos. Pretorianos, gladiadores, soldados!

-Domiciano! -Artamne!

Seja V�nus benvinda, Marte poderoso e Mercurio astuto.

N�o, foi com as minhas j�ias que corrompi o guarda...

... e descobri o ninho dos traidores. - Descobriste quem � o lobo vermelho?

N�o. Mas n�o percamos tempo. Talvez, ainda n�o tenham dado pela minha fuga.

Assim podemos surpreend�-los quando estiverem todos juntos.

Preciso de uns guardas de confian�a, para lev�-los at� l�. O que achas?

Ouviste S�tero? Re�ne alguns homens e vai com Artamne. N�o percamos tempo!

Apanha o lobo vermelho e cobrir-te-ei com as j�ias mais belas.

E tu, meu palmo-e-meio, fica comigo. N�o me queres fazer companhia?

Quando J�piter se zanga os coelhos fogem.

J�piter n�o precisa se zangar. Em breve, os seus inimigos estar�o aqui.

E amanh� as suas cabe�as ser�o comida para os abutres.

Agora, ajuda-me a vestir, e acompanha-me �s termas.

Val�rio! R�pido! N�o podemos perder tempo!

O que �? O que aconteceu?

H� duas horas que tento livrar-me de Domiciano para te ver.

Artamne fugiu. E j� falou com C�sar.

Saiu ao encontro dos nossos amigos, com S�tero e uns homens, para apanh�-los.

Devo avis�-los!

- Oxal� que n�o seja tarde demais. - Achas que n�o?

Saiam do caminho!

Maldito, tu e os teus antepassados!

Depressa, todos para dentro. Quero falar-vos!

- E Coceio N�rva. O que aconteceu? - Vamos l�.

Esta noite Artamne fugi. S� agora ficamos a saber.

- Domiciano, j� deve saber onde estamos. -As raparigas devem-se esconder depressa.

Separem-se para evitar suspeitas, junto da pedra negra do monte Espacato.

Vemo-nos l�. Sera dificil encontrarem-nos. Voc�s os dois v�o com elas...

... e assegurem-se de que cheguem s�s e salvas.

N�rva, e n�s o que fazemos?

- N�s vamos apanhar as armas, r�pido. - Certo.

N�o podemos ficar desarmados.

- N�o temos muito tempo. - Ent�o, vamos l�.

Depressa! Alguns para a carro�a. Outros para os cavalos.

Sigam-me!

- Lucilia, d�-me o saco. - N�s vamos contigo...

N�o querida, devemos separar-nos como N�rva mandou.

Voc�s devem subir � montanha, o mais r�pido poss�vel. Eu s� iria atrasar.

Eu vou andando. Adeus.

Estou-vos a ver! Trabalhem! Mexam-se!

Precisamos das armas, depressa. - Venham.

Apressem-se rapazes!

- Olha l�! - Alarme! Alarme!

N�rva!

S�tero chegou com os gladiadores!

Vamos a eles!

Subamos a encosta, r�pido!

Vamos para o outro lado.

Depressa, antes que eles encontrem as espadas!

Escondam-se! Depressa!

- Lentulo! - Val�rio...

-Onde est�o N�rva e os outros? - Est�o a salvo, creio...

E Luc�lia? E as raparigas?

- Onde foram Luc�lia e as outras? - Para o bosque.

Tenho a certeza que est�o l� em cima.

Vamos l�!

Vejam daquele lado! O resto, venha comigo!

Ei, voc�! P�re!

Eu disse, p�ra!

Ali est� uma! Vamos apanh�-la.

Ali, a subir a colina. Sigam-na! N�s vamos pela estrada.

N�o! N�o! N�o!

Maldito! Desta vez, n�o escapar�s! Apanhem-no!

Foge!

S�tero! A rapariga est� a fugir.

Sigam-no!

Aten��o aos troncos!

Espalhem-se! Vejam bem! Voc� para aqui, e voc� para ali.

Deste lado!

- P�ra! P�ra! -N�o! N�o!

Eu disse, p�ra! Vem!

Deixa-me! N�o! Deixa-me! ... N�o!

Depressa, aqui! Levemo-lo a Domiciano. Far-nos-� ricos.

- Quem �? Voc� o conhece? - � o patr�cio Marco Tulio Quint�lio.

- Sim, sim. � ele. - Marco Quint�lio, � o lobo vermelho?

- Eu n�o acredito. - E porque teria a m�scara.

E debaixo da m�scara est� Marco Quint�lio, que conhecemos.

- O que se passa ali? - Perguntemos a S�tero. - Boa ideia.

Os teus homens trouxeram o corpo do lobo vermelho.

Pelos deuses, finalmente.

Vem c� S�tero. Diz-me o que pensas?

N�o pode ser ele. Esse n�o � o lobo vermelho, Divino!

Quando lutei com ele, feriu-o num bra�o...

... e este homem n�o tem feridas em nenhum bra�o.

- Ele deve ter posto a m�scara neste... - Este j� dorme tranquilamente.

A verdade � que ele brincou convosco de novo. Imbecis, saiam! Saiam!

Mas n�o viemos de m�os vazias, Divino.

A nobre Luc�lia.

Benvinda. Em vez de ti, esperava a honra do teu pai e do N�rva.

Jamais os ver�s!

Sabes que, se participares numa rebeli�o, pagar�s com a vida?

Eu prefiro morrer, do que me ver nas suas m�os.

N�o morrer�s por enquanto. Em breve, os teus amigos estar�o nas minhas m�os.

- P�e-na numa cela e guarda-a bem. - N�o, S�tero!

Luc�lia � muito bela para ser enfiada numa cela.

E quem adora V�nus, respeita os seus dons.

Tem raz�o, Divino.

Podemos por a nobre Luc�lia no quarto dos escravos. L� ficar� bem.

Est� bem, S�tero. No quarto dos escravos e com tratamento nobre.

E que n�o hajam problemas. Ficar� sob a tua responsabilidade!

Enquanto tiveres aquela mulher, os seus amigos n�o hesitar�o em te trair e atacar.

Cairmos de bei�os por uma mulher n�o quer dizer, que devemos poupar a fam�lia.

Eu e S�tero temos uma ideia em mente.

N�o vi Val�rio Rufo, o dia inteiro. Queria dar-lhe um encargo.

Deve continuar � procura do lobo vermelho.

� algum tempo, tem andado estranho, o nosso amigo.

Assim dever� estancar o sangue. Este tratamento far� milagres � noite.

- N�o posso mover o bra�o. - Mant�m-no sempre coberto.

E amanh� finge uma queda do cavalo. Assim ter�s uma boa justifica��o.

- E a Luc�lia, viste-a? -Sim. Pareceu-me calma.

Tenho que ajud�-la.

Vou esconder isto.

- Val�rio Rufo, finalmente! - Vivas, divino C�sar!

Um dos escravos que apanhei ia-me dizer como apanhar o lobo vermelho, mas...

... infelizmente acabou por morrer.

Procurava-te para dar-te uma ordem. Vigia a casa de F�bio Luc�lio.

Prende os seus pretorianos.

Cerca a zona e bloqueia as estradas, dia e noite, sem que ningu�m perceba.

Agora que capturamos a filha, qualquer traidor pode voltar...

...e tentar algum ataque em desespero.

Entendeste? Esta � a maneira de apanharmos o lobo vermelho.

Ser� como dizes, C�sar.

Preciso ver a prisioneira, ordem do imperador.

C�sar disse-te pessoalmente, que no quarto...

... s� pode entrar uma pessoa acompanhada por S�tero.

Porque ser� que Val�rio Rufo tem o bra�o direito coberto e n�o o move?

Pode muito bem ser o homem que feri, no bra�o direito.

Val�rio Rufo � o lobo vermelho?

Veja Divino, sempre que o lobo vermelho ataca, Val�rio Rufo est� ausente.

� corajoso, astuto, e com uma for�a prodigiosa...

...s� ele � capaz de fazer o que o lobo vermelho faz.

Vamos espreitar a casa dele, enquanto est� ausente.

Parece que as minhas suspeitas estavam certas.

Ora, aqui est�!

C�sar, nenhum homem regressou � casa de F�bio.

- Aqui est� a ferida que fiz! - Prendem-no! � o lobo vermelho!

Vivo! Quero-o vivo!

Depressa, prendem-no!

For�a! For�a!

Apanhem-no!

N�o o deixem fugir!

Sigam-no! Depressa!

Quem diria Divino, o lobo vermelho. J� n�o se pode confiar em ningu�m.

- Crucific�-lo-ei como um escravo! - E eu providenciarei os pregos.

Mas acho dif�cil prend�-lo, porque receio que j� esteja longe.

Voc�s a�! Que est�o chegando.

- Quem sois? - Somos amigos

- Fl�vio e Rut�lio, Senadores romanos. - Viva Senadores, estavamos esperando.

- Viva Senadores. - Viva a todos.

Amigos, chegou a hora que tanto ansiavamos.

O �dio dos romanos contra Domiciano atinjiu o auge. � hora de tomar medidas.

De Nomemtum, h� 500 homens prontos a marchar sobre Roma.

Alguns grupos est�o esperando por n�s, na cidade.

Se houver uma rebeli�o, eu e todos os senadores libertar�o os seus escravos.

- Para combaterem a nosso lado. - Muito bem.

S� existe um problema: Luc�lia.

Lembrem-se que a minha filha � uma romana.

Nem tu ou eu, a podemos abandonar. Julgo que os nossos amigos entender�o.

Estamos com voc�s, sem d�vida.

Primeiro, devemos libertar Luc�lia. -Certo!

Obrigado.

At� eu vos agrade�o, amigos, de todo o cora��o.

O quarto onde Luc�lia est� no pal�cio, tem uma passagem secreta...

... que d� para os subterr�neos. Atrav�s destes, chegamos aos esgotos.

Se eu e Val�rio conseguirmos entrar no quarto da Luc�lia.

- Tens a certeza desta passagem? - Eu percorri-a uma vez.

� a �nica op��o que temos de podermos salv�-la.

Se Luc�lia soubesse desta passagem...

...que leva aos esgotos, assim evitavamos correr riscos.

Sim, o problema � dizer a Luc�lia.

-Talvez Zusa pudesse ajudar. - Zusa?

Eu?

A minha Senhora sempre confiava em mim.

Tenho a certeza de que, se falasse com ela a s�s...

...ela me diria onde se escondem Val�rio, F�bio, N�rva, e todos os outros.

E porque raz�o Luc�lia te diria?

Para poder levar as mensagens aos seus amigos, e vice-versa.

- E porque raz�o o fazes? - Mas...

...n�o prometeu o Divino, uma recompensa de 10 000 sest�rcios?

- Pode ser? - Sim, meu Divino.

Est� bem. Leva-a ao quarto de Luc�lia e fica l� de guarda. Vai!

N�o vejo a hora desta hist�ria acabar.

J� nem tenho mais tempo para fazer amor.

Agora, com sua licen�a Divino, queria descansar com a gra�a de V�nus.

Vai, vai descansar.

- Zusa! - Minha senhora.

A sua fiel Zusa d� gra�as a Deus, de v�-la novamente, de boa sa�de.

Como chegaste aqui?

O plano do teu pai e Val�rio � para me apresentar ao imperador...

...disposta a trair-te e aos teus amigos.

Assim, eu recebo os 10 000 sest�rcios de recompensa.

Eles acreditavam que C�sar me deixaria falar contigo.

E tinham raz�o. Anda ver!

� a entrada para uma passagem secreta.

Deste quarto temos acesso aos subterraneos que d�o aos esgotos...

... que levam a qualquer lugar da cidade, ou at� mesmo fora dela.

-Oh, Zusa quando poderei fugir? - Hoje � noite!

Quando todos estiverem a dormir, tomas a passagem...

...e encontrar�s Val�rio e uns amigos, que te acompanhar�o.

Livra-te de Luc�lia, Dela nunca saberemos nada.

Ou ser� que o nosso Imperador se encantou com a sua cara inocente?

Tem calma Artamne. Odeio mulheres ciumentas!

- Ent�o? - A armadilha funcionou, C�sar.

-Val�rio vai ajud�-la a fugir esta noite. -Muito bem. E Zusa?

Os meus homens v�o arranjar maneira dela nunca mais nos chatear.

Bravo!

Ent�o o que conseguiste?

- Pudeste falar com Elpidione? - Tens alguma informa��o?

- Consegui melhor. Trago o informante. - Elpidione!

Tudo est� em ordem. Zusa j� falou com Luc�lia.

Bravo! Muito bem!

Domiciano achou um pouco suspeito, mas Zusa enganou-o por agora.

Amanh�, j� n�o se poder� dizer o mesmo. Mas amanh� j� ser� tarde.

-Como est� Luc�lia? - Vamos dividir-nos em dois grupos.

Com o meu, irei pelos esgotos e encontrar-me-ei com Lucilia.

Tu e o teu grupo esperar-nos-ao no port�o.

Elpidione! Entrar�s r�pido no pal�cio, sem que ningu�m d� por nada.

-Sim, �s ordens! - Para o transporte.

Tem cuidado. N�o tropeces!

Val�rio! Val�rio!

- Rendem-se! Ou ser�o todos mortos! - Lutemos!

Apanhamos o maldito!

Depressa!

Fechem o traidor na masmorra secreta. E que seja vigiado de dia e noite!

Vem comigo! Vamos!

Luc�lia n�o.

Acompanhem-na ao seu quarto. E n�o se esque�am de bloquear a passagem.

Quero que fique no pal�cio, o mais tempo possivel.

Nada! N�o se v� ningu�m?

F�bio? N�rva?

-F�bio! N�rva! -Quem �?

- Quem deveria ser? Sou eu. - Elpidione!

- O que aconteceu? - O que est�s fazendo aqui?

Val�rio foi apanhado bem como Luc�lia. Os outros foram todos mortos.

Luc�lia...

Agora voltemos ao nosso ref�gio. L�, decidiremos o que fazer.

N�o podemos deixar Val�rio e Luc�lia nas m�os daquele louco.

Elpidione, volta ao pal�cio e aguarda instru�oes nossas. Vamos!

Ali para dentro, malvado!

- Val�rio? Val�rio Rufo? - Seiano!

Porque nunca nos disseste? Tinhamos-te ajudado.

Obrigado, Seiano, mas a verdade, � que n�o podia confiar em ningu�m.

E n�o tenho a certeza que os meus soldados queiram trair C�sar.

- Pelo menos por agora. - Eu subestimei-te amigo.

Entre ti e um imperador louco, os Pretorianos nao hesitariam na escolha.

- Eles te admiram! - Agora, est� tudo acabado.

N�o est� nada! Estamos prontos a ajudar-te.

- Ent�o temos esperan�a. - Diz-me o que fazer?

- Conheces a gruta-templo do deus Mitra? -Sim.

Muito bem. L� encontrar�s F�bio, Coceio N�rva e os outros amigos. Diz-lhes que...

Est�pida! Se tivesses aceitado o meu amor, terias-te salvo...

... bem como o teu pai, N�rva e todos os outros.

Agora todos morrer�o. Primeiro, ser�s tu e Val�rio.

Depois, ser� o teu pai, N�rva e todos os restantes!

Abre!

Por ordem do nosso Divino Imperador, Val�rio Rufo...

...e Luc�lia, filha de F�bio Luc�lio, foram condenados � morte!

A execu��o ter� lugar amanh� no jardim imperial...

...na presen�a de nosso Deus Imperador. Vamos.

-Pobres jovens, n�o t�m salva��o. - Mas porque foram condenados � morte?

Malditos. Se pudesse daria cabo de qualquer um deles.

Come�aria pelo louco do Domiciano.

- Martinho, boca reles, n�o tens medo? - N�o h� que temer, temos que fazer algo.

Tiram-nos todo o dinheiro. J� n�o podemos ir ao celeiro. Vamos morrer � fome.

- Ele tem raz�o. - E o que queres fazer?

- Temos que nos revoltar! - N�o me fa�as rir!

A organiza��o duma revolta requer um l�der inteligente, destemido.

E amanh� em Roma, ser� executado este homem.

Bem se v�, que os deuses n�o podem alterar o destino.

Vamos l�, se querem comer hoje � noite.

- Sim, N�rva tem raz�o. - N�o h� outra op��o, � hora de revolta.

N�s temos armas, os pretorianos, e o povo do nosso lado.

- Sim, � hora de revolta! - Temos que agir.

- N�o esperemos mais. Morte a Domiciano! - Amigos, esperem um pouco.

A revolta n�o salvar� a vida de Val�rio e Luc�lia.

Domiciano decerto n�o os deixar� vivos.

F�bio est� certo. Ao primeiro sinal de revolta, eles seriam executados.

Nem eu com os meus Pretorianos poderia impedi-lo.

Os guardas e os gladiadores s�o em maior numero que n�s.

A �nica maneira de salvarmos Val�rio e Luc�lia � entrando no pal�cio.

Um ataque surpresa que acabar� com a domina��o de Domiciano.

- Isto seria o sinal da revolta. - Pois!

Tu e os Pretorianos intervir�o somente, quando lutarmos com os guardas.

Eu entendo.

S� assim, conseguiremos reverter o destino da batalha a nosso favor.

Para essa tarefa, precisamos de mais homens.

Pessoas dispostas a tudo. Determinados e com m�os �geis. Sei onde encontr�-los

Alguns de v�s ir�o comigo, enquanto outros estar�o prontos...

...a auxiliar e instruir o povo na luta. -Sim. Mas como entraremos no pal�cio?

- Pelos bueiros? -N�o, pelos bueiros n�o podemos ir mais.

A passagem que Val�rio utilizou, foi bloqueada por ordem de C�sar.

- Mas... - Mas?

- Podemos entrar pela pris�o. - Mas como?

Disso, cuidarei eu. E voc� amanh� � noite...

Esta ser� uma noite inesquec�vel, podes crer.

- Est�o todos aqui? - Sim.

- E os teus homens valentes? - Tamb�m.

Aldrab�o! Por todos os deuses, talvez tenhas raz�o!

Vamos! Vamos! Vamos...

-Quem �? - Minha filha. - N�o devias traz�-la.

- Ela vai-nos ajudar. - N�o importa!

- Que trazes ai? - � uma surpresa para C�sar.

-O que tens nas m�os? - N�o v�s? Arco e flechas.

- Para qu�? Vais apanhar mosquitos? - Sim! Vamos.

- Grande martelada! - R�pido, antes que venha algu�m!

Afastem-se! Afastem-se!

Onde n�o passa um elefante, passa uma pulga, n�o �?

For�a! For�a!

Olhem l�! A nossa pulga � fant�stica.

Fant�stica! Vejam, n�o �?

- N�o vos falei. -Vamos! Depressa.

Alarme! Alarme!

- Venha comigo. - Libertem os presos e fechem as portas.

N�rva! Treb�cio!

Obrigado.

Escondam-se! V�em a� os outros guardas!

Vamos, Girona! Aguenta! N�o te preocupes. Mostra-lhe o que vales.

Girona vai perder.

Viste?

Aqui est�o os convidados de honra.

Val�rio, Luc�lia. N�o podiam faltar a esta noite.

Celebramos a vossa morte. Sim meus amigos, � verdade.

Morrereis em breve. Livrar-me-ei de v�s para sempre.

Para que o traidor Val�rio sofra duas vezes como testemunha...

...come�aremos com a bela Luc�lia.

Esquecia-me de dizer como ela morrer�. Imersa em chumbo a ferver!

Alarme! Alarme!

Viram? Um mosquito!

Cuidado! Matem-no! Apanhem-no!

Ajuda! Ele vai-nos matar a todos. Maldito! Fujamos daqui!

Ali. Aquele al�ap�o d� acesso ao jardim imperial.

Muito bem. D�em-me uma ajuda!

Ou abre ou n�o.

Atr�s de ti, Val�rio!

Viste? Mais outro mosquito apanhado.

- A eles! - Chamem mais guardas!

Protejam o Val�rio e Luc�lia.

Aqui vamos, Val�rio!

For�a! Um! Dois! Tr�s!

Depressa, chama os outros guardas!

Quem diz que s�o fracas?

Um! Dois! Tr�s!

Onde est�o os Pretorianos? Onde est�o?

- Aten��o! Est�o a chegar refor�os. - Vamos a eles rapazes!

Vamos matar todos estes rebeldes malditos!

Apanhei um!

Outro!

- Ajudem-me a passar para o outro lado! - D�em uma ajuda ao Val�rio!

M�ta-o!

Val�rio! Val�rio!

Apanhei a Artamne. Nem acredito!

Aten��o, mais guardas! Formem um quadrado, r�pido!

P�ra ou mato-a, traidor!

- Val�rio! Val�rio! - Matem-no! Matem-no!

-Vamos, Pretorianos! - Morte a Domiciano! Viva Val�rio! Viva Coceio N�rva!

� Seiano. � Seiano! A vit�ria j� n�o nos escapa.

Avante, soldados! Sigam-me!

Rendem-se!

Larguem as espadas!

Rendem-se! Larguem as espadas!

Para ali, j�! R�pido!

- F�bio, esta � a hora de salvar o povo. - Est� bem!

Seiano, manda os teus homens abrirem os port�es.

- Se necess�rio, repele a resist�ncia. - � para j�!

- E Val�rio? - Procuremo-lo.

Muito bem. Eu pr�prio te matarei, traidor!

J� vi vezes suficientes, as suas injusti�as.

Viva Val�rio! Viva Val�rio!

Domiciano morreu! Viva o Imperador Coceio N�rva!

Viva o novo Imperador!

FIM

Tradu��o das legendas checas: Soumar

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.