All language subtitles for Il ritorno di Shangai Joe

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Original subtitles

O RETORNO DE SHANGAI JOE

Calma. Deixem ele passar.

Come�a. calma.

�gua! �gua!

Senhor!

Senhor, envia para nos.

Oh, Virgem, eu rogo.

Nos envie a �gua.

Fa�a que venha a �gua. �gua! �gua!

- Fa�a que venha a �gua! - Quietos, n�o me distraiam!

Eu disse que aqui embaixo h� �gua. E encontrarei.

N�o o incomodem. Deixem ele trabalhar.

- �gua... - nos envie a �gua.

- Nos envie a �gua. - �gua...

Come�ou a encontr�-la.

Vamos ver!

Aqui! Aqui!

Encontrou a �gua!

- Pobrecito! - Nos ajudaremos.

Me atirou terra nos olhos!

Tome cuidado!

- Venha conosco. - Obrigado.

- Assim est� melhor. - Cuidado.

Vamos! Cuidado!

Me deixem trabalhar.

�gua!

Esta �gua est� suja!

Calma. Tranq�ilos.

Pouco a pouco sair� mais limpa.

Isto � merda!

Isto � diarr�ia, n�o � �gua!

Isto � um rio do inferno!

Calma!

- Isto n�o � �gua! - � petr�leo!

- O que nos importa! - � uma gra�a de Deus.

Idiotas!

O petr�leo ser� sua fortuna.

N�o entendem que este terreno vale milh�es de d�lares?

Acalmem-se!

Acalmem-se!

Ignorantes! Isso � o que s�o!

S�o uns est�pidos.

Em vez de me agradecer, idiotas!

N�o merecem nada!

Ignorantes! N�o se d�o conta de nada.

Petr�leo. Est� certo?

Em minha vida nunca vi um l�quido mais preto e fedorento.

Quem descobriu esse liquido?

Um enganador, um sujeito curioso.

Um homem gordo que anda sempre em uma carro�a.

Disse que era no deserto?

N�o cresce nenhuma planta. S� rochas e terra queimada.

Comprarei por um punhado de d�lares.

- Voc�s achem o que fazer. - Claro, Sr. Barnes.

N�o sabe bater na porta?

Desculpe, mas Pedro G�mez e seu bando est�o acampado em Mesa Blonde.

- � a chance para apanh�-los. - Perfeito.

Primeiro encontra Pedro G�mez e em seguida compra o povo mexicano.

Vamos!

Dois p�ssaros com um tiro.

Muito bem, Gide�n. O nome esta bom.

Al�m disso, Merc�rio e V�nus deveriam lhe trazer boa sorte.

N�o entendo.

O que aconteceu?

Vamos, temos que sair do caminho.

Meu chap�u!

O que aconteceu? � o Apocalipse!

Vamos!

Menos mal que se foram.

Como est�, Gide�n? Assustaram voc�.

Por pouco n�o me matam.

Menos mal, tudo est� bem.

Vamos, Gide�n. Em marcha!

Vamos.

Muito bem. Vamos.

Obrigado, amigo. Por ter me salvado...

Hoje, cismaram com meu chap�u.

O que aconteceu?

C�us, que ferida feia!

Bom dia.

Quero comprar um pouco de leite, forragem para meu cavalo...

e saber se ha um lugar para passar a noite.

- falam outra l�ngua? - Sim, somos mexicanos.

Estas mulheres n�o lhe entendem. O que quer?

Bom dia. Queria s� um pouco de leite,

forragem para o cavalo e um lugar para dormir.

Esta errado, meu jovem.

Aqui n�o temos nada. Nada de nada.

Pelo menos um pouco de �gua.

Isso menos ainda.

Por n�o ter um po�o de �gua n�o temos leite, nem aveia nem nada.

� uma terra maldita.

- O que � esse estranho cheiro? - Petr�leo.

Maldi��o.

Chegou um charlat�o. Em vez de �gua, encontrou petr�leo.

Ent�o s�o ricos.

Ricos? Vou repetir que estamos morrendo de fome?

- Quem � o chefe? - Aqui n�o h� chefe.

Com quem devo falar?

Depende do que queira. Pode falar inclusive comigo.

Muito bem. Devem partir daqui.

partir?por que?

Porque esta terra n�o lhes pertence.

Nascemos e sempre vivemos aqui.

O que significa isto?

Vamos, abandonem o povoado. Peguem suas coisas e saiam daqui.

T�m uma hora. Avise os outros.

O que se passa aqui?

- O que significa isto? - O que aconteceu?

Diga o que queremos. Vamos!

Esta � nossa casa!

H� velhos e crian�as.

Al�m disso, para onde ir�amos?

Por que devem partir de sua terra?

Voc� o que tem que ver, amarelo?

Eu n�o tenho nada que ver.

Mas me parece injusto expulsar �s pessoas de sua terra sem motivo.

- Existe um motivo. - E n�o te interessa.

Vamos, r�pido!

Obrigado!

Bebe isto.

Que porcaria me faz beber?

- � veneno? - Bebe � doce e bom.

Far� bem. � uma mistura de capsella bursa pastoris.

� um anti-hemorr�gico.

junto com matracaria, um calmante, passar� uma noite tranq�ila.

N�o tem tequila?

Minha m�e me dava isso para me curar o sarampo.

� tequila � bom para tudo.

Fiz todo o poss�vel, mas tem uma bala no est�mago...

e � algo que n�o posso ajudar. Precisa de um cirurgi�o e r�pido.

Os cirurgi�es est�o na cidade e n�o quero ir � cidade.

N�o quero que ningu�m abra meu est�mago.

Meu est�mago vai se acostumar com um pouco de chumbo.

O peso n�o me preocupa.

Por que fez isso por mim? Nem sequer me conhece.

Devemos ajudar s� os conhecidos e deixar os outros morrerem?

N�o sabe quem eu sou.

Algu�m que precisa de ajuda e basta.

Sou Pedro G�mez, o bandido.

Muito prazer. Eu sou Bill Cannon.

N�o entendeu?

Sou o terror de toda �rea.

E quem se importa. Agora tenta dormir.

Ver� que � amanh� estar� melhor.

Melhor que n�o me engane, porque, se n�o...

N�o, dorme. Vamos.

Assim.

Que idiotas!

S�o uns idiotas.

Voc� tinha dois casos para resolver n�o resolveu sequer um.

Acabamos com o bando de Pedro G�mez.

N�o se salvou ningu�m!

E Pedro?

Onde est� Pedro G�mez?

Precisava de seu cad�ver para cobrar a recompensa.

Mas n�s...

E a outra hist�ria do povo mexicano?

Um chin�s, sozinho, venceu a todos.

- Foi assim, Sr. Barnes. - Inclusive desarmado.

Nunca vi nada igual.

Sozinho, sem armas, derrubou a todos. N�o � um homem, � um dem�nio.

Saltava, saltava, tinha uma for�a incr�vel.

N�o quero ouvir falar disto.

Hoje foi um dia negativo.

V�o dormir, mas j� sabem o que os espera amanh�.

Sim, Sr. Barnes.

Amanh� � 29 de julho.

A dilig�ncia sai de San Juan.

Nessa dilig�ncia estar� o novo juiz, Finney.

Que substituir� ao defunto juiz Norton.

Exato. O plano est� preparado faz tempo que.

Trabalhamos em cada detalhe.

E se falhar, sabe o que te espera.

Sabe que te espera.

Tamb�m a voc�.

Agora v�o.

J� te peguei, serpente.

O que faz com isso?

Tudo.

Po��es, tudo, filtros milagrosos, cataplasmas.

Sim voc� � um tipo estranho.

Mas muito simp�tico.

Estarei bem contigo.

Sabe tantas coisas que eu nunca teria imaginado.

Sim, tantas coisas.

Sei que dentro de pouco tempo haver� uma grande fome.

As provis�es come�am a escassear.

Se n�o ir aos povoados vender minhas po��es e filtros...

teremos que nos contentar com o pasto como as vacas.

Se me virem, ser� o fim para mim.

Me matar�o.

N�o, ficar� escondido na carro�a. Ningu�m ver� voc�.

Inclusive poderei convencer um cirurgi�o que opere voc�.

Direi que � meu parente. N�o suspeitar�.

N�o, � muito arriscado.

Al�m disso, estou melhor. Vou me curar.

Tem raz�o.

Me leve ao primeiro povoado.

Senhorita...

Sim!

Me permite? Meu nome � Garc�a.

Manuel Garc�a. Tamb�m vai a Glenwood?

- Sim. - Viaja sozinha?

N�o, com meu pai, o juiz Finney.

- A bagagem est� acomodada? - Sim.

Est� tudo acomodado, juiz.

Obrigado, Shangai. Adeus. Volte logo.

At� logo, amigos.

N�o abandonem esta terra. Resistam.

Aqui h� riqueza e boa sorte para voc�s e seus filhos.

- Adeus. - Adeus!

Damas e cavalheiros, n�o venho a esta pra�a p�blica...

para lhes fazer perder tempo.

Meus produtos s�o solicitados em todo mundo.

Curo os males de homens e animais.

Para mim n�o h� nenhuma diferen�a.

Est� com gripe? Com meu laxante correr� toda a semana.

Se algu�m tiver diarr�ia...

com meu extrato de tijolos n�o vai querer voltar a se sentar.

Algu�m tem mau h�lito?

Com isto, a boca ficar� perfumada como rosas.

Dor de dente? Dores femininas?

Dor de ouvidos? Calos?

Eu curo tudo!

Vamos senhoras e senhores!

Tenho um rem�dio para cada dor.

Um gole meia hora antes i...

� rigidez!

20 centavos.

Eu sofro de enxaquecas.

Cuidado para n�o errar na dose. Se n�o...

O que aconteceu?

Eu sempre tenho enxaqueca.

De a volta.

Com essa cabe�ona, acho que, deve sofrer muito.

No jantar, depois de comer, me incha o est�mago...

e faz uns ru�dos terr�veis.

Aqui esta. Uma antes de cada refei��o.

N�o se esque�a de abrir a janela pelas d�vidas.

Para os piolhos, a dor nos joelhos,

inclusive o mal dos olhos, sou todo ouvidos.

Por aqui. Venham, senhores. N�o guardem suas carteiras!

Venham ricos e pobres todos.

Estou certo que voc� sofre de lombalgia.

Temos as pernas dormentes pela viagem.

Mas o juiz est� muito bem.

Me desculpe, juiz, pensei...

Tem raz�o, jovem, sofro de lombalgia.

Por sorte, de forma leve.

Tenho para voc� um produto excepcional.

Basta esfregar levemente sobre a parte afetada...

e a dor se vai em seguida.

E como aten��o, um perfume para a senhorita.

� minha filha. Muito am�vel.

Obrigado.

- Quanto lhe devo? - 20 centavos.

S� 20 centavos e estar� muito bem.

- Obrigado, estarei. Adeus. - Boa viagem!

Venham, senhores, tenho um rem�dio para cada dor.

Para os piolhos, a dor nos joelhos,

inclusive o mal dos olhos, sou todo ouvidos.

Sr. Barnes, terminei, se quiser ler.

- Sim, est� bem. - Concordo.

A esta hora devem estar no passo do condor.

Vamos.

Alto!

O que quer?

Meu cavalo quebrou a perna e tive que mat�-lo.

Poderiam me levar at� o povoado mais pr�ximo?

Para aonde vai?

A Tucson, mas descerei onde seja poss�vel comprar outro cavalo.

Est� bem, sobe.

Ningu�m se mova!

Des�am todos.

Todos para fora. R�pido.

Caminha!

Saia voc� tamb�m. Vamos!

Os neg�cios foram muito bom.

Temos comida para uma semana.

Para onde vamos?

Colinas ou plan�cie?

Ou � beira de um rio ou um lago?

Vou parar de te incomodar.

O que aconteceu, Pedro?

� o fim, meu amigo.

� o fim.

O que diz?

Espera. Te darei algo que voc� vai se recuperar.

Tequila!

Me d� um gole de tequila.

Agora, j� n�o h� nada que fazer por mim.

Eu lhe imploro. Me fa�a morrer feliz.

Sim, amigo. Como quiser.

Aqui esta. Bebe.

Devagar.

Bebe devagar.

N�o se engasgue.

Sinto que minha voz est� desaparecendo,

na minha garganta. Se aproxime.

Devo te dizer uma coisa muito importante.

� a �nica pessoa que me deu algo...

sem me pedir nada em troca.

Me fez ver as coisas diferente nesses meus �ltimos dias,

os mais belos de minha vida.

Quero te agradecer. Eu era s�cio do Barnes.

Para alguns � uma pessoa respeit�vel.

P�s um premio por minha cabe�a...

porque sou uma testemunha perigosa para ele.

Minha �nica riqueza s�o mil d�lares e quero deixar para voc�.

S�o os de minha recompensa.

Entrega meu corpo ao xerife.

Pedro... Pedro...

Venha aqui.

Tenho a sensa��o de que estas contas n�o est�o certa.

Faltam 200 d�lares.

Este numero deve mudar para c�.

N�o, n�o.

Ajudem ele r�pido! Os bandidos nos assaltaram.

Vamos, ajudem ele.

Onde est� o xerife?

Estou aqui.

- Voc� � o xerife Wilson? - Sim sou.

- Sou o juiz Finney. - Bem-vindo.

Quer me explicar por que, a pesar da disposi��o do congresso,

n�o enviou uma escolta para a dilig�ncia.

A disposi��o se refere as cidades violentas.

A nossa � uma cidade tranq�ila.

Lamento que despertou justamente hoje.

- Francamente. - O que aconteceu?

- Sr. Barnes. - Nos atacaram.

Isso foi o que aconteceu.

� o juiz Finney?

Sim, em pessoa.

Bem-vindo, juiz.

Meu nome � Barnes.

Pat Barnes.

Lamento muito o que aconteceu.

� a primeira vez que acontece algo assim no Glenwood.

Tivemos sorte. De aparecer um homem misterioso...

que nos salvou sem fazer um s� disparo...

A esta hora n�o estar�amos aqui.

Papai!

J� descarregaram a bagagem.

O Sr. Barnes, minha filha Carol.

Bem-vinda a Glenwood, senhorita.

Xerife, acompanhe o juiz a sua nova casa.

- Sr. Barnes... - Juiz, por favor.

Srta. Carol, posso ir visit�-la?

- Com muito prazer. - Primeiro se acomode.

� claro, juiz.

Por aqui, juiz.

Esta mala � minha.

Vamos!

1.000 d�lares para quem entregar vivo ou morto...

o bandido Pedro G�mez.

V�!

N�o tenho dinheiro para um funeral...

j� que foi t�o generoso comigo.

Mas � sua �ltima vontade.

Al�m disso, j� est� morto. Nem sequer podem te enforcar.

Vamos, Gide�n.

Idiota! posso saber o que aconteceu?

- O chin�s. - Como o chin�s?

Tudo estava como planejamos.

S� teria que matar o juiz.

Mas de repente chegou o chin�s e venceu a todos.

Eu consegui escapar.

Durante a luta, esse chin�s, viu sua cara e a de seus amigos?

Sim. Acho que sim.

Ent�o deve desaparecer r�pido.

Sim, deve desaparecer rapidamente.

Merecia morrer.

Mas hoje estou generoso. Agora saia!

Parece uma vaca, n�o uma bailarina!

Onde est� o Sr. Barnes?

Em seu escrit�rio. Onde quer que esteja?

O que pergunta besta!

Obrigado, senhor.

Agora os bra�os. Assim.

66...

96...

100 e um pouco mais.

Melhor levar a fita m�trica.

Como pode se vestir? N�o sei porque...

Desculpe...

Por favor, aqui n�o.

Fez mal em pagar a recompensa.

Devia ter perguntado para mim antes de pagar.

Tem certeza que � Pedro G�mez?

N�o tenho d�vida.

Uma bala no est�mago.

N�o acredita que o gordo tenha matado.

Obrigado, xerife. Pode ir.

- Lamento. - Por favor.

Adeus.

Deve ter sido ferido pelos nossos.

O charlat�o o encontrou morto em algum lugar.

Ou talvez o encontrou vivo.

E Pedro lhe contou tudo.

N�o, esse homem � um perigo.

Cuide dele voc�.

Desculpe, eu s�...

Velho amigo...

� hora de se aposentar.

Bom dia, senhor.

Senhor...

- Senhor a mim? - Sim.

Queria lhe propor um neg�cio.

Como vou deixar a cidade por raz�es de trabalho...

quero vender meu cavalo. Uma boa oportunidade.

Um cavalo de montar?

Um magn�fico puro sangue.

N�o, seria cruel, pobre animal.

Peso 150 quilos. Iria quebrar sua costas.

Sabe o que eu gostaria?

Um cavalo de trote, com uma linda carro�a.

Eu gostaria disso.

Tenho algo para voc�. Venha comigo.

O que voc� acha?

Olhe que d�cil.

O conduz como uma pluma.

Est� convencido?

- Me deixe conduzi-lo um momento. - O que quer fazer?

Quero que o prove tamb�m em um terreno acidentado.

- Bom dia! - Ol�.

Des�a r�pido!

- O que querem? - J� ver�.

- N�o podem fazer isto. - Ande.

Fica calmo.

Vamos, ande!

- Vamos! - Me deixem.

Se mova, mont�o de esterco!

- Aqui � proibido fumar. - Est� amarrado como um salame.

Para o lado! Fora!

A corda est� preparada? N�o posso mais.

Ent�o descanse.

Soltem as armas!

Ningu�m se mova.

Voc�, ajuda ele.

Voc�, traga �gua.

Tome.

Bebe, amigo.

E o homem que t�nhamos que enforcar? Onde est�?

Est�pido!

N�o atire! Sou um amigo!

Sou o que te salvou da forca.

N�o me reconhece?

E o que quer de mim?

S� quero meu cavalo e minhas coisas!

Em troca, pode ficar com este.

N�o me far� outra brincadeira?

Teria sido melhor deixar que lhe enforcassem.

N�o se responde com o mal o bem recebido.

Desculpa, perdi a cabe�a.

- Esses malditos me roubaram. - Sim, eu sei. Vi tudo.

Mas n�o entendo por que queriam te enforcar.

J� tinham roubado voc�.

H� algo que n�o quer me dizer.

N�o sei nada. Sou um infeliz.

Nunca vi mais que um d�lar em minha vida.

E o dinheiro que tinha no bolso? Roubou?

N�o, essa � uma longa hist�ria.

� a recompensa de um bandido.

Que bandido?

J� lhe disse. � uma longa hist�ria.

Meu nome � Bill Cannon e lhe agrade�o.

Shangai Joe.

Adeus.

Outra vez obrigado, amigo, ti devo minha vida.

Quero um lugar para meu cavalo.

Precisa de uma boa dose de feno e aveia...

e um lugar confort�vel para descansar.

Sim, senhor, tenho um lugar para seu cavalo.

Eu cuidarei para que fique bem alimentado.

Darei lhe uma boa escovada, fique tranq�ilo.

Onde se pode encontrar uma boa cama?

No Silver Star, senhor.

Uma cama, boa comida e as garotas mais lindas do oeste.

O local mais lindo da cidade. � do Sr. Barnes.

Este Sr. Barnes � um grande homem.

� o dono de toda a cidade.

- Cuide bem do cavalo. - Como se fosse meu.

O falecido juiz Norton ia publicar esse decreto.

Quando a noite caiu, seu cora��o...

Eu sugiro que espere uns dias.

Assim percebe como est�o realmente as coisas.

H� evid�ncia suficiente para que me d� conta de tudo.

� verdade que um homem com a posi��o do Barnes...

possa ter inimigos.

Mas aqui h� uma den�ncia de inc�ndio em uma fazenda,

uma den�ncia de extors�o, assim por diante.

Sem faltar o respeito �s decis�es de meu predecessor...

pretendo atuar segundo minhas id�ias e meu sistema.

Juiz, at� agora estava tudo tranq�ilo aqui.

Claro!

Mas obedece o Barnes ou morre.

Lindas! N�o sabe quanto me alegra que haja uma mulher nesta casa.

O pobre juiz estava sozinho e doente do cora��o.

Bebia e grunhia sempre. N�o � que fosse uma m� pessoa.

Eu atendo.

- Bom dia, Sr. Manuel, entre. - Bom dia.

Pensei que nestes primeiros dias estaria ocupada para fazer compras.

- Ent�o lhe trouxe... - Que bom!

Colocarei o galo no galinheiro.

� realmente mexicano?

Sim. por que?

Porque todos os mexicanos t�m olhos escuros.

Mas eu estudei na Inglaterra.

Espere... eu ajudarei.

Aonde? Aqui.

Meu pai n�o sabe que vim.

� um pouco antiquado. Os mexicanos n�o simpatizam com os ianques.

- Manuel. - Bom dia, juiz.

Farei todo o poss�vel para que Garc�a mude de opini�o.

Muito obrigado.

- Meu lindo bruto barbudo! - Venha aqui.

- Gar�om! - J� vou!

Quieto com as m�os!

Sou uma garota honesta.

Por acaso n�o confia em mim?

Vou tirar meus brincos, me doem as orelhas.

- O senhor perdeu tudo. - Incluindo a mim.

V�o para o inferno.

Vamos ver qual � seu estilo.

Aqui pode jogar.

- Se comporte. - Me deixe.

- Vamos, me deixe. - N�o pode ser assim na frente de todos.

Deixa meus brincos.

O senhor ganhou.

Olhe, est� ganhando.

Que maravilha!

O senhor ganhou de novo.

O senhor ganha sempre.

� verdade.

Minhas pernas s�o as mais belas da cidade.

N�o, s�o as mais belas de todo o oeste.

Olhe bem.

Boa noite, Sr. Barnes.

Troco os dados?

O que faremos?

Deixemos ganhar. Assim algu�m o matar� para lhe roubar.

Obrigado. Chega.

Com tanta sorte vai parar?

� melhor n�o ser ambicioso.

Se festejarmos seu triunfo com um bebida?

N�o, obrigado, sou abst�mio. voc�s bebam a minha sa�de.

Al�m disso, estou cansado. S� quero dormir.

- Adeus! - Boa noite.

Venham!

Voc�s dois. Subam.

Vamos! Vamos!

- O que aconteceu? - O chin�s n�o est�.

- Como n�o est�? - � imposs�vel.

Tem certeza?

Muito bem! Obrigado!

� meu dever.

Como � que est� aqui a esta hora?

Estava procurando algo para comer. Encontrei um frango na cozinha.

Quase tinha terminado quando ouvi... todo este alvoro�o.

- Ent�o... - Me salvou a vida.

Pelo menos assim estamos quites.

A prop�sito...

por que n�o me ensina seus truques?

Isso que faz com as m�os e com os p�s.

Em troca, te ensino a usar isto.

Est� bem. Aceito.

Est�o certos de que foram os homens do Barnes?

Sim, muito seguro.

Inclusive seu advogado tamb�m estava.

Essa terra nunca rendeu nada.

S� traz fadiga e suor.

O chin�s nos convenceu de que agora em adiante ser� nossa fortuna.

Se for verdade que h� petr�leo,

ter� que defender a do Barnes.

Recentemente chegou a Glenwood um novo juiz.

Dizem que � uma boa pessoa.

Sim, � honesto e corajoso.

Ent�o demos gra�as a Deus.

� hora de que esta cidade recupera a paz e a justi�a.

N�o, a m�o mais r�gida. Assim.

Os dedos juntos. Muito bem.

Infla o peito.

De um soco no pesco�o e chuta o est�mago.

- Certo? - Sim, mas n�o se mova.

N�o, n�o me moverei. Aqui estou?

Ent�o ataca, venha aqui.

Ja vou!

Como foi, professor?

Nada mal. Melhor.

Mas lembre quem deve cair � o advers�rio.

- Um charuto? - N�o, obrigado.

Pelo que entendi, Sr. Barnes,

voc� chegou a Glenwood faz 5 anos.

Exato.

At� ent�o era um simples agente imobili�rio.

N�o vejo aonde quer chegar, juiz.

Em cinco anos de atividade, Sr. Barnes,

tornou-se em dono de todas as terras dos arredores.

E n�o h� atividade em Glenwood em que n�o tenha interesse.

Nesta cidade, a livre iniciativa, ajudada por uma dose de sorte,

n�o � um crime.

�, como dizem, tenho olfato, e intui��o.

Claro.

Mas nunca escutou falar de uma lei votada...

pelo Congresso que fala de enriquecimento ileg�timo...

em particular em rela��o �s terras anexadas recentemente.

Caro juiz, todos meus contratos est�o em ordem.

Foram redigidos pelo advogado Jonathan Smith.

Al�m de ser meu advogado, � o assessor cadastral da cidade.

O tr�mite realizado por seu predecessor, o juiz Norton,

foi registrado na corte de Santa F�.

N�o me refiro aos contratos.

Os contratos sempre est�o como devem ser.

Me refiro ao modo...

como foram obtidos.

Por exemplo um tal Ram�n Garc�a...

que diz que seu contrato foi obtido...

de forma n�o inteiramente, digamos, comercial.

E est� iniciando um processo contra voc�.

O Sr. Garc�a...

como n�o pode cumprir com seus compromissos...

faz acusa��es absurdas e rid�culas.

Isso veremos no julgamento.

- Como quiser, juiz. - Papai...

- Desculpe. - Bom dia, senhorita.

Queria pedir permiss�o para ir � cidade fazer algumas compras.

Acho que nossa discuss�o j� terminou, juiz.

Sim, Sr. Barnes.

At� logo.

Senhorita.

- Posso dizer uma coisa? - Claro.

Este Sr. Barnes me parece um cavalheiro.

Parece um cavalheiro.

O que esta fazendo?

O juiz mandou me chamar.

- Por que? - N�o sei.

Cuidado, advogado.

� cauteloso. Teria sido melhor que n�o viesse.

Teria sido muito melhor.

Advogado, n�o tenha medo?

N�o, por que deveria ter medo?

Senhorita.

Sei que vai � cidade. Me permite lev�-la?

Obrigado, mas prefiro caminhar.

Esse formoso vestido e esses lindos sapatos se encher�o de p�.

A rua est� em p�ssimas condi��es.

� a mo�a mais bela que j� conheci.

Seu pai tem uma m� opini�o de mim.

Espero que mude seu parecer. Estimo muito o juiz Finney.

Acima de tudo, admiro profundamente voc�, senhorita.

Pode parar, Sr. Barnes. Cheguei, obrigado.

Tem todas as condi��es para ser a primeira dama da cidade.

Obrigado outra vez.

Bom dia, senhorita. Voc� pela cidade?

Eu vim fazer compras.

- Tudo bem? - Sim.

- Em casa? - Bem.

- Posso ajud�-la? - Obrigado. Me acompanha?

� claro.

- Atenda � senhorita. - Em frente.

A suas ordens. Entre, por favor.

ESCRIT�RIO

Neguei de modo mais absoluto.

Mas o juiz Finney disse que a popula��o dessa cidade mexicano...

est� disposta a declarar que me viu nesse dia.

Fez mal em negar.

Devia ter dito que estava de passagem.

Sei, mas o juiz me fazia muitas perguntas.

Eu disse que era muito inteligente.

Agora sabe do petr�leo.

N�o lhe disse nada, acredite.

Chegaram os caras novos.

Est�o dispostos e decididos a tudo.

M�s not�cias?

N�o, n�o. Com nosso inteligente advogado...

o juiz Finney s� poder� morder suas m�os.

Obrigado, advogado. Boa noite.

- Boa noite, Sr. Barnes. - At� logo.

Boa noite.

O que aconteceu?

Est� morto de medo.

Quem sabe o que ele disse ao juiz.

O advogado Smith � uma testemunha certo.

S� os mortos s�o testemunhas seguras.

O senhor ganhou novamente.

Obrigado.

Os dados.

Chega, n�o quero exigir muito da sorte.

Obrigado.

O senhor perdeu.

O senhor perdeu novamente.

Aqui esta.

Como pode ser?

Com estes dados nunca poder� ganhar.

- por que? - Porque est�o viciados.

Me d� o dinheiro e abre a boca.

Me d� o dinheiro!

Abre a boca.

Deixe para mim!

- Disse que deixasse. - Para mim.

Outra vez?

Por que n�o?

"Estou em perigo e lhe pe�o ajuda Shangai Joe.

Te espero amanh� �s 3". Assinado Jonathan Smith.

Coluna vertebral quebrada.

- Voc� o matou. - N�o � verdade.

Foi voc� com um de seus golpes.

O que est�o fazendo?

Matou o advogado. Vamos matar ele.

- Mataram o advogado? - Sim, foi ele.

Se for culpado, devem entreg�-lo a lei.

- Cuide dos seus assuntos. - Este � meu assunto.

- O que aconteceu? - Acusam ele de matar o Smith.

No oeste h� uma s� lei. Morte por morte.

Parem!

Parem!

Parem ai!

Ordeno-lhes que suspendam a execu��o.

Toda a popula��o quer justi�a.

Esta � a popula��o?

A justi�a nesta cidade sou eu. S� eu a administro.

� o homem que me roubou e que tentou me matar.

Tamb�m esclareceremos isso logo.

Xerife, prenda ele em uma cela o suposto culpado.

Enquanto espera o julgamento.

Sil�ncio!

Preparem uma forca.

Ser� executado depois do julgamento se

for culpado.

Xerife, pode levar.

Venha aqui.

Venha ver.

Nossa terra antes de que Barnes nos desapropriasse.

Chegava at� aquela colina.

Amanh� ser� o julgamento. Meu pai vai resolver tudo.

Confio no senso de justi�a e na incorruptibilidade de seu pai.

Recuperaremos tudo aquilo que nos foi tirado.

- Ent�o... - Sim?

Quero pedir a seu pai algo muito importante.

Voc� mesmo disse que meu pai � um homem incorrupt�vel.

O que quer pedir a ele?

Sua permiss�o para me casar contigo.

Estou encantada. Manuel � t�o bonito e simp�tico.

Bom dia, senhorita.

Desculpe, mas queria lhe falar um instante a s�s.

Com licen�a.

Queria lhe dizer...

chegou aqui recentemente e n�o conhece as pessoas que aqui vivem

Essa gente fala muito e n�o � bom que ande por ai com o jovem Garc�a.

Sua fam�lia est� a beira da fal�ncia.

Voc� poderia aspirar algo muito melhor.

O julgamento de amanh� ser� uma causa in�til.

Ningu�m testemunhar� contra mim.

Talvez porque o �nico que podia faz�-lo morreu.

E os mortos n�o falam.

Mas alguns mortos s�o precavidos, como Jonathan Smith.

Antes de morrer fez chegar a mim uma confiss�o por escrito.

Nos veremos amanh� no tribunal.

Claro que sim.

Mas voc� estar� no banco dos acusados.

Estou sempre ao seu dispor. Senhorita.

Paquita, acompanha � senhorita.

Carol, v� para casa. Eu ainda tenho coisas para fazer.

Sim, senhor.

- Juiz. - O julgamento de amanh� ser� breve.

Tenho provas da culpa do Barnes e seu bando.

Acusa um homem que toda a cidade lhe deve muito.

Desde que Barnes chegou, tudo mudou por aqui.

Claro que sim.

Fez a parte do le�o. Disse bem.

� hora de acabar com o Barnes.

� um mandado de pris�o contra ele. Cumpra.

- Eu senhor... - J� n�o tem nada que temer.

Agora sou eu.

Como vai?

Tem febre e continua dormindo.

Enforcaremos sem que se d� conta.

Nem d� gosto de fazer isso.

- Mantenha os olhos abertos. - Sim.

- Boa noite. - Boa noite.

Espero que n�o delire.

O que aconteceu?

Sonhando com os anjinhos?

Dentro de umas horas voc� tamb�m voar�.

Eles v�o enforcar voc�.

Shangai Joe.

Sou eu.

Sou Bill.

A chave. A chave!

Agora prenda ele.

Vamos! Tenha coragem.

Pra dentro.

Vamos, se mova!

Sil�ncio.

Vamos!

O que � t�o importante para me acordar a esta hora?

Eu trouxe algu�m que s� estar� seguro sob sua prote��o.

Voc�?

- N�o devia estar na pris�o? - Eu o tirei.

- Era o lugar mais seguro. - Mais seguro para ser enforcado.

Tem d�vidas sobre sua inoc�ncia?

N�o, estou certo. Melhor dizendo, n�o, ele n�o fez muito mal.

Mas agora que est� fora, talvez possa ajudar � justi�a.

Enviarei voc�s para prender o Barnes.

Tenho medo que o xerife n�o possa sozinho.

Devem ajud�-lo.

- N�s? - Sim.

N�o. quanto mais longe estou da lei, melhor me sinto.

Est� bem, juiz. Como quiser.

Protegeremos o xerife.

Est� louco?

Est� delirando.

Ainda tem as marcas da corda no pesco�o.

J� n�o basta?

- Ei voc�! - O que?

Quero falar com o Sr. Barnes.

O Sr. Barnes n�o est�. Est� naquele curral.

Est� bem.

Vamos!

Ol�, xerife!

Barnes, tem que vir comigo.

O que aconteceu, xerife?

Me entregue a arma e me siga.

Acredite ou n�o, tenho muito afeto a este brinquedo.

Esses brinquedos eu n�o gosto. Me entregue a arma.

Voc� esta louco?

Agora, saia daqui antes que perca a paci�ncia.

Ande!

Muitos anos tive as m�os atadas.

Fui um covarde, um fraco. Mas agora chega.

Pode me matar. Mas acabou para voc�.

R�pido, para a fazenda!

Xerife!

N�o � grave. Obrigado.

Voc� n�o estava na pris�o?

Sim, estava.

Assassino! Assassino!

Voc�s continuem! Voc�, venha comigo.

Fica tranq�ila. Tudo sair� bem.

N�o! Socorro!

Socorro!

Senhorita!

Srta. Carol!

Deus! Senhorita!

O chin�s enforcado!

Levem para sua casa para alegria de seus filhos.

O chin�s enforcado!

O que est�o esperando? Comprem e brinquem com ele.

Socorro! Socorro!

Me prenderam!

Eu n�o deveria estar aqui.

O prisioneiro me atacou e escapou.

N�o entendem? Socorro!

- Bom dia, merit�ssimo. - Bom dia.

- Sou Ramon Garc�a. - Encantado.

Juiz.

Escutem.

Escutem todos.

Shangai Joe � inocente.

Barnes foi desmascarado.

� um assassino e um bandido.

Tenho uma ordem de pris�o, mas preciso de sua ajuda para apanh�-lo.

Preciso de volunt�rios.

Barnes fez tudo por esta cidade.

- � verdade. - Eu iria com prazer.

Mas seria mais um inc�modo que uma ajuda.

Ir contra Barnes significa n�o trabalhar mais.

Isto � o que faz Barnes. � um assassino.

Voc�s t�m medo de acus�-lo.

Socorro, juiz!

Raptaram a sua filha!

- O que? - O Sr. Barnes a levou.

Estou com voc�, xerife.

Nos tamb�m. Queremos justi�a.

Devemos ter lei e justi�a.

A lei do Barnes, como sempre?

A lei, inclusive contra Barnes.

Vamos!

Barnes, abra!

Barnes, ordeno que abra!

Assim se comportam os cavalheiros quando os incomodam.

Manuel est� apaixonado por voc�.

Quem n�o sabe?

� uma criatura divina e misteriosa.

Se quisesse, poderia fazer de voc� uma rainha.

Posso ter tudo o que quiser. E se n�o posso eu compro,

se n�o estiver a venda, eu tomo.

Voc� ser� minha.

Aprender� a me amar!

Barnes! acabou para voc�! Saia dai!

Voc� ser� minha vida e minha vida ser� sua.

Se n�o podemos viver nosso amor, morreremos juntos.

Para tr�s, bastardos! Levarei ela comigo.

Manuel!

Carol...

N�o � nada.

N�o me obrigue a matar voc�, Barnes.

Lhe entregarei � justi�a.

Chin�s tolo!

Ali v�m eles!

Justi�a foi feita.

Obrigado, Shangai Joe.

Parab�ns.

Obrigado por tudo.

Nada para mim? Eu n�o fiz nada?

Obrigado tamb�m a voc�, Bill.

Finalmente em Glenwood se poder� trabalhar e viver pacificamente.

Obrigado.

- Sr. Juiz. - Dom Ram�n.

- Queria lhe pedir algo... - Ver�, papai, n�s...

Quer�amos...

Para mim est� bem.

Tamb�m para mim.

Eu vou. Voc� o que vai fazer?

Se n�o tem nada contra...

vou com voc�.

N�o sei se voc� vai querer vir comigo depois de ver isto.

Procurado por fraude.

Como tem isto contigo?

� o dever de todo agente federal ter consigo as fotos...

dos que est�o sendo procurados.

Eu sabia que estava chegando cova dos le�es.

E sabia que Barnes faria tudo para me impedir.

Por isso me permitiram ter a prote��o...

do melhor agente federal do estado.

O aqui presente, Shangai Joe.

Um policial!

Fez muito para ajudar a lei.

Por isso, sua pena esta perdoada.

O rem�dio que me vendeu me fez muito bem.

N�o tem outra garrafa?

- Claro. - Bem.

Ent�o, vem ou n�o?

Comeremos todos os dias?

Duas vezes por dia.

Nunca irei com voc�, entendeu? Adeus!

Alem disso, um agente amarelo!

Muito bem. Vou por ali.

E eu por ali.

- Adeus, chin�s. - Adeus.

Aonde vou sozinho?

Shangai Joe!

Espera!

Espera, Shangai!

Me espere!

FIM

Tradu��o:Elton mar�o 2010 Amigos do Clube Sess�o da Tarde http://amigosdocst.forumeiros.org/forum.htm

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