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O EX�RCITO SECRETO
S�rie 2 - Cap�tulo 05 - N�O DE ACORDO COM PLANO ( Not According to Plan )
- Ang�lica. Este � Fran�ois. - N�s j� nos conhecemos.
Expliquei que meu pai � um milion�rio
e minha m�e � da nobreza. N�s ainda vamos casar esta noite.
Linda. Mas voc� tem que esperar at� que ela tenha servido a mesa quatro.
Anda logo. Ang�lica.
Fran�ois. Pegue Max. Eu preciso dele agora.
Senhoras e Senhores. N�o h� raz�o para entrar em p�nico.
Max vai continuar, a m�sica de piano.
Visto de trabalho. Identidade. Atestado m�dico.
Obras-primas em arte de falsifica��o.
- Voc� � necess�rio l�. - Aqueles voando para o sul.
Esse n�o � o caminho para a Inglaterra.
- Voc� vai junto com Nathalie? - Voc� sabe disso?
Claro. Eu fiz os documentos.
Voc� vai aprender r�pido que � da Gestapo que n�o confiamos.
N�o uns aos outros.
Ent�o?
M�s not�cias. N�s nos reunimos segunda-feira.
Mas a Gestapo mant�m a sapataria de Henri sob vigil�ncia.
Podemos nos encontrar aqui?
- Bom, eu n�o sei. - � importante. Sim ou n�o?
Desculpe. Eu devo ter um par de horas no trabalho
e ainda tenho de andar 20 quil�metros a p�.
O ot�rio.
Isso nem � t�o longe.
Bem?
- Segunda-feira? - Sim.
- De acordo. - Muito bem.
Voc� deve informar aos outros. E Jean-Louis...
Aconte�a o que acontecer. Certfique que Max v�.
O que est� acontecendo?
N�s vamos assumir a fuga.
Monsieur Barsacq?
Monsieur Barsacq. Eu tenho que ir agora.
Ah, sim. Danielle.
H� um prato no forno. N�o queime os dedos.
Vou tentar lembrar disso.
Esse bombardeiro da noite passada...
Georges chegou cerca de uma hora atr�s.
Ele viu no campo Greefkens que a pol�cia da Luftwaffe estava l�.
Completamente queimado. Foi um Lancaster.
- Havia tr�s homens. - Tr�s?
Apenas tr�s?
Papai est� esperando por mim na loja. Tenho que ir agora.
- A menos que voc� queria alguma coisa? - N�o, eu estou bem. Obrigado.
- Como est� seu pai? - Sempre o mesmo.
� um homem corajoso.
- Isto n�o � vida para voc�. - Eu estou feliz aqui.
Voc� sabe o que quero dizer.
Seu amigo. Paul Vercors. Parece um grande cara.
Voc� devia se casar novamente.
Adeus. Monsieur.
Esses dois sacos de batatas, agora, Sr. Barsacq, e o resto mais tarde?
Sim claro.
Em bom estado. Espero?
N�o, eu posso enviar para eles. Obrigado.
Um bombardeiro em Halle. Dois homens com Barsacq.
- Mas dois? - Sim. Voc� est� bem?
Um quase entrou em p�nico quando viu a Gestapo.
- V� dormir algumas horas. - Eu vou.
- Mais tr�s visitas ao Dr. Keldermans... - Eles t�m que ir l�.
- Eles est�o nervosos. - Nathalie traz segunda-feira.
Ela vai ficar bem.
Isso est� chamando desde o amanhecer.
Restaurante Candide.
Monsieur Farge.
N�o. Estou aqui todas as noites.
�timo.
Quando lhe convier. Monsieur Farge.
- Barba Azul? - Sim.
Ele tem as mercadorias. Em troca de dinheiro.
Caf�. Ele diz que � o caf�. Ent�o, eu vou acreditar.
Ovos, queijo...
Roquefort.
Metade de uma ovelha.
- E manteiga verdadeira. - Eu n�o posso acreditar.
Barba Azul est� se movendo em gelo fino.
Por que n�o n�o iria bem com Nathalie?
Fran�ois vai junto.
Fran�ois? Quem n�o sabe nada.
No come�o voc� e eu tamb�m n�o sab�amos nada.
Ele ainda ter� aprendido algo nas sete semanas em Bayonne.
Ele s� precisa ficar em sil�ncio e manter os olhos abertos.
E os alem�es t�m outras preocupa��es.
O terceiro ataque de trem este m�s.
- Os comunistas? - Quem mais?
Chegamos a pensar que a guerra come�a e termina com a fuga.
Devemos aprender a ser implac�veis.
Os comunistas sempre foram.
- N�o podemos esperar mais. - Camaradas, isto n�o leva muito tempo.
Gostaria de agradecer a Jean-Louis e sua esposa, que nos permite estarmos aqui.
Como alguns de voc�s sabem. Lucien e Felice foram presos.
- Voc� est� atrasado, Camarada. - Desculpe.
Eu vou direto ao ponto.
Podemos ainda continuar a explodir pontes e trens.
Segue-se mais repres�lias
e sabemos como a Gestapo � boa nisso.
Na maioria das �reas somos bem sucedidos.
Mas h� uma �rea que continuar� a operar separadamente: As rotas de fuga.
- Eu acho que devemos assumir a rede agora. - O que voc� acha, Max?
- Rota de fuga? - Eles t�m bons contatos.
Eles t�m influ�ncia pol�tica e ganham dinheiro de Londres. Certo?
Voc� est� por dentro. Quando n�s assumimos a rota?
Pergunta errada.
N�o quando. Mas como?
- E a resposta �: de forma gradual. - N�o � convincente.
- � o melhor que posso oferecer. - Considere isso ent�o.
Se a Alemanha cai amanh�.
Ser� a guerra que desde 1939 est� silenciosa. Novamente vai incendiar.
- Quando? - A guerra real. Contra n�s.
Isso seria uma vit�ria para o imperialismo anglo-americano.
Naquele dia, n�s devemos ser a �nica for�a ativa na Europa.
Pronto para tomar o poder em nosso pa�s
e o show do ex�rcito que n�s acreditamos.
- Paul est� certo. - Eu estou com voc� sobre isso.
Exceto a sua exig�ncia da a��o direta. Isso nunca funcionar�.
Devemos substituir seu pessoal um por um,
sem tomar a rede.
- Bobagem. - Ou�a Paul.
Ele n�o quer saber de uma aquisi��o imediata
e s� ele sabe quem organiza a rota.
- Correto. Camarada? - Isso mesmo.
Est� tudo aqui. E ficar� l�.
Uma vez que suspeitem. Eles param tudo...
e n�o haver� mais nada para assumir. Sem dinheiro. Nenhum contato. Nada.
Continue a destruir trilhos de trem
e deixe-me fazer o meu trabalho. Camarada.
- Max j� chegou? - N�o.
Onde ele est�? Ele nunca est� quando voc� precisa dele.
Talvez em algum lugar com uma namorada.
Espero que ela tenha melhor sorte do que eu. Ele pode casar com ela.
Abra.
Como voc� conseguiu isso?
Gostou?
Eu n�o vejo desde o in�cio da guerra.
Delicioso. Cheire.
Chega.
Hoje � noite eu estive pensando
Ontem � noite me deito pensando o que vamos fazer quando a guerra acabar.
Terminei sonhando com um fluxo de aviadores.
N�s mandando-os de volta para a Inglaterra.
Eles voando novamente. Abatidos novamente,
e come�a tudo de novo.
- Nunca vai parar, Albert? - Eu quero sobreviver.
Eu quero tanto que n�s sobrevivamos.
- Isso � tudo? - N�o h� tempo para outra rede.
Max. Entre.
- T�o tarde? - Mas voc� me ama mesmo assim.
Vamos. Max. Estamos prestes a abrir.
Vamos agora.
- Eu verifiquei tudo. - Boa sorte para os dois.
Basta manter a calma. Fran�ois.
Sem riscos. Promete?
Boa sorte.
Voc� est� preocupado. Huh?
Fran�ois e Nathalie. Que chance eles t�m?
Que �poca para se apaixonar.
Droga.
Hora de abrir.
Nada mau. Kessler.
- Voc� gostou, senhor? - N�o como em Berlim, mas n�o � mau.
Se voc� se comportar razoavelmente,
- a vida pode ser boa para todos. - Exatamente.
- Voc� aprecia seu trabalho aqui? - Muito.
Voc� e seu amigo Brandt?
Maior Brandt da Luftwaffepolizei � meu colega.
Eu ouvi sobre o avi�o.
Um, Lancaster. Sim, ele caiu. Caiu a sul de Halle.
Brandt encontrou a tripula��o?
Tr�s est�o mortos. Um foi preso e dois ou tr�s est�o desaparecidas.
Sempre a mesma coisa. Se um homem est� muito longe de Berlim. Ele afrouxa.
Quanto a voc�. Kessler. Um aviso...
Reichsf�hrer Himmler...
Obrigado por sua hospitalidade.
N�o � sempre que oficiais superiores de Berlim...
Senhoras e Senhores. No pedido especial e para todos os nossos amigos alem�es.
Uma can��o de ninar de idade.
Eles acham que seus entes queridos podem fazer em casa.
A� est�. Belgas podem ser s�bios.
Herr Oberst...
Que sentimento.
Eles podem ser. Quase alem�es.
O Reichsf�hrer?
O Reichsf�hrer sabe que...
come�aram em 1940, uma rota de fuga.
Ele n�o entende por que ainda est� ativo.
Voc� pode achar que o trabalho � muito exigente?
N�o. Herr Oberst. Nem um pouco.
Se necess�rio, vamos encontrar outra coisa para voc�. No Oriente.
Desculpe-me. Senhores.
Posso?
Cordon Rouge?
- Posso ter um copo Herr Oberst... - Certamente.
Excelente, meu caro Kessler.
Excelente.
� indelicado perguntar como voc� consegue uma garrafa?
Atrav�s do com�rcio. � menos importante saber como ele foi encontrado
que quem bebe. Desculpe-me.
Mademoiselle. Voc� canta deliciosamente. Permita-me felicit�-la?
- Um copo. - Sim. Herr Oberst.
N�s, alem�es, oferecemos amizade valorizada para o povo belga.
Uma voz como a sua. Mademoiselle.
S� pode fortalecer essa amizade.
Procuramos na nossa maneira fazer a coisa certa.
Com licen�a. Senhores.
Berlim espera resultados.
Uma rota de fuga opera a partir de um lugar em Bruxelas.
Bem debaixo do seu nariz. Kessler.
- Voc� est� fazendo um bom neg�cio. - Sempre que a Gestapo est� l�.
Sem ovos.
Conforme combinado.
Mas eu recebo os ovos ainda de voc�.
- Voc� consegue u�sque? - Depende.
Eu pago sobre pre�o di�rio. Desculpe-me. Fique a�.
Restaurante Candide.
Sim. Alain?
O que voc� disse?
Problemas?
- Ent�o eu vou. - E o toque de recolher?
Problema meu.
Momento, Alain.
E mais voc� n�o sabe?
Bom. Obrigado.
Diga quem explodiu o expresso para Paris
e eu vou fazer o que posso. Caso contr�rio...
Perdoe-me meu caf� da manh� no trabalho. Major.
Entendido?
Quer uma x�cara de caf�?
� excelente caf�.
Bem?
Sinto muito. Perdemos muito tempo.
Eu tenho vinte ref�ns presos. Comunistas.
- Eles ser�o executados? - Claro.
- Rennert... - Eu me pergunto...
Talvez possamos usar esta situa��o.
- Voc� est� ligado aos comunistas. - Via informantes.
Se imaginarmos o fluxo normal da informa��o inverteu...
Berlim quer que arregace a fuga.
E os comunistas s�o seus ref�ns.
Em troca de ref�ns
eles identificam pessoas da rota de fuga.
N�o, ainda n�o.
Georges mant�m os olhos abertos.
Mas se perderam de seus vegetais. Sr. Foiret.
Eles podem estar em qualquer lugar.
Sim. Claro. Eu estou tentando.
Voc� mais uma vez a partir de A. Felix.
E. Madeleine. Lembre-se que n�s n�o tocamos uma marcha f�nebre.
Mas Marcello.
E Um. Dois. Tr�s...
- Nada? - Ainda n�o.
- Eles n�o podem simplesmente desaparecer. - Eles est�o bem escondidos.
Eles vasculharam a �rea em torno do trem?
Ele � agricultor. Eles podem estar em uma centena de lugares.
Gostaria de uma bebida?
Onde quer que estejam. Vamos primeiro a Barsacq.
Georges e ele conhecem a �rea melhor do que n�s.
Sinto muito. Mas voc� tem que ir para fora outra vez.
Eu sei.
E tome nota do telefone do Dr. Keldermans. Se for ruim, precisaremos dele.
Barsacq n�o me conhece.
Ele espera qualquer um de n�s.
V� at� a loja da aldeia.
N�o fale com o pai. Mas com a filha. Dani�lle.
Ela cozinha para Barsacq.
Ela n�o � um de n�s. Mas ela � confi�vel.
Ela vai lhe dizer como chegar a sua casa.
Eu queria dizer alguma coisa.
Oh sim. Aqueles dois homens do Lancaster queimado...
- Eles se foram. - Ent�o n�o h� ningu�m mais com Barsacq?
Voc� conhece um cara chamado Barba Azul?
- Por qu�? - Ele foi preso por mercado negro.
Alguns em Bruxelas esperam que ele mantenha a sua boca fechada.
- Ele � um amigo seu? - Droga.
Ligue para Alain. Mande vir com o carro. Tirar todas as coisas do Barba Azul.
Eu vejo a porta.
- Todos os alimentos caros? - Lifeline vem em primeiro lugar!
- Sim. Mas... - Ele tem que jogar.
- Como voc� est�? - Ainda o mesmo.
E voc�. Como se sente?
Fran�ois. Eu pensei que voc� tivesse sido preso.
Sinto muito.
Est� cheio de policiais ao longo da ferrovia.
- Voc� ligou para Albert? - Sim.
Passei horas procurando por um telefone.
Eu disse onde estamos e como estamos.
Est� tudo bem.
Uma faixa foi restaurada. O resto � todo caos.
Ontem � noite...
- O americano... - Esque�a-o. Fran�ois.
- Mas voc� n�o tem visto... - Ele est� morto.
Lanche.
H� uma mulher na fazenda.
Ela lava roupa para fora.
Fico feliz que voc� est� de volta.
Como ele est�?
O que podemos fazer?
- Dani�lle... - Sim sim.
Paul. Voc� est� encharcado.
Paul?
Vinte do nosso pessoal.
Vinte.
E Max n�o fez nada para salv�-los.
Eu estive uma hora conversando com ele em Bruxelas.
- Eu poderia ter poupado a viagem. - Pai...
O que devo fazer?
- Voc� confia em Kessler? - Eu tenho que ir embora. Mas n�o posso fazer nada.
Eu deixei-os em apuros. Max me decepcionou.
N�o posso fazer nada mais.
Max pode salvar o nosso pessoal, mas ele n�o quer.
O comunismo n�o � meu. Ele n�o tem cora��o.
Camarada Max � apenas fiel a si mesmo.
Eu acho que ele quer a rota de fuga para si.
Estou preocupada.
Vieram duas pessoas aqui. Um pai e sua filha.
Ele comprou um guarda-chuva. Ela estava molhada e se secou.
Ela queria ir para a casa de Jean Barsacq.
Barsacq?
A mulher deixou isso. Est� vazio.
Nobres amigos Barsacq. Apenas uma cadela mimada pode ir a ele.
- O que tem em sua mente? - O velho olhou para isso.
- E da�? - N�o � o estilo de Max. Disse ele.
- � lindo. - Ele est� vazio.
Olhe ao seu redor.
Voc� sabe que tipo de vida eu tenho.
Sim. Eu sei. N�o olhe assim.
Voc� sabe como eu me sinto sobre voc�.
Eu estou mudado? Bem, ent�o?
Sabe... Venha comigo esta noite.
Por que n�o?
� Barsacq. Huh?
� ele. Huh?
Voc�. Danielle? Apaixonada por um aristocrata.
- Voc� n�o tem chance. - V� embora. Paul.
Como posso competir com um homem cego?
Ele pode ser cego. Ele n�o � in�til.
Voc� vai fazer-lhe mal?
Eu n�o voltarei.
Eu n�o posso ajud�-lo.
Ningu�m pode.
Aqueles dois que estavam aqui...
- Eles estavam perdidos? - Sim.
Barsacq...
Maior Brandt. Gostaria de ar do campo para respirar?
- Agora? - Sim.
- Rennert disse que era importante. - Ele est� bem.
Eu vou ca�ar. Voc� vem?
Quando Georges voltar. Ele levar� voc�s para o celeiro.
- Paci�ncia. Sem ele, voc� se perder�. - Ou ser pego.
Eu preciso fazer alguma coisa. Eu vou ver se Georges est� chegando.
Isso pode levar um longo tempo. Ela parece bastante tensa.
Eu n�o sei como ela se coloca. Estou ficando velho demais para isso.
Eu deveria ter ficado no meu consult�rio.
N�s n�o somos ideais para este trabalho. Huh?
Voc� � como eu. Voc� vive de hora a hora.
Na minha idade voc� aproveita ao m�ximo cada hora.
Duas vezes j� experimentei tal loucura.
Eu n�o queria uma terceira vez.
Eu cresci com no��es antiquadas de progresso
e a disponibilidade do homem.
Mas o mundo s� se tornou mais b�rbaro.
- Quer ouvir um pouco de m�sica? - Por favor.
Vamos ver.
Ah, sim. Casals.
Meu disco favorito.
Doutor, n�s podemos.
- Outra hora, talvez. - Voc� nem sabe o meu nome.
- Ent�o eu tamb�m n�o sou revelar. - Sim. � claro.
N�o esque�a o seu guarda-chuva.
Venha visitar-me. Casals estar� esperando por voc�.
Eu vou. N�s n�o temos guerra entre n�s
e as coisas importantes da vida
Por que n�o v�em? Eles sabem onde estamos.
Eles ser�o os primeiros a chegar aqui.
- Voc� tem que confiar em Albert. - Confio nele.
Em quem n�o confia?
O que quis dizer? Quem?
Na semana passada eu estava em um caf�.
Max estava l�. Com pessoas que n�o compartilham nossos mesmo interesses.
- N�s todos sabemos disso... - Eu sei.
Eu sei.
Mas na outra noite eu fui ao escrit�rio de Albert.
Max vasculhava sua mesa.
- E? - Ele n�o se envergonhou.
O que acha?
Sua inoc�ncia me incomoda.
Ele fingiu ser inocente.
Diga isso para Albert.
- Diga para Albert. - Esque�a isso. Esque�a.
Voc� j� disse para mim. Como vou esquecer disso agora?
Ajude-a com o casaco.
- E quanto a voc�? - Eu tive sorte.
N�o � muito.
Respire lentamente.
Tem uma costela quebrada. Eu preciso investigar mais profundamente.
Pode ir a Bruxelas?
- Onde est�o os outros? - em cima.
- Deixe-me olhar voc�. - Meu casaco. Est� frio.
Quando Pascal acabar. Ele a leva de volta a Bruxelas.
D�i.
Este homem est� morto.
N�s ficaremos aqui at� que escure�a. Por causa dos alem�es.
Voc� pode andar algumas centenas de metros se pudermos ajud�-lo?
- Eu vou fazer o meu melhor. - Muito bem.
- Ele est� morto. - Vou procurar uma p�.
N�o podemos deix�-lo aqui.
Vamos. Fran�ois.
Vamos lev�-lo para a casa de um amigo.
- Voc� pegou ele? - Peguei.
- N�o. Espere. - Largue ele.
Afaste-se.
A porta.
� uma noite fria. Senhores. Posso pegar seu casaco?
Voc� deve escrever ou telefonar.
Foi dif�cil encontrar aqui?
Tivemos indica��es de um amigo.
Algu�m que eu conhe�o?
- Voc� n�o tem muitos visitantes aqui fixos. - S� meus alunos.
Ser� que um de voc�s quer aprender a tocar violoncelo?
Bach. As sonatas.
- Voc� toca Bach? - Eu dou melhor li��o que eu toco.
Bach. Um alem�o muito civilizado. N�o acham?
Voc� pode me dar licen�a por um momento. Senhor?
Zizi. Onde voc� est�?
Venha aqui. Zizi.
Onde voc� est�?
Boa menina.
Voc� mora sozinho nesta casa?
Voc� n�o tem medo?
Estou obviamente vulner�vel. Isso n�o pode ser de outra forma.
Deixo a minha porta de tr�s aberta.
Ent�o, numa manh�, uma cigana dormiu na minha cozinha.
Eu n�o sei quem ficou mais surpreso.
Algu�m pode me roubar. E uma porta tamb�m custa dinheiro.
- Mas a sua defici�ncia... - Por favor.
Eu sou cego.
Eu servi o meu pa�s.
Lutei pelo meu pa�s.
Se s�o patriotas voc�s v�o entender isso.
- Outras pessoas perderam a vida. - Voc� est� amargo?
N�o. Nem um pouco.
Meus alunos cortam madeira e descascam legumes.
Uma mulher da aldeia vem cozinhar para mim. Se isso me conv�m.
�s vezes eu prefiro n�o ser incomodado.
N�o � uma disposi��o permanente. Mas funciona.
Mas eu n�o perguntei quem s�o voc�s.
Major Brandt da Luftwaffe e Sturmbannf�hrer Kessler. Gestapo.
Eu acredito que voc� espera visita.
Dani�lle?
- Voc� vai acordar todo mundo. - Ningu�m mais quer ajudar.
Ent�o voc� faz outra coisa. Onde voc� estava?
Voc� se importa com o que eu fa�o? Com o que eu tenho feito? Ningu�m.
- Eu amo voc�. - Voc� est� b�bado.
Eu sei que fiz um acordo com Kessler.
Vinte companheiros e por isso ele me permitiu a fuga.
- Ele s� precisa chegar at� aqui. - Aqui?
Aqui. Fa�a sil�ncio, sua cabra velha!
� claro que Barsacq tem liga��es com a rota.
Ele nunca vai te amar.
Se for necess�rio, eu vou esperar aqui a noite toda.
Voc� espera que um homem e uma mulher vir�o aqui?
Mas voc� n�o sabe quem s�o eles e como eles se parecem.
Voc� n�o sabe nada sobre eles. Sturmbannfuehrer.
Vou reconhecer a mulher.
Voc� espera aqui. Monsieur.
Quem � voc�?
Bem?
Eu trabalho para Monsieur Barsacq.
Mostre-me sua bolsa.
Sua bolsa.
- Quem � voc�? - Gestapo.
O que voc� fez com ele?
Jean?
Bem?
Sr. Barsacq, a mulher trabalhava para a fuga. Quem � ela?
Herr Sturmbannf�hrer...
Como eu poderia saber?
Eu sou um homem de palavra. Eu deixei os ref�ns.
Eu tenho uma casa de recupera��o e um l�der da rota de fuga desabilitado.
Eu n�o estou insatisfeito.
Voc� tem d�vidas sobre essa mulher?
- Que ela era um deles? - N�o.
Voc� ou Oberst Bruch em Berlim t�m provas em contr�rio?
- FIM - S�rie 2 - Cap�tulo 05 N�O DE ACORDO COM PLANO ( Not According to Plan )
Iwanaga, S�vio
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