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O EX�RCITO SECRETO
S�rie 2 - Cap�tulo 01 - O REF�M ( The Hostage )
Piloto para o navegador.
Eu n�o consigo manter essa maldita coisa horizontal.
Devemos voltar. Qual � a nossa posi��o?
Navegador para piloto. Voc� j� est� fora da rota h� algum tempo.
Minha b�ssola n�o funciona na tempestade.
N�o adianta. Eu vou voar de volta.
Tente um rolamento transversal.
Esperemos que n�o voemos em c�rculos.
O r�dio n�o funciona. Mas voc� est� muito longe da costa francesa.
Fixe curso em um-zero-um, come�ar a abordagem para Tangmere.
Deus. O que est� acontecendo?
Piloto para a tripula��o: Fomos atingidos. Motor de bombordo est� morto.
Coloquem seus p�ra-quedas.
Algu�m ferido? Olhem o passageiro.
Passageiro aqui. Seu navegador est� morto.
N�o consigo manter na horizontal.
Operador de r�dio para o piloto. H� um buraco onde os cabos estavam.
Eu perdi o controle. Saltem.
Operador de r�dio. Cuide do passageiro.
Navegador para piloto. Estou saltando.
Operador, salte!
- Voc� deve saltar. - Eu tenho que destruir os meus pap�is.
Salte. Droga.
Certifique-se de que est� direito. Deite um pouco para a esquerda.
Bom dia. Alain.
Onde voc� estava? Eu pensei...
Vou pegar uma bebida. Dois minutos apenas.
Coloque-as em um vaso.
Voc� fica com o patr�o e deixe-nos fazer o trabalho. Abrimos amanh�.
- O que � isso? - Um anel. Parece.
- Algu�m esqueceu. - Sim, claro.
- Quem seria? - Eu sei de quem �.
- Quem? - Seu.
Meu?
Eu disse que tinha de ir �s compras. N�o � lindo?
Acho que � lindo. Albert. Obrigada.
Coloque-o. Vamos ver.
- Ele parece �timo. Huh? - �.
Eu gostaria de usar isso. A menos que voc� n�o queira.
- Posso? - Claro. Mas...
Pode levar um longo tempo para que possamos pensar... em casar.
- Bom dia. Albert. - Paul. Meu bom amigo.
- Inspetor. Como voc� vai? - Muito bem.
A inaugura��o � amanh�, certo?
Ele vai �s compras e deixa o trabalho para n�s.
Parece que voc� est� procurando um pianista.
- Talvez eu tenha algu�m para voc�. - Que bom.
Deixe-me apresentar: Max Brocard.
Eu conheci o Sr. Brocard h� muito tempo. Ele forjava documentos.
Ent�o. Ele pode ser-lhe �til agora que o gerente do banco est� morto.
- Existe Yvette? - Quem � Yvette?
Ela compartilha as ordens aqui.
Ela voltar� em poucos dias.
� melhor que voc� toque.
Albert Foiret convida voc�... M�sica. Dan�a...
- Ele sai na frente no mundo. - Ele tinha uma coisa boa.
Ele quer tirar proveito de seus contatos alem�es.
No come�o n�o confiava nele.
Sim. Mas n�o havia nada que o ligasse �s atividades subversivas.
Foiret nos deu Curtis. Ele n�o faria uma coisa dessas antes?
Sim. Certamente, ele deve ser apenas um estoque do mercado negro que quer ficar.
- Voc� vai? - Talvez.
Podemos levar Duvivier, que tem nos ajudado muito na seguran�a.
Kessler. Para voc�.
Brandt.
H� sobreviventes?
Um piloto?
Voc� tem certeza? Sim. Isso � bom. Obrigado.
- Estranho. - O que foi?
Ontem � noite um avi�o foi derrubado.
Um homem pulou. Encontramos um p�ra-quedas. O outro morreu.
Ele era um dos Dakota da RAF.
Por que enviar um avi�o de transporte sobre o territ�rio inimigo?
Com apenas um passageiro?
Max � um bom pianista.
Tenho boas m�os.
- Mesmo depois de tr�s anos de pris�o? - Nem quero me lembrar.
Isso foi antes da guerra. Ent�o ele se comportou... At� agora.
Hoje em dia, n�s somos melhores amigos.
Depois de quatro semanas no ex�rcito voc� deserta.
Eu n�o tinha nada para fazer. Era t�o chato.
Ele voltou ao servi�o novamente quando os alem�es invadiram.
- E foi promovido a Tenente. - Eu pensei que era uniformemente bonito.
E depois?
Eles me colocaram em uma pris�o horr�vel na Sil�sia.
- Isso tamb�m n�o gostei. - Voc� fugiu.
Ele fez suas pr�prias cartas de liberta��o.
Ele me visitou em Bruxelas.
- Eu lhe daria aos alem�es? - Voc� me devia.
Voc� precisa de algu�m que possa substituir Gaston.
Ele tem uma boa hist�ria de capa como pianista. O que voc� acha?
Bom. Eu posso us�-lo.
Tenho que ir. Boa sorte.
Mas lembre-se. Eu ainda sou policial.
� sua �nica fraqueza. Caso contr�rio, seria muito bom.
- Paul. Ser� que podemos confiar nele? - Acho que sim.
- Voc� tem certeza? - Sim. Sauda��es a Yvette.
Antigamente voc� se chamava Max Brocard.
Os tempos e as pessoas mudam. Dizem.
Voc� n�o achou que eu tinha inventado esse nome?
O bom inspetor me deu o papel real.
- Duas c�pias? - Um deles � real. N�o o outro.
Encontre por si mesmo.
Minhas credenciais.
- Onde voc� vai ficar? - Aqui e ali. Onde estiver a minha mala.
SECRETO - CLASSIFICADOS
Quero que passe pente fino em toda a �rea.
Eu quero ver cada peda�o de bloco e mapa. Tudo o que voc� encontrar.
Ol�. Major. Algum problema?
- Algo para Londres? - Desta vez, n�o.
Ei, onde ele est� indo?
- Eu vou ficar. Quero ver Yvette. - Ela n�o est�.
Albert. Algu�m. � urgente.
Voc� apenas tinha que me dar isto...
- Eu tenho outras instru��es. - Temos que sair daqui.
Voc� vem espontaneamente aqui. A Gestapo daria qualquer coisa para ter...
Eu tive que correr esse risco. Eu n�o vou ficar.
� seu problema se voc� quer ser torturado e morto. Mas...
Voc� devia ter evitado isso.
- O avi�o j� tinha ido embora. - Devia ter matado ele.
Entendo voc�. Mas eu realmente tinha que vir. Vou explicar em um momento o motivo.
Deixe-nos.
- Boa noite. - Boa noite. Alain.
Lifeline precisa de dinheiro. Deixe-me explicar por que Londres...
Candide anterior deu apenas metade do dinheiro.
Londres n�o precisa de sua colabora��o.
Londres queria um restaurante para ajudar a vigiar os oficiais alem�es.
Com melhor conforto. N�s podemos ouvir informa��es.
Eu tenho responsabilidades?
- N�o. Isto conclui a compra. - Muito bem.
Por que voc� nos p�s em perigo?
Eu estava esperando encontrar os mapas, mas n�o encontramos.
Isso foi levado para fora do naufr�gio.
Vamos. Eu j� estava na cama quando voc� ligou.
- Pertences pessoais de algu�m. - Eu vejo isso.
Uniforme tropical de Brigadeiro-General brit�nico. E Oficial-de-Estado.
Markham � um membro do pessoal de planejamento.
General Alexander tem os planos necess�rios.
O Dakota voou para Gibraltar e Malta.
Ele caiu na fronteira belga.
Ele veio em uma tempestade el�trica que estragou o r�dio.
N�s nem sabemos se o Brigadeiro Markham est� vivo ou morto.
Onde um uniforme tropical pode ser �til?
- Norte da �frica. - Certo. Via Malta.
- Talvez ele voou para Alexander. - De Londres.
Por que ele n�o tomou o barco?
Se � urgente. Se a cada hora conta...
N�o havia mais nada em meio aos destro�os?
Tal homem destruiu todos os documentos.
- E os mortos no avi�o? - Jovens rapazes.
- O p�ra-quedas... - Sim, o General, est� nas proximidades vivo.
Documentos ou n�o... O que n�o � como a cabe�a de um homem?
Enviamos um telefone diferente com uma c�pia dos planos.
Mas Markham sabe o que est� dentro.
- Espero que ele esteja morto. - A Linha da Vida pode ajudar.
Tente encontr�-lo e envi�-lo atrav�s da linha.
N�o. Sinto muito.
- Londres... - N�o recebemos ordens de Londres.
N�o podemos arriscar que Markham seja capturado e interrogado.
Fa�a algo sobre isso. Use seus pr�prios agentes.
N�o h� tempo. Voc� tem que nos ajudar.
Restaurante acolhedor. Boa coisa. Metade pago por Londres.
- E depois da guerra? - Quem sabe?
Talvez voc� n�o tenha o dinheiro para dar de volta.
- Se os aliados vencerem. - Especialmente se os alem�es ganharem.
Mas voc� sabe disso. Certo?
- Isso � muito importante. - Para voc�.
Para o curso da guerra.
Markham � um dos poucos que conhecem os detalhes.
Pode ser uma ofensiva no norte da �frica.
Se for bem sucedido, pode significar o come�o do fim dos alem�es.
O nome c�digo � Opera��o Tocha. Isso � tudo que eu sei sobre isso.
Brigadeiro-General Markham sabe.
Se os alem�es o pegarem obter�o...
Estamos falando n�o apenas sobre um homem.
Mas sobre a possibilidade de uma derrota esmagadora.
Estamos falando de uma terr�vel derrota. Ou de uma grande ofensiva.
Podemos tentar.
�timo. Muito obrigado.
Eu n�o sei quanto um trabalho desse pode custar.
Talvez a gente se mova mais r�pido com algum dinheiro.
Eu entendo. Dinheiro.
Sim!
- Ser� que isso cobre as despesas? - Talvez.
Agora sim.
- Yvette... - Voc� est� bem?
Charles relatou que eles pegaram um piloto.
Eles n�o est�o muito confiantes.
- Voc� poderia dar uma olhada? - Eu vou.
N�o esque�a. Verifique tudo duas vezes.
- Seja cuidadosa. - Voc� tamb�m. Sucesso em Saint-Nazaire.
Eu sou Yvette. Tomamos o trem para Paris, onde um guia estar� esperando.
- Voc� est� no comando? - Quanto menos souber, melhor.
Siga-me, como voc� aprendeu.
Espere. Ainda n�o.
Eu n�o tinha esposa esperado. Quem � voc�?
Apenas algu�m.
- Voc� � piloto? - Eu fui abatido.
- Nenhum membro da tripula��o? - N�o.
- O que era? - Um passageiro.
Sua identifica��o. Por favor.
Markham. R.G.
- Aonde voc� ia? - N�o posso dizer.
Cuidamos de aviadores, n�o passageiros que podem ser perigosos.
Devo voltar para a Inglaterra. Longe do territ�rio inimigo.
Voc� deve enviar-me imediatamente atrav�s da linha.
Para saber quem somos?
- Eu n�o me importo quem voc� seja. - Mas n�s sim. Quem � voc�.
Eu sou General de Brigada do ex�rcito brit�nico.
- Por que voc� voou sobre o territ�rio inimigo? - Eu n�o posso dizer.
- Voc� tem que confiar em mim. - Eu n�o tenho nada.
Voc� n�o est� na RAF. Voc� n�o pode dizer por que est� aqui.
Talvez voc� seja um alem�o. N�o podemos correr riscos.
- Boa noite. - Monsieur.
Eu tenho reservada a minha melhor mesa para voc�s.
- Conhece o nosso convidado, o Sr. Duvivier? - Certamente.
Fico feliz em v�-lo de volta. Sigam-me. Senhores.
Traga o vinho imediatamente.
- Uma garrafa especial. Espero que gostem. - Obrigado.
- Como voc� pode tocar Duvivier? - Eu tenho que cuspir?
Mais tarde, deixe os nazistas belgas realizarem aqui a sua reuni�o.
Se eles pagarem o suficiente. Est� bom.
- Qual era o seu nome? - Devouglaar. Herr Sturmbannf�hrer.
Erich � apenas fora da escola.
- A Academia de Diest? - Seu melhor aluno.
Por que n�o est� na faculdade?
O futuro da Europa e da civiliza��o est� em jogo.
Ele parte para a frente oriental.
Voc� tem sorte voc� pode servir na Waffen-SS.
Tenho honra de lutar com esses homens contra o comunismo.
- Desejo-lhe boa sorte. - Obrigado. Major.
Ele tem um bom fornecedor.
Estou muito honrado que voc� me convidou.
O Reich precisa de jovem como voc�.
- E o vinho � bom? - Excelente. Primeira classe.
Traga outra garrafa.
Melhor, mais duas garrafas.
Ou algo mais modesto. Isto deve ser caro.
Tenho o prazer de oferecer. Eu quero que voc�s voltem.
Ele � velho demais para um piloto.
- Brigadeiro Markham? - Sim. Como voc� sabe?
- Voc� tem certeza? - Ele disse.
Nenhum trabalho. Nenhuma despesa. Que grande sorte!
- Foi muito charmoso. Mademoiselle. - Obrigado. Major.
Que belo anel. Permitam-me felicit�-los?
- Que can��o encantadora. - Major. Eu tenho que sair imediatamente.
- Max � fant�stico. Que achado. - Obrigado. Paul.
Desculpe-me. O dever chama.
- Obrigado. - Boa noite. Major.
Devo-lhe um copo por Max.
Ele foi esfaqueado com um punhal.
A menina foi capaz de descrever o assassino, mas superficial.
Provavelmente eles s�o c�mplices e trouxeram-no para aquele lugar.
N�o. Ela � uma garota decente. Eu conhe�o a sua fam�lia.
Seu oficial foi muitas vezes l�. Eles conversaram sobre casamento.
- Casamento? - A menina � inocente.
Ela est� muito chateada. Eu sabia que era verdade.
Fazemos o nosso melhor. Herr Sturmbannf�hrer.
Voc� tem at� �s 15 horas.
- Ent�o eu o pegarei. - Isso � imposs�vel.
Voc� tem at� �s tr�s horas.
Ent�o eu vou agir do meu jeito. Eu quero fazer essa menina falar.
Estes s�o os seus documentos. Ser� enviado como uma remessa especial.
- Uma entrega especial? - Voc� � provavelmente importante.
Claro que n�o. Mas h� coisas que eu conhe�o muito.
Sim? Mande-o.
- Ent�o? - Nada ainda. Herr Sturmbannf�hrer.
- Voc� pode ir. Inspetor. - D�-nos um dia. Algumas horas.
Inspetor Delon. Tomamos vinte ref�ns.
Todos os dias, um morre. At� que tenhamos o assassino.
As execu��es param s� quando chegamos a ele.
Ligue-me com Hauptmann Schmidt.
Des�am. Todo mundo.
R�pido!
Anda logo.
N�o temos o dia todo.
Ele n�o, seu idiota. Quem vai dirigir o bonde?
Vamos, estamos prontos.
Dezoito. Dezenove. Vinte. Chega.
- Bom! - Espere! O que est� acontecendo?
Por favor. Posso ir junto com meu amigo?
Siga o seu caminho. Fique feliz que voc� n�o precisa ir.
Eles prenderam vinte pessoas. Ningu�m sabe o porqu�.
- Onde eles est�o? - N�o sei.
Merda!
Se ele for interrogado. Ele sopra.
Ele conhece alguns de n�s, e ele te conhece.
Voc� � Jacques Canet? Ocupa��o. Caixeiro?
Cada ref�m � interrogado antes de sua execu��o.
Se formos para o corredor. Este � o n�mero tr�s.
Ele deve ser importante. Londres respondeu imediatamente.
Eles est�o em risco, os alem�es est�o interrogando.
Ser� uma trabalheira. Os alem�es v�o mat�-lo de qualquer jeito fuzilando.
Ent�o nosso problema � resolvido imediatamente.
- Talvez. - Talvez n�o.
Londres disse: � necess�rio que seu convidado possa escapar com seguran�a.
- Bom. Eles podem fazer isso sozinhos. - Cale a boca.
E outra coisa. Certificar-se que ele n�o seja interrogado a qualquer pre�o.
Eles s�o maravilhosos, Londres. "A qualquer custo, repetimos, a qualquer pre�o."
- A pol�cia quer encontrar o assassino. - N�o, isso � imposs�vel.
- Se n�s mesmos pudermos encontr�-lo... - Como � que vamos ser capazes disso?
Se toda a pol�cia falhar...
Temos muitos contatos. No ambiente. Criminosos...
A pol�cia tem tamb�m informantes.
O que voc� sabe sobre supostos criminosos?
Furam um dedo para ajud�-lo.
- Voc� ouviu o que Londres disse. - Londres pode ir para o inferno.
Voc� est� falando de um assassino. Um homem que matou um oficial da Gestapo.
Ele era um soldado. Ele fez o que tinha que fazer. Matar alem�es.
Desejo-lhe o melhor.
O alem�o e a garota voltavam para casa juntos muitas vezes.
Uma outra organiza��o est� por tr�s.
N�s sab�amos disso. Ent�o, poder�amos falar com eles.
- Os comunistas? - Eles n�o falam com a gente.
Mas eles matam alem�es.
Queremos saber qual grupo. Alguma id�ia?
Por que eu?
Voc� aprovou seus m�todos. Voc� os conhece?
Como eu seria capaz de viver desonesto se n�o havia nenhuma propriedade privada?
Eu n�o entrego nenhum homem que mata um alem�o.
Voc�?
Voc�?
Voc�?
Voc� esquece os vinte ref�ns. Max.
Ningu�m quer morrer.
Mas se os alem�es os matarem. Fortalecer� a resist�ncia.
- Isso � bom, certo? - Nem tudo � permitido.
Chega de conversa. N�s nunca vamos encontrar.
Esperemos que eles n�o o interroguem para a sua execu��o.
Claro que eles ouvem. Sempre fazem isso.
O que este homem sabe. Pode significar a morte de milhares de n�s.
Como assim?
Voc� diz que as execu��es fortalecer�o a resist�ncia...
Se algo pode ser feito. Eu vou fazer. Existe alguma coisa?
- N�o. - Tudo bem.
Eu mantenho a minha energia emocional ent�o.
Eu estou cansado.
Algu�m mais quer ir para a cama?
Possivelmente h� algo... Talvez.
- Bom dia. Albert. - Bom dia. Doutor.
- O que h� de errado? - Eu tenho bronquite novamente.
- Isso j� h� muito tempo. - Eu j� esperava por isso.
Bem, ent�o, tire a camisa, vamos dar uma olhada.
- N�o h� nada para Yvette? - N�o, precisamos de sua ajuda.
- Se eu puder fazer alguma coisa... - Um cad�ver.
- O que? - Um cad�ver. Pascal.
Mirar...
...apontar!
Fogo!
Atestados de �bito. Fam�lia...
Tamanho m�dio. Trinta anos. Recentemente falecido...
- Homem de 30 anos n�o morre muitas vezes. - Sim, sim.
Indique uma outra rede, ent�o.
Eu n�o sei. Deixe-me pensar...
Eu vou te indicar a uma institui��o de caridade
que recebe pobres miser�veis e vagabundos.
- Sim, qualquer coisa. Mas deve ser hoje. - Eu tenho os meus pacientes...
N�o sabemos quando o nosso amigo ser� interrogado.
Talvez seja tarde demais.
Mirar...
...apontar!
Fogo!
- Quem mais sabe? - Uma mulher da institui��o.
Um mec�nico franc�s. Trabalhou em Bremen.
Um fugitivo.
Perfeito.
Droga, a data est� errada.
Ele voltou � B�lgica no dia seguinte ao assassinato.
Max vai consert�-lo.
- Quem � Max? - Eu vou te dizer mais tarde.
Como ele morreu?
Ataque card�aco. A chance de um em mil.
Vamos. Podemos apront�-lo.
Aqui diz que ele est� fora, de acordo com o Inspetor Delon.
Na casa dos trinta. Tamanho m�dio casaco preto.
Sapatos brancos de len�o.
- E a faca? - A cor n�o parece muito boa.
Vamos dar uma olhada.
- N�o � mau. - Bom. Eh?
- Doutor Keldermans. Este � Max. - Prazer.
Um patologista ver� que infligiu a ferida, ap�s a morte.
Se isso funcionar, eles v�o ignor�-lo.
Os alem�es n�o aceitam apenas o corpo de um morto.
Depende de quem entrega o cad�ver. Eu tenho uma id�ia.
Eu n�o posso te dizer.
H� cada vez mais pessoas que assumem riscos. Melhor voc� n�o saber.
- Onde est� Albert? - Ele est� esperando por algu�m.
- Quem? - Ele n�o disse.
Gostaria de beber algo?
Jacques Canet. Caixeiro por ocupa��o. Tempo para conversar.
Conte-me sobre voc�.
Bem?
Talvez voc� saiba algo que nos interesse.
Voc� n�o quer salvar sua vida?
Bem?
- Herr Sturmbannf�hrer? - O que �?
� este o homem?
� ele?
Voc� devia entregar-nos vivo, Sr. Dennis.
N�s sentimos que era nosso dever execut�-lo.
Foi �tima maneira de mostrar o valor da lealdade � causa alem�.
Eu entendo isso.
N�o tive como eu queria. Mas voc� fez bem.
Obrigado. Herr Sturmbannf�hrer.
Existem mais como eu. Mais do que voc� imagina.
Obrigado por ligar. Tchau.
Eles est�o seguros em Paris.
Em poucos dias, Markham est� na Espanha.
Sr. Duvivier. Que bom que voc� visita o meu restaurante novamente.
Esta � Maria. E Hauptmann Schneider.
Boa noite. Que mesa devo dar-lhe? Esta.
Desejo-lhe uma noite agrad�vel.
Nazista desagrad�vel.
Dokter Keldermans. Que bom te ver.
- Alguma not�cia de Yvette? - N�o.
Tentei ligar para Saint-Nazaire.
Voc� n�o ouviu a not�cia?
Na BBC. Eles atacaram a cidade em plena luz do dia.
Os danos na �rea do Porto s�o significativos.
- Yvette... - Meu Deus... N�o.
Aqui.
H� algu�m aqui. Deixe essa mulher. Ela est� morta.
- FIM - S�rie 2 - Cap�tulo 01 O REF�M ( The Hostage )
Iwanaga, S�vio
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