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Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 1 - Cap�tulo 16 SEJA O PRIMEIRO GAROTO EM SEU BAIRRO A GOVERNAR O MUNDO ( Be the First Kid in Your Block to Rule the World )

Voc�s se distinguiram. Voc�s fazem o seu pa�s orgulhoso.

Uma vez que todos os belgas aceitam a lideran�a alem�.

O Terceiro Reich est� orgulhoso de voc�s.

O jovem l�der Arthur Axmann envia-lhe este pr�mio

e eu vou entreg�-lo ao seu l�der, Jean-Jacques Hatt.

Heil Hitler.

Uma coisa ainda.

Um privil�gio que � t�o raro quanto agrad�vel.

Como recompensa esta companhia

far� visita ao porto submarino em Saint-Nazaire,

de onde os U-boats partem

para destruir comboios inimigos.

Obrigado, Herr Sturmbannf�hrer. Estamos ansiosos para a visita.

Ent�o, a nossa pequena cerim�nia termina. H� refrescos l� fora.

Voc�s podem se retirar, Jean-Jacques Hatt.

Companhia, dispersar.

Onde � Saint-Nazaire?

Na Bretanha, em Nantes. Voc� n�o conhece?

Minha m�e n�o vai me deixar ir. Nem posso ir para Antu�rpia.

Sturmbannf�hrer Kessler convence-os. Mas, primeiro, experimente isso.

- Herr Sturmbannf�hrer? - O que foi?

Temos mais informa��es.

Sobre o agente secreto brit�nico?

Restam apenas mais tr�s candidatos aproximadamente.

Deixo vigiados todos os endere�os dia e noite.

Cerca de um quarto de hora, estarei pronto. Deixa seu arquivo aqui?

- Reinecke, obrigado pela informa��o. - Esse era o acordo.

Quanto tempo voc� v� tudo emba�ado?

Ocasionalmente, desde a P�scoa.

A semana passada foi forte realmente. Eu n�o conseguia nem ler.

Certamente n�o � nada grave, doutor? N�o muito ainda.

- Eu comecei a me sentir apenas melhor. - N�o entre em p�nico.

Eu tenho que fazer alguns testes, mas que n�o podem ser aqui.

Espero voc� em Saint-Xavier quarta-feira.

- Por uma noite. Ser� que dar�? - Com certeza.

Eles chamam e notificam tempo.

Agora eu tenho que ir para os meus outros pacientes.

� apenas um exame de rotina.

� provavelmente uma press�o arterial elevada, nada de mais.

Isso acontece com todos n�s.

Eu vou com voc�.

O m�dico disse que n�o � para se preocupar.

Se a coluna estiver danificada, h� complica��es ocasionais.

Vai ficar tudo bem.

Voc� realmente deveria usar essa cadeira de rodas.

No por�o voc� n�o tinha nada e aqui tamb�m n�o tem nada,

se voc� n�o tentar.

- Bom dia, Albert. - Caf�, monsieur Moreels?

A cidade toda est� cheia de alem�es.

A maioria das tropas partem para Frente Oriental.

� mais do que isso.

Onde est� Yvette? Ser� que ela precisa de mim?

Albert, outra cerveja.

Yvette leva quatro homens para a esta��o.

Monique traz dois para o Carlton.

Por favor, Hubert.

Obrigado, Albert. A primeira foi boa.

Voc� � o propriet�rio?

- Viemos pegar roupas para as tropas. - Ser� que eles n�o t�m uniformes?

O Terceiro Reich atribui grande valor aos uniformes.

O usu�rio se sente superior.

A diminui��o da produ��o em massa de roupas de l�

traz desconforto na R�ssia.

Precisamos ajudar os soldados a iniciar a ofensiva de ver�o.

E a ofensiva de primavera que ouvimos tanto?

- Voc� � o filho de Gilles Hatt, hein? - Voc� conhece o meu pai?

Eu o conhe�o, sim. Ele est� orgulhoso de seu filho.

Ouvi dizer que o Kriegskinderbund

destaca-se.

Deus sabe como.

Recebemos um certificado de Arthur Axmann.

�. O que voc� fez, ent�o?

Recolhemos mais sucatas e roupas de l�

do que todas as outras unidades.

Seis de n�s se inscreveu para o ex�rcito alem�o.

- Quantos anos voc� tem? - Eu terei catorze anos em breve.

Ent�o voc� tem poucos anos para pensar sobre isso.

Estou aprovado para o servi�o em casa.

Vamos sexta-feira como um premio para Saint-Nazaire.

Sturmbannf�hrer Kessler tem um �nibus para n�s.

Eu n�o tenho nenhuma roupa de l�. Voc� ter� que procurar em outro lugar.

Ainda gostaria de dar uma olhada. Nossos soldados est�o congelando.

Pense como seria o frio aqui se todas as janelas fossem quebradas.

Volte amanh�. Vou procurar alguma coisa.

- Ele pega meu casaco. - Deixe!

- Chantagem pura. - Quem eram esses garotos?

Seus casacos de malha e meu su�ter.

- Voc� n�o pode simplesmente admitir isso. - Fazer o que? Gestapo..

N�s n�o queremos eles bisbilhotando aqui.

Minha esposa est� doente e os meus vizinhos querem minha pele.

E eu n�o tenho dinheiro para as janelas.

- Onde isso deve ir? - No quarto. Obrigado.

- O que foi? - Curtis est� queimado.

- Os alem�es vasculham seu apartamento. - Eles n�o v�o encontrar nada.

A suspeita contra voc� � suficiente. Eles devem estar seguros para fazer novamente.

- Pensei que est�vamos livres deles. - E agora?

Eles podem vir aqui. J� sabem que come aqui.

Eles mant�m o caf� vigiado. Voc� tem que ir daqui. Agora!

- Albert est� certo. - Aonde devo ir?

Nico. Hotel Saint George na rua Pelican.

Ele me conhece bem. Ele me dar� abrigo.

Podemos lucrar com isso.

Mostre a Gestapo de que lado voc� est�, agora que voc� est� conectado a eles.

Chame-os e diga que o Sr. Moreels acabou de sair com uma pasta.

Voc� concorda?

Voc� tem certeza?

Tudo bem.

- Espere um pouco. - Voc� pega novos pap�is.

Com uma pasta? Entendi.

Ele disse para onde ia?

Ligue-me imediatamente quando ele voltar. Obrigado, monsieur Foiret.

Esta � grande o suficiente. Obrigado, Rennert.

Um mapa.

- Voc� tem alguma novidade? - Ainda n�o.

Tentamos encontrar a minha fonte.

Eu suspeito que algo 'aconteceu'.

Reinecke, tenho certeza de que estamos bem com esse Moreels.

Meus homens procuraram a empresa onde ele trabalha em Antu�rpia.

Este arquivo cont�m c�pias dos pagamentos a Moreels.

Eles s�o convincentes, mas n�o convincentes o suficiente.

- O homem de Antu�rpia est� aqui? - Sim.

Traga-o para dentro.

Sente-se.

Obrigado, Rennert.

- Voc� � Emile Van Maas? - Sim.

E voc� � o primeiro Secret�rio da Strebelle em Antu�rpia?

- Mais alto. Sim ou n�o? - Sim... senhor.

Quando o monsieur Moreels entrou na empresa?

Quando o monsieur Moreels entrou na empresa?

Em 1939, eu acho. P�scoa.

Todo esse tempo?

- Ent�o voc� o conhece bem. - Sim.

Qual � o seu primeiro nome?

Peter, eu acho.

Voc� acha? Voc� o conhece bem, e n�o sabe qual � o seu nome.

- Quem � o seu vendedor de chefe? - Kees van Leyden.

- Seu assistente? - Wim Kuyper.

Mas voc� n�o sabe o nome de Moreels.

S� mais uma vez.

Moreels que foi pago pelo caixa?

- Sim, senhor. Em sua conta banc�ria. - Certo.

- A maior parte desse dinheiro foi sal�rio? - Sim.

- E a sua comiss�o? - Isso � pequeno.

Nossos vendedores hoje em dia recebem um sal�rio.

- N�o h� muito para vender. - Certo.

O Sr. Van Maas, pagou grandes somas para Moreels?

N�o, que eu tenha sabido.

- Voc� est� mentindo. - N�o. Por que eu estaria?

Moreels recebeu grandes somas para a resist�ncia, atrav�s Strebelle,

e voc� tem escondido isso nos livros.

N�o, eu n�o tenho nada escondido. N�o existem montantes pagos.

Voc� � casado e tem tr�s crian�as.

Duas meninas e um menino.

Eles n�o t�m nada a ver com isso.

Eles n�o sabem o que eu estou fazendo.

E o que voc� faz, senhor?

Deixe estar, Hubert.

- Quanto tempo vai levar? - Por que n�o podem beber cerveja?

- Est� frio hoje. - Fique l� de qualquer maneira at� terminar, Hubert.

N�o preste aten��o. Isto � para voc�.

Albert Foiret?

Sim. O que posso fazer por voc�?

Ouvimos dizer que existem mercadorias do mercado negro neste caf�.

Senhores, eu fa�o o meu melhor para os meus clientes, isso � verdade,

mas mercado negro, n�o.

- Onde � o seu por�o? - Na parte de tr�s.

- Garanto... - Mostra.

- Voc� est� ficando desleixado, Albert. - Sim. Ou algu�m de qualquer maneira.

Foi prometido a algu�m.

- O que voc� est� fazendo aqui? - Yvette est� vindo.

Os registros cont�beis iniciais s�o, portanto, falsas?

Sim. Ele trabalha h� apenas 11 meses na empresa.

Quem o contratou?

Quem?

- O velho monsieur Henri. - Mais alto.

Monsieur Henri Strebelle.

Esse velho Monsieur Strebelle � um patriota?

Por que ele contratou Moreels? Por que?

Eu n�o sei, eu sou apenas um contador.

- Contador principal. - Bastante tempo desperdi�ado.

Schreiber prenda a fam�lia de Van Maas em Antu�rpia.

N�o temos outra escolha, Senhor.

N�o, eu imploro, n�o a minha fam�lia. Fa�a o que quiser comigo,

mas deixe a minha fam�lia.

Diga-nos ent�o o que n�s queremos saber.

N�o machuque os meus filhos se eu disser?

- Por favor. - Voc� tem a minha palavra.

Monsieur Strebelle me pediu para contratar Moreelse.

Eu nem sei seu nome verdadeiro.

E falsifiquei os livros a partir de abril de 1939.

Para pag�-lo e trat�-lo como um empregado regular, mas...

ele venderia apenas o suficiente para n�o chamar aten��o.

- Que tipo de trabalho que ele fez? - Eu n�o sei realmente.

Eu acho que voc� sabe isso.

Eu n�o dei a minha palavra.

- Quem Moreels realmente era? - O Sr. Henri que nem sequer sabia.

S� que ele fez um trabalho especial para o nosso pa�s.

- Em que pa�s? - B�lgica.

Que agora faz parte da Alemanha unificada.

- Voc� cometeu trai��o. - N�o.

Quem s�o seus contatos em Bruxelas?

Eu n�o sei.

Qual trabalho ele fez?

Eu acho que...

ele fez algum trabalho para a Resist�ncia.

Ele n�o era um deles?

N�o.

� um agente secreto brit�nico.

- Enviarei meus homens ao apartamento dele. - N�o � necess�rio.

Meus homens est�o l�. Ele ainda n�o retornou.

Nosso p�ssaro est� na corrida.

Eu tenho todas as esta��es fechadas.

As barreiras demoraram um pouco mais, mas ele n�o vai fugir.

Rennert. Leve-o de volta para sua cela.

E a minha fam�lia?

Voc� tem minha palavra. N�o faremos nenhum mal.

O nosso grande cerco, Reinecke...

- Temos de rever nosso calend�rio. - Em que sentido?

Come�aremos amanh� ao amanhecer.

- Lisa, gra�as a Deus. - O que foi?

A pol�cia procura na casa. Mercado negro.

Voc� vai dar uma olhada na Madame Foiret?

Onde est� a minha sopa?

Me desculpe, Marcel. Eu atrasei.

Os alem�es montaram uma busca em grande escala em toda Bruxelas.

Eles v�o procurar em cada rua e em cada casa.

Bruxelas n�o � nenhuma aldeia. Eles n�o t�m tantos homens.

Sim, Albert. A Wehrmacht, a pol�cia militar,

a Gestapo, nosso povo... Eles passam o pente na cidade.

H� postos de verifica��o em todos os lugares.

Yvette, voc� deve mandar os brit�nicos para fora da cidade hoje.

Voc� pode nos ajudar?

N�o. Todas as folgas foram canceladas.

Apenas os carros de patrulha podem deixar os dep�sitos.

Eu s� posso avisar voc�s.

- Obrigada, Marcel. - Boa sorte. Eu farei o que eu puder.

Voc� sabe por onde come�ar�o?

N�o realmente, mas o boato � que a ronda

come�a no norte, em Evere,

e vir descendo para o sul.

Eu tenho que ir. Mantenho contato.

- Vou mostrar-lhe a sa�da. - N�o, n�o precisa.

Albert, eu quero o seu conselho.

Voc� conhece a cidade melhor. O que devemos fazer?

Devemos antes de mais nada, fechar as duas casas no norte.

Os guias podem tirar as pessoas hoje � noite.

Eles desligaram.

Igual quando aconteceu uma grande a��o anterior.

Albert, temos de alert�-los.

Eu vou de moto.

N�s s� temos at� quarta-feira.

Em seguida, mandar as tropas para o front oriental.

N�s n�o podemos falhar. Eu sei que ele est� aqui em algum lugar.

Voc� reclama que a Wehrmacht � comandada por um oficial da SS de grau inferior.

Eu digo que s� por alguns instantes. Alguns comandantes s�o muito teimosos...

� isso mesmo? Isso vai convenc�-los, Reinecke.

Correu tudo bem, mas o que est� acontecendo em Bruxelas?

Eu tive que mostrar meus documentos o tempo todo.

Voc� tem o seu passe?

Monique, fique aqui.

Tudo bem?

� Curtis. Entre.

- O que voc� est� fazendo aqui? - Voc� n�o deveria vir aqui.

Eu preciso de ajuda. Eles v�o vasculhar primeiro a rua Pelican.

Eu s� estou seguro aqui. Nos chamam de colaboradores.

- O que podemos fazer? - Ajude-me.

Eu s� tenho voc�.

- Posso me juntar a outros brit�nicos? - Eles j� se foram.

Estou preso.

N�o podemos deix�-lo ser capturado. Voc� percebe isso?

Sim, eu entendo.

Quer uma x�cara de caf�?

Talvez possamos...

Por que voc� n�o se junta � Juventude Hitlerista?

- Monique. - Estou falando s�rio.

N�o, espere. Espere um minuto.

Esse rapaz da Juventude Hitlerista que esteve aqui.

- Eles v�o para Saint-Nazaire. - E isso foi aprovado por Kessler.

- Eles v�o ver voc� no �nibus. - N�o, se eu estiver dirigindo.

N�o, se eu estiver dirigindo.

Ningu�m v� o motorista.

O menino viu voc� sentado no bar.

Lembra de todos no caf�?

Eu tenho alguma escolha?

Voc� nunca mais vai fazer isso.

Reinecke? Est� na hora.

- Que horas s�o? - Quase nove.

- N�o � um dia t�o bonito. - N�o est� tarde?

Estou acordada h� horas.

Est� frio. Pegue o seu o meu cachecol verde?

No guarda-roupa.

H� um grande movimento fora. O que acontece?

Os alem�es, vistoriando todas as casas.

Talvez eles venham aqui.

Eu n�o quero eles entrando no meu quarto.

N�o podemos fazer nada.

Eles recebem roupas usadas para a frente russa.

- Posso dar-lhes algum seu? - V� em frente.

Eu n�o preciso deles.

Mais alguns.

- De onde vieram? - Eu ainda tenho alguns amigos.

D� um n�, mas preso, eu pressiono.

- Onde est�o as meias? - No saco.

Deve ser aquele garoto. Vai ver. Eu termino.

Jean-Jacques, Louis, entre. Quase pronto.

- Espero que isso n�o seja lixo. - N�o, s�o roupas finas.

Agrad�vel e quentes. As meias est�o nesse saco.

Voc� fez bem. Melhor do que eu tinha esperado.

Voc� pode levar isso sozinho?

Jean-Jacques, espere um minuto.

N�s ouvimos sobre o seu pr�mio.

Isso � �timo. Venha e me conte tudo.

Uma limonada para Jean-Jacques. Ou voc� quer uma cerveja?

Duas cervejas.

- Diga como foi. - N�o h� muito a dizer.

N�s conseguimos 36 toneladas de sucata e oito vag�es com roupas de Inverno.

O n�mero recorde de horas de trabalho � no meu nome.

Isso � fant�stico. Seu pai deve estar orgulhoso de voc�.

Aqui est� a cerveja.

Ouvi dizer que voc� vai ver os submarinos...

- Bretanha. - Isso � realmente verdade?

Sturmbannf�hrer Kessler arranjou. Partiremos amanh�.

T�o cedo?

Tenho a autoriza��o. Porque eu sou o l�der.

Que emocionante.

Albert disse agora que voc�s est�o indo de �nibus.

Saint-Nazaire � um longo caminho daqui.

Por isso partem t�o cedo, certo?

Partimos �s nove e meia, de Place Saint-Etienne.

� noite, estaremos em Saint-Nazaire.

Atualmente, temos oitocentos submarinos.

Oitocentos.

Veja s�!

Precisamos de mais. Fico feliz que tenham contribu�do.

Idiotas.

N�o nos interessa aqueles que v�m para a cidade, apenas os que est�o saindo.

E quem est� em Bruxelas?

Todo homem entre 18 e 25 anos ser�o interrogados, independentemente de seus pap�is.

A descri��o de Moreels est� espalhada. Eu quero ele.

Encontr�-lo e faz�-lo falar.

Ent�o, podemos ter conhecimento suficiente para esmagar qualquer rede.

- Fazer ele falar vai ser dif�cil. - Ele vai falar, com certeza.

Ele vai falar.

Coronel Gamsj�ger vai estar na posi��o

em Vilvoorde esta noite.

� meia-noite, Bruxelas estar� completamente cercada

e estaremos avan�ando a partir do norte, leste e sul.

- E a armadilha se fecha. - Exatamente.

Posso ter seu aut�grafo?

Sua autoriza��o da visita da Juventude Hitlerista em Saint-Nazaire.

Sim, � claro.

Entregue � Hatt.

Trago a sua refei��o agora?

Vamos inspecionar o bloqueio juntos esta noite?

Com prazer.

Vamos peg�-lo, Reinecke. Voc� vai ver a fera.

Seu uniforme.

- Descobriu alguma coisa? - Voc� sai �s nove e meia.

Voc� tem que pegar o �nibus em Breughelstraat.

Quando come�a a busca?

Ela j� come�ou, no norte.

Hora de dizer adeus.

Adeus, Monique.

- Nathalie, cuide-se. - Voc� tamb�m.

Londres poderia arrumar rapidamente um barco para busc�-lo.

Voc� ficar� l� sozinho.

N�o � a primeira vez.

Adeus, Albert. Eu estarei de volta, algum dia.

Adeus, John Curtis. Obrigada pela sua ajuda.

- Vou tentar voltar. - Voc� n�o est� envolvido.

Sim. Eu sou parte e voc� me ama.

Adeus, Yvette. Desejo-lhe felicidades.

Voltarei.

Eu estarei de volta, prometo.

Bom.

Sim, est� certo.

Apenas com a minha autoriza��o, e verificar com meu escrit�rio.

Eu n�o me importo se isso � incomum. Esse � o meu comando.

Tudo bem, para o �nibus!

- Voc� quer alguma coisa? - O vinho tinto que voc� n�o tem, n�?

Durante meses, n�o mais.

Cerveja?

Da casa.

Uma cerveja.

Nosso �nico cliente at� o momento.

O que voc� ouviu?

Nada.

Exatamente, nada.

Uma manh� de grande cidade e est� silenciosa como um rato.

Como para um terremoto.

Eles est�o se aproximando.

Tudo bem. Deixe-o passar.

Este � o �ltimo ponto de verifica��o. Seu cart�o de identidade.

- Quem tem a permiss�o? - Eu.

- D�-me. - Eu fa�o isso.

As suas identidades.

- Eu levo. - Leve o meu tamb�m.

Pap�is.

Vamos a Saint-Nazaire.

Ningu�m pode sair da cidade sem a permiss�o especial da Gestapo.

Autoriza��o de Sturmbannf�hrer Kessler.

Sargento, fa�a buscas no �nibus completamente.

Sturmbannf�hrer Kessler, por favor.

Sim, eu vou esperar.

Encontre-o.

Bem?

Voc� fica aqui at� eu falar com Kessler.

O bloqueio barra firmemente. Podemos t�-los fumado at� amanh�.

Van Gamsj�ger.

Ap�s o norte e o oeste � a vez de Schaerbeek.

A sexta divis�o est� no centro da cidade.

Eles se juntam a Gamsj�ger e entram no centro em algumas horas.

O posto de controle em Ruisbroek quer falar.

Sim? � Kessler.

Que �nibus? Ningu�m est� autorizado a sair da cidade.

Quem? A Juventude Hitlerista?

A sim. Um grupo para Saint-Nazaire. Eles est�o autorizados.

Espere. O �nibus foi vasculhado? O motorista e seus pap�is em ordem?

Obrigado, Sturmbannf�hrer.

Voc� pode passar.

Eu te disse.

Meus pap�is. Sento-me ao seu lado.

Eu olhei em todos os lugares. Eles v�o encontrar nada.

- O meu quarto novamente. - N�o � necess�rio.

Para ter certeza.

- Albert, eu quero falar com voc�. - N�o agora, Andr�es.

Vamos, Albert.

J� vou.

Mais tarde, Andr�es.

- Sua arma. - Deixe.

- Eu escondo no por�o. - Eles com certeza olhar�o.

Voc� est� bem?

Sim, eu sinto muito.

Deixe-o ficar l�.

Que caminho � esse?

Contornar a estrada principal. Evitar os comboios militares.

- Isto n�o aparece a dire��o certa. - N�s vamos chegar l�.

- Onde est� esse bloqueio? - Nenhuma id�ia. Eu sou motorista de �nibus.

- Eu vi voc� em algum lugar. - Eu dirijo muito por Bruxelas.

- Sempre para os alem�es? - Eles s� usam os �nibus.

- De onde veio esse? - Da Fran�a.

Bem, deixe-me dirigir.

- O que � isso? - Nada.

Eles est�o na casa ao lado.

Fique l�.

O que acontece?

Fazemos buscas em todas as casas em Bruxelas. Seus pap�is.

Pelo amor de Deus, n�o.

N�o, Albert, n�o.

Ela est� morta, monsieur.

Seu pesco�o est� quebrado. Chamem um m�dico.

Seus pap�is.

Autoriza��o de sa�da?

Temos uma permiss�o da Gestapo, em Bruxelas.

Eu tenho a autoriza��o.

- Onde estamos? - O posto de fronteira de Lucette.

- Em que fronteira? - Com a Su��a.

Eu quero ligar para Sturmbannf�hrer Kessler, em Bruxelas.

- Assunto de seguran�a nacional. - Ah, �?

Eu insisto.

Todos para fora. Estiquem as pernas.

- Onde estamos? - Voc� vai saber.

- Eu preciso ir ao banheiro. - Atr�s de uma �rvore.

Gestapo, em Bruxelas? Sturmbannf�hrer Kessler, por favor.

Sim, eu vou esperar.

Sim, claro.

Obrigado.

Vou passar a informa��o. Boa noite senhor.

- Era o Coronel Gamsj�ger. - E?

Eles prenderam 64 do mercado negro,

quatorze prisioneiros de guerra escaparam,

e 37 desertores alem�es.

Outros ainda ser�o interrogados.

Nada mais.

- Casa de passagem? - Algumas casas vazias

Um n�mero de im�veis vazios usados recentemente

por vagabundos ou desertores.

Isso n�o � fixo.

- N�o agora, Rennert. - � importante.

O que �?

Na fronteira franco-su��a

� um grupo belga da Juventude Hitlerista.

Eles t�m permiss�o para Para visitar Saint-Nazaire.

O que eles est�o fazendo l�? Ligue-me com o motorista.

Ele avan�ou a barreira e passou para a Su��a

enquanto viam seus pap�is.

Eram falsos.

- Pe�a-lhes para mandar os garotos de volta. - Sim, senhor.

Esse era o nosso homem, eu acho.

O que foi que o F�hrer disse na reuni�o de jovens Schirachs?

Vamos deixar o destino da Alemanha nas m�os de nossos filhos.

Boa noite, Herr Sturmbannf�hrer.

- Voc� est� esperando h� muito tempo? - Cerca de dez minutos.

Eu tenho not�cias de Londres.

Curtis chegou em seguran�a na Su��a.

- Ele n�o vai demorar muito l�. - Eu sabia que ele iria trabalhar.

- Est� frio aqui, Albert. - Voc�s entrem.

Voc� n�o quer ir, n�o �?

Ela est� morta. Voc� n�o pode fazer nada.

N�o fique sozinho com ela. Venha para mim.

N�o, isso seria o insulto final.

A culpa n�o a traz de volta.

Isso � hipocrisia. Voc� n�o percebe isso?

Sim, eu percebo isso.

Eu apenas n�o posso fazer isso.

Eu n�o vou deix�-lo sozinho.

- Vamos, est� frio. - Eu acordo com voc�.

Todos n�s ficaremos.

Agora que a busca acabou, temos de voltar ao trabalho.

Fazemos caf� e sentamos ao lado do telefone.

Seria uma noite agitada.

- FIM - S�rie 1 - Cap�tulo 16 SEJA O PRIMEIRO GAROTO EM SEU BAIRRO A GOVERNAR O MUNDO ( Be the First Kid in Your Block to Rule the World )

Iwanaga, S�vio

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