All language subtitles for Favolacce

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

- Art Subs - 12 anos fazendo Arte para voc�!

Legenda - JuLima -

H� algumas semanas aconteceu algo curioso comigo.

Na caixa do correio

al�m de uma revista "Venerd�" e v�rias "TV Sorrisi e Canzoni"

achei o di�rio de uma menina.

O fato de ser escrito com caneta verde

me fez decidir que n�o era interessante.

E o peguei s� para poder preencher com coisas �teis

as v�rias dezenas de p�ginas deixadas em branco.

Comecei a ler numa tarde.

Ap�s me acostumar com a caligrafia imatura e sonhadora,

enfatizei a mim mesmo que estava interessado.

N�o fiquei impressionado com os fatos em si,

mas com sensa��o de retic�ncias misteriosas que me provocaram,

como se nem tudo estivesse realmente no papel,

embora o peso estivesse presente.

Os fatos triviais evocavam o homem trivial

com quem consegui me identificar,

os sentimentos de intensidade renovada,

iam muito al�m da qualidade das linhas.

Senti uma amargura sincera quando as p�ginas pararam.

Desejei todo o resto que senti emergir,

ou apenas outras linhas desconexas de inconsci�ncia infantil

nas quais meditar.

Chega num certo ponto, depois ela n�o escreve mais,

sem aviso pr�vio e sem escrever que n�o escreveria mais.

Talvez tenha achado um di�rio melhor

ou uma vida melhor.

O fato � que fiquei com o di�rio e o continuei,

porque gostei daquela vida.

O que vem a seguir � inspirado em uma hist�ria real.

A hist�ria real � inspirada em uma hist�ria falsa.

A hist�ria falsa n�o � muito inspirada.

As imagens que ver�o agora s�o muito chocantes.

Um massacre familiar aconteceu hoje � tarde em Spinaceto.

De acordo com a reconstitui��o,

os pais de uma beb� de alguns meses

teriam assassinado a rec�m-nascida afogando-a na banheira.

Alguns minutos depois,

eles teriam pulado da sacada do quarto que alugaram.

Ambos os pais faleceram.

No quarto do jovem casal foram encontradas

v�rias caixas de ansiol�ticos e antiespasm�dicos.

Alguns h�spedes do hotel teriam ouvido o casal discutir

e gritar amea�as de morte.

Ningu�m interferiu porque...

Lan�amos um novo sabonete para peles hipersens�veis,

um produto espumante, que n�o agride a pele.

Eu mesmo colaborei tanto na ideia

quanto na realiza��o.

Como se n�o bastasse, tem a nova linha de shampoo.

Shampoo desenvolvido para os olhos das crian�as

porque n�o ardem.

As pessoas podem pensar: "Que atividade estressante."

Mas se voc� tem um emprego

deve sempre tentar al�ar voos mais altos.

Sen�o por que diabos vivemos?

"Voc� quer passar o resto da vida vendendo �gua com a��car

ou quer ter uma chance de mudar o mundo?"

Steve Jobs. Que g�nio! Eu li o livro dele.

Ultimamente as �nicas leituras que posso me conceder

s�o os an�ncios de emprego.

Que tipo de emprego est� procurando?

Qualquer coisa. Algo adequado...

At� porque estou parado h� meses.

Isso n�o faz bem para o c�rebro.

Voc� n�o me parece parado. Est� sempre correndo.

Onde? Dentro de casa.

N�o viu que virei dona de casa?

Se voc� n�o trabalhasse...

Vamos fazer uma coisa, vamos falar de coisa boa.

Crian�as, podem buscar os boletins?

Eles receberam os boletins.

N�o, fique a� mesmo.

Comece voc�.

Italiano, dez. Ingl�s, dez. Segunda L�ngua, dez.

Hist�ria, dez. Geografia, dez. Matem�tica, dez. Ci�ncias, dez.

Tecnologia, dez. M�sica, dez. Educa��o Art�stica, dez.

Educa��o F�sica, dez. Comportamento, dez.

Tudo dez.

Italiano, dez. Ingl�s, dez. Hist�ria, dez. Geografia, dez.

Matem�tica, dez. Ci�ncias, dez.

Tecnologia, dez. M�sica, dez. Educa��o Art�stica, dez.

Educa��o F�sica, dez.

Comportamento...

Nove.

Viola ainda precisa se esfor�ar um pouco mais.

Precisa melhorar duas notas baixas,

mas estamos trabalhando nisso.

� que o professor de apoio dela � um imbecil.

- Pare com isso. - Ent�o n�o � imbecil, � burro.

Ele pode ser bom com deficientes, mas n�o com crian�as normais.

� verdade, ele � um pouco burro.

Que problema, n�o?

Antigamente eu gostava de bazares de rua,

mas os �ltimos se tornaram piegas.

N�o te interessa o que os vizinhos vendem,

� sempre a mesma coisa.

Ningu�m compra e voc� s� queima sua cara.

Quanto custa?

Tipo muito dinheiro.

- Quanto voc� tem? - Nada.

N�o basta.

Sim, mas quanto custa?

Trinta euros.

- Voc� me d� 30 euros? - Como �?

- Me d� 30 euros? - Para fazer o qu�?

- Uma coisa did�tica. - Pe�a para sua m�e.

M�e, pode me dar 30 euros?

S� porque j� vendemos duas coisas.

- Traga o troco. - Pode deixar.

Nem sei se custa 30 euros mesmo.

Pode valer muito mais.

Vamos perguntar para minha m�e.

Ei, m�e.

Quanto custa aquele neg�cio...

De metal... o detector?

Custa 15 euros.

Escute aqui.

Como voc� tem dinheiro sobrando...

n�o est� a fim de...

Vai se foder.

Querid�o! Daqui a pouco voc� estar� melhor.

Se n�o chamasse "supress�o" seria muito mais f�cil.

"Pacifica��o", ou melhor, "repacifica��o."

Ou melhor, n�o.

Geremia, esse � um momento entre voc�s dois.

Despe�a-se do Bau pela �ltima vez.

Despe�a-se! Fa�a tchau com a m�ozinha!

Geremia, por favor, n�o fa�a isso.

Infelizmente ele tem uma doen�a que fode a cabe�a dele. Vamos!

Ele entendeu que voc� se despediu.

Ele sabe que voc� o ama, confie em mim.

Vamos. Coragem.

Ele acordou.

Lembra como era antes? Voc� estava sempre doente.

Malandr�o!

Olhe s� para ele, est� chorando.

Melhor raiva do que depress�o. Ou talvez n�o.

Bau, vou te levar para tirar f�rias.

Volto em duas horas, no m�ximo.

Vou buscar a pizza. Voc� quer croutons tamb�m?

Jogue bola, fique aqui. Fique sossegado, certo?

Vamos, Bau!

M�e!

Acabou a porcaria do molho!

Voc� est� acabada.

Aquela � a sala dos professores e tamb�m � minha sala.

Ent�o aquela � a �nica geladeira que tenho quando trabalho.

Se eu colocar algo meu,

n�o significa necessariamente que � para dividir com todos.

Sen�o significa que n�o podemos nem trazer comida de casa

e devemos passar o intervalo enfiando dinheiro

no maldito distribuidor, certo? Fala s�rio!

Guerrini! Esquisito, o que voc� tem?

Precisam de um reserva no restaurante e estou indo.

Hoje acabou meu primeiro ano de ensino fundamental.

Para as f�rias, nos deram para ler "O Fantasma de Canterville."

Eu j� li, mas n�o contei para ningu�m

para evitar fazer resumo para os outros.

Tenho muitas coisas para fazer neste ver�o.

Talvez eu me apaixone, como no ano passado.

E a�, ot�rio.

D� para tirar os p�s da�?

Pode deixar uma para mim?

Tudo bem.

Ficou gostoso?

Ei, d� uma risada!

Quando vai nascer?

Daqui a dois meses.

Mas...

voc� tem certeza que quer ter um filho?

Vai se foder!

Como foi o curso de flauta?

Achei algo meio... amador.

O pavilh�o n�o estava equipado.

Tivemos uma hora livre antes do professor chegar.

Ele se atrasou.

Est� certo.

Vamos mudar ent�o.

Certo?

Tem muitos cursos por a�.

� bom se as crian�as...

aprenderem v�rias coisas diferentes.

Um pouco de flexibilidade.

Ainda mais que a primeira aula � gratuita...

Certo?

Ei, Dennis!

Cuspa.

Vai, beba um gole d'�gua.

- Ele engasgou! - Tome!

- Est� morrendo engasgado! - O que diabos devo fazer?

Vamos l�, cuspa!

Cuspa!

- Ele est� sufocando! - O que devo fazer, porra? Cuspa!

Cuspa logo!

- Voc� est� bem? - Claro que est�.

N�o, fique calma.

Alessia...

Alessia, calma.

N�o aconteceu nada.

O que houve aqui?

O que aconteceu?

Vamos l�.

Deu tudo certo.

Vamos l�!

Amor, acalme-se, por favor.

Vamos comer agora.

Estou com fome.

Que porra de hist�ria.

Agora chega. N�o me irritem!

Vamos comer.

Est� certo.

Entendi.

N�o podemos nem comer um bife em paz nesta casa!

Que mundo de merda!

Viu o que voc� fez?

Voc� fez seu pai chorar.

Fomos � praia p�blica.

O papai disse que vamos � praia para entrar no mar

e o mar n�o muda,

� o mesmo para todos, ricos ou pobres.

Mas ele foi o primeiro a n�o se divertir.

E a sua filha?

J� nasceu.

Mas est� no hospital.

Na incubadora.

No fim do ver�o irei busc�-la.

Est� quase quente.

Cheguei!

Trouxe um lanchinho para todos! Peguem!

Voc�s s�o uns amores, estudam at� nas f�rias.

O sonho de todas as m�es.

O que est�o fazendo?

Precisamos terminar o projeto antes do in�cio das aulas.

Se quiserem, tem melancia l� embaixo.

� s� n�o engolir os caro�os,

sen�o nasce um p� nas suas barrigas.

At� logo.

O papai achou em oferta uma piscina pr�-fabricada

que armamos no jardim.

Uma varia��o econ�mica aos ver�es normais.

Como muitas pessoas est�o nas mesmas condi��es que n�s,

nossa piscina e nosso jardim

viraram o jardim e a piscina do bairro inteiro.

- Bruno! - E a�?

Susanna e eu n�o sabemos como agradecer voc�s.

- O trabalho n�o me d� folga... - Imagina.

Saber que podemos deixar as crian�as num lugar seguro.

� um prazer. N�o � nada de mais.

Vou pegar minha filha. Voc� a viu?

Meu Deus...

Ali est� ela.

Coloque os sapatos.

Vamos.

- Agrade�a o tio Bruno. - Obrigada.

Tchau.

Aquela porcaria de piscina naquela casa de merda.

Acalme-se, por favor.

Acalme-se uma ova, Susanna. N�o me acalmo porra nenhuma!

Se ela n�o pegou l�, onde pegou?

A piscina...

com piolhos.

Que fam�lia de pulguentos, carrapatos comunistas.

Voc� est�... linda.

Hoje de manh� acordamos com uma not�cia horr�vel.

Ao sair no jardim,

vimos que destru�ram a piscina com uma picareta.

Dennis e eu ficamos dez minutos parados, im�veis

diante da banheira rasgada irremediavelmente.

S� o papai conseguiu nos encorajar.

Eu gostaria de ter o car�ter do papai.

A crueldade humana nem o surpreende mais.

Algu�m compra uma piscina, abre a pr�pria casa aos outros

e ainda assim vira v�tima da inveja alheia.

O papai falou de ciganos, quase certeza que foram eles.

Ciganos com picaretas, ciganos sem piscinas.

Pronto.

Pietro, precisa tirar as bexigas que pendurou l� fora.

Levei meia hora para pendurar e agora vou tirar?

Desculpe, mas se a Viola as vir ao chegar,

n�o ser� mais uma festa surpresa.

Leia, Viola. Leia.

Muitas, muitas felicidades da fam�lia Placido.

Que lindo.

- Voc� gostou? - Gostei.

Foi a Alessia que escolheu.

- Obrigada. - Viola, olhe aqui.

Espere... Isso, �timo.

Fique ali, Bruno. Entre ali.

- Preciso sair na foto? - Vai ficar bonita! A fam�lia...

Sorriam. Fiquem bem perto.

Se aproxime mais.

Muito bem. Esperem. Esperem um pouco.

Desculpa.

- Vai logo! - Espere.

Est� sem calcinha. Voc� viu? Olhe direito.

- Tamb�m com aquela bunda... - A bunda dela s� falta falar.

- Que porra est� vestindo? - Ela fez de prop�sito.

Fez de prop�sito.

Eu enfiaria uma faca, l� embaixo...

Com certeza, Bruno.

Faz�-la esguichar na sua cara.

Isso, vai rindo mesmo.

Que puta. Ria na cabe�a do meu pau.

Algu�m precisa enfiar na boca dela.

� o que dever�amos fazer, sem dizer porra nenhuma.

Era s� peg�-la, jog�-la...

Um dia ainda esbarro com ela sozinha. E foda-se!

Por mim, podia ser hoje mesmo.

Levaria s� um segundo.

Olha l�, veja s� como ri.

Lindinha! De que diabos est� rindo, puta?

Vem c�. Ria na cabe�a do meu pau.

Imagina quantos pintos comem o cu dela � noite.

TRANSANDO COM UM VELHO E ENGOLINDO ESPERMA

JOVENS FAZENDO BOQUETE NO PARQUE

RUIVINHA SENTANDO EM RAPAZ NEGRO

Seu pai n�o percebe que voc� espia o celular dele?

Imagina, uso a desculpa que a c�mera dele � melhor

e quando eu pe�o, ele me d�.

N�s tamb�m faremos sexo uma vez, n�o faremos?

Assim teremos feito tudo.

Claro, certo.

Voc� tem algum dia livre na semana?

Que seja entre quarta e sexta-feira.

Vai se foder, sua vadia...

Voc� gosta...

Voc� gosta de patinar?

� melhor chegar j� no fim.

Confie em mim, fui a centenas de festas assim.

As meninas me convidavam uma vez por semana.

Elas sempre me convidavam.

�s vezes eu ia, outras n�o.

Dependia de quem convidava.

Quando elas me viam ficavam t�o felizes!

Elas n�o ligavam se eu n�o levava presente,

o presente era eu.

Sabe o que me disseram no trabalho?

Que eu pare�o o coiso...

O Antonio Banderas.

Sabe quem �? Aquele dos filmes.

Quem poderia imaginar?

Se n�o formos � festa, que se foda.

Comeremos um sandu�che de presunto e queijo.

Estou com fome...

Eles que se fodam! Eu nem gosto deles.

Principalmente daquela menina. N�o sei, ela � meio estranha.

� isso a�!

Muito bem!

Oi, professor. Est� calor, n�o?

- Est�. - Um exagero.

Desculpa.

Isso aqui est� meio bagun�ado.

Voc� nunca para de trabalhar?

Estou dando aula de recupera��o para uns idiotas.

Dinheiro f�cil.

E voc�? N�o me d� tr�gua mesmo.

Quer mesmo estudar nas f�rias?

N�o, ainda � a mesma mat�ria.

S� que... algumas coisas ainda n�o est�o bem claras.

Ainda bem, sen�o significaria que voc� � um g�nio.

Os g�nios t�m uma vida horr�vel.

O que voc� trouxe?

Nada, coisas que ainda n�o entendi direito.

Certo.

Agora de manh� faremos isto,

mas � tarde voc� n�o vai encher meu saco

e vai sair por a� olhando as meninas de biqu�ni, certo?

Muito bem, querido!

Assim mesmo.

� isso a�!

Veja s�! Voc� est� voando! Muito bem!

Isso a�!

Isso!

Seu filho da puta!

Voc� � igual a mim! Entendeu?

Voc� � igual a mim! � igual a mim!

Bom garoto!

Isso a�!

Voc� � igual a mim! Entendeu?

Puta que o pariu!

Puta que pariu voc� � bom nisso, porra!

Isso a�! Porra! Isso mesmo!

Puta que o pariu!

Como voc� est�?

Melhor?

Caramba.

Sabia que eu trouxe sobras do restaurante para voc�?

Eles iam jogar para os c�es.

E eu disse: "Dar para os c�es? Eu tenho um filho!"

Voc� quer comer aqui ou na mesa comigo?

N�o se preocupe, eu trago, certo?

� de cogumelo e lingui�a.

Sinta s� esse cheirinho!

Veja s�!

Coma.

Tenho outra boa not�cia, sabia?

Encontrei a m�e daquela menina. Sabe qual delas?

Aquela da festa de anivers�rio que est�vamos indo outro dia.

Ela soube que voc� est� com sarampo.

Ficou toda feliz e disse que a filha ainda n�o pegou

e acha que essa � uma boa oportunidade.

Porque os filhos dos amigos dela j� tiveram e n�o podem ajud�-la.

Vamos marcar com elas de passarem uma tarde aqui,

assim ela traz a filha,

voc� fica com ela, ela pega sarampo

e voc� pega ela, certo?

N�o ficou feliz?

Sem isso, voc� arriscou perd�-la porque est� sempre emburrado.

Agora coma um peda�o de pizza.

Isso, fa�a como eu, os dois juntos.

Estou louco para transar.

A m�e daquela menina ligou.

Elas pegaram tr�nsito, mas est�o vindo.

Vamos l�, levante-se.

Elas chegaram, s�o elas mesmo.

Acene, vamos l�!

Sorria.

Mandei sorrir!

Vai falar com a menina!

Vai logo!

Oi, lindas!

- Bem-vindas! - Obrigada.

- Como vai? - Tudo bem.

Ol�.

- Que bonito! � um bolo? - Oi!

- N�o, � uma rosca. - Rosca!

- Ainda bem que j� tive sarampo. - Eu tamb�m.

Sim, � uma rosca que fiz. Ficou bem gostosa...

E eu trouxe a metade.

Tenho sorvete no congelador, mas a rosca � melhor.

- Voc� � que sabe. - Claro.

- Est� certo. - Bem, vamos entrar.

- Vamos. - Por aqui.

Venha, Viola.

Esta � a minha casa.

- E dele tamb�m. - Claro.

De n�s dois. Como pode ver, estamos rodeados de verde.

� um lugar lindo!

Meu pai plantou todas essas �rvores.

- Ele morreu h� um ano. - Sinto muito.

Ele plantou aquela quando eu nasci.

Estamos em reforma. Logo v�o levar esses tijolos.

- Que bom. - Veja que temos duas entradas.

E n�s entramos por aqui.

- Entre, por favor. - Claro.

Vamos deix�-los a s�s que somos chatos.

� verdade.

- Pode segurar a rosca? - Claro.

Geremia, vem c� um segundo.

Querido, coloquei precau��es dentro da sapateira, caso...

- Fique � vontade. - Sim.

- Sinta-se em casa. - At� logo, Viola.

- Como ela � bonita! - Sim.

� o meu tesouro.

Pode entrar. � direita, por favor.

- Certo. - Por a� mesmo.

- Muito obrigada. - Voc� veio sozinha?

Sim. Vim.

- Porque meu marido... - Coloque em cima das bananas.

Vamos fazer agora?

Agora, agora... Que horas s�o agora?

N�o sei, quatro horas?

Est� certo.

- Tenho que deitar? - Acho que sim.

Jesus, est� fervendo!

Vem c�.

- Pode tirar a roupa. - Voc� � quem manda...

Ou�a, assim n�o vai rolar.

N�o estou acostumado com isso.

Quer dizer, � muito estranho.

Tudo muito estranho.

Vamos fazer assim.

Voc� vai ficar aqui.

Eu irei rapidinho pra l�. Vou me concentrar, me acalmar

e voltarei cheio de energia, entendeu?

Entendi.

Por que n�o coloca a peruca assim?

Assim como?

Assim. N�o, espere.

Isso, assim.

Voc� continua bonita.

Claro, eu sei.

- Voc� acha que j� peguei? - Sei l�.

N�o sei se sou capaz.

N�o seja p�o-duro, passe para mim!

Passe logo!

Voc� fica bonito quando sorri.

Se voc� rir, o sarampo sair� da sua boca e eu pegarei.

Sen�o terei que te beijar.

Beije minha boca, assim encerramos isso

e voltarei para casa com minha m�e.

O que voc� prefere?

Para mim j� est� bom se voc� s� ficar aqui comigo.

Voc� me faz bem.

Voc� est� lendo a minha m�o?

- Estou. - E o que diz?

N�o � da sua conta.

Tchau. Dirija com cuidado!

V� devagar! At� logo!

E ent�o? Como foi?

Homenzinho, veja o que voc� ganhou!

Uma cerveja. Agora vamos beber.

Voc� j� notou como a vida � estranha?

Eu teria comido aquela m�e, mas n�o parecia o caso.

Ela come�ou falar do marido,

dos problemas dele, do emprego dele.

Saber que voc� se divertiu para mim j� � o suficiente.

Isso � o que importa para o papai.

Se voc� n�o sabia antes, agora sabe.

Vai, comedor, vamos brindar!

Viva essa porra de ver�o!

Retardado! Sairei em dois minutos.

Normalmente, vivo os �ltimos dias de f�rias com ansiedade.

Fa�o contagem regressiva

enquanto tento parar o tempo, at� a �ltima noite.

Mas eu n�o paro nada e aquele dia chega.

Meu pai abre a porta e diz: "Acordem!"

Mas este ano n�o senti nenhuma ansiedade.

N�o fiz contagem regressiva, nem sequer na �ltima noite.

S� assisti a um filme.

Acho que Dennis e eu nos acalmamos.

N�s amadurecemos.

Meu pai abriu a porta e nos acordou.

Puta que o pariu, seu idiota!

Boqueteiro de merda. Puta que o pariu, vai se foder!

Caralho! Meia hora!

- Voc� n�o tinha carro? - Perdi minha habilita��o.

Por qu�?

Est� dando em cima de mim, moleque?

Como acha que est� se saindo?

Muito bem.

Vai � merda.

Se eu te contar um segredo,

promete n�o contar para ningu�m?

Voc� � bicha?

N�o, � s�rio.

O que voc� quer?

Estou construindo uma bomba

para explodir o bairro inteiro.

Assim tudo isso acaba.

Ali�s, n�o sou s� eu que estou trabalhando no projeto.

Mas sou eu quem decide tudo.

Vai se foder!

S� quis te avisar por causa da sua beb�.

Pare de encher meu saco!

Estou indo trabalhar.

Sua prima ligou, ela vai passar aqui depois.

Aquele menino estava construindo uma bomba dentro de casa.

No pr�prio quarto.

Ele a mantinha l�.

Ela disse que chamaram o esquadr�o antibombas

e eles levaram tudo.

Ali�s, isso era um perigo,

mas um perigo para todos, n�o s� para a fam�lia.

Estou sem palavras.

Ouvi dizer que ele � meio... Ele � estranho, n�o?

- Um desajustado. - N�o tenho palavras.

Eu tamb�m n�o.

N�o h� palavras, se pensarmos que...

Quer dizer, ele realmente tinha uma bomba

em cima da mesa do quarto.

O pai disse que nem sabia

enfim, ele nem tinha notado.

Disse que o filho falou...

que precisava fazer uma pesquisa.

Uma coisa da escola, sabe?

Bem, n�o h� palavras, voc� disse bem.

Dalila?

- Voc� est� a�? - Desculpa, preciso desligar.

Preciso atender uma liga��o do trabalho.

- Me desculpe. Tchau. - Tchau.

Vou fumar l� fora.

O que voc� tem, m�e?

Nada, Alessia. Fique calada.

Estou menstruada. A mam�e est� menstruada.

Ou�am, hoje a mam�e est� de saco cheio para cozinhar.

V�o ao cinema, assistam algo e comam pipoca.

- Podem ir. - M�e, 100 euros?

V�o logo! Podem ir!

Como foi o filme, legal?

- Foi? - Sim.

Que bom.

Vamos dar uma volta, s� n�s tr�s?

O papai n�o quer voltar para casa.

N�o, por favor, estou cansada.

E amanh� tenho aula.

� mesmo? Claro.

Mas � o papai quem decide.

Vamos dar uma voltinha mesmo assim.

Pai.

Posso perguntar uma coisa?

Pode falar, Dennis.

Mas voc� e a mam�e...

Voc�s est�o bem?

Quer dizer...

Est� tudo bem entre voc�s dois?

Saia um pouco, garoto.

- Mandei sair. - Por favor, pai!

Alessia, calada, n�o falei com voc�.

Dennis, saia do carro. Saia logo!

Vem c�!

Venha!

Repita o que disse.

- O que voc� disse? - Nada.

- O que disse? - Nada.

Agora vou te mostrar como eu e sua m�e estamos.

Vem c�! Venha!

Como eu e sua m�e estamos?

Eu e sua m�e como estamos?

Seu imbecil!

Vem c�! Levante-se que n�o fiz nada!

Voc� n�o passa de uma merda humana!

Entre no carro, cale a boca e ai de voc� se respirar!

Eu e sua m�e estamos bem!

Eu e sua m�e...

Voc� n�o tem nada a dizer, Alessia?

N�o quero ouvir nem mais um pio!

N�o quero ouvir ningu�m chorar!

Eu sou o �nico que deveria chorar!

Fizemos piquenique hoje.

Foi estranho porque n�o era nem domingo nem s�bado

nem qualquer feriado.

Mas n�o dissemos nada,

porque precis�vamos de um piquenique.

Durante a viagem passei mal no carro,

mas quando sa�, imediatamente me senti melhor.

Eu me senti melhor e fiquei diante desse lindo campo verde.

O papai estava com dor de dente e a dor n�o passou.

Voc� deve ficar feliz por ter dois pais assim.

Voc� deve ficar feliz.

Entendeu?

Porque � normal que �s vezes as coisas n�o sejam

como voc� quer.

Entendeu?

A mam�e tamb�m quando era pequena

e vivia com a vov�...

n�o podia fazer muitas coisas...

e queria ir embora...

Alessia!

M�e!

Cad� todo mundo?

Dennis?

M�e?

Pai?

Voc� � o melhor pai que eu conhe�o.

Voc� tamb�m � a melhor m�e que eu conhe�o.

Eu gosto de comer a massa sozinha.

Veja, assim.

Tire tudo. Experimente.

Assim.

Enfim, decidi te tirar daquela escola.

H� muito mal-estar naquele ambiente.

Mudaremos de casa, escola e cidade

e seguiremos adiante.

Ent�o por um tempo voc� n�o vai estudar

enquanto procuro um lugar novo.

Eu iria direto para Roma.

O que acha? Esse campo j� deu no saco!

Est� cheio de fan�ticos que vivem no atraso.

S�o um monte de merda.

Vou perguntar para o meu primo de Casal Bruciato

se podemos ficar com ele.

Podemos dividir uma cama na sala.

Vai ser engra�ado! Que legal, n�o?

Lembra quando pass�vamos todas as noites juntos?

Que sorte!

Que bacana.

Oi.

Voc� tamb�m vai embora?

Vou.

Encontrei isto no salgadinho.

� seu, te dou de presente.

Est� certo. Tchau.

Vamos fazer compra.

Vamos.

O que est� segurando? Mostre para mim.

O que � essa porcaria? Jogue fora. Anda logo.

Vamos logo, mexa-se!

Pode entrar.

- O sol est� bonito hoje, n�o? - Ol�, professor. Sente-se.

Oi.

Ent�o...

Com certeza voc� est� sabendo das press�es consider�veis

que n�s sofremos...

nesta escola, por pais e professores.

Mesmo sem...

Mesmo sem inten��o...

foi voc� que forneceu as no��es

que os alunos posteriormente colocaram em pr�tica.

Digo, para construir as duas bombas.

Exato.

Como eu ia saber que aquele menino era doido?

Os pais n�o notaram e eu deveria ter notado?

Mas infelizmente, devido a situa��o que se criou...

tudo o que nos resta � substitu�-lo por um colega.

- � mesmo? - Sim.

N�o pense que me chocou.

"Meu Deus! Demitido desta escola de esquisitos!"

Ali�s, eu tinha percebido

pelo jeito que todos me olhavam na entrada.

Ent�o n�o banque a superior.

Bem, a situa��o � essa.

Agora saia, por favor, tenho muitas reuni�es hoje.

Claro, entendo.

Posso ao menos dar minha aula hoje?

Claro que pode.

- Bom dia. - Bom dia.

� nossa filha que est� chorando?

N�o est� vendo que � um cachorro?

N�o, pareceu nossa filha.

- Ela j� � uma cadela. - Como voc� � idiota!

Seja adulto.

- Eu sou adulto. - Claro...

Voc� � o pai, porra.

E voc� � a m�e.

Estamos sendo adultos.

Fizemos muito bem em sair de l�.

Se ainda estivesse com sua m�e, a beb� j� estaria morta.

Certo.

� verdade, mas � s� o primeiro passo.

- Agora precisamos crescer. - Vamos crescer.

De uma vez.

S� d� para crescer uma vez mesmo.

Beleza...

Amanh�, ao chegarmos em Spinaceto, planejaremos melhor.

Ficaremos numa pens�o.

Falarei com meu amigo que � ajudante de pizzaria.

Ele ganha muito dinheiro. Assim eu tamb�m ganharei.

Se voc� ficar entediada em casa, pode arranjar um emprego.

Pode trabalhar num bar como gar�onete.

Agora se interessou, n�o? Assim teremos dois sal�rios.

No ver�o iremos dan�ar em Ibiza.

Em Ibiza.

Em Ibiza ou onde der na telha.

Amor, mas primeiro precisamos ir ao cart�rio.

N�o podemos chamar nossa filha como uma m�sica do Vasco Rossi.

Escolhemos o nome juntos, do que diabos est� rindo?

Dev�amos cham�-la de Sara.

Como a m�sica do Meneguzzi, lembra?

Lembro.

- Aquela � a nossa m�sica. - Beleza.

Como assim?

Mas que porra...

Que porra � essa?

Sob o sol

Voc� decidiu partir

Para buscar uma outra vida

Para seguir

Sara, que caminha Contra o sol

Contra os outros Contra todos

Quer viver cada instante

Da vida

Vilma.

Est� chorando por causa do nome?

N�s podemos mudar o nome.

Vilma...

Acorde, s�o 4 da manh�.

- Preciso ir ao banheiro. - Pode ir.

Dennis.

Meu Deus, esses dois...

Alessia!

Alessia!

Crian�as.

Crian�as.

Meu Deus! Socorro!

Socorro!

Meu Deus, Bruno! Bruno!

Algu�m me ajude!

Meu Deus!

Socorro!

Bruno!

Bruno!

Meu Deus!

Bruno!

Estranho eu nunca ter falado para voc�s do Malathion.

No entanto, � um assunto muito interessante.

O...

Malathion.

Isso.

Quantos de voc�s t�m jardim?

Aposto que todos, acertei?

Tenho certeza que em todas as garagens,

seus pais guardam um frasco de Malathion.

O Malathion � um inseticida poderoso.

Devemos a ele a vit�ria contra a mosca do Mediterr�neo

nos anos 80.

Socorro!

Ele � capaz de paralisar as termina��es nervosas

de mosquitos e outros insetos,

al�m de eliminar os ovos de piolhos adultos.

Estamos falando de um produto realmente perigoso.

Dada a irreversibilidade da sua a��o inativadora

nas colinesterases, talvez ele seja

o pesticida mais perigoso no com�rcio.

Enfim...

ele � facilmente encontrado em muitas lojas.

E tamb�m � bem barato.

Ada.

Amor, acorde.

Estou descendo para trabalhar.

Vejo voc� no almo�o, combinado?

As p�ginas do di�rio terminam aqui.

Preenchi as �ltimas escrevendo cada vez menor,

apertando as palavras nas margens.

Fiquei tentado a comprar um novo di�rio,

para continuar com os eventos seguintes,

ent�o um dia fui at� a papelaria

e folheei v�rios.

Todos eram �timos, baratos e completamente vazios,

mas senti que n�o era a mesma coisa.

Olhando para eles, n�o soube como os preencheria.

Eu n�o tinha inspira��o.

Ent�o n�o comprei nenhum di�rio novo.

Peguei os jornais "Gazzetta" e "Guerin Sportivo"

e voltei para a monotonia do ver�o

feito de mercado da bola, descascar frutas

e maldi��es dos turistas.

Eu solucionei assim.

E aconselho voc�s a fazerem o mesmo.

Meu querido!

- Caramba! - Vem c�.

Como voc� est� bonito, puta que o pariu!

- O que voc� fez? - Como assim o que eu fiz?

- Perdeu cabelo? - Deixa pra l�.

- Est� ficando velho. - Estou h� uma semana

sem m�quina de lavar, Rosaria tem lavado minhas roupas.

- Ela ainda n�o morreu? - Nem a morte a quer.

- Veja s� esse moleque! - Viu s�?

Voc� virou um varapau. D� um beijo no tio.

Vamos l�! Lind�o! Entre, venha para dentro.

- Me d� sua mochila. - Vou deixar isso aqui.

- Voc� trouxe biscoitos? - Sim, peguei direto do forno.

Estou muito feliz que ficar�o um pouco aqui comigo, sabia?

- Eu tamb�m. - Vai conhecer todos do bairro.

Querido, sente-se.

- Voc� lembra deles? - Claro.

Mimmo...

O pr�ncipe, a lobinho.

- Viu... mas e o Omar? - Omar se foi h� dois anos.

Ele foi preso?

Foi assassinado. Atiraram nele aqui no parquinho.

Eu n�o sabia.

N�o repare na bagun�a,

passei uma semana com febre e n�o consegui arrumar.

- N�o ligue. - N�o se preocupe.

Vou ficar por aqui esta noite.

Eu durmo aqui e voc�s ficar�o no meu quarto.

- Nem pensar. - Ser� um prazer.

Est� certo. Eu agrade�o.

Ou melhor, n�s agradecemos.

O doido estava construindo uma bomba no quarto.

- E da�? - Ele fez tudo sozinho!

Nota-se que ele � inteligente, tem o nosso sangue.

Pois �...

- Sabe onde ele pode trabalhar? - Onde?

Na NASA.

Ser� que tem um equivalente � NASA no pa�s?

Claro, com certeza. N�s n�o somos atrasados.

Vamos jantar por enquanto.

Mortadela, mu�arela de b�fala, copa su�na, vinho.

E foda-se quem n�o gosta de n�s.

- Eu te amo. - Eu tamb�m. Muito.

Que dia incr�vel, n�o?

Amanh� acordaremos �s 7h.

Vamos procurar uma rebarbadeira barata.

Depois passaremos na oficina do tio.

Mas antes tomaremos caf� no bar, com croissant e cappuccino.

O que acha?

Bom.

Boa noite.

Sinto muito remorso por ter contado

essa hist�ria sem sentido, amarga e pessimista.

Talvez voc�s merecessem algo mais realista,

uma hist�ria normal, daquelas que ocorrem diariamente.

N�o o desabafo de algu�m entediado com a vida.

Pe�o desculpas a voc�s.

Vamos come�ar do zero.

O GP da Mal�sia foi suspenso

por causa das m�s condi��es clim�ticas

que n�o garantiam condi��es ideais para a realiza��o da corrida.

Uma decep��o enorme...

- Te atrapalhei? Quer que abaixe? - N�o.

Voltamos ao est�dio.

Eu sempre demoro um pouco para pegar no sono.

As imagens que ver�o agora s�o muito chocantes.

Um massacre familiar aconteceu hoje � tarde em Spinaceto.

De acordo com a reconstitui��o,

os pais de uma beb� de alguns meses

teriam assassinado a rec�m-nascida afogando-a na banheira.

Alguns minutos depois,

eles teriam pulado da sacada do quarto que alugaram.

Ambos os pais faleceram.

No quarto do jovem casal foram encontradas

v�rias caixas de ansiol�ticos e antiespasm�dicos.

Alguns h�spedes do hotel teriam ouvido o casal discutir

e gritar amea�as de morte.

Ningu�m interferiu porque a furiosa discuss�o

foi seguida por uma hora de tr�gua.

Traremos novos detalhes nas pr�ximas edi��es.

FAVOLACCE

- Art Subs - 12 anos fazendo Arte para voc�!

Curta a gente no Face: facebook.com/ArtSubs

Siga a gente no Insta: instagram.com/ArtSubs_Legendas

E visite CineMio Downloads: cinemiodownloads.blogspot.com.br

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.