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O EX�RCITO SECRETO
S�rie 1 - Cap�tulo 10 - IDENTIDADE EM D�VIDA ( Identity in Doubt )
Amigo. Brit�nico.
Ingl�s.
P�s, pernas.
Vamos.
Vamos, rapaz.
Vamos. Olhe para cima! Vamos agora.
No barco.
Entre!
Como est�?
Ficando mais magra. E voc�?
Quando foi a �ltima vez que voc� dormiu?
Sou puxado todos os dias de um lugar para outro.
Por que voc� ainda acha que eu sou um inimigo?
Eu fa�o isso, John?
Sinto muito.
Ren� Thierry enviou-me.
- O comunista? - Sua rede foi destru�da.
- Tra�do? - Ou infiltrado.
- Qu�o grande � o dano? - N�o fa�o id�ia. Thierry est� escondido.
- Ele precisa de voc� mais do que n�s. - Ele precisa de voc�.
N�o queremos suas id�ias.
Ele j� ajudou voc�? Voc� n�o sabe o que queremos.
Ele est� com quatro pilotos brit�nicos e n�o pode mov�-los.
Se toda a sua organiza��o foi tra�da... Quatro deles.
Fa�a isso por eles, n�o por mim ou por Thierry.
Leve-os.
Eu os levo sozinho.
- Foram interrogados? - Sim.
- Eles t�m documentos? - Acho que sim.
Est� muito mais dif�cil agora...
Gaston est� morto.
Mas eles continuam chegando, hein?
Voc� vai lev�-los?
Por favor.
Sim.
Lisa!
Onde voc� caiu?
- Eu saltei. - Onde?
No norte.
No norte.
Onde voc� conseguiu?
Eu n�o sei.
Em uma cidade ou uma aldeia?
Em uma �rvore.
- Voc� pode descrever a �rea? - Estava escuro como breu.
Floresta.
Que tipo de madeira?
Eu n�o sei. Uma �rvore � uma �rvore.
O resto da tripula��o n�o pulou?
Eu s� vi mais um salto. Brian, eu acho.
Voc� n�o sabe muito, hein.
Obrigado.
O que voc� disse?
- Obrigado. - Voc� disse que "danke"! M�os ao alto.
Isso n�o � necess�rio.
- Deitado. - O que voc� vai fazer comigo?
- Depende de quem voc� �. - Eu lhe disse,
- Talvez sim, Pode estar mentindo. - Est� no meu crach� de identifica��o.
Uys, No�l. 27669. Sou eu.
D�-me isso.
- N�o. - D�-me isso.
Deite-se.
De barriga.
M�os atr�s das costas.
Se voc� n�o fosse casado, eu...
- Mais alguma coisa? - Monique...
Eu te conhe�o?
Temos um amigo em comum. Joseph Poulin.
Eu n�o sei. Infelizmente
- N�s pescamos juntos. - Eu n�o lembro.
Ele disse uma vez que voc� tem amigos que ajudam as pessoas.
Eu n�o sei o que voc� quer dizer.
Isto � para voc�, porque voc� � t�o bonita como disse Joseph.
Um homem deu isso para Monique. Um amigo de Joseph Poulin.
Fale com ele.
� mais seguro se n�o me visse. Voc� sabe disso. Eu escuto, entretanto.
- Como voc� conseguiu isso? - Eles s�o de verdade?
Eu n�o sei.
- Onde est� ele? - Seguro.
Quanto tempo voc� pode mant�-lo?
- Quanto tempo � necess�rio? - Dois, tr�s dias.
Serei pago?
Voc� pode.
- Tr�s dias, nada mais. - Muito bem.
- Que horas s�o? - Quase cinco horas.
- Eu tenho de ir. Meu trem sai agora. - Isso vai funcionar?
Por qu�?
Temos um outro Brit�nico encontrado. Precisamos de algu�m que...
O que foi?
Achei que voc� iria dizer outra coisa.
Estou com uma apar�ncia muito cansada para viajar.
N�o importa.
- Por que eu deveria? - Sim, por que voc� deveria?
Eu n�o entendo voc�.
Algu�m tem que interrogar.
- Ele � da RAF. - Fale com Londres.
Demora muito.
Eu combinei com Thierry uma determinada hora.
- Isso � rota comunista. - Ele tem quatro brit�nicos, voc� um.
Descubra o que puder.
- Cutis... - Voc� sempre diz como era bom antes. Deve ser f�cil.
E este � o seu endere�o. �rvores brancas, perto...
- Pergunte a Alain, ele escreveu isso. - Que rabisco.
O que � isso? �rvores brancas, perto...
Boshof.
- Esse � o seu endere�o na �frica do Sul. - E a sua escola em...
Kimberley. Estava de acordo com Londres na escola.
- E que a sua... - Que mal consigo ler.
� sobre esses nomes est�pidos. Boshof.
Essa � Africano.
Aqui, tome. Parece que voc� vai a um piquenique.
Voc� est� pronto?
Sim.
Precisamos ter total seguran�a, Yvette disse.
Agora, mais do que nunca.
Um cara simples que aparece aqui sem aviso,
- pode ser um policial disfar�ado. - Eu sei.
- Aconteceu rede de Thierry. - Isso n�o sabemos com certeza.
O que fazer se voc� n�o estiver totalmente seguro?
- Yvette disse que... - Eu sei.
Mas voc� j� matou algu�m?
Vamos.
Eu n�o entendo. Eu disse a voc�s quem eu sou.
- Voc� viu minha foto. - Por favor, responda.
- Eu n�o tenho nada a dizer. - Voc� n�o quer que o ajudemos?
Claro.
- Eu fa�o. - Ent�o, voc� precisa responder.
H� quanto tempo voc� est� se escondendo?
- Dez dias. - Exatamente?
- N�o sei. Dez, eu acho. - Quando foi sua �ltima atribui��o?
O oitavo.
- Que avi�o? - Um Whitley.
E o seu objetivo?
N�o, eu n�o direi. Voc� n�o precisa saber isso para me ajudar.
O que voc� atingiu?
- Uma persegui��o noturna. - Quantos como voc� saltou?
- Um, talvez todos. - Diga os nomes dos outros.
- Por qu�? - Voc� n�o confia em n�s?
- Por que deveria? - Porque n�s podemos ajud�-lo.
Diga-nos o nome dos outros tripulantes.
Teddy Marsh, piloto. � australiano.
Brian Preston, atirador, Guy Mathews, navegador,
Billy Mills, bombardeiro.
E o atirador n�o foi atingido?
Um dos motores foi atingido e houve um inc�ndio.
O que voc� fez depois que pousou?
- Perd�o? - Andei.
- E seu p�ra-quedas? - Eu enterrei.
- Voc� caiu em uma �rvore. - Certo.
Voc� estava muito enrolado?
Eu tinha que me soltar.
Voc� tirou o seu p�ra-quedas e enterrou-o?
- Melhor que pude. - Voc� tirou-o e enterrou-o?
Voc� pode ver a corda na minha m�o ainda d� para ver.
Onde?
Seu p�ra-quedas n�o nos interessa. Queremos a verdade sobre voc�.
Eu tenho ele enterrado.
Realmente.
- Voc� sabe quem eu sou. - N�o. Voc� n�o pode provar isso.
- Voc� poderia muito bem ser alem�o. - N�o.
Voc� tamb�m. � o mesmo em ambas as dire��es.
- Onde voc� mora na �frica do Sul? - Na fazenda de Lalapanzi.
- Novamente - Fazenda Lalapanzi.
Qual escola voc� freq�entou?
Christian Brothers College, Kimberley.
Quando voc� se alistou, voc� teve que dar duas refer�ncias,
com nome, endere�o e profiss�o.
Quem eram?
Duas pessoas que o conheciam muito bem.
Voc� se lembra quem eram?
Seu padre?
Seu patr�o?
Seu professor?
Eu n�o me lembro.
Quem � Peter van Heerden?
Ele �...
Eu n�o sei.
O propriet�rio da loja de r�dio em Kimberley, onde voc� trabalhou.
Quem voc� certamente saberia.
Tr�s dias, eu disse. Voc� precisa lev�-lo.
Eu n�o posso. Devemos contactar Londres.
Yvette queria seguran�a total.
N�s temos alguma escolha?
N�o.
- Mas n�o aqui, mais para baixo. - Onde podemos jog�-lo.
- Mas se ele flutuar? - Vamos amarrar peso em seu corpo.
- Eu vou na frente. - Muito bem.
Levante-se.
Para a frente.
Eu vou primeiro.
Vamos.
Eu n�o consigo.
- Deixe-o cair. - N�o aqui.
Pare.
Venha aqui.
Para l�.
Para a frente.
Tire o seu casaco.
E seu chap�u.
Jogue a�.
Jacques, o que aconteceu?
Pare.
Pare ou eu atiro.
Fique de p�.
Vamos.
Desse lado.
Em frente.
- Voc� n�o quer dormir? - Eles devem estar de volta.
Ainda h� tempo.
Alguma coisa est� errada.
Alain recebeu mensagem de Londres.
Os �ltimos 15 pilotos que mandamos chegaram.
Alguma coisa est� errada.
Em frente.
Suba.
Entre.
Ouviu isso? Mais cedo ou mais tarde haver� algu�m.
E o que voc� vai fazer ent�o?
Cometeram um erro quando escolheram voc�.
Para quem voc� trabalha?
Para Gestapo?
Voc� ia me matar.
Por que?
- Por que? - Voc� � alem�o!
Temos problemas. Os alem�es verificam o Dr. Keldermans em sua casa.
Eles n�o v�o encontrar nada. Ele � cuidadoso.
Mas ele est� a caminho de Bruges, com tr�s homens da RAF.
Kessler deixou certamente um homem, quando o Dr. Keldermans descobrir ser� tarde demais.
Devemos adverti-lo.
Algu�m pode aguardar sua ambul�ncia.
Ele n�o tinha gasolina e fui a p�.
N�o sabemos qual o caminho que ele tomar�.
Existem tr�s rotas para a cl�nica. Cada um de n�s monitorar� uma.
Eu abrirei a porta um pouco mais tarde Eu vou junto.
N�o podemos ir todos os tr�s. Nathalie ou Jacques podem ligar.
N�o, � uma quest�o de prioridades.
Temos que salvar Dr. Keldermans.
Albert, voc� pega o canto na esta��o de correios.
Alain, voc� pega a estrada. Eu fico perto da igreja.
Monique vir� em breve, ela tem uma chave privada.
Nathalie e Jacques ligam de volta.
- E Andr�e? - Vou l� e olh�-la.
- V�o em frente. - Vejo voc�s em uma hora aqui.
- Uma cerveja, por favor. - Vou abrir apenas daqui a uma hora.
- Eu n�o estou aberto. - Uma cerveja.
- Devo pedir-lhe para sair. - Daqui a pouco.
Eu tenho um compromisso urgente. Sinto muito.
Bem, obrigado.
Voc� tem que sair. Agora.
Albert, abra.
Rapido, por favor.
Moffenmeid.
Garota de mangas sujas. Eu vi voc� junto com os alem�es.
Eu vi voc�.
- Colaboradores. - Puta, Voc� vai pagar.
Ela est� aqui. Ela tem que morrer.
Por que eu? O que eu fiz?
Eu n�o sou colaboradora.
- Vem aqui. - Colaboradora.
Eu n�o sou colaboradora.
Sou belga, como voc�.
- �, e voc� est� com um alem�o! - N�o, eu n�o!
Amante de alem�o! Colaboradora!
Sua prostituta alem�!
Deixe-me em paz.
V�o embora.
Voc� est� doente.
- Voc� n�o pode ficar aqui muito tempo. - Eu vou ficar bem.
Se a ferida infeccionar. Voc� perde a sua perna.
Cale a boca.
Cale a boca e des�a.
Venha.
Para baixo.
Sente-se.
Sente-se.
E agora?
Cale a boca.
Cale a boca.
Monique, sou eu. Albert.
Monique?
Eles se foram. Abra a porta.
As travas.
Calma. Acabou.
Sil�ncio.
Obrigado. Pela ajuda.
Voc� pode ficar um pouco?
Volte hoje � noite, vai receber Uma garrafa de vinho.
- Acalme-se. - Eles disseram que n�s �ramos colaboradores.
- Eu pensei que eles iriam me matar. - Calma.
E n�o havia ningu�m aqui.
- Calma, acabou. - Eu fiquei apavorada.
N�o precisamos mais disso.
Toma, beba.
Tome.
- Esse � o seu melhor conhaque. - Beba isso.
Eles realmente pensam que somos colaboradores.
- Eles n�o sabem o que fazemos? - N�o, e n�s n�o queremos.
N�o importa o que eles pensem.
�s vezes ajuda, sabe?
Podemos lidar com isso.
Sente-se melhor?
Sim, acho.
Venha, temos que limpar a bagun�a.
O que aconteceu?
Os vizinhos pensam que somos muito amig�veis com os alem�es.
Ainda n�o sabemos de Jacques e Nathalie?
- Eu posso ir dar uma olhada. - Se os alem�es os pegaram...
- talvez eles demorem. - Nathalie teria ligado.
- Talvez sejam aut�nticos e conversaram. - Jacques n�o.
- Mesmo Jacques. - A Gestapo j� pode estar a caminho.
Monique, voc� pode contatar o secret�rio na sede?
- Walther? Ele s� come�a daqui h� uma hora. - Ent�o, vamos ter que esperar mais uma hora.
Se os alem�es parecem fazer buscas nas casas temos que fechar todas as casas.
N�o �...
Boa noite.
Ah, sim, agora eu lembrei. Venha.
Esta � a enfermeira do Dr. Keldermans.
E esta � a mo�a que voc� ajudou.
Est� tudo bem novamente?
N�s dois estamos muito gratos a voc�. Sente-se.
Vou pegar a garrafa que eu prometi.
Monique, ponha uma m�sica.
Sim, com licen�a.
Esta � uma das minhas �ltimas garrafas. Ent�o n�o conte a ningu�m.
- Obrigado. - Espero que goste. Obrigado mais uma vez.
E obrigado novamente.
Boa noite.
Jacques!
- Jacques! Voc� est� ferido. - N�o � nada. Eles pegaram Natalie.
Tem certeza que esse cara � alem�o?
Sim. Ele n�o conseguia responder as perguntas. Ele disse que n�o era de Londres.
- N�o � o homem que Londres diz ser. - Um erro?
Exclu�do.
Eu feri sua perna e sua arma est� descarregada.
Mas ele pode usar Nathalie para atrair-nos.
Voc� deve voltar.
Leve Alain e Jean-Luc junto e vasculhem a �rea.
- Agora? - N�o, voc� deve descansar. Amanh�.
E quando encontr�-los?
Ele deve ser morto.
Voc� n�o tem sede?
Provavelmente.
Voc� poderia trazer a �gua? Aqui voc� ter� ainda mais sede.
Qual � o seu nome?
Ei voc�, qual � seu nome?
Diga alguma coisa.
Meu nome � No�l.
Por que voc� diz nada?
Voc� est� com medo.
E fica ainda pior com a sua perna.
- Sim, estou com medo. - Por qu�? Voc� tem a arma.
Eu n�o sou alem�o.
- Caso contr�rio, eu atiraria em voc�. - Como os outros?
N�o, eu n�o atirei. N�o.
Apenas bloqueei o guarda. Eu acho.
Eu luto contra os alem�es, n�o contra voc�.
E o primeiro homem que matei, estava no mesmo lado que eu.
Lisa, obrigado. Obrigado pelo seu aviso.
Est� tudo bem?
Aqueles dois de Hamme est�o na Rue Danielle.
Eles t�m seus pap�is, e devem ser recuperados.
Eu quase perdi voc�. Se um deles n�o tivesse visto...
Temos um novo problema, Pascal.
Acreditamos que os alem�es pegaram Natalie.
- Ah, n�o... - Se ela falar, toda rota est� amea�ada.
Nathalie sabe tudo, assim como eu. Nomes, endere�os, c�digos...
Eu sei. Voc� acha que eles suspeitam da minha pr�tica? Esse ataque ontem...
N�o fa�o ideia, mas n�o devemos assumir riscos. Afaste-se por um tempo.
- Certamente. Como eu poderia? - Voc� tem um plano de fuga, eu sei.
A casa de sua irm� em Bruay.
Meu Deus.
Quatro? Para onde iremos com eles?
Com oito anos eu fiz o meu primeiro detector.
Era tudo que eu queria: o r�dio tocando.
Eu n�o queria ser fazendeiro como meu pai.
Eu fiz meu primeiro receptor de r�dio
quando eu tinha 12 anos.
Eu estava deitado na cama com os fones de ouvido
em vez de dormir.
Ouvia enquanto havia algo para ouvir.
�s vezes, minha irm� entrava no meu quarto.
Eles tamb�m queriam ouvir.
Ela come�ou a chorar.
Ent�o a minha m�e entrou.
Ela trouxe o meu pai junto com seu cinto.
E quando eles foram embora, coloquei os fones de ouvido novamente.
Deus... Foram realmente noites ador�veis.
S� ficar ouvindo.
Voc� se parece um pouco com ela.
A minha irm�.
Um pouco.
Qual � o nome da sua irm�?
Tessa.
Quantos anos tem ela?
Dois anos mais nova que eu.
Dezesseis.
N�o. Voc� teria de ter mais de 18, ou n�o iria voar.
Eu disse que tinha dezoito anos quando me alistei.
- Tanta coisa que eu queria. - Voc� mentiu?
N�o, eu acho que voc� ainda mente para mim.
N�o.
Voc� n�o pode provar isso.
N�o est� carregada.
Durante todo o tempo.
Se voc� n�o tivesse ajudado seu amigo comunista isso n�o teria acontecido!
Voc� sabia que voltei. Por que o p�nico?
N�s s� tivemos tr�s dias para verificar alguma coisa.
N�o pod�amos esperar voc�.
- � muito tarde agora de qualquer maneira. - O que quer dizer, tarde demais?
- Ordenei mat�-lo. - Por que?
Ele n�o respondeu as perguntas e matou o bloqueio.
- O que mais voc� quer? - Algo decisivo dar aos gestores.
Marsh, venha aqui.
- Yvette, Teddy Marsh. - Ol�.
Marsh era o piloto de um Whitley que tinha sido atingido.
- Tivemos sorte que pudemos saltar. - Conte-me sobre o seu operador de r�dio.
- No�l Uys? O que voc� quer saber? - Conte-me sobre ele.
� uma crian�a. Eu nem acho que ele tenha dezoito anos.
� Sul-Africano de Kimberley.
- Como ele �? - Eu vou chegar a isso.
Altura m�dia, loiro.
- O que mais? - � um bom operador de r�dio.
- E a sua irm�? - Ele sempre falava sobre ela. Tessa.
- O que est� acontecendo? - Voc� pode esperar l�?
Ele pode identificar Uys. Onde ele est�?
Eu n�o sei.
- O que quer dizer? - Eu n�o sei.
- Voc� perdeu ele? Voc� n�o sabe... - Ele pode estar em qualquer lugar.
- Voc� percebe o que voc� fez? - Eu tive que tomar uma decis�o.
Deixa matar um homem inocente.
A bicicleta de Nathalie.
Jean...
Recebemos perguntas de Londres. Ser� que eles cometeram erro?
N�o. N�o lembro o que eu disse.
- Seu endere�o e o nome da sua escola? - Eu menti.
Contra n�s?
- N�o, contra eles. - Por que?
- Minha n�e n�o podia vir. - Por que?
Ela estava com medo de me perder depois que o pai se ofereceu.
Ele ent�o lutou em toda a �frica Oriental.
Ela disse que iria contar quantos anos eu realmente tinha.
Quando meu pai estava fora, eu era o �nico homem na fazenda,
exceto os negros.
Eu odiava.
Ent�o voc� mentiu para fugir disso?
Eu queria voar. Eu sabia que eu seria um bom operador de r�dio.
Como ser um fazendeiro?
Eu pensei que tinha mais chance na RAF
que na For�a A�rea Sul-Africana.
Foi mais longe. Mais dif�cil de controlar.
Mas eu estava com medo que eles, no entanto, descobrissem.
Ent�o eu dei um endere�o diferente e outra escola.
Eu pensei que eu tive a sorte ao passar.
- E suas refer�ncias, ent�o? - Eu inventei.
Eu n�o n�o poderia pedir a algu�m que conhecia minha m�e.
O endere�o que voc� declarou quando mentiu?
�rvores brancas, em Boshof.
E sua escola?
A escola secund�ria em Kimberley.
Crian�a est�pida.
Por que voc� n�o ficou em sua fazenda?
O bloqueio ainda estaria vivo.
- Ele tentou me matar. - Agora voc� sabe o porqu�.
Voc� acredita em mim agora?
E agora?
Eu vou mandar voc� de volta.
Se eu puder.
Eu n�o consigo cal�ar. � muito pequeno.
Desculpe-me, madame.
Voc� viu um jovem casal nas proximidades?
Ele tem uma arma e provavelmente mancando.
O que voc� tem a�?
- Nada. - O que quer dizer, nada? O que est� escondendo?
Nada. Eu n�o tenho nada.
Eles s�o meus. Encontrei-os. Eu n�o roubei.
- Espere um minuto. D�-me isso. - Por favor, n�o, me d�.
De Nathalie?
Onde voc� encontrou? Vamos.
No velho moinho. Meia milha de dist�ncia.
Posso ficar com eles?
Eu tenho que soltar o torniquete.
- N�o parece bem, n�? - Voc� tem que ir a um m�dico.
Por que voc� ficou?
Voc� poderia ter fugido quando soube que a arma n�o estava carregada.
Eu n�o poderia impedi-la, n�o �?
Eu matei o homem no bloqueio e, talvez, outros tamb�m.
- Eu sou um assassino. - N�o.
Algumas pessoas pensam que voc� matou quando jogou a primeira bomba.
Este corte � muito profundo.
Voc� consegue andar?
- N�o, eu acho que n�o. - Vou ter que pedir ajuda.
Quantos anos voc� tem?
Dezenove.
Qual � o seu nome?
Nathalie.
Voc� tem que confiar em mim. Fique aqui e n�o se mova.
Eu vou chamar um m�dico. Vai nos trazer risco se voc� sair.
Voc� tem que confiar em mim.
Por favor.
- Alain! - Nathalie!
- Onde ele est�? - Deixei-o aqui.
- Atire nele. - N�o, escute.
Ele � verdadeiro.
Ele deu informa��es falsas quando se inscreveu.
� real.
Ele est� assustado e perturbado. Acha que todo mundo o quer morto.
- Ele queria me matar. - O que voc� faria? Precisamos encontr�-lo.
Ele pode estar em qualquer lugar e somos apenas quatro.
Eu voltaria para o lugar de onde eu vim.
Vamos.
Uys...
Uys, volte.
Volte.
Puxe-o para fora.
Puxe!
Puxe.
Puxe, por favor.
Puxe.
Mais uma vez.
Garoto est�pido.
Eu confiei em voc�.
- FIM - S�rie 1 - Cap�tulo 10 IDENTIDADE EM D�VIDA ( Identity in Doubt )
Iwanaga, S�vio
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