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"Este filme foi rodado inteiramente na Europa...
onde a hist�ria teve lugar.
A 20th Century Fox manifesta seu agradecimento...
ao Ex�rcito, Marinha e For�a A�rea dos Estados Unidos...
tamb�m �s For�as Armadas da Fran�a, sem cuja colabora��o...
n�o poderia ter feito esse filme".
DECIS�O ANTES DO AMANHECER (1951)
LEGENDAS: Laercio
"Essa hist�ria � verdadeira.
Os nomes foram alterados para proteger os sobreviventes...
mas os fatos b�sicos aconteceram h� alguns anos nas mesmas ru�nas...
que ficaram como tr�gicas lembran�as do regime que fez o mundo sofrer...
e destruiu o seu pr�prio pa�s".
De todas as perguntas que deixou sem resposta a �ltima guerra...
e provavelmente todas as guerras... sempre recordo uma em especial:
Por que um espi�o arrisca a vida, qual a raz�o?
Se o espi�o ganhar, o ignoram. Se perder, � fuzilado.
Mas um homem sobrevive enquanto o recordam...
e apenas o esquecimento o mata.
Que os nomes desses homens permane�am inc�gnitos...
mas que as lembran�as de alguns d�em significado � trai��o.
8 de dezembro de 1944...
seis meses ap�s a metralha interromper minha carreira...
com a Segunda Companhia de assalto e Transmiss�es em Omaha Beach...
fui designado ao quartel general da Zona de Comunica��es, TOE...
que ordenou me apresentar numa nova unidade: G2, SSS, 7� Ex�rcito.
Assim chamada.
N�o havia neve, mas tinham muitos alem�es quando sa� da Fran�a.
E agora, alem�es estavam encurralados contra o Reno...
e havia neve por todo o lado.
Noutros aspectos, a guerra n�o mudou: Multid�es nas zonas de retirada...
e solid�o mais pr�xima do front...
com apenas um mapa para dizer onde o inimigo podia estar.
ATEN��O Mas logo descobrir�amos se o nosso mapa estava correto.
O que � isso?
� uma semi-lagarta alem�. � isso.
N�o entendo. N�o estava aqui quando passei esta manh�.
Viramos e averiguamos onde estamos.
Sim, senhor.
- Pare aqui. - Sim senhor.
Desculpe, senhor. Repito no quartel general...
que sou muito desorientado, mas n�o ligam.
Um soldado n�o � muito �til se n�o sabe voltar � sua unidade.
� como n�o saber voltar para casa.
Para casa? Minha casa est� em Boise.
Diabos... Nos desviamos 32 km.
Agora temos de abrir caminho entre um monte...
Andem! Saiam da�! Rendam-se, canalhas.
Vamos! Movam-se! Levantem as m�os.
- Por aqui. Movam-se! - Andando. Caminhem.
V�o para l�. A� est� bom. Bem a�.
Vai revist�-los. Eu vigio.
Levanta as m�os, eu disse. A isso me referia. Vamos!
Fique quieto.
- Cuidado com as m�os, soldado. - Ferido com estilha�os, senhor.
S�o da Luftwaffe. O que fazem aqui?
Fogo antia�reo. Com uma divis�o de infantaria.
Sim? Qual?
N�o posso dizer nada que n�o esteja no meu Soldbuch.
Refresco sua mem�ria, Tenente?
Deixe-o em paz. Onde est� seu posto de comando?
- N�o sei. Estamos perdidos. - N�o s�o os �nicos.
"Richter, Paul. Unteroffizier".
Est� fraco, senhor. H� tr�s dias n�o comemos.
Ficar� mais fraco se n�o manter as m�os para cima.
Tome. Parece que iria bem uma bebida.
N�o, obrigado.
Certo. Subam.
QUARTEL GENERAL DA 42� DIVIS�O
Muito bem. Des�am, soldados.
- Onde os capturou, tenente? - A 8 km daqui.
Venham aqui.
Devo ir a um vilarejo chamado Marmoutier. Sabe onde �?
Siga esta estrada at� chegar num vilarejo chamado Saverne.
Pegue a bifurca��o � esquerda. N�o tem erro.
Ok. Obrigado.
Ei, aqui est�o seus Soldbuchs.
- Quer a pistola, Tenente? - Sim. Me d�.
- Pistola. - Entrem.
Andando.
Quero agradecer por nos tratar gentilmente.
Andem, germ�nicos. Vamos. Est�o estorvando a guerra.
CAMPO DE PRISIONEIROS DE GUERRA
Finalmente chegamos. Pareceu-me estranho, mas...
esse era o quartel general que eu estava designado.
Um momento, senhor. A Irm� Teresa vai para l�.
- Bonjour, Monsieur Jean. - Como foi a ca�ada esta manh�?
Ruim, Irm� Beatrice. N�o tive frangos no caminho.
- Chegamos. Desculpe por me perder. - Esque�a.
- Tomara que seja o lugar certo. - Por aqui, senhor.
O escrit�rio do assistente fica no p�tio.
Levarei as malas ao seu quarto.
Ol�, amigo, como chego ao assistente?
D� a volta, � esquerda, senhor.
Monique, mostra o caminho ao tenente?
- Quer ver o Capit�o? - Sim, eu acho.
Por aqui, por favor.
As crian�as s�o deste orfanato.
� claro.
ASSISTENTE LOCALIZA��O DE VANGUARDA
- Aqui, senhor. - Obrigado.
Monsieur Watkins, o oficial procura o Capit�o Siebert.
O que �?
- � a sede do G2, SSS? - Certo.
Mandaram me apresentar aqui.
� o novo oficial da comunica��es!
O Col. Devlin gostar� de v�-lo. Siga-me, por favor.
Posso ver sua carteira da OAG?
Desculpe. Normas de seguran�a.
Obrigado.
Bom dia, irm� Genevieve. Como vai?
As Irm�s nos servem. Nos adotaram como seus �rf�os.
Sim. � um lugar incr�vel.
N�o achamos nada at� que o Capit�o Siebert achou este.
N�o gostamos de ficar muito perto do Ex�rcito.
�s vezes, n�o entendem nosso procedimento.
Entendo por que.
Ap�s cinco anos, voltam a organizar o local.
Nossos homens est�o ajudando.
- Aqui em cima? - Sim senhor.
- Watkins, senhor. - O que �, Watkins?
O oficial de comunica��es. Suas ordens.
- Tenente Rennick. Se apresentando. - Que bom que chegou.
Sente. Te atendo num instante. Onde estava?
- "A penetra��o... ". - Ah, sim.
A penetra��o pelos agentes franceses ou alsacianos...
ou de pessoa n�o alem� � quase imposs�vel. J�, Simonson?
- Sim senhor. - Agora, o dif�cil.
Pe�o que reconsidere nosso pedido...
para usar prisioneiros alem�es em nosso trabalho.
Achamos muitos candidatos nos campos de prisioneiros de guerra.
E do campo em Sarrebourg?
Disseram que ficariam l� mais dois dias.
Certo.
Acho que se forem treinados e souberem utilizar...
podem salvar vidas americanas.
Apenas aceitaremos volunt�rios, e nesse caso...
Localiza��o de Vanguarda. Fala o Capit�o Siebert.
Sim, est� aqui. Um momento. A G2, 7� Ex�rcito, senhor.
Fala o Devlin. Sim, senhor.
Podemos implementar o que falamos?
Estou certo que n�o se arrepender�. Obrigado, senhor. Adeus.
Esque�a o memorando. O velho concordou.
- Dizem para tentarmos. - Que gentileza.
Isso merece uma bebida, n�o acha, coronel?
- Certo. Abra a garrafa, Harold. - �s ordens, senhor.
Desculpe. Esqueci de apresent�-lo.
- Ele � o Gevers, Recrutamento. - Ol�.
- O major Richards, o segundo. - Bem-vindo ao clube.
- Vincent, Documentos. - Ol�, tenente.
Siebert... Onde est�? Siebert, Seguran�a.
- Prazer, Tenente. - O sargento Simonson...
o melhor em burocracia em ambos os lados do Atl�ntico.
Obrigado, senhor.
Ele � o tenente... Como disse que se chamava?
- Rennick. - Certo. O tenente Rennick.
O novo oficial de comunica��es.
Richards, queremos transporte para Sarrebourg amanh� de manh�.
Finalmente visitaremos seus amigos alem�es, Pete.
Desculpe, mas se puder, quero falar das minhas fun��es.
Isso pode esperar at� amanh�. Quer ir � Sarrebourg?
Ter� uma id�ia de como s�o as coisas.
Votre Sant�, messieurs. Ou, melhor dizendo, prost.
Prost.
N�o, senhor. Eu n�o. Quando perdoar a vida de algu�m como eu...
seria um tolo se colocasse � venda novamente.
- Farei o trabalho que voc� quer... - O pr�ximo.
Nunca fui interessado em pol�tica.
Fui for�ado a entrar no partido.
Era a �nica forma de obter uma promo��o.
Certo. O pr�ximo.
Sou o sargento Rudolph Barth, senhor.
� vontade, sargento. Sente.
- Fuma? - Sim senhor.
Dick?
- Obrigado. - Agora n�o.
Com que unidade estava quando foi capturado?
Com a 24� Infantaria. ou o que restava dela.
- Desertou? - N�o, senhor.
Me pegou uma das suas patrulhas enquanto...
visitava a esposa de um agricultor alsaciano.
Era uma mulher muito solit�ria, senhor.
H� quanto tempo est� na Wehrmacht?
- Desde 41, infelizmente. - E antes disso?
Numa f�brica de tanques em Hamburgo. Antes, no circo.
Sim, Sr. Cuidava de 2 tigres e um le�o. Uma leoa para ser exato.
- Perdi meu trabalho quando a velha morreu. - Esteve preso?
Sim, senhor, em 36, em D�sseldorf...
- e em 42, na Noruega. - Quais foram as acusa��es?
Como civil, roubo, e no Ex�rcito...
Como diria? Insubordina��o.
Espero que n�o me prejudique.
- E suas convic��es pol�ticas? - Minhas convic��es pol�ticas?
- Eu nunca tive. - Porque quer trabalhar conosco?
Porque ganham a guerra. N�o � uma boa raz�o?
Seja boa ou ruim, acho que � v�lido.
N�o importa a cat�strofe global enquanto voc� se beneficia.
Se quiser expressar assim.
Creio que h� alguns anos, pela mesma raz�o...
gritava "Sieg Heil".
N�o. Isso n�o. Essa mentira nunca engoli.
Pareciam muito com meus gatos para o meu gosto:
� perigoso dar-Ihes as costas.
Trabalharia para n�s embora tivesse que arriscar a vida?
N�o esperava um trabalho seguro nem agrad�vel.
Porque contratariam alem�es para isso se sua gente corre perigo?
- Certo. Pensaremos. - Pr�ximo.
O pr�ximo acho que � operador de r�dio experiente.
Desculpe. Posso fazer uma pergunta agora, senhor?
O qu�?
Quanto pagam?
Obrigado, sargento.
Mantenha os nossos separados dos demais.
Entendo, senhor. Eu cuido disso. Por aqui, senhor.
- Olha. - Queria saber o que fazem aqui...
N�o sabe? Buscam volunt�rios para trabalhar com eles.
- Encontraram algum? - Sim.
Mas aqui tem homens que lembrar�o seus nomes.
E um dia, quando ganharmos, cuidaremos deles.
Quando ganharmos? Ainda acredita nisso?
A� v�m os volunt�rios.
Vejam. Est�o dispostos a fazer qualquer coisa para salvar a pele.
- Como a maioria de n�s. - O que disse?
Sim, n�o somos diferentes deles.
N�o nos importava o que passavam enquanto n�o �ramos incomodados.
S� fechamos os olhos e continuamos o jogo...
at� que tivemos que enfrentar o inimigo errado.
Parece que est� pronto para se juntar aos americanos.
N�o sei. Isso exige coragem.
O meu problema � que quero ficar vivo.
Como a maioria de n�s, fala, mas n�o faz nada.
Paul. Paul, est� dormindo?
N�o. O que �?
Viu seus rostos esta manh� no p�tio?
Sim. Para alguns nada mudou. Mesmo agora.
Richter, os Amis querem te interrogar.
- Querem agora? - Sim. Venha comigo.
Sargento Paul Richter...
enfrenta uma corte marcial da Wehrmacht.
� acusado de trai��o ao F�hrer e a sua p�tria.
Tem algo a dizer em sua defesa?
- O que faz aqui? - Escuta escondido?
Acabem. R�pido!
- O que aconteceu? - Um prisioneiro caiu da janela.
Vamos lev�-lo antes de ter problemas.
- Venham com a luz. - Certo.
- Retirem-se, rapazes. - Nada para ver.
Disse para se retirarem. Voltem para seus beliches.
- De que quarto caiu? - Cair? Est� brincando?
Empurraram.
� melhor fechar a boca, Junge.
Certo. Vamos.
E voc�? Vamos.
- Monsieur Rennick. Monsieur Rennick. - Sim.
O Sgto. Watkins disse que um alem�o te procura l� embaixo.
Um soldado.
- Bom dia, Griffin. - Bom dia, senhor.
Queria me ver? O que �?
Lembra da manh� da minha captura.
Pensei que talvez pudesse me ajudar.
Da manh� da sua captura?
N�o se lembra dos alem�es que capturamos no bosque de Hagenau?
Ah, sim. Como est� o seu amigo?
Foi morto, senhor, h� dez dias.
Mataram? Quem?
Foi assassinado por outros prisioneiros.
Sim, fiquei sabendo. Foi jogado por uma janela, n�o?
- Sim - Caf�, Dick?
N�o, obrigado.
- � por isso que veio? - N�o, senhor.
� que... Bem...
quero trabalhar para voc�s, e achei que pudesse me ajudar.
- Sabe no que se mete? - N�o importa.
Mesmo que isso significa lutar contra os seus?
Penso que lutar contra eles agora � lutar por eles.
N�o � o assassinato do seu amigo que o leva a fazer isso?
N�o, senhor. Isso foi s� o �ltimo acontecimento.
- Sente-se. - Obrigado.
N�o � problema meu, mas o trabalho que far� aqui...
n�o � t�o inocente e simples como pensa.
N�o creio que h� diferen�a entre as duas formas de lutar.
N�o importa crer naquilo porque luta?
E voc� cr� em que? Voc� sabe?
Ou muda quando seu lado leva uma surra?
Pete, tem um cigarro?
Sente-se, cabo. N�o deixa te interromper.
- Obrigado, senhor. - Em frente. No que acredita?
N�o sei como dizer exatamente...
mas acredito numa vida em que ningu�m nunca tenha medo...
numa vida em que as pessoas sejam livres e honradas.
E sei que isso n�o existir� na Alemanha...
at� que tenhamos perdido.
Isso soa bem.
Como sabe que pode ser fiel a essas convic��es?
As coisas mudaram. Enfrentar� os seus.
Ent�o poderia ficar dif�cil manter suas cren�as.
N�o, n�o ser� mais dif�cil do que foi.
N�o mais dif�cil que lutar por algo que sabia estar errado.
Era enfermeiro. N�o lutou.
Estar l� � lutar.
Tem alguma raz�o, cabo. Griffin.
Sim, senhor?
Diz ao Richards que quero que ele fique uns dias.
- Sim senhor. - Te avisaremos.
Por aqui.
Parece um rapaz descente. O que voc� acha, Pete?
Sim, muito incomum neste neg�cio.
Na verdade, parece um dos poucos alem�es de confian�a.
E voc�, Rennick?
Sou um oficial de comunica��es.
Desculpe, n�o tenho nenhuma opini�o sobre eles.
N�o foi o que me pareceu h� pouco.
Pela sua maneira de falar...
parece que tinha um ponto de vista definitivo.
- Que � isso? - Se quer saber, senhor...
acho que s�o um bando de piolhos.
Se tivesse que decidir, escolheria o sujeito do circo.
� um bandido, mas pelo menos n�o estamos enganados...
sobre o motivo por trabalhar conosco.
Acho que se engana a respeito do rapaz.
Tem todo tipo de traidor. A mim n�o agradam.
Mas nossas opini�es n�o importam...
enquanto servirem para nossa causa.
Por isso, quando estiver trabalhando, ter� uma opini�o:
A correta para o trabalho.
- Tudo pronto para hoje? - Sim, �s 2:00 hs. Tiger e Freddy.
Revejam suas instru��es antes de atravessar...
� sua primeira vez.
Ah, Pete, quero que o tenente Rennick v�.
Poderia te fazer bem.
� tudo. Logo nos vemos.
2:00 hs.
Parte da terra de ningu�m foi marcada pela Divis�o G2...
como o local onde os agentes conhecidos como Tiger e Freddy...
cruzariam as linhas inimigas.
lam obter informa��es da SS e das tropas nesse setor.
era uma "miss�o tur�stica".
Campo minado. Esperem aqui.
- Campo minado. Esperem. - Minas.
Lembrem-se: O mais importante s�o as coordenadas no seu relat�rio.
� melhor n�o entregar que entregar sem ter certeza.
- Isso � simples. Diga-me... - Deixe que eu falo.
Tiger, �s vezes, por ambi��o...
tende a exagerar, a relatar coisas que n�o viu.
- Eu? Eu nunca minto. - A isso me referia.
Talvez n�o minta, mas exagera.
- Ok. Podemos ir. Fila indiana. - Vamos. Fila indiana.
O capit�o Ian�ar� uma cortina de fogo para nos cobrir.
Come�ar� logo.
� isso. Prepare-os, tenente.
- Est�o pronto? - Freddy, voc� primeiro.
Seu sinal de perigo: Cinco D.
- Hora da transmiss�o: 24:00 hs. - Sim, senhor.
- Tenho uma pergunta. - O qu�?
Quem � o capit�o da equipe? Quem comanda?
- Sil�ncio! - Voc�, Tiger.
� respons�vel por seu parceiro.
- Bem. Enquanto eu sei. - Ok. Boa sorte a ambos.
Em frente. Vou segui-lo.
Ok. Mas lembre-se, desde agora, dou as ordens. Vamos.
Ao norte. Fique � esquerda. Vai parar num instante.
As linhas alem�s est�o a 300 m daqui.
COMPANHIA D Um, dois, tr�s, quatro.
Um, dois, tr�s, quatro.
ZONA RESTRITA Dede, cuida deles.
Lang, um novo h�spede para seu hotel.
Sim, eu sei. Aqui.
Prontos? Exercitando. Um, dois, tr�s, quatro.
COMPANHIA D - QUARTEL DOS SOLDADOS SALA DE ESTAR - JANTAR Monique. Oi, Monique.
ENTRADA PROIBIDA
Recebemos seu expediente hoje. Seu nome c�digo � "Happy".
Sim, senhor. Coloquei ele com o Tiger e Fritz.
Muita sorte. Est� em boas m�os.
Siga-me, por favor.
� a cama ao lado da janela.
Voc� far� sua cama.
Me entregar� seus pertences pessoais...
e te darei um recibo deles.
E minha carteira? Me tiraram.
Tinha fotos dos meus pais.
Gostaria de ficar com elas.
Seus documentos pessoais ficar�o no quartel general...
at� o final da guerra.
Disseram que seu nome c�digo � "Happy"?
Sim.
Como ver� nesta lista de regras, sob nenhuma circunst�ncia...
revelar� seu nome ou sua identidade a ningu�m.
Lembre-se.
Ok, Happy. Quieto.
Ok.
- O nome do seu pai? - Friedrich Maurer.
- Profiss�o? - � m�dico. � cirurgi�o.
- Quando o viu pela �ltima vez? - H� um ano, em Berlim.
Trabalhava num hospital de l�.
Pensei que na Am�rica s� tiravam as digitais dos criminosos.
Vamos, rapazes. Vamos.
Aqui. Aqui.
Vamos. Andando. Depressa.
Este � um exemplar da lista negra da Wehrmacht.
� o maior perigo para um agente do Reich.
Tem o nome de todos os suspeitos.
� atualizada com um suplemento semanal...
tendo o n�mero da semana em destaque.
O que �, Happy?
Vamos. Fique em p�. Que o p�ra-quedas n�o te arraste.
N�o. Mais forte a corda inferior.
- Rennick. Rennick. - Sim, senhor.
Quando foi o �ltimo contato por r�dio com Freddy?
Quatro noites atr�s.
- Enviou seu sinal de perigo? - N�o. Foi com planejado.
Transmitiu 20 minutos a partir da meia-noite.
Segundo suas notas, n�o foi essa a �ltima noite que Tiger o viu?
Sim, senhor, pr�ximo �s 9:00 hs.
O que quer que pense?
Que o tenente Rennick mente e voc� diz a verdade?
N�o sei. Posso ter cometido um erro.
Poderia ter cometido um erro.
Te advertimos, Tiger...
que seria o respons�vel por sua seguran�a.
E agora vem com uma hist�ria da China.
Foi preso pela Wehrmacht e enviado ao front.
Falo a verdade. Disse para n�o sair � noite, n�o ligou.
Como sabe que foi enviado ao front?
Tenho amigos em Mannheim. Um deles investigou.
Um momento. N�o disse que n�o simpatizava com Freddy...
e que discutiram?
- Ou ent�o mentiu agora? - N�o minto, senhor.
Sim, discutimos. Me chateei e o acertei. E saiu correndo pela rua.
- Por que n�o disse antes? - Eu fiz.
Mas n�o disse que foi na mesma noite. Estava assustado, s� isso.
Sabe t�o bem como eu que logo estaremos na Alemanha...
em cada cidade e vila.
Se nos traiu como agente duplo ou bandido...
acabar� diante de um pelot�o de fuzilamento.
N�o tenho motivo para preocupa��o. N�o fui desleal, senhor.
- Leve-o, Watkins. - Sim, senhor. Vamos!
Deixe-me provar que disse a verdade.
Fora!
Tem um cigarro, Rennick?
N�o � o melhor mentiroso, mas sim o maior.
Quanto os alem�es pagariam?
Retorne ao quartel dos soldados...
e o tratem como se nada tivesse acontecido.
Siebert, contate o CIC e diz que � urgente.
Ol�. Cap. Hendrickson, 708� Cadetes de Vanguarda, por favor.
Sei que parece loucura mas talvez falasse a verdade.
� um mentiroso muito esperto para mentir t�o mal.
O que h� de novo na Companhia D?
Sabe o que significa a D?
"Dos condenados". Que somos.
Tome, Moniquechen. Se algu�m merece repetir esta noite, sou eu.
N�o preciso dizer que a comida do outro lado do glorioso Reno d� nojo.
O que acontece?
Vou para uma miss�o enquanto voc�s ficam aqui...
e quando volto, me olham como se...
- Por Deus, digam alguma coisa. - O que aconteceu com o Freddy?
- Era seu parceiro, n�o? - Claro, e foi apanhado.
O qu�? � o risco que todos corremos.
Lembro que ningu�m se alterou tanto pelo vermelho...
quando se perdeu.
- O Vermelho? Isso foi diferente. - Como voc� sabe?
O que sabem disso?
- Nada. - Olha como fala.
O Freddy foi pego porque n�o estava pronto.
Era bobo e burro como o resto de voc�s!
Cale a boca, Tiger!
E o resto, chega.
Ok. Esque�am. Vejam.
Ouviram a can��o: "Talvez tudo isso ser� esquecido"?
Toco novamente.
- Pode me dar uma x�cara de caf�? - Claro.
Quem era o Vermelho?
Um rapaz que errou o local.
N�o saltou quando acendeu a luz verde.
Pousou a 32 km do seu alvo perto de umas barracas da SS...
e seu p�ra-quedas se enroscou numa �rvore.
� raro. N�o precisa se assustar.
N�o estou com medo. Ok, saltar.
O que te d� medo?
Desculpe. N�o era minha inten��o ser intrometida.
N�o se preocupe. N�o me incomoda.
Sabe? Eu fazia o mesmo trabalho...
e me deu medo a primeira vez que saltei.
Talvez de modo diferente...
mas por isso creio saber o que o preocupa.
Sim? O que �?
Tem medo de ter que enfrentar os seus, n�o �?
CORONEL DEVLIN - COMANDANTE Entre.
- Mensageiro, senhor, com uma carta. - Sim?
- � o coronel Devlin? - Certo.
� do Col. Williamson, senhor. � secreto.
Vamos. Depressa. Reuni-los torna-se cada dia mais dif�cil.
- Que � isso? - Sil�ncio.
Ok, senhores, esta � a coisa:
O general Jaeger, no comando do Quarto Corpo...
aqui, na barranca oriental do Reno...
enviou emiss�rios para a Su��a que informaram...
estar pronto para se entregar...
quando estabelecer contato com nossas tropas.
Solicitou uma miss�o de r�dio...
escondida em Mannheim como elo de comunica��o...
entre seu quartel e n�s. Ficou claro?
Certamente.
Parece que os alem�es acordaram.
A G2 aprovou o pedido de Jaeger...
e pediu uma miss�o tur�stica 400 km atr�s deste setor...
nos arredores de Munique para saber quantas...
for�as motorizadas os alem�es podem ter...
no caso de acontecer a rendi��o.
A G2 tamb�m suspeita que elementos do 11� Corpo Blindado...
est�o aqui como reservas motorizadas...
para serem usados onde necessitarem.
A miss�o de Mannheim necessitar� um operador de r�dio...
e um agente de primeira que conhe�a a cidade...
e tenha contatos confi�veis.
- O que planeja, coronel? - N�o v�o reclamar.
O �nico que pode fazer � o nosso amigo Barth: Tiger.
Este � o relat�rio do CIC que chegou ontem sobre a miss�o do Tiger.
Verificaram sua vers�o, e parece que tudo que disse era verdade.
Al�m disso, a G2 classificou sua miss�o de intelig�ncia um A.
- E ainda, ele... - Nasceu e cresceu em Mannheim.
Correto.
Ent�o, pense o que pensar dele, � a op��o l�gica.
E seu parceiro, o r�dio operador?
Prefiro falar disso mais tarde. Primeiro, a miss�o tur�stica.
Quero mandar o Happy. Alguma obje��o?
N�o, senhor. Mas juro que n�o entendo porque enviar o Tiger.
- Richards, Monique est�? - Sim senhor. Esperando l� fora.
Diz para entrar.
Um momento, Pete. Ainda n�o suba no avi�o.
- Pronto, Bob? - Sim. Pronto.
Entre, querida.
Sente-se, Monique. Quer uma x�cara de caf� ou um cigarro?
Um cigarro, senhor.
Conte sobre o Tiger, Monique.
Notou algo recentemente que dever�amos saber?
N�o, senhor. N�o mudou.
Como sempre, n�o combina com os outros e � dif�cil...
nada mais.
O que acha de envi�-lo � outra miss�o?
Eu enviaria, senhor.
Eu enviaria se quisesse me livrar dele.
Ok. E Happy?
Acho que, em muitos sentidos, � o melhor.
Por qu�?
Bem, porque � o primeiro alem�o...
que conhe�o que cr� no que faz.
Acha que est� pronto para ir?
O que � isso, Monique?
S� uma coisa poderia gerar dificuldades...
talvez por ser jovem e honesto.
Pode come�ar a vacilar uma vez de volta � sua p�tria.
Se esta miss�o � dif�cil, acho que seria melhor esperar.
Vem agora, Monique.
� seu primeiro trabalho desde que os alem�es partiram.
Olha, nos conhecemos h� muito tempo.
O acordo que fizemos na Arg�lia, antes de vir para a Fran�a...
� que seria sempre honesta comigo, certo?
- Sim - Ent�o, quero perguntar algo.
Sei que o que disse de Happy est� certo...
mas sinto que est� omitindo algo.
- O qu�? - Est� apaixonada por ele?
� um boche, senhor, como todos os demais.
Temos muito para esquecer antes de poder am�-los.
- Posso ir? - Sim, claro. V�.
Obrigado, senhor.
- Richards. - Sim, senhor?
Quero transferir Monique. Temos outro trabalho para ela?
Verei o que posso fazer. A Esta��o K seria bom?
Claro. Claro, tudo bem.
Quanto ao r�dio operador para a miss�o de Mannheim...
os alem�es pediram para ir um oficial.
O Ex�rcito est� de acordo. Acham que demonstra nossa seriedade.
Portanto, neste caso, o americano ser� o operador.
- V� em frente, coronel. - Entendeu, Rennick.
N�o posso ordenar que fa�a, e nessas circunst�ncias...
ningu�m o culpar� se disser n�o.
E um oficial do Centro de Comunica��es?
O treinar�amos em poucos dias.
N�o fariam nem em algumas semanas.
Se a preocupa��o � o Tiger, posso lidar com ele.
Daria trabalho me manipular.
N�o entendo.
H� algumas semanas, parecia que n�o gostava desse trabalho.
- Mudou de id�ia. - N�o. Eu n�o.
Mesmo n�o gostando, mas n�o temos alternativa.
Tamb�m disse que era importante, n�o �, coronel?
- Algu�m tem um cigarro? - Sim, claro.
Sabe que n�o fumo.
Est� bem, senhor. Verificando seu equipamento.
Sua p�. Vai aqui.
Sua arma de desembarque, p�ra-quedas, capacete, luvas.
A mochila � para o r�dio.
P�e voc� para ver se est� bem.
- Ok. - Tudo em ordem, Rennick?
At� agora, n�o tenho queixas.
- Embalou o p�ra-quedas, Willows? - Sim, embalei hoje.
Vejo que colocou todas as suas medalhas Barth, talvez mais.
A SEGURAN�A PRIMEIRO N�o, senhor. Todas s�o minhas.
A Cruz de Ferro na Noruega, a Sturmabzeichen na Fran�a...
e a Winterkampagne do 41, no leste.
Quantos de n�s matou para consegui-las?
Nenhum. Consegui do meu modo. �s suas ordens, Herr Oberst.
N�o se apaixone por isso. Enterrar� seu equipamento quando aterrissar.
Sim, senhor.
Pode ir pelo seu uso pessoal. Martin.
- Sim, senhor? - Leve-o � loja de acess�rios.
Sim, senhor.
- A que horas despejar�o? - � 1:00h, senhor.
Se o tempo se mantiver.
Ok. Quando terminarem, v�o � sala de reuni�es.
LOJA DE ACESS�RIOS - Tem sua lista? - Sim.
Toma, querida. Entregue seus artigos.
GUIMBAS
Uma b�ssola. Cigarros alem�es, tr�s ma�os.
Cupons de ra��o da Wehrmacht. Benzedrina, cinco comprimidos.
S�o estimulantes. N�o tome mais de um por dia.
Laminas de barbear alem�s, seis. E um barbeador.
Mapas alem�es, p�ginas Y3, Y4, Y5.
Vejamos. Isso � tudo.
- Boa sorte. - Obrigado, Monique.
Ok, Happy. Aqui est�o mais dois clientes, Monique.
Se precisar de algo mais, senhor, me avise.
Se terminou, o coronel quer voc� na sala de reuni�es.
Sim, senhor.
Esses s�o seus documentos, senhor.
Seu Soldbuch com seu cart�o de sa�de dentro, e suas ordens.
O dinheiro e certificados de viagens est�o neste envelope.
Ok, Happy. Repassando novamente.
Nome de viagem?
Steiner, Karl, enfermeiro da Luftwaffe, n�mero L43587.
Tiramos sua idade, origem, etc, do seu pr�prio Soldbuch.
Pelo menos n�o precisa memorizar. Qual � seu quadro?
Aus�ncia por doen�a. Volto do hospital de Bad Reichenhall.
Que m�dico assinou suas ordens?
Foerster. Tive pneumonia.
Marcamos no cart�o de sa�de com 7.
Ok. Agora, mostre sua localiza��o.
Aqui, a leste de Munique, perto de Fridolfing.
Enterro meu equipamento e vou para Munique pela estrada Wasserburg.
Regresso � minha unidade, perto de Mannheim.
E sua rota?
Munique, Augsburg, Stuttgart e Mannheim.
- E qual o seu objetivo? - Localizar o 11� Corpo Blindado.
Acredita-se que seu quartel est� a noroeste de Munique.
E se mudar de rota?
Tenho outras ordens de viagem, e um carimbo de data.
Correto. Est�o aqui.
Ordens extra, carimbo de data e o selo oficial da Wehrmacht.
Marque seu mapa de modo que s� voc� possa interpretar.
- Eu sei, senhor. - Desculpe, senhor.
Rennick e Tiger est�o prontos. N�o temos muito tempo.
Entrem. Volta, Happy.
Mesmo n�o fazendo tudo, deve voltar em 5 dias.
- Sim, senhor. - Ok, Happy.
Como se sente sendo civil novamente?
Bem. Diz ao piloto para me deixar em Cleveland, Ohio.
Se quer voltar para Cleveland, concentre-se nisso.
Onde fica sua casa?
� numa pradaria 5 Km ao sul de Beerfelden, senhor.
Sabe onde � isto exatamente?
S� vi no mapa durante 3 dias.
Caso se separem na aterrissagem...
qual � o endere�o do ref�gio em Mannheim?
Neckarstrasse n� 18, segundo andar, fundos.
- 18? Tem certeza? N�o � 28? - Dezoito.
Pare de brincar, Pete. E voc�, Barth?
Seu povo em Mannheim deixar� o tenente entrar?
Sim, deve tocar quatro vezes, com uma pausa ap�s duas.
Quando abrir, basta dizer: "Sauda��es do Tiger".
Ok. O pessoal de Jaeger sabe onde localiz�-los.
- Mais alguma coisa? - Sim.
Uma coisinha.
J� que estamos falando aqui, como amigos...
eu diria que o que aconteceu ao Freddy n�o acontecer� comigo.
Se me pegarem, n�o ser� culpa minha. Ok?
- O que quer dizer? - O que eu disse.
O tenente Rennick n�o vai querer ir...
� Mannheim s� por divers�o.
Al�m disso, qualquer diverg�ncia...
seja qual for, o Rennick sempre ter� raz�o.
Entendeu bem, Barth. O Tte. Rennick sempre ter� raz�o.
N�o sei. �s vezes prefiro ir que ficar.
N�o se engane, irm�o.
Preparar. Nos aproximamos do 1� objetivo.
Aos seus postos!
O endere�o! Esqueci o endere�o em Mannheim.
- O qu�? - Esqueci o endere�o!
- Neckarstrasse N� 18. Dezoito! - Objetivo!
Neckarstrasse N� 18. Dezoito!
Neckarstrasse N� 18. Dezoito.
Bom, amigo, O que sente indo para casa?
Para casa? Espero que bem.
Se est� com fome, o amigo te d� um sandu�che.
N�o, obrigado.
At� logo, rapazes. Avisarei uns minutos antes de aproximarmos.
- � americano? - Por qu�? N�o pare�o?
- Desculpe. N�o quis dizer isso. - N�o?
Espero que antes disso terminar...
possa acabar com alguns intolerantes como voc�.
- Nos odeia, n�o? - Diga o que quiser.
N�o sinto compaix�o...
quando uma s�rie de bombas de 45 quilos deixam a estante.
- Toma um caf�. - Obrigado.
O piloto disse que pode cair a 3 km da sua localiza��o. Vamos.
Prepare-se!
Objetivo!
A pr�xima parada: Munique, o centro da cidade.
Aqueles que continuam sua viagem carimbam suas ordens...
em Frontleitstelle, na esta��o principal.
Extra! Extra! O M�nchener Post.
Ei, tem 10 pfennigs? Que chato. N�o tenho troco.
- Tome. Aqui est� um marco. - Obrigado.
Pegue, Mutter. Fique com o troco.
- O que procura? - A Frontleitstelle, por favor.
- L�. - Obrigado.
Regresso � minha unidade do hospital de Bad Reichenhall.
Quem fez a lista de seguran�a?
A n�mero nove n�o chegou. Esta � a passada.
Obrigado.
Steiner, Steiner. Certo.
Em Mannheim, atrav�s de Augsburg, Ulm, Stuttgart.
D� seus dados ao Kontroller da Wehrmacht...
l� fora, na plataforma. O pr�ximo.
Por favor, tenho um amigo no 11� Corpo Blindado.
Sabe onde fica seu QG?
- O 11� Corpo Blindado? - Soube que estava aqui.
- N�o estavam em F�rth? - Sim, na periferia de Nuremberg.
- Obrigado. - Em Freiburg.
Por favor, n�o se amontoem. Um por vez.
- Acontece algo com o meu bilhete? - Espere.
Vou verificar com o Unteroffizier.
Quando sai o trem para Nuremberg?
Suas ordens?
N�o sei se recuperaram a via para Nuremberg. Um momento.
- Claro. Tem um trem �s 9:30h. - Trudy, o de Nuremberg circula?
Sim, terminaram os trabalhos na via.
- Acho que estava certo. - Como sempre, Fr�ulein.
Vamos. � a linha sete.
A noite � mais curta com algu�m para conversar.
Espero n�o incomodar, mas queria fazer uma pergunta.
Onde pegou todo o seu dinheiro?
- Qual dinheiro? - O pacote que est� no seu bolso.
Me deviam soldo de tr�s meses. Al�m disso, n�o � muito.
N�o me importo quanto seja, desde que possa...
me emprestar, digamos... metade?
Deixe-meeu explicar. Preciso de dinheiro...
e estou disposto a deixar voc� se beneficiar.
Olha. Escolha.
Em que lugar do pa�s conseguir� neg�cio melhor?
Papel por ouro.
A barriga gorda em que pendia j� est� muito mais magra.
Mas talvez isso. � um melhor investimento para um jovem como voc�.
Vem de um bom casamento.
Acho que usava em conjunto, sim, 25 anos. Que tal?
N�o, obrigado. N�o planejo casar.
Bem, depende de voc�.
Mas se mudar de id�ia, lembre-se que ajudar� um amigo.
Quem sabe? Talvez um dia necessite uma.
� melhor dormir um pouco.
Sabe? �s vezes invejo os homens no front.
Pelo menos economizam dinheiro. Eu gasto todo o meu aqui...
em trens ou �nibus, no muito em minha moto.
Sou Scholtz, mensageiro especial das Waffen SS. Haja t�tulo, heim?
Mas dinheiro? N�o.
Bem, felizes sonhos, cabo.
Seu principal objetivo � localizar o 11� Corpo Blindado.
N�o estavam em F�rth?
Pode-se ser fiel �s suas convic��es?
Enfrentar� os seus.
A barriga gorda em que pendia j� est� muito mais magra.
Poderia ter dificuldades para manter suas convic��es.
Alto! Ou�am! Alto!
Des�am todos! Alto!
Alto! Alto!
Vamos. Continuem andando.
Temos que limpar a linha. V�m outros trens.
Vamos.
Ei! O que �? Essa � Nuremberg?
Sim. Fomos atacados por tr�s horas esta manh�.
Manter forma��o.
Todos os desviados na Frontleitstelle.
Sabe se o 11� Corpo Blindado continua em F�rth?
O 11� Corpo Blindado? N�o, eu n�o sei.
Como chego em F�rth?
N�o sabe ler? L�.
Continuem andando, por favor.
- Bombardearam minha irm� essa noite... - Com licen�a.
- Pela terceira vez. - Quanto tempo mais?
Quanto acha que suportaremos?
N�o fale assim.
Sim, E ainda reclamava da comida.
"D�o no front", ele disse.
Riu como se estivesse louco. Fritz, meu filho.
Karl. Karl.
Herr Maurer. Com licen�a. Com licen�a, por favor.
� Karl Maurer, n�o �? N�o se lembra de mim?
Sou Paula Schneider. Trabalhei para o seu pai em Berlim.
Sim, me lembro. Era chefe das enfermeiras na sua cl�nica.
Acho que � o uniforme. Nos faz parecer diferente.
H� quanto tempo est� na Luftwaffe?
Me recrutaram em 43.
Olha. Lembro quando entrou na escola.
Ainda viviam em frente � cl�nica.
Isso foi h� muito tempo, n�o?
Controle oeste Nuremberg. Des�am todos os passageiros.
Vi o seu pai ontem no hospital de W�rzburgo.
- Viu o meu pai? - Sim.
Sabia que estava lotado l�?
Sim, soube que foi transferido de Berlim.
Est� melhor em W�rzburgo. Certamente, ir� v�-lo?
Tento conseguir permiss�o para ir l�.
V�o dar. Basta dizer que h� muito tempo n�o v� o seu pai.
- Nome e categoria? - Schneider, Paula. Enfermeira, 347.
Ok, v� em frente. Nome e categoria?
Acho que n�o selaram minhas ordens hoje.
Ter� que ver o Feldwebel. Est� no controle.
Desculpe. Acho que posso ajudar. Conhe�o o cabo muito bem.
Seu pai � chefe de cirurgi�es no hospital de W�rzburgo.
- Se quiser... - Tranquilo, Fr�ulein Schneider.
� apenas uma formalidade. Vai.
Quando v�-lo, cumprimente-o por mim.
Sim. Obrigado. Auf Wiedersehen.
Aonde vai? � ali, � esquerda, junto ao monumento.
Esse � controle, n�o a Kommandatur.
N�o posso fazer nada se seus documentos n�o est�o em ordem. Vai.
Eu sei. Eu sei. Voc� n�o. N�o posso deixar passar.
- Cabo Steiner se apresentando, Sr. - Sim?
N�o pude ir porque n�o carimbaram minhas ordens em Nuremberg.
Procuro o quartel do 11� Corpo.
O 11� Corpo? Se foram tem uns dias para Crailsheim.
Vejo que tem 2 anos no Ex�rcito.
N�o sabe que deve carimbar suas ordens?
Olha quem est� vindo.
Oi, Heinz. O que aconteceu?
N�o te via com seu cavalo castanho h� muito tempo.
Acabei de voltar do leste. Mas, como ver�...
n�o demoro muito a viajar.
Vou � W�rzburgo.
- Bem, mas se n�o � o cabo. - Conhece ele?
Se conhe�o ele? � um bom amigo meu.
- Alguma coisa errada? - N�o, nada grave.
Pode passar desta vez.
O cabo Scholtz e ele podem passar.
Obrigado. Retorno amanh�.
Viu? �s vezes � bom ter um amigo. Aonde voc� vai?
Quero chegar a Crailsheim esta noite.
Se n�o se incomodar de dar uma volta, te levo. Vamos.
Volto logo. S� tenho que pegar algo na Kommandatur.
Frau Karen. Frau Karen, coloca 10 litros?
Claro, senhor. Sempre tem para voc�.
- Bom dia, senhor. - Bateram forte aqui em W�rzburgo.
Sim, no outono passado. Mas est� retornando � vida.
Trouxeram uma f�brica qu�mica da Pr�ssia no m�s passado.
Tem um hospital aqui, n�o �?
Sim, l�, na Berg.
A maioria dos feridos do oeste passa por aqui.
- � ao lado da f�brica. - Tem um telefone?
L� dentro. � uma linha do ex�rcito.
Est� � direita.
- Sim? - Com o hospital, por favor.
- Al�. - Hospital de base?
- Sim. - Posso falar com o Dr. Maurer?
- O Dr. Friedrich Maurer. - Por favor, aguarde.
Vou avis�-lo.
Al�?
Al�. Dr. Maurer falando.
- Telefonista, me chamou? - Sim. A pessoa est� na linha.
N�o ou�o. Al�. Al�. Chama o Dr. Maurer? Al�.
Telefonista, deve ser um engano.
Tem amigos aqui?
Pensei isso.
Conhe�o um bom lugar onde podemos passar a noite, perto de Crailsheim.
� um pouco longe, mas vale a pena.
- Heil Hitler, Frau Karen. - Heil Hitler.
N�o h� mais quartos. Est�o todos ocupados.
Eu sei.
- Disse que n�o tem. - Frau Kollwitz est� na frente?
- N�o pode fazer nada... - Vem.
� um dos poucos lugares na Alemanha...
onde um soldado consegue uma cama limpa e uma garrafa de vinho.
Claro, se tiver dinheiro.
Ou se tem um amigo que paga.
Sim.
- Ei, Fritzi est�? - Fritzi? Sim, acabo de v�-la.
- Ei, n�o te conhe�o? - Voc�? N�o me lembro.
- Mentirosa. Fritzi est� no escrit�rio? - Sim, l�.
Cuida do meu amigo. Volto logo.
Ainda tem vinho para os h�spedes especiais. Voc� quer?
Este lugar � legal?
Faz parte da Wehrmacht, como voc� da Luftwaffe.
Apenas dan�ar � ilegal.
Mas tamb�m, � como se v�.
- Voc� quer troco? - N�o, esque�a.
Obrigado. N�o podia ter pedido, mas morreria de fome se n�o fizesse.
Abrimos s� dois dias por semana.
O 11� Corpo Blindado continua por aqui?
Duas cervejas.
Estavam em Crailsheim, aqui perto, mas se foram.
S� ficaram alguns administrativos.
E ocasionalmente, temos h�spedes passageiros, como voc�.
- Quer dan�ar? - N�o, obrigado.
Acho que n�o dev�amos dan�ar hoje em dia.
Nem beber vinho, mas isso n�o te incomoda.
Deve ter liga��es. E se me conseguisse uma bebida?
Pegue. N�o tenho sede.
Obrigado, senhor.
Interrompemos essa transmiss�o com not�cias de �ltima hora.
Na frente ocidental, nas proximidades de Mannheim...
Desligue.
- Anda, Kurt. - Anda, Kurt. Queremos m�sica.
- Sim, m�sica. - Que tal uma valsa?
- ... press�o inimiga pr�ximo de Koblenz. - Ainda interessado nisso?
- Se importa? - N�o. S� me chateia.
Quem quer saber hoje em dia?
Nossos granadeiros mant�m suas posi��es heroicamente.
Manter suas posi��es. Nada muda.
Uma manh�, abrir� a janela e os Amis estar�o aqui.
Hilde, por favor, manda parar.
- O qu� �? - N�o posso evitar. Me faz chorar.
Tem um an�ncio da Kommandatur de Munique.
O p�ra-quedista inimigo relatado ontem perto de Altenmarkt continua solto.
Acredita-se que usa botas da Luftwaffe...
como indicado em suas pegadas perto do para quedas enterrado.
- Algo importante? - N�o, nada importante.
Hilde, n�o te via desde Leipzig.
Sim est� diferente.
Fritzi, ele � o cabo... Ei, como se chama?
- Steiner. Karl Steiner. - Eu sou Scholtz.
E ela � Fritzi Kollwitz.
Est� tudo em ordem. Temos um quarto...
e, gra�as � Fritzi, boa comida.
E agora, o mais importante, que tal uma bebida descente?
N�o � assim t�o f�cil, Heinz. Mas vou ver o que posso fazer.
Tivemos sorte de nos conhecer, n�o Karl?
Voc� tem dinheiro e eu sei como gastar.
Desculpe, ainda quer dan�ar?
N�o � t�o lento como pensava.
Espero que n�o pense que me faz um favor.
S� mudei de id�ia. � isso.
Mais r�pido, n�o muito.
- Onde aprendeu dan�ar? - Numa escola, em Potsdam.
N�o dan�a desde ent�o? Por favor, cabo, n�o vou quebrar.
- Assim est� melhor? - Sim, n�o?
- Vem, Hilde? - J� vou.
Linda, n�o? Perdeu a perna h� um ano em Wroclaw.
- Faz parte de um show? - Sim. Soldaten Variet�.
� melhor que ser oper�ria, mas n�o muito.
Talvez n�o seja o que deseja.
Talvez um tenro jovem como voc�, prefere algu�m da sua idade.
- Voc� n�o � da minha idade? - N�o seja generoso.
Se me tivesse visto alguns anos atr�s...
No Ver�o de 42, tinha um major italiano em Mil�o.
Queria casar comigo.
Olha. Fritzi achou algo especial, um Steinhager. Oitenta por cento.
Experimente, Hilde.
Ningu�m toca nisso.
- E voc�? - N�o, obrigado.
O qu�? Aproveita enquanto pode, soldado.
Talvez n�o volte a acontecer. Podemos todos morrer de uma vez, r�pido.
Me d� um dos seus cigarros?
De qualquer forma, nos divertimos, n�o?
Demos ao mundo 12 anos que nunca esquecer�o.
E fa�am o que fa�am, nunca poder�o nos esquecer.
Aqui est� uma can��o composta por nossos soldados...
quando estavam em Paris.
Somos os boches novamente.
Mas lembro Paris em 41, o primeiro ver�o.
Conhece Paris, Karl?
N�o. A �nica parte da Fran�a que conheci foi a Als�cia.
Als�cia?
Sim. Estive l� com minha unidade h� alguns meses.
Nenhum verdadeiro alem�o considera a Als�cia parte da Fran�a.
� t�o alem� como a Renania ou o Sarre.
Lembro como Fran�a porque a tomamos dos franceses.
N�o tomamos. Recuperamos.
Tomamos o que nos pertencia e talvez mais.
- Fizemos e voltaremos fazer! - Heinz. Heinz, por favor.
Est� certo, Fritzi. Est� certo.
V� que boa influ�ncia s�o as mulheres?
�s vezes, nem sempre.
� melhor dormir um pouco. Devo levantar cedo.
Claro, v� em frente, cabo.
A recepcionista o levar� ao seu quarto.
N�o esqueceu s� de despedir, cabo...
mas esqueceu essas coisas l� embaixo.
E deixou isso na mesa.
Obrigado.
Sabe? H� tempo n�o vemos alguns desta marca.
Um m�dico me deu num hospital.
- Quer um? - N�o. Gostaria de dormir um pouco.
Quer que eu v� embora, n�o?
Sim, �.
N�o te agrado. Por que n�o disse?
Isso n�o tem nada a ver.
O que acontece � que sinto pena de voc�.
Sente pena de mim? Quem se acha?
Conheci homens melhores e eles n�o me menosprezaram.
Mas eu acho que n�o foram criados como voc�.
conhe�o o seu tipo. O alem�o B�rger, puro e honrado.
Te ensinaram a manter dist�ncia a ter as m�os limpas.
Pois, agora est� t�o sujo como o resto de n�s.
Ande. V� embora.
E deixa te dizer algo.
Amei um homem que foi t�o decente como voc� se acha.
Al�m disso, ele me amava.
Mas foi morto na Noruega.
E quando estava gr�vida, sua fam�lia me rejeitou...
como uma estranha.
Consegui um trabalho. N�o me orgulho, mas nos mantiveram vivos.
Ent�o um dia, mataram a minha filha.
Houve um ataque a�reo.
E quando cheguei em casa naquela noite, depois do trabalho...
n�o restava nada da rua onde morava.
N�o consegui encontr�-la. Nunca a achei.
Desde ent�o, n�o me importa o que aconteceu.
S� odiava. Odiava a todos.
Mas, principalmente eu mesma.
Por qu�? Quer saber por qu�?
Porque tinha fome.
Fome de um pouco de bondade de amor e...
N�o sei.
Talvez tenha sido culpa minha.
Enfim, aqui estou:
Suja, desesperada e sozinha.
H� milhares e milhares como eu.
Bem, agora voc� me conhece. Est� satisfeito?
Tome. Beba isso. Ande.
Desculpe. N�o pude evitar.
O que �, linda? Algo errado?
Saia.
Eu disse para sair.
Achei que tinha dito que estava cansado.
H� milhares e milhares como eu.
Demos ao mundo 12 anos que nunca esquecer�o.
Sabe no que est� se metendo?
Al�. Chama o Dr. Maurer? Al�.
Seu pai est� no hospital de W�rzburgo.
L�, na Berg. Est� ao lado da f�brica.
Seu objetivo principal � localizar o 11� Corpo Blindado.
Ei, cabo Steiner.
Aqui tem uma mensagem sobre o seu transporte.
- Deve se apresentar no Marktplatz. - Obrigado.
Poderia me ajudar, cabo?
Tenho que falar com voc�. � mais perto por aqui.
Me segue?
Olha, n�o � problema meu o que voc� � ou o que fez, mas...
Do que est� falando?
Sei que � dif�cil acreditar que digo a verdade.
Mas deve confiar em mim. Deve.
O qu� �?
Ontem � noite, sabe quem me mandou ao seu quarto?
Scholtz. Ordenou te vigiar.
Cuidado.
Obrigado, cabo, por me ajudar. Eu posso carregar.
Ei, Steiner, tenho que retornar � Nuremberg.
Mas o caminh�o de l� vai para onde voc� vai.
Est� acertado. O condutor sabe de voc�.
Desculpe por ontem � noite. Bebi demais.
Tenha uma boa viagem.
Certo.
Toma, reparta.
N�o disse que foi Scholtz que te ordenou me vigiar?
Sim.
Se fez, por que me contou?
N�o tenho certeza do motivo.
Mas ontem � noite, pela primeira vez...
fez que eu percebesse o que me aconteceu.
Que n�o posso continuar assim. Que h� alguma raz�o...
Certo.
Suponhamos que disse a verdade, que Scholtz suspeita de mim.
Isso n�o prova que ele tem raz�o.
N�o me importa se tem ou n�o. S� sei que andam atr�s de voc�.
Olha, Karl, conhe�o essa gente. Conhe�o muito bem.
Se precisa de dinheiro, toma, tenho esse anel. Pode vender.
Hilde, o cabo disse que isso te manter� aquecida.
N�o, obrigada.
Voc� conhece o homem ali?
- Qual? - No fundo, de �culos.
- Alto! - N�o.
- Alto! - O qu� �, senhor?
Des�am todos.
Digo, exceto as senhoras.
Karl, cuidado. N�o menti pra voc�.
Acha que ainda pode ver no que atira?
Sim, � suas ordens, Herr Oberleutnant.
- Bem, sargento, leve-os. - � esquerda. Marchem.
Levem as mulheres para a aldeia e inspecionem o caminh�o.
Sim, senhor.
Ok, vamos.
Destacamento, alto!
� esquerda!
- Mais dezoito. - Pegue seus documentos e aguarde.
Vinte e sete no total, Herr Oberleutnant.
Ok, homens.
Vamos verificar para saber quem satisfaz nossas necessidades.
� uma medida de emerg�ncia...
por ordem do general comandante do 11� Corpo Blindado.
Aqueles que n�o forem selecionados...
podem continuar nas suas unidades.
Descansar. Adiante, Klinger.
Tem um enfermeiro a� atr�s? Estou falando com voc�.
Ande. J� ouviu o tenente. Avance.
Soldbuch. Ande.
Qual unidade?
20� Fogo Antia�reo, senhor. Da 16� Divis�o de Infantaria.
Certo. Leve-o ao coronel imediatamente.
E a minha unidade, senhor?
Ter�o que se arrumar sem voc�.
Ande. Siga-me.
O Tenente B�low o envia para o Oberst Von Ecker.
- Ah, sim. Gutterman. - Sim senhor.
Leve-o para cima, ao major Hartmann. Ele sabe o que �.
Sim, senhor.
- Hartmann, me d� seu expediente. - Aqui est�, senhor.
O conselho de guerra reunido ontem conforme ordenei...
o julgou culpado por deser��o volunt�ria...
e recomendou o castigo m�ximo:
Ser� enforcado.
N�o vejo raz�o para que a senten�a n�o seja conclu�da.
Eu imploro. Bombardearam minha esposa e filhos.
Devia encontrar um lugar para mant�-los vivos.
E decidiu ficar com eles e negligenciar os seus deveres.
Esse foi meu �nico erro ap�s 20 anos de servi�o.
Ent�o, � mais do que um erro. � um crime.
Voc� deveria saber melhor que ningu�m.
Sim, senhor. Mas n�o pode deixar me matar por isso.
Eu imploro, senhor. N�o s� por mim, mas por minha fam�lia, meus filhos.
Desculpe. Neste momento, a disciplina das tropas...
� mais importante que o nosso destino pessoal.
- � isso, Leerback. - Senhor, eu rogo que reconsidere.
- Farei qualquer coisa que pe�a. - Chega.
Supostamente, � um soldado. Comporte-se como tal. Leve-o.
Venha comigo.
Tire o casaco.
- O enfermeiro chegou, senhor. - Certo.
O �nico uniforme que n�o temos aqui � o da Luftwaffe.
Descansar. Nome e unidade?
Cabo Steiner, senhor, 20� Fogo Antia�reo.
Estava a caminho de Mannheim, para minha unidade.
Tem uma bandeja na mesa junto � minha cama. Traga-a, por favor.
Sim, senhor.
- Leia os r�tulos em voz alta. - Sim, senhor.
"Cinco ampolas de digifolin, 1 cc, em caso de emerg�ncia.
Comprimidos de nitroglicerina, 1/10 de grama.
�lcool". Isso � tudo, senhor.
� enfermeiro. Sabe para o que � isso?
Sim, senhor.
Usa em caso de angina do peito. Um problema card�aco.
Certo. Ent�o, sabe o que tenho.
Infelizmente, mandei meu ordenan�a � Darmstadt por isso.
Como viu na receita, no caso de um ataque � importante...
que a dose seja exatamente de 1 cc e administrada imediatamente.
- Uma overdose ou atraso � fatal. - Sim, senhor. Posso ver.
Isso � tudo no momento.
Ser� melhor ficar confort�vel. Ficar� aqui um bocado.
Herr Oberst, quer que sirva o jantar agora?
Achei que n�o se lembrava de mim.
Mas acho que tem o que comer, mesmo n�o tendo apetite.
- Feche as cortinas das janelas. - Sim, senhor.
Hartmann.
H� uma vela na minha mesa. Traga-a, por favor.
�s suas ordens, Herr Oberst.
O escal�o da vanguarda j� partiu?
Dois batalh�es do 21� sa�ram para Mannheim h� uma hora, Sr.
O Quinto ir� pela manh�.
Ok. Lembre os oficiais de comando...
que apesar de estarem na �rea do general Jaeger...
- continuam sob minhas ordens. - Sim, senhor.
E que n�o obedecem ordens a n�o ser as minhas.
Sim, senhor. Lamento incomodar, senhor, mas e o desertor.
J� assinou a ordem de execu��o?
N�o. Obrigado, Hartmann.
Tem uma garrafa de Niersteiner no arm�rio.
Sim, senhor.
E deve ter outro copo por a�. L�, ao lado da janela.
N�o gosto de beber vinho sozinho.
N�o desejo beber, a menos que Herr Oberst insista.
Insisto.
Al�m disso, n�o precisa ficar em posi��o.
Por mais que queira, n�o se refira a mim na terceira pessoa.
Sim, senhor.
Anda. N�o me fa�a repetir as coisas.
Nada mal.
Herr Oberst...? Deseja algo mais, senhor?
Nada.
Tem um cobertor extra na minha cama.
Pode ir dormir depois que liberar a mesa.
Sim, senhor.
Cabo?
- Sim, senhor? - Quero que me acorde �s 6:00h.
Sim, senhor.
Limpo sua pistola antes de guardar na sua capa?
N�o, p�e ao lado de minha cama.
- Quero ela aqui. - Sim, senhor.
E a prop�sito...
n�o deixe eu esquecer de assinar a ordem de execu��o amanh�.
Sim, senhor.
Tome. Disse que pode levar essas mantas.
Obrigado, senhor.
- Apago a luz? - S� diminui a intensidade.
- Est� a�, cabo? - Sim, senhor. Estou aqui.
Boa noite.
Boa noite, senhor.
2 batalh�es do 21� para Mannheim. O 5� sair� pela manh�.
Ficar� aqui um bocado.
Retorna, Happy. Deve voltar em 5 dias.
No caso de um ataque...
uma overdose ou demora � fatal.
Por favor.
Eu imploro.
Por favor. Por favor.
- Herr Oberst est� acordado? - N�o, senhor. Acho que n�o.
- Est� acordado? - N�o, Sr. Teve uma noite ruim.
- O qu� �? - Sou eu, senhor. Hartmann.
- Trago o informe matutino. - Deixe com o cabo.
- Estarei pronto em meia hora. - Sim, senhor.
- Que horas s�o? - Pouco mais de 6:00h.
Me ajude.
Sabe? Tive um sonho.
Sonhei que voc� era o desertor que sentenciei...
e queria me dar um tiro.
Tinha esquecido que pessoas assim s�o muito fracas.
Nunca teriam coragem para matar...
mesmo para se salvar.
�s vezes precisa mais coragem para n�o matar.
Prefiro que n�o me responda dessa forma.
Mas acaba de me salvar a vida, j� valeu a pena.
Assim, em vez de puni-lo, gostaria de fazer algo por voc�.
Sugiro que Herr Oberst permane�a calado e n�o se esforce.
- Fala de novo na 3� pessoa. - Desculpe, senhor.
Que tal uma semana de licen�a em casa? Voc� gostaria?
Obrigado, senhor. Tenho meu dever no front.
- S� tem uma coisa. - Sim, o qu�?
Talvez seja bobeira minha...
mas preferiria que fosse piedoso com o desertor e o colocasse na pris�o.
Cabo, sua profiss�o � salvar vidas, mesmo as indignas.
A minha � tir�-las, mesmo as dignas...
Sei que � loucura dizer que podemos fazer o inimigo recuar.
Mas dentro de uma hora, diante da minha divis�o, eu afirmarei.
E farei porque acredito...
que devemos lutar at� o fim, a qualquer custo.
11� CORPO BLINDADO Por isso, agora mais que nunca...
devo manter a disciplina na minha divis�o.
Por essa raz�o que o homem deve morrer.
Assistente.
Me d� um pouco de vinho. Essas p�lulas sempre me d�o sede.
- Trago um copo d'�gua, senhor? - Odeio �gua.
Fala Von Ecker.
O enfermeiro que mandou ontem, o cabo... Qual o seu nome?
- Cabo Steiner, senhor. - Steiner. Cabo Steiner.
Quero que o mandem � sua unidade no primeiro transporte dispon�vel.
Era isso que queria, n�o?
- Sim, Obrigado, senhor. - Certo.
Por nosso pa�s.
Por nosso pa�s.
- N�o tem ponte. - Des�am os homens dos caminh�es!
Sim, senhor. Des�am todos dos caminh�es!
N�o tem ponte! Ter�o que atravessar a p�!
Vamos! Todos no ch�o! Formem-se em filas de tr�s!
- R�pido! - No ch�o! Cruzaremos a p�!
Des�am todos dos caminh�es! N�o tem ponte!
- Vamos atravessar a p�! - Vamos! Todos no ch�o!
Formem-se em filas de tr�s! Depressa!
Todos no ch�o! Cruzaremos a p�!
Des�am todos dos caminh�es! Condutores, sair�o em breve.
Meus �culos. Perdi meus �culos. N�o vejo sem eles.
Est�o aqui.
Foi muito am�vel me ajudando.
Sou Brandenbacher. Ernst Brandenbacher.
A maioria me chama Ernst. � mais f�cil.
- � melhor irmos. - Subir�o do outro lado.
Vamos! Depressa!
Todos lembrem o n�mero do seu caminh�o!
- Subir�o do outro lado! - Avi�es inimigos!
Vem os Amis! Protejam-se! Depressa! Protejam-se!
Me ajude, por favor! Algu�m me ajude! Ajuda!
Me feriram! Mas n�o escapar�, Steiner.
Agora j� sabem de voc� por toda parte.
Pod�amos t�-lo matado h� tempo...
mas esperava que me levasse ao resto.
Esperava matar todos.
Bombardearam o resto das pontes hoje.
Esta parece ser a �ltima em Mannheim.
N�o demoram muito para bombarde�-la.
- Os americanos est�o em Landau. - O qu�? Est� com medo?
Peguem seus documentos. A� vem outra inspe��o.
Inspe��o. Melhor chamarem "registro de sepulturas".
Hoje pegam o seu nome. Amanh� avisam a sua m�e.
- Ah, cale a boca. - Gunther, Alois, Gefreite.
- Certo. - Schaus, Herbert, Obergefreite.
- Adiante. - Bachschmidt, Hans, Kanonier.
Schmidt, Albert, Unteroffizier.
- Certo. - Rothmann, Klaus, Obergefreite.
- Ande. - Lachner, Gert, Sch�tze.
Myer, Billie, Sturmf�hrer.
Schindler, Johannes, Pionier.
- Certo. - Soldbuch e ordens de viagem.
Perdi num ataque a�reo hoje. Vou � minha unidade em Neustadt.
Perdeu e n�o tem um arranh�o? Leve-o de volta ao controle.
Ver�o o que aconteceu com seus documentos.
Sim, senhor. Vamos.
Chame Mannheim, por voc� devemos parar o tr�nsito. O pr�ximo.
Vamos. Continue.
Espere aqui.
Encontraram um folheto americano?
Sim, como se tivesse cometido um crime, como...
- N�o falem! - Aqui est� o homem.
- Qual o seu nome? - Maurer, Karl.
- Disseram que perdeu os documentos. - Sim, senhor.
- Seu nome � Karl Maurer? - Sim, mas isso � s�...
Eu sei. Vai para l�. Vigie-o.
Andando. Volte.
Detenha-o do outro lado da ponte da ferrovia.
A Kommandatur Central de Mannheim recebeu informa��es...
que um sabotador inimigo perigoso...
escapou h� algumas horas do controle da Wehrmacht...
na ponte principal do Reno.
Traja uniforme de cabo da Luftwaffe.
tem cerca de 20 anos.
� magro, estatura m�dia, loiro, pele branca.
Foi visto com um bracelete da Cruz Vermelha no bra�o esquerdo...
uma pistola e botas. � identificado como...
Ei, soldado! O que faz a�?
Ei, estamos falando com voc�.
O qu� �? Est� surdo?
- Venha, seus registros. Alto! - Alto!
Venham. Por aqui.
- Por aqui. - Onde est�o os outros?
Foram pela frente do edif�cio.
- Tem algu�m a�? - Deve estar por aqui.
Estou certo que o vi correndo para c�.
Felizmente n�o bombardearam este lugar durante os ataques.
O que acham? N�o est� aqui.
Andem! Continuem procurando!
� melhor sairmos antes de cair tudo.
Cuidado. O piso est� cheio de buracos.
- Olha o que encontrei. - Onde?
- O qu�? - O que aconteceu?
O que fazem a�?
Fritz achou um colar de p�rolas. Parece real.
Lembrem-se: Isso era um teatro.
Provavelmente encontrou o colar de A�da ou coisa assim.
- L� v�m eles novamente. - Vamos sair daqui, r�pido!
Vamos. Come�ou de novo.
Neckarstrasse. Neckarstrasse.
Fr�ulein.
Desculpe. Sei que n�o devia sair, mas meu filho foi ferido.
Preciso de iodo.
N�o me entregue, por favor. Olha, tenho dinheiro.
Tome, iodo e ligaduras. � melhor entrar agora.
Acredite, foi s� por meu filho.
N�o me entregue, por favor? Promete?
Prometo. N�o tenha medo. Vai.
Deus te aben�oe.
Espere um minuto. Procuro Neckarstrasse N� 18.
- � a segunda rua � direita. - Obrigado.
- Tiger. - O que faz aqui?
Tive que vir. Andam atr�s de mim.
Andam atr�s de voc�? E os trouxe at� aqui, idiota?
Ningu�m me seguiu, eu juro.
Tem uma mensagem que devemos enviar imediatamente.
O qu�?
Sei a localiza��o do 11� Corpo Blindado. Est�o...
- Onde est�o? - Quero ver o Tenente Rennick.
Eu n�o sou suficientemente importante para voc�, n�o?
Anda, diz, Junge. Mandei falar.
- Quem �, Tiger? - Temos um h�spede, Tenente.
Adiante.
Sei que n�o devia vir aqui, mas passei a noite...
Entra.
Onde conseguiu essa localiza��o?
Ouvi o Tiger falar no avi�o.
la atravessar o Reno, mas por pouco n�o me capturaram.
Meu nome est� na lista negra.
Isso ajuda muito. Por que est� aqui?
Devo enviar informa��es muito importantes.
Sabia que tinham o r�dio. Por isso eu vim.
Receio que seja tarde demais. Nos bombardearam.
O transmissor foi danificado. N�o consegui contato.
Teremos que fazer algo com ele.
Sabe o que acontecer� se cair em suas m�os.
� confi�vel.
O que disse o general Jaeger?
O general Jaeger e dois membros do seu pessoal...
ficaram feridos hoje...
durante uma visita rotineira de inspe��o ao front.
Tome. Pode ler.
Tentamos fazer contato com ele no hospital de Heidelberg...
onde pode estar.
- Foi imposs�vel. - Imposs�vel? Por qu�?
Tem guardas da SS por todo o hospital.
Ningu�m pode entrar sem uma autoriza��o especial.
Quer dizer que tudo pode ser uma farsa?
Muitas vezes encontramos farsas piores que esta.
Bem? O que vamos fazer?
E voc� e os outros oficiais?
Realizaram o combinado?
Receio que sem o general, n�o temos poder sobre as tropas.
� um enorme risco.
Muitas vidas est�o em jogo, tanto alem�s como americanas.
Ser� que n�o vale o risco?
Desculpe, mas n�o posso. Os outros pensam o mesmo que eu.
As vidas de nossas fam�lias e amigos est�o em jogo.
Al�m disso, � muito tarde. Dev�amos ter feito h� muito tempo.
Sim, mas era prematuro. Sempre quiseram se livrar deles...
mas nunca quiseram riscos nem assumir responsabilidades.
Por qu�? Porque queriam ficar com suas gamas, t�tulos, empregos.
E hoje, quando poderiam salvar o mais importante, suas almas...
n�o t�m a coragem de fazer.
Os chamam traidores com raz�o, porque tra�ram a si pr�prios.
Existe apenas uma forma de responder, tenente.
� muito f�cil, mas nunca estiveram em nosso lugar.
Isso � verdade. E espero nunca estar.
Bem.
O que vai fazer, Tenente?
Partir antes que um dos senhores comece falar.
Acho que est� bem. Ningu�m o seguiu.
Planejaram a rendi��o para este setor, tenente?
Sim. Por qu�?
Passei a noite no QG do 11� Corpo Blindado.
Dois de seus regimentos est�o em posi��o hoje. Aqui.
Nos dois flancos das tropas do general Jaeger.
Parece que vamos para uma armadilha.
Vamos voltar, Tiger, o mais r�pido que pudermos.
Como vamos fazer?
Eu ouvi. Por pouco o capturam.
Deve ser a ponte do Reno.
- Vi que punham explosivos. - Era nossa �nica chance.
- Tem outra forma de cruzar? - Claro, se quiser nadar.
Bem. Qual � o melhor lugar para tentar?
Nadar? N�o fala s�rio. Toda a orla est� fortificada.
Mesmo se conseguir escapar da sua pr�pria artilharia...
congelaria na �gua gelada.
Podemos tentar. Um de n�s pode atravessar.
Se � t�o valente, por que n�o voc�?
Al�m disso, como sabermos se n�o inventou tudo?
Como sabermos que a verdade? Talvez s� queira...
Cale a boca.
Pega as ordens de viagem, e o carimbo de data.
Adiante, Happy.
Nos informe dos lugares onde esteve, e o que voc� viu.
Tenho uma irm� que vive no terceiro andar.
De l� podemos ver o rio.
Bem. Adiante.
� aqui.
- Minha m�e n�o est�. - Sim.
Esperaremos. Entre.
- � o tio Rudolph, certo? - Certo.
Minha m�e disse que voltaria em uma hora.
Se n�o pode esperar, pode ir � casa de Gottfried.
Obrigado, Kurt.
Se s�o soldados, porque n�o est�o no front?
Viemos de l�, Junge. Estamos de licen�a.
Porque o meu pai, n�o? Faz um ano que n�o vem em casa.
Falaremos disso mais tarde.
Quero que espere a� dentro at� sua m�e voltar.
Por aqui.
Quem � o Gottfried?
� um amigo meu. Vive a menos de 2 km daqui.
Acertei com ele se precisarmos passar a noite aqui.
Pensei que viemos para decidir onde atravessar o rio.
- J� decidi. N�o vou. - O qu�?
Claro. Voc� n�o liga se arriscar desta forma. Mas e ele e eu?
Quando tudo terminar, nosso povo cuspir� em n�s.
E voc�? Nos agradecer� e voar� para casa.
Por que aceitou o trabalho?
Porque se uniu a eles?
Porque queria viver e n�o morrer.
E se for honesto consigo mesmo, voc� fez pela mesma raz�o.
Fiz para ajudar o meu pa�s.
E agora mais que nunca, sei que estava certo.
Que nobre.
A quem engana? Acha que algu�m acredita em voc�?
N�o importa. N�o espero acreditar em mim.
N�o tem import�ncia. O que importa � o que penso.
J� chega. Sou muito cuidadoso pelo que fizemos.
Est�o dentro e ningu�m sair�.
� melhor voc� entender, Tiger.
- Sabe muito para ficar. - N�o me referia a isso.
O bandido deve ter ouvido tudo.
Olhem embaixo. Vou ver se est� escondido aqui.
Olhem embaixo. Eu procuro neste piso.
- Porco! - Me solte!
- Solte-o! - Porco!
Vai mat�-lo! Solte-o. Chega!
N�o v� que � uma crian�a? Eu disse para soltar.
Est� louco? Ele...
Happy! Pare-o, r�pido!
Muito tarde! Est� nos denunciando.
Para a esquerda. N�o os viu? Foram para l�.
V�m por esse lado.
Escondam-se aqui! Depressa!
Por aqui, senhor.
Ei, Berger, Fritz, levem dois homens.
O resto vem comigo.
Eu os vi, senhor. Certeza que est�o aqui.
- S�o tr�s. - Ok, Junge.
Vai com quatro homens por tr�s.
N�s vamos por esse lado.
- Voc� fica aqui. - Mas quero ir com voc�s.
Disse para ficar aqui.
Homens, aqui. Fritz, verifique esse t�nel ali.
Agora mesmo, senhor.
- O que h�? - Nada. Nada.
Provavelmente inventou tudo, Max, desde o in�cio.
Acho que est� certo.
Chame seus homens. Vamos sair daqui.
Sim, senhor. Bem, homens. Vamos todos daqui.
Berger, vamos!
Gerhardt, re�ne seus homens.
V�o para os ve�culos.
Anda, Fritz. Saiam daqui.
Richter, diga que podem ir.
Avan�ar! Eu disse para avan�ar!
Veja se podem descer pela encosta.
Tiger, voc� primeiro. Happy, siga-o.
� muito dif�cil atravessar, nadaremos at� a ilha.
O que h�, Tiger? Prepare-se.
Sai daqui, r�pido!
Que foi isso? Vi alguma coisa.
Tem um homem deitado ali.
N�o posso mover as pernas!
Me abra�a. Tentaremos chegar � ilha.
Abaixa-se.
- Me deu c�ibra. Parei. - Certo.
Parece que s� faltam 50 metros at� a margem.
- Acha que pode chegar? - Tentarei. Sei que posso...
Ok. Basta descansar um minuto.
Em caso de me acontecer algo, ficou tudo claro?
Sim, tudo. N�o se preocupe.
Lembra do objetivo de W�rzburgo, senhor?
A f�brica qu�mica que veio da Pr�ssia?
� muito importante?
- Acha que a bombardear�o? - Espero que sim. Por qu�?
Soube que o meu pai foi transferido...
do Hospital de Berlim e...
E o qu�?
Est� lotado em W�rzburgo agora.
O hospital � ao lado da f�brica.
- Acha que pode chegar agora? - Acho que posso.
Pronto? Vamos!
Krohner, pegue a segunda e a terceira se��es...
- E se dispersem deste lado. - Sim, senhor.
- Victor, pegue a primeira se��o. - Sim, senhor.
Voc�s ficar�o aqui.
Vigiem a travessia de homens ou de inimigos.
- �s suas ordens, senhor. - Hans, prepare a primeira se��o.
Agora mesmo, senhor.
Segunda e terceira se��es, venham.
Temos que esperar. Colocam mais arames.
Se a c�ibra come�ar novamente, segure na minha camisa.
- Alto! Alto! Quem vem? - Venha! Venha!
Quem vem? Saia imediatamente ou atiramos.
Siga, tenente.
N�o vou conseguir de qualquer jeito.
Cessar fogo!
- Cessar fogo! - Alto! Alto!
- Atr�s dele! Atr�s dele, r�pido! - Ei, voc�!
Detenha-o. N�o deixa escapar!
Quem �? O que faz aqui? Vai falar ou n�o?
Tem dez segundos para decidir.
Tem algu�m se movendo ali.
J� chega, cretinos! Chega!
N�o disparem! Parece um dos nossos.
- O que faz l�? - N�o fa�o id�ia. Cobertura.
O 21� e o 5� Blindados. Sim.
Foram ontem para Mannheim.
Um regimento pelo sul perto de Neckarau...
e o outro 3 km ao norte dali.
WM-1967, na p�gina Darmstadt-Mannheim.
Ok?
Sim, enviarei um relat�rio detalhado dentro de uma hora. O qu�?
Provavelmente dormiram ao lado do detonador.
Enfim, � uma boa not�cia. Ok. Adeus.
O Primeiro Ex�rcito ganhou. Encontraram uma ponte que os alem�es...
n�o explodiram em Remagen, e entraram na Alemanha, como num desfile.
Berlim daria o Primeiro Ex�rcito se pudesse ir para casa.
Boas not�cias, hein, Rennick?
- Sim senhor. - Tem um cigarro, Pete?
Sei como se sente. N�o pode fazer nada a respeito.
Um garoto como Happy, embora houvesse sobrevivido...
seria um traidor, independentemente dos seus motivos.
N�o hesitamos em us�-lo.
Numa guerra, para salvar vidas, se usa o que puder.
O problema � que sempre morrem os melhores...
porque os melhores est�o dispostos a assumir riscos.
Descanse um pouco. Ser� bom.
- Siebert, com Cadetes de Vanguarda. - Sim, senhor.
Vamos, her�i, levante-se. Devia agradecer por estar vivo.
Deixa. Eu dou.
Cadetes de Vanguarda? Espere um minuto, por favor.
MUITOS CAMINHOS LEVAM AO RENO - Griffin. - Sim, senhor?
MAUS CAMINHOS LEVAM � MORTE Vou ficar com o velho. Leva o Tte. Rennick ao convento.
� s�rio, Dick, descansa um pouco.
- Eu vou, Pete. - Logo nos vemos.
- Que bom que voltou, tenente. - Obrigado.
Ponha isso. Tem muita sorte, senhor.
Que pena o menino.
- H�? - Me refiro ao Happy.
- Sim. - N�o adianta pensar nisso.
Afinal, era s� mais um alem�o.
Um homem sobrevive enquanto � lembrado...
s� o esquecimento o mata.
Nos vemos, Happy.
Que o seu nome verdadeiro permane�a inc�gnito...
mas que lembre o seu sacrif�cio e d� significado � trai��o.
Dei ele para mim.
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