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Original subtitles

- Mo�a. - N�o me chame de mo�a.

- Como quer que eu� - Dex.

- Dex, vamos ficar bem? - Sim.

Minha neta fugiu. Preciso de algu�m confi�vel.

Precisa saber quando parar.

Chamam a pol�cia quando algo assim acontece.

Quando se contrata um amador, acontecem erros amadores

Entendi. Bom e mau policial. Qual � voc�?

- Onde ela est�? - As coisas poderia ter piorado.

N�o piorou por sua causa.

�s vezes as pessoas tem problemas.

Do tipo que a pol�cia n�o pode ajudar.

- � onde voc� entra. - Voc�, detetive?

Mal consegue achar suas chaves.

Talvez me tire de encrenca.

6 ANOS ATR�S

- S� isso? - Sim.

Abra o caixa! Agora! Agora!

Anda, anda logo!

Foi um show maneiro.

- Como �? - Sua touca.

Fiona X.

No Roseland.

Ah, sim. Foi mesmo. Sou uma grande f�.

Anda logo a�!

Foram dias punk, sabe?

- Antes dela esgotar. - N�o �, cara?

Foi mal, mas vou precisar�

Sim, sim.

Estou desempregada, ent�o s� tenho isso.

Certo.

Me d� o gorro.

Voc� quer meu gorro?

Mo�a, d� o gorro para ele.

Claro.

Ei!

Est� tudo bem. Leve a cerveja.

Obrigada.

- Merda. Me desculpe. - Tranquilo. Foi minha culpa.

N�o, foi minha culpa.

Posso te pagar uma cerveja?

Antes da pol�cia chegar.

GeekS apresenta�

Stumptown - 1.02 Missed Connections

Hall | Lu Colorada AnchorBoy | chereguedel

flaavio | Rennah | AirtonSub

A MANH� SEGUINTE - 9H42

N�o mexe a�, se n�o os bombeiros vem aqui.

- Bom dia. - Desculpa.

N�o achei que um lugar desses teria alarme�

Que coisa legal de se dizer.

Eu te ofereceria um Bloody Mary, mas�

Estou come�ando um detox hoje.

- Se quiser, tenho muitos. - N�o, � melhor eu ir�

Mas ontem � noite foi divertido. Obrigada�

Greg. Meu nome � Greg.

Eu sei que seu nome � Greg.

Na verdade � Grey. Chegou perto.

Eu sou p�ssima com nomes.

Olha, voc� sabe jogar um tot�.

Ganhou de 10 a zero ontem.

Voc� � sagitariana. Est� desempregada.

Tem medo de altura.

- Odeia castanha-d'�gua. - Sim. Nossa.

Voc� lembra de tudo isso?

- E voc� n�o lembra de nada. - N�o. Ontem foi um borr�o.

Por que n�o te fa�o um resumo?

Meu nome � Grey.

Olha, voc� parece uma �tima pessoa.

Mas ontem foi� Bom, foi uma noite.

Uma noite divertida, mas�

Seria melhor n�o entrar�

Provavelmente n�o nos veremos de novo.

- Beleza. Tenha um bom dia. - Sim, voc� tamb�m.

- Sabe o caminho? - Sei.

Me livrei dessa.

Grey, vai contra tudo o que acredito�

Cerveja, divers�o, uma boa vida impura.

Qual �. Voc� sempre diz isso. S�o s� tr�s dias.

Que belos drinques.

Que tal uma dose de rum, para descer mais f�cil?

N�o. N�o lute contra a tradi��o.

Beleza? Que o detox comece.

Tome um gol�o.

Qual �. D� para sentir o gosto do Mel�o de S�o Caetano.

Voc�s s�o t�o fofos juntos.

- E a�, ligou para o cara? - Que cara?

O cara do cart�o que seu amigo policial te deu.

Primeiro que ele n�o � meu amigo.

E sim, ele queria saber se a mulher o tra�a. E eu disse:

"Amigo, vou te poupar tempo e dinheiro. Est�".

Por que n�o deu essa informa��o

depois dele te pagar?

Que tipo de monstro sem alma acha que sou?

- Um quebrado. - �, justo.

E a�, amig�o.

Oi, amig�o!

Senti sua falta.

- Como est�? - N�o acho meu telefone.

Certo, bem, se eu fosse US$ 200,

que n�s n�o temos, onde estaria?

N�o no clipe de cinto que te dei.

- O clipe � idiota. - Muito idiota.

N�o... n�o �. N�o � idiota.

- Idiota. N�o � legal. - Idiota.

Serve a um prop�sito.

Aben�oado seja, senhor.

N�o � para voc�. � para o homem na mesa 5.

Aproveite. Sei que eu aproveitaria.

- Obrigado. Srta. Parios? - Sim.

N�o sei o quanto seu amigo bartender contou,

mas n�s conversamos ontem � noite,

e ele me disse que voc� talvez pudesse me ajudar?

Ajud�-lo com o qu�?

Um dilema.

Por favor.

Aconteceu algo comigo na outra noite.

E vem me assombrando desde ent�o.

Sei como isso pode parecer,

mas na �ltima quarta-feira, perto das 20h30,

conheci uma mulher.

- Certo. - Conversamos por umas 3 horas,

- mas nos conectamos. - Qual a parte do dilema?

Certo, claro. Bem, peguei o telefone dela,

mas no outro dia liguei e deu fora de servi�o.

N�o sei se eu entendi errado ou o que aconteceu.

E voc� quer que eu fa�a o qu�?

- Encontre-a. - A mulher que conheceu no bar?

Olhe, voc� parece um cara legal.

� poss�vel que talvez, ela tenha dado o n�mero errado

porque n�o queria que voc� ligasse?

Eu te pagarei US$ 1 mil.

Vou precisar de mais detalhes.

O nome dela � Katrina. Eu a conheci no Bolo Room.

Loira, caucasiana, 1,62m.

Bebeu um French 75.

E tinha uma tatuagem de um cavalo selvagem aqui.

Sutil.

Certo, que tal assim?

Tentarei encontr�-la e se conseguir,

e por alguma raz�o ela n�o quiser te ver,

eu ainda recebo.

- Sim. - Tudo bem.

Achei que essas coisas acontecessem uma vez na vida.

J� aconteceu comigo, com minha falecida esposa.

� s� que, se o que Katrina e eu tivemos foi real,

odiaria pensar que perdi.

- Oi. - Oi.

Achei que nunca mais f�ssemos nos ver.

A MANH� SEGUINTE - Faz 15 segundos.

Esqueci que meu carro quebrou semana passada e...

E que eu te trouxe aqui noite passada?

O engra�ado � que eu ia comprar um carro hoje.

Voc� quer que eu te leve?

Este toca-fitas tem vontade pr�pria.

MANH� SEGUINTE 10H18 - Acho que a m�sica

est� tentando dizer que este � o meu carro.

Est� mesmo considerando comprar esta porcaria?

- Tem personalidade. - Personalidade, isso.

� como um c�o no canil que ningu�m quer adotar.

Certo, tem outros carros meio decentes aqui.

Este n�o � o seu c�o. Precisa confiar em mim.

E o que te faz t�o perito?

- Porque curto carros. - Que nojo.

Dormi com um cara que curte carros.

Meio que gostei da cor.

V�mito n�o � cor. Sem ofensa.

Se comprar este carro, ele vai quebrar

e eu terei que consertar e isso � uma droga.

- Certo, legal. Quanto? - S� US$ 600.

- US$ 600. Isso � um roubo. - Vou ficar.

Essa � uma comprar ruim.

Ela � t�o bonita!

Ela � um pouco mimada.

Meia virada da chave,

conte quatro-um-mil, pise no acelerador,

gire a chave total ou a buzina...

Apenas vou deix�-lo na frente.

Sim, pode ser tamb�m.

French 75. Sim, eu lembro dela.

Ela teve que dizer como faz�-lo.

Muito constrangedor.

- Por qu�? - Sou uma mixologista.

As pessoas n�o tem que me ensinar os drinques.

Ela encheu os ouvidos do cara. Ele mereceu mesmo o beijo.

- Kat. � isso? - Sim, Katrina.

Estou procurando por ela.

- Por qu�? - E isso importa mesmo?

Sim, se voc� � uma psicopata e eu te ajudar a ach�-la,

e ela acabar em uma vala por a� e eu ter que viver com isso.

Certo.

Estou assumindo que pediu a identidade dela, certo?

- Posso ajud�-la? - Acho que sim.

Est� vendo essa senhora aqui, ela serviu um menor.

Apenas 17 anos.

Estou me perguntando quanto tempo um lugar como este

vai durar sem uma licen�a de bebidas.

Contato visual.

Bom sinal.

Ela pegou um t�xi para casa.

- Quer dizer Uber? - N�o, t�xi.

- Como sabe que � Uber? - Como sabe que � t�xi?

Porque eu pedi um para ela?

Certo. Agora estamos chegando a algum lugar.

Voc� n�o conhece a empresa de t�xis, conhece?

Essa tal de Katrina nunca esteve aqui, certo?

N�o. N�o.

Ei, segure a porta.

Voc� pode segurar a porta? Qual �.

Se tivesse chave, eu n�o teria que segurar.

N�o se pode confiar em ningu�m hoje em dia.

- Ol�? - Sim? Entrega.

De qu�?

Chin�s. Comida chinesa.

Est� sendo paranoico, e tem que sair.

- N�o estou! - Saia!

Devon n�o estava l�. Voc� era a �nica l�.

Ol�. Eu moro no corredor.

- Est� tudo bem? - Sim, estamos fazendo bolo.

- De lim�o. Gosta? �timo - Gosto.

Talvez amanh� lhe demos um peda�o, certo? At� mais.

- Apenas devolva! - Apenas v�!

- D�-me isso! - Pare!

Senhora, voc� est� me irritando.

Poxa, sinto muito por isso.

Voc� quer que eu volte com a pol�cia?

- Quer chamar a pol�cia? - Calma.

- Saia! - Por que est� me empurrando?

Calma. Tudo bem. Me solte!

O que voc� est� fazendo?

- N�o me toque! - Entre!

� isso! Eu vou...

- Fique a�! - Viu o que fez?

Senhora, n�o sei qual � o seu problema.

Saia.

Ela n�o quer v�-lo novamente. Entendeu?

Voc� � louca. Voc�s duas s�o loucas!

Voc� est� bem?

Quem era aquele?

Doug.

Ele � meu ex.

- Voc� � Katrina? - Sim.

Desculpe. A gente se conhece?

N�o, eu estava...

Fui contratada para te encontrar.

Apenas me d� um segundo.

Est� destrancado, ou... n�o tranca.

N�o acredito que Allen te contratou.

Eu esperava que ele sentisse o mesmo.

Ele era t�o gentil e diferente.

Ele se levantou quando levantei para ir ao banheiro.

Que cara faz isso?

- Foi quando eu soube. - Que ele tinha boas maneiras?

Que eu devia dar a ele o n�mero errado.

Voc� fez isso de prop�sito.

Voc� j� sentiu que n�o era digna de estar com a pessoa certa?

Que voc� estraga tudo?

J� que estragaria tudo com Allen no final...

Ent�o, por que coloc�-lo nisso?

Por que encontr�-lo agora? O que est� diferente?

Voc�.

Talvez sua vinda seja o universo me dizendo que sou digna.

Essa m�sica � um bom press�gio.

- Voc� segue os sinais? - Aparentemente n�o.

- Voc� recebeu uma multa. - Recebi.

Voc� tem muitas multas de estacionamento.

Ol� de novo.

Ol�.

Que bom ver voc�.

- � um Mustangue. - � lindo.

- Sim? - Sim.

- Oi. - Oi.

Desculpe. Preciso pegar o... Desculpe.

Obrigado, Srta. Parios.

- Obrigada. - Divirtam-se.

- Tchau! - Tchau.

- � da China. - Voc� foi � China?

N�o sei. Tudo parecia t�o louco.

Um cara conhece uma mulher em um bar,

e depois de uma bebida, fica convencido que ela � �nica.

Quantas vezes disse para n�o jogar borras de caf�

- na pia? - E se eles acabarem juntos?

- Detecto sentimentalismo? - S� estou fazendo a pergunta.

Se � bom demais para acreditar,

- ent�o �, n�o �? - Eu pergunto:

Qual minha parte por arranjar este caso?

- Quanto eu ganho? - Parceria n�o � um caso.

Mas pelo visto, farei isso agora.

- O que voc� far�? - Beber uma cerveja.

- Resolvi um caso. - Ent�o agora � um caso?

Devolva. Voc� � fraca.

- Dex. - Oi, amig�o.

- Voc� baixou? - N�o. Desculpe-me.

- Eu esqueci. - Baixar o qu�?

- Um app para achar meu celular. - O qu�?

O cheque � sem fundo! Acredita nisso?

N�o me choca saber que ele est� sozinho.

Que virada de jogo. Bom demais para acreditar?

Pode ficar de olho no Ansel?

- Onde est� indo? - Pegar meu dinheiro.

Ansel.

N�o. Ansel no habla Ingles.

Ol�?

Ol�?

Allen?

Nossa. Devia ter dobrado meu pre�o.

Ol�?

Esse cara � cheio da grana.

Allen?

Meu Deus.

Ol�...

Millie.

Cad� seu papai?

Certeza que est� bem?

Sim, estou.

Mas n�o sei o que ainda estou fazendo aqui.

Normalmente, quando a pol�cia acha algu�m

em uma casa que entrou ilegalmente,

- � assim que eles acabam. - �, mas liguei para a pol�cia.

- � o que faz isso ser ir�nico. - Meu cliente me deu um calote.

- � um crime, n�? - Assim como arrombar e invadir.

- A porta estava meio aberta. - Ainda � ilegal.

Est� operando como uma detetive particular sem licen�a.

Isso n�o � sobre mim, tudo bem?

Temos o herdeiro da fortuna dos Vinhedos Brantley,

um homem poderoso e cheio dos recursos.

Seu cliente sabia que voc� n�o era uma profissional

- antes de contrat�-la? - Ele poderia estar em perigo,

e uma mulher que ele pediu para achar.

- Em perigo por qu�? - N�o sei.

Aqui vai um palpite. O cara que me nocauteou.

Achei que n�o o tivesse visto.

A mulher, Katrina...

Ela tem um ex e ele tem um g�nio terr�vel.

- Confie em mim. - Vamos achar o sr. Watkins.

N�o, voc�s deviam focar na Katrina e no ex.

Sei que parece um nome de banda dos anos 80,

mas voc�s devem focar neles.

Certo. Conversaremos sobre isso.

Sei o nome dele. Ela disse. � Doug Blick. Doug Blix.

Devia verificar se h� antecedentes.

Agora mesmo.

Mais algo que podemos fazer por ti, srta. Parios?

N�o, senhora.

- Posso me retirar? - Desculpe-me.

Voc� tem essa acusa��o de invas�o ilegal

e n�o pode ir a lugar nenhum at� que isso seja resolvido.

S�rio?

S�rio.

�timo.

Vamos.

- N�o pode fazer algo? - Certo, me escute.

- S� porque n�s, voc� sabe... - Quer que eu termine a frase?

N�o significa que posso te dar privil�gios especiais

- ou p�r meu trabalho em risco. - Como se estivesse pedindo.

�? Pense nisso. Foi s� uma noite, apenas.

Come�o a fazer favores, como isso ficar�?

Aguarde na recep��o, por favor.

Sim, senhor.

Oi.

Est� tudo certo?

Recebi uma multa por excesso de velocidade.

Sabe que odeio dar seu nome,

mas meu seguro vai disparar, ent�o...

Tudo bem. Cuidarei disso.

Obrigada.

Ent�o, tenho que ser honesto.

Estou saindo de uma coisa de longo prazo.

Tipo, liberdade condicional?

- Quanto tempo ficaram juntos? - Quatro anos.

- Mas quero que ser honesto� - J� sei.

Voc� n�o est� emocionalmente dispon�vel agora?

E a divers�o da noite passada

n�o pode se repetir porque ainda est� lidando com�

- Toda a bagagem? - Eu ia dizer algo assim.

Tenho novidades para voc�, chapa.

N�o quero nada s�rio.

Tipo nada. Ent�o isso n�o vai dar certo.

- Que bela combina��o. - Pode ter certeza.

Mas � s�rio, eu j� fui preso.

- Como �? - Roubo agravado.

O engra�ado � que quando fomos pegos,

o grande �libi do meu parceiro de crime

foi falar que �ramos escritores da Quatro Rodas.

- N�o. - Sim, ele fez isso.

Fiquei 18 meses na Penitenci�ria de Oregon.

- Nossa. - Pois �.

Nunca tinha dormido com um condenado.

- A n�o ser Sammy. - Ah, �? O que ele fez?

Ela. Cleptoman�aca.

- Ela? - Foi terr�vel.

- N�s� Ol�. - J� sabe o que vai pedir?

Quero uma salada de frango e um u�sque com soda.

E meu amigo delinquente aqui�

Vai ficar com uma �gua, porque estou em um detox.

- Ainda? - S� fazem quatro horas.

E pode tirar as castanhas-d'�gua da salada de frango?

- Ela n�o gosta. - Claro.

Estamos fechados.

Ah, sim.

Bom, a porta estava aberta.

Estou procurando por Greyson McConnell.

Grey n�o est� aqui. Voc� n�o deveria estar a�.

N�o, n�o. Eu e o Grey somos velhos amigos.

Cara! Ele se deu bem, n�o foi?

Voc� trabalha aqui?

Voc� tem as chaves do escrit�rio?

Voc� j� entrou l�, n�o entrou?

O Grey tem tipo um cofre,

um lugar onde ele guarda as coisas?

Isso�

� para voc�.

Beleza.

� um belo bar.

Isso � mesmo necess�rio?

Doug Blix, voc� � suspeito de agress�o.

- N�o machuquei ningu�m! - Entendo, entendo.

Sua garota se apaixonou por outro.

Voc� ficou puto. Foi tirar satisfa��o.

- � a natureza humana. - Descobri que ela me roubava.

E o louco � que se ela pedisse, eu teria dado dinheiro para ela.

Eu amava a Kaitlin.

- Quis dizer Katrina? - N�o, Kaitlin.

Kaitlin Washko, vulgo Katrina, vulgo Kendra�

Suspeita de fraude financeira em 3 casos nos �ltimos 6 meses.

- Ent�o ela � uma golpista. - E � boa no que faz.

Ela deu a limpa em v�rias v�timas.

- Nenhuma acusa��o. - Por isso meu cheque voltou.

Enfim, Kaitlin, Kelly, que seja, tinha uma c�mplice.

A v�tima disse que era s� uma amiga,

mas ela estava envolvida. Megan Miller.

- Sim, sim. Eu a vi. - Tem certeza?

Sim, eu a vi na casa da Katrina.

Ela deu v�rios golpes em v�rios pa�ses

antes da Katrina,

mas aqui a surpresa. Ano passado,

Megan foi ligada � morte de um homem de meia idade rico.

mas n�o puderam acus�-la.

Devem estar com Allen em algum lugar, roubando ele.

Elas v�o mat�-lo. Precisamos encontr�-lo.

- "N�s"? - Sim, "n�s".

Eu te dei esse caso de m�o beijada.

V� para casa, Dex.

Ent�o estou livre, policial? � isso mesmo?

Se tivermos sorte,

- eu te ligo. - N�o se incomode,

n�o quero que me deva nada.

- Fique fora dessa, Dex. - Aham.

Ou n�o.

Sua liga��o � importante.

Confesso que me sento meio culpado

porque fui eu que te arranjei esse cara.

O que me deixa puta � que eu ca� nessa.

Aquele encontro fofo de merda. � vergonhoso.

- Acha que mataram o cara? - � a al�ada delas.

Loucura, n�o �? Encontra algu�m no bar

e n�o tem ideia de onde est� se metendo.

Sua liga��o � importante.

Fique na linha, voltarei a falar com voc�...

Vi que est� tentando colocar um alerta por fraude

em suas contas banc�rias.

S� preciso checar suas contas, Sr. Watkins.

Certo?

Estou pronto.

�timo. Duas perguntas de seguran�a...

Nome de solteira da sua m�e.

Brantley. Fam�lia vin�cola.

O nome � Brantley.

� uma fam�lia vin�cola grande.

�timo. Qual o nome do seu bichinho?

Tinha na tigela. Millie. Tente Millie.

Seria Millie. Millie com "M".

Certo, Sr. Watkins.

Estou adicionando o n�mero como alerta de fraude.

- Tenha um bom dia. - Voc� tamb�m.

N�o acredito que funcionou.

Bom trabalho!

Pessoas podem ser presas por isso que eu fiz.

Deveriam mesmo.

Te conhe�o faz tempo, Hoffman.

Ela � boa, esperta. � tudo o que precisa.

N�o quero que comprometa sua integridade profissional

por seja l� qual din�mica voc�s dois tenham.

- Nunca. - Ainda mais por algu�m

que � uma bagun�a.

Gosta de jazz, tenente?

Gosto mais de Joni Mitchell,

mas animada para saber onde isso vai dar.

Coltrane.

Ele foi o mestre da m�sica escrita.

E tinha o Mingus.

Rouco, livre, rebelde.

Nada de educado, n�o gostava do status-quo.

Sou mais pro Mingus.

Eu sinto, entendo ele.

Est� dizendo que tende para o lado do Dex Parios.

Exato.

At� n�o mais.

J� que sou assim, vamos ver o que ela faz.

Funcionou.

Alerta de seguran�a. Encontramos.

- Encontramos quem? - A mulher, a vigarista!

Algu�m tentou sacar US$50 mil do meu cliente.

- O que vai fazer? Ir � Pol�cia? - Estou indo l�.

Dex, chame a pol�cia, por favor!

E a�, amig�o, por onde esteve?

Jogando l� fora.

- Show. - Seu amigo apareceu.

Ah, �? Qual amigo?

Com o dente de ouro.

Seu cheque sustou.

- Est� em perigo? - N�o.

Por que sacou US$50 mil em dinheiro?

O dinheiro � meu, eu fa�o o que quiser.

Allen, ela � uma vigarista.

Seus servi�os n�o s�o mais necess�rios

e eu n�o te pago mais.

Sei que se importa com ela.

N�o teria me contratado se n�o se importasse.

Essas mulheres enganam homens h� muito tempo.

Um acabou morto, que elas sabem.

Ela quer largar isso.

Isso o qu�?

Essa vida.

Essa mulher, Megan...

Ela � a perigosa, certo?

Ela que for�ou Katrina a ir para esse caminho.

E o �nico jeito de Megan deixam Katrina em paz

� sendo paga.

O dinheiro � para isso?

Sim, por isso preciso ir agora

para Katrina e eu ficarmos juntos.

Allen, essa Megan j� te amea�ou?

N�o!

Pelo menos deixe a pol�cia ir.

N�o.

N�o pode fazer sozinho.

Posso e vou!

Isso � uma transa��o

entre dois adultos.

N�o preciso de ajuda.

Agrade�o e at�.

Certo, espero que saiba o que faz.

Sei!

Espere!

Sua parte.

Esqueci.

Isso vai me custar US$1 mil, e ela quer US$50 mil.

Posso te pagar amanh�?

- Sim. - Certo.

Jack Feeney!

- Cara, quanto tempo! 10 anos? - Voc� que me diga.

Foi preso de novo?

Algumas vezes.

E a�, cara? Queria falar sobre o qu�?

Recebi uma liga��o...

Do Frank.

- O que ele queria? - Kane est� pedindo o dinheiro,

e o Frank vai vir pegar.

N�o, n�o pode ser. Ele n�o precisa do dinheiro.

Que diferen�a faz? � dele, n�o �?

Era para estarmos lavando para ele...

Certo. Bem...

Voc� n�o fez nada est�pido com sua metade, fez, Feeney?

US$250 mil...

- � muita grana para ignorar. - Quanto voc� gastou?

Eu tenho umas 400 pratas.

Olha, eu errei. Serei o primeiro a admitir.

Mas me pergunto se voc� ainda tem a outra metade.

Voc� est� olhando para ela.

Como acha que comprei esse bar?

Sabe que n�s dois estamos em d�bito com ele.

Meu bar faz sucesso. Eu posso restituir.

Como assim? Em presta��es?

� meio milh�o.

- Kane n�o vai aceitar. - Tem outra ideia?

Voc� tem seguro de inc�ndio?

N�o vou incendiar meu bar.

Ent�o temos que pegar a estrada.

Tudo que tenho est� aqui. N�o vou a lugar algum.

- Bem, o Frank est� vindo. - Vou conversar com ele.

� dinheiro, ele vai entender.

- Boa sorte. Estou fora. - �timo.

Um alvo em movimento � dif�cil de atingir.

- Sabe quem sempre dizia isso? - Quem?

Voc�.

- Feeney. - N�o.

iPhone do Ansel na Rua Burnside.

A �ltima rodada.

- A reta final - Voc� vai morrer.

- Ainda estou na frente. - Eu que estou.

N�o, estamos jun... N�o!

- Ganhei! - Boa, cara!

Voc� � bom.

Quer outra vez? Deixa s� eu falar com sua irm�.

Devia ter falado que seu irm�o era mestre nisso.

- �, ele gosta de videogames. - Ele � bom.

Sabe, eu estava pensando,

se estiver interessada, talvez possamos jantar hoje.

Apenas eu e voc�.

Sim, claro.

- �? �timo. Hoje � noite, ent�o. - Sim.

- O sandu�che � seu ou dele? - � para ele.

- Valeu. - Tudo bem.

Estou te vendo! Eu vi o que voc� fez!

- D� para mim! Anda logo! - N�o. N�o.

Certo, aqui vamos n�s.

iPhone do Ansel na Avenida North Willamette.

Acho que meu marido est� a�, com outra mulher.

Por favor, n�o posso voltar na recep��o.

Isso... Isso tudo � humilhante.

N�o sou paga para isso.

�, bom ponto.

J� passei por isso. Fa�a um inferno.

Voc� � linda. Por dentro e por fora.

Socorro! Socorro!

Engra�ado como nossos caminhos se cruzam.

Hil�rio.

Eu devia ter batido mais forte em voc�.

Voc� est� com medo.

Allen.

Est� tudo bem.

Voc� est� bem.

Est� tudo bem, certo?

Cad� a Katrina?

Onde est� o Allen? Ele est� bem?

Sa� para beber com ele.

E sim, ele ia ser um alvo.

- Para matar? - Extorquir dinheiro.

Nunca matei ningu�m na vida.

Mas quando eu conheci o Allen,

algo simplesmente... se encaixou.

Eu passei meu n�mero errado.

N�o queria envolv�-lo em minha bagun�a.

Mas quando aquela mo�a me trouxe de volta ao Allen,

eu fui honesta com ele.

No jantar, coloquei as cartas na mesa.

Quem eu era, nua e crua.

E sabe o que ele disse?

N�o posso esperar para ouvir.

"Eu acredito em voc�, e eu quero te salvar."

Ent�o bolamos um plano.

Conseguir dinheiro suficiente para pagar Megan

e tir�-la das nossas vida.

Ent�o, por que ela tentou sufoc�-lo?

Porque ela � uma psicopata.

E ela n�o aguenta me ver com outra pessoa.

Estou apenas espantado,

no fato de que este poderia ser o seu melhor golpe.

Sua parceiro acaba na pris�o por tentativa de homic�dio,

e voc� acaba com um homem muito rico

e muito ing�nuo.

D�i-me ter que dizer isso, mas...

Seus instintos estavam certos.

Ser�?

Se quer mesmo fazer isso,

fa�a do jeito certo.

Leve a s�rio. Consiga uma licen�a.

Pode me explicar isso?

N�o d� para saber o que acontece em uma rela��o

a menos que esteja nela.

Ainda assim, h� uma s�rie de suposi��es.

Am�m.

Parece que voc� tamb�m est� em uma situa��o delicada.

Pois �.

N�o quero ser intrometida,

mas sou uma semiprofissional sem licen�a.

Um amigo meu foi morto h� alguns anos.

� a vi�va dele. Eu a ajudo quando posso.

Hoffman.

A patrulha tem uma cena. Fremont Bridge.

Voc� vem?

- Preciso ir. - Sem problemas.

Voc� est� bem?

Oi, Millie!

Ol�.

Eu sei que n�o parece fazer muito sentido.

N�o, n�o faz.

Espero que voc� tamb�m encontre.

- Voc� est� bem? - Estou.

- Valeu pela carona. - Claro.

� ousado ligar para o cara que te trouxe para casa,

mas tudo bem.

Eu tive que ligar para algu�m em quem confiava.

Voc� me conhece h� 24 horas, faz sentido.

Eu sinto muito. N�o sei o que aconteceu.

Talvez tenha algo a ver com isso.

Eu te convidei para sair, voc� disse sim,

e depois encheu a cara.

Mas eu n�o sei.

Eu j� passei por isso, sabia?

- Com Benny. - E quem seria Benny?

N�s estudamos juntos.

E eu...

Achei que ele fosse...

Achei que ele fosse o cara certo.

N�s �ramos t�o jovens.

No final, n�o deu certo, e eu fugi,

alistei-me nos Fuzileiros e ele foi atr�s de mim.

E ent�o...

Ele se foi.

Ele foi morto por l�?

Sim. Por minha causa.

- A culpa n�o foi sua. - Foi.

Eu...

Eu sempre fa�o essas coisas.

Voc� parece um cara legal, e isso �...

Isso � legal, sabe? Eu queria...

Mas n�o posso cruzar a linha, porque se eu...

Se eu cruzar, eu estrago tudo.

Aqui vai uma ideia maluca.

E se n�o cruzarmos a linha de novo?

O que isso nos faz, ent�o?

Acho que isso nos faz amigos.

Amigos.

Acho que nos livramos dessa.

Acho que j� vou indo.

- Voc� vai ficar bem? - Ficarei.

- Tem certeza? - Tenho.

Amanh� come�o seu detox, tudo bem?

- D� o fora da minha casa. - Certo.

- Voc� est� bem? - Eu?

Acho que sim.

O detox acabou. Voc� encerrou o caso.

- A vida � bela, n�o �? - Sim.

Sa�de.

Seis anos. Algum arrependimento?

N�o.

- E voc�? - N�o.

Olhe para n�s. Nunca cruzamos a linha.

- Nos livramos dessa. - Nos livramos dessa.

Certo, vamos voltar a nos intoxicarmos.

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